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quinta-feira, 22 de maio de 2025

CENTRO DE ESTUDOS EUCLYDES DA CUNHA – CEEC

Rua do Cabeça, n. 10 – Ed. Marquês de Abrantes, sala 812 - 8o Andar – São Pedro –

Salvador/BA – Tel. (71) 33215081 - CEP. 4060-230 -000

Edital No 01/2025- Submissão de artigos científicos, ensaios e resenhas para o

periódico Cangaço em Revista Vol. 3, 2025.

URL: https://revistas.uneb.br/index.php/cangacoemrevista

A Universidade do Estado da Bahia - UNEB, através do Centro de Estudos

Euclydes da Cunha - CEEC, torna público o edital para publicação de artigos

científicos, ensaios e resenhas para o periódico Cangaço em Revista, Vol. 3, 2025.

O periódico Cangaço em Revista é uma publicação temática do Centro de

Estudos Euclydes da Cunha – CEEC/UNEB, que trata do assunto específico e

acontecimentos correlatos no semiárido nordestino. A revista pretende, sobretudo,

revisitar o tema com o objetivo de rever e reexaminar tais tramas, criando dessa

maneira maiores de possibilidades de enfoques sobre essas ocorrências do nosso

passado histórico.

Entendemos como “Cangaço” o banditismo histórico praticado por grupos

nômades armados nos sertões do nordeste brasileiro entre o final século 19 e as

primeiras quatro décadas do 20, que, apesar do aspecto marginal de sua dinâmica

guerreira, contava com o apoio logístico e material de distintos setores da sociedade

sertaneja, além de manter um intenso diálogo socioeconômico e cultural, através de

relações e trocas com autoridades, coiteiros, comerciantes e prestadores de serviços

diversos.

Compreendemos também que esse fenômeno está contido como decorrência da

sua materialidade histórica, no âmbito do universo simbólico sertanejo e, por isso,

compartilha com esta cultura o mesmo sistema de valores, costumes e práticas, como,

por exemplo, uma religiosidade fortemente ligada ao catolicismo popular, seus

sincretismos e idiossincrasias.

Por fim, consideramos que as implicações do fenômeno não se resumem à sua

dimensão político-econômica, mas que se faz presente em muitos outros aspectos da

experiência social, como em questões ligadas à identidade nacional, regional, de

gênero e raça, no campo da estética, do direito, da ética, da moral e, portanto, das

mentalidades e dos costumes.

Assim, o volume 3 do periódico Cangaço em Revista, objeto dessa chamada,

terá como principal objetivo refletir sobre o fenômeno do cangaço em todos esses

dimensionamentos. A publicação é aberta a contribuições inéditas que estejam de

acordo com a linha editorial adotada, sendo o conteúdo de tais trabalhos de inteira

responsabilidade de seus autores.

O Cangaço em Revista considera para publicação trabalhos originais que sejam

classificados em uma das seguintes modalidades: resultado de pesquisa sob forma de

artigos, entrevistas e resenhas sobre publicações e filmes que versem sobre o

fenômeno social do cangaço como descrito no corpo deste edital.

1. CONDIÇÕES PARA SUBMISSÃO:

1.1. Os trabalhos submetidos deverão estar dispostos nas normas descritas no corpo

desse edital, também disponíveis na seção “Submissões” da página do periódico

“Cangaço em Revista” no Portal de Periódicos da UNEB:

https://www.revistas.uneb.br/index.php/cangacoemrevista/about/submissions.

1.2. Admite-se coautoria de, no máximo, 03 autores em cada artigo.

1.3. Cada autor(a) ou coautor(a) pode ter apenas um texto aprovado por volume.

1.4. Os trabalhos devem ser submetidos em português.

1.5. O arquivo submetido deve estar em formato Microsoft Word (.doc ou .docx).

1.6. Os artigos científicos e ensaios devem ter, no mínimo, 30 mil caracteres sem

espaço e, no máximo, 60 mil caracteres sem espaço.

1.7. As resenhas devem ter, no mínimo, 10 mil caracteres sem espaço e, no máximo,

20 mil caracteres sem espaço.

1.8. A entrevistas devem ter, no mínimo, 45 mil caracteres com espaço e, no máximo,

85 mil caracteres com espaço.

1.9. Os títulos em geral devem ter, no máximo, 100 caracteres sem espaço.

1.10. A formatação da submissão, incluindo notas, citações e referências bibliográficas

devem estar de acordo com as normas da ABNT vigentes no ano da publicação deste

edital.

1.11. Cada submissão deve conter um resumo e palavras-chave em português e um

resumo e palavras-chave em inglês ou espanhol.

1.12. Cada versão do resumo deve conter no máximo 800 caracteres sem espaço,

incluindo objetivos, métodos e conclusão.

1.13. Após cada versão do resumo devem ser incluídas, no mínimo três e no máximo

cinco, palavras-chave nos seus respectivos idiomas.

1.14. As submissões devem atender ao universo temático proposto na introdução do

presente edital e os textos devem apresentar clareza, objetividade e coerência com o

tema proposto.

1.15. Todos os textos submetidos ao periódico Cangaço em Revista devem ser

inéditos, ou seja, não ter sido publicado parcial ou integralmente em nenhum outro

outro tipo de publicação impressa (livros, revistas, anais, etc) ou digital (livros, revistas,

sites, blogs, etc).

1.16. É de responsabilidade dos autores e autoras, a submissão de trabalhos com

revisão ortográfica de língua portuguesa, conforme as normas técnicas adotadas pela

revista. O não cumprimento deste item acarretará a recusa da submissão.

1.17. As figuras gráficas, tabelas ou fotografias devem estar em alta resolução (300

dpi), já estarem inseridas no corpo do texto e serem necessariamente numeradas,

tituladas e apresentar indicação das fontes de acordo com as regras da ABNT. Além

disso, as imagens também devem ser encaminhadas em uma pasta a parte do arquivo

da submissão, devidamente nomeadas e numeradas na ordem que aparecem no texto.

1.18. As submissões que não estiverem de acordo com as normas acima serão

devolvidas aos autores(as), antes mesmo de serem encaminhadas ao conselho

editorial e/ou aos pareceristas Ad hoc.

2. PROCESSO DE SELEÇÃO:

2.1. As colaborações serão submetidas, sem identificação dos autores(as), a dois

membros do conselho editorial do periódico Cangaço em Revistas e/ou pareceristas Ad

hoc. Não havendo consenso sobre a publicação do texto, um(a) terceiro(a) avaliador(a)

será escolhido(a) para o desempate.

2.2. Artigos aprovados com restrições serão encaminhados para a reformulação por

parte dos autores(as). Nestes casos, os editores se reservam o direito de recusar o

artigo, caso as alterações neles introduzidas não atendam às solicitações feitas pelos

avaliadores.

2.3. Os autores(as) devem ser comunicado do recebimento da suas colaborações no

prazo de até dez dias.

2.4. Os critérios de avaliação são:

- Coerência com a linha editorial proposta.

- Respeito às normas técnicas descritas no presente edital.

- Qualidade e originalidade do texto apresentado.

- Relevância da abordagem apresentada no texto para a atualidade das relações

sociais do semiárido brasileiro.

2.5. É prerrogativa dos editores do periódico, juntamente com seu conselho editorial e

pareceristas Ad hoc, decidir pela publicação ou não da submissão.

3. POLÍTICA ANTIPLÁGIO:

3.1. Com o intuito de prevenir infração de direitos autorais, os artigos recebidos são

analisados através da ferramenta CopySpider freeware.

3.2. Os manuscritos analisados que apresentarem altas taxas de similaridade na

redação dos segmentos introdução, discussão e resultados com conteúdo previamente

publicado em veículos de comunicação científica que possuam ISSN e ISBN, sem as

devidas citações e referências bibliográficas, serão rejeitados.

4. DECLARAÇÃO DE DIREITO AUTORAL

4.1. Autores(as) que publicam no periódico Cangaço em Revista concordam com o

seguinte termo de compromisso: “Assumindo a criação original do texto proposto,

declarando conceder ao periódico Cangaço em Revista o direito de primeira

publicação, licenciando-o sob a Creative Commons Attribution License, e permitindo

sua reprodução em indexadores de conteúdo, bibliotecas virtuais e similares. Em

contrapartida, dispõe de autorização da revista para assumir contratos adicionais para

distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada, bem como, permissão para

publicar e distribuí-lo em repositórios ou páginas pessoais após o processo editorial,

aumentando, com isso, seu impacto e citação”.

4.2. O conteúdo dos artigos é de estrita responsabilidade de seus autores, assumindo a

autoralidade de todo o texto fornecido para avaliação dos pareceristas e do conselho

editorial do periódico, e que possuem autorização para uso de conteúdo protegido por

direitos autorais reproduzidos em sua submissão.

5. POLÍTICA DE PRIVACIDADE

5.1. Os nomes e endereços informados nesta revista serão usados exclusivamente

para os serviços prestados por esta publicação, não sendo disponibilizados para outras

finalidades ou a terceiros.

6.0. ENCAMINHAMENTO DAS SUBMISSÕES:

As submissões podem ser enviadas para o periódico Cangaço em Revista através do

sistema do portal de periódicos da UNEB ou através do e-mail da revista.

6.1. Para enviar submissões através do portal de periódicos da UNEB, deve-se fazer

um cadastro através do link:

https://www.revistas.uneb.br/index.php/cangacoemrevista/user/register.

6.2. Após feito o cadastro, é preciso acessar o sistema, com o login e a senha

cadastrados, através do link:

https://www.revistas.uneb.br/index.php/cangacoemrevista/login.

6.3. Após acessar o sistema, dirija-se à aba Submissões e clique no link Fazer nova

submissão. A partir dai siga as instruções encontradas no próprio site e faça o upload

do seu texto.

6.4. No campo Comentários para o editor devem ser incluídos obrigatoriamente as

seguintes informações:

- Formação Acadêmica e Titulação dos(as) Autores(as)

- Instituições dos(as) Autores(as)

- Minibio dos(as) Autores(as)

- Número de Telefone dos(as) Autores(as)

6.5. Para enviar submissões através do e-mail do periódico Cangaço em Revista, deve-

se anexar os trabalhos em uma mensagem de e-mail com o seguinte assunto:

Chamada de (Artigo / Resenha / Entrevista) para a Cangaço em Revista, e envia-la

para: cangaemrevista@gmail.com.

6.6. No corpo do e-mail deve constar:

- Título do Trabalho

- Nome do(s)/da(s) Autor(es)/Autora(s)

- Formação Acadêmica e Titulação dos(as) Autores(as)

- Instituições dos(as) Autores(as)

- Minibio dos(as) Autores(as)

- Número de Telefone dos(as) Autores(as)

7. CRONOGRAMA:

7.1. Submissão dos trabalhos: De 22/05/2025 até 22/07/2025

7.2. Avaliação das submissões: Até 22/08/2025

7.3. Devolução das submissões para correção, se necessário: Até 05/09/2025

7.4. Submissão dos textos corrigidos: Até 15/09/2025

7.4. Publicação da Revista: 24 /11/2025

8.0. CONTATOS:

EDITORES: Prof. Manoel Neto - maneto@uneb.br

Lucas Souza Viana – lviana@uneb.br

ENDEREÇO ELETRÔNICO: cangaemrevista@gmail.com

https://www.facebook.com/groups/179428208932798

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quarta-feira, 21 de maio de 2025

ACESSE SEMPRE O NOSSO BLOG

Por José Mendes Pereira

Acesse sempre o nosso blog. Você irá conhecer os primeiros cangaceiros, assim como os últimos. Lampião e Maria Bonita são os mais estudados no estudo cangaceiro. 

As histórias são fantásticas, escritas por vários escritores e gravações em vídeos por grandes cineastas.

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JOSÉ INÁCIO DO BARRO E O CANGAÇO

 Por Fatos na História

https://www.youtube.com/watch?v=6cS-RVl1w9A

Referências: "José Inácio do Barro e o Cangaço", de Sousa Neto - Via Grupo "Lampião, Cangaço e Nordeste" Imagens: ."Lampião, Cangaço e Nordeste .CARIRI CANGAÇO

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HÁ 95 ANOS, EM 18 DE MAIO DE 1930, FALECEU O POLICIAL JOCA DO PARÁ E ATÉ O GOVERNADOR E O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA ESTIVERAM NO SEU ENTERRO

 Por Rostand Medeiros

Há 95 anos, em 18 de maio de 1930, faleceu o policial Joca do pará e até o governador e o presidente do tribunal de justiça estiveram no seu enterro – O capitão João Fernandes de Almeida, o conhecido Joca do Pará, faleceu nessa data de causas naturais. No seu enterro o velho Cemitério do Alecrim lotou, com o povo de Natal homenageando aquele que era conhecido como o “Guardião da Cidade”. Sua respeitabilidade e honorabilidade eram reconhecidas e enaltecidas por todos e até as mais altas autoridades da terra estiveram presentes, entre eles o governador Juvenal Lamartine e o Dr. Dionísio Filgueira, então presidente do Superior Tribunal de Justiça, atual Tribunal de Justiça. PERGUNTA – Qual foi mesmo à última vez que o Governador do RN e o presidente do TJRN estiveram juntos no enterro de algum policial? #pmrn #tjrn #historiadorn #natalrn #rn #história #historias #policia #policial #policiamento #pm #policiacivil #tokdehistoria #rostandmedeiros

https://www.facebook.com/photo/?fbid=622044747536655&set=a.106853839055751

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CANGAÇO - EU VI CORISCO BALEADO

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=hKLtixgTLOg&t=780s

Vídeo onde falo um pouco sobre o cerco a Corisco e Dadá, por Zé Rufino. Depoimento de Dona Isabel Ferreira, que era amiga de Zefinha e foi testemunha dos acontecimentos naquela ocasião. Link com Sérgio Dantas, sobre vida e morte de Corisco_parte 1    • Cangaço - Corisco por Sérgio Dantas - parte 1   Link com Liandro Sousa, em Barra do Mendes    • Fazenda Pacheco - Barra do Mendes - BA  

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CANGACEIROS, COITEIROS E VOLANTES

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=bUkYpb9fBXE

Nesse vídeo falo um pouco sobre a relação complicada entre cangaceiros, coiteiros e volantes e a violência embutida em tudo isso. Para participar da Expedição Rota do Cangaço entre em contato pelo e-mail: narotadocangaco@gmail.com Seja membro deste canal e ganhe benefícios:    / @cangacoaderbalnogueira   Parcerias:
narotadocangaco@gmail.com

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terça-feira, 20 de maio de 2025

FACES do CANGAÇO: Lampião e Maria Bonita no Sertão. Documentário completo.

Por Vida de Mochila
https://www.youtube.com/watch?v=bddMkwxsl28 

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TUDO ESTRANHO

 Clerisvaldo B. Chagas, 19 de maio de 2025

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3. 235

É natural que as pessoas tenham abandon

ado hábitos antigos e tenham se integrado aos tempos modernos, aqui no Sertão de Alagoas. Foram deixados de lado os remédios do mato, a procura de águas nas cacimbas de rios periódicos e a lavagem de roupas nos pilões de pedra. Motivos pela ordem: remédios de farmácia em abundância, água encanada do rio São Francisco e máquinas de lavar. Muitas outras coisas poderiam ser citadas, mas vamos parar por aqui com objetivo de falar sobre os pilões de pedras, um dos motivos do meu próximo livro sobre a zona rural. Pedra d’Água, Caldeirão, Caldeirão de pedra, são os nomes que se dão no Sertão às rochas, rochedos, lajes, lajeiros, lajedos, lajeado, que afloram e que adquirem, pela Natureza, várias formas que acumulam águas pluviais.

Aqui no Sertão alagoano, no município santanense, temos até um povoado de denominação, Pedra d’Água dos Alexandre. E é interessante porque pertence a dois municípios: um lado da rua é Poço das Trincheiras, o outro lado, Santana do Ipanema. É terra da cangaceira Maria do Cangaceiro Pancada. Maria de Pancada como ficou conhecida. Pois bem, O nome Pedra d’Água vem justamente de algumas rochas da região que acumulava água das chuvas em suas formas. Em Santana existem vários pilões de pedra. Somente na região de Camoxinga dos Teodósio existem mais de cinco, porém, hoje estão esquecidos por causa da existência de água encanada. Se você não alcançou, que pena! Era um encanto as lavadeiras de roupa nos caldeirões de pedra. Simplesmente romântico.

Tirando a faina charmosa das lavadeiras nas rochas, o local   é atrativo para pássaros e outros animais selvagens, e mesmo lugar de emboscada para caçadores, hoje ilegais. Suas formas de retenção da água pluvial tem uma ótima variação: rachaduras, cavidades simples, panelas, caldeirões, torneados profundos ou não e panelas em forma de parafuso. Ali vêm beber, o sapo, a raposa, o furão, o lobo-guará, a cobra, o cassaco e todos os selvagens do perímetro, durante, principalmente o período de estiagem prolongada. Durante o tempo mais frio do inverno, urubus e teiús costumam usar esses e outros lajeados para obrigatórios banhos de sol, como os humanos. Por isso e por mais ainda, é tão importante um lajeiro tipo caldeirão na propriedade quanto uma lagoa, um riacho, uma várzea.

LAJEADO COM ÁGUA (foto: PULSAR).



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PODCAST NOSSO AGRESTE

Por Júnior Almeida

Hoje, a partir das 20 horas, estaremos no Podcast Nosso Agreste, no Youtube, falando do cangaço no Agreste de Pernambuco, em especial da invasão do bando de Lampião a Serrinha do Catimbau (atual Paranatama) em julho de 1935, onde os moradores locais impuseram tenaz resistência armada, baleando Maria Bonita.

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste

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CRIADOR E CRIATURA! GRANDE MESTRE VITALINO.

 Por Sérgio Roberto

Criador e criatura! grande mestre Vitalino.

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste

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domingo, 18 de maio de 2025

RÁDIO EDUCADORA DE NATAL-RN.

Por Rostand Medeiros

Há 84 anos, em 16 de maio de 1941, em plena Segunda Guerra Mundial, era conseguida a concessão para o funcionamento da Rádio Educadora de Natal – REN, a 1ª emissora de rádio do Rio Grande do Norte.

A emissora foi fundada por Carlos Farache e iniciou suas transmissões em 30 de novembro de 1941, com o prefixo ZYB-5. O radialista Genar Wanderley foi quem primeiro ocupou o microfone, lendo um texto escrito por Luís da Câmara Cascudo na solenidade de inauguração. A história da REN tem continuidade com a Rádio Poti.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=620548941019569&set=a.106853839055751

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CORISCO, VELOCIDADE OU OS DOIS FACÍNORAS CORTARAM AS CABEÇAS DOS INOCENTES NA FAZENDA PATOS?

 Por Robério Santos

É verdade que quem cortou as cabeças na Fazenda Patos foi o Cangaceiro Velocidade? Então, por que o massacre é apenas atribuído a Corisco e não aos dois?

https://www.facebook.com/photo/?fbid=10162653659292840&set=a.486697157839

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sexta-feira, 16 de maio de 2025

A HISTÓRIA DO SUPOSTO CANGACEIRO BEIJA-FLOR (DEVE SER PRIMO DO VOLTA SECA),

 Por Cangaço Eterno

https://www.youtube.com/watch?v=OweXbFUgHCE

Conheça mais uma história interessante referente ao cangaço e veja os absurdos. #cangaço #lampião

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OS MARCELINOS: CANGAÇO EM BARBALHA

 Por Ong Engenho Velho

https://www.youtube.com/watch?v=byOZtzRigEI

Apoio da ONG ENGENHO VELHO a produção do DOCUMENTÁRIO Os Marcelinos: Cangaço em Barbalha

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A MORTE DE MASSILON LEITE | CNL | 1393

 Por O Cangaço na Literatura

https://www.youtube.com/watch?v=R8XQakXLMsI

PARA COMPRAR LIVROS FALE NO WHATSAPP 79 99969-5819

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MASSILON EM MOSSORÓ

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=ylKYS7eGUIY

Honório de Medeiros em palestra sobre o cangaceiro Massilon e o ataque a Mossoró.

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SANGRADO PELO CANGACEIRO MORENO.

 Por Aderbal Nogueira


https://www.youtube.com/watch?v=sLenLoUQlm8

Nesse segundo vídeo em Felipe Guerra, mostramos o local onde o bando de Lampião queimou a carga dos comboieiros e onde Moreno assassinou um jovem rapaz. Para participar da Expedição Rota do Cangaço entre em contato pelo e-mail: narotadocangaco@gmail.com Seja membro deste canal e ganhe benefícios:    / @cangacoaderbalnogueira   Parcerias: narotadocangaco@gmail.com

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A MORTE DO PADRE CÍCERO.

Por José Bezerra Lima Irmão

 Excerto do capítulo 181 de Lampião – a Raposa das Caatingas.


José Bezerra é pesquisador do cangaço e de tudo o que diz respeito à história do Nordeste envolvendo as figuras fantásticas de Padre Cícero, Antônio Conselheiro, José Lourenço, Severino Tavares e Quinzeiro, e os trágicos episódios de Canudos, Caldeirão, Pau-de-Colher, Serra do Rodeador e Pedra Bonita do Reino Encantado ou Pedra do Reino. É autor do livro Lampião – a Raposa das Caatingas, uma biografia completa do Rei do Cangaço.

http://araposadascaatingas.blogspot.com.br

Na manhã de 20 de julho de 1934, aconteceu uma coisa terrível na Cidade Santa do Juazeiro: morreu o Padre Cícero Romão Batista.

Mais de quarenta mil pessoas haviam passado a noite em vigília. Quando se espalhou a dolorosa notícia – “Padim Ciço morreu!!!” –, teve início um espetáculo assombroso. As pessoas choravam, abraçadas umas às outras, rezando ou gritando como loucas, acotovelando-se, atropelando-se, esmagando-se na ânsia de chegar à casa do reverendo – as ruas não tinham como conter tanta gente.


A situação agravou-se quando os telegramas chegaram às cidades próximas. Logo, caminhões e mais caminhões superlotados começaram a despejar romeiros que vinham ao sepultamento do Pai dos Pobres. Uma verdadeira onda humana tomou a Rua São José, onde morava o Padre Cícero, invadindo todos os espaços, rompendo obstáculos, derrubando portas, passando por cima de tudo. O delegado de Juazeiro, vendo que a polícia era impotente diante da multidão sem controle, lavou as mãos com uma desculpa razoável:

"– O Padre Cícero era do povo e continua a ser do povo".

O caixão mortuário foi colocado numa janela, quase em posição vertical, num estrado de madeira, e durante o dia inteiro ficou ali, aberto, para que o corpo fosse visto pela multidão. Enquanto isso, milhares de pessoas continuavam a chegar a Juazeiro, a pé, a cavalo, de caminhão, de automóvel. Às quatro horas da tarde, ouviu-se um ronco nos céus, como um trovão prolongado – eram aviões do Exército que chegavam de Fortaleza com um barulho ensurdecedor, lançando-se de ponta para baixo em voos rasantes, passando a poucos metros do telhado da casa do Padre Cícero.


Àquela altura, a colmeia humana já ultrapassava a casa dos 60 mil. Ninguém se lembrava de comer ou beber. Não havia sequer uma casa de comércio aberta. O prefeito decretou luto oficial por três dias. Nas cidades vizinhas aconteceu o mesmo. A Bandeira do Brasil foi hasteada nas repartições públicas e em várias casas, com uma faixa negra, de luto.


A multidão passou a noite em frente à casa do Padre, rezando, chorando, lastimando-se.


No dia seguinte, às 7 horas, 9 padres, liderados pelo monsenhor Shoter, deram início ao cortejo, descendo com o féretro pela Rua São José em direção à Praça da Matriz, onde foi feita a encomendação do corpo pelo monsenhor Pedro Esmeraldo da Silva Gonçalves, acolitado pelos demais sacerdotes, representantes do clero que tanto criticara e combatera o injustiçado Santo do Juazeiro. Por volta das 10 horas, reiniciou-se o cortejo, levando o corpo para a capela de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Vencendo os guardas que tentavam proteger o féretro, a multidão apossou-se do caixão, e foi assim que o Padre Cícero chegou à sua última morada – o caixão, suspenso nos braços do povo, parecia flutuar no céu como uma pluma.


O Padre Cícero foi sepultado em frente ao altar da Capela de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro – que ele chamava de Capelinha do Socorro.


Quando Lampião soube que o Padrinho havia morrido, ficou paralisado. Virgínio e Luís Pedro choraram. Lampião mandou comprar faixas de crepe, e durante oito dias todos os cangaceiros usaram uma tarja preta no braço, em sinal de luto. Como todo nordestino, ele não podia compreender como era possível que o Padrinho tivesse morrido, pois o Padre Cícero era considerado imortal, um santo, uma entidade divina.


E de fato o Padre Cícero é imortal. E é um santo. Representa um oásis de esperança na seca espiritual do mundo sertanejo, somente equiparável ao Padre-Mestre Ibiapina. 


Pessoas ignorantes e pesquisadores unilaterais ou apressados em suas conclusões, desconhecedores da História, que interpretam os fatos do passado com a visão do presente, pintam de negro sua alma cândida e simples. 


Tinha defeitos? Tinha, porque era humano, mas seus defeitos eram uma revelação de sua ingenuidade e boa-fé, e não de maldade, coisa que o seu coração desconhecia. 


Como disse muito apropriadamente Frederico Bezerra Maciel, “Padre Cícero é o Santo por excelência dos humildes, que nele depositam sua fé, esperanças, dele recebem o consolo, a segurança e a força da resignação cristã”.

Padre Cícero no caixão

O Padre Cícero é o Santo Padroeiro da Nação dos Nordestinos – canonizado pelo povo.

http://sacolinhapedagogica.blogspot.com.br/2014/12/a-morte-do-padre-cicero-por-jose.html

Ilustrado por José Mendes Pereira
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quarta-feira, 14 de maio de 2025

ESCRITORA FABIANA AGRA.

A pesquisadora e escritora Fabiana Agra será conferencista e lançará sua mais nova obra: "Mossoró: os 37 dias que abalaram Lampião".

Presença garantida no grande Cariri Cangaço Oeste Potiguar!

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste

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CANGACEIRAS: FOTO COLHIDA DO CANAL CANGAÇO ETERNO.

 Paulo Dias Pereira


https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste

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AS MULHERES CANGACEIRAS

Por Kydelmir Dantas

 

Num levantamento de mais de 1000 títulos, a maioria no acervo pessoal, são poucas a Mulheres Cangaceiras que foram contempladas pelo ‘jornal do povo’: Os folhetos ou romances de cordéis. Logicamente, a mais ‘biografada foi Maria Bonita, em seguida Dadá e pronto... 

Afora Sila e Lídia, praticamente mais nenhuma teve ‘direito’ a uma biografia não autorizada. Este trabalho, apresenta os nomes de 86 Mulheres que, por qualquer motivo  (amor, aventura, ilusão ou rapto) ingressaram no cangaço a partir de 1930. Foi baseado nas fontes de pesquisas seguintes: 

AMANTES E GUERREIRAS - Geraldo Maia do Nascimento. Mossoró - RN, Coleção Mossoroense, 2016; CANGACEIROS. Élise Jasmin. Terceiro Nome, 2006. DADÁ. José Umberto Dias. Salvador - BA, 1989. DICIONÁRIO BIOGRÁFICO: CANGACEIROS & JAGUNÇOS. Renato Luis Bandeira. Salvador. 2ª ed. 2015; GUERREIROS DO SOL. Frederico Pernambucano de Mello. Recife, 1985; LAMPIÃO: AS MULHERES E O CANGAÇO – Antônio Amaury Correia de Araújo. São Paulo - SP, 1984; LAMPIÃO ALÉM DA VERSÃO: MENTIRAS E MISTÉRIOS DO ANGICO. Alcino Alves Costa. Aracaju – SE. 1999; MARIA BONITA: A TRAJETÓRIA GUERREIRA DA RAINHA DO CANGAÇO. João de Sousa Lima. Paulo Afonso – BA. 2005.

Kydelmir Dantas, autor.
Poeta e Escritor, Sócio da SBEC
Conselheiro Cariri Cangaço 

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LAMPIÃO E MOSSORÓ: ANATOMIA DE UMA DERROTA...

Por Volta Seva

LAMPIÃO E MOSSORÓ: ANATOMIA DE UMA DERROTA é o novo trabalho do pesquisador Sérgio Dantas e será publicado em breve. A previsão é início do mês de julho de 2025.

Trata-se do aperfeiçoamento do seu primeiro livro, lançado há exatos vinte anos. Não é, porém, uma continuação deste e também não é uma nova edição. Trata-se de um livro inteiramente novo.

Como o leitor perceberá, as duas obras se complementam; se harmonizam. Na primeira se conta uma história; na segunda, são analisados alguns aspectos desta mesma história, porém cotejados com pontos que foram reputados pelo autor como curiosos, ou até mesmo questionáveis, ou ainda, pitorescos e que foram colocados no enredo de algumas interpretações surgidas em períodos posteriores ao LAMPIÃO NO RIO GRANDE DO NORTE – A HISTÓRA DA GRANDE JORNADA.

Este novo livro faz uma análise crítica do que aconteceu no Estado do Rio Grande do Norte naqueles idos de 1927. Tudo bem fundamentado, referenciado e submetido à crítica histórica. Tudo escrito às claras - sem se recorrer a indagações sem fim, a malabarismos históricos, a suposições sem lastro fático, a ‘verdades’ criadas. Trata-se de um texto que é resultado da comparação e análise sistemática das provas disponíveis, além de um estudo profundo da bibliografia pertinente, da tradição oral (muitas vezes questionável), documentos públicos e de centenas de notícias de jornal sobre os episódios ocorridos aqui no Rio Grande do Norte entre os meses de maio e junho de 1927.

Algumas lacunas históricas são supridas neste trabalho. É ele, em grande parte, o resultado de novas pesquisas feitas pelo autor - estas já iniciadas nos meses seguintes à publicação do primeiro livro em 2005 (Em “campo” foram repetidas algumas entrevistas e colhidos mais de uma dezena de depoimentos de outras pessoas às quais não estavam acessíveis em outras ocasiões).

O texto é racional, direito e revela o equilíbrio de quem não tem qualquer interesse político, familiar ou pessoal no enredo.

O livro será publicado sem "pré-vendas" e oportunamente será informado o valor do exemplar e onde adquirir.

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