Texto: Geziel Moura
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segunda-feira, 17 de setembro de 2018
BRIGA DE CACHORRO GRANDE
Texto: Geziel Moura
A MORTE DE EZEQUIEL FERREIRA - AS CRUZES DO CANGAÇO NOS ROTEIROS DE PAULO AFONSO -
Na Lagoa do Mel colocamos uma cruz marcando o local da morte de Ezequiel e onde também morreram 16 soldados.
Um dos mais ferrenhos combates de Lampião na Bahia aconteceu em Paulo Afonso, no povoado Baixa do Boi. Nesse confronto morreu, a principio, 16 soldados e posteriormente, em fuga e perdidos, morreram mais 3 policiais.
O segundo irmão a deixar o mundo dos vivos foi Antonio Ferreira, nascido em 1896 e morto em janeiro de 1927, na fazenda poço do ferro, Tacaratu, Pernambuco, propriedade do coronel Ângelo da Jia, em decorrência de um acidente ocasionado por Luiz Pedro, que disparou sua arma acidentalmente atingindo o próprio amigo.
O terceiro morto em combate foi Ezequiel Ferreira da Silva, o mais jovem irmão, nascido em 1908. Ezequiel passou a acompanhar Lampião em 1927, junto com o cunhado Virgínio. Ele tinha o apelido de Ponto Fino, alcunha adquirida pela justeza do seu tiro.
Sua morte aconteceu em Paulo Afonso, Bahia, no povoado Baixa do Boi, terras pertencentes na época a santo Antonio da Glória do curral dos Bois.
O tenente Arsênio Alves de Souza chegou ás imediações do povoado Riacho com uma volante composta por aproximadamente 20 soldados e tendo como guia os dois irmãos Aurélio e Joví, que eram fugitivos da cadeia de Glória, preso pelo inspetor de quarteirão, o senhor Pedro Gomes de Sá, pai da cangaceira Durvinha. A volante chegou ao povoado riacho no dia 23 de abril de 1931, trazendo entre seu aparato bélico uma metralhadora Hotchkiss. O primeiro contato do tenente no lugar foi com Zé Pretinho e o jovem foi forçado a seguir com os policiais. Cruzaram o terreiro de dona generosa Gomes de Sá, coiteira de Lampião e foram armar acampamento na Lagoa do Mel, um tanque construído por Antonio Chiquinho.
Enquanto a policia se preparava para passar a noite na lagoa do Mel, outras fontes confiáveis de informações de Lampião se dirigiam para o povoado Arrasta-pé para avisar ao Rei do Cangaço sobre a presença dos militares nas proximidades. Lampião mandou avisar Corisco e Ângelo roque, que estavam arranchados bem próximos e junto com eles combinaram um ataque aos soldados.
Ainda com o escuro da noite, próximo ao amanhecer, Lampião recolheu alguns chocalhos com Pedro Gomes e seguiu as veredas que davam a cesso a lagoa do mel.
No coito da policia, prestes a amanhecer, o Zé Pretinho saiu com o intuito de pegar um bode para fazer parte do desjejum de todos ali.
Com a escuridão se transformando em luz, os soldados ouviram o tilintar de chocalhos e imaginaram que seriam os bodes se aproximando para beber água (um dos sobreviventes desse combate, o soldado José Sabino, ordenança do tenente, relatou, anos depois, que realmente confundiram os chocalhos, achando que eram alguns caprinos se aproximando para beber água na lagoa). Na verdade eram os cangaceiros cercando o coito.
Despreocupados, os policiais sofreram um forte e inesperado ataque, uma verdadeira chuva de balas caiu sobre eles. Vários corpos caíram atingidos por balas mortais e certeiras. A dificuldade encontrada pelos soldados foi que eles cometeram um grande vacilo. A lagoa do Mel era rodeada por uma cerca de varas e eles haviam dormido dentro do cercado. Quando eles tentavam transpor as madeiras se transformavam em alvo fácil e caiam mortalmente feridos. Um exemplo dessas mortes trágicas foi a do sargento Leomelino Rocha que morreu e ficou de pé pendurado nas madeiras. Em um dos bolsos desse sargento lampião encontrou um bilhete do coronel Petro indicando alguns locais onde ele se escondia.
O tenente Arsênio diante o desespero do momento, conseguiu efetuar uma rajada de metralhadora e acabou acertando a barriga de Ezequiel Ferreira. A arma depois emperrou e o tenente conseguiu retirar o percussor (ferrolho) da arma e fugiu levando a peça que deixaria a arma inutilizável.
Nesse dia Lampião chorou amargamente a morte do irmão caçula e teve que enterrá-lo, com a ajuda de Antonio Chiquinho, próximo a Lagoa do Mel.
Era a vida dos que viviam pelo poder das armas, que tombavam no dia a dia, pelo aço lacerante do pipocar das artilharias dos diversos grupos que traçaram as páginas do cangaço no nordeste brasileiro.
Paulo Afonso 12 de julho de 2018
Membro da SBEC- Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço
Membro da Academia de Letras de Paulo Afonso – cadeira 06
HÁ 92 16/09/1926 LAMPIÃO ESTAVA NUM FORRÓ NA FAZENDA FORTALEZA
VEM AÍ MAIS UM SUCESSO ABSOLUTO DO CARIRI CANGAÇO
"LAMPEÃO" É BALEADO NA FAZENDA TIGRE
Lampião está estendido no chão da casa sede da fazenda Tigre e seu irmão corre para tentar socorre-lo. O ferimento parece ser grave e Virgolino começa a perder bastante sangue. Nesse momento, aqueles que estavam dentro da casa se apavoram um pouco pensando seu chefe estar morrendo. O “Rei Vesgo”, devido a grande perda de sangue, começa a ficar pálido e perde os sentidos deixando mais apavorados ainda seu Estado Maior.
Formando duas filas com os animais, os homens de Lampião o colocam-no no meio. Assim ele estaria protegido se algum ataque ocorresse e ninguém o veria naquelas condições. Xandinho leva o chefe mor do cangaço, o cangaceiro Lampião por entre os tabuleiros, serras e baixios do Pajeú das Flores... Até chegarem aos limites da fazenda pretendida.
google.com.
domingo, 16 de setembro de 2018
MISTÉRIOS DE ANGICO. 80 ANOS DA MORTE LAMPIÃO.
Abs para Manoel Severo Barbosa, Ángelo Osmiro Barreto, Aderbal Nogueira, Cristina Couto e, mais amigos.
A INDÚSTRIA DO CANGAÇO
Uma análise do fenômeno à luz dos estudos da Professora da UFRJ - LUITIGARDE BARROS DE OLIVEIRA.
CORONEL JOSÉ ALENCAR DE CARVALHO PIRES (CHEFE DE POLÍCIA VOLANTE NA PERSIGA AOS CANGACEIROS).
Dono de extrema coragem na defesa dos seus conterrâneos, aliada a uma boa presença, fina educação e amor as artes. Assim é lembrado o coronel José Alencar de Carvalho Pires.
Este belmontense, que também foi prefeito de Serra Talhada, deixou uma larga folha de bons serviços prestados à polícia pernambucana, comandando por muitos anos o 3º Batalhão.
Na fotografia, em pé ao seu lado a sua irmã Ana da Assunção Pires (Iaiá).
A FESTA DE LAMPIÃO NO SÁBADO DE CARNAVAL
Quando estava tudo pronto, que os músicos começaram a executar as primeiras canções, a vizinhança escutando os instrumentos, começou a chegar se escorando por ali, bebericando um trago e outro, quando perceberam estava a varanda da casa do anfitrião lotada de rapazes e moças, na maior animação, dançando com os cangaceiros. Mandaram comprar todo estoque de bebidas que havia no minúsculo comércio da localidade e entraram na noite festejando o carnaval.
No dia seguinte os cangaceiros chegam à vila Tigre, em São José do Egito, quando são surpreendidos pela Volante do tenente José Alencar e no tiroteio com a polícia entricheirada e Lampião em campo aberto, morre com um tiro no rosto, o cangaceiro Congo.
O cangaceiro Beija Flor - Arthur José Gomes da Silva - é preso e conduzido à Casa de Detenção, no Recife. Sob tortura, revela ao próprio Dr. Eurico de Souza Leão, Chefe de Polícia do Estado, que quem vende arma e munição para Lampião é o Major Teófanes Torres. Essa declaração causa grande rebuliço no meio político e militar, havendo várias cartas e telegramas da parte de seus amigos do sertão ao governador, se solidarizando com o oficial, desmentindo a afirmação do prisioneiro.
De: Anildomá Willans de Souza
UM TRISTE ASSASSINATO
Preservar os verdadeiros nomes dos
personagens que figuram neste artigo é preciso.
Foi lá pelos anos 70, não tenho
lembrança em que ano isso aconteceu, não em Mossoró, mas em suas terras.
De todos os empregados da “Firma
& Cia” João Capistrano era um dos mais responsáveis, e até apostava no
crescimento galopante da firma, cumprindo tudo que era necessário pelo
crescimento da empresa, e como desejava o seu bom andamento produtivo, nada lhe
era difícil, até chegava ao trabalho 1:00 hora antes do início das atividades
para todos.
João Capistrano tinha uma boa
conduta, motorista de primeira categoria, amigo do patrão, do pessoal
administrativo, dos colegas de trabalho, enfim, João não era qualquer um, e
apesar de não ter participação nos lucros da empresa, João era considerado um
dos seus dirigentes.
Mas o João há meses ou talvez anos
que vinha traindo os seus superiores. Não prestava contas de acordo com o que
recebia dos fregueses, alegava que o restante seria pago na próxima entrega. E
assim continuava enganando os seus superiores.
Já não tendo mais condições de
fornecer mercadorias aos comerciantes, os sócios entraram em acordo que, na
próxima viagem para entregar mercadorias, um deles iria acompanhar o João, só
assim, este, conversaria com a freguesia, explicando o motivo da suspensão de
mercadorias, vez que a empresa não tinha mais condições para fornecer aos
mesmos, pois estava faltando recursos para a compra de matéria prima para a sua
fábrica.
Ao tomar conhecimento da reunião que
aconteceu entre os dirigentes da empresa, o João não gostou, alegando que eles
deixaram de acreditar na sua palavra. E como o grupo de dirigentes da empresa
tinha o João como um operário exemplar, talvez padrão, disse-lhe que nada era
pessoal, apenas que a empresa não tinha mais condições de continuar fornecendo
mercadorias aos clientes, por falta de recursos para compra de matéria prima.
O dia seguinte, o João viajaria para
Baraúna, (cidade que já pertenceu à Mossoró), em companhia de um dos dirigentes
da empresa, o Carlos Couto, sócio minoritário da empresa, e agora o João teria
que se virar, pois o seu feito de desonestidade, estava preste a ser
descoberto. Na noite anterior, o João não dormiu, só pensando como iria se
livrar da situação que ganhara, por sua culpa, por sua máxima culpa.
Ao amanhecer do dia, o João
dirigiu-se até à fábrica, e lá já encontrou o Carlos Couto, que seguiria com
ele até à cidade de Baraúna, um dos lugares que a empresa abastecia mercadorias
aos comerciantes, e lá, era onde estavam os seus maiores devedores.
O carro já estava carregado, mas com
poucos produtos. O Carlos Couto ocupou a cabine do carro. O João entra no
automóvel e liga o carro, e toma direção ao lugar de destino. No percurso,
nenhuma palavra saiu da boca do João, salvo quando o Carlos Couto lhe
perguntava algo. E geralmente as respostas eram em tom de abuso.
Finalmente chegaram ao município de
Baraúna. O João estava nervoso. Logo no primeiro comerciante, Carlos Couto já
começou a notar a desonestidade do João Capistrano. Apresentada a nota de
dívida, o comerciante disse-lhe que não estava devendo nada ao João. E tudo que
ele comprava, era o dinheiro. Mais outros, todos confirmaram que não eram
devedores à empresa.
O João estava inquieto, não tinha
mais como se defender. Ninguém lhe devia. O Carlos Couto já não entendeu mais
nada. O homem que sempre foi de confiança, agora era um verdadeiro ladrão,
caloteiro, safado...
O João aceitou todas as palavras
grosseiras que o Carlos Couto disse contra si. Não tinha como reverter esta
situação desonesta. O Carlos Couto resolveu voltar logo para Mossoró, porque
seria inútil acusar os seus fregueses de devedores. Comprovada a desonestidade
do João, o empresário pediu que seguisse a estrada de Mossoró.
João Capistrano tomou a estrada, e
durante o percurso, nenhuma palavra saiu da sua boca, apenas remoía a decepção
da sua desonestidade dentro de si. Já rodado alguns quilômetros, o Carlos Couto
pediu para o João parar o carro, pois estava com a bexiga cheia. Precisava
esvaziá-la. João obedeceu e logo parou o carro no acostamento. O sócio da
empresa desceu e afastou-se um pouco da estrada. Dá início a sua necessidade
fisiológica.
João desceu e dirigiu-se ao patrão. E
sem mais imaginar, atirou nas suas costas.
O Carlos Couto dá um enorme grito, e
vendo o João com uma arma na mão, coisa que ele jamais esperava isso dele,
disse-lhe:
- Você enlouqueceu João? Você me
matou, João!
João quer terminar o serviço,
apontando a arma para o homem que já estava morrendo.
O homem ainda lhe implorou:
- Não atire mais, João! Eu...
E com o ódio na sua mente, apertou o
gatilho outra vez, disparando o segundo tiro fatal. Ao vê-lo morto no chão,
João arrependeu-se. Matou um homem que muito lhe ajudou.
Agora não era mais as contas que os
seus fregueses lhe deviam, aliás, nenhum lhe devia. Tinha que organizar a sua
defesa. João arrastou um canivete do bolso e cortou a sua própria testa, para
fingir que fora assaltado. Em seguida, deu um tiro em sua coxa. Mesmo
sangrando, seguiu a estrada de Mossoró, dirigindo com dificuldade. O sangue que
saía da coxa o incomodava muito. As dores eram cruéis. A testa estava toda
banhada de sangue.
Lentamente vem ele tangendo o carro
para Mossoró, devagar, com cuidado. Sentiu um mal-estar, e ao longe, avistou um
veículo que vinha em sua direção. João resolveu parar o carro para ser
socorrido pelo motorista que guiava o automóvel. Tinha que sair da sua cabine
antes do carro que se aproximava. Do contrário, ele não pararia.
Já bem próximo, o condutor do carro
observou que a sua cara estava banhada de sangue. Mesmo temendo, resolveu parar
para saber o que estava acontecendo.
João disse que fora assaltado, e que
vinha fugindo. Os assaltantes mataram o seu amigo, no caso, o Carlos Couto.
Como ele ainda estava dentro do carro, os assaltantes não conseguiram matá-lo.
O homem resolveu colocá-lo dentro do seu automóvel e voltou para Mossoró, deixando-o internado em um dos hospitais da cidade.
A polícia tomou conhecimento do suposto assalto. E foi de encontro ao corpo do Carlos Couto que estava à beira da estrada. As emissoras de rádio e jornais chegaram lá. A perícia também estava lá. Depois de feitos os ajustes no cadáver, removeram-no para o ITEP de Mossoró.
João continuava hospitalizado, mas
não iria demorar. O ferimento que sofreu na testa não foi grave, apenas o tiro
sofrido na coxa, precisava de uma pequena cirurgia.
No leito hospitalar João preparava a
sua defesa. E ao sair do hospital, foi prestar o seu depoimento à polícia. João
caiu em contradições várias vezes. Após tudo, João confirmou que matou o seu
patrão, com vergonha, ao saber que ele tomou conhecimento do dinheiro que vinha
desviando da empresa.
João vai a júri, Infelizmente João
foi condenado a passar 30 anos na cadeia, na Colônia Penal de Natal.
João era um preso exemplar, e após
alguns anos, ganhou o direito de ficar o dia fora da cadeia, mas à noite, era
obrigado a dormir lá.
Mas o João ainda tinha que enfrentar
outras circunstâncias na vida. Alguém, irmão do assassinado, o Carlos Couto,
estava de olho no João. Era uma irmã que não se conformava com a sua liberdade.
E de imediato, contratou um pistoleiro para executar o João.
João estava ali bem próximo da
Colônia Penal. O pistoleiro acompanhado de outro comparsa, aproximaram-se do
João, e no meio da conversa, almoçaram, beberam, jogaram sinucas..., e com este
aparato todo, o pistoleiro e seu comparsa conseguiram embriagá-lo.
Já embriagado, prometeram dar uma
voltinha pelas ruas de Natal. Mas a finalidade era tirar o João dali, e fazer o
que para eles era o mais importante. Matar o João.
Ao saírem da capital, pegaram a
estrada que segue para Mossoró, e em meio estradão, entraram em um matagal.
João estava incomodado, e ainda não sabia de nada, mas já desconfiava, e não
sabia para onde estavam caminhando.
O pistoleiro parou o carro. Os três
desceram do automóvel. João pergunta:
- Por que estamos nestas matas?
Um dos pistoleiros pergunta:
- Você está lembrado que matou o
Carlos Couto da Firma & Cia?
Com esta, João já descobriu que iria
morrer, e se defendeu dizendo-lhe:
- Lembro-me, mas já faz muitos anos.
O pistoleiro arrastou o revólver e
apontou para o João, dizendo-lhe:
- Você já estava sabendo que vai
morrer agora mesmo, cabra safado?
João se acovarda, pedindo por todos
os Santos que não o mate.
O pistoleiro apertou o gatilho, e o
João Capistrano caiu morto como um passarinho. Em seguida, tirou uma faca da
cintura, cortou-lhe as duas orelhas, entraram no carro, e tomaram a estrada
para Mossoró. As duas orelhas eram a comprovação do assassinato do João
Capistrano, as quais, tinham que ser entregues a irmã do Carlos Couto.
Finalmente João estava morto no meio
daquelas árvores verdejantes. De viventes que viram a execução do João, com
exceção dos dois pistoleiros, apenas as árvores e alguns pássaros que
sobrevoavam a pouca vegetação, presenciaram aquela triste morte de outro ser
humano.
sábado, 15 de setembro de 2018
BENEDITO EM BRASÍLIA (BENEDITO EM BRASÍLIA)
CASA DO CEARÁ EM BRASÍLIA E AQQB Sobral/ DF REALIZARAM UM DOS MAIORES EVENTOS CULTURAIS DE SUAS HISTÓRIAS
HAVIA AMOR NO CANGAÇO?
“Não havia, porém, muita disponibilidade para o amor: A relação homem x mulher era como a minha e de Zé Sereno, Luiz Pedro e Nenê, Criança e Dulce, Lampião e Maria Bonita. Era tudo igual. Não tinha essa coisa de abraços. Beijos. Meu bem ou minha querida. Não era como agora. Esse carinho que muitas vezes é “tapiação”. O homem beija e abraça a mulher em casa ou nos encontros sociais e depois sai para “tapiar” (Namorar)”.
Ilda Ribeiro de Souza “Sila” antiga integrante do bando de Lampião.
Mesmo diante de tantos fatos e depoimentos de remanescentes da época, há quem insista em enxergar romantismos e paixões nas relações entre os casais cangaceiros.
Geraldo Antônio De Souza Júnior












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