Por Antônio Corrêa Sobrinho
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sexta-feira, 29 de novembro de 2024
IMAGINANDO AS REAIS DIMENSÕES
SOBRE O BANDO DE CANGACEIROS DE AZULÃO
Por Adelsomota
A história conta que o Bando de Cangaceiros, do grupo de Azulão, formado por, Azulão, Zabelê, Canjica, Arvoredo, Calais, e Maria, Dórea, e outra Maria, que assolhou nossa região, em meados de 03/10/1933, passando pela Fazenda, ou povoação, Pedras do Moreira, do Sr. Janjão, atual. Capim Grosso, e nas fazendas, Saracura, Serrolândia, atual Saracura, de Manoel Belas, Fazenda Légua, de, João Ferreira, antigo povoado da Légua, hoje Novolandia, fazenda Mulungu, fazenda Poço do Cachorro, do Cel Jairo Almeida de Mundo Novo,, na Fazenda Lagoa do Lino, do Sr. Raimundo Moreira Oliveira, Maracujá, Serrolândia BA...
Conta que
os cangaceiros estiveram, na Fazenda Vaca Parida, do Capitão de Infantaria do
290 batalhão do Exército Brasileiro, Salustiano Ribeiro da Silva, fica está
localizada, entre o distrito de, Alto Bonito e a Sede. Mundo Novo, estes cangaceiros
também estiveram, na fazenda Queimada de Baixo, do Subdelegado. Antônio
Carneiro da Silva, Carneirinho, do Arraial de, Itapeipu jacobina, BA passaram,
no distrito do Mucambo, hoje Itapura, Miguel Calmon, peço a todos que nós
informe, alguém que conhece ou conheceu, estes personagens das Fazenda, e nos
passe informações, para a história da nossa região, Adelso Mota. Historiador
contador de casos do Cangaço na Bahia e em nossa região, passaram também na
fazenda Morrinhos hoje Povoado dos Morrinhos, Várzea da Roça, onde Mataram o Sr.
Zezé Almeida e o filho, e passaram também na fazenda, Bom Sucesso, de Pedro
Bento, onde Surraram sua filha, Dna João Ferreira da Silva, contam que passaram
também na Fazenda Platias, perto do Angico de Mairi.
quinta-feira, 28 de novembro de 2024
A CHACINA DO COURO - A chacina do Couro Entre a ficção e um dolorosa realidade
Por Rangel Alves da Costa
"Abri a
porteira e caminhei por uma estradinha de chão. Logo adiante avistei uma
moradia de fazenda e um curral logo ao lado. Tanto a casa como o curral em silêncio
absoluto, ouvindo-se apenas o murmurejar do vento e do balançar de folhagens.
Pelas portas e janelas fechadas, pela quietude do lugar e também pela ausência
de qualquer vestígio de presença humana, então resolvi observar se havia pegada
recente de animais pelo curral, mas apenas o barro duro e o estrume de canto a
outro. Segui adiante. Somente após abrir o primeiro colchete é que tudo começou
a mudar.
Aquele
silencio e aquela mansidão de mais atrás, de repente começaram a totalmente se
transformar. Após o segundo colchete, então o mato pareceu se agitar, a ter
olhos, a guardar segredos perante seus tufos, a dialogar com alguma presença
humana. Não há que se negar que tal situação causa espanto e medo em qualquer
um.
Mas eu tinha
de prosseguir, pois sabia muito bem o que queria encontrar. Pelas histórias
muitas vezes ouvidas, logo nas proximidades daquele local, no ano 32, havia
começado um dos mais terríveis episódios da história do Cangaço, ou uma das
maiores covardias já perpetradas por cangaceiros liderados por Virgulino
Ferreira da Silva, o Lampião. Caminhei um pouco mais até me deparar com uma
lagoa seca em meio aos descampados.
Lancei o olhar de canto a outro e foi como estivesse na presença de terríveis e sanguinários cangaceiros, depois um sopro voraz de ventania me contou que aqueles desumanos bandoleiros eram Gato, Azulão, Suspeita, Medalha e Cajueiro, todos liderados pelo primeiro. Eu já nem sabia em que mundo, tempo ou realidade estava. E mais estranho ainda quando comecei a ouvir uma voz que começou a relatar todo o acontecido naquelas distâncias dos sertões de Poço Redondo.
Com sotaque de velho sertanejo, mas sem aparecer fisicamente, então contou-me: ‘O ano era 32. Montados em cavalos, Lampião e seus cabras chagaram na região do Couro, já na divisa de Sergipe e Bahia. Umas selas e uns arreios dos cangaceiros foram enterrados, mas depois encontrados por um rapazote que por ali residia.
Como os
apetrechos haviam sumido, então a fúria tomou conta de Lampião, que logo
resolveu culpar aquele mundo sertanejo pelo sumiço dos couros.
E deu ordens
para que Gato e seus comandados fizessem uma investida pela região e passassem
a punhal e a mosquetão o que encontrassem. E assim a fúria perversa e sangrenta
começou a agir. Mataram logo dois e depois seguiram matando, mais três e mais
dois. Sete ao todo. Morreram os inocentes Antônio Monteiro, o menino Galdino,
de apenas sete anos, Alfredo, Clemente e seus filhos Doroteu e João,
ainda um doidinho chamado Zé Bonitinho.
- E o que você
está procurando está logo ali, depois daquele embrenhado de mato. Não é a
capelinha que você está procurando, a capelinha levantada em memória dos dois
primeiros mortos da Chacina do Couro, que foram Antônio Monteiro e o menino
Galdino? Tá tudo já caindo, mas vá até lá e reze por aquelas pobres almas. Vá
rezar, vá orar por mim, pois sou uma daquelas almas ali esquecidas no tempo’.
E depois
apenas o silêncio.
E a minha
entristecida presença ao lado dos restos dos restos, do que amanhã talvez nada
reste, senão as memórias de um tempo de dor e de sofrimento”.
http://lampiaoaceso.blogspot.com/2024/11/a-chacina-do-couro.html
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SERTÃO VIRGOLINO...
Por Volta Seca
É com grande
satisfação que participei como entrevistado na série documental Sertão
Virgulino, abordando a vida cangaceira de Antônio Silvino, o Rifle de Ouro, e
sua atuação nos estados da Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí. Este
documentário será exibido em todo o Brasil, o que reforça a importância desse
trabalho para a preservação da memória do cangaço.
Foi uma honra
destacar quem foi Antônio Silvino em seu período áureo no cangaço e evidenciar
a vasta rota percorrida por ele dentro da Paraíba. Aproveito para agradecer à
equipe de Sertão Virgulino pela oportunidade de compartilhar o resultado das
minhas pesquisas sobre aquele que, em minha opinião, foi o maior cangaceiro da
história do Nordeste brasileiro.
Registro ainda
meu agradecimento especial ao grande ativista cultural João Dantas, que também
participou das entrevistas e cedeu gentilmente as dependências da Vila São João
para servir de cenário a essa importante produção.
https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste
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HERMANO ALMEIDA - O GÊNIO DOS OSSOS DE VIDRO
Por Epitácio de Andrade Filho
Hermano Almeida – O Gênio dos Ossos de Vidro Hermano Almeida nasceu aos 9 dias de outubro de 1964, em João Pessoa. Possui graduação em Medicina (1991) pela Universidade Federal da Paraíba.
Concluiu Mestrado em Filosofia pela UFPB (2006) e doutorado pela UFPE/UFPB/UFRN (2010).
Tem Residência Médica em Psiquiatria e Pediatria. É médico psiquiatra da infância e adolescência.
Ao ser inquerido numa entrevista à Revista Divulga Escritor, maior rede de propaganda literária da lusofonia, sobre as razões para o título de seu quinto livro, “Anjo de Vidro”, respondeu:
Tenho uma doença genética, a osteogênese imperfeita. Tive, até hoje, 35 fraturas. O termo anjo de vidro é uma mistura dos filmes de Win Wenders, “Asas do desejo” e “Tão perto e tão distante” com o nome com o qual a doença é conhecida popularmente “ossos de vidro”.
Médico concursado do Hospital Universitário “Lauro Wanderley”, o genial e exemplar servidor público aguarda sua merecida aposentadoria.
A fotografia que ilustra esse post-homenagem registra um encontro casual do escritor (sentado no veículo) com o professor de pneumologia Beltrão Castelo Branco.
Enviado pelo autor.
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O ESPETACULAR CARIRI CANGAÇO - PIRANHA 2014
Por Benedito Vasconcelos
EM AGOSTO DE 2014, ÁGUA BRANCA RECEBIA O CARIRI CANGAÇO DE MANOEL SEVERO.
Por Manoel Severo
UMA VOLANTE DE RESPEITO.
CARTÃO DE VISITA DE LAMPIÃO - (Cópia do Original)
Para evitar falsificações, ele possuía cartão de visita, com sua imagem, em que tratava de negócios com as pessoas; pedia dinheiro (extorsão), além de outros assuntos.
OS TIROS QUE ATINGIRAM LAMPIÃO, EM 28-7-1938 (Grota do Angico
Por Volta Seca
quarta-feira, 27 de novembro de 2024
JOANA RIBEIRO_IRMÃ DE DADÁ_PARTE 1
Por Aderbal Nogueira
JOANA RIBEIRO_IRMÃ DE DADÁ_PARTE 2
Por Aderbal Nogueira
"As
volantes eram pior que os bandidos" Joana Ribeiro.
A difícil vida
do sertanejo no tempo do cangaço, inclusive de familiares de cangaceiros.
Nem todo
cangaceiro era cruel e nem todo volante era cruento, mas quem caísse nas mãos
de um desses tava em maus Lençóis.
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ANTÔNIO E SILVINO VENTURA, CRIANÇAS QUE SOBREVIVERAM DA CHACINA DA FAZENDA DE PATOS.
Por Helton Araújo
Antônio e Silvino
Ventura, as crianças que sobreviveram a chacina da fazenda Patos.
Seus pais e irmãos
foram sumariamente mortos e decapitados, por ordens de Corisco. O algoz das
inocentes vítimas foi o cangaceiro Pedro Pau-Ferro, vulgo Velocidade.
Querem conhecer mais
sobre essa história?
Clica no link abaixo
e assista nosso vídeo.
https://youtu.be/IwGAfcpAGug?si=vAutFlYQnXc1R8oO
Desde já agradeço
pelo apoio de todos vocês e Deus os abençoe.
https://draft.blogger.com/blog/post/edit/1718124674750994237/240661824872736032
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JOÃO NONATO, O CANGACEIRO GAVIÃO
Por Helton Araújo
Esse é João Donato,
vulgo Gavião. Este cangaceiro após preso deu depoimentos sobre sua vida no
cangaço.
Nesse sentido fizemos
um vídeo com outros depoimentos além desse. Para assistir o Link está logo ai
abaixo.
https://youtu.be/7QxJgERy5gY?si=ZTGtop4pKlc5Rd9_
https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste
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JOÃO FERREIRA, IRMÃO DE LAMPIÃO.
Por Helton Araújo
Ô VIDINHA BOA
Por Hélio Xaxá





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