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quinta-feira, 26 de maio de 2022

VILA DE DONA GENEROSA RECEBE A VISITA DO CARIRI CANGAÇO PAULO AFONSO

Cariri Cangaço Paulo Afonso na Vila de Dona Generosa

Da Lagoa do Mel a caravana Cariri Cangaço Paulo Afonso 2022 parte para um dos mais emblemáticos cenários da presença de Virgulino Lampião em terras pauloafonsinas. Eram cerca de 10h ainda manhã da sexta-feira, 25 de março de 2022 quando se chega ao povoado do Riacho; encravada no sopé da Serra do Umbuzeiro; porta de entrada para a região do Rio São Francisco; chegamos a incrível e enigmática "Vila da Dona Generosa", dali se vislumbra os 507 metros da majestosa  Serra do Umbuzeiro, bem pertinho dos Picos do Tará e da famosa Malhada da Caiçara.

Capela e Cemitério na fazenda de dona Generosa

"Encontrar um patrimônio dessa magnitude aqui no sertão da Bahia é algo extraordinário, mostra a força do mando local dos grandes latifundiários da época, no caso ; da grande dona Generosa; aqui vemos as ruínas da casa grande, uma vila, uma capela e um cemitério, fico a pensar como era naquele tempo dos grandes bailes promovidos pela capitão Lampião nesse lugar" revela o Conselheiro Cariri Cangaço Narciso Dias, presidente do GPEC.

Para o Conselheiro Cariri Cangaço Valdir Nogueira, "é realmente incrível o nível de ligação dessa região com o cangaço de Virgulino naquele começo de década de 30 do século passado, essa ligação com dona Generosa, com os vários povoados daqui e principalmente com a Malhada da Caiçara onde encontrou sua amada Maria".

João de Sousa, Manoel Severo e Ivanildo Silveira na apresentação da Vila de Dona de Generosa no Cariri Cangaço Paulo Afonso 2022

Novamente por entre as ruínas da Casa Grande de dona Generosa, a Capela e o Cemitério, os convidados do Cariri Cangaço puderam conhecer mais de perto este recorte importante da passagem de Lampião por essas bandas. João de Sousa Lima, Manoel Severo e Ivanildo Silveira anfitrionaram aos participantes. "O João acabou de me dizer que os familiares fizeram a pintura completa tanto da capela como do cemitério para receber na manha de hoje o Cariri Cangaço" revela Manoel Severo.

Serra do Umbuzeiro
Ruínas da casa grande de dona Generosa

Diante da caravana que visitava o local, João de Sousa Lima, tendo ao lado; Manoel Severo e Ivanildo Silveira; fala: "Dona Generosa, que morreu com mais 100 anos nos idos de 1950 era uma das maiores coiteiras de Virgulino Ferreira . Construiu aqui onde estamos e todos podem ver, esse conjunto arquitetônico conhecido como a vila de dona Generosa, temos aqui atrás as ruínas da casa grande, ali na frente a capela, cemitério e outras três edificações contíguas. Pessoal aqui foram realizados muitos bailes reunindo os cangaceiros e as mocinhas do lugar; tudo com muito respeito, sem "ousadia" por parte dos cangaceiros".

Luiz Ferraz Filho, comandante do Cariri Cangaço Serra Talhada, traz o Pajeú 
à terra de Maria Bonita
Luiz Ferraz, Junior Almeida e Zé Tavares
Edson Araujo, Junior Almeida, Fagner Lopes e Andre Nunes
Francimary Oliveira, Junior Almeida e Noádia Costa
Wescley Dutra, Aline Melo, João de Sousa, Manoel Severo, José Irari e Fagner Lopes

E continua João de Sousa Lima: "Seu Agenor, neto de Generosa, certa vez me falou que quando os cangaceiros desciam a serra para o baile aqui na casa da avó, dava para sentir o cheiro do perfume deles de longe..." 

Aqui também na Vila de Dona Generosa foi morto Zé Pretinho. Na verdade Zé Pretinho foi preso por Douradinho nas proximidades do povoado Arrasta-Pé e passou com ele todo amarrado, montado em um burro, na casa da cangaceira Durvinha. Dona Santina, mãe de Durvinha, tentou dar um copo com leite a Zé Pretinho, o Douradinho quebrou o copo jogando-o na calçada da casa. Zé Pretinho foi morto na frente da casa de Generosa, amarrado em um pé de barriguda, onde fizeram “tiro ao alvo”, depois de morto foi esquartejado e deixado no lugar; Generosa mandou enterrá-lo lá mesmo, existindo ainda no lugar o túmulo de pedras e uma cruz que marcam o lugar da tragédia.

"Testemunhar essa verdadeira legião de pesquisadores que vieram de todo o Brasil para conhecer de perto os principais cenários do cangaço em Paulo Afonso, sermos acolhidos por essa Comissão espetacular que tem a frente nosso Conselheiro Cariri Cangaço, João de Sousa Lima e ainda os Conselheiros; Luma Holanda, Flávio Motta e Marcus Vinicius, nos proporcionando momentos inesquecíveis cheios de historia e forte significativo, não tem preço, o Cariri Cangaço Paulo Afonso ficara na história" conclui Manoel Severo.

Com a palavra do Conselheiro Cariri Cangaço Junior Almeida: "O Cariri Cangaço marca mais um ponto, na verdade um gol de letra nesse magnifico evento de Paulo Afonso 2022, coroando o retorno aos nosso eventos presenciais depois da pandemia e para mim em particular está sendo uma grande honra receber como Conselheiro Cariri Cariri neste evento nossa caravana de Paranatama, ex Serrinha do Catimbau lá de nosso agreste pernambucano e que em breve estaremos inaugurando nossa Rota do Cangaço!"

Wescley Rodrigues e Manoel Severo
Nicolas da Kalango do Sertão
Luma Holanda, João de Sousa, Manoel Severo e Ivanildo Silveira
Aline Melo e João de Sousa Lima

Para o Conselheiro Cariri Cangaço Ivanildo Silveira: "Mais uma vez o Cariri Cangaço é sucesso, reunir num evento dessa natureza mais de 250 pesquisadores que estão vindo de todo o Brasil e proporcionar a todos esse conjunto de visitas técnicas cheias de conhecimento, além das palestras, dos lançamentos e todo esse congraçamento, é algo espetacular. Todos de Paulo Afonso estão de parabéns".

Cariri Cangaço Paulo Afonso 2022 na Vila de Dona Generosa em 25 de Março de 2022

Fotos: Louro Teles, Junior Almeida, Kiko Monteiro.


BALAIADA

 

A Balaiada, chamada ainda Guerra dos Bem-te-vis, foi uma revolta popular e social ocorrida no estado brasileiro do Maranhão[1] entre os anos de 1838 e 1841[2] (uma das mais longas e numerosas revoltas, com início em 13 de dezembro de 1838).[3] Os primeiros indícios da revolta ecoaram da então vila da Manga do Iguará, também conhecida simplesmente Manga (atual cidade de Nina Rodrigues), na região do Maranhão oriental.

A rebelião eclodiu como um levante social que visava obter melhores condições de vida e contou com a participação de vaqueiros, escravos e outros desfavorecidos.[1]Suas causas estavam na má gestão do governo local, incapaz de evitar que a maioria da população falisse durante a crise do comércio de algodão, e a promulgação da Lei dos Prefeitos que autorizava os presidentes das províncias a nomearem os prefeitos municipais, levando assim os seus “nomes de confiança” ou eles próprios ao poder. Este fato acirrou mais ainda as relações do povo com as instituições governamentais, uma vez que a população naquela época não votava.[4]

Os revoltosos entraram em combate contra as tropas imperiais e foram derrotados. O então coronel Luís Alves de Lima e Silva, posteriormente conhecido como Duque de Caxias, liderou as tropas que obliteraram as tropas revoltosas. Porém, a paz só foi alcançada quando o Imperador do Brasil concedeu anistia geral aos últimos rebeldes.[5]

Índice

1Etimologia

2Antecedentes

3A revolta dos balaios

4A repressão

5Referências

6Bibliografia

Etimologia

A palavra balaiada provém dos "balaios", nome dos cestos típicos manufaturados na região.

Antecedentes

Recanto dos Balaios em Nina Rodrigues.

Apesar de uma implementação tardia, a economia escravista de plantation caracterizou-se no Maranhão pelo desenvolvimento e crescimento da importância de uma economia camponesa de forma diferenciada e autônoma, principalmente se comparada a outras regiões do Brasil onde também predominaram as grandes lavouras escravistas.

A economia camponesa assumia, então, uma função complementar à economia de plantation, criando assim um antagonismo entre os dois setores, gerando a base do conflito entre os autodenominados caboclos e os fazendeiros escravistas, e por fim, preparando o território para a eclosão da Balaiada.[6]

O Maranhão era regido por dois partidos: os liberais (chamados de bem-te-vis, por causa do seu jornal, chamado O Bem-te-vi) e os conservadores (cabanos, por analogia com os cabanos do Pará, Pernambuco e Alagoas).[2]

A articulação defasada entre o sertão maranhense e o litoral criou uma separação antagônica e consequentemente importante para a revolta, acentuando conflitos entre as camadas sociais no sertão e o poder provincial.

A revolta dos balaios

Memorial da Balaiada em Caxias, no Maranhão.

Considerada uma das maiores insurreições populares da época Brasil-Império, a Balaiada chegou a mobilizar ao menos 12.000 homens ao longo de seus quatro anos de duração.[7]

A revolta tomou o nome de Balaiada pois Balaio era o apelido de um de seus principais líderes, Manuel Francisco dos Anjos Ferreira. Ele era um fabricante de balaios, e fora vítima da violência policial, que decidiu fazer justiça com as próprias mãos após um soldado desonrar suas filhas.

A principal causa da revolta foi a detenção do irmão do vaqueiro Raimundo Gomes, o Cara Preta,[8] acusado pelo sub-prefeito da Vila da Manga[2] (atual Nina Rodrigues ), José Egito, um cabano. No dia 13 de dezembro de 1838, Raimundo Gomes, com nove outros homens, invadiu o edifício da cadeia pública da povoação e libertou-o, reforçando seu grupo com os prisioneiros soltos e vinte e dois soldados encarregados da segurança policial da Vila.[2]

Raimundo Gomes conseguiu o apoio de Lívio Pedro MouraMulungueta, e Manuel Francisco dos Anjos Ferreira, também conhecido como Manuel Balaio, o que deu nome ao movimento.[2]

Os revoltosos, após destruírem e saquearem fazendas e vilas, investiram contra a Vila de Caxias, que, sob a liderança civil de João Paulo Dias e do capitão militar Ricardo Leão Sabino, conseguiu resistir, inclusive com o apoio de mulheres, durante quarenta e seis dias sob o cerco do bando de Raimundo Gomes.[2]

Quando não havia mais como defender a vila, o Capitão Sabino simulou haver aderido à revolta, mas disparou um canhão, causando pânico entre os balaios, resultando na evacuação da vila. Esta vitória animou o partido dos Bem-te-vi, que enviou emissários à capital São Luís, pedindo a rendição ao presidente do Maranhão.[2]

Os balaios, porém, eram desorganizados, sem unidade de comando, e perderam um de seus líderes, o Balaio, que foi atingido por um projétil atirado de seu próprio bando e morreu de gangrena.[2]

A importância da revolta reside, por um lado, em seu pioneirismo, tamanho e grandeza, que envolvem seu impacto na formação do campesinato maranhense, se fixando como parte importante da história de resistência da população camponesa. Por outro lado, a Balaiada, como diversas outras revoltas da época da Regência, teve seu caráter multiclassista, contando com uma liderança popular desde o princípio, unindo fazendeiros, vaqueiros e escravos, compondo um exemplo atípico de aliança.[7]

A repressão

A Balaiada (1838).

A região do Baixo Sertão, onde está localizada a cidade de Caxias, também foi atingida pela Balaiada. Saindo de Caxias, através do rio Itapecuru, os rebeldes atingiram o baixo Munim, ocupando a vila de Icatu, na baía de São José, em frente à ilha de São Luís, criando assim uma grande ameaça ao governo da capital. [3]

Para combater a situação, a Regência enviou ao Maranhão, como Presidente e Comandante das Armas da Província o coronel Luís Alves de Lima e Silva, que tinha experiência militar por ter lutado na Guerra de Independência e na Guerra da Cisplatina, de 1825 a 1828. Ele recebeu o comando de todas as tropas em operação no Maranhão, Piauí e Ceará, e assumiu o comando em 7 de fevereiro de 1840.[2]

Lima e Silva criou a Divisão Pacificadora, dividindo em três colunas, comandadas por Sérgio de Oliveira, que ocupou as comarcas de Caxias e Pastos Bons, João Thomaz Henrique, que atuou em Vargem Grande e Brejo, e Souza Pinto Magalhães, que ocupou a Vila Icatu e as margens do rio Mearim.[2]

A estratégia dos revoltosos era de guerrilha rural, atacando só os pontos fracos da defesa do governo; a resposta estratégica foi manter suficientemente guarnecidas todas as vilas e cidades importantes para os revoltosos. Destes pontos fixos, Lima e Silva combateu a Balaiada, usando muitas vezes o cerco contra grupos de rebeldes.[2]

Os balaios ainda tiveram o apoio de três mil escravos, que fugiram das fazendas, se aquilombaram e depois ficaram sob a liderança do negro Cosme Bento das Chagas.[2]

Em 23 de agosto de 1840, quando foi proclamada a maioridade do imperador Dom Pedro II, Lima e Silva anunciou aos maranhenses a quase extinção da guerra civil.[2]

Lima e Silva receberia, mais tarde, o título de Barão de Caxias por esta campanha.[9]

https://pt.wikipedia.org/wiki/Balaiada

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quarta-feira, 25 de maio de 2022

O QUE É SBEC?

A Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço foi fundada em 13 de junho de 1993, data aniversário que lembra a entrada de Lampião e seu bando na cidade de Mossoró (RN).

É uma entidade sem fins lucrativos que coordena um maior entrosamento entre os pesquisadores, escritores e artistas brasileiros que estudam e divulgam o Nordeste.

Assuntos como Cangaço, Coluna Prestes, Canudos, revoltas: Praieira, Balaiada, Cabanagem e Quebra-Quilos; Juazeiro, Padre Cícero, Delmiro Gouveia e o progresso do nordeste, Quilombos, Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro e a Música Popular Nordestina; a Cultura e a Arte nordestinas são prioridades nos estatutos da SBEC para debatermos e divulgá-los em eventos, no Brasil e no exterior.

Quem são os seus integrantes?

Escritores, Pesquisadores, Poetas, intelectuais e alunos que se interessam pela pesquisa hitórico-sociológica do Nordeste e do Brasil.

Qual a abrangência desta entidade?

Inúmeros segmentos da sociedade cultural, no âmbito das pesquisas em vários Estados do Brasil, com sócios espalhados por este País continental.

O quê é necessário para se tornar sócio da SBEC?

Para ser sócio da entidade precisa ter trabalhos apresentados, artigos e/ou livros publicados, dentro dos diversos temas que permeiam a mesma. O pretendente deverá ser apresentado por um sócio efetivo e seu nome aprovado por, pelo menos, 5 outros sócios.

Quem faz parte de sua Diretoria?

A Diretoria é composta:

Presidente: 

Vice Presidente: 

1º secretário 

2º secretário 

1º tesoureiro 

2º tesoureiro

Onde é a sede da SBEC?

Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço
Museu Histórico Lauro da Escóssia
Praça Antonio Gomes, s/n.
59610-150 – Mossoró (RN)

Telefone (84) 3315-4778

Site Oficial da SBEC:

http://www.sbec-br.org/

E-mail: mailto:sbec-br@googlegroups.com

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LIVRO DO GERALDO MAIA

  Por José Mendes Pereira

 

Conheça José Leite de Santana, o ex-cangaceiro do capitão Lampião, com alcunha "Jararaca" que foi assassinado em Mossoró.  O livro foi escrito pelo historiador e pesquisador do cangaço Geraldo Maia do Nascimento. 

Para adquirir esta esta excelente obra, basta entrar em contato com o autor através deste gmail abaixo.


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LIVRO

   

Recebi hoje do Francisco Pereira Lima (Professor Pereira) lá da cidade de Cajazeiras no Estado da Paraíba uma excelente obra com o título "PAJEÚ EM CHAMAS O CANGAÇO E OS PEREIRAS - Conversando com o Sinhô Pereira" de autoria do escritor Helvécio Neves Feitosa. Obrigado grande professor Pereira, estarei sempre a sua disposição.


O livro de sua autoria “Pajeú em Chamas: o Cangaço e os Pereiras”. A solenidade de lançamento aconteceu no Auditório da Escola Estadual de Educação profissional Joaquim Filomeno Noronha e contou com a participação de centenas de pessoas que ao final do evento adquiriram a publicação autografada. Na mesma ocasião, também foi lançado o livro “Sertões do Nordeste I”, obra de autoria do cratense Heitor Feitosa Macêdo, que é familiar de Helvécio Neves e tem profundas raízes com a família Feitosa de Parambu.

PAJEÚ EM CHAMAS 

Com 608 páginas, o trabalho literário conta a saga da família Pereira, cita importantes episódios da história do cangaço nordestino, desde as suas origens mais remotas, desvendando a vida de um mito deste mesmo cangaço, Sinhô Pereira e faz a genealogia de sua família a partir do seu avô, Crispim Pereira de Araújo ou Ioiô Maroto, primo e amigo do temível Sinhô Pereira.

A partir de uma encrenca surgida entre os Pereiras com uma outra família, os Carvalhos, foi então que o Pajeú entrou em chamas. Gerações sucessivas das duas famílias foram crescendo e pegando em armas.

Pajeú em Chamas: O Cangaço e os Pereiras põe a roda da história social do Nordeste brasileiro em movimento sobre homens rudes e valentes em meio às asperezas da caatinga, impondo uma justiça a seus modos, nos séculos XIX e XX.

Helvécio Neves Feitosa, autor dessa grande obra, nascido nos Inhamuns no Ceará, é médico, professor universitário e Doutor em Bioética pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (Portugal), além de poeta, escritor e folclorista. É bisneto de Antônio Cassiano Pereira da Silva, prefeito de São José do Belmonte em 1893 e dono da fazenda Baixio.

Sertões do Nordeste I

É o primeiro volume de uma série que trata dos Sertões do Nordeste. Procura analisar fatos relacionados à sociedade alocada no espaço em que se desenvolveu o ciclo econômico do gado, a partir de novas fontes, na maioria, inéditas.

Não se trata da monumentalização da história de matutos e sertanejos, mas da utilização de uma ótica sustentada em elementos esclarecedores capaz de descontrair algumas das versões oficiais acerca de determinados episódios perpassados nos rincões nordestinos.
Tentando se afastar do maniqueísmo e do preconceito para com o regional, o autor inicia seus estudos a partir de dois desses sertões, os Inhmauns e os Cariris Novos, no estado do Ceará, sendo que, ao longo de nove artigos, reunidos à feição de uma miscelânea, desenvolve importantes temas, tentando esclarecer alguns pontos intrincados da história dessa gente interiorana.

É ressaltado a importância da visão do sertão pelo sertanejo, sem a superficialidade e generalidade com que esta parte do território vem sendo freqüentemente interpretada pelos olhares alheios, tanto de suas próprias capitais quanto dos grandes centros econômicos do País.

Após a apresentação das obras literárias, a palavra foi facultada aos presentes, em seguida, houve a sessão de autógrafos dos autores.

Quem interessar adquirir esta obra é só entrar em contato com o professor Pereira através deste e-mail: franpelima@bol.com.br
Tudo é muito rápido, e ele entregará em qualquer parte do Brasil.

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LIVRO

   Por Sálvio Siqueira


No dia 3 de setembro de 2016 será lançado, em Serra Talhada - Pe, mais uma obra prima da literatura sertaneja, intitulado 'O PATRIARCA', o livro nos traz a notória história do cidadão "Crispim Pereira de Araújo", que na história ficou conhecido como "Ioiô Maroto", contada pela 'pena' do ilustre amigo venicio feitosa neves

Crispim Pereira de Araújo (Ioiô Maroto) 

Sendo parente de Sinhô Pereira, chefe de grupo cangaceiro e comandante dos irmãos Ferreira, conta-nos o livro, a história que "Ioiô Maroto" foi vítima de invejas e fuxico. Após sua casa ter sido invadida por uma volante comandada pelo tenente Peregrino Montenegro, da força cearense.

Sinhô Pereira

Sinhô Pereira deixa o cangaço, não sem antes fazer um pedido para o novo chefe do bando, Virgolino Ferreira da Silva o Lampião e o mesmo cumpre o prometido.


Além da excelente narração escrita pelo autor, teremos o prazer e satisfação de vislumbrar rica e inédita iconografia.

Não deixem de ter em sua coleção particular, mais essa obra prima literária.

https://www.facebook.com/groups/545584095605711/675945445902908/?notif_t=group_activity&notif_id=1471274094349578

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LIVRO

    Por José Mendes Pereira

Você leitor, e eu, vamos participar do casamento de José Ferreira da Silva (Santos) com a dona Maria Sulena da Purificação (Maria Lopes) pais dos irmãos Virgolino Ferreira da Silva, Antonio Ferreira da Silva, Levino Ferreira da Silva e Ezequiel Ferreira Silva.

Vamos chegar devagarinho! Pés às alturas, como se nós estivéssemos flutuando em um picadeiro de circo, silêncio total, sem pigarrearmos em momento algum, para vermos o que irá acontecer durante esta união familiar. Não se preocupe, os irmãos Ferreiras não estão aqui entre nós, eles ainda irão nascer, primeiro Antonio Ferreira, depois Levino Ferreira, depois Virgolino Ferreira e por último (dos homens) Ezequiel Ferreira da Silva.

O casamento destes famosos e futuros pais de 4 cangaceiros você irá adquirir toda história no livro: "Lampião a Raposa das Caatingas", do escritor e pesquisador do cangaço José Bezerra Lima Irmão - a partir da página 70.

Esta maravilhosa obra você irá encontrá-la através deste e-mail: franpelima@bol.com.br, com Francisco Pereira Lima, o professor Pereira, lá de Cajazeiras no Estado da Paraíba.

A maior obra já escrita até hoje sobre cangaço, e sobre a família Ferreira, do afamado Lampião.

http://blogdomendesemendes.blogspot.com.br/.../lampiao...

Fotos:

1 - Livro: "Lampião a Raposa das Caatingas";

2 - José Ferreira da Silva e Maria Sulena da Purificação os pais de Lampião;

3 - O autor do livro José Bezerra Lima Irmão.

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LIVRO

    

Uma Grande aventura narrada em 268 páginas direto das pessoas que vivenciaram os fatos.... para adquirir: direto como autor: 75-988074138 ou supermercado Suprave e ainda no Maria Bonita Turismo (térreo do hotel San Marino).

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LIVRO

   Chegou o volume 2 de 'Lampião e o Cangaço na historiografia Sergipana'

Recebi, ontem, o novo livro do escritor sergipano Archimedes Marques, 'Lampião e o cangaço na historiografia Sergipana'. Essa magnífica obra e, fiquei surpreso com o grande conteúdo e, novidades que o mesmo traz. São quase 400 páginas, com fatos novos, inclusive uma certidão do casamento da cangaceira Dulce, com o também, cangaceiro, Criança. Uma iconografia muito rica, que vale a pena ter em sua biblioteca.
Foto: TV Aperipê

Neste segundo volume passeamos sobre a estada, a passagem, a vida das cangaceiras naqueles inóspitos tempos, suas dores e seus amores nas guerras do cangaço e também após esse tempo para aquelas sobreviventes.

A história do município de Carira, seus arruaceiros, seus bandoleiros, seus pistoleiros, os cangaceiros e policiais que por ali atuaram, também é minuciada e melhor estudada com a participação inequívoca de historiadores locais de renome que remontam esse tempo.

A histórica e linda Laranjeiras dos amores e horrores, não poderia ficar de fora, pois além de tudo, há a grande possibilidade de Lampião ali ter pisado, até mais de uma vez, para tratamento do seu olho junto ao médico Dr. Antônio Militão de Bragança. Nesse sentido a história, a ficção e as suposições se misturam para melhor compreensão do leitor.
  
O autor a esquerda, na ocasião do coquetel de lançamento em Aracaju.
Fonte Site do Bareta.
Boas novidades também são apresentadas neste volume, uma com referência ao “desaparecido” Luiz Marinho, cunhado de Lampião, então casado com a sua irmã Virtuosa, outra referente ao casamento de um casal de cangaceiros ainda na constância desse fenômeno ocorrido em Porto da Folha, com a prova documental e, em especial o extraordinário fato novo relacionado a Maria Bonita em Propriá na sua segunda visita àquela cidade para tratamento médico.

Fotos inéditas também estão apostas neste volume, que acredito será bem aceito pelos pesquisadores do cangaço. A excelente obra pode ser adquirida diretamente com o autor, através do email: archimedes-marques@bol.com.br

Resenha e Transcrição de Volta Seca, administrador do grupo Lampião, Cangaço e Nordeste - Facebook.

http://lampiaoaceso.blogspot.com/2018/05/novo-livro-de-archimedes-marques.html

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LIVRO

    

O escritor capoeirense Junior Almeida, na noite da sexta-feira, 25/03/2022, lançou seu novo livro, ‘Lampião em Serrinha do Catimbau’. O lançamento ocorreu durante o evento Cariri Cangaço realizado na cidade de Paulo Afonso, Bahia.

Lampião em Serrinha do Catimbau, narra a investida de Lampião e seu bando a Serrinha do Catimbau, na época um distrito pertencente a Garanhuns e, hoje município de Paranatama. O livro traz fatos novos sobre o episódio no qual Maria Bonita foi alvejada com um tiro na região glútea, obrigando Lampião e seu bando saírem em retirada.

- Apresento ao público uma dedicada e extensa pesquisa, onde trago à tona a rota de fuga do bando, após o fogo de Serrinha, o local em que Maria do Capitão ficou em tratamento, bem como seu algoz e seu anjo da guarda, o homem que tratou de Maria Bonita durante quarenta dias, então, nada melhor que um livro que fala tanto sobre a célebre pauloafonsina, ter o seu primeiro lançamento justamente em sua terra." - Disse o pesquisador Junior Almeida.


Este é o quarto livro publicado pelo autor; a capa da obra é criação do professor Ademar Cordeiro.

Brevemente a obra será lançada na cidade de Paranatama e possivelmente em outros municípios da nossa região.

Junior Almeida e escritor, autor dos livros: "A Volta do Rei do Cangaço"; “Lampião, o Cangaço e outros fatos no Agreste Pernambucano” e “Capoeiras, Pessoas, Histórias e Causos’. Ele reside na cidade de Capoeiras - PE, onde é comerciante.




https://blogcapoeiras.blogspot.com/2022/03/escritor-capoeirense-junior-almeida.html?fbclid=IwAR0oY6NV0qs5cB4FfyXVwYxTU25VYpgAKQXwQ6QD1hphg1T9Dyc2Yb-3aWo

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