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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

IMPERDÍVEL

Djanilson Pedro neto de Cassimiro Gilo, no local onde tombou o soldado João Ferreira de Paula, da volante de Manoel Neto (quixabeira do soldado).

Dia 28 de agosto de 2016, completa 90 anos da maior Chacina do cangaço, ocorrido na fazenda Tapera dos Gilo, em Floresta - PE. 

Com Djamir, Dona Dejinha, respectivamente neto e filha de Cassimiro Gilo, Carmelita (minha mãe) e eu, no cemitério sagrado dos Gilo.

O grupo florestano de estudos do cangaço (GFEC) em nome de todos os descendentes dessa grandiosa e amável família, convida a todos para a primeira celebração em memória desses grandes heróis que tombaram sem vida, no dia 28/08/1926, num ataque de Lampião e seu bando, culminando na morte de 12 civis, um soldado, e de quatro cangaceiros. 

Com Dona Neusa, filha de Cassimiro Gilo e Maria Pequena. Primeiro Gilo a nascer após a Chacina. Maria Pequena estava na casa na hora do ataque de Lampião.

A missa acontecerá dia 27/08, às 15:30 hs. O dia 28 tornou-se inviável, devido o pároco desta cidade não dispor de nenhum horário para a celebração. 

Com Cristiano Ferraz  meu parceiro no livro, e Oscar de Alpiniano. Aos 12 anos de idade, esse senhor foi testemunha ocular de toda carnificina.
Cassimiro Gilo (único sobrevivente da Chacina) com o neto Djalmir, filho de Dona Dejinha.

Dessa forma em entendimento com a família Gilo, resolvemos antecipar para o dia 27, um sábado, para que as pessoas que moram mais distantes, possam retornar aos seus lares, no domingo. 

Com Dona Cícera Maneca, filha de Manoel Cipriano Freire, guardiã da história da passagem de Lampião na sua casa, logo após o ataque aos Gilo.
Cristiano Ferraz, Manuel José Torres ( Véio de Zé de Anjo) e eu. Através dessa testemunha, conseguimos descobrir muitos segredos dessa terrível tragédia. Cassimiro Gilo dormiu na casa de seu pai, Zé de Anjo, por isso escapou, além desse sertanejo ter tido filhos com Maria Pequena e Lulú, que estavam dentro da casa dos Gilo, na hora do ataque.

Peço a todos os amigos que compartilhem essa publicação. A família Gilo e o GFEC, agradecem desde já a sua presença. Sejam todos bem-vindos. 

Djanilson Pedro, neto de Cassimiro Gilo, filho de Dona Dejinha, mostrando os escombros da casa dos seus antepassados.
Local onde Lampião e seu bando ficaram abrigados. O bando conseguiu cercar a casa por todos os lados.
Nesse local foram enterrados em única vala, os Gilo e seus parentes e amigos. 
Ferro de Gilo Donato do Nascimento.
Cícero da Penha (entrevistado), filho de Ernesto do São Pedro (morto na Tapera).
Quixabeira do Arcanjo onde foi morto Pedro Alexandre, tropeiro que se dirigia à feira naquela madrugada, e foi morto por Barra Nova.
Quadro pintado por Maninho na década de 60, retratando a Chacina da Tapera. Observe ao lado esquerdo, na parte de baixo, a data correta do acontecido, retratado pelo pintor florestano.
Croquis de Cristiano Ferraz, parceiro do livro. Os outros também foram feitos por ele. Tudo com os pontos em GPS.


Apoio de Cangaceiros Cariri, na pessoa de Manoel Severo Barbosa e demais grupos de estudos do cangaço.


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