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quarta-feira, 8 de março de 2017

XXIII EGEORN DIVULGA NORMAS CIENTÍFICAS DE PUBLICAÇÃO


NORMAS GERAIS PARA SUBMISSÃO DE TRABALHOS CIENTÍFICOS 

Para submissão de trabalhos científicos no XXIII Encontro Estadual de Geografia do RN (EGEORN), todos os autores e co-autores deverão inicialmente realizar sua inscrição no evento, disponível no site: https://contatoxxiiiegeorn.wixsite.com/xxiiiegeorn/inscricoes. 

Todos os autores e co-autores do(s) trabalho(s) científico(s) deverão realizar o pagamento correspondente ao valor da inscrição, e enviar o(s) comprovante(s) para o seguinte e-mail: xxiiiegeorn@gmail.com. No título do e-mail, com o comprovante de pagamento anexado, deve ser indicado o nome da pessoa, para facilitar a identificação pela comissão organizadora do evento. 

Tanto na modalidade Resumo Expandido ou Trabalho Completo somente o autor principal deve enviar o(s) arquivo(s) com o(s) trabalho(s) para o seguinte e-mail: xxiiiegeorn@gmail.com. Cada participante pode inscrever até 03 (três) trabalhos como autor principal no evento. O número máximo de autores por trabalho é de no máximo 05 (cinco) pessoas, incluindo o orientador. 

No título do e-mail, deve ser indicado a qual Grupo de Trabalho (GT) se destina o referido trabalho científico. Enviar os arquivos em formato Word, para posterior formatação dos ANAIS. Os trabalhos científicos devem ser digitados e organizados em modelo próprio, com timbre do evento, disponível para baixar no site: https://contatoxxiiiegeorn.wixsite.com/xxiiiegeorn. 

Essas regras terão validade para as duas modalidades de trabalhos científicos, seja para Resumo Expandido ou Trabalho Completo. Só serão publicados nos ANAIS, os trabalhos aprovados que forem apresentados durante o evento. 

COMISSÃO ORGANIZADORA DO XXIII EGEORN SEJAM TODOS (AS) BEM VINDOS (AS) 

NORMAS PARA RESUMOS EXPANDIDOS 

Os Resumos Expandidos devem conter a seguinte formatação: 
a) Fonte: Times New Roman:12; 
b) Espaçamento entre linhas: 1,5; 
c) Margens: 2,5 cm; 
d) Identificação do GT que está relacionado, alinhado a esquerda; 
e) Título: caixa alta, centralizado e em negrito; 
f) Auto (res), Instituição e e-mail alinhado à direita; 
g) Número máximo de autores por trabalho: (até 05 autores), incluindo o orientador; 
h) Todos os autores e co - autores devem realizar sua inscrição no evento; 
i) Corpo do texto: deve ser organizado com no mínimo 04 e no máximo 07 páginas, contendo introdução (incluindo os objetivos), metodologia, resultados, conclusões e referências. 
j) O proponente deve organizar todo o trabalho seguindo todas as regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); 
k) Elementos como, quadros, tabelas, gráficos, mapas, fotos e imagens diversas, devem ser inseridas ao longo do trabalho, de acordo com as regras da ABNT; 
l) As citações e as referências citadas devem seguir as normas da ABNT; m) O trabalho deve ser escrito numa linguagem culta, pois a Comissão Organizadora não se responsabiliza por erros ortográficos; 
n) A formatação do trabalho deve seguir rigorosamente as regras solicitadas pela organização do evento, pois os trabalhos que forem enviados com uma formatação diferentes não serão aprovados; 
o) Os trabalhos científicos devem ser digitados e organizados em modelo próprio, com timbre do evento, disponível para baixar no site; p) Apenas o autor principal deve enviar o arquivo com os trabalhos científico para o seguinte e-mail: xxiiiegeorn@gmail.com; 
q) Todos os autores e co-autores devem enviar o comprovante de pagamento scaneado para o seguinte e-mail: xxiiiegeorn@gmail.com; 
r) Os valores pagos não serão devolvidos, em hipótese alguma, mesmo que haja desistência do participante; 
s) Só serão publicados nos ANAIS do XXIII EGEORN, aqueles trabalhos científicos aprovados que forem apresentados durante o evento. 

NORMAS PARA TRABALHOS COMPLETOS 

Os Artigos devem conter a seguinte formatação: 

a) Fonte: Times New Roman:12; 
b) Espaçamento entre linhas: 1,5; 
c) Margens: 2,5 cm; 
d) Identificação do GT que está relacionado alinhado à esquerda; 
e) Título: caixa alta, centralizado e em negrito; 
f) Auto (res), Instituição e e-mail alinhado à direita; 
g) Resumo simples com no máximo 300 palavras; 
h) Três palavras-chave abaixo do resumo; 
t) Número máximo de autores por trabalho: (até 05 autores), incluindo o orientador; 
u) Todos os autores e co - autores devem realizar sua inscrição no evento; 
i) Corpo do texto: deve ser organizado com no mínimo 08 e no máximo 15 páginas, contendo resumo, introdução, elementos textuais com títulos, conclusões e referências; 
j) O proponente deve organizar o corpo do texto do trabalho seguindo todas as regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); 
k) Elementos como, quadros, tabelas, gráficos, mapas e figuras diversas, devem ser inseridas ao longo do trabalho, de acordo com as regras da ABNT; 
l) As citações e as referências citadas devem seguir as normas da ABNT; m) O trabalho deve ser escrito numa linguagem culta, pois a Comissão Organizadora não se responsabiliza por erros ortográficos; 
n) A formatação do trabalho deve seguir rigorosamente as regras solicitadas pela organização do evento, pois os trabalhos que forem enviados com uma formatação diferentes não serão aprovados; 
o) Os trabalhos científicos devem ser digitados e organizados em modelo próprio, com timbre do evento, disponível para baixar no site; p) Apenas o autor principal deve enviar o arquivo com os trabalhos científico para o seguinte e-mail: xxiiiegeorn@gmail.com; 
q) Todos os autores e co-autores devem enviar o comprovante de pagamento scaneado para o seguinte e-mail: xxiiiegeorn@gmail.com; 
r) Os valores pagos não serão devolvidos, em hipótese alguma, mesmo que haja desistência do participante; 
s) Só serão publicados nos ANAIS do XXIII EGEORN, aqueles trabalhos científicos aprovados que forem apresentados durante o evento.

OUTRAS INFORMAÇÕES IMPORTANTES: 

a) PRAZOS DE INSCRIÇÕES PRAZOS PARA INSCRIÇAO E SUBMISSÃO DE TRABALHOS https://contatoxxiiiegeorn.wixsite.com/xxiiiegeorn/inscricoes 

PERÍODO ATIVIDADE 

06 de março Início das Inscrições do Evento 

Até 23 de abril Envio do Resumo Expandido e/ou Trabalho Completo para o seguinte email: xxiiiegeorn@gmail.com 

24 a 30 de abril Apreciação pela Comissão Científica 02 de maio Resultado da Submissão de trabalhos 

31 de maio Término das Inscrições do Evento 

b) VALORES DE INSCRIÇÕES VALORES DE INSCRIÇÃO NO EVENTO – 07 a 09 de Junho de 2017 CATEGORIAS Geografia e/ou áreas afins 1ª. CHAMADA 2ª. CHAMADA Até dia 23/04/2017 

A partir do dia 24/04/2017 Alunos (as) de graduação ou nível técnico R$ 25,00 R$ 30,00 Alunos (as) de pós-graduação R$ 30,00 R$ 35,00 Professores (as) do Ensino Básico e/ou Profissionais R$ 40,00 R$ 50,00 Docentes do Ensino Superior ou Ensino Técnico R$ 50,00 R$ 60,00 

DADOS PARA PAGAMENTO DAS INSCRIÇÕES 

O pagamento deve ser efetuado através de transferência bancária ou pagamento direto no Caixa (Pessoa Física). Não serão aceitos os comprovantes de depósito efetuados via envelope, emitidos por caixas eletrônicos. Após efetuar o pagamento, você deve scanear o comprovante e enviar para o e-mail do evento. Somente após a confirmação do pagamento, o participante terá sua inscrição consolidada. 

E-MAIL: xxiiiegeorn@gmail.com. 

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL – CONTA POUPANÇA NOME DO FAVORECIDO: JOSÉLIA CARVALHO DE ARAÚJO 

Agência: 0035 Variação: 013 Conta poupança: 6354-4 

ATENÇÃO: Os professores do ensino básico, colaboradores do estágio supervisionado em Geografia do Campus Central da UERN no semestre 2016.2, terão as inscrições gratuitas no evento; 

c) CONTATOS DO EVENTO Contatos Temáticas xxiiiegeorn@gmail.com Envio de trabalhos científicos e comprovantes de pagamento dos valores de inscrição Identificar o título do e-mail: Envio de trabalho científico ou comprovante de pagamento. 

contato.xxiiiegeorn@gmail.com Dúvidas em geral acerca da realização do evento 3315-2193 Telefone do Departamento de Geografia da UERN.

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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QUEM TINHA MAIS CORAGEM NO QUE SE REFERE À TRAIÇÃO, O CANGACEIRO CONQUISTADOR, OU A CANGACEIRA CONQUISTADA?

Por José Mendes Pereira

Muito difícil de uma explicação, porque o risco que corria o pau, corria o machado, mas, se analisarmos bem direitinho, a cangaceira conquistada era mais corajosa do que o cangaceiro conquistador.

No mundo cangaceiro do Nordeste Brasileiro os pesquisadores e escritores registraram algumas traições de cangaceiras, e até hoje, não se sabe o porquê de suas traições, vez que elas sabiam que no livro de código criado pelo proprietário da “Empresa de Cangaceiros Lampiônica & Cia”, o rei do cangaço e respeitado capitão Lampião, a mulher, de forma alguma, podia trair o seu companheiro, enquanto estivesse fazendo parte da sua empresa. Se desrespeitasse o código da empresa, seria severamente punida, e a punição, nada mais era ser assassinada pelo seu companheiro, ou pelos seus colegas que pertenciam à empresa.

Tenho notícias de algumas traições de cangaceiras e findaram sendo mortas pelos seus companheiros. Uma delas foi a Lili.

Segundo o escritor Alcino Alves Costa - http://cariricangaco.blogspot.com.br/2012/01/existia-amor-no-cangaco-por-alcino.html - após ser companheira de Lavandeira e de Mané Moreno, a caboclinha do Juá, lá na vastidão do Raso da Catarina, se acamaradou com o temido cangaceiro Moita Braba. Mesmo assim, sabendo que seu companheiro era portador de uma periculosidade extremada, Lili não temeu em coabitar com o cangaceiro Pó-Corante. Eis que um dia ao retornar de mais uma razia, ao chegar ao coito, Moita Braba encontrou a sua Lili nos braços de Pó-Corante. O desalmado cangaceiro não pestanejou, puxou sua arma e disparou vários tiros em sua infeliz e traidora companheira, matando-a instantaneamente.

Àquela vida vivida e sofrida pelas mulheres dentro dos serrados e sem liberdade fez com que algumas delas deixassem de amar os seus companheiros, e tentaram amenizar esta solidão nos braços de outros homens, assim fez a cangaceira Lídia que se apaixonou pelo cangaceiro Bem-te-vi, e vez por outra os dois escapuliam em direção às matas, pra viveram um romance amoroso, até que um cangaceiro de alcunha Coqueiro descobriu e não quis calar, revelando ao seu companheiro Zé Baiano, e sem perdão, ele a assassinou no coito a pauladas.

Um outro caso registrado foi o amor vivido pela cangaceira Cristina que era companheira do cangaceiro Português. Esta o traiu com o cangaceiro Gitirana, mas foi castigada, foi assassinada a facadas por Luiz Pedro, Candeeiro e Vila Nova.

Afirmam os historiadores que Maria de Pancada era a que mais traía o seu companheiro Pancada. Era fogosa ao estremo, e viu, gostou, já estava preparada para um novo acasalamento. Não temia um tico o seu companheiro que vivia mal-humorado. Ela não estava nem aí. Também existem informações que a dona Dulce Menezes também teria traído o seu companheiro Criança, mais isso aconteceu quando não estavam mais no cangaço.


E Maria Bonita traía o seu companheiro o rei Lampião?

Existem histórias fundidas por pessoas que não têm nenhum compromisso com a verdade, afirmando que Maria Bonita tinha caso amoroso com o cangaceiro Luiz Pedro, mas todos os remanescentes de Lampião quando eram entrevistados pelos pesquisadores, escritores, repórteres e jornalistas sobre esta possível traição, as respostas eram sempre as mesmas que: em nenhum momento Maria Bonita traiu Lampião com o cangaceiro Luiz Pedro, e muito menos com nenhum deles. E ainda respondiam que todos os cangaceiros respeitavam muito Maria Bonita. Quando falavam diretamente com ela a chamavam de dona Maria, e quando se referiam a ela, chamavam-na de dona Maria do Capitão. 

Não precisa mais duvidar de quem com ela conviveu. Todos poderiam até mentirem e criarem conversas não existentes, já que ela não mais existia. Mas não! Eles respondiam só afirmando o respeito que  toda cangaceirada tinha com Maria Bonita.  

Durante muitos anos eu trabalhei na Escola Estadual José Martins de Vasconcelos aqui em Mossoró, com o pastor Antonio Teixeira, e que sempre ele me dizia: “O homem quando sai da casa de uma "adúltera", e se ele cheirar o colarinho da sua camisa, tem cheiro de defunto, de velório”. Não todos, mas em alguns casos, têm! É o caso destas mulheres que mesmo sabendo que a coisa poderia se tornar em mortes, defuntos, mesmo assim, elas traíram os seus companheiros. 

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NESTE DIA INTERNACIONAL DA MULHER... MINHA HOMENAGEM AS MULHERES MOSSOROENSES NA HISTÓRIA

Por Kydelmir Dantas

1
Pioneirismo feminino
Em Mossoró teve tino
Para mudar o destino.
Com panelas, paus, colheres
Contra o alistamento forte
No Rio Grande do Norte
Houve o ‘MOTIM DAS MULHERES’.
2
Mossoró, bem da verdade
No ‘AUTO DA LIBERDADE’
Mostra nossa heroína
Pelo voto feminino
Lutou com bastante tino
A professora CELINA.

3
A CELINA G. VIANA
Juntamente com a ANA
FLORIANO. Já estão,
Com a AMÉLIA GALVÃO.
Elas e mais outros nomes,
Juntas com seus sobrenomes,
Lá no nosso Panteão.

4
Pelo Voto Feminino
Foi Mossoró altaneira
Com CELINA GUIMARÃES
Professora na ribeira
No ano de 28
Com denodo e tom afoito
Foi eleitora primeira.

5
Na Saga da Resistência
Não podíamos esquecer
Duas mulheres que foram
Valentes, por merecer.
Que não estavam pra prosa,
CARMINDA e SINHÁ ROSA,
Tem que aqui aparecer.

6
Na trincheira do prefeito
Ficaram ali de pé.
Lanches pra os que estavam
Pros que chegavam café.
Na cozinha trabalhavam,
Ao mesmo tempo rezavam,
Com coragem, amor e fé.

7
Naquele 13 de junho
Mostraram que tinham ação
Dando mostras aos resistentes
Muita determinação.
Lutando com fogo e ferros
Sem estremecer com os berros
Dos cabras de Lampião.

8
Em Lajes do Cabugi
Ainda naquele ano
Uma mulher elegeu-se
Prefeita com muito plano.
Com um amor varonil
A primeira do Brasil
Foi ALZIRA SORIANO.

9
MARIA DO CÉO FERNANDES
De caráter sem igual
Também no nosso estado
Fez pousada em Natal
A primeira, firme e forte,
No Rio Grande do Norte,
Deputada estadual.

10
Na luta do SINDICATO
DO GARRANCHO, sem igual.
As MULHERES se envolveram
Mostrando potencial.
Dando força aos maridos,
Aos amigos destemidos,
Tudo pelo social.

11
São centenas de MULHERES
Que conquistaram vitória
Na política, no comércio,
Na educação, na glória.
No teatro, no cinema,
Na pintura, no poema,
Que fizeram sua História.

12
Citar todas nestes versos
Será coisa de titã.
Pois as lembranças são tantas
Que esquecê-las é vã.
Aqui cito mais algumas
Da muitas que lembro e umas
Que com certeza sou fã.

13
LÚCIA ESCÓSSIA, TONY SILVA.
A pequena polegar
Qu’era IVONETE DE PAULA,
Não poderiam faltar.
NIRA de Antôi, com seu brio,
HERMELINDA com o Trio,
Somente para cantar.

14
Professora OLGA BRÍGIDO,
ELZA BRITO e MARIETA.
Nossa IVONETE SOARES,
LEILALEIDE e a caderneta.
JOANA, DELVANI a prima,
SOCORRINHA é porreta!

15
Poeta VANDA JACINTO
GILKA LEO, no seu papel.
Produtora KATHARINA
Escritora ANGELA GURGEL.
KALLIANE AMORIM,
Riso doce feito mel.

16
MARILENE em sua vez,
REGIANE que é demais.
Minha NAILZA CRISÓSTOMO
Afilhada das legais.
Todas MENINAS DO VINA
E suas notas musicais.

17
Tem a SISSY e a flor
Que não é de jitirana.
A CLARA LIBERALINO,
ZILDA e um monte de ANA.
REGINA FORMIGA e NINHA,
Uma amiga bacana.

18
Com certeza tem mais gente
Mas já vou ter que sair.
Não coloquei no papel,
As MULHERES do porvir.
Na mente e no coração,
Dedico admiração

1 - Amélia Galvão (abolicionista);
2 - Ana Floriano (à frente no Motim das Mulheres);
3 - Celina Guimarães Viana ; 

Primeira Prefeita eleita no Brasil e no RN - primeira Deputada Estadual no RN.

E um abraço do Kydelmir.
Nova Floresta – PB, 08 de Março de 2017.

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PIETRO CIARLINI - 06/03/2017

Por Geraldo Maia do Nascimento

Em 1917 chegava à Mossoró o engenheiro Pietro Luigi Maria Della Palude Ciarlini, ou simplesmente Dr. Pedro Ciarlini, com a incumbência de estudar e construir obras de responsabilidade da Inspetoria de Obras Contra as Secas, entre as quais, as barragens no Rio Mossoró, além de projetar estudos para a construção do açude “Canto da Lagoa”, no Rio Upanema, no sítio Carmo.  


Nascido em Regio Emilie (Itália), a 17 de maio de 1877, ambientou-se bem cedo aos círculos sociais da cidade, passando a ter relevante atuação junto à comunidade, promovendo recitais e colaborando em orquestração, na encenação de revistas de costumes locais e peças teatrais, tornando-se, consequentemente, pessoa de íntimo conceito familiar. Aqui nasceram muitos de seus filhos, tendo deixado uma descendência de 37 rebentos, dos três matrimônios contraídos, conforme nos informa Lauro da Escóssia. Durante sua permanência em Mossoró, vários foram os projetos de autoria do Dr. Pedro Ciarlini, não só de açudes e barragens como também de prédios. É de sua autoria, por exemplo, o projeto do Colégio Diocesano Santa Luzia, tal qual permanece até os dias atuais. O Dr. Pietro Luigi Maria Della Palude Ciarlini prestou a Mossoró relevante serviços, como engenheiro e ainda como incentivador da cultura musical em nossa cidade. Faleceu em Fortaleza/CE a 06 de março de 1955. É patrono no Departamento de Engenharia Agrícola da UFERSA (Universidade Federal Rural do Semi-árido) e na Escola de Música da Prefeitura Dr. Pedro Monteiro Ciarlini, criada pelo decreto 2.213/2003, de 15 de maio de 2003, além de ter seu nome em uma artéria localizada no distrito 630, num reconhecimento da cidade à sua memória.

por Geraldo Maia

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Autor:
Jornalista Geraldo Maia do Nascimento
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LANÇAMENTO DO LIVRO "DOS MITOLOGEMAS NA IMORTALIDADE DO PASSADO LAMPIÔNICO"...


A Professora Verluce Ferraz lançará este mês de Março 2017, sem data confirmada, um livro chamado:

"DOS MITOLOGEMAS NA IMORTALIDADE DO PASSADO LAMPIÔNICO"...

(In "Lampião, Cangaço e Nordeste" falado por Voltaseca Volta).

Karol Karenyi, húngaro foi um dos maiores mitólogos do mundo e criou esse conceito "Mitologema" para descrever um "elemento mínimo reconhecível de um mito que é continuamente revisto e reorganizado".

ESPERAMOS COM MUITA ANSIEDADE O LANÇAMENTO DESSE LIVRO!!!!!! SUCESSO PROFESSORA. VERLUCE FERRAZ!

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A MORTE DE LAMPIÃO E SEU BANDO

As cabeças dos cangaçeiros incluindo Lampião e Maria Bonita

No dia 27 de julho de 1938, o bando acampou na fazenda Angicos, situada no sertão de Sergipe, esconderijo tido por Lampião como o de maior segurança. Era noite, chovia muito e todos dormiam em suas barracas. A volante chegou tão silenciosamente que nem os cães perceberam. Por volta das 5:00h do dia 28, os cangaceiros levantaram para rezar o ofício e se preparavam para tomar café; quando um cangaceiro deu o alarme, já era tarde demais.

Não se sabe ao certo quem os traiu. Entretanto, naquele lugar mais seguro, o bando foi pego totalmente desprevenido. Quando os policiais do Tenente João Bezerra e do Sargento Aniceto Rodrigues da Silva abriram fogo com metralhadoras portáteis, os cangaceiros não puderam empreender qualquer tentativa viável de defesa.


O ataque durou cerca de vinte minutos e poucos conseguiram escapar ao cerco e à morte. Dos trinta e quatro cangaceiros presentes, onze morreram ali mesmo. Lampião foi um dos primeiros a morrer. Logo em seguida, Maria Bonita foi gravemente ferida. Alguns cangaceiros, transtornados pela morte inesperada do seu líder, conseguiram escapar. Bastante eufóricos com a vitória, os policiais apreenderam os bens e mutilaram os mortos. Apreenderam todo o dinheiro, o ouro e as joias.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Virgulino_Ferreira_da_Silva

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FELIZ DIA DA MULHER !!

Por Noádia Costa

No dia 08 de março de 1911 nasceu uma mulher de personalidade forte e determinada , Maria Gomes de Oliveira , que no final Cangaço ficou conhecida como Maria Bonita.

Maria foi a primeira mulher a fazer parte de um bando de cangaceiros no final de 1930. Se tornou a fiel companheira do rei do Cangaço Lampião. Possibitou que outras mulheres pudessem se tornar cangaceiras. Adentrou um espaço violento e que era restrito aos homens. Maria foi mais que a companheira de Lampião. Foi uma mulher a frente do seu tempo. Disse não a um casamento fracassado, em uma época que as mulheres eram caladas e privadas dos seus direitos por uma sociedade truculenta e patriarcal.

Montagem de Sérgio Roberto

Maria foi ousada e se deu o direito de escolher seu companheiro. Provou da vida nômade e violenta do Cangaço, mostrou a força e capacidade da mulher em suportar uma vida marcada pelas perdas, pelo cansaço físico e pela falta de conforto. Foi morta no dia 28 de julho de 1938 pelas volantes comandadas pelo tenente João Bezerra. Teve a cabeça cortada e exposta. Maria e muitas mulheres foram mortas durante o Cangaço. Algumas mortas pela polícia outras pelos seus companheiros ou integrantes do bando.

Hoje a violência contra a mulher ainda persiste de forma assustadora. Mulheres mortas por seus companheiros, estupradas, espancadas, discriminadas e com salários inferiores. Que este dia sirva para reflexão, precisamos da igualdade de gênero e do fim da violência contra a mulher . Ainda sonho com um mundo em que a mulher seja respeitada e não se torne vítima da violência.

Fotos: Benjamin Abrahão

https://www.facebook.com/groups/1617000688612436/1734011706911333/?comment_id=1734300320215805&ref=notif&notif_t=like&notif_id=1488971051081670

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terça-feira, 7 de março de 2017

A VILA JUSTA

Por Geraldo Maia do Nascimento

Era a residência do Cel. Antônio Soares do Couto, industrial, sócio da empresa local M.F. do Monte & Cia., ex-Presidente da Intendência com cargo executivo em 1908, que ali residiu até sua morte na década de 20. O nome da mansão foi em homenagem a sua esposa, Justa Nogueira do Couto, que teve uma existência mais longa, falecendo nos idos de 1950. Foi construída em 1915, em terra virgem, dentro do mato, numa área onde existiam apenas frondosas árvores seculares.  O acesso era feito através de uma vereda no matagal que se iniciava na linha de ferro. 


A obra foi iniciada em 1915 e teve como chefe de construção o italiano Campitelli, arquiteto trazido para o Brasil como um dos maiores artistas do gênero que havia pisado em nossa capital. Foi ele o responsável pela introdução do “radier”, o que era novidade no sistema de amarração de prédios. A “Vila Justa” foi inaugurada solenemente a 15 de março de 1917, com a presença de autoridades, convidados especiais e familiares. Ali estiveram os Dres. Almeida Castro, Soares Júnior e Enéas Couto, os dois últimos sobrinhos do anfitrião, Manuel Benício de Melo, Cunha da Mota, Presidente da Intendência, Miguel Faustino do Monte, José Pedro do Monte, Antônio Florêncio de Almeida, jornalista Martins de Vasconcelos e outros. Houve missa e bênção do edifício, oficiados pelo Padre Manuel Barreto, vigário da paróquia e diretor do Colégio Santa Luzia, além da cerimônia de batismo de duas crianças, sobrinhas do Cel. Totô. O padre Barreto proferiu eloquentes palavras congratulatórias ao evento e ao proprietário. A festa culminou com um lauto jantar oferecido aos presentes em regozijo pela inauguração da “Vila Justa”. Uma história interessante envolvendo a mansão é que quando surgiu à ideia da aquisição de um imóvel, por parte da Diocese de Mossoró, para sede episcopal, chegou-se a conclusão que o prédio ideal seria a “Vila Justa”, que era considerado um solar de boas virtudes. E coube ao Padre Mota a responsabilidade da conversa inicial com os herdeiros da família. Acontece que o Padre Mota tinha tido um desentendimento com a proprietária, por tê-la reprimido durante uma missa, quando a mesma tentou furar a fila de comunhão. E o padre procurou explicar ao Bispo a situação, que estavam de relações cortadas com a viúva que nem mais o cumprimentava e que certamente não ia querer negociar com ele. Mas dada persistência do Sr. Bispo, padre Mota arriscou intermediar os entendimentos. E prometeu ao mesmo que falaria com a viúva quando houvesse oportunidade. E esta se ofereceu na própria Catedral, momento em que Justa, ajoelhada, contrita, fazia suas preces, rezava suas orações. Aproximando-se, cumprimentou-a. A mesma respondeu ao cumprimento com satisfação, demonstrando que não havia mais ressentimento pelo ocorrido. E começaram a partir daquele momento as negociações para aquisição da “Vila Justa” e todo o seu vasto terreno, para a instalação do Palácio Episcopal. O referido prédio está localizado na Praça Padre Mota, popularmente conhecida como Praça das Caixas d’Água. O prédio permanece com suas fachadas inalteradas, e já abrigou seis Bispos de nossa Diocese: Dom Jaime de Barros Câmara, Dom João Batista Portocarrero Costa, Dom Eliseu Simões, Dom Gentil Diniz Barreto, Dom José Freire de Oliveira Neto e Dom Mariano Manzana.

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Autor:
Jornalista Geraldo Maia do Nascimento
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EXPEDITA FERREIRA FILHA ÚNICA DO CASAL LAMPIÃO E MARIA BONITA.

Por Geraldo Júnior
EXPEDITA FERREIRA FILHA ÚNICA DO CASAL LAMPIÃO E MARIA BONITA. 

Expedita Ferreira nasceu na Fazenda “Enxu” que fica localizada no município de Porto da Folha/SE, no dia 13 de setembro de 1932. Atualmente D. Expedita conta com a idade de 84 anos e reside em Aracaju/SE.

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=729076787256220&set=a.703792683117964.1073741835.100004617153542&type=3&theater 

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O MUNDO ESTRANHO DOS CANGACEIROS


Não tenho muita certeza, mas imagino que este livro você o encontrará na Livraria do Professor Pereira, lá da cidade de Cajazeiras, no Estado a Paraíba através deste e-mail: 
franpelima@bol.com.br

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PROFESSORA DA UERN SERÁ HOMENAGEADA PELA PREFEITURA DE MOSSORÓ COM TRIBUTO ANA FLORIANO


A Profa. Dra. Ana Lúcia Oliveira Aguiar, Diretora de Políticas e Ações Inclusivas da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), será a agraciada com o Tributo Ana Floriano 2017. 

Ana Floriano - blogdogemaia

A comenda é destinada a mulheres que contribuíram para o desenvolvimento político, social, cultural ou econômico da cidade e é concedido pela Prefeitura Municipal de Mossoró, anualmente, por ocasião da solenidade do Dia Internacional da Mulher.

Dra. Ana Lúcia Oliveira Aguiar

A Professora Dra. Ana Lúcia Oliveira Aguiar é graduada em História,  mestre e doutora em Sociologia. Possui Especialização em Inclusão, Curso da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), de Intérprete de LIBRAS, e Curso de LEDOR, e de Legendagem para Surdos e Ensurdecidos, e Curso de Audiodescrição.

UERN - Universidade Estadual do Rio Grande do Norte de Mossoró

É Membro dos Grupos de Pesquisa em Psicologia e Educação Inclusiva (GEPPEI) da UERN, professora do Programa de Pós-Graduação, Mestrado em Educação, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, e representante da Linha de Pesquisa Formação Humana e Desenvolvimento Profissional Docente, no Programa de Pós Graduação em Educação/POSEDUC.

Professora Nevinha Gurgel - Fonte da foto Marilene Paiva

Em 2016, a homenageada com o Tributo Ana Floriano foi a ex-reitora da UERN, Professora Nevinha Gurgel.

Confira a lista de mulheres que já foram agraciadas com o Tributo Ana Floriano:

América Rosado (2006)
Edy Moura (2007)
Zuleide Sá e Zilma Sá (2008)
Dagmar Filgueira (2009)
Marieta Lima (2010)
Raimunda Almeida (2011)
Irmã Ellen Sheringz (2012)
Irmã Zelândia (2013)
Inalda Cabral (2014)
Chica Boa (2015)
Nevinha Gurgel (2016)


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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POR UMA QUESTÃO DE RECONHECIMENTO...

 Por Kydelmir Dantas

Em 30 anos morando na Mossoró resistente, pelo menos 20 foram dedicados a ler, analisar, escutar, escrever e fazer palestras sobre o 13 de junho. 

Fonte da imagem: YouTube

Ainda tive a alegria de ser - durante 5 anos - o 'consultor histórico' do espetáculo histórico-musical CHUVA DE BALA NO PAÍS DE MOSSORÓ, a convite do grande diretor teatral João Marcelino Oliveira e o beneplácito de Tarcísio Gurgel - autor do texto - e da Secretaria de Cultura de Mossoró ... Um reconhecimento pelo trabalho de pesquisador do tema. 


Com isto, além do respeito e admiração mútuos, conquistei muit@s amig@s que fazem parte do espetáculo...


Da direção aos atores, atrizes, contínuos, camareiras, maquiadores, o pessoal da limpeza, da segurança, do TG-07-010 e mais gente que nem dá pra listar aqui. 


Com tantos amig@s, devido as pesquisas sérias sobre o Cangaço em Mossoró... Sou um cabra feliz!!!

Fonte: facebook
Página: Kydelmir Dantas
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