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sexta-feira, 29 de novembro de 2024

IMAGINANDO AS REAIS DIMENSÕES

Por Antônio Corrêa Sobrinho



A Terra, a nossa única casa espacial, é muito pequena quando comparada a muitos dos trilhões de astros que compõem o Universo; porém, ela é extraordinariamente grande diante da vida que traz em sua superfície.
Produzimos mapas da Terra e de suas regiões; atualmente, captamos, do espaço, imagens altamente resolutivas e cada vez mais abrangentes, porém são retratos que nos chegam como sempre haverão de chegar: do tamanho da nossa limitada capacidade de enxergar o planeta e suas partes na sua absoluta dimensão geográfica. Representar didaticamente a sua verdadeira estatura é o que sempre nos caberá. Além disso, só a através da imaginação perceberemos a grandeza do nosso mundo.

Trago abaixo algumas extensões territoriais, em quilômetros quadrados, de diversas regiões, as quais em relação aos 21.938 Km² do estado de Sergipe, o de menor tamanho do Brasil, minha terra natal, onde eu sempre vivi e vivo a percorrer os seus quadrantes, com isso, cada vez mais cheio de noção do seu real tamanho. Daí, ao comparar territorialmente Sergipe com qualquer outra parte da Terra eu tenho imaginado o tamanho real dessas porções geográficas.
No demonstrativo a seguir, vejam quantas vezes as outras partes da Terra são maiores do que Sergipe.
REGIÃO GEOGRÁFICA (PAÍSES, MARES, DESERTOS, FLORESTAS, ESTADOS) ----------------------ÁREA EM KM² ------------------------------Nº DE VEZES MAIOR QUE SERGIPE
RÚSSIA 17.000.000 Km² 779,46 vezes
CANADÁ 9.985.000 455,14
CHINA 8.510.000 437,46
BRASIL 8.510.000 387,91
U.S.A. 9.833.520 448,24
ÍNDIA 3.287.000 149,83
AUSTRÁLIA 7.741.000 352,85
ARGENTINA 2.780.000 126,72
COLÔMBIA 1.142.000 52,05
MAR MEDITERRÂNEO 2.500.000 113,95
OCEANO ATLÂNTICO 106.500.000 4.854
OCEANO PACÍFICO 165.200.000 7.530
OCEANO ÍNDICO 70.560.000 3.216
GROELÂNDIA 2.166.000 98,73
ANTÁRTIDA 14.000.000 638,16
EGITO 1.002.000 45,67
MADAGASCAR 587.041 26,75
MAR VERMELHO 438.000 19,96
MAR CÁSPIO 371.000 16,91
MAR NEGRO 436.402 19,89
MAR TIRRENO 275.000 12,53
POLO ÁRTICO 35.000.000 1.595
ALEMANHA 357.592 16,30
FRANÇA 551.695 25,14
INGLATERRA 130.279 5,93
ITÁLIA 302.073 13,76
PORTUGAL 92.152 4,20
ESPANHA 506.030 23,06
BELGICA 30.688 1,39
NORUEGA 385.207 17,55
FINLÂNDIA 338.462 15,42
ISLÂNDIA 103.000 4,69
MARROCOS 446.550 20,35
ETIÓPIA 1.112.000 50,68
ARÁBIA SAUDITA 2.153.168 98,14
SÍRIA 185.180 8,44
SOMÁLIA 637.657 29,06
CAMARÕES 475.442 21,67
ISLÂNDIA 103.000 4,69
PARAGUAI 406.752 18,54
FLORESTA AMAZÔNICA 6.740.000 307,22
FLORESTA BOREAL 20.000.000 911,66
CALIFORNIA (USA) 423.970 19,32
TEXAS (USA) 695.662 31,71
ALASCA (USA) 1.723.000 78,53
NICARÁGUA 130.373 5,94
ILHA DA NOVA GUINÉ 786.000 35,82
NOVA ZELÂNDIA 268.021 12,21
IÊMEN 550.000 25,07
MARANHÃO 331,983 15,13
PIAUÍ 251.529 11,46
CEARÁ 148.886 6,78
RIO GRANDE DO NORTE 52.797 2,40
PARAÍBA 56.585 2,57
PERNAMBUCO 98.312 4,48
ALAGOAS 27.768 1,26
BAHIA 567.295 25,85
ACRE 152.581 6,95
AMAZONAS 1.571.000 71,61
RORAIMA 224.299 10,22
PARÁ 1.248.000 56,88
AMAPÁ 142.470 6,49
TOCANTINS 277.621 12,65
MINAS GERAIS 586.528 26,73
ESPÍRITO SANTO 46.095 2,10
RIO DE JANEIRO 43.696 1,99
SÃO PAULO 248.219 11,31
PARANÁ 199.315 9,08
SANTA CATARINA 95.346 4,34
RIO GRANDE DO SUL 281.748 12,84
MATO GROSSO DO SUL 357.125 16,27
MATO GROSSO 903.357 41,17
GOIÁS 340.086 15,50
RONDÔNIA 237.576 10,82
HOLANDA 41.528 1,89
SUÉCIA 450.295 20,52
SUÍÇA 41.285 1,88
PAQUISTÃO 796.095 36,28
JAPÃO 377.945 17,22
BANGLADESH 148.460 6,76
FILIPINAS 300.000 13,67
INDONÉSIA 1.905.000 86,83
GRÉCIA 131.957 6,01
ÁFRICA DO SUL 1.220.000 55,61
ANGOLA 1.247.000 56,84
MÉXICO 1.973.000 89,93
MOÇAMBIQUE 801.590 36,53
NEPAL 147.181 6,70
VENEZUELA 916.445 41,77
EQUADOR 283.561 12,92
PERU 1.285.000 58,57
CHILE 756.626 34,48
DESERTO DE SAARA 9.200.000 419,36
DESERTO DE ATACAMA 105.000 4,78
DESERTO KALAHARI 930.000 42,39
DESERTO DE MOJAVE 124.000 5,65
ETIÓPIA 1.112.000 50,68
PANAMÁ 75.517 3,44
CUBA 109.884 5,00
URUGUAI 176.215 8,03
EUROPA 10.530.000 479,98
ÁSIA 44.580.000 2.032
AMÉRICAS 42.550.000 1.939
ÁFRICA 30.370.000 1.384
OCEANIA 8.526.000 388,64
PLANETA TERRA 510.100.000 23.251
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SOBRE O BANDO DE CANGACEIROS DE AZULÃO

 Por Adelsomota

A história conta que o Bando de Cangaceiros, do grupo de Azulão, formado por, Azulão, Zabelê, Canjica, Arvoredo, Calais, e Maria, Dórea, e outra Maria, que assolhou nossa região, em meados de 03/10/1933, passando pela Fazenda, ou povoação, Pedras do Moreira, do Sr. Janjão, atual. Capim Grosso, e nas fazendas, Saracura, Serrolândia, atual Saracura, de Manoel Belas, Fazenda Légua, de, João Ferreira, antigo povoado da Légua, hoje Novolandia, fazenda Mulungu, fazenda Poço do Cachorro, do Cel Jairo Almeida de Mundo Novo,, na Fazenda Lagoa do Lino, do Sr. Raimundo Moreira Oliveira, Maracujá, Serrolândia BA... 

Capitão Salustiano Ribeiro da Silva

Conta que os cangaceiros estiveram, na Fazenda Vaca Parida, do Capitão de Infantaria do 290 batalhão do Exército Brasileiro, Salustiano Ribeiro da Silva, fica está localizada, entre o distrito de, Alto Bonito e a Sede. Mundo Novo, estes cangaceiros também estiveram, na fazenda Queimada de Baixo, do Subdelegado. Antônio Carneiro da Silva, Carneirinho, do Arraial de, Itapeipu jacobina, BA passaram, no distrito do Mucambo, hoje Itapura, Miguel Calmon, peço a todos que nós informe, alguém que conhece ou conheceu, estes personagens das Fazenda, e nos passe informações, para a história da nossa região, Adelso Mota. Historiador contador de casos do Cangaço na Bahia e em nossa região, passaram também na fazenda Morrinhos hoje Povoado dos Morrinhos, Várzea da Roça, onde Mataram o Sr. Zezé Almeida e o filho, e passaram também na fazenda, Bom Sucesso, de Pedro Bento, onde Surraram sua filha, Dna João Ferreira da Silva, contam que passaram também na Fazenda Platias, perto do Angico de Mairi.


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quinta-feira, 28 de novembro de 2024

A CHACINA DO COURO - A chacina do Couro Entre a ficção e um dolorosa realidade

Por Rangel Alves da Costa

"Abri a porteira e caminhei por uma estradinha de chão. Logo adiante avistei uma moradia de fazenda e um curral logo ao lado. Tanto a casa como o curral em silêncio absoluto, ouvindo-se apenas o murmurejar do vento e do balançar de folhagens. Pelas portas e janelas fechadas, pela quietude do lugar e também pela ausência de qualquer vestígio de presença humana, então resolvi observar se havia pegada recente de animais pelo curral, mas apenas o barro duro e o estrume de canto a outro. Segui adiante. Somente após abrir o primeiro colchete é que tudo começou a mudar. 

Aquele silencio e aquela mansidão de mais atrás, de repente começaram a totalmente se transformar. Após o segundo colchete, então o mato pareceu se agitar, a ter olhos, a guardar segredos perante seus tufos, a dialogar com alguma presença humana. Não há que se negar que tal situação causa espanto e medo em qualquer um. 

Mas eu tinha de prosseguir, pois sabia muito bem o que queria encontrar. Pelas histórias muitas vezes ouvidas, logo nas proximidades daquele local, no ano 32, havia começado um dos mais terríveis episódios da história do Cangaço, ou uma das maiores covardias já perpetradas por cangaceiros liderados por Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião. Caminhei um pouco mais até me deparar com uma lagoa seca em meio aos descampados. 

Lancei o olhar de canto a outro e foi como estivesse na presença de terríveis e sanguinários cangaceiros, depois um sopro voraz de ventania me contou que aqueles desumanos bandoleiros eram Gato, Azulão, Suspeita, Medalha e Cajueiro, todos liderados pelo primeiro. Eu já nem sabia em que mundo, tempo ou realidade estava. E mais estranho ainda quando comecei a ouvir uma voz que começou a relatar todo o acontecido naquelas distâncias dos sertões de Poço Redondo.

Com sotaque de velho sertanejo, mas sem aparecer fisicamente, então contou-me: ‘O ano era 32. Montados em cavalos, Lampião e seus cabras chagaram na região do Couro, já na divisa de Sergipe e Bahia. Umas selas e uns arreios dos cangaceiros foram enterrados, mas depois encontrados por um rapazote que por ali residia. 

Como os apetrechos haviam sumido, então a fúria tomou conta de Lampião, que logo resolveu culpar aquele mundo sertanejo pelo sumiço dos couros. 

E deu ordens para que Gato e seus comandados fizessem uma investida pela região e passassem a punhal e a mosquetão o que encontrassem. E assim a fúria perversa e sangrenta começou a agir. Mataram logo dois e depois seguiram matando, mais três e mais dois. Sete ao todo. Morreram os inocentes Antônio Monteiro, o menino Galdino, de apenas sete anos, Alfredo, Clemente e seus filhos Doroteu e João, ainda um doidinho chamado Zé Bonitinho. 

- E o que você está procurando está logo ali, depois daquele embrenhado de mato. Não é a capelinha que você está procurando, a capelinha levantada em memória dos dois primeiros mortos da Chacina do Couro, que foram Antônio Monteiro e o menino Galdino? Tá tudo já caindo, mas vá até lá e reze por aquelas pobres almas. Vá rezar, vá orar por mim, pois sou uma daquelas almas ali esquecidas no tempo’. 

E depois apenas o silêncio. 

E a minha entristecida presença ao lado dos restos dos restos, do que amanhã talvez nada reste, senão as memórias de um tempo de dor e de sofrimento”.

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SERTÃO VIRGOLINO...

Por Volta Seca

É com grande satisfação que participei como entrevistado na série documental Sertão Virgulino, abordando a vida cangaceira de Antônio Silvino, o Rifle de Ouro, e sua atuação nos estados da Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí. Este documentário será exibido em todo o Brasil, o que reforça a importância desse trabalho para a preservação da memória do cangaço.

Foi uma honra destacar quem foi Antônio Silvino em seu período áureo no cangaço e evidenciar a vasta rota percorrida por ele dentro da Paraíba. Aproveito para agradecer à equipe de Sertão Virgulino pela oportunidade de compartilhar o resultado das minhas pesquisas sobre aquele que, em minha opinião, foi o maior cangaceiro da história do Nordeste brasileiro.

Registro ainda meu agradecimento especial ao grande ativista cultural João Dantas, que também participou das entrevistas e cedeu gentilmente as dependências da Vila São João para servir de cenário a essa importante produção.

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HERMANO ALMEIDA - O GÊNIO DOS OSSOS DE VIDRO

 Por Epitácio de Andrade Filho

Hermano Almeida – O Gênio dos Ossos de Vidro Hermano Almeida nasceu aos 9 dias de outubro de 1964, em João Pessoa. Possui graduação em Medicina (1991) pela Universidade Federal da Paraíba.

Hermano com professor Beltrão Castelo Branco

Concluiu Mestrado em Filosofia pela UFPB (2006) e doutorado pela UFPE/UFPB/UFRN (2010).

Tem Residência Médica em Psiquiatria e Pediatria. É médico psiquiatra da infância e adolescência.

Ao ser inquerido numa entrevista à Revista Divulga Escritor, maior rede de propaganda literária da lusofonia, sobre as razões para o título de seu quinto livro, “Anjo de Vidro”, respondeu:

Tenho uma doença genética, a osteogênese imperfeita. Tive, até hoje, 35 fraturas. O termo anjo de vidro é uma mistura dos filmes de Win Wenders, “Asas do desejo” e “Tão perto e tão distante” com o nome com o qual a doença é conhecida popularmente “ossos de vidro”.

Médico concursado do Hospital Universitário “Lauro Wanderley”, o genial e exemplar servidor público aguarda sua merecida aposentadoria.

A fotografia que ilustra esse post-homenagem registra um encontro casual do escritor (sentado no veículo) com o professor de pneumologia Beltrão Castelo Branco.

Enviado pelo autor.

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O ESPETACULAR CARIRI CANGAÇO - PIRANHA 2014

 Por Benedito Vasconcelos

Benedito Vasconcelos e Manoel Severo

"Prezado Manoel Severo, desejo externar a minha opinião sobre o espetacular evento turístico-cultural Cariri Cangaço Piranhas-AL 2014.

Durante toda minha militância cultural, poucas vezes participei de um evento tão organizado e proveitoso como este. A divulgação prévia, feita por você , as palestras escolhidas, o cenário do local; a bela e cativante cidade histórica Piranhas-AL; e a organização impecável, feita pelo pessoal da Comissão Organizadora, capitaneada pelo incansável amigo Jairo Luis, fizeram do Cariri Cangaço Piranhas , um marco difícil de ser repetido. 

Parabéns pelo evento e um 
grande abraço extensivo ao Jairo Luis."

Benedito Vasconcelos Mendes
Presidente da SBEC
Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço

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EM AGOSTO DE 2014, ÁGUA BRANCA RECEBIA O CARIRI CANGAÇO DE MANOEL SEVERO.

 Por Manoel Severo


Água Branca sem dúvidas é uma das mais aconchegantes cidades de nossa Alagoas, sua tradição e memória podem ser testemunhadas pelo imenso e espetacular patrimônio arquitetônico, testemunhas vivas, embora mudas de um passado cheio de história e cultura. Água Branca está localizada na micro-região do Sertão Alagoano, sua altitude de 550 metros acima do nível do mar nos permite "enxergar" de um belíssimo mirante, boa parte das divisas com Pernambuco e Bahia.

Ali, a Caravana Cariri Cangaço foi recebida pelo historiador, pesquisador e escritor Edvaldo Feitosa, grande confrade e amigo, que a cada passo nos presenteava com um pouco da história de sua bela cidade. O nome Água Branca tem origem pelo conjunto de fontes naturais existentes na região; inicialmente fora Mata Pequena, depois Matinha de Água Branca, e atualmente Água Branca.

Jadilson Ferraz, Manoel Severo e o famoso Casarão da Baronesa de Água Branca
Manoel Severo, Edvaldo Feitosa e Jadílson Ferraz em Água Branca
Edvaldo Feitosa E Manoel Severo
Edvaldo Feitosa, Manoel Severo e Heldemar Garcia.

Os primeiros a chegar e a desbravar essas terras foram Vieira Sandes, oriundos de Itiúba, pequeno povoado próximo a Porto Real do Colégio, em Alagoas, atraídos pelas riquezas da região e fertilidade de seu solo. Em 1770 foi construída a capelinha bem no meio "do nada", que até hoje se mantém viva. 

Edvaldo Feitosa, recentemente lançou sua obra "Água Branca, História e Memória" onde nos traz toda a história da bela cidade. Até o século XVII, o território de Água Branca pertencia a Paulo Afonso, que era província de Alagoas e era conhecida pela denominação de Mata Grande. À sesmaria de Paulo Afonso conhecida por Mata Grande, pertencia também o território do município de Piranhas, e hoje os atuais municípios de Delmiro Gouveia, Olho D'água do Casado e Pariconha. 

Em 24 de abril de 1875, o povoado foi emancipado e instituído a Vila de Água Branca. Por divergências políticas, a Várzea do Pico, onde se realizava as grandes feiras de gado, foi chamada Vila do Capiá e em 1893 passou a ser sede da vila de Água Branca. Em 1º de junho de 1895 a sede passou definitivamente à Vila de Água Branca. Somente em 02 de junho de 1919, através da Lei nº 805, a vila passa a categoria de cidade de Água Branca.

Capela construída ainda no século XVI
O fabuloso casário, patrimônio arquitetônico de Água Branca


Água Branca foi cenário do primeiro ato Rei do Cangaço, Virgolino Ferreira; aqui, em 1922, Lampião, recém "nomeado" líder do bando de Sinhô Pereira ataca Água Branca e assalta o casarão da Baronesa Joana Vieira, viúva do Barão de Água Branca. Água Branca, também vem a ser o berço de um dos mais destacados cangaceiros da história: Cristino Gomes da Silva Cleto, Corisco - O Diabo Louro; quando ainda se chamava "Matinha de Água Branca" ,ainda povoado de Mata Grande. 

Do espetacular Mirante de Água Branca se vislumbra boa parte dos territórios de Paulo Afonso, Delmiro Gouveia, Mata Grande...
Das Virgens, Edvaldo Feitosa, Manoel Severo, Heldemar Garcia, Ingrid Rebouças e Jadilson Ferraz
Edvaldo Feitosa, Felipe Falcão, Manoel Severo e Reinaldo Falcão

Água Branca sem dúvidas é roteiro obrigatório de todos aqueles que pesquisam não só a temática do cangaço, mas as coisas do sertão. Sua tradição e história fazem parte do manancial de riquezas, tão próprias de toda a região. Água Branca recebeu a visita  da Caravana Cariri Cangaço no último mês de Julho de 2014. 

Manoel Severo
Curador do Cariri Cangaço

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UMA VOLANTE DE RESPEITO.

 


Na caça ao cangaceirismo no Nordeste, foram criadas várias volantes / policiais. A da foto abaixo era chefiada por SINHOZINHO ALENCAR. Nome de respeito no sertão pernambucano. Observem, o traje, armamentos, e, as crianças.

Foto de Valdir Nogueira

Fonte: facebook
Página: Voltaseca Volta

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CARTÃO DE VISITA DE LAMPIÃO - (Cópia do Original)


CARTÃO DE VISITA DE LAMPIÃO - (Cópia do Original)

Para evitar falsificações, ele possuía cartão de visita, com sua imagem, em que tratava de negócios com as pessoas; pedia dinheiro (extorsão), além de outros assuntos.


A ideia da confecção desses CARTÕES, foi do esperto árabe, Benjamin Abrahão, que os confeccionou, na cidade de FORTALEZA., e, presenteou o Rei do Cangaço.

Fonte: facebook
Página: Voltaseca Volta

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OS TIROS QUE ATINGIRAM LAMPIÃO, EM 28-7-1938 (Grota do Angico

Por Volta Seca

 


No Instituto Histórico de Maceió, existem as CARTUCHEIRAS (De Ombro e cintura), do Rei do cangaço, as quais, mostram as marcas de perfurações de balas. 


Um dos tiros, o atingiram na região peitoral, próximo ao mamilo esquerdo (coração), enquanto o outro (na cartucheira de cintura), o atingiu na região do baixo ventre.


Local do tiro na cartucheira da cintura que sofreu Lampião quando foi atacado pela volante do tenente João Bezerra da Silva, na Grota de Angico, no Estado de Sergipe, na madrugada de 28 de Julho de 1938.

Fonte: facebook
Página: Voltaseca Volta

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quarta-feira, 27 de novembro de 2024

JOANA RIBEIRO_IRMÃ DE DADÁ_PARTE 1

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=TuPj1XZLWkg

D. Joana Ribeiro, irmã de Dadá, fala um pouco de sua irmã e do cangaceiro Corisco.

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JOANA RIBEIRO_IRMÃ DE DADÁ_PARTE 2

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=gd6S1MMgSa0

"As volantes eram pior que os bandidos" Joana Ribeiro.

A difícil vida do sertanejo no tempo do cangaço, inclusive de familiares de cangaceiros.

Nem todo cangaceiro era cruel e nem todo volante era cruento, mas quem caísse nas mãos de um desses tava em maus Lençóis.

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ANTÔNIO E SILVINO VENTURA, CRIANÇAS QUE SOBREVIVERAM DA CHACINA DA FAZENDA DE PATOS.

 Por Helton Araújo

Antônio e Silvino Ventura, as crianças que sobreviveram a chacina da fazenda Patos.

Seus pais e irmãos foram sumariamente mortos e decapitados, por ordens de Corisco. O algoz das inocentes vítimas foi o cangaceiro Pedro Pau-Ferro, vulgo Velocidade.

Querem conhecer mais sobre essa história?

Clica no link abaixo e assista nosso vídeo.

https://youtu.be/IwGAfcpAGug?si=vAutFlYQnXc1R8oO

Desde já agradeço pelo apoio de todos vocês e Deus os abençoe.

https://draft.blogger.com/blog/post/edit/1718124674750994237/240661824872736032

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JOÃO NONATO, O CANGACEIRO GAVIÃO

    Por Helton Araújo

Esse é João Donato, vulgo Gavião. Este cangaceiro após preso deu depoimentos sobre sua vida no cangaço.

Nesse sentido fizemos um vídeo com outros depoimentos além desse. Para assistir o Link está logo ai abaixo.

https://youtu.be/7QxJgERy5gY?si=ZTGtop4pKlc5Rd9_

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste

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JOÃO FERREIRA, IRMÃO DE LAMPIÃO.

 Por Helton Araújo

Foto raríssima
João Ferreira, volta ao sertão pernambucano para rever familiares que não os via há mais de 37 anos.
Vejam o momento da despedida.
Fonte primária: Revista O CRUZEIRO
Data: 25/09/1973
Gostaram da imagem?

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Ô VIDINHA BOA

Por Hélio Xaxá


Que bom acordar de manhãzinha
Sob o seu olhar macio de fé...
Recomeçar a lida na cozinha
No seu beijo quente de café...
Sair assobiando sua música
Levando seu sorriso pro trampo
Como se ele fosse a única
Ou a mais bela flor do campo...
De noite, então contente, voltaria
E feliz, os labores, esqueceria
Nas plumas dos seus abraços...
Assim eu viveria a vida inteirinha
Com um pouco de sorte, adivinha
Morreria pleno nos seus braços...
Ô vidinha boa...
Ô vidinha boa
Meu Deus!
Ô coisinha boa...
Ô coisinha boa
Os braços seus...

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