Por Notícia Viva
Eu tinha e trabalhava há três no cemitério municipal de Juazeiro do Norte. Quando aquele caixão chegou no último horário do expediente, senti de imediato que algo não deveria estar ali. Só fui descobrir a verdadeira natureza dessa intuição ao descer na cova e abrir a tampa de madeira. O que vi me fez cair de joelhos na terra seca do sertão cearense e rezar com todas as forças. Meu nome é Raimundo Bezerra, tenho setenta e quatro anos, e esta é a minha história.
O que vou relatar aconteceu no dia cinco de março de 1979. Eu dividia o turno com Dirceu, um homem sério e de poucas palavras, características ideais para quem lida com os mortos. Já havíamos preparado uma cova para um enterro agendado para as dezessete e trinta, o último horário. O que chegou naquela tarde de luz amarelada — que os mais velhos aqui chamam de "hora do mau encontro" — não era normal.
Dois policiais chegaram numa caminhonete trazendo um caixão simples. Desceram rápido, sem cerimônias. Queriam resolver logo. Enquanto o caixão repousava no chão, um policial me entregou a papelada. Ao pegar minha assinatura, olhou de canto para a madeira e disse, ríspido: "Esse aí matou três homens à facada e depois tirou a própria vida". Pegou o papel e foi embora, deixando-nos com a poeira e o silêncio.
Era o enterro de um assassino triplo. Fiquei parado, com aquela informação ecoando. Não havia familiares, choro ou padre para encomendar o espírito. Apenas eu, Dirceu e o morto. Anos em um cemitério tiram qualquer temor de corpos sem vida, mas diante daquele caixão, senti uma inquietação fria e visceral. Alguma coisa muito profunda avisava que o serviço não era comum.
Tentando afastar os pensamentos, fomos carregar a caixa até o setor mais isolado do terreno, onde ficavam os indigentes. Foi ao erguer a madeira que notei a anomalia. O peso estava completamente errado. Em três anos, eu já carregara caixões de todos os tipos e conhecia a proporção da carga. Mas aquilo era bizarro; parecia haver algo a mais lá dentro, além do corpo morto.
Meus braços tremiam involuntariamente. Notei que Dirceu caminhava com a testa franzida, o olhar fixo no chão, mas não trocamos uma palavra. Tentei me convencer de que era exaustão ou o calor brutal, mas a sensação ruim pairava como neblina. Chegamos à beira do buraco, apoiamos a madeira nas cordas e começamos a descê-la com cuidado.
Assim que o caixão tocou o fundo de terra, o som começou....
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ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!
Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém.
Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito.
Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima.
As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!
Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão.
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.
Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.
Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo.
É melhor vivo medroso do que morto valente.
https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada.
Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.
Muito chato para você sempre me ver chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem.
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