Por José G. Diniz
Se todos somos iguais
Neste precioso dia
Que o pai transmita aos pais
A mais perfeita harmonia.
https://www.facebook.com/josegomesd
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por José G. Diniz
Se todos somos iguais
Neste precioso dia
Que o pai transmita aos pais
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Por Hélio Xaxá
Autor: José Di Rosa Maria
Por Célia Maria Silva
Do maravilhoso livro: O Cangaceiro X O Padre, obra do grande escritor e amigo Bismarck Martins de Oliveira, veio a inspiração para a história em cordel pela Cordelista Célia Maria. Trata da última passagem de Antonio Silvino pela cidade de Pocinhos na Paraíba em 28 de novembro de 1914.
Vale a pena adquirir pelo email:
cellia2012@gmail.com
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Por José Tavares de Araújo Neto
Pedrinho de Pedrão, amigo desde a adolescência, ja naqueles tempos nos falava de Ulysses Liberato que ouvia de seu pai Pedrão Adonias, um apaixonado pelas histórias de cangaceiros.
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Por Guilherme Machado
Livro novo na praça... Luiz Gonzaga e a Bahia seus Shows e suas Aventuras. Autor Guilherme Machado. Adquira o seu (75) 99248-4502 Zap.
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Por José Di Rosa Maria
Cordel apropriado para sala de aula (Pesquisa).
Fale com o autor através da sua página no facebook:
facebook: José Di Rosa Maria.
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Por Ricardo Beliel.
Por Rangel Alves da Costa.
O ÚLTIMO ZABELÊ.
Adquira antecipadamente o seu livro. Contato com o autor pelo Cel/Whats (79)
99830-5644.
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Por Rangel Alves da Costa
Nesta manhã de sábado
12 de agosto, em Poço Redondo, ao lado do amigo João Batista, o Joãozinho,
filho legítimo do casal de cangaceiros Canário e Adília. Joãozinho reside em
Brasília, mas de vez quando vem ao sertão sergipano reencontrar familiares e
amigos. Seus pais eram também de Poço Redondo.
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Por Célia Maria Silva
"Como se forja um Cangaceiro" Cordel de Célia Maria. Você
vai conhecer toda a saga desse personagem Nordestino em cordéis, e em livros no
Cariri Cangaço Serra da Borborema na cidade de Gurjão - PB. Dia 19 de agosto de
2023. Chegue cedo! Será um grande Seminário!
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Por Manoel Severo
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Por José Bezerra Lima Irmão
Diletos amigos estudiosos da saga do Cangaço.
Nos onze anos que passei pesquisando para escrever “Lampião – a Raposa das Caatingas” (que já está na 4ª edição), colhi muitas informações sobre a rica história do Nordeste. Concebi então a ideia de produzir uma trilogia que denominei NORDESTE – A TERRA DO ESPINHO.
Completando a trilogia, depois da “Raposa das Caatingas”, acabo de publicar duas obras: “Fatos Assombrosos da Recente História do Nordeste” e “Capítulos da História do Nordeste”.
Na segunda obra – Fatos Assombrosos da Recente História do Nordeste –, sistematizei, na ordem temporal dos fatos, as arrepiantes lutas de famílias, envolvendo Montes, Feitosas e Carcarás, da zona dos Inhamuns; Melos e Mourões, das faldas da Serra da Ibiapaba; Brilhantes e Limões, de Patu e Camucá; Dantas, Cavalcanti, Nóbregas e Batistas, da Serra do Teixeira; Pereiras e Carvalhos, do médio Pajeú; Arrudas e Paulinos, do Vale do Cariri; Souza Ferraz e Novaes, de Floresta do Navio; Pereiras, Barbosas, Lúcios e Marques, os sanhudos de Arapiraca; Peixotos e Maltas, de Mata Grande; Omenas e Calheiros, de Maceió.
Reservei um capítulo para narrar a saga de Delmiro Gouveia, o coronel empreendedor, e seu enigmático assassinato.
Narro as proezas cruentas dos Mendes, de Palmeira dos Índios, e de Elísio Maia, o último coronel de Alagoas.
A obra contempla ainda outros episódios tenebrosos ocorridos em Alagoas, incluindo a morte do Beato Franciscano, a Chacina de Tapera, o misterioso assassinato de Paulo César Farias e a Chacina da Gruta, tendo como principal vítima a deputada Ceci Cunha.
Narra as dolorosas pendengas entre pessedistas e udenistas em Itabaiana, no agreste sergipano; as façanhas dos pistoleiros Floro Novaes, Valderedo, Chapéu de Couro e Pititó; a rocambolesca crônica de Floro Calheiros, o “Ricardo Alagoano”, misto de comerciante, agiota, pecuarista e agenciador de pistoleiros.
......................
Completo a trilogia com Capítulos da História do Nordeste, em que busco resgatar fatos que a história oficial não conta ou conta pela metade. O livro conta a história do Nordeste desde o “descobrimento” do Brasil; a conquista da terra pelo colonizador português; o Quilombo dos Palmares.
Faz um relato minucioso e profundo dos episódios ocorridos durante as duas Invasões Holandesas, praticamente dia a dia, mês a mês.
Trata dos movimentos nativistas: a Revolta dos Beckman; a Guerra dos Mascates; os Motins do Maneta; a Revolta dos Alfaiates; a Conspiração dos Suassunas.
Descreve em alentados capítulos a Revolução Pernambucana de 1817; as Guerras da Independência, que culminaram com o episódio do 2 de Julho, quando o Brasil de fato se tornou independente; a Confederação do Equador; a Revolução Praieira; o Ronco da Abelha; a Revolta dos Quebra-Quilos; a Sabinada; a Balaiada; a Revolta de Princesa (do coronel Zé Pereira),
Tem capítulo sobre o Padre Cícero, Antônio Conselheiro e a Guerra de Canudos, o episódio da Pedra Bonita (Pedra do Reino), Caldeirão do Beato José Lourenço, o Massacre de Pau de Colher.
A Intentona Comunista. A Sedição de Porto Calvo.
As Revoltas Tenentistas.
Quem tiver interesse nesses trabalhos, por favor peça ao Professor Pereira – ZAP (83)9911-8286. Eu gosto de escrever, mas não sei vender meus livros. Se pudesse dava todos de graça aos amigos...
Vejam aí as capas dos três livros:

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Clerisvaldo B. Chagas, 8 de agosto de 2023
Escritor
Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.942
Difícil era se
deslocar do Sertão para Palmeira dos Índios e Maceió. Qualquer coisa
que se precisasse em Palmeira dos Índios, a viagem seria feita através de
caminhão, ou na boleia ou na carroceria igual a qualquer amontoado de algodão,
de suínos ou de carvão. Enfrentar uma estrada poeirenta e esburacada no verão e
cheia de atoleiros no inverno, era coisa humilhante e sem esperanças. Houve
época que para se chegar a Maceió, após o caminhão até Palmeira dos Índios, dormia-se
ali em qualquer hotel e, pela madrugada, ainda no escuro da cidade sem luz,
procurava-se a estação do trem para embarcar e partir via – cidade de Viçosa. E
olhe que já era um relativo conforto, pois antes do trem em Palmeira, fazia-se
o trajeto sertão até Viçosa a cavalo para dali embarcar no trem até a capital.
Quando o
asfalto chegou a Palmeira dos Índios (o primeiro do estado) no início dos anos
50, Surgiu também em Santana do Ipanema, uma ônibus, chamado naquela época de
“sopa”, e cujas bagagens viajavam no teto da sopa, parte externa, cobertas por
uma lona. Em Maceió o ponto final acontecia no famosíssimo “Hotel Lopes”,
vizinho a antiga praça da Faculdade de Direito. Em Santana do Ipanema, pontos
de saídas e chegadas eram diante da Igrejinha de Nossa Senhora Assunção (Bairro
Monumento) e na Pracinha do Centenário (Centro) onde havia uma bomba de
gasolina, três bancos sem encostos e um obelisco.
Mas em 1951, a
estrada de rodagem do governo havia cruzado Santana do Ipanema, rumo ao Alto
Sertão. Aproveitando a primeira ponte sobre o rio Ipanema, foi construída uma
barragem tendo como paredão a parte de baixo da referida ponte. A barragem
serviria para abastecer Santana que ainda não dispunha de água encanada. Quando
os operários (cassacos) do DNOCS – Departamento Nacional de Obras Contra a
Seca, terminaram a obra, muitos deles, de fora, quiseram permanecer na cidade,
no acampamento. Surgiu assim do acampamento, o Bairro Barragem que ainda hoje
permanece com esse nome. Surgiu, muitos anos depois, um filho da Barragem, por
trás do casario ao longo da rodagem, a que o povo denominou de Bairro Clima
Bom. Do outro da rodagem que era desabitado, surgiu um complemento moderno e
bonito do Bairro Barragem que até poderia ter recebido um nome novo de bairro.
Nenhum escritor registrou essas histórias, infelizmente. A propósito, os cassacos do DNOCS, ganhando pouco, diziam, soletrando e interpretando a siga da repartição: “Deus não olha cassaco sofrer”.
Por Helton Araújo
Com essa riquíssima obra do amigo, escritor e pesquisador João De Sousa Lima , desde já agradeço e indico o trabalho do mesmo.
Por Mundo das Novelas.
Há 116 anos, no dia 10 de agosto de 1907, nascia nas terras alagoanas o cangaceiro Corisco, o diabo loiro.
Biografia
Morte
Vida pessoal