Autor José Di Rosa Maria

Desenho: Internet
Sou filho do semiárido
Herói da vida campeira
Primo do mandacaru
Irmão da carnaubeira.
Parente do juazeiro
Que atravessa o ano inteiro
Verde como um periquito
No chão que a seca castiga
Não se conhece quem diga
Que tem algo mais bonito.
Castigada pelo sol
Minha pele de vaqueiro
Tem a cor da substância
Da casca do cajueiro.
Odeio cortar caminho
Sou forte como o espinho
Da folha da macambira
Das minhas mãos calejadas
Conclusões precipitadas
Quem tem juízo não tira.
Deixando o campo assolado
No ano que a seca avança
Perco plantações e gado
Mas não perco a esperança.
De dar a volta por cima
Que a seca não desanima
Quem não se rende à quizília
Encaro a fome com calma
E arranco da fé da alma
O pão pra minha família.
Sempre que a estiagem
Perde a mira e sai de linha
Percebo que não há terra
Boa do tanto da minha.
Pra começar dar de tudo.
Só a fonte de estudo
De Deus conhece o segredo
Quem chega aqui todo errado
Ainda vai atrasado
Mesmo indo embora cedo.
Aqui só não vive bem
Quem não trabalha esperando
Que o governo lhe dê
O que estiver faltando.
Esperar por quem repete
Que dar, mas o que promete
Não tem quem veja chegar,
Pra mim e pra mais alguém
É coisa pra quem não tem
Coragem de trabalhar.
Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzagueano José Romero de Araújo Cardoso
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
ALERTA AOS NOSSOS LEITORES
Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito.
Muito chato para você me ver sempre chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem.
Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima.
As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!
Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão.
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.
Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.
https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada.
Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.
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