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quarta-feira, 25 de maio de 2022

PROCURANDO LIVROS?

 Raridades e "novidades" do professor Pereira

Catálogo atualizado para Abril/Maio. Promoções e valores com frete incluso para todo o Brasil.

Autor                                      Título                                            Valor   Obs. 

- Abelardo F. Montenegro Fanáticos e Cangaceiros 2011 – Clássico 2ª Ed. 420 pág. 65,00  Novo
- Alberto S. Galeno Território dos Coronéis 1987  123 pág. 30,00 Capa dura c/ carimbo

 Aglae Lima de Oliveira Adriana: Vida de uma professora no Estado de Pernambuco no tempo de Lampião 1985  194 pág.  55,00  Bom estado/capa envelhecida

- Alcino Alves Costa  Lampião Além da Versão, Mentiras e Mistérios de Angicos – 2011 Lançamento (3ª Ed.). 410 pág. 50,00 Novo
- Alcino Alves Costa  Lampião em Sergipe 2011  298 pág. ´65,00  Novo
- Alcino Alves Costa  Poço Redondo - A Saga de um povo 349 pág. 55,00 Novo
- Alcino Alves Costa  O Sertão de Lampião 55,00 Novo
- Ana Cláudia Marques  Intrigas e questões- Vingança de Família e Tramas sociais no Sertão de Pernambuco 2002 352 pág. 35,00 Ótimo estado
- Ana Cláudia Marques e outros  Andarilhos e Cangaceiros 1999  233 pag.  35,00  Novo
- André Heráclio do Rego Família e Coronelismo no Brasil- Uma História de Poder 378 pag. 35,00  Ótimo estado
- Ângelo Osmiro Assim Era Lampião e Outras Histórias 2012  236 pág.  35,00 Novo
- Antônio Amaury C. de Araújo  Gente de Lampião – Sila e Zé Sereno  25,00 Novo
- Antônio Amaury C. de Araújo  Lampião e as Cabeças Cortadas  55,00  Novo
- Antônio Amaury C. de Araújo  Lampião, Segredos e Confidências do Tempo do Cangaço 3ª Ed. 2011.   229 pág.  55,00  Novo

Antônio Amaury C. de Araújo Gente de Lampião: Dadá e Corisco 2011 329 pág.  60,00  Novo

- Antônio Amaury C. de Araújo Maria Bonita, A Mulher de Lampião 2011. 279 pág. 55,00  Novo
- Antônio Amaury C. de Araújo Lampião - As Mulheres e o Cangaço 2012  399 pág.  55,00  Novo
- Antônio Amaury C. de Araújo e Vera Ferreira De Virgolino a Lampião 2009 319 pág.  55,00  Novo
- Antônio Amaury C. de Araújo  Lampião- Origens de Família e Primórdios Guerreiros do Famoso Cangaceiro (Poesias) Raro 31 pág.  40,00  Envelhecido pelo tempo
- Antônio Amaury C. de Araújo  Assim Morreu Lampião 1ª Ed. 1975  135 pág.  40,00  Bom estado/envelhecido
- Antônio Amaury e Carlos Elydio Corrêa de Araújo Lampião, Herói ou Bandido? 25,00 Novo
- Antônio Barroso Pontes  Reminiscências de Um Caboclo Sertanejo  204 pág. 23,00  Bom estado
- Antônio Barroso Pontes  O Mundo dos Coronéis 25,00 Bom estado

Antônio Barroso Pontes  Cangaceirismo do Nordeste 1973 187 pág. 50,00 Bom estado/envelhecido

- Antônio Corrêa Sobrinho O Fim de Lampião, O que disseram os jornais sergipanos 2011. 166 pág.  33,00  Novo
- Antônio Gurgel e Raimundo Soares de Brito Nas garras de Lampião (Diário do CEL. Gurgel)  122 pág. 50,00 Ótimo estado
- Antônio Vilela de Souza  O Incrível Mundo do Cangaço Vols. I e II.  38,00 cada  Novo
- Antônio Vilela de Souza  A outra Face do Cangaço 2012 – Soldado Adrião 102 pág. 28,00  Novo
- Archimedes Marques Lampião contra o mata sete 2012  552 pág.  55,00  Novo
- Arthur Shaker  Pelo Espaço do Cangaceiro, Jurubeba 1979  173 pág. 35,00  Bom estado
- Billy Jaynes Chandler  Os Feitosas e o Sertão dos Inhamuns  213 pág.  80,00  Bom estado
- Billy Jaynes Chandler  Lampião: O Rei dos Cangaceiros 1981  289 pág. 45,00 Bom estado/envelhecido
- Bismarck Martins de Oliveira  Histórias do Cangaço - O Saque de Souza – PB em 1924  30,00 Novo
- Bismarck Martins de oliveira  O Cangaceirismo no Nordeste 2002  329 pág.  38,00  Novo
- Bismarck Martins de Oliveira  Cangaceiros de Lampião de A a Z 2012  35,00 Novo
- Câmara Cascudo  Notas e Documentos Para a História de Mossoró  299 pág.  45,00  Novo
- Célia Magalhães  Fatos e Curiosidades- Missão Velha  25,00 Novo
- Cicinato Ferreira Neto  A Misteriosa Vida de Lampião 33,00 Novo
- Cláudio Aguiar  Caldeirão  40,00 Ótimo estado
- Cláudio José Alves Viana  Religião e Cangaço na Cidade de Mossoró 2012  256 pág. 45,00 Novo

Clerisvaldo B. Chagas e Marcello Fausto  Lampião em Alagoas 2012 (Lançamento) 467 pág. 55,00 Novo

- Coleção Mossoroense  Pequena Cantoria de Mário de Andrade e Câmara Cascudo para Lampião e Jararaca 103 pág.  40,00  Ótimo estado
- Daniel Lins   Lampião – O Homem que Amava as Mulheres  30,00  Novo
- Eduardo Barbosa  Lampião, Rei do Cangaço 117 pág.    35,00  Bom estado
- Élise Jasmim  Cangaceiros 2006 - Álbum Fotográfico do Cangaço  149 pág.  150,00  Ótimo estado
- Epitácio de Andrade Filho A Saga dos Limões, Negritude no Enfrentamento ao Cangaço de Jesuíno Brilhante 2011. 92 pág. 35,00  Novo
- Érico de Almeida   Lampião, Sua História 1996 (Fac-similar 1926). 137 pág.   70,00  Bom estado
- Estácio de Lima  O Mundo Estranho dos Cangaceiros 1965  327 pág. 130,00 Bom estado
- F. Pereira Nóbrega Vingança, Não – Depoimento Sobre Chico Pereira e Cangaceiros do Nordeste 1960 1ª edição.   90,00   Bom estado
- Firmino Holanda Benjamim Abrahão  85 pág. 18,00  Novo (Bolso)
- Francisco Galvão Do Coronelismo ao Caldeirão 2006  192 pág.  35,00  Novo 
- Fred Navarro  Assim Falava Lampião 1998  271 pág.  35,00  Bom estado
- Frederico P. de Mello Estrelas de Couro. Edição de luxo – 1ª Ed.  1,6kg  95,00  Novo
- Frederico P. de Mello  Guerreiros do Sol 5ª Ed. 2011  519 pág.  60,00  Novo 
- Frederico P. de Mello  Benjamin Abrahão, Entre Anjos e Cangaceiros 45,00  Novo

Frederico Pernambucano de Mello  Quem foi Lampião 1993  151 pag. 70,00  Ótimo estado

- Geraldo Ferraz  Pernambuco no Tempo do Cangaço 2vol.  1.024 pág.  120,00  Novo
- Geraldo Ferraz  Theophanes F. Torres, Um Herói Militar na cavalaria de Pernambuco 2004.  250 pag. 45,00 Novo
- Gilbamar de Oliveira Bezerra  A Derrota de Lampião (Mossoró) 2010  104 pág.  28,00 Novo
- Gilmar Teixeira  Quem Matou Delmiro Gouveia? 2011 152 pág.  40,00 Novo
- Gouveia de Helias Dias Sem Compaixão 2010 178 pág. 25,00 Novo
- Gregg Narber Entre a Cruz e Espada: Violência e Misticismo no Brasil Rural 206 pág. 30,00    Ótimo estado
- Gustavo Barroso  Terra de Sol  40,00 Novo
- Gustavo Barroso Heróis e Bandidos, Os cangaceiros do Nordeste 2012.  197 pág.  40,00  Novo
- Gustavo Barroso Almas de lama e de aço, 2ª Ed. 2012.  117 pág. 35,00 Novo
- Gutemberg Costa  A Influência do Cangaço na Música popular Brasileira 1998  84 pág. 40,00  Bom estado/soltando as folhas
- Haroldo Felinto  Curiosidades e Fatos Sobre Lampião 2012  207 pág. 30,00 Novo

Hilário Lucetti Histórias do Cangaço 2001 115 pág. 50,00 Bom estado

- Honório de Medeiros Massilon 50,00 Novo
- Iaperi Araújo No Rastro dos Cangaceiros 2009 152 pág. 40,00  Novo
- Ilda R. de Souza e Israel (Zai) Araújo Orrico Sila, Uma Cangaceira de Lampião. 130 pág.  60,00  Bom estado
- Ilsa Fernandes Queiróz  Mulheres no Cangaço, Amantes e Guerreiras. 144 pág. 30,00  Novo
- Inês Caminha L. Rodrigues  A Revolta de princesa 1981  81 pág. 15,00  Bom estado-Livro Bolso
- Isabel Lustosa  De Olho em Lampião 2011  109 pág.  25,00  Novo
- Ivan Bichara   Carcará- Romance Histórico - Ataque de Sabino Gomes a Cajazeiras em 1926 - 276 pág. 30,00  Bom estado
- João Bezerra da Nóbrega  Lampião e o Cangaço na Paraíba 2011 345 pág.  55,00 Novo
- João de Sousa Lima  A Trajetória Guerreira de Maria Bonita  38,00  Novo
- João de Sousa Lima  Moreno e Durvinha  38,00  Novo
- João de Sousa Lima e Juracy marques (Org.)  Maria Bonita- Diferentes Contextos Que Envolveram a Vida da Rainha do Cangaço  172 pag.  38,00 Novo
- João Lelis de Luna Freire  A Campanha de Princesa 2000  390 pág. 55,00 Ótimo estado
- Joaquim Inojosa República de Princesa  55,00  Bom estado
- Joaryvar Macedo e Rejane M. Augusto Gonçalves Os Augustos  2ª Ed. 2009  627 pág. 65,00 Novo
- Jorge Mattar Villela  O Povo em Armas: Violência e Política no Sertão de Pernambuco 2004 292 pág. 35,00  Ótimo estado
- José Alves Sobrinho  Lampião e Zé Saturnino, 16 anos de lutas.  40,00  Novo

José Alves Sobrinho  Lampião, Antônio Ferreira e Levino – A parceria e o Cangaço 2012 235 pág.  55,00  Novo

- José Anderson Nascimento  Cangaceiros, Coiteiros e Volantes.  30,00  Ótimo estado
- José Cavalcanti  Bicho do Cão - Canga, Cangaço, Cangaceiro. 271 pág. 140,00  Bom estado
- José Gastão Cardoso A heroica resistência de Princesa 2ª ed. 25,00 Novo
- José Hilário Do Cangaço ao Congresso 1994 241 pág. 30,00 Envelhecido pelo tempo
- José Peixoto Junior  Bom de Veras e Seus Irmãos (Os Marcelinos)  40,00 /envelhecido
- José Sabino Bassetti e César Megale Lampião, Sua Morte Passada a Limpo 2011. 192 pág. 45,00 Novo
- Juarez Conrrado  Lampião - Assaltos e Mortes em Sergipe 2010  301 pág.  55,00  Novo
- Juarez Conrado  A Última Semana de Lampião (Reportagens) 1980  84 pág. 70,00  Bom estado/Capa envelhecida
- Késsia Brito e outra  O Mito de Lampião 47 pág.  12,00  Bom estado
- Kydemir Dantas  Mossoró e o Cangaço 1997 149 pág. 30,00 Bom estado
- Leonardo Mota  No Tempo de Lampião 2002  40,00  Novo
- Luitgarde Oliveira C. Barros A Derradeira gesta: Lampião e os Nazarenos Guerreando no Sertão 2000   260 pág.  50,00  Novo
- Luiz Bernardo Pericás Os Cangaceiros  55,00 Novo
- Luiz Luna  Lampião e Seus Cabras 2ª Ed. 1972  160 pág. 45,00  Bom estado
- Luiz Ruben  Lampião Conquista a Bahia 2011  422 pág.  45,00  Novo
- Luiz Ruben F. Bonfim  Lampião e os Interventores 2007 236 pág. 38,00  Novo
- Luiz Rubens F. de A. Bonfim  Notícias Sobre a Morte de Lampião 166 pág.  38,00  Novo
- Luiz Rubens F. de A. Bonfim  Lampião e os governadores 35,00 Novo
- Luiz W. Torres  Lampião e o Cangaço  28,00  Ótimo estado
- Luiz Zanotti   Lampião: Texto, Tela e Palco – Tese de Doutorado - 2012. 308 pág.  50,00 Novo
- Manoel Benício O Rei dos Jagunços 1997  30,00  Ótimo estado

Manoel Cavalcanti de Souza (Ex-volante Neco de Pautília) Lembrar e escrever, não é só querer - “Memórias” do Cangaço e Genealogia. 167 pág.  32,00 Novo

- Manuel Andrade Filho  Fortaleza de São João – Vida e Morte de Lampião 1988  592 pág.  60,00  Capa dura/bom estado
- Maria Christina Matta Machado  As Táticas de Guerra dos Cangaceiros 2ª Ed. 1978 150 pág.  45,00  Bom estado de leitura/envelhecido
- Maria Isaura P. de Queiroz  História do Cangaço  25,00  Bom estado / envelhecido
- Mariane L. Wiesebron  Historiografia do Cangaço e o Estado atual da pesquisa sobre banditismo à nível nacional e Internacional (Apostila) 28 pág. Coleção Mossoroense Séria “A”  28,00  Bom estado
- Marilourdes Ferraz  O Canto do Acauã  4ª edição 2012 Lançamento  680 pág.  130,00  Novo
- Mario Souto Maior  Antônio Silvino – Capitão de Trabuco 40,00 Novo
- Melquíades Pinto Paiva  Bibliografia Comentada do Cangaço vol. III. 105 pág.  10,00 Ótimo estado
- Melquíades Pinto Paiva Bibliografia Comentada do Cangaço vol. V  89 pag. 10,00 Novo
- Melquíades Pinto Paiva A Matriarca do Sertão: Fideralina Augusto Lima 153 pág. 35,00 Novo
- Melquíades Pinto Paiva  Ecologia do Cangaço  40,00  Novo
- Melquíades Pinto Paiva  Cangaço, uma ampla bibliografia comentada 2012. “392 pág. 85,00 Novo / Capa dura
- Miriam V. Garate  Civilização e Barbárie nos Sertões 25,00 Novo
- Moacir Assunção  Os Homens Que Mataram o Facínora 2007  278 pág.  55,00 Parte da capa rasgada, miolo ótimo.

Napoleão Tavares Neves  Cariri, Cangaço, Coiteiros e Adjacências 2009.  131 pag.  35,00  Novo

- Nelly Cordes  O Rei dos Cangaceiros 1954  181 pág. 30,00  Bom estado/envelhecido
- Nertan Macedo Lampião- Cap. Virgulino Ferreira – 5ªed. 1975  25,00  Regular estado
- Nertan Macedo Sinhô Pereira - O Comandante de Lampião 50,00 Ótimo estado
- Nertan Macedo Floro Bartolomeu, o caudilho dos beatos e cangaceiros. 202 pág. 55,00 Ótimo estado
- Nertan Macedo Volta Seca, O Menino Cangaceiro 1982  106 pág.  90,00  Bom estado
- Oleone Coelho Fontes Lampião na Bahia  50,00  Novo
- Optato Gueiros  Lampião, Memórias de Um Oficial Ex-comandante de Forças Volantes (Ed. Fac-similar). 279 pág. 45,00  Bom estado
- Padre João Carlos Perini  Padre Cícero e Lampião 12,00 Novo
- Paulo Medeiros Gastão Lampião de A a Z 2011 75 pág. 15,00 Novo
- Paulo Medeiros Gastão O Cangaço e a Imprensa 2012  80 pág. 23,00 Novo
- Paulo Moura  Lampião: A Trajetória de Um Rei Sem Castelo  150 pág.  35,00  Novo
- Pedro Baptista  Cangaceiros do Nordeste 2011  279 pág.  37,00  Novo
- Pedro Nunes Filho  Guerreiro Togado – 2011 - Edição de Luxo  516 pág.  100,00 Novo
- Raimundo Nonato  Jesuíno Brilhante - O Cangaceiro Romântico  40,00 Novo.
- Raimundo Nonato  Lampião em Mossoró 2012  325 pág.  45,00  Novo
- Ranulfo Prata Lampião  28,00 Ótimo estado
- Ranulfo Prata  Lampião, Documentário 2010 239 pág.  35,00  Novo
- Raquel de Queiroz  Lampeão, a Beata Maria do Egito - Teatro 1995. 60 pág.  20,00 Ótimo estado
- Raul Fernandes  A Marcha de Lampião - Assalto a Mossoró. 55,00  Novo.
- Raul Fernandes  Lampião na Fazenda Veneza  23 pág. 15,00 Novo

Reinaldo Azevedo  Cangaço, tatuado no traço 22x31cm  2012 131 pág. 68,00  Novo/encadernação de luxo.

- Renato Phaelante  Cangaço, Um Tema na Discografia da MPB.  97 pág.  40,00  Novo
- Ricardo Albuquerque (org.)  Iconografia do Cangaço – (Livro Álbum) Inclui Filme com Cenas Inéditas de Lampião e Seu Bando (DVD)  215 pág. 115,00  Novo
- Roberto Pedroso Monteiro  O Outro Lado do Cangaço,  As Forças Volantes em Pernambuco entre 1922-1938 2004.  185 pág.  60,00  Ótimo estado

- Rodrigues de Carvalho  Serrote Preto 1974  80,00  Bom estado
- Rodrigues de Carvalho  Lampião e a Sociologia do Cangaço 379 pág. 90,00 Bom estado, manchas no corte
- Ronald Daus O Ciclo Épico dos Cangaceiros na poesia popular do Nordeste 1982  161 pág.  30,00  Bom estado. Envelhecido
- Rosa Bezerra A Representação Social do Cangaço 50,00 Novo
- Rui Facó  Cangaceiros e Fanáticos 2012  40,00 Novo.

Sérgio Augusto S. Dantas  Antônio Silvino: O Cangaceiro, o Homem, o Mito 2ª Edição 2012. 314 pág.  45,00  Novo

- Severino Barbosa  Antonio Silvino – O Rifle de ouro  80,00 regular  100,00 Bom estado.
- Sousa Neto José Inácio do Barro e o Cangaço 2011 223 pág. 38,00  Novo.
- Ulysses Lins de Albuquerque  Um Sertanejo e o Sertão 2ª edição. (Anexo "A luta dos Pereiras e Carvalhos") 242 pág. 45,00  Bom estado/envelhecido pelo tempo.
- Valdir Nogueira  São José do Belmonte 1999 (O trágico fim do Cel. Gonzaga e a História da Pedra Bonita) 361 pág.  65,00  Ótimo estado
- Vilma Maciel  Os Fuzilados do Leitão 2ª Edição 2012  88 pág. 23,00 Novo
- Vilma Maciel  Lampião: Luta, Sangue e Coragem 2012 (Romance Histórico)  188 pág. 33,00  Novo
- Waldemar Alves da Silva Júnior O coronelismo em Salgueiro (1920-1945) 2008  277 pág.  50,00    Capa dura /ótimo estado com carimbo

 *Imagens meramente ilustrativas
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Estou sempre comprando e vendendo livros, os preços podem variar para mais ou para menos, a qualquer momento. Possuo apenas uma unidade de alguns títulos, então será sempre importante confirmar o estoque do livro desejado. O pedido pode ser feito para nosso E-mail franpelima@bol.com.br ou pelo tel. (83) 9911 8286 (TIM) - (83) 8706 2819 (OI)

Att. Professor Pereira
Cajazeiras/PB

Atenção: Os preços não são mais estes que estão na lista. 

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MEL BOM, FERRÃO RUIM

 Clerisvaldo B. Chagas, 25 de maio de 2022

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.706

Sentado na área interna da casa, vejo o Sol evoluindo nas horas ou a chuva caindo mansa, ora encorpada tamborilando o teto e lavando o chão. Levanto a vista para a caixa-d’água altíssima do vizinho e me surpreendo com o que vejo. Nada mais do que um enxu gigante pendurado naquelas alturas. E para quem não sabe, enxu no Sertão, também é chamado inxu, é uma colmeia de qualquer abelha. As danadinhas trabalhadeiras fizeram o enxu aproveitando um fio pendurado que desce da caixa. Não dá para vê se a estrutura também está colada à parede por cima do fio ou não. Estar ali o pacote: vertical em forma cilíndrica, enfrentando sol e chuva sem nenhuma alteração. Também não sei dizer que material é aquele utilizado por elas, as abelhas, olhando de longe parece barro.

ENXU (FOTO: B. CHAGAS).

Não sei se essas fabricantes de mel têm ferrão ou não têm. Também nem quero saber a qual gênero pertence o enxame. Deixemos as bichinhas quieta no labor animal. E se um mal-informado for brincar com abelhas, pode ser atacado e fazê-las atacar a vizinhança, aí o diabo se solta. Quantas pessoas não já morreram no Brasil vítimas de picadas desses insetos! Sim podem ser abelhas sem ferrão, mas você não quer ir perguntar a elas, quer? E naquelas alturas da caixa-d’água, só o cão vai lá e ainda leva o Corpo de Bombeiros que é quem sabe lidar com essas coisas. Diz o matuto “que não se deve futucar o cão com vara curta”; e ali não é o cão, mas é abelha, cabra “véi”. Quem vai encarar ferroadas nos olhos, nos braços... Na bunda!

O mel é um dos alimentos mais completos do mundo e ajudou a salvar muitas pessoas da fome, nas caatingas das secas de outrora. Mas não se pode esquecer que a abelha braba ainda é parente da vespa e da formiga. É considerado um inseto útil, mas não vale mexer com ele. Pelo que sei, não estamos na seca, não estamos com fome em busca de mel, não temos experiência em mexer com abelhas, nem o vizinho quer uma guerra contra tantas guerreiras. Hummm... Diz os mais velhos: “Não devemos mexer com quem está quieto”. Em breve as abelhas completarão a tarefa na caixa-d’água e irão embora na paz da Natureza.

Será que o amigo ou amiga, concorda?

Estamos de olho no ferrão e no mel.

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MEMÓRIA DO CANGAÇO EM ADUSTINA, BA - Zé Pequeno Caçador... coiteiro de Cangaceiros

Por Kiko Monteiro

Com mais uma preciosa informação colhida pelo amigo professor Salomão, o Cariri Cangaço foi levemente esticado para mim e para o confrade Narciso Dias, Presidente do Grupo Paraibano de estudos do Cangaço – (GPEC).

No último dia 2 de agosto rumamos novamente para Adustina, logo alí no sertão baiano, fronteiriço com Sergipe, para conhecer mais uma das testemunhas oculares da saga 'lampiônica' naquela área que era considerada na época um “corredor de cangaceiro”.


Em breve reunião com nosso anfitrião resolvemos de supetão esticar até o município vizinho de Coronel João Sá, pra visitar as cruzes dos cangaceiros Mariquinha, Chofreu e Pé-de-Peba, mas por conta da distância que restava e horário incompatível com compromissos dele, concordamos em adiar para uma próxima “incursão”.

No caminho de volta paramos no terreiro do seu José Dantas de Oliveira, exímio atirador que ficou conhecido como “Zé Pequeno Caçador”. 

104 anos de idade, espanta tanto pela aparência, quanto pelo ritmo e disposição. Só se queixa de uma "dor nas juntas". Apesar do seu documento indicar Paripiranga ele afirma ter nascido no Arraial da Mãe D’Água de Cipó, (hoje Cipó), também no sertão Baiano. Mudou-se para o Bonfim do Coité, atual Adustina, quando ficou órfão de pai e mãe ainda menino e foi morar com parentes no sítio Algodão que já tinha este mesmo nome desde a época do cangaço.


Seu Zé, de memória ainda acesa nos relatou que assim como Seu Atanásio ele também foi coiteiro ou faz-tudo dos cabras de Lampião naquelas bandas. 

Essa história ele mesmo conta.

“Conheci Corisco, Boa Vista, Balão, “Anjo” Roque, o Saracura, que era daqui, e sabendo que eu atirava bem o próprio Virgolino pelejou que eu entrasse no meio deles.
Eu disse – “não, capitão, no que eu puder servir eu sirvo, trago caça, peixe, aponto caminhos, mas virar cangaceiro, quero não”.
Também fui amigos dos ‘macacos’, arrumei muita caça para Odilon “Fulô”, comandante da volante que perseguia os cabras por aqui. Mas eles jamais souberam que eu era amigo dos cangaceiros, nem Lampião soube que eu me dava com os soldados.

"Deus o líve”, os soldados faziam muita malvadeza quando pegava um coiteiro que soubesse o rancho dos cabras e não entregasse pra eles.
Seu Zé ainda contou que chegou a ficar por quinze dias acoitado com os cangaceiros. Ele diz que não presenciou nenhum fogo, ou morte isolada. Mas viu os cangaceiros Mariquinha, Chofreu e Pé-de–Peba, mortos no lugar Curral do Saco, pela Volante de Odilon.

A cangaceira Doninha

Um dos fatos mais interessantes narrados por ele foi o de quando encontrou a cangaceira 'Doninha'*, companheira do cangaceiro Boa Vista, perdida na mata. 

Ele não lembrou se ela estava tentando fugir do coito como outras assim tentaram.

O certo é que seu Zé pequeno cuidou da moça durante três meses. Até que um dia estava caçando, topou com os cabras e perguntou se Boa Vista ainda era vivo, com resposta positiva pediu para informar a ele o paradeiro da companheira e precavido rogou:

“Diga a Boa Vista que a muié dele ta lá em minha casa, mas que fique certo que o que eu devo a ela eu devo a minha mãe, apesar de ser jovem e solteiro".

Na linguagem sertaneja ele não se relacionou com a moça.

De acordo com a literatura, Doninha voltou para o convívio com Boa Vista e permaneceu com ele até o período das entregas.   

Professor Salomão, Kiko Monteiro e Narciso Dias.

 

Antes de nos despedirmos perguntei a seu Zé, o que foi confirmado pela sua esposa, que essa foi a primeira visita de pesquisadores do cangaço que ele recebeu durante todos estes anos. Tanto eu quanto Narciso não identificamos nenhuma afirmação que destoasse da historiografia fiel do cangaço naquela região. Até onde sua memória lhe permitiu não citou nome de nenhum cabra fora do território de atuação de seu subgrupo na época em questão, nem fantasiou combates ou eventos que não tenha presenciado.

A convivência de seu Zé Pequeno com os cangaceiros só foi citada em 1980 no livro ‘A Serra dos dois meninos’ de autoria de Aristides Fraga Lima (1923-1996) que narra em um dos capítulos quando ele ajudou a encontrar os garotos que se perderam nas famosas matas de Paripiranga.


*A Doninha em questão era a "cabrocha" alagoana Laura Alves que a primeira vista chegou a escolher como companheiro o cabra Moita Brava, que a recusou. Ela findou se juntando com o Boa Vista. Consulta: ARAÚJO, Antônio Amaury Corrêa de. Lampião: as Mulheres e o Cangaço, Editora Traço 2ª Edição, 2012. Pág. 279 

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terça-feira, 24 de maio de 2022

O CANGACEIRO DO BEM

 Por Raul Meneleu Mascarenhas

José Grosso

Entre as suas supostas diversas encarnações, teria vivido na Germânia como Johannes, quando teve muito poder e autoridade era místico, rígido e disciplinado. Desencarnou por volta do ano 751.

Reencarnou na Holanda e como Adido Diplomático conviveu com a classe alta holandesa e com a corte de Francisco I, rei da França. Segundo informações da espiritualidade, consta que Jair Soares (diretor mediúnico de núcleo espírita já desencarnado) foi o Rei Francisco I. Com essa informação, fica explicada a grande ligação entre os dois. Nesse período, José Grosso conquistou grandes amizades através de suas atividades diplomáticas.

No ano de 1896, em território brasileiro, nos recantos áridos do Ceará, em pequeno lugarejo próximo a Crato nasceu como José da Silva, tendo como pais Gerônimo e Francisca, pais de outros 8 filhos. No princípio da década de 1930, os rumores invadiram toda a vastidão do sofrido Nordeste. Miséria, seca, sofrimentos, falta de tudo nessa época alguns homens se apropriaram dos bens dos ricos para distribuí-los aos pobres, isso empolgou muito o coração de José da Silva que em seu íntimo sonhava, como de resto todos os sertanejos nordestinos,  com uma terra de paz, sem fome e com a justiça amparando também os pobres e fracos. Essa turba de homens tinha como chefe Lampião. Animado por esses anseios, se integra ao grupo, por ocasião de sua passagem pela região de Orós (hoje município do estado do Ceará).

Mas, com a convivência com o bando, José da Silva, então conhecido como José Grosso,  percebeu que eles extrapolavam nas suas aspirações. Em desacordo com as atitudes do grupo mudou seu comportamento, apesar de não delatar os companheiros de bando às autoridades policiais, passou a alertar as cidades que seriam invadidas para que as pessoas (especialmente mulheres e crianças) não fossem violentadas e assassinadas. Esse comportamento levou Lampião a perfurar-lhe os olhos com uma faca, vingando-se da traição sofrida. José Grosso perdido na mata com infecção generalizada desencarnou em 1936 aos 40 anos de idade sem ter notícia alguma de sete dos seus irmãos. Conhecia apenas o paradeiro de um único irmão, que hoje conhecemos como Palminha (também mentor espiritual da Fraternidade) – e que na época vivia o mesmo tipo de vida, mas pertencendo a outro grupo.

Afirma-se que após o seu desencarne esteve algum tempo vagando em cegueira no plano espiritual sendo amparado pelo espírito Nina Arueira. Ficou por longos anos sob a orientação do Espírito Sheilla e de Joseph Gleber, que tiveram vínculos com ele na Germânia, e também sob a orientação do Espírito Glacus.

Em 1949, acontece sua sua primeira manifestação no  Centro Espírita Oriente e na casa de Jair Soares. Teria então afirmado ser “folha caída dos ventos do Norte”. Também levado por Scheilla e Joseph começou a manifestar-se no Grupo Espírita André Luiz, no Rio de Janeiro, através de alguns médiuns principalmente através do extraordinário médium de efeitos físicos conhecido como Peixotinho (Francisco Peixoto Lins).

Desde então o Espírito José Grosso, o “cangaceiro do bem”, vem cooperando em reuniões de efeitos físicos e também junto a vários movimentos espíritas integrando as hostes espirituais onde transitam outros espíritos benfazejos que viveram no sofrido.

Espírito de muito sentimento e muito amigo é dedicado orientador na FEIG como mentor espiritual da tarefa da Sopa e da Creche Irmão José Grosso, na Fundação Espírita Irmão Glacus

Adaptação de relato feito pelo médium Ênio Wendling em reunião mediúnica

Vejam essa mensagem dele no YouTube 

https://www.youtube.com/watch?v=YAmlvGXYDZY&feature=youtu.be&ab_channel=MensagemdosEsp%C3%ADritos

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O TRISTE DESFECHO DO REINO ENCANTADO

  Por Valdir Jose Nogueira


Após ouvir a narrativa do fugitivo, identificado no processo como José Gomes, o major Manuel Pereira, então chefe de polícia, partiu para a sede da Comarca (Flores), onde comunicou os fatos ao juiz de Direito, que ordenou a mobilização de alguns homens para, juntamente com a força policial, seguir para o local dos acontecimentos. O major Manuel Pereira convocou seus três irmãos, Símplicio, Cipriano e Alexandre, e mais 30 moradores da cidade, os quais, ao todo, formaram uma força de 60 combatentes.

No dia 18 de maio, a tropa deslocou-se em cavalgada, atingindo a região dos eventos ao entardecer do dia seguinte. Foi cerrado, então, grande combate. Depois de mais de uma hora de luta corpo-a-corpo, inúmeros cadáveres jaziam no chão, dentre eles, dois irmãos do major Manuel Pereira: Alexandre e Cipriano. Foram feitos também muitos presos. Alguns fugitivos foram chacinados pela força do capitão Simplício Pereira da Silva.

A maioria dos homens teve que enfrentar a justiça. Alguns foram levados acorrentados em lúgubre procissão de sombras esqueléticas e esfarrapadas, para os cárceres da ilha de Fernando de Noronha. As mulheres tiveram penas variadas, em função dos crimes apurados, e as crianças foram postas em liberdade e distribuídas com a população de Flores para que as criassem.

Quanto a João Antônio – o primeiro rei da Pedra Bonita – foi perseguido e capturado no Estado de Minas Gerais, juntamente com sua mulher, Maria. Algemados foram transportados de regresso a Pernambuco. Todavia, durante a viagem, a polícia com medo que os presos sucumbissem de uma febre palustre que foram atacados, resolveram matar João Antônio. Quanto a Maria, foi levada para a prisão, sendo posteriormente indultada por decreto do presidente da Província de Pernambuco, o barão Francisco do Rego Barros (futuro conde da Boa Vista).

No dia 25 de maio de 1838, o então prefeito de Flores, o coronel Francisco Barbosa Nogueira Paz, escreveu uma carta ao presidente da Província de Pernambuco, Francisco do Rego Barros, dando-lhe ciência do “Caso mais extraordinário, mais terrível, nunca visto, quase incapaz de acreditar-se”, ocorrido na Pedra Bonita. Essa carta foi publicada no Diário de Pernambuco, em 16 de junho de 1838.

O padre José Francisco Correia, o mesmo que tentara demover João Antônio de suas idéias, esteve no local dois meses depois, reuniu as ossadas das vítimas e lhes deu sepultura. Sobre elas levantou uma cruz de madeira e rezou uma missa. Encerrou a cerimônia com um pedido de perdão para os sebastianistas. Estes fatos ocorreram há 184 anos.

Valdir José Nogueira de Moura - Pesquisador e Escritor , Conselheiro Cariri Cangaço
São José de Belmonte

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