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terça-feira, 31 de outubro de 2023

FOTOS DE BORGES E DONA INÊS DE JARDIM DE PIRANHAS.

 Por José Mendes Pereira

Fotos do casal de professores da CIDADE DE JARDIM DE PIRANHAS


Foto de dona Inês,  dona Francisca da Silva Tavares - viúva do cangaceiro Asa Branca e Francisco Borges, da cidade de Jardim de Piranhas, em 24 de Dezembro de 2012. Fotos feitas na casa da viúva do ex-cangaceiro, na cidade de Mossoró-RN.


Dona Inês, dona Francisca da Silva Tavares e Francisco Borges.Foto feita no Cemitério São Sebastião, em 24 de Dezembro de 2012 - na cidade de Mossoró-RN.


O professor e pesquisador do cangaço Francisco Borges ao lado do túmulo de Antonio Luiz Tavares - o ex-cangaceiro Asa Branca. Foto feita no dia 24 de Dezembro de 2012 -  no Cemitério São Sebastião, em Mossoró-RN. 


Foto do professor e pesquisador do cangaço Francisco Borges ao lado do túmulo de Antonio Luiz Tavares - o cangaceiro Asa Branca. Foto feita no dia 24 de Dezembro de 2012 - no Cemitério São Sebastião - em Mossoró-RN.


Foto de Antonio Luiz Tavares - o ex-cangaceiro Asa Branca. O centralizado na foto é Francisco da Silva Tavares, filho do ex-cangaceiro, e foi assassinado aos 24 anos, morte feita por seu primo. Mas o assassino,  posteriormente foi assassinado. O motivo, coisas banais. 

Segundo dona Francisca da Silva Tavares, a senhora que no túmulo aparece ao lado direito, é uma parenta do ex-cangaceiro. 

Foto feita no dia 24 de Dezembro de 2012 - no Cemitério São Sebastião - em Mossoró-RN.


O professor e pesquisador do cangaço Francisco Borges ao lado do túmulo de José Leite de Santana - o ex-cangaceiro Jararaca. Este cangaceiro foi covardemente assassinado pelos policiais de Mossoró, cinco dias após a tentativa de invasão feita pelo cangaceiro Lampião. Esta foto foi feita no dia 24 de Outubro de 2012 - no Cemitério São Sebastião - em Mossoró-RN.


O professor e pesquisador do cangaço Francisco Borges ao lado do túmulo de José Leite de Santana, o cangaceiro Jararaca. - Foto feita no dia 24 de Dezembro de 2012 - no Cemitério São Sebastião - em Mossoró-RN.


Foto do prefeito Rodolfo Fernandes e seus familiares. Apesar de ter sido o idealizador de não se render a Lampião, Rodolfo Fernandes não era Mossoroense. Era filho natural de Porta Alegre-Rn. Esta foto foi feita no dia 24 de Dezembro de 2012 - no Cemitério São Sebastião - em Mossoró-RN.


O professor e pesquisador do cangaço Francisco Borges no túmulo do prefeito Rodolfo Fernandes. Foto feita no dia 24 de Dezembro de 2012 - no Cemitério são Sebastião - em Mossoró-RN.


Francisco Borges dentro da capela São Sebastião - em Mossoró-RN. Foto feita no dia 24 de Dezembro de 2012 - no Cemitério São Sebastião.


Francisco Borges dentro da Capela de São Sebastião em Mossoró-RN. A outra foto é o Padre Américo Vespúcio Simonetti. Esta foto foi feita no dia 24 de Dezembro de 2012.


Francisco Borges ao lado do túmulo do ex-governador do Rio Grande do Norte, Jerônimo Dix-sept Rosado Maia. Esta foto foi feita no dia 24 de Dezembro de 2012 em Mossoró-RN.


O casal de professores ao lado do túmulo de Antonio Lázaro Fernandes, conhecido por Júnior, fora cunhado da professora Inês. Esta foto foi feita no dia 24 de Dezembro de 2012 - no Cemitério São Sebastião - em Mossoró-RN.


Dona Inês dentro da Capela de São Sebastião. Esta foto foi feita no dia 24 de Dezembro de 2012 - no Cemitério São Sebastião - em Mossoró-RN. As duas fotos que aparecem são os padres: Padre Guido e Monsenhor Américo Vespúcio Simonetti, ambos faleceram em 2009.


 Dona Inês dentro da Capela de São Sebastião. Esta foto foi feita no dia 24 de Dezembro de 2012 - Mossoró-RN


O casal de professores de Jardim de Piranhas no memorial de Lampião em Mossoró-Rn. Esta foto foi feita no dia 24 de Dezembro de 2012 - em Mossoró-RN.


Francisco Borges e dona Inês da cidade de Jardim de Piranhas. Esta foto foi feita no dia 24 de Dezembro de 2012, no Memorial de Lampião - na cidade de Mossoró-RN.

Memorial de Lampião

Se você gosta de ler histórias sobre "Cangaço" clique no link abaixo:

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EDIÇÃO : ARQUIVO DIGITAL HELTON ARAÚJO

 Por Helton Araújo

O trabalho de pesquisa é árduo, demorado e exaustivo, mas extremamente gratificante.

Sérgia Ribeiro da Silva ou simplesmente Dadá, sobrevivente do cangaço. Em depoimento para o jornal " O Globo " ( 10 de junho de 1973 ) com expressão séria e destemida, mostra seus movimentos em ações no tempo do cangaço.

O que acham de Dadá, " A Sussuarana " ?

Fonte : Jornal O Globo

Ano : 1973

EDIÇÃO : ARQUIVO DIGITAL HELTON ARAÚJO

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ONDE ESTARIA SEPULTADOS OS IRMÃOS (AS) DE LAMPIÃO?

 Por Paulo Dias Pereira


Este acima é o pesquisador do cangaço Paulo Dias Pereira, que fez esta pesquisa sobre os familiares do famoso cangaceiro capitão Lampião.

Ezequiel Ferreira

Ezequiel Ferreira, Nº 4, Está Enterrado Na Lagoa Do Mel, Na Fazenda Touro No Sertão Baiano.

Livino Ferreira da Silva

Levino Ferreira Não Está Na Foto, Pois Morreu No Sitio Tenório Em Flores-Pe, Onde Está Sepultado.

João Ferreira

Joao Ferreira, Nº 5, Não Participou Do Cangaço, Onde Estaria Sepultado?

Dona Mocinha

Mocinha Ferreira, A Nº 13, Está Sepultada Em São Paulo.

Antonio Ferreira, O Nº 10, Está Sepultado Na Fazenda Poço Do Ferro, Á Poucos Km De Floresta, Em Pernambuco.

Anália Ferreira da Silva

Anália Ferreira, A Nº 11, Está Enterrada Em Delmiro Golveia-Al (Segunda Foto Da Postagem, Eu Estou Diante Do Túmulo De Anália Ferreira).

Onde Estaria Enterrada Angelica Ferreira, A Nº 14?

Virtuosa é a primeira da esquerda onde estão as mulheres.

Virtuosa Ferreira Não Está Também Na Foto, Talvez Não Queria Sair Na Foto, Ou Já Tinha Falecido, Onde Estaria Sepultada Virtuosa Ferreira?


 

A FAMOSA CANGACEIRA DADÁ

 Acervo Volta Seca

Dadá costurando bornal..

Fonte: Indaiá Santos

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NOVELA SOBRE HISTÓRIA DE AMOR ENTRE LAMPIÃO E MARIA BONITA GRAVADA NA REGIÃO VAI ESTREAR SÓ EM 2025:

Por Paulo Dias Pereira

Prepare-se para uma jornada emocionante pelo Sertão Nordestino! Porém, a Rede Globo anunciou que a novela “Guerreiros do Sol”, que conta uma fascinante história de amor entre os cangaceiros Lampião e Maria Bonita tem estreia prevista somente em 2025. A trama promete encantar com romance, ação e drama.

As gravações já estão em andamento, com locações incríveis em alguns municípios do Sertão de AL, BA, PE e SE como Água Branca, Alagoas, e na Grota de Angico, em Poço Redondo, Sergipe. Escrita pelos renomados George Moura e Sergio Golderberg, esta novela lança um novo olhar sobre o amor em tempos de guerra.

A direção artística está nas mãos de Rogério Gomes, diretor de “Pantanal”, aumentando a expectativa em torno do projeto. Além disso, “Guerreiros do Sol” será exibido no Globoplay, permitindo que você desfrute dessa história quando e onde quiser.

Uma narrativa gira em torno do casal de cangaceiros Josué (Thomás Aquino) e Rosa (Isadora Cruz), que embarcam em uma aventura épica repleta de paixão, coragem e busca pela liberdade. Desafiando convenções da época, essa história de amor proibido promete emocionar.

O elenco é estelar, com nomes como Isadora Cruz, Thomás Aquino, Irandhir Santos, Alexandre Nero, José de Abreu, Daniel de Oliveira, Alinne Morais, Alice Carvalho, Nathalia Dill, Osmar Prado e muitos outros, garantindo performances de alta qualidade.

Não perca a oportunidade de celebrar a memória de Lampião e Maria Bonita com “Guerreiros do Sol” em 2025. Prepare-se para essa jornada cativante pelo Sertão Nordestino!

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segunda-feira, 30 de outubro de 2023

𝑅𝐴𝑅𝐼́𝑆𝑆𝑀𝑂 𝑅𝐸𝐺𝐼𝑆𝑇𝑅𝑂

 Por Jaozin Jaaozinn

Fotografia raríssima do cangaceiro e Chefe de grupo Francelino José Nunes, mais conhecido como Português, e sua companheira Quitéria.

Nesse episódio, Português se entrega junto com o seu Sub-grupo para as forças volantes, onde ambos foram levados para Maceió-AL, 1939.

𝐹𝑂𝑁𝑇𝐸: 𝑂 𝐽𝑜𝑟𝑛𝑎𝑙, 1939

.𝑪𝑨𝑵𝑮𝑨𝑪̧𝑶 𝑩𝑹𝑨𝑺𝑰𝑳𝑬𝑰𝑹𝑶.

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𝑪𝑨𝑰𝑿𝑨 𝑫𝑬 𝑭𝑶𝑺𝑭𝑶𝑹𝑶 𝑬 𝑨𝑵𝑻𝑶̂𝑵𝑰𝑶 𝑷𝑬𝑹𝑬𝑰𝑹𝑨

Por Guilherme Velame Wenzinger

"𝖢𝖺𝗇𝗀𝖺𝖼𝖾𝗂𝗋𝗈𝗌 𝖽𝗈 𝖢𝗈𝗋𝗈𝗇𝖾𝗅 𝖩𝗈𝗌𝖾́ 𝖯𝖾𝗋𝖾𝗂𝗋𝖺". 𝖠 𝗋𝖾𝗉𝗈𝗋𝗍𝖺𝗀𝖾𝗆 𝖽𝗂𝗓 𝗊𝗎𝖾 𝗈 𝗉𝗋𝗂𝗆𝖾𝗂𝗋𝗈 𝗁𝗈𝗆𝖾𝗆 𝖽𝖾 𝗉𝖾́ 𝖺̀ 𝖾𝗌𝗊𝗎𝖾𝗋𝖽𝖺 𝖾́ 𝗈 𝖿𝖺𝗆𝗈𝗌𝗈 "𝖢𝖺𝗂𝗑𝖺 𝖽𝖾 𝖥𝗈́𝗌𝖿𝗈𝗋𝗈". 𝖤𝗌𝗌𝖾 𝖾́ 𝗈 𝗆𝖾𝗌𝗆𝗈 𝖽𝖺 𝖺𝗅𝖼𝗎𝗇𝗁𝖺 𝗊𝗎𝖾 𝖺𝗇𝖽𝗈𝗎 𝖼𝗈𝗆 𝖫𝖺𝗆𝗉𝗂𝖺̃𝗈 𝗇𝗈 𝗂𝗇𝗂́𝖼𝗂𝗈 𝖽𝗈 𝗌𝖾𝗎 𝖻𝖺𝗇𝖽𝗈 𝗅𝖺́ 𝗇𝗈 𝗂𝗇𝗂́𝖼𝗂𝗈 𝖽𝗈𝗌 𝖺𝗇𝗈𝗌 𝟤𝟢, 𝗌𝖾𝗇𝖽𝗈 𝗈 "𝖢𝖺𝗂𝗑𝖺 𝖽𝖾 𝖥𝗈́𝗌𝖿𝗈𝗋𝗈 𝖨". 𝖠𝖻𝖺𝗇𝖽𝗈𝗇𝗈𝗎 𝗈 𝖻𝖺𝗇𝖽𝗈 𝗉𝗈𝗋 𝗏𝗈𝗅𝗍𝖺 𝖽𝗈𝗌 𝖿𝗂𝗇𝗌 𝖽𝖾 𝟣𝟫𝟤𝟥 𝗋𝖾𝖺𝗉𝖺𝗋𝖾𝖼𝖾𝗇𝖽𝗈 𝖼𝗈𝗆𝗈 𝗃𝖺𝗀𝗎𝗇𝖼̧𝗈 𝖽𝗈 𝖢𝖾𝗅. 𝖹𝖾́ 𝖯𝖾𝗋𝖾𝗂𝗋𝖺 𝖾𝗆 𝖯𝗋𝗂𝗇𝖼𝖾𝗌𝖺(𝖯𝖡) 𝗃𝖺́ 𝖾𝗆 𝟣𝟫𝟥𝟢. 𝖮 𝗈𝗎𝗍𝗋𝗈 𝗁𝗈𝗆𝖾𝗆 𝖽𝖾 𝗉𝖾́, 𝖺𝗈 𝗆𝖾𝗂𝗈, 𝗌𝖾𝗋𝗂𝖺 𝖠𝗇𝗍𝗈̂𝗇𝗂𝗈 𝖯𝖾𝗋𝖾𝗂𝗋𝖺, 𝗂𝗋𝗆𝖺̃𝗈 𝖽𝗈 𝖼𝗈𝗋𝗈𝗇𝖾𝗅. 𝖠 𝗋𝖾𝗉𝗈𝗋𝗍𝖺𝗀𝖾𝗆 𝖺𝗏𝗂𝗌𝖺 𝗊𝗎𝖾 𝗈𝗌 𝖽𝗈𝗂𝗌, 𝗇𝗈 𝖽𝗂𝖺 𝖽𝖺 𝗉𝗎𝖻𝗅𝗂𝖼𝖺𝖼̧𝖺̃𝗈, 𝗃𝖺́ 𝗍𝖾𝗋𝗂𝖺𝗆 𝗆𝗈𝗋𝗋𝗂𝖽𝗈.

𝖮𝖻𝗌: 𝖢𝗈𝗆𝗉𝖺𝗋𝖺𝗇𝖽𝗈 𝖼𝗈𝗆 𝗈𝗎𝗍𝗋𝖺 𝖿𝗈𝗍𝗈 𝖽𝖾 𝗃𝖺𝗀𝗎𝗇𝖼̧𝗈𝗌 𝖽𝗈 𝖼𝗈𝗋𝗈𝗇𝖾𝗅, 𝖽𝗈𝗎 𝗆𝗂𝗇𝗁𝖺 𝗈𝗉𝗂𝗇𝗂𝖺̃𝗈 𝗊𝗎𝖾 𝗈 𝗃𝗈𝗋𝗇𝖺𝗅 𝖾𝗋𝗋𝗈𝗎 𝗇𝖺 𝗂𝖽𝖾𝗇𝗍𝗂𝖿𝗂𝖼𝖺𝖼̧𝖺̃𝗈 𝖽𝖾 𝖢𝖺𝗂𝗑𝖺 𝖽𝖾 𝖥𝗈́𝗌𝖿𝗈𝗋𝗈, 𝖼𝗈𝗇𝖿𝗎𝗇𝖽𝗂𝗇𝖽𝗈 𝖾𝗌𝗍𝖾 𝖼𝗈𝗆 𝖫𝗎𝗂𝗓 𝖽𝗈 𝖳𝗋𝗂𝖺̂𝗇𝗀𝗎𝗅𝗈, 𝗆𝖺𝗌 𝖾́ 𝗌𝗈𝗆𝖾𝗇𝗍𝖾 𝗎𝗆𝖺 𝗈𝗉𝗂𝗇𝗂𝖺̃𝗈 𝗉𝖾𝗌𝗌𝗈𝖺𝗅.

𝐎 𝐉𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥, 𝐉𝐮𝐧𝐡𝐨 𝐝𝐞 𝟏𝟗𝟑𝟎.

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O ENCONTRO.

Por Rangel Alves da Costa

Pelas veredas do sertão, Alcino encontrou esses dois, ela se dizendo Maria e ele afirmando ser Lampião. Alcino desconfiado da aparição, perguntou ao sertanejo se era mesmo o afamado Capitão, ao que ele respondeu ser o próprio, o rei daquela nação. Maria foi perguntada qual outro nome ela tinha, ao que Alcino ouviu que era do Capitão a Santinha. Conversa vai, conversa vem, em meio a tanta indagação, Alcino perguntou ao cangaceiro o que ali fazia ao desvão, e ele então revelou ser Angico a direção, pois tinha encontro marcado com a morte ou a salvação. Era de sua vida a decisão: continuar reinando com fervor e adoração ou deixar cair a coroa de um rei chamado Lampião.

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AAPPE - ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS E PAIS DE PESSOAS ESPECIAIS

 

AAPPE divulga quase 40 vagas de emprego para pessoas surdas ou com deficiência

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AAPPE <ascom@aappe.org.br>

Prezados (as) colegas de imprensa, estaremos enviando semanalmente a disponibilidade do nosso banco de vagas para quadro de pessoas surdas ou com deficiência disposta por meio  da Associação dos Amigos e Pais de Pessoas Especiais (AAPPE) e através do Programa Nacional de Apoio à Atenção da Pessoa com Deficiência (Pronas/PCD).  

Contamos com a atenção de todos para podermos darmos  visibilidade à demanda de empregabilidade de pessoas surdas ou com deficiência.  

Atenciosamente, 

ASCOM APPE e IRES.  

AAPPE divulga quase 40 vagas de emprego para pessoas surdas ou com deficiência

Cargos são para os níveis fundamental e médio em cinco empresas diferentes.

A Associação dos Amigos e Pais de Pessoas Especiais (AAPPE), através do Programa Nacional de Apoio à Atenção da Pessoa com Deficiência (Pronas/PCD), está oferecendo 38 vagas de emprego para pessoas surdas e/ou com deficiência.

As vagas ofertadas são para cinco empresas localizadas em Maceió.

Para participar da seleção, o candidato  precisa ter ensino fundamental ou médio completo, a depender do cargo.

Os cargos com vagas em aberto são de:

Ajudante prático - 1 vaga;

Armador -1 vaga;

Assistente de loja - 8 vagas;

Auxiliar de bar - 1 vaga;

Auxiliar de cozinha - 2 vagas;

Auxiliar de serviços gerais - 4 vagas;

Balconista - 2 vagas;

Carpinteiro - 1 vaga;

Copeiro - 1 vaga;

Cumim - 1 vaga;

Embalador - 3 vagas;

Garçom - 1 vaga;

Guincheiro - 1 vaga;

Operador de caixa - 5 vagas;

Operador de vendas e serviços - 1 vaga;

Recepcionista - 1 vaga;

Repositor - 3 vagas;

Servente de pedreiro - 1 vaga.

Os interessados em se candidatar devem entrar em contato com o setor de Empregabilidade e Inclusão da AAPPE, através do número (82) 99602-0710.

Enviado por AAPPE.

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SEMPRE POR AMOR

Por Hélio Xaxá

Discorremos sobre tudo
Desde a folha que cai
À formiga que carrega-a...
Se posso mudar, mudo
A flor teima e não sai
Mas o jardineiro rega-a...
Não por mal
Canto feliz o amor
E triste a dor...
E no final
O grande autor
Foi ele, o amor...
O mundo parece absurdo
O coração transborda
De sangue irmão e nega-o...
O homem é cego e surdo
Tem amor até a borda
Porém, é tolo e renega-o...
É tudo igual
Irmão se faz
Um irmão na dor...
É surreal
Guerra e paz
Sempre por amor.
A herança é maldita
A ignorância é uma maldição
Fruto do ódio e da paixão
Que assola a Terra Santa.
Toda palavra escrita
Desafia o poder da Criação
A flor do amor e da razão
Brota do que Deus planta.

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MATERIAL QUE ME FOI ENVIADO POR MOEMA ARAUJO COVÊLLO NETO DO EX-CANGACEIRO LUIZ PADRE.

 Por Moema Covêllo
Moema Araujo Covello

Respondendo sua pergunta, quem é filho de Luiz Padre é meu pai: Hagahús Araújo e Silva.

Meu avô Luiz Padre teve 4 filhos homens: Antonio (Faleceu em 2014), Hagahús, Vilar e Wilson.  Todos nasceram em Patos de Minas - MG, para onde meu avô se refugiou após casar com Amélia Póvoa (com 13 anos de idade) em Dianópolis - TO.

Nenhum dos filhos fez medicina. Segundo meu pai, meu avô deu todas as condições para que os filhos estudassem. Mas somente o caçula, Wilson, 

formou-se em Odontologia em Uberaba - MG.  Antonio formou-se em Contabilidade já depois dos 50 anos, em Goiânia - GO. Meu pai e Vilar terminaram o ginasial, o que corresponde a oitava série atualmente.

Meu pai, apesar de não ter curso superior, fez muitas pontes e bueiros nas rodovias do antigo Goiás, hoje Tocantis. Orgulho em dizer que nenhuma caiu. Rsrsrs...

Apesar de nenhum filho ter cursado medicina, o neto (meu irmão mais velho) é médico, formado pela UFMG. E duas bisnetas concluíram Medicina recentemente. 3 netos e 2 bisnetos formaram em Engenharia Civil e 7 são advogados.

Estou fazendo a árvore genealógica do tronco do meu avô e sua esposa Amelia. Quando finalizar, lhe enviarei.

Abraço!

Moema.

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OS CANGACEIROS LUIZ PADRE E LUIZ PEDRO ESTÃO UM POUCO ESQUECIDOS PELOS PESQUISADORES E ESCRITORES DO CANGAÇO

Por José Mendes Pereira
Luiz Padre está à direita

Eu não sei se estou falando a verdade ou apenas falando por falar, mas acho que dois cangaceiros os quais foram as grandes estrelas do cangaço, Luiz Padre no tempo do cangaço do Sinhô Pereira, e Luiz Pedro no tempo do cangaço do rei Lampião, ambos, quase, não são lembrados na literatura cangaceira.

Eu sei que os escritores e pesquisadores já fizeram muito pela a organização da literatura do cangaço do Nordeste, perdendo tempo pelas caatingas, enfrentando chuva, sol, poeira, fome, sede, com o intuito de encontrarem todas as peças do xadrez do cangaço, mas estão devendo (mas os escritores e pesquisadores, lembrem-se, que estou dizendo isso no bom sentido), as biografias destes dois delinquentes, que pouco aparecem nos escritos cangaceiros.


Luiz Pereira da Silva Jacobina nascido no ano de 1891, nas Ribeiras do Pajeú (São Francisco) Belmonte-PE, de uma família de 5 irmãos, 3 homens e 2 mulheres, filho de Manuel Pereira da Silva Jacobina (Padre Pereira) e Francisca Pereira da Silva (Dona Chiquinha Pereira), neto paterno do Coronel Francisco Pereira da Silva e Ana de Sá, neto materno de Andrelino Pereira da Silva (Barão do Pajeú) e Maria Pereira da Silva. (Venício Feitosa Neves). 

O ex-cangaceiro Luiz Padre era primo primeiro do Sebastião Pereira da Silva o afamado cangaceiro Sinhô Pereira, pois os seus pais eram irmãos. (Moema Covêllo)

Luiz Pedro ou Luiz Pedro do Retiro era pernambucano, da localidade chamada Retiro, município de Triunfo-PE. Apesar de ser um cangaceiro afamado, poucas informações sobre sua vida foram registradas, apelidado de Caititu por Maria Bonita, que tinha por costume colocar apelidos em todos os componentes do grupo de cangaceiros. Foi um dos homens de maior confiança de Lampião. 

Sabe-se que Luiz Pedro abandonou sua família para entrar definitivamente para o cangaço, e para isso utilizou o próprio nome, e não alcunha (apelido) como era comum entre os cangaceiros, como prova de bravura e coragem, uma vez que teria sua verdadeira identidade conhecida por todos, inclusive por ferozes e implacáveis inimigos. Luiz Pedro era um cangaceiro vaidoso, rico e elegante, dono de muitas joias, ouro e dinheiro, fruto de seus sucessivos assaltos. (Geraldo Júnior).

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O CHOCALHO DA DISCÓRDIA

 Por Ruy Lima (professor).

Lampião e seu Inimigo nº 1

O que tem um chocalho a ver com a intensa rivalidade entre Virgulino Ferreira (mais tarde o famoso Lampião, o Rei do Cangaço) e José Alves de Barros (nome de registro de José Saturnino ou Zé Saturnino) seu vizinho e companheiro de vaquejadas e farras? Tudo!

O chocalho é um instrumento, tipo sineta, fabricado artesanalmente, que se põe no pescoço de animais, para que, com o movimento destes se produza um som. Nenhum chocalho tem som igual ao outro. Daí a sua particularidade para identificar o animal, ao longe, bem como a quem ele pertence.

A inimizade entre Virgulino e Zé Saturnino teve início em 1914, tendo como elemento principal a quebra de um acerto por parte de Zé Saturnino na pega de uma novilha indomada, solta na caatinga.

Os dois haviam feito um pacto que só pegariam a novilha quando estivessem juntos. Tratava-se de uma questão de honra, ficando acertado que na terça-feira seguinte os dois iriam pegar o animal.

“Naquela segunda-feira, Virgulino foi à feira em Vila Bela e Zé Saturnino foi ao campo. De repente, defrontou-se com a novilha. Sem pensar em nada, muito menos no trato que havia feito com seu companheiro, partiu para cima da mesma. Nem precisou correr muito, derrubou-a no chão, pondo na mesma o chocalha da garupa da sua sela. Depois que soltou o animal foi que se deu conta de que teria descumprido o combinado com Virgulino.

Enquanto pensava no que iria dizer ao seu amigo, a danada da garrota, num piscar de olhos, desapareceu na caatinga, que nem mesmo o tinido do chocalho se ouvia mais.”

“Zé Saturnino sabendo que o seu par de vaquejada, desde menino pequeno, queria ser o maior em tudo e não admitia perder para ninguém, ficou apreensivo com a reação desse quando soubesse do que tinha acontecido.

A essas alturas, o melhor seria dizer a verdade e justificar a sua falha. Mas, o difícil mesmo seria o seu parceiro aceitar as suas desculpas.”

Ele sabia que Virgulino iria ficar irritado, chamá-lo de tudo quanto fosse de impropérios, como já era de seu costume.

“Virgulino era assim, desde criança. Se as coisas não fossem de seu jeito, disparava fortes agressões verbais contra as pessoas envolvidas. Não era um sujeito benévolo.”

“Realmente, Virgulino não acreditou no companheiro e foi direto para o local onde pastavam os animais da fazenda Pedreira, de Saturnino.

“Logo que adentrou à caatinga escutou o som de um chocalho, reconhecendo sem demora tratar-se do chocalho da garupa da sala de seu amigo Zé. Foi lá conferir. Para sua surpresa estava o objeto no pescoço da tal novilha. Não ficou nada satisfeito com o que viu, como sempre, queria ser o melhor em tudo e, para provar que também seria capaz de pegar aquele animal arredio, não pensou duas vezes, em poucos minutos já estava com a bicha braba no chão. Todavia, estranhou que a mesma não tivesse corrido tanto, a ponto de chegar a pensar que ela estava doente e, por essa razão, Zé Saturnino havia conseguido pegá-la. Já iria soltá-la quando se lembrou que não valia a pena dizer que também teria derrubado a novilha, pois haveria de provar. Foi aí que teve a ideia de amassar o chocalho, como prova da sua ação, e assim o fez, sem pensar que a melhor opção seria tirar aquele gizo e entregá-lo para o seu dono e, quem sabe,tudo poderia ter ficado em paz.

Todavia, não foi o que aconteceu. Virgulino julgou, erradamente, que o amigo estava passando-o para trás e, por isso, não o perdoou. Tinha mania de perseguição.”

Em resumo, Zé Saturnino não ficou nada satisfeito com a atitude agressiva do amigo em ter amassado o seu chocalho de estimação. Teve uma cerrada discussão com Virgulino, chegando a quase se atracarem, não fosse a intervenção dos seus pais. A partir dali, a amizade de ambos se arrefeceu, em relação também aos irmãos de Virgulino.

Ruy Lima 03/11/2018

Fonte: “PEGADAS DE UM SERTANEJO – Vida e memórias de José Saturnino” – Antônio Neto e José Alves Sobrinho.

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