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quarta-feira, 29 de abril de 2026

LUIZ GONZAGA E DONA SANTANA

Luiz Gonzaga, o “Rei do Baião”, era filho de Januário José dos Santos e de Ana Batista de Jesus, conhecida como Santana. O pai, Januário, era um sanfoneiro famoso no sertão de Pernambuco, respeitado por sua habilidade com a sanfona de oito baixos e também por consertar instrumentos. Foi ele quem despertou em Luiz o amor pela música e pela sanfona, servindo como inspiração direta para sua futura carreira.

Já a mãe, Santana, tinha uma postura diferente: era uma mulher firme, dedicada à família e à roça, e via com preocupação a vida de sanfoneiro. Para ela, os músicos viviam cercados de festas, bebida e instabilidade financeira, e não queria que o filho seguisse esse caminho. Essa resistência materna fez com que Luiz enfrentasse conflitos em casa, pois, enquanto admirava o pai e sonhava em tocar, precisava lidar com a desaprovação da mãe.

Esse contraste entre incentivo e oposição marcou profundamente sua trajetória. Gonzaga acabou herdando o talento e a paixão de Januário, mas também carregou consigo a disciplina e o senso de responsabilidade que aprendeu com Santana. Essa combinação foi decisiva para que ele transformasse a sanfona em profissão respeitada e se tornasse um dos maiores ícones da música brasileira.

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ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você me ver sempre chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem. 

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