Por Antonio Neilton Medeiros
A incursão de Lampião pelo Rio Grande do Norte seguiu, em grande medida, o padrão clássico das ações cangaceiras: saques, assassinatos, sequestros e toda sorte de expedientes destinados à obtenção de recursos. Nesse percurso, o bando chegou às portas de Mossoró exigindo dinheiro como condição para não invadir a cidade. É justamente a partir desse episódio que emergem algumas questões centrais.
Mossoró era, de fato, o objetivo previamente definido por Lampião? Se assim fosse, por que o bando não se valeu da discrição, elemento fundamental em ações desse tipo, a fim de preservar o fator surpresa e impedir a organização de uma defesa eficaz por parte da população local? Por que o chamado “Rei do Cangaço” abriu mão de uma de suas principais vantagens estratégicas?
Uma hipótese possível é a de que Lampião não conseguiu — ou não tentou — conter o próprio bando, tampouco a dinâmica predatória que o caracterizava. Ao longo da incursão pelo território potiguar, os cangaceiros passaram a roubar e a agir ostensivamente por onde passavam, despertando a atenção das autoridades e da população. Tal comportamento teria sido decisivo para colocar Mossoró em estado de alerta, inviabilizando qualquer ataque surpresa.
Nesse sentido, não se pode descartar a possibilidade de que a invasão de Mossoró não tenha sido um plano originalmente estruturado. Talvez Lampião e seu bando tenham iniciado apenas uma incursão pelo Rio Grande do Norte, como tantas outras realizadas no Nordeste, e somente posteriormente Mossoró tenha surgido como uma oportunidade — ou uma tentação — diante de sua importância econômica e simbólica. Contudo, quando o bando chegou à cidade, o cenário já era outro: o alerta estava dado, a defesa organizada, e o elemento surpresa perdido. O resultado foi a resistência mossoroense e a retirada apressada dos cangaceiros, literalmente postos em fuga.
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Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima.
As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!
Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão.
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.
Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?
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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada.
Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.
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