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quinta-feira, 21 de março de 2013

O cangaceiro Alecrim em liberdade

Por: Urano Andrade
O bandido Pedro Vieira da Silva "Alecrim"

Material adquirido no Jornal  "O Imparcial" - Bahia, publicado no dia 22 de Maio de 1935.

É o que menos se poderia acreditar, mas aconteceu. Quatro ex-cangaceiros que assolavam o sertão, espalhando o terror por toda parte foram soltos e enviados para Ilhéus e Itabuna, para trabalharem (honestamente, já se vê) nos campos do Sul...

Manoel Raymundo Correia, Sebastião Valentim dos Reis, Pedro Vieira da Silva (Alecrim), e Horácio Teixeira Junior (Bananeira)  chegaram já a Ilhéus. Os dois primeiros eram bandoleiros de um Virgilino, bandido de Ituassu, e os dois últimos do celebérrimo Virgolino Ferreira, o Lampião, condenado a morrer de velho...

Dois desses bandoleiros foram enviados a Itabuna, ficando os outros em Ilhéus sob a vigilância da polícia...

Ora, essa “bôa gente” estava aqui na Penitenciária há cerca de um anno, tendo agora essa liberdade “devido ao bol procedimento que tiveram naquele presidio, e atendendo a outras circinstancias que militam em seu favor...”

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Quaes serão estas circunstancias favoráveis aos presos, e como teria sido essa rápida regeneração que durou só um anno, depois de ninguém sabe quantos crimes?

Um criminoso comum pode, por um só crime, levar 30 annos na Penitenciaria; uns bandoleiros que foram o terror do sertão, de cujos crimes, ninguém sabe o numero certo se arrependem assim depressa, no espaço de um anno, e são postos em liberdade, embora vigiada!


Bandoleiros habituados a correr no matto denso trabalhando “vigiados” nas mattas do Sul!...

É curioso, mas parece também perigoso... E ninguém é capaz de atinar com a razão dessa concessão aos bandoleiros.

Enviado pelo pesquisador Urano Andrade, do 
blog: http://uranohistoria.blogspot.com.br

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quarta-feira, 20 de março de 2013

"Lá se vão..."

Por: Emery Costa
Da direita para esquerda: Antônio Rodrigues de Carvalho, Costinha Leite (pai, dentre outros, do Togo Ferrário); Quincas Duarte de paletó e gravata; o vice-prefeito da época, Francisco (Chico Mota); William Gurgel, o famoso WG; Odílio Jales Dantas e Anísio. 

Bom, nós hoje vamos mergulhar na Mossoró do ano de 1959. Nesse registro fotográfico que estamos vendo aí naquela época, Mossoró se engalanou toda para receber uma indústria de ponta para a época. Era a fábrica de Óleo Comestível com a marca "Tibiriçá". Seu empreendedor era o industrial Joaquim Duarte Soares, mais conhecido como "Quincas Duarte". Nessa foto do ato inaugural daquela fábrica que se localizava à rua Coronel Gurgel, no chamado bairro da Paraíba, estamos vendo usando da palavra o prefeito de então, Antônio Rodrigues de Carvalho (ainda hoje vivo como testemunha ocular dessa história); mas, estamos vendo também Costinha Leite (pai, dentre outros, do Togo Ferrário); depois, o próprio Quincas Duarte de paletó e gravata; a seguir o vice-prefeito da época, Francisco (Chico Mota); logo depois o nosso saudoso William Gurgel, o famoso WG; ainda estamos vendo aí o gerente da fábrica naquela época, Odílio Jales Dantas e na pontinha aparecendo de óculos de grau está Anísio, aquele que vendia pirulitos nas ruas de Mossoró. E, se o evento se deu exatamente no ano de 1950, então aí já vai meio século a dentro no túnel do tempo da História mossoroense.

FORMATURA

A solenidade única para a colação de grau dos concluintes dos cursos nas Faculdades Mater Christi neste ano será neste dia 15 de janeiro. Receberão o grau naquela oportunidade os concluintes dos seus cursos de Administração, Ciências Contábeis, Direito e Sistemas de Informática.

VIVO

O empresário Francisco Andrade está prevendo que vai botar pra funcionar a sua loja de revenda de aparelhos celulares e habilitação com a bandeira Vivo lá para a segunda quinzena do mês de fevereiro. Essa é uma das grandes operadoras do Brasil nos dias atuais.

GEO
O nosso vizinho, o Colégio Geo, aqui na avenida Almir de Almeida Castro, vai estrear neste ano em março próximo os seus cursos de idiomas Inglês e Espanhol.

MILTON

O ex-vereador mossoroense Milton Silveira se aproxima célere dos seus 80 anos de idade bem vividos. Tudo se dará em abril vindouro. Milton Silveira é natural de Reriutaba, interior do Ceará, mas aqui aportou muito cedo e começou a praticar a enfermagem coisa herdada do seu pai, o saudoso "seu" Miguel Silveira.

MILTONS

E, por fim, é dizer que Milton Silveira já foi listado pelo seu xará, Milton Marques, e será um dos próximos entrevistados da série Mossoró de todos os Tempos pela TCM. Lúcia Rocha, sua produtora, está procurando viabilizar a melhor data.

EDIVAN

Ficou para 14 de janeiro corrente o ato de lançamento antecedido de palestra de Francisco Edivan de Oliveira. E isso acontecerá na Livraria Siciliano, no Mossoró West Shopping, a partir das 19 horas daquele dia. Edivan é pau-ferrense e vem se sobressaindo nessa área.

CATEQUESE

Amanhã começará em João Pessoa (PB) o Encontro para a Formação de Catequistas do Regional Nordeste II. O tema será "O Ministério do Catequista à Luz do Sínodo dos Bispos e das Diretrizes da Ação Evangelizadora". De Mossoró seguirão dom Mariano Manzana, o padre Carlinhos que é o articulador diocesano de catequese e duas catequistas.

WSC EMPREENDIMENTOS

Outro empreendimento da WSC de Weber Siqueira Chaves é o edifício Javan Monte. Este fica localizado na rua Antônio Vieira de Sá, próximo ao shopping, hospitais, academias, escolas, restaurantes e de tudo quanto necessita uma comunidade.

APARTAMENTOS

Nesse edifício Javan Monte são ofertados apartamentos que vão desde 66 metros quadrados, passando por 69 metros quadrados, 83 metros e 96 metros. Tudo de acordo com a necessidade de cada um.

http://www2.uol.com.br/omossoroense/110109/conteudo/emery.htm 


Iconografia do Cangaço !


A história do cangaço brasileiro ganhou o imaginário popular como poucos outros casos de revoltas populares na História do Brasil. Lampião, o grande responsável por tirar o movimento do sertão profundo e levá-lo para os jornais das grandes cidades, soube valer-se dessa grande invenção que se popularizou no início do século XX: a fotografia.

Através dos registros fotográficos, feitos, num primeiro momento, por fotógrafos ocasionais espalhados pelo sertão e, depois, pelo libanês Benjamin Abrahão – autor da série mais significativa dessas imagens –, o cangaço ganhou as páginas dos jornais e a imaginação popular. Com as notícias, que se produziam ora enaltecendo os feitos de bravura, ora narrando enfaticamente a crueldade dos crimes dos cangaceiros, as personagens dessa história foram se encorpando no imaginário do povo. Daí para as canções populares, os cordéis e as lendas sertanejas foi um pulo.

Reunir essas fotografias com qualidade gráfica e sistematização é produzir, além de um documento para a posteridade, uma nova chance de avaliar a importância histórica desse movimento. As fotografias, sobretudo as de Benjamin Abrahão, revelam detalhes das vestimentas, pormenores do cotidiano, costumes e hábitos disso que se convencionou chamar de estética do cangaço. Da riqueza estética ao interesse histórico, este livro propõe uma reflexão sobre o papel da iconografia para a criação de mitos populares, e como, a partir dela, o povo opera seu próprio imaginário de construção de um mito.

Por fim, um brinde ao leitor: o DVD que acompanha o livro traz imagens em movimento produzidas por Benjamin Abrahão, agora numa nova montagem feita por Ricardo Albuquerque, que privilegia as cenas tematicamente e foge à caricatura impressa ao filme Lampião: o rei do cangaço, que reuniu em 1955 as imagens censuradas no final da década de 1930. Além de uma nova montagem, esta nova edição traz também aproximadamente 5 minutos a mais, recuperados, em 2002, pela Cinemateca Brasileira.

Fonte:www.operaprimacultural.com.br

Iconografia do Cangaço - 
Organização, Ricardo Albuquerque
Capa dura, 216 páginas, 23 x 25 cm,  1.3 kg
INCLUI UM DVD COM AS IMAGENS DO FOTÓGRAFO BENJAMIN ABRAHÃO

NOTA CARIRI CANGAÇO:

Foi livro de Cangaço o assunto é.. Professor Pereira, entre em contato: franpelima@bol.com.br


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terça-feira, 19 de março de 2013

ALCIDES DIAS FERNANDES E O ENSINO COMERCIAL EM MOSSORÓ II - 17 DE MARÇO DE 2013

Por Geraldo Maia do Nascimento

Alcides Dias Fernandes era um homem simples e bom, comunicativo e alegre, dotado de irradiante simpatia. Foi um homem de muitos amigos. Por isso, o dia 27 de setembro, dia do seu aniversário natalício, nunca passava sem festa. Já ao amanhecer, os preparativos, que vinham sendo badalados de véspera, prosseguiam num corre-corre sem fim, tudo dirigido pelos brados da esposa, dona Maria Maia, para quem o tempo era sempre curto no atendimento de suas preocupações, a fim de que nada pudesse faltar naquele “Dia Santo da Família”, nas palavras do memorialista Raimundo Nonato. O aniversário de Alcides era sempre um grande acontecimento na cidade de Mossoró.
              
Dona Maria Maia, sua esposa, era uma mulher extraordinária, para quem o mundo se reduzia aos limites de sua casa, na presença do marido e no afeto com que cuidava dos filhos. Matriarca no velho estilo, mulher valente, franca, positiva e sem “papas na língua”. A bem da verdade, sua casa abrigava, além da família, um número razoável de parentes e aderentes, primos e sobrinhos, rapazes e moças que ali habitavam, estudando ou trabalhando sob suas ordens, cordiais, alegres e despreocupados. Tinha uma profunda afeição pelas criaturas mais humildes, às vezes, pelos mais desgraçados e pelos abandonados de tudo e de todos. No meio de tanta gente que enchia aquela casa acolhedora, vivia um tipo popular, conhecido na cidade pelo apelido de Zé Alinhado. Oriundo das “enrruscas de São Miguel de Pau dos Ferros”, conforme ele próprio afirmava, aqui aportou trazido pela enxurrada revolucionária de 1930 e por aqui ficou.


Encontrou guarida na casa de Alcides Fernandes e Maria Maia, que passou a ser o seu “anjo tutelar” e sua segunda mãe, como nos informa Raimundo Soares de Brito. Quantas vezes a insana turbulenta de Zé Alinhado não o levou às grades da cadeia. Mas a sua permanência ali só durava o tempo em que dona Maria não tomasse conhecimento da ocorrência. Questão de minutos. Morando ali pertinho, ao ser informada, corria a tirá-lo da prisão. Quantas vezes? Muitas. Em troca de tudo, Zé alinhado executava aqueles trabalhos caseiros: fazia compras, conduzia feiras, cuidava do jardim, cortava lenha, alimentava os cachorros e trazia limpa toda a área externa da casa, conforme nos diz Lauro da Escóssia nos seus escritos.
               
Alcides Fernandes era comerciante, político por circunstâncias, sério, compreensivo, vivia muito mais preocupado com a sua União Caixeiral e seus problemas, do que mesmo com as atividades do seu estabelecimento comercial, que embora grande e ligado a uma poderosa firma, onde predominava figuras destacada da família, nunca foi um homem rico, naquele sentido de juntar dinheiro. Era desprendido e liberal de tal modo que nem ao menos deixou uma casa para seus descendentes.
               
A história do Curso de Ensino Superior fundado em Mossoró, em 1942, foi um capítulo novo que se iniciou na vida de Alcides Fernandes. Tudo surgiu com a chegada de um despacho telegráfico vindo do Rio de Janeiro, dando conta que o Governo Federal acabava de autorizar o pagamento de uma subvenção consignada no Orçamento da República em favor da Escola Técnica de Comércio União Caixeiral. 


Imediatamente Alcides reuniu os colaboradores da Escola para comunicar a boa nova, e ao mesmo tempo decidirem onde aplicariam aquela verba. Ai surgiu à ideia de se criar um curso superior em Mossoró. Apanhado de surpresa, Alcides Fernandes perguntou? – Quer dizer que nós vamos ter uma Escola para fazer Doutores em Mossoró? Pois se for isso, vamos partir para campanha. Vamos criar o curso.
               
E assim foi criada a Faculdade de Ciências Econômicas de Mossoró (FACEM), instituída através da Resolução n.º 01/43, de 18 de agosto de 1943, por iniciativa da Sociedade União Caixeiral, mantenedora da Escola Técnica de Comércio União Caixeiral.
               
Alcides Dias Fernandes foi um homem que pelo seu trabalho, pelo seu idealismo e pelo seu amor a terra, se tornou um homem especial. Foi o criador de uma Escola onde nasceu uma Universidade. E porque era assim tão notável e de tão evidente sentido cultural, conquistou o seu lugar ao sol, o direito de ser, entre os mortais, um espírito iluminado pela consagração do valor, da inteligência e da imortalidade.


Todos os direitos reservados

É permitida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de
comunicação, eletrônico ou impresso, desde que citada a fonte e o autor.

Autor:
Jornalista Geraldo Maia do Nascimento

Fonte:
http://www.blogdogemaia.com

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Empresa baiana homenageia Lampião em game tipicamente nordestino

Por Carol Prado- Bahia Noticias
Foto: Divulgação

Foi-se o tempo em que os joguinhos eletrônicos eram terrenos exclusivos de guerreiros medievais, robôs intergaláticos e outros personagens bem distantes da realidade de carne e osso. Sem negar suas origens, a empresa baiana de tecnologia Soterotech decidiu levar figuras típicas do hiperrealista sertão nordestino ao mundo dos bits. Um cangaceiro, um calango e um carcará dão o tom do jogo “Cangaceiro de Badogue”, apresentado neste sábado (16) e domingo (17) durante o Gamepólitan, evento que transformou o Centro de Convenções da Bahia em um verdadeiro parque de diversões digitais.

Fotos: Carol Prado / Bahia Notícias

O game narra a história de Lino, um destemido personagem inspirado no histórico Lampião, que, depois de ver sua amada raptada por um maléfico carcará, luta contra todos os obstáculos para recuperá-la, sempre acompanhado de seu poderoso badogue. “A ideia surgiu em 2009, antes mesmo do nascimento da empresa, em um grupo de jogadores. Hoje, todos os produtos que a gente desenvolve têm traços dessa cultura regional, que é muito rica e pouco explorada”, explicou Diego de Potapczuk, um dos diretores da Soterotech. Segundo ele, o software desenvolvido para tablets e smartphones ainda está em fase de testes e deve chegar ao mercado no segundo semestre deste ano, quando poderá ser baixado, no mundo todo, através da Apple Store e Google Play, lojas de aplicativos da Apple e Android, respectivamente. “Queremos fazer um lançamento global e levar a cultura nordestina pro mundo inteiro através do game”, almejou, em entrevista ao Bahia Notícias. As expectativas da empresa são boas, principalmente depois do sucesso de Lino no Centro de Convenções. O administrador de empresas, Vítor Carneiro, por exemplo, acompanhava o filho gamer e não tirava os olhos das aventuras do cangaceiro. “Isso é ótimo para tirar um pouco a criançada da linha de jogos japoneses e reforçar nossa cultura regional”, opinou.


Com seu Cangaceiro de Badogue, a Soterotech representa apenas uma das várias experiências do promissor mercado baiano da criação gráfica. De acordo com Ricardo Silva, organizador do Gamepólitan, é notável o crescimento do número de desenvolvedores independentes de jogos no estado. “Ainda temos pouquíssimas empresas de tecnologia consolidadas, mas os criadores estão se empenhando na criação de grupos independentes para colocar em prática seus projetos. O governo também tem dado um apoio muito grande a esse mercado, até para possibilitar a exportação dos jogos brasileiros para o mundo todo através de meios online”, afirmou. Muitos dos profissionais do entretenimento digital estão na Saga, única escola de artes, jogos e animação da Bahia, que recebe, em média, 1,5 mil alunos interessados em ingressar no setor por ano. “O mercado está crescendo, de fato, e a tendência é melhorar cada vez mais. A própria realização de eventos como o Gamepólitan já ajuda bastante porque promove o encontro dos desenvolvedores e possibilita a parceria com empresas”, elogiou Oswaldo Peixoto, gerente geral da empresa. Por tudo isso, pequenos empreendedores em potencial, como João Pedro Bittencourt, só têm o que comemorar. O menino de 11 anos passa cerca de três horas por dia em frente ao PC, mas com uma boa desculpa para livrar-se da bronca dos pais: “Quero jogar bastante para me tornar um criador de jogos no futuro”, esquivou-se.


Link: http://www.bahianoticias.com.br/mercado/noticia/8904-empresa-baiana-homenageia-lampiao-em-game-tipicamente-nordestino.html

Enviado pelo escritor, poeta e pesquisador do cangaço: 
Kydelmir Dantas

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REPORTAGEM TV GLOBO – BOM DIA BRASIL – CAIEIRAS E CAVERNAS – JANDAÍRA-RN

Por: Rostand Medeiros

Esta reportagem realizei junto com a equipe da TV CABUGI e o jornalista Geider Xavier Henrique e aconteceu em Jandaíra (117 km de Natal). Na época trabalhava como espeleólogo de uma ONG junto ao IBAMA e denunciamos que a indústria da cal estava ameaçando uma reserva de cavernas ainda inexploradas no Rio Grande do Norte. A atividade, promovia a queima da mata nativa da caatinga e ainda empregava o trabalho infantil. Se não fizéssemos aquilo provavelmente estas cavernas não existiriam mais e o RN poderia perder um interessante destino turístico. O caso teve enorme repercussão a ponto da reportagem ter sido vinculado no Jornal BOM DIA BRASIL, da TV GLOBO.

Conhecer o meio ambiente, a nossa natureza é sempre muito interessante, mas também é sumamente importante a necessidade de se preservar e lutar pela nossa natureza. Esta reportagem serviu na época para que o IBAMA navcional acelerasse a criação da sede regional do CECAV-Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavernas, que ficou sob o comando da Técnica Rita Reis, nossa grande amiga. Foi uma experiência muito interessante e positiva.


Lampião contra o mata sete


Autor: Archimedes Marques


Preço: R$ 50,00
BANCO DO BRASIL
Agência: 3088-0
Conta: 33384.0

Em nome de Elane Lima
Marques (Minha esposa).
E-mail
archimedes-marques@bol.com.br

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EXTRA - UM CASO CHOCANTE!


Fato interessante  no facebook, e resolvi postá-lo neste blog para aqueles que ainda não têm acesso à essa página, como um exemplo, que os animais sentem as mesmas dores e sentimentos como nós sentimos, e também amam, mesmo sendo animal. A diferença é que nós somos racionais, enquanto eles são irracionais. Mas quando nós matamos um dos seus que pertence ao rebanho, eles também choram.

Esta foto incrível marca o fim da carreira do toureiro Alvaro Munera. Ele entrou em colapso no meio de uma luta quando chegou a hora de matar o touro. Ele passou a se tornar um adversário ávido de touradas. Mesmo gravemente ferido pelas espadas o touro não o atacou.

Munera explica este momento: "E de repente, eu olhei para o touro. Ele tinha essa inocência que todos os animais têm em seus olhos, e ele olhou para mim com uma contestação. Era como um grito de justiça, no fundo, dentro de mim. Eu descreveria-o como sendo uma oração - espero que tenha me perdoado. Eu me senti a pior merda na Terra."

Fonte: facebook

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Livros sobre "Cangaço"

1938 - Angico

Autor: Paulo Medeiros Gastão


Lampião de "A a Z"


Os livros 1938 - Angico e Lampião de "A a Z" podem ser
adquiridos através deste e-mail:

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Diretamente com o autor (não está a venda em livrarias).

Preço por exemplar:
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Este endereço tem a palavra "Cangaço", mas não tem nada a ver com o tema, foi um erro no momento de sua criação. Ainda não conseguimos fazer outro link de acordo com o material postado.

Quanto custa fazer um santo?

Por: Renato Casimiro

Há alguns anos atrás, de uma pessoa que não poderia ser classificada, na época, de fantasiosa ou mentirosa, ouvi uma resposta para a minha preocupação sobre a seguinte pergunta: Quanto custa fazer um santo? A resposta, sem maiores explicações era que rondava por volta de 1 milhão de euros. Achei de pronto que era muito dinheiro para o pretendido. Por estes dias encontro uma resposta mais bem fundamentada. No seu livro Como se faz um santo, D. José Saraiva Martins revela-nos os custos de um processo de canonização. Ele é um cardeal português que entre 1998 e 2008 dirigiu a Congregação da Causa dos Santos, dicastério romano que trata de beatificações e canonizações. Ele está hoje com mais de 80 anos. Diz ele que os emolumentos da Santa Sé, isto é, os custos processuais, não ultrapassam os 6.000 euros e o total dos honorários para médicos, teólogos e bispos que estudam e julgam as causas, anda à volta de 8.000 euros. 

A publicação da Positio, isto é, da causa da beatificação ou canonização, custa mais de 10.000 euros. São numerosas as regras estéticas e de impressão a que está sujeita por imposição da Congregação para as Causas dos Santos. Não se contabilizam milhares de horas de trabalho voluntário de uma equipe que é liderada pelo postulador e vice-postulador, nem as inúmeras viagens que é preciso fazer. O postulador tem de se deslocar ao Vaticano mais de 30 vezes, tendo de suportar viagens e estadias, cujos gastos, mesmo por baixo, nunca são inferiores a 20 mil euros. Na fase de canonização, o número de deslocamentos a Roma pode reduzir-se para metade, 10 mil euros, mas a Positio tem de voltar a ser publicada. Mais 10 mil euros. Assim, para se fazer um santo são necessários, pelo menos, 64 mil euros. Estes números foram propostos por D. José Saraiva Martins em 2009. A preços de hoje, isto gira ao redor de R$163.200,00. Mas, como ele mesmo adverte, há uma porção de outros custos que não são previamente especificados. Logo, o custo pode beirar uns R$300.000,00, dependendo do que será gasto na origem, quando o processo é aberto na Diocese respectiva. O caso da menina Benigna e, eventualmente, do Pe. Cícero não muda muito esta cena.

Renato Casimiro
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segunda-feira, 18 de março de 2013

Até Tio Patinhas já foi Lampião

Por: João de Sousa Lima(*)

ATÉ TIO PATINHAS 
JÁ FOI LAMPIÃO


Interessante gibi do Tio Patinhas da Walt Disney, do ano de 1963, onde o Tio Patinhas está na capa fantasiado do cangaceiro Lampião.



(*) Escritor, Pesquisador, autor de 09 livros. membro da Academia de Letras de Paulo Afonso e da SBEC- Sociedade Brasileira de estudos do Cangaço. 
Telefones para contato: 
75-8807-4138 9101-2501 
E-mail: joaoarquivo44@bol.com.br
 joao.sousalima@bol.com.br

http://www.joaodesousalima.com

TUDO PRONTO PARA A TRADICIONAL FESTA DE SÃO JOSÉ EM PREÁ, CRUZ/CE

Por: Dr. Lima

Cruz. A Praia do Preá, Distrito de Caiçara, Município de Cruz, Litoral Oeste do Estado do Ceará, à 300 km de Fortaleza, faz os últimos preparativos para a realização da Tradicional Festa de São José em Preá, dia 19 de março. Esta sendo esperado mais de 20.000 visitantes para o tradicional banho de mar que existe há mais de 30 anos no Dia de São José que também é o Padroeiro do Ceará.

Canoas na Praia do Preá - cruz/CE

Este ano, a prefeitura de Cruz vem dando total apoio ao evento, com reposição de lâmpadas da iluminação publica e limpeza das ruas, coleta de lixo, deslocamento de postes, poda de arvores e organização com barracas padronizadas e instalação de chuveiros coletivos para os banhistas. Placas de sinalização indicam os locais de estacionamento e a área da praia será fechada para o transito de veículos durante os dois dias de festa.

Haverá apresentação de bandas e regata de canoas. A banda de Musica Municipal Cônego Manoel Valdeir abrilhantará a ultima noite de novena e uma ambulância está de plantão durante a realização da festa.

A segurança tem sido outra preocupação do Prefeito Adauto (PT) trazendo reforço policial que está preparado para agir em qualquer eventualidade e já esta fazendo ronda pela comunidade observando a presença de suspeitos, na tentativa de coibir a ação dos marginais e garantir absoluta segurança aos visitantes no Dia de são José. Quem circula pelas ruas e avenidas do Preá, encontra-se com a viatura a qualquer hora do dia ou da noite, em uma ação que dá garantia de tranquilidade para a população e visitantes. No momento, a situação é de absoluta tranquilidade, pois, não há registro de nenhuma ocorrência na área policial nos últimos dias.

Barracas para a Festa de São José em P, 19 de março

No Dia de São José, a Maré estará cheia às 9h30min e a praia está bastante convidativa, pois a água está limpa e a praia não apresenta nenhum tipo de sujeira.

A estrada que dar acesso à Praia do Preá, já passou por mais um serviço de parolamento, no final da semana passada, visando garantir maior acessibilidade aos visitantes. Um carro pipa está molhando a estrada para facilitar a compactação e a diminuição da poeira enquanto a chuva não vem.

Artesanato na Telha

Os barraqueiros já começaram a instalação de seus pontos de venda com pessoas que vem de Acaraú, Sobral, Camocim e Recife. Os produtos são bastante diversificados como, por exemplo, milho verde a R$ 1,00 a espiga, algodão doce, pipoca, brinquedos, óculos e artesanato na telha produzido pelo artesão João Nicio Bezerra de Souza da cidade de Recife. A garotada se diverte pulando nas câmeras elásticas.

Se para os banhistas o que importa é o momento de diversão no Dia de São José, para os agricultores, que sofrem com as agruras da seca, este dia é a ultima esperança para o inicio da quadra invernosa para o Ceará e o Nordeste Semiárido que vem sofrendo com a falta de chuva.

Dr. Lima

http://blogdodrlima.blogspot.com.br/






VOU ALI BATER PERNA...

Por: Honório de Medeiros

A partir de amanhã entro de férias. E vou bater perna na Europa velha de guerra, enquanto posso. Flanar. Viver a rotina dos cafés, das livrarias, das feiras ao ar livre, das igrejas – como eu gosto delas, e quanto mais antigas, melhor! – dos sebos, dos antiquários.

Editora Flâneur

Nada que eu não faça aqui mesmo em Natal, Mossoró, Martins, Pau dos Ferros, São Paulo, os chãos que eu sempre piso, os lugares nos quais eu sempre ando, na condição de vivente curioso acerca da faina humana e supostamente um pouco acima do analfabetismo  institucional que galopa Brasil adentro mais rapidamente que a Moça Caetana no seu mister de povoar o céu, o purgatório e o inferno.

Esqueci Cabaceiras, na Paraíba, no Pai Mateus, Sertãozão de Meu Deus, pedras e mais pedras, rochas e mais rochas, terra, mato rasteiro, céu de um azul sem igual, noites estreladas de tirar o fôlego, e emas, seriemas, veados, gato-do-mato, mocós, arapongas, jacus, toda a fauna do Sertão que a fome e descuido dos homens praticamente extinguiu, o linguajar arrastado contando “causos”, o chiste permanente, o cavaqueado dos meus irmãos paraibanos no centro do seu, do nosso Paraíso sertanejo.

Pois bem, mas na República Tcheca só me programei para fazer duas coisas: procurar a casa onde nasceu Hans Kelsen, o mais original e profundo dos filósofos do Direito, se é que ela ainda existe, e visitar o Cemitério Judeu. Nada mais. O resto é andar, perambular, deambular, flanar, pensar no sentido da vida, na origem das coisas, enquanto o tempo passa, pastorar o espírito de Vaclav Havel, com quem gostaria de trocar dois dedos de prosa, e assim por diante.

De lá, Hungria, onde vou segurar a vontade de fazer carreira até a Romênia para visitar o Castelo de Vlad Drakul, o Conde Drácula. Segurada a vontade, a goles de Tokay, pretendo vadiar pelo Danúbio, o quanto puder, escutando os magiares falam seu idioma incompreensível, olhar atento à possibilidade de encontrar uma cigana que leia a minha mão e me diga, em inglês macarrônico igual ao meu, que eu vou ser feliz, ter muita saúde, e morrer bem velhinho, imensamente rico.

Então Viena. Em Viena, os cafés, para mim, o Castelo de Sissi para minha amada. Eu vou a Sissi, claro, com ela; e, ela, claro, vem aos cafés comigo, e vamos celebrar a vida, e nos deleitarmos com a beleza da capital austríaca, e eu vou lhe contar acerca do surgimento do Positivismo Lógico naquela Viena do começo do Século XX que viveu seu apogeu intelectual antes que os nazistas chegassem. Quem me conhece sabe que procurarei, de todas as formas possíveis, os rastros de Karl Popper, o maior filósofo do século XX, um dos maiores de todos os tempos, seja na política, com sua análise de Platão, Hegel e Marx, seja na ciência com sua epistemologia, construída a partir da teoria da seleção natural. Filósofo, músico, matemático, lógico, epistemólogo, Popper foi, com certeza, o último dos polímatas.

Depois Portugal. Ah, Portugal! Bom, agora vou pedir licença para somente falar em Portugal um pouco mais à frene, se e quando os excelentes vinhos do Douro me permitirem. Mas lá vou à procura de Eça de Queirós, paixão antiga. E, como não poderia deixar de ser, pretendo mergulhar fundo no Sertão de Portugal. Ou Certão, como se dizia em Português arcaico... 

Até mais ver.

http://honoriodemedeiros.blogspot.com.br

LUIZ GONZAGA E O RIO GRANDE DO NORTE

Autor: Kydelmir Dantas

À venda nos seguintes locais
Mossoró - RN:
Praça da Convivência - Corredor cultural - Centro
CAFÉ E ARTESANATO
Natal - RN:
LIVRARIA NOBEL - Avenida Senador Salgado Filho, 1782. fone: (0xx) - 84 - 3613-2007
Campina Grande - PB:
Vila do Artesão
FURLÃO ARTE EM COURO - Biagio Grisi


R$ 35,00

OBS: Para encomendas externas, há o acréscimo da taxa dos correios.

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Quem matou Delmiro Gouveia?

Por Gilmar Teixeira

152 págs.

Contato para aquisição
gilmar.ts@hotmail.com

Valor: R$ 30,00 + R$ 5,00 (Frete simples)
Total R$ 35,00

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Por todo Cariri...

Por: Frederico Pernambucano de Mello

...Crato, Juazeiro do Norte, Barbalha, Missão Velha, Aurora, Barro, Porteiras, Lavras da Mangabeira...

"Caro Severo,

Como estou dando fé,
vosmecê passeia vitorioso por todo o Cariri!
Parabéns e o abraço do admirador"
Frederico Pernambucano de Mello.

E que venha o Cariri Cangaço 2013 !!!

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