Por José Mendes Pereira
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domingo, 21 de novembro de 2021
O RADIALISTA CORONÉ PEREIRA
A COLUNA PRESTES E O REI DO CANGAÇO.
Por Beto Rueda
A Coluna Prestes foi um movimento tenentista que pretendia promover a insurreição contra o governo Arthur Bernardes e o poder das oligarquias ainda no período da República Velha, entre 29 de abril de 1925 a 3 de fevereiro de 1927.
Liderada por Luiz Carlos Prestes, Miguel Costa, Juarez Távora entre outros, foi uma marcha que percorreu 25 mil quilômetros pelo interior do país. Começou pelo Rio Grande do Sul e atravessou mais 12 Estados Brasileiros, encerrando a sua trajetória na Bolívia.
A Coluna, ao entrar no Ceará com estimados 1.500 homens, fez com que as autoridades locais se alarmassem; tinha que ser feito alguma coisa para conter aquele levante.
O Deputado Federal Floro Bartolomeu foi designado ao posto de Comandante Geral das Operações pelo então Presidente do Brasil. Por intermédio do Padre Cícero, convidou Lampião e seu grupo a combater Prestes pois considerava o seu conhecimento de toda região e sua experiência nas táticas de guerrilha, fundamentais para o confronto.
Com a promessa de armamentos novos, isenção dos crimes praticados até então e a patente de capitão a Lampião, primeiro tenente a Antônio Ferreira da Silva e segundo tenente a Sabino Gomes, o chefe dos cangaceiros atendeu o pedido do Padre Cícero do qual era devoto e partiu com seu grupo para o encontro.
Passaram por Barbalha, acamparam na Fazenda Nova que pertencia a Floro enquanto se preparavam para entrar na cidade de Juazeiro do Norte. A presença do famoso sicário nos arredores da cidade causou sensação, todos queriam vê-lo de perto.
No dia 04 de março Lampião e seus cangaceiros entraram na cidade, foi uma enorme algazarra: muitos curiosos se concentraram nas ruas e praças por onde passava o Rei das Caatingas e seus bandoleiros. Rumaram diretamente para a casa de João Mendes, comerciante e poeta popular.
Lampião Recebeu as visitas com cortesia e seu ar imponente. Deu algumas esmolas e jogou moedas para os meninos na rua. Estava gostando da estadia. Concedeu até entrevista ao médico Otacílio Macedo contando as suas aventuras e apresentou os seus homens.
O ponto alto da visita foi o encontro com o Padre Cícero que não gostou do encargo que tinha caído sobre os seus ombros. Mandou chamar o inspetor do Ministério da Agricultura Pedro de Albuquerque Uchôa para formalizar a nomeação. Esse documento em termos gerais concedia ao capitão Virgolino Ferreira da Silva e seus comandados, a "permissão" de viajar livremente, de Estado a Estado, em companhia dos Batalhões Patrióticos, na perseguição aos revoltosos.
Quando deixou Juazeiro no dia 08 de março, Lampião pretendia cumprir o acordo. Foi pelo Sul, em direção à Bahia. No limite do Estado entretanto, ainda em Pernambuco, a polícia não reconheceu a sua patente e perseguiu o contingente. Desiludido, sentindo-se enganado, ele e seus cabras fizeram meia volta e pegaram o caminho para o Norte, voltaram para o Ceará em direção a Juazeiro com intenção de pedir apoio ao Padre Cícero. Antes que chegassem, o padre mandou avisar que não iria mais recebê-los.
Pelo descrédito das patentes e pelas promessas não cumpridas, voltou a praticar crimes como antes, voltou a ser o Rei do Cangaço.
Durante o resto da vida se autodenominou Capitão. Pela força do destino, Lampião e a Coluna Prestes nunca se encontraram.
REFERÊNCIAS:
CHANDLER, Billy Jaynes. Lampião, o rei dos cangaceiros. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981.
MACIEL, Frederico Bezerra. Lampião, seu tempo e seu reinado. Vol. III. Rio de Janeiro: Editora Vozes, 1986. p. 20.
LUCETTI, Hilário. Histórias do cangaço. Crato: Gráfica Encaixe Ltda, 2001.
SOUZA, Anildomá Willans de. Lampião, o comandante das caatingas. Serra Talhada: [s.n.], 2001.
LUSTOSA, Isabel. De olho em Lampião: violência e esperteza. São Paulo: Claro Enigma, 2011.
IRMÃO, José Bezerra Lima. Lampião, a raposa das caatingas. Salvador: JM gráfica e Editora, 2014.
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COMUNICADO.
Por Antônio Correia Rosa Filho
Como proprietário da Fazenda Lagoa dos Patos no município de Piranhas Alagoas, popularmente conhecida como fazenda Patos, comunico a todos os estudiosos e curiosos sobre a história do cangaço, e principalmente sobre a história que ao meu ver foi a mais fatídica do cangaço que foi o episódio que ocorreu na fazenda Patos, que no dia 17/11/2021 foi dado início às obras de restauração e conservação da CASA e do CURRAL DE PEDRAS desta fazenda.
Portanto, peço a compreensão de todos os que queiram visitar o local. A partir de agora, só será permitida a visitação por agendamento com o Senhor Jairo e a Senhora Angecila, pelos telefones 82 98823-3973 e 82 98824-5868. Desde já agradeço a compreensão de todos.
ATT.
Antônio Correia Rosa Filho
Proprietário da Fazenda Lagoa dos Patos
RAIMUNDA COSTA (AMANDA COSTA)
RAIMUNDA COSTA, conhecida por AMANDA COSTA, natural de Areia Branca-RN, nascida no dia 21 de dezembro de 1948, foi a primeira colocada da Região Oeste Potiguar do concurso A Mais Bela Voz, em 1968, na época promovido pela Rádio Olinda, Recife-PE.
Ela foi representar Mossoró e Região em Natal, realizado pela Rádio Rural de Natal, concorrendo com candidatos da Região Central escolhidos pela Rádio Rural de Caicó, conquistando a primeira colocação, indo representar o Rio Grande do Norte em Recife em A MAIS BELA VOZ DO NORDESTE, promovido pela Rádio Olinda, conquistando a segunda colocação.
Essa conquista abriram as portas para Amanda Costa, ganhando o título de “CINDERELA”, tendo em vista que ela cantou a música Cinderela de Adelino Moreira e é considerada a eterna mais bela voz.
Gravou dois discos e representou o Rio Grande do Norte em São Paulo no concurso “A MAIS BELA VOZ DO BRASIL”.
ENTREVISTA COM AMANDA COSTA
Amanda Costa, como é conhecida (ou Raimunda Costa, de batismo), nasceu em Areia Branca aos 21 de novembro de 1948. Filha de família humilde, sempre gostou de cantar nos pastoris realizados na cidade e sua voz aguda sempre era um destaque a mais nas apresentações. Em 1968 foi a vencedora da primeira edição do concurso "A Mais Bela Voz", realizado pela Rádio Rural. Nesta entrevista, ela fala da sua trajetória musical que a levou a mudar de nome e imortalizar a sua musicalidade.
O Mossoroense: Como se deu os seus primeiros contatos com a música?
Amanda Costa: Eu sempre digo que já nasci cantando. Desde muito pequena sempre gostei de cantar. Aqui na cidade o que me levou mais diretamente para a música foram os pastoris. Com seis ou sete anos eu já estava nos palcos, graças as pastoris. Como eu era baixinha, sempre ganhava o papel do pastor, que ficava por trás da personagem principal (a Diana) e a minha mãe me ensinava as canções. Minha mãe também foi uma grande inspiração, uma grande incentivadora. Ela me arrumava, gostava sempre que eu fosse destaque e graças a Deus eu sempre fui, não só nos pastoris, mas em todos os palcos por onde passei.
OM: Quando surgiu e por que a mudança de nome de Raimunda Costa para Amanda Costa?
vei meu segundo vinil, lá no Recife/PE, em 1986, o diretor da Continental, Valdir, juntamente com Luiz GP Luz, dono do selo Colibri, me chamaram e decidiram que eu tinha que mudar de nome. Achavam que o nome "Raimunda" não soava muito bem. Diziam: "Ela é tão meiga, uma voz tão suave, este nome não pega bem". Então, fizemos uma seleção de nomes, inclusive padre Américo e padre Alfredo sugeriram também alguns nomes. Padre Américo queria que colocassem Salésia, porque faria uma ligação com a salinésia. Eu pedia que escolhessem algum nome que não descaracterizasse demais o Raimunda, que ficasse pelo menos perto, para não mudar muito. Então decidimos por Amanda.
OM: Como foi ganhar o primeiro concurso "A Mais Bela Voz"?
AC:Como eu falei anteriormente, eu cantava nas escolas, nas igrejas, mas a minha grande descoberta foi em Mossoró. Costumo dizer que Mossoró é minha casa fora de casa. Em 1968, a Rádio Rural de Mossoró, por meio do padre Américo Simonetti e do jornalista Emery Costa, me levaram para cantar em um programa chamado "O Show das Dez", eu sempre ia aos domingos, cantava algumas canções e eles foram gostando. Quando surgiu o concurso "A Mais Bela Voz", eu me inscrevi, naquele tempo não tinha transporte a todo tempo como hoje, como foi difícil para mim. Todas as cidades que tinham representantes levavam as suas torcidas, caravanas. Eu fui sozinha, minha torcida foi de lá mesmo. Eu cheguei atrasada para o ensaio. Eu fui escolhida entre 25 concorrentes, todos de muito alto nível, como Roberto Meus Amores, Ilo de Sousa, que ainda hoje estão cantando por aí e a banda era Maestro Batista e seu Conjunto.
OM: Quais as melhores lembranças que você traz de sua trajetória musical?
AC: Eu tenho muita coisa boa guardada em minha memória. Quem ganha "A Mais Bela Voz" hoje, ganha um prêmio em dinheiro e um troféu
Naquele tempo, quem ganhasse, passava um ano contratado pela rádio. Por meio da rádio em viajei muito, conheci o Estado todo. Eu fui muito requisitada para shows, muito querida, sempre fazia as aberturas. Cantei nas bandas Som 2001 e Brasil Som 2000, que pertenciam a mesma família, depois Elo Musical, que depois viria ser The Pop Som. Cantei com João de Deus e Zélia, com Zé Arnould. Tive a sorte de sempre cantar com músicos bons. Aprendi muito com as bandas e continuo aprendendo. As bandas são uma grande escola, pode acreditar. Outra boa lembrança foi quando fui levada por Emery Costa para representar o Rio Grande do Norte na "Mais Bela Voz do Brasil", concorri com uma dupla de cantores de São Paulo no programa Jota Silvestre. Lembro que encontrei Sérgio Reis nos corredores depois da apresentação e ele dizia: "Menina, não fique triste por ter ficado em segundo lugar, você é muito boa, vá adiante". E eu nem estava triste por isto.
OM: E Areia Branca, você nunca quis sair da sua terra natal? Há um reconhecimento local ao seu trabalho?
que o santo de casa não obra milagre, mas eu diria que até eu obro. Apesar de eu trabalhar pouco, mas sempre sou chamada para abrir festas. Do jeito que eu comecei lá na minha infância, eu continuo. Gosto de ajudar também em eventos beneficentes: festas para as mães, festas para a igreja. Eu sempre faço isto sem cobrar cachês. Não tenho o que falar da minha cidade. Muita gente me aconselhou a sair daqui quando eu comecei, mas eu sou muito apegada à minha família: minha mãe, hoje com 97 anos, minha filha, Kíria, que também é minha produtora, ela casou, me deu um neto, então moramos juntos e eles são o meu tudo. Aqui é que eu quero estar, junto com minha família. Eu sempre fui assim, se surgia um compromisso fora, eu ia, mas sempre com a intenção de não demorar.
OM: Que avaliação você faz do nosso cenário musical atual?
AC: Olhe, é fácil e difícil ao mesmo tempo explicar. A gente tem ouvido tantas coisas, tudo "estourando" e tem tanta coisa boa guardada. Os locutores, os representantes dos meios de comunicação deveriam resgatar e divulgar mais estas pessoas, estes bons trabalhos que estão guardados. Nós temos escutado muita coisa absurda, quando sabemos que tem tanta coisa boa por aí. Nós, mes - mos, fazemos nossos shows, mas nós não t emos muito espaço nas rádios, por exemplo. Eu soube que Martins Coelho toca sempre músicas minhas, Jota Belmont também. E soube que até Paulo Linhares toca de vez em quando, eu não ouvi, mas já me falaram, então isto é muito bom e seria bom que todos fizessem assim
OM: Você é do tempo em que gravar um disco era algo difícil. Como você vê estas "facilidades" de gravar nos dias atuais?
AC: Hoje, com todo respeito, todo mundo está gravando. Existem pessoas que quase todos os meses "gravam" um CD, gravam um DVD, mas o problema é que este material fica por ali mesmo. O problema não é gravar um trabalho, gravar pode ser fácil, mas não é fácil fazer este trabalho repercutir, isso sim é o mais difícil
OM: Você chegou a ganhar dinheiro com a música?
AC: Dinheiro, muito dinheiro, a gente não ganha (risos). Músico hoje ganha muito pouco. Quando eu era vocalista, o que eu ganhava com música era um "extra", porque eu bem jovem, já era funcionária pública, era professora de alfabetização. Eu viajo muito aqui no Estado: Macau, Felipe Guerra, Apodi, sempre estou cantando, e assim como naquele tempo, estes cachês ajudam, são um "extra". Mas de música mesmo, nós, aqui, pelo menos, não vivemos OM: Tem algum projeto em mente?
OM: Tem algum projeto em mente?
AC: Eu sou meio lenta (risos). Eu gravei dois vinis. Fiz um show com o Trio Irakitan, pensei em transformar em um CD, mas guardei. Tive a sorte então, de minha filha, Kíria Costa, que também é minha produtora, me fazer uma surpresa no Dia das Mães, como se fosse assim, uns "esbregues" pegou as fitas e gravou. Fez umas quarenta cópias, que eu distribui. Se fosse por mim ainda estava guardado, mas agora estamos trabalhando para ver se até novembro fazemos uma edição comercial
FONTE – O MOSOSROENSE, DO DIA 31 DE MAIO DE 2015 (DOMINGO).
https://jm-amandacosta.blogspot.com/2020/07/raimunda-costa-amanda-costa.html
https://jm-amandacosta.blogspot.com/2020/07/entrevista-com-amanda-costa.html
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sábado, 20 de novembro de 2021
ASCRIM/PRESIDENCIA – CONFIRMAÇÃO E RETRANSMISSÃO AO CONVITE AFLAM: “POSSE À IMORTALIDADE ACADÊMICA VANDA MARIA JACINTO, ELOGIO A PATRONA NÍSIA FLORESTA, CADEIRA Nº 15,” - OFÍCIO. Nº 056/2021.
MOSSORÓ-RN, 18 de NOVEMBRO de 2021.
‘RECEBES ESTE EXPEDIENTE PORQUE A ASCRIM O(A)VALORIZA E RESPEITA, PELO ALTO NÍVEL DE QUEM TEM O PRESTÍGIO DE SER ASSIM CONSIDERADO(a).’
AGRADECENDO A EXCELENTÍSSIMADRA. TANIAMÁ VIEIRA DA SILVA BARRETO, M.D. PRESIDENTA DA ACADEMIA FEMININA DE LETRAS E ARTES DE MOSSORÓ-AFLAM, PELO CONVITE(RECEBIDO NESTA DATA), RESERVO-ME ATRIBUIR MESMO VALOR DE PARTILHA, DIZENDO QUE É UMA GRANDE HONRA CONFIRMAR MINHA PRESENÇA A SESSÃO MAGNA ““POSSE À IMORTALIDADE ACADÊMICA VANDA MARIA JACINTO, ELOGIO A PATRONA NÍSIA FLORESTA, CADEIRA Nº 15,”” NO DIA 19(SEXTA-FEIRA) DE NOVEMBRO DE 2021, AS 18H, VIA REMOTO.:
https://meet.google.com/dei-
CONSIDERANDO UM DOS PONTOS MAIS PUNDONOROSOS NA SIMETRIA ENTRE O IMORTAL E O IMORTALIZANDO, EVIDENTE, O “ELOGIO AO PATRONO DA CADEIRA Nº 415, PELA TITULAR DESTA”, ADREDE, PARTICIPAMOS DO ABRAÇO COMUNGATÓRIO, ANTE RITO SINGELO QUE EMOLDURA A FORTALEZA DO ELOGIASTA ESPELHAR-SE NO ELOGIADO, MORMENTE O FASCÍNIO DESSA ELOQUÊNCIA PERMITIR-NOS, CONTEMPLAR E COMPREENDER A PEQUENEZ HUMANA ANTE A GRANDEZA DIVINA, DÍSTICO DO TRANSITÓRIO APRENDIZADO CONTÍNUO DA IMORTALIDADE.
PORTANTO, REPASSO A TÍTULO DE LEMBRETE O ASSUNTO DO ALVO CONVITE(ANEXO) DE IGUAL MODO, POR CÓPIA, AS EXCELENTÍSSIMAS AUTORIDADES GOVERNAMENTAIS, ACADÊMICOS DA ASCRIM E POTENCIAIS CANDIDATOS A ACADEMICOS DA ASCRIM, ILUSTRES PRESIDENTES DE ENTIDADES CULTURAIS E DIRIGENTES DE INSTITUIÇÕES RELIGIOSAS, GOVERNAMENTAIS, PÚBLICAS, PRIVADAS E MAÇÔNICAS, JORNALISTAS E COMUNICADORES, POR SER DO INTERESSE, CLARO, DOS MESMOS, TOMAREM CONHECIMENTO E DIGNAREM-SE, DO SEU MISTER, CONFIRMAR SUAS PRESENÇAS, JUNTAMENTE COM AS EXCELENTÍSSIMAS FAMÍLIAS CONSORTES.
DESTA FORMA, É DA PRAXE DESTA PRESIDENCIA, QUANDO OFICIALMENTE CONVIDADO, DIGNAR-SE RESPONDER AOS ECLÉTICOS CONVITES DO PRESIDENTE DE ACADEMIAS, EXEMPLO QUE NOTABILIZA O VIÉS DE UM PRESIDENTE CORRESPONDER A ESSE ECLETISMO, PORQUE SABE A DIFERENÇA ENTRE O LIAME DA PARTILHA E DO PRESTÍGIO QUE ASCENDE E CRESCE NO INTERCÂMBIO ENTRE OS QUE PRESTIGIAM OS ABNEGADOS DEFENSORES DA CULTURA MOSSOROENSE.
NESTA SINTONIA, UM CONVITE PARA PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS CULTURAIS E A CONFIRMAÇÃO, INTERCAMBIADOS ENTRE PARTICIPANTES E ENTIDADES SINGULARES, MERECE E FUNCIONA COMO UM “FEEDER”, EVIDENTE, REPASSADO A TODOS OS ACADÊMICOS E INTEGRANTES DE SEUS CORPOS ADMINISTRATIVOS/SOCIAIS, PELO SEU PRÓPRIO DIRIGENTE, CUJO ESSE FEEDBACK ALIMENTA, NATURALMENTE O FERVOR E A CONSIDERAÇÃO EM QUE SINGRAM OS INTELECTUAIS E SERVIDORES DESSAS PLÊIADES.
CONVOCANDO OS ACADÊMICOS DA ASCRIM PARA ESSE MAGNO EVENTO, COMUNICO, AOS QUE COMPARECEREM E SE IDENTIFICAREM ACADÊMICOS DA ASCRIM NO EVENTO SUPRAMENCIONADO, DEVEM CUMPRIR O RIGOR OBRIGATÓRIO ESTATUTÁRIO DE USO DO UNIFORME OFICIAL (VESTE TALAR), CONSOANTE NORMA ESTATUTÁRIA, ATRIBUTO DIGNITÁRIO DO DECORO INTELECTUAL E ORGULHO DA MORAL QUE ASSIM OS IDENTIFICA, ENTRE OS PARES, EM ATIVIDADES CULTURAIS DESSA GRANDEZA.
SAUDAÇÕES ASCRIMIANAS,
FRANCISCO JOSÉ DA SILVA NETO
-PRESIDENTE EXECUTIVO DA ASCRIM ACADEM-
MARIA GORETTI ALVES DE ARAÚJO
-PRESIDENTA EXECUTIVA INTERINA DA ASCRIM-
P.S.: 1. CONSIDERANDO A ESSÊNCIA DA HUMANIDADE INTELECTUAL, INSERIDA NA REPRESENTATIVIDADE DE TODOS SEGMENTOS SOCIAIS ABAIXO RELACIONADOS, ENCAMINHA-SE ESTA CÓPIA ORIGINAL, EM CARÁTER PESSOAL DIRETO AOS INSIGNES DIGNITÁRIOS:
P.S.: ESTA É UMA CÓPIA ORIGINAL, ENCAMINHADA EM CARÁTER PESSOAL DIRETO PARA O(A)S:
EXCELENTÍSSIMO(A)S PRESIDENTES, DIRIGENTES E AUTORIDADES DE ENTIDADES GOVERNAMENTAIS, JURÍDICAS, MAÇONICAS E MILITARES.
REVERENDÍSSIMO(A)S PRESIDENTES, DIRIGENTES E AUTORIDADES DE ENTIDADES RELIGIOSAS.
MAGNÍFICOS REITORES E AUTORIDADES DE UNIVERSIDADES.
EXCELENTÍSSIMO(A)S PRESIDENTES DE ENTIDADES E INSTITUIÇÕES PÚBLICAS E PRIVADAS.
EXCELENTÍSSIMO(A)S PRESIDENTES DE ENTIDADES CULTURAIS E INSTITUIÇÕES CONGENERES.
ILUSTRÍSSIMO(A)S DIRIGENTES DE INSTITUIÇÕES FILANTRÓPICAS, EDUCACIONAIS E DE CIDADANIA.
ILUSTRÍSSIMO(A)S JORNALISTAS E COMUNICADORES.
ACADÊMICO(A)S DA ASCRIM.
POTENCIAIS CANDIDATO(A)S A ACADÊMICO(A)S DA ASCRIM.
Enviado: quinta-feira, 18 de novembro de 2021 18:16
Para: ASSOCIAÇÃO DOS ESCRITORES MOSSOROENSES ASCRIM <asescritm@hotmail.com>; SILVA NETO <planesilva@msn.com>; Elder Heronildes <eheronildes@uol.com.br>; filemon rodrigues <filemonamol@hotmail.com>; Almir Nogueira <almir.ncj@uol.com.br>; jwellingtonbarreto@gmail.com <jwellingtonbarreto@gmail.com>
Assunto: AMANHÃ SERÁ A SOLENIDADE
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Data: 19 / 11 / 2021
Hora: 18:00
MOMENTO ESPECIAL
Por Jose Irari
Olá, amigos do cariri cangaço! Momento especial. Já adquiri o novo livro, Cabeleira, escritor Roberio Santos. Professor Pereira, dispõe para venda. Abraço fraterno amigos.
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ZÉ RUFINO MATA MARIANO, CANGACEIRO DE LAMPIÃO
Por No Rastro do Cangaço
O Cangaceiro Mariano estava com Lampião, o rei do cangaço, havia 12 anos, desde 1924. Viera com ele de Pernambuco, quando o Bando fugira para a Bahia, em 1928. Foi morto pela volante comandada pelo Tenente Zé Rufino, juntamente com os Cangaceiros Pai Véio e Pavão em outubro de 1936. Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. INSCREVAM-SE no canal e ATIVEM O SINO para receber todas as nossas atualizações. #NoRastroDoCangaço
Vejam também:
https://youtu.be/WgJ2gzzmbXQ https://youtu.be/w689lMdvUN0 https://youtu.be/sqhWYPAy2uE https://youtu.be/ZEE32oCF7oA https://youtu.be/HH4xN9FOiQg https://youtu.be/cRvkUIonWEc https://youtu.be/3wuCmkQyaII https://youtu.be/Y1kh7Js_lhA https://youtu.be/rl0RucODGec https://youtu.be/pmPvnN9JRL8 https://youtu.be/cPMXW02sFGs
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SEU MANÉ ALVES DA RURAL COMO ERA CONHECIDO EM MOSSORÓ
Por José Mendes Pereira - (Crônica 60)
Quase toda cidade de Mossoró conheceu ou que sabia da existência do seu Mané Alves, devido os programas que ele fazia na Rádio Rural de Mossoró.
Seu Mané Alves foi um locutor divertido, e que levou a vida usando a sua maneira de ser na comunicação, não imitando ninguém, usando no seu horário de microfonia coisas engraçadas, isto no intuito de angariar mais e mais ouvintes para os seus programas.
De todas as suas graças que já foram faladas ou escritas uma delas me foi contada recentemente pelo empresário Anibal Fernandes Porto, que:
"Certa vez, diz Anibal Fernandes Porto, num leilão de Santa Luzia, arrematei uma cesta básica pra ele. Ele não se fez de rogado, disse imediatamente; 10,00 pra seu Mané, dou-lhe uma, dou-lhe duas e dou-lhe três. pronto! É pra seu Mané". kkkk.
Informação: Seu Mané Alves era um homem bastante humilde. Apesar de ser um locutor que tinha boas amizades em Mossoró e toda região do Rio Grande do Norte não passou de uma bicicletinha velha. Mas ele fez muita gente feliz. Ele era o apresentador da "A MAIS BELA VOZ" e apresentava as classificações dos calouros em outras cidades do Rio Grande do Norte".
Um deles que começou pelo programa "A Mais Bela Voz" da Rádio Rural de Mossoró foi o grande cantor Bartô Galeno, que sempre fez muito sucesso de ponta a ponta do nosso Brasil amado. Apesar de ter nascido na cidade de Sousa, no Estado da Paraíba, foi radicado em Mossoró por muitos e muitos anos, a qual a ama de paixão.
Edy Lemos mossoroense da gema, também é um dos que foi revelado pelo Programa "A Mais Bela Voz" e o apresentador era seu Mané Alves.
E Amanda Costa (Raimunda Costa) conhecida como a Cinderela, por interpretar muito bem a música Cinderela, da cantora Ângela Maria. foram os primeiros a ganharem o 1º. lugar do festival da "A Mais Bela voz" pela rádio Rural de Mossoró. Seu Mané Alves era amigos de todos os mossoroenses.
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sexta-feira, 19 de novembro de 2021
VELOCIDADE " O CARRASCO DA FAZENDA PATOS "
Por Cangaço Eterno
https://www.youtube.com/watch?v=OjE-XvZj3LQ&ab_channel=Canga%C3%A7oEternoConheçam mais sobre o cangaceiro Pedro Pau-Ferro o Velocidade.
Vídeo novo para vocês.
Conheça um pouco mais sobre a vida do cangaceiro Pedro Pau-Ferro o Velocidade, homem cruel que ficou conhecido por ter sido o carrasco dos seis membros da família Ventura que tombaram sob as ordens de Corisco no episódio conhecido como " Chacina da Fazenda Patos "... Pessoal peço que se inscrevam nesses dois canais que estarei deixando o link abaixo. " Cangaço Nordestino " canal novo que tem uma garotada da nova geração mostrando serviço. E o " Nas Trilhas do Nordeste " do amigo Kalyfa Barros, onde ele mostra suas viagens de moto por várias cidades do Nordeste, sempre contando suas histórias. Se querem livros sobre o cangaço e outras temáticas de qualidade, sigam a página do amigo Dede Livros, lá vocês podem encontrar produtos de qualidade com um excelente preço.
Cangaço Nordestino https://youtube.com/channel/UCnJLkf-e... Nas Trilhas do Nordeste https://youtube.com/channel/UClkZALD5... Página no Instagram de Dede Livros https://instagram.com/dedelivros?utm_... #cangaço #lampião #cangaceiro
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AMIGOS MEUS.
Por Aderbal Nogueira
Dois amigos com o qual aprendo muito sobre a história do cangaço, Ivanildo Silveira e Sergio Dantas.
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O ASSASSINATO DE NÉ PEREIRA
Por Valdir Nogueira
Após o assassinato do tio, Manoel Pereira da Silva Jacobina o Padre Pereira, Manoel Pereira da Silva (conhecido como Né Dadu, Né Pereira ou Né Sinhô), tomou pra si o intuito de realizar as vinganças contra a família Carvalho. Assim, formou um bando de cangaceiros que ocasionalmente atacava as fazendas Umburana, Piranhas e Varzea do Ú, propriedades dos Carvalhos. Por ser protegido pelo seu padrinho, Coronel Antônio Andrelino Pereira, Né Pereira sofreu dura perseguição da polícia pernambucana que mandou para a região diversos oficias para apaziguar a famosa questão nordestina.
Em 16 de outubro de 1916, na Fazenda Serrinha, em Serra Talhada (PE), Né Pereira foi assassinado enquanto dormia por um de seus cabras, de nome Zé Grande (Palmeira), que havia sido peitado pela família Carvalho. Movido por vingança, seu irmão mais novo, Sebastião Pereira e Silva (Sinhô Pereira), acompanhado do primo Luiz Padre, formaram um bando de cangaceiros que durante 05 anos (1917/1922) reinaram no cangaço nordestino até que foram embora do Nordeste.
Valdir Nogueira (do livro ENTRE REZAS E BACAMARTES)
Conselheiro Cariri Cangaço - São José de Belmonte-PE
https://cariricangaco.blogspot.com/2021/11/o-assassinato-de-ne-pereira-por-valdir.html
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A SAGA DE SINHÔ PEREIRA E LUIZ PADRE E O TRÁGICO FIM DO MAJOR ZÉ INÁCIO DO BARRO.
A VINGANÇA DE SINHÔ PEREIRA E LUIZ PADRE
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POR QUE REPETIÇÃO DE APELIDOS DOS CANGACEIROS NO CANGAÇO?
Por Heitor Araújo
A repetição de vulgo ( apelido ) no meio do cangaço era uma prática comum, tática essa criada para atrapalhar a polícia ( Força Volante ) a descobrir se de fato determinado cangaceiro havia morrido. Esse método usado pelos cangaceiros ajudou também a mistificar alguns desses homens, que acabavam ficando com fama de ter o corpo fechado.
Porém está artimanha usada no período do fenômeno social, hoje nos trás imensas dificuldades no campo do estudo, ainda mais para aqueles que não se aprofundam no tema.
Quantos textos ou vídeos vemos por aí onde os criadores trocam " as bolas " e misturaram a história de cada personagem ?
Inúmerar quem foi cada cangaceiro do mesmo vulgo não é uma tarefa fácil, pois temos de levar em conta que tivemos diferentes períodos no cangaço, inúmeros bandos, muitos personagens tombaram ou sumiram de cena sem ganhar notoriedade.
Exemplo : falam em 7 cangaceiros com o vulgo Gavião, porém no campo de pesquisa já se sabe que existiram bem mais.
Na imagem abaixo podemos ver 4 CANGACEIROS, sendo na primeira fileira ( de cima para baixo ) estão os cangaceiros de vulgo Cobra Verde, na segunda fileira estão os de vulgo Vila Nova, além deles existiram outros. Esses homens atuaram sob comando de Lampião em décadas diferentes.
Pois bem, agora cabe a nós buscarmos documentos, cruzar informações e de uma forma mais sensata o possível tentar inúmerar uma ordem, exata talvez não seja mas nossa luta é para chegar o mais próximo o possível.
Fotos : Revista O Malho / Via Blog Lampião Aceso
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O QUE ESSES CANGACEIROS FIZERAM EM COMUM ?
Os três que aparecem na foto abaixo, traíram seus companheiros de cangaço em busca de algum perdão das autoridades para deixar tal vida.
Para alguns " espertos " para outros traidores. Qual sua opinião sobre tais atos cometidos por esses criminosos ?
1 - Mamede ( Esperança ll ) : Em março de 1933 usando de traição atirou pelas costas no cangaceiro Cocada, logo em seguida o degolou ainda com vida e se entregou as autoridades.
Esperança foi incorporarado na volante do tenente Santinho ( Ladislau Reis ) onde atuou como corneteiro.
2 - João Correia dos Santos ( Barreira ) : Em Setembro de 1938 saiu em missão com os irmãos Atividade e Velocidade, em um momento planejado que Atividade se destrai ele o mata a tiros, atentou também contra a vida de Velocidade que conseguiu fugir.
Depois se entregou as autoridades levando consigo a cabeça de Atividade.
Barreira teria atendido um pedido de seu pai para deixar tal vida, ele ainda disse que matou Atividade pois o chefe Português mandou eles atentarem contra a vida de alguns de seus familiares.
3 - Teodomiro dos Santos ( Penedinho ) : Também em Setembro de 1938 o cangaceiro Penedinho matou e degolou seu chefe Canário, ambos seguiam viagem em fulga, quando Penedinho apunhalou Canário pelas costas enquanto o mesmo enchia uma cabaça de água. Cortou a cabeça do indivíduo como prova e foi se entregar as autoridades.
Por Helton Araújo
Edição : Helton Araújo
Fontes Consultadas : João de Sousa Lima
Blog Tok de História ( Rostand Medeiros )
Noádia Costa ( Via Blog do Mendes )
Fotos : Benjamin Abrahão
Acervo Antônio Amaury Corrêa de Araújo
Via João de Sousa Lima
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LUTO!
Por Joselito Rodrigues
Eis funcionário da Telemar, Francisco Canindé faleceu ontem e passa a se chamar saudade eterna Que Deus de o conforto a toda a família enlutada.
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