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quarta-feira, 22 de junho de 2022

CANGACEIRO "LUIZ PEDRO" - BIOGRAFIA.

 Por Cangaçologia

https://www.youtube.com/watch?v=4jEV1u128_Y&t=7s&ab_channel=Canga%C3%A7ologia

Um dos cangaceiros mais leais e o que maior tempo permaneceu ao lado de Lampião. Participou de momentos importantes do cangaço da era lampiônica. Encontrou-se com a morte no dia 28 de julho de 1938 na Grota do Angico no momento do ataque da Força Policial alagoana, comandada pelo então Tenente João Bezerra, ao lado de Lampião, Maria Bonita e outros nove companheiros de cangaço. 

Luiz Pedro.

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A CRUELDADE DO CANGACEIRO ÂNGELO ROQUE

 Por Cangaço Eterno

https://www.youtube.com/watch?v=ETe1SambgtU&ab_channel=Canga%C3%A7oEterno

Mais uma vez usando o livro do compadre Sandro Lee " Paulo Afonso, Histórias e Roteiros do Cangaço" apresento mais um episódio pouco comentado da história cangaceira e desta vez damos ênfase as CRUELDADES de Ângelo Roque o temido Labareda. #lampião #cangaço #cangaceiros

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LAMPIÃO E O ELO COM A FAMÍLIA THEODORO DE SÃO CAETANO DO NAVIO, PERNAMBUCO.

 Por Cangaçologia

https://www.youtube.com/watch?v=K2NDe_Q2Pgg&list=RDCMUCDyq1zxmnRuBBBBK-2Tagfg&index=2&ab_channel=Canga%C3%A7ologia

OS MELHORES LIVROS SOBRE OS TEMAS CANGAÇO E NORDESTE VOCÊS ENCONTRAM AQUI: https://www.lojaodonordeste.com

Lampião em suas andanças pelos sertões do Nordeste conquistou aliados e desafetos. Em São Caetano do Navio (Betânia/PE), palco da nossa gravação, ele dividiu a população em prós e contras, assim como a opinião popular. Nessa localidade o cangaceiro-mor esteve por diversas vezes e um de seus contatos na região era com o fazendeiro Theodoro Branco, que tempos antes o auxiliou a fugir de uma perseguição policial, ainda que contra vontade, passando a ter a partir desse momento a admiração, o respeito de Lampião que sempre que possível o procurava quando em viagens por aquelas bandas.
Para que o texto não fique muito cansativo eu vou deixar que os próprios descendentes de Theodoro Branco contem essa história para vocês. Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. INSCREVAM-SE no canal e ATIVEM O SINO para receber todas as nossas atualizações e publicações. Forte abraço! Atenciosamente:

Geraldo Antônio de S. Júnior - Criador e administrador dos canais Cangaçologia, Cangaçologia Shorts e Arquivo Nordeste. Seja membro deste canal e ganhe benefícios: https://www.youtube.com/channel/UCDyq...

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THEODORO BRANCO. LAMPIÃO E O CANGAÇO EM SÃO CAETANO DO NAVIO, PERNAMBUCO.

Por Cangaçologia

https://www.youtube.com/watch?v=JT_NX4CoGKA&ab_channel=Canga%C3%A7ologia

São Caetano do Navio, distrito de Betânia no estado de Pernambuco, para quem não conhece, foi no passado um importante reduto de Lampião e seus comandados. Um lugarejo onde a população dividia-se entre amigos e inimigos, onde Lampião praticou roubos e assassinatos e sentia-se a vontade para agir e ditar as regras à população local.

Um lugar repleto de histórias e de personagens ainda pouco conhecidos na literatura cangaceira e nordestina a exemplo de Theodoro Branco, fundador da Vila de São Caetano, que teve um papel de destaque na história por ter sido, juntamente com seu pai João Branco, um dos desbravadores daquele pedaço de chão e também por ter mantido uma relação amistosa com Lampião que certamente colaborou para evitar maiores ataques e ações violentas por parte de Lampião e bando.
Conheçam a história. Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. INSCREVAM-SE no canal e ATIVEM O SINO para receber todas as nossas atualizações e publicações. Forte abraço! Atenciosamente: Geraldo Antônio de S. Júnior - Criador e administrador dos canais Cangaçologia, Cangaçologia Shorts e Arquivo Nordeste. Seja membro deste canal e ganhe benefícios:

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VAMOS CONHECER A PEDRA DE LAMPIÃO NO MUNICÍPIO DE SERRA TALHADA PERNAMBUCO.

 Por Mamoeiro

https://www.youtube.com/watch?v=IZg66PeUx7c&ab_channel=Sert%C3%A3oMamoeiro

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PAULO DINIZ | O QUE NUNCA TE CONTARAM SOBRE ELE

 Por Brega Retrô Original

https://www.youtube.com/watch?v=HW0ok3l9ow8&ab_channel=bregaretr%C3%B4original

PAULO DINIZ Essa é uma homenagem feita de coração para Paulo Diniz, um dos grandes artistas do Brasil, feita pelo Dj Dan Neri. PAULO DINIZ | O QUE NUNCA TE CONTARAM SOBRE ELE Roteiro: Fabrício Nunes

NOSSAS REDES SOCIAIS https://www.instagram.com/bregaretro/ https://www.facebook.com/BREGARETRO https://twitter.com/BregaRetro

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LUTO MORRE PAULO DINIZ, COMPOSITOR E CANTOR DO SUCESSO 'PINGOS DE AMOR'

Por Vitória Floro

Canções de Paulo Diniz foram interpretadas por Clara Nunes, Emílio Santiago, Simone e outros - FOTO: Max Levay/Divulgação

Foi divulgada nesta quarta-feira (22), a morte do cantor e compositor Paulo Diniz. A informação foi confirmada por meio do radialista Geraldo Freire, na Rádio Jornal.

Paulo Lira de Oliveira, conhecido artisticamente como Paulo Diniz, nasceu em Pesqueira, município situado no agreste de Pernambuco. Ele tinha 82 anos.

A causa da morte ainda não foi divulgada. No entanto, o artista passou os últimos anos de vida lutando contra uma esquistossomose, doença que contraiu enquanto tomava banho de rio no interior de Minas Gerais e que demorou a se manifestar.

De acordo com entrevista realizada para o portal O Tempo, em 2020, o cantor precisava de uma cadeira de rodas para se locomover devido a uma paralisia dos membros inferiores, consequência da doença.

“Estou acamado, doente pra cacete, mas com a cabeça boa, não sei mais quanto tempo vou viver”, relatou o cantor ainda em 2020, para o portal O Tempo.

Ele também estava realizando sessões frequentes de hemodiálise. Na época, Diniz morava em um apartamento no bairro de Boa Viagem, em Recife, acompanhado de sua esposa e dois cuidadores.

https://radiojornal.ne10.uol.com.br/noticia/2022/06/15029919-morre-paulo-diniz-compositor-e-cantor-do-sucesso-pingos-de-amor.html

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COMO ESTÁ O 8 BAIXO DE JANUÁRIO, 75 ANOS DE LUIZ GONZAGA 🎂EXU-PE

 Por Gente decente viajando

https://www.youtube.com/watch?v=EbL58FsNgKM&ab_channel=GENTEDECENTEVIAJANDO

Severino Januário toca nos 8 baixos como o pai. Ele irmão de Luiz Gonzaga como todos de sua casa são músicos do bom.

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LAMPIÃO FOI CONVENCIDO A ATACAR MOSSORÓ

 Por José de Paiva Rebouças


O coronel Isaías Arruda usou o assalto de Massilon a Apodi para convencer Lampião a invadir Mossoró, embora, desde o começo, o cangaceiro desconfiasse que a ideia não era vantajosa.

O coronel Isaías Arruda foi incentivador da entrada de Lampião a Mossoró.

Gozando de bastante prestígio, o chefe político de Missão Velha a 50 km de Aurora - tinha ganho o apoio do próprio governo cearense para derrotar, como quisesse, seus adversários. A sua fama de valente era reforçada pelo envolvimento com o cangaço. Atraía para suas fazendas tanto bandidos como homens da lei.


José Moreira da Rocha - http://www.fortalezanobre.com.br/2014/09/jose-moreira-da-rocha-o-desembargador.html

Lampião recuava dizendo não conhecer o Rio Grande do Norte, onde não tinha nem coiteiros, nem inimigos. Mas a pressão de Arruda e a promessa de riqueza em Mossoró encheu os olhos do cangaceiro. 

http://www.fortalezanobre.com.br/2014/09/jose-moreira-da-rocha-o-desembargador.html

Finalmente se decidiu. "Vou, na primeira oportunidade, mas coronel tem que arranjar bastante munição", narra Sérgio Dantas.

http://lampiaoaceso.blogspot.com/2011/10/prazer-em-conhecer-lampiao-aceso.html

Arruda organizou a empreitada. Discutiu com Lampião o itinerário e apoio logístico para o retorno ao Ceará e arregimentou a munição prometida. Virgolino, por sua vez, conseguiu mais homens, agregando ao seu os grupos de Sabino, Jararaca e João Vinte e Dois, somando cerca de 70 capangas. Massilon daria a direção dos trechos principais.

Continuarei amanhã.

Fonte - Revista Brava Gente  do Jornal de fato.com 

Página 14

Mês Junho de 2022.

Digitado e Ilustrado por José Mendes Pereira - administrador deste blog.

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terça-feira, 21 de junho de 2022

A CASA QUE A FOME MORA

Por Antonio Francisco

 


A casa que a fome mora

Eu de tanto ouvir falar
Dos danos que a fome faz,
Um dia eu saí atrás
Da casa que ela mora. 
Passei mais de uma hora
Rodando numa favela
Por gueto, beco e viela,
Mas voltei desanimado,
Aborrecido e cansado.
Sem ter visto o rosto dela.

Vi a cara da miséria
Zombando da humildade,
Vi a mão da caridade
Num gesto de um mendigo
Que dividiu o abrigo,
A cama e o travesseiro,
Com um velho companheiro
Que estava desempregado,
Vi da fome o resultado,
Mas dela nem o roteiro.

Vi num barraco de lona
Um fio de esperança,
Nos olhos de uma criança,
De um pai abandonado,
Primo carnal do pecado,
Irmão dos raios da lua,
Com as costas seminuas
Tatuadas de caliça,
Pedindo um pão de justiça
Do outro lado da rua. 

Vi o orgulho ferido
Nos braços da ilusão
Vi pedaços de perdão
Pelos iníquos quebrados,
Vi sonhos despedaçados
Partidos antes da hora,
Vi o amor indo embora,
Vi o tridente da dor,
Mas nem de longe via a cor
Da casa que a fome mora. 

Vi a gula pendurada
No peito da precisão
Vi a preguiça no chão
Sem ter força de vontade
Vi o caldo da verdade
Fervendo numa panela
Dizendo: "Aqui ninguém come!" 
Ouvi os gritos da fome,
Mas não vi a boca dela. 

Passei a noite acordado 
Sem saber o que fazer,
Louco, louco pra saber
Onde a fome residia
E por que naquele dia
Ela não foi na favela?
E qual o segredo dela,
Quando queria pisava,
Amolecia e matava
E ninguém matava ela? 

No outro dia eu saio
De novo à procura dela, 
Mas não naquela favela,
Fui procurar num sobrado
Que tinha do outro lado
Onde morava um sultão.
Quando eu pulei o portão
Eu vi a fome deitada
Em uma rede estirada
No alpendre da mansão.

Eu pensava que a fome
Fosse magricela e feia,
Mas era uma sereia
De corpo espetacular
E quem iria culpar
Aquela linda princesa
De tirar o pão da mesa
Dos subúrbios da cidade
Ou pisar sem piedade
Numa criança indefesa?

Engoli três vezes nada 
E perguntei: O seu nome?
Respondeu-me: Sou a fome
Que assola a humanidade,
Ataco vila e cidade,
Deixo o campo morimbundo,
Eu não descanso um segundo
Atrofiando e matando,
Me escondendo e zombando 
Dos governantes do mundo. 

Me alimento das obras
Que são superfaturadas,
Das verbas que são guiadas
Pros bolsos dos marajás
E me escondo por trás
Da fumaça do canhão,
Dos supérfluos da mansão,
Na soma dos desperdícios,
Na queima dos artifícios
Que cega a população.

Tenho pavor da justiça
E medo da igualdade,
Me banho na vaidade
Da modelo desnutrida
Da renda mal dividida
Na mão do cheque sem fundo,
Sou pesadelo profundo
Do sonho do boia fria
E almoço todo dia
Nos cinco estrelas do mundo. 

Se vocês continuarem
Me caçando nas favelas,
Nos lamaçais das vielas,
Nunca vão me encontrar
E eu vou continuar
Usando o terno xadrez
Metendo a bola da vez,
Atrofiando e matando,
Me escondendo e zombando 
Da burrice de vocês.

(Antônio Francisco T. de Mello)

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APAGANDO O LAMPIÃO VIDA E MORTE DO REI DO CANGAÇO

Veja se o professor Pereira ainda o tem. 

franpelima@bol.com.br

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GRANDE NOITE DE CONFERÊNCIAS E LANÇAMENTOS NO ENCERRAMENTO DO CARIRI CANGAÇO PAULO AFONSO 2022

 

A terceira e última noite de Cariri Cangaço Paulo Afonso, no dia 26 de Março de 2022, trouxe ao público presente ao Auditório da Escola João Bosco Ribeiro, as Conferências; "Lugares de Memória como Testemunho do Cangaço das Mulheres Paulo Afonsinas", com a recém empossada Conselheira Cariri Cangaço, Luma Holanda e "A Ação das Volantes Baianas contra o Cangaço" com o também recém empossado Conselheiro Cariri Cangaço, Tenente Coronel Raimundo Marins.

Célia Maria e Quirino Silva

Antes mesmo das Conferencias e Lançamentos da noite de encerramento, tivemos as apresentações artísticas do casal Célia Maria e Quirino Silva, em mais uma performance musical onde desponta a arte e o talento desses extraordinários artistas. Em seguida o público presente foi brindado com a apresentação de uma das mais festejadas artistas do sertão baiano e do nordeste; Rita Pinheiro, a Garimpeira da Cultura, que emocionou a todos numa peculiar apresentação teatral.

Rita Pinheiro, a Garimpeira da Cultura
Lugares de Memória com Luma Holanda, Conselheira Cariri Cangaço

A partir de uma pesquisa apurada, a pesquisadora Luma Holanda; à exemplo do trabalho desenvolvido a partir de dissertação que analisou o papel de Jesuíno Brilhante no Cangaço e seus possíveis lugares de memória enquanto representações de um passado que se faz presente na memória social, através da Geografia das Representações; traz a mesma disposição aos cenários pauloafonsinas e principalmente tendo como objeto de pesquisa as  mulheres de Paulo Afonso que entraram no cangaço.

Nadja Claudino, Neli Conceição, João de Sousa, dona Maria Sonia, 
Manoel Severo e Celia Maria
João de Sousa, dona Maria Sonia e Manoel Severo
Nadja Claudino, Neli Conceição, João de Sousa e dona Maria Sonia
Luma Holanda no Cariri Cangaço Paulo Afonso 2022

"Tanto história oral, memória e imaginário quanto representações, se organizaram e se manifestaram numa multiplicidade de linguagens, dentro da história do Cangaço e em Paulo Afonso e suas mulheres cangaceiras não são diferentes. Assim, no que tange aos aspectos metodológicos, a História Oral e o Imaginário Social forneceram elementos que nos possibilitaram melhor compreensão das produções de sentido inerentes ao caráter social dessas mesmas representações" revela Luma Holanda.

"As Volantes Baianas contra o Cangaço" com Raimundo Marins
Conselheiro Cariri Cangaço

Raimundo Marins trouxe ao público presente no Cariri Cangaço Paulo Afonso 2022, um trabalho dedicado e exaustivo de pesquisa, especialmente aos arquivos oficiais da Polícia Militar do Estado da Bahia, quando garimpou um conjunto extraordinário de documentos que revelavam "o dia a dia da tropa" refletindo todas as preocupações e determinação das volantes baianas no combate ao banditismo rural, notadamente dos cangaceiros.

Raimundo Marins no Cariri Cangaço Paulo Afonso 2022

"Nos dedicamos com muito zelo e responsabilidade na busca por elementos que nos ajudassem a compreender melhor a ação das forças públicas da Polícia Militar da Bahia no combate ao cangaço, e encontramos um vasto e rico material, inclusive muitas e variadas curiosidades que hoje compartilhamos com os amigos do Cariri Cangaço" confirma Raimundo Marins.

Raimundo Marins, Archimedes Marques, Manoel Severo, Moacir Assunção

Raimundo Marins, Archimedes Marques, Manoel Severo, Moacir Assunção e Gilmar Teixeira
Archimedes Marques, Manoel Severo, Moacir Assunção e Gilmar Teixeira

A noite de encerramento do Cariri Cangaço Paulo Afonso 2022 ainda guardava a apresentação dos pesquisadores; Archimedes Marques e o lançamento de mais um volume de sua obra máxima "Lampião e Historiografia de Sergipe - Vol 3" , Moacir Assunção e o festejado "Os Homens que Mataram o Facínora"; em nova edição; e Gilmar Teixeira com a esperada segunda edição de "Quem Matou Delmiro Gouveia?"

Archimedes Marques e "Lampião na Historiografia de Sergipe - Vol 3"

Archimedes Marque presidente da ABLAC e Conselheiro Cariri Cangaço, fez o lançamento do mais novo volume de sua obra máxima "Lampião e Historiografia de Sergipe" em seu terceiro volume, e relata: "Foram 12 anos de intensa pesquisa sobre o tema cangaço quando consegui reunir um farto material que certamente dará para chegar ao quinto volume, e neste noite aqui no Cariri Cangaço Paulo Afonso estamos lançando o terceiro; assim penso estar contribuindo com a preservação dessa história que nunca deixa de ser remendada, afinal de contas, o seu líder maior, o cangaceiro Lampião, não passou de um atroz bandido para multidões, mas também de uma espécie de justiceiro para tantos outros”.

Moacir Assunção e "Os Homens que Mataram o Facínora

O segundo lançamento da noite recebeu o jornalista, pesquisador e escritor, Moacir Assunção, lançando seu festejado "Os Homens que Mataram o Facínora" em sua nova edição. Moacir Assunção ressaltou a "imensa satisfação de estar pela primeira vez participando de um Cariri Cangaço, iniciativa que acompanho há muitos anos, respeitando e admirando muito o trabalho de Severo e de todos os amigos." Assunção revela que a obra traz em sua essência o objetivo de “tirar das coxias da história personagens como Zé Saturnino, Zé Lucena, João Bezerra, Davi Jurubeba e Mané Neto, dentre outros, na verdade são personagens que passaram toda a existência como secundários dentro da história do cangaço, quando foram verdadeiramente protagonistas." A nova edição traz ainda um novo capítulo traçando um paralelo entre as "táticas do cangaço e de resistência das autoridades há 80 anos com as dos dias atuais", o trabalho de Assunção traz reflexões que comparam a atuação de Lampião com a dos atuais líderes do crime organizado e dos traficantes de drogas como também os episódios recentes que remetem à existência do chamado ‘Novo Cangaço'

Gilmar Teixeira e "Quem Matou Delmiro Gouveia?"

O terceiro lançamento da noite trouxe o pesquisador e escritor Gilmar Teixeira de Feira de Santana com a polêmica e aguardada segunda edição de "Quem Matou Delmiro Gouveia?" Para o autor, "continuamos a saga para aprofundar e trazer luz à esse que foi um dos mais polêmicos episódios do começo do século passado, quando um dos mais ousados empreendedores da história do nordeste, Delmiro Gouveia é alvejado a bala na varanda de seu chalé, no final da tarde, na localidade de Pedra, atual município de Delmiro Gouveia" e continua Gilmar, "Essa segunda edição, lançada na noite de hoje, traz muitas outras novidades que nos ajudarão a construir o quebra-cabeça da elucidação do assassinato de Delmiro, tivemos o cuidado de mais uma vez confrontar todos os depoimentos e notícias da época, rebuscamos episódios não relatados e ainda despercebidos , enfim, hoje trazemos com humildade o resultado desse trabalho aos amigos do Cariri Cangaço e de todo o Brasil."

Palavras de agradecimento de João de Sousa Lima, 
anfitrião do Cariri Cangaço Paulo Afonso
Dr Juliano Medeiros e os agradecimentos ao Cariri Cangaço

Encerrando toda a programação do Cariri Cangaço Paulo Afonso 2022, o anfitrião e presidente da Comissão Organizadora, Conselheiro Cariri Cangaço, João de Sousa Lima em suas palavras finais agradeceu em nome da equipe e em nome da cidade de Paulo Afonso a todos os presentes a "esse que sem dúvidas foi um dos maiores eventos com a marca Cariri Cangaço" e que "veio consolidar Paulo Afonso como um dos maiores destinos para o turismo cultural, histórico e de conhecimento, do Brasil", em seguida usou a palavra o médico e empresário Dr Juliano Medeiros, que ressaltou a grandeza do Cariri Cangaço como também a imensa vocação de Paulo Afonso para o turismo.

Moacir Assunção e Manoel Severo
João de Sousa e Felipe
Conselheiro Cariri Cangaço Mucio Procópio e Camilo Lemos
Herton Cabral, Ivanildo Silveira e Josué Santana
Bismarck Oliveira e Neli Conceição; Leticia e Felipe; Leonardo Gominho e Valdir Nogueira; Capitão Quirino e Jurivaldo
Padre Agostinho, capelão do Cariri Cangaço e Felipe Teles
Gerivanio e Manoel Severo
Ciço do Pife e Beto Patriota
Raimundo Marins e Junior Almeida

Terceira Noite de Cariri Cangaço Paulo Afonso, 26 de Março de 2022

https://cariricangaco.blogspot.com/2022/06/grande-noite-de-conferencias-e.html

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