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quinta-feira, 18 de março de 2021

SILA A CANGACEIRA

Por Fernando Kidelmar Dantas de OLiveira 

 Grande Mendes, cumprindo meu compromisso.

 Um pequeno encontro e uma grande impressão

Ao encontrar a cangaceira Sila no lançamento de seu livro intitulado "Sila: Memórias de Guerra e Paz", 1995 em Caruaru-PE, me deparei com dois fatos interessantes, primeiro o próprio encontro, afinal estava em contato direto com uma guerreira que conviveu diretamente com Maria Bonita e Lampião e, segundo com seu relato, pois este ficou em minha memória de maneira inquietante. 

Sila relatava com muita, mais muita mesmo admiração sobre seu convívio com os dois "cangaceiros chefes" aos quais tratava de "minha comadre e meu compadre, Maria Bonita e Lampião, respectivamente. Porém ao ser interpelada a falar sobre estes, Sila falava com sublime respeito que era de uma altivez que chamava atenção e, deixava claro o quanto tinha sofrido naqueles tempos idos, mas também o quanto tinha de registros memoráveis sobre seus compadres. As palavras respeito e admiração são pequenas para o quanto Sila tinha de bons registros de Maria Bonita e Lampião.

Saudações Paraibanas,

Prof. Kidelmar Dantas
Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará
Faculdade de Engenharia de Minas e Meio Ambiente

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

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