Por Helton Araújo
https://www.google.com/search?sca_esv=a6fe58f4c6c3d920&rlz=1C1GCEA_enBR1168BR1168&sxsrf=ANbL-n6Cn2IgE2jvmI-rsag54LdNilhDng:1775468368849&udm=2&fbs=ADc_l-acAb_3MMOAUx0zmbUpgBqRiigBgL2I_pgQa-94zvB054Dys3s2x_Qm_GJcU2DlSXgtwykOhjc8tZDD70ApjQy2d8G2UxiTb9Ys8-r8BdMeRPC5lQqWwz_I3eSKibdCog6uVUCQSofCk_lFngQJyA31LIY4NEDdHhu021gcVZRNeyc_s176icETNsiAPpP6B0qtTrZYAMhn3q5RC_cpPafY072NGQ&q=FOTO+DO+CANGACEIRO+SERROTE&sa=X&ved=2ahUKEwjJtL2L99iTAxWhGbkGHfq0GXIQtKgLegQIFhAB&biw=1024&bih=607&dpr=1#sv=CAMSVhoyKhBlLWd1Tk0ySDRtQTRheW1NMg5ndU5NMkg0bUE0YXltTToOSFFTMU45cjh0VEhHX00gBCocCgZtb3NhaWMSEGUtZ3VOTTJING1BNGF5bU0YADABGAcgjMOzkwRKCBABGAEgASgB
Amélia Mendes da Silva nasceu na localidade Serraria, na Paraíba, a cerca de 80 km de Campina Grande. Casou-se com João Bento da Silva, mas, por motivos desconhecidos, o relacionamento terminou. Sem alternativas para sobreviver, Amélia passou a se prostituir, conquistando rapidamente uma clientela fiel.
A profissão, no entanto, carregava perigos constantes. No início de maio de 1915, sua casa foi invadida por dois homens que a espancaram e a violentaram sexualmente. O ataque teria sido encomendado por um cliente enciumado. Outra versão aponta que uma rica senhora, ao descobrir o envolvimento de seu marido com Amélia, teria mandado executar o crime.
O pior é que um dos agressores jurou matá-la onde quer que a encontrasse. Não se tratava de qualquer homem, mas de José Maria de Oliveira, o “Serrote”, ex-cangaceiro dos bandos de Antônio Silvino, o Rifle de Ouro, e Antão Godê. Conhecido por sua crueldade, Serrote acumulava diversos assassinatos.
Sozinha e sem proteção, Amélia chegou a se esconder, mas a necessidade de viver a trouxe de volta às ruas. Passou então a carregar um punhal consigo.
Na noite de 15 de maio de 1915, por volta das 18 horas, em um beco escuro, o destino a colocou frente a frente com Serrote. O ex-cangaceiro desferiu-lhe uma violenta paulada. Amélia cambaleou, mas resistiu, e, em um ato inesperado, cravou o punhal no peito do algoz. Ferido, Serrote ainda saiu cambaleando, mas tombou mais a frente, sem sequer usar o seu revólver.
Amélia fugiu e, ao saber da morte do cangaceiro, apresentou-se à polícia. Presa, contou sua versão dos fatos. Sua defesa foi patrocinada pelo ilustre educador Clementino Gomes Procópio, e o julgamento terminou em absolvição.
Temendo represálias dos comparsas de Serrote, Amélia desapareceu no mundo, mas ficou na história como a mulher que matou um cabra de Antônio Silvino.
Obs.: Na imagem principal em destaque o cangaceiro Serrote, já no círculo, vemos a imagem de Amélia.
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ALERTA AOS NOSSOS LEITORES
Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito.
Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima.
As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!
Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão.
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.
Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.
https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada.
Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.
Muito chato para você me ver sempre chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem.
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