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domingo, 2 de julho de 2023

POEMAS MEUS POSTADOS NO BLOG... http://blogdomendesemendes.blogspot.com - VÍDEOS


1-Milagres de Jesus

2-Ilusão de amor

3-Tributo ao carteiro

4-Causa feminina

5-Se não for bem perguntado

6-Desafio de poetas

7-Advertência

8-Desafio em decassílabo

9-Vaqueiro de gente

10-Tributo pessoal

11-Desigualdade

12-Meu remédio é a doutora / de Paulo de Iguatú

13-Moça da roça / de Zé Maurílio

POEMAS ESCRITOS

1-Trovas e quadras

2-O surgimento da cantoria

3-Lembranças do meu pai

4-Viagem sem bagagem

5-O professor

6-Viva o Nordeste

7-A filosofia em tese

8-Pátria sem patriotismo

9-O cordel de hoje

10-O poeta Fabião das queimadas

11-A mãe que Jesus me deu

12-Transformação

13-A importância das plantas

14-Sou

15-Resumo

16-Doce fingimento

17-Nosso amor pela metade

18-O pássaro e o homem

19-Martelos de confissão

20-Pobreza de educação

21-Poema mudo

22-Lados da vida

23-Tesouro da mesma

24-O Mossoroense – Matéria sobre...

25-Causa feminina

26-O mendigo da ponte

27-Sonhar

28-Calem-se...

29-Carência

30-Autor da criação

31-Quartel da liberdade

32-A busca

33-Mãe é um grão que produz

34-Sombra da dor

35-Currículo Artístico (por Lígia Morais)

36-Bioma da caatinga

37-Chorando na chuva

38-Maldade

39-Consciente do pecado (Mossoró/RN/06/06/2023)

30-Alto escalão

31-Riqueza natural

32-O São João,

33-Divirta-se

34--Prolongue a vida

35-Queridos amigos e amigas (pedido de orações)

36-Faleceu em Mossoró Dona Rosa, mãe do poeta José Di Rosa Maria

37-Mãe solidão

37-Filho sem pai e mãe


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CRÂNIOS ALONGADOS

 Por  Mestre Peroba

Quando os arqueólogos chegaram à África e encontraram crânios alongados, correm com ele que foram os crânios dos "ALIENÍGENAS"Quando os arqueólogos chegaram à África e encontraram crânios alongados, correm com ele que foram os crânios dos "ALIENÍGENAS" que construíram aquelas civilizações sofisticadas e avançadas que estavam espalhadas por toda a África.

O crânio alongado tem sido parte e parte das tradições de algumas tribos africanas, especialmente da tribo Mangbetu do Congo.

Abaixo está uma mãe e filha da tribo Mangbetu, em 1930 na República Democrática do Congo. Acreditava-se que o Limpombo (alongamento da cabeça) permitia que o cérebro crescesse maior, aumentando assim a inteligência e também era um sinal de beleza.

Os Mangbetu são celebrados pela sua requintada arte e música, com a renomada harpa/guitarra Mangbetu simbolizando a sua herança cultural. Estes instrumentos valiosos renderam mais de $100.000, enquanto os musicólogos se esforçam para documentar as suas melodias cativantes.

Os Mangbetu cativaram colonos europeus com as suas cabeças distintamente alongadas, alcançadas através da prática tradicional conhecida como Lipombo. Ao embrulharem firmemente as cabeças das crianças com pano, eles criaram uma aparência notável que se tornou sinônimo de sua cultura.

No entanto, com o afluxo de europeus e a disseminação da ocidentalização, esta prática diminuiu gradualmente a partir dos anos 50. No entanto, as inconfundíveis figuras de Mangbetu na arte africana continuam a servir como testamentos duradouros para a sua herança estética única.

  que construíram aquelas civilizações sofisticadas e avançadas que estavam espalhadas por toda a África.

O crânio alongado tem sido parte e parte das tradições de algumas tribos africanas, especialmente da tribo Mangbetu do Congo.

Abaixo está uma mãe e filha da tribo Mangbetu, em 1930 na República Democrática do Congo. Acreditava-se que o Limpombo (alongamento da cabeça) permitia que o cérebro crescesse maior, aumentando assim a inteligência e também era um sinal de beleza.

Os Mangbetu são celebrados pela sua requintada arte e música, com a renomada harpa/guitarra Mangbetu simbolizando a sua herança cultural. Estes instrumentos valiosos renderam mais de $100.000, enquanto os musicólogos se esforçam para documentar as suas melodias cativantes.

Os Mangbetu cativaram colonos europeus com as suas cabeças distintamente alongadas, alcançadas através da prática tradicional conhecida como Lipombo. Ao embrulharem firmemente as cabeças das crianças com pano, eles criaram uma aparência notável que se tornou sinônimo de sua cultura.

No entanto, com o afluxo de europeus e a disseminação da ocidentalização, esta prática diminuiu gradualmente a partir dos anos 50. No entanto, as inconfundíveis figuras de Mangbetu na arte africana continuam a servir como testamentos duradouros para a sua herança estética única.

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sábado, 1 de julho de 2023

ODILON NOGUEIRA DE SOUZA, OU ODILON FLOR…

 Por Ivanildo Silveira

Entrou nas Forças Volantes de Pernambuco em 1923, mas já tinha iniciado sua luta contra o cangaceirismo alguns anos antes.

Em 1929 foi convidado juntamente com outros Nazarenos (Manoel Neto, Euclides Flor, Hercílio Nogueira, Manoel Flor, Davi Jurubeba, Afonso Flor) pelo conterrâneo e Deputado Federal pela Bahia Manoel Cavalcante Novaes para perseguir os cangaceiros no Estado baiano.

Participou de inúmeros combates contra os CANGACEIROS nos Estados de Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Ceará, Bahia e Paraíba.

Sua Força Volante era muito conhecida em todo o Sertão. Depois que o cangaço foi exterminado, foi designado delegado em diversas cidades no Estado da Bahia, chegando inclusive a ser Delegado Regional na cidade de Itabuna, numa época em que a guerra entre os fazendeiros de cacau estava no auge. Está sepultado em Itabuna/BA. Faleceu em decorrência de um câncer na garganta.

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EUCLIDES FLOR

Por Manoel Severo Barbosa 

Euclides Flor, filho de João Flor, ao lado dos irmãos, primos e outros aparentados, formaram a força volante mais tenaz no combate ao Cangaço: os valorosos Nazarenos.

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MANOEL DE SOUZA FERRAZ

 Por Manoel Severo Barbosa

Manuel de Souza Ferraz, ou Manoel Flor , um dos mais destacados nazarenos que perseguiu Virgulino Ferreira . O filho de seu João Flor ; participou de inúmeros e perigosos tiroteios e combates contra Lampião ; destacando-se os seguintes: Enforcado (dois combates), Baixas, Xiquexique, Caatinga da Pedra Ferrada e Abóboras, no município de Serra Talhada; Nazaré, Caraíba, Serra Umã, em Floresta; Pelo Sinal e outros quatro combates, em Princesa (Paraíba); Cachoeira do Galdino, em Custódia; Fazenda Açude de dona Rosa, em Flores; Poço do Cosmo, em Bom Conselho; Serra do Ermitão, em Garanhuns; Gangorra (1928), Serra da Cana Brava, Olho d`Água do Chico e Raso da Catarina (1932), todos no município baiano de Glória; Pouso Alegre, em Campo Formoso, também na Bahia.

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CINOTERAPIA FOI TEMA DE TRABALHO CIENTÍFICO EM NATAL

Por Epitácio de Andrade Filho

Cinoterapia-Certificado, Ramon, Helena e Tasla

A cinoterapia é uma atividade terapêutico-assistencial que utiliza cães para facilitar cuidados em diversas patologias e agravos à saúde humana. Foi criada na Inglaterra, em 1792, e no Brasil, obteve maior notoriedade a partir da obra humanista da médica psiquiatra alagoana Nise da Silveira.

Cinoterapia-Apresentação

Em 30 de junho de 2023, no auditório da Academia da Polícia Militar Cel. Milton Freire de Andrade-Natal/RN, a médica psiquiatra Tasla Tarcyane dos Santos, o veterinário Ramon Tadeu Galvão e a nutricionista Helena Cristina Dantas apresentaram o trabalho científico: “Cinoterapia como Proposta de Ferramenta de Humanização da Assistência Hospitalar na PMRN”, como critério final de avaliação do Estágio de Adaptação de Oficiais de Saúde. A banca examinadora foi presidida pelo tenente coronel Orlando Gadelha e contou com a participação do médico-orientador Henrique La Rock e do médico psiquiatra Epitácio de Andrade Filho, como convidado. Ao final, o trabalho foi aprovado com elogios.

Enviado pelo o autor para o nosso blog.

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DOS JESUÍTAS AO CONSENSO DE WASHINGTON, HÁ FUTURO PARA O BRASIL?

 Por Alfredo Bonessi

Parabéns Dr. Pinho por mais um trabalho bem construído e com uma reflexão perfeita sobre as origens do Brasil.

O insucesso brasileiro se origina na miscegenação, na mistura de três culturas diferentes. O fracasso brasileiro é também original: o Brasil foi criado para ser uma colônia exploratória.

Nessas condições a ideia de patriotismo foi relegada - substituída pela ganância de se ganhar dinheiro, não importa de que forma.

O censo normalmente se destina a uma investigação governamental para se ter um domínio sobre a população- como se fosse um balanço contábil; não se destina a uma preocupação social com os destinos das pessoas para o bem mas uma forma de explorar a sociedade para o mal, cobranças de impostos, e adoção de medidas de restrições para infernizar a vida das famílias. Censo é pura má fé.

Enquanto pelo mundo os cidadãos roubavam para seus países, no Brasil a população rouba para si mesma.

Hoje os dominantes escravizam a população brasileira - que é escrava dessa gente - que dividiram o Brasil em cor da pele, e onde ser patriota é pichado de nazista, fascista e perseguido pelos doutores da lei,

O brasileiro perdeu a fé, perdeu a alegria de viver pela insegurança, perdeu a confiança nas autoridades, desconfia dos seus atletas, e está fugindo dos ladrões que impedem que as pessoas saiam às ruas para trabalhar e nem mesmo está seguro dentro de suas casas.

O Brasil é a pior colônia escravocrata da face da terra, bem pior que as colônias dominadas nos tempos das ditaduras romanas. 

O Brasil está muito parecido com o Inferno de Dante.

O pior é que perdemos tudo e o que temos não nos pertence; pertence aos ditadores políticos, os ditadores do judiciário, e aos juízes do tráfico de drogas. 

O que vale mais no Brasil não é a vida, mas o dinheiro público roubado.

Bonessi

- Autorizado publicar- citada a fonte.

Em 1 de jul. de 2023, à(s) 12:46, Pedro Pinho <pedroapinho652@gmail.com> escreveu:

DOS JESUÍTAS AO CONSENSO DE WASHINGTON, HÁ FUTURO PARA O  BRASIL?

“A população do Brasil atingiu, em agosto de 2022, 203.062.512 (203 milhões) habitantes. Desde 2010, quando foi realizado o Censo Demográfico anterior, a população do país cresceu 6,5%, ou 12.306.713 pessoas a mais. Isso resulta em uma taxa de crescimento anual de 0,52%, a menor já observada desde o início da série histórica iniciada em 1872, ano da primeira operação censitária do país” (Ministério do Planejamento e Orçamento, 28/06/2023).

Além de todas mazelas, nos falta memória. A pedido do Ministro da Justiça do Império, Eusébio de Queiroz Matoso Câmara, o médico Roberto Jorge Haddock Lobo realizou, em 1849, o levantamento populacional da sede da Corte, a cidade do Rio de Janeiro. O que nos importa neste levantamento, possivelmente com alguma falha metodológica ou técnica, é revelar que a capital do “Império do Brazil” era povoada, majoritariamente, por escravos: 41,2% de africanos e 13,5% de brasileiros.

O professor de História, da Universidade da Califórnia, Thomas H. Holloway tem, no entanto, a seguinte avaliação do trabalho do doutor Haddock Lobo: “Durante a segunda metade de 1849, foi realizado o primeiro levantamento demográfico do Rio de Janeiro feito em moldes modernos, com questionários distribuídos e recolhidos em todo o Município Neutro seguido por uma apuração minuciosa dos dados estatísticos. O diretor da tarefa, Roberto Jorge Haddock Lobo, escreveu um ensaio introdutório que é, em si, um valioso documento histórico. Haddock Lobo fez comentários detalhados sobre a importância de estatísticas precisas, e descreveu os procedimentos pelo qual se realizou o recenseamento. O propósito deste prefácio não é de repetir nem de substituir as observações tão instrutivas e reveladoras de Haddock Lobo”, Holloway prossegue comentando, em 1988 (historia_demografica.tripod.com/bhds/bhd50/thrj.pdf).

Um país de escravos não é apenas nódoa que não se tira da vida de um povo; deforma também, para os senhores, a compreensão do outro, gera a falta de humanidade, que produz a sociedade doente, apta a receber a exclusão do “Consenso de Washington” com tranquilidade e deixar à mingua, sem vacina, com fome e sem teto toda a população do País.

MENSAGEM DO CENSO

O que podemos adicionar a este mais recente censo? Que o Brasil, como um todo, aquele que populacionalmente crescia, que foi exportador de manufaturados, se desenvolvia tecnológica, econômica e socialmente, via o futuro com esperança, não mais quer ter filhos. Os que ainda os têm, se esforçam para exportá-los, na expectativa de que, fora do Brasil, eles viverão melhor.

Se for da classe média, ou melhor provido de meios, cursa universidade no Brasil, forma-se engenheiro, e será angariador de fundos, vendedor de ilusões, para seus pais, parentes, amigos e colegas, ou, neste mundo globalizado, qualquer outro de formação ideológica semelhante, para interesse e proveito de banco internacional, ou nos Estados Unidos da América (EUA), ou na Argentina ou na longínqua Cingapura. E o Brasil, que o sustentou por toda a vida estudantil, ao chegar à vida adulta o perde como colaborador do desenvolvimento nacional. E isso nos ocorre desde 1980, quando sentimos aqui a desregulação financeira, formadora do decálogo escravista, o “Consenso de Washington” (1989).

Caros leitores, essa é a realidade, não decorre de qualquer ideologia, nela estão mergulhados a direita bolsonarista, a falsidade da esquerda identitária, ambientalista, financiada por Soros & Ford & Bilderberg e mesmo os comunistas, que ainda hoje lançam pedras em Getúlio Vargas.

O Brasil sofreu, como toda América Latina e é o que nos une e deveria construir nosso processo conjunto de libertação, a colonização de duas potências do atraso: os reinos ibéricos e a igreja católica.

Pode-se imaginar os primeiros povos brasileiros, amigáveis na grande maioria, compostos, em toda faixa costeira das tribos tupis (conforme Mapa organizado pelo Museu Nacional), aqui e ali com algumas características mais agressiva, como os cariris, mais para o interior e do grupo tapuia, vivendo em condições climáticas menos favoráveis, ao receber os fedorentos, estranhos e todos vestidos portugueses, sedentos de sexo, algo tão natural para aquelas populações.

O antropólogo estadunidense Clark David Wissler elaborou o mapa das áreas de alimentação das Américas, reproduzido por Arthur Ramos (“As culturas indígenas”, 1943), onde o Brasil está situado na área da mandioca. Isso pode nos dar o grau civilizacional do nosso índio, não o do caçador coletor, mas já no estágio da agricultura.

Toda a mais avançada área andina, dos maias e astecas aos incas, está identificada como “de agricultura intensiva”, contrastando com as pradarias argentina e central do atual EUA, como “áreas de caça” (guanaco, bisão, caribu).

É sempre complexa e discutível a formação cultural de qualquer povo, especialmente de um povo miscigenado, como é o brasileiro. Porém não resta dúvida que a cultura fundiária, dos portugueses, e a extraterrena, dos jesuítas, foram basilares para a pedagogia colonial que formou os brasileiros.

Estamos mais por misticismo do que por fé, entregando nosso futuro a “Deus”, assim como aceitamos que os donos da terra, os que representam o poder, sabem o que fazer, no mínimo, melhor do que nós.

Esta base cultural, que nos chega inconscientemente desde o nascimento e é reforçada pela educação formal, pelas comunicações de massa, pela pressão da sociedade se torna a grande responsável por nosso atraso.

Como Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro, Felipe Maruf Quintas, Fernando Corrêa de Sá e Benevides, e outros estudiosos da sociedade brasileira já apontaram: o Brasil cresceu em poucos momentos, quase sempre com governos autoritários, que enxergaram, divisaram o instante de oportunidade, e corajosamente enfrentaram as forças do atraso e impuseram o desenvolvimento nacional. E os vencedores de sempre, pois o Brasil continua colônia neste século XXI, irão se referir a estes heróis nacionais como ditadores, chamariam de corrupto se lhes fosse possível, porque pessoas dessa fibra não visam seus interesses mas os da Nação.

Sob a condução do “Consenso de Washington”, o Brasil que precisaria hoje ter, no mínimo, o dobro, quiçá o triplo da população, para conduzir desenvolvimento compatível com sua riqueza natural, encolhe proporcionalmente, senão contabilmente.

SOB DIREÇÃO DAS FINANÇAS

O domínio das finanças é o da concentração, mais riqueza e renda para cada vez número menor de pessoas. Portanto, o fator demográfico é um dos inimigos que este poder apátrida tem a combater. Já afirmei outras vezes que esta luta é ainda mais importante porque é mais avassaladora na manutenção do status financeiro.

Examine, caro leitor, apenas neste século de 23 anos de idade, quantos vírus já foram identificados, já causaram mortes e consequências graves nas populações em todo mundo? E sua proliferação não se deu pelos avanços nas ciências relacionadas às epidemias, que nem foram tão notáveis nestes últimos 50 anos.

As pesquisas são no sentido de desenvolvimento de vírus em ritmo superior a descoberta de vacinas. Nesta guerra da OTAN contra a Rússia, travada na Ucrânia, foram descobertas meia dúzia de laboratórios, orientados por farmacêuticas estadunidenses e europeias, próximas à fronteira com a Rússia. Por que?

A pedagogia colonial tem feito sua parte no Brasil, com a redução do número de crescimento populacional. O ex-presidente Bolsonaro e sua equipe de governo também fizeram a sua, retardando a compra/fabricação de vacinas, criando cortinas de fumaça em torno do covid 19 e outros crimes a investigar.

Como João Fragoso e Manolo Florentino, dois excepcionais historiadores brasileiros deram título a um de seus livros, “o arcaísmo” aqui não é um acaso, é um “projeto”: a reprodução da sociedade colonial, transformando, cada vez mais, os trabalhadores em escravos, em “ubers”, em “MEI”, e com o Supremo Tribunal Federal (STF) e tudo retirando direitos previdenciários de pensionistas viúvos.

Celso Furtado (“Formação Econômica do Brasil”, 1959/1976): “a Colônia estava integrada nas economias europeias, das quais dependia. Não constituía, portanto, um sistema autônomo, sendo simples prolongamento de outros maiores”. Soberania, zero; autonomia, nenhuma.

É a leitura que fazemos deste CENSO 2023: um Brasil que regride, que é governado por interesses estrangeiros, nem de um país mas de um sistema, ainda mais cruel, o financeiro apátrida com grande participação de capitais marginais.

Não serão eleições, com “centrões”, rituais inconsequentes, que mudarão esta triste realidade, é a consciência do povo, é entender que este poder que nos governa é nosso inimigo, só um sistema nacional, construído no Brasil, entregue a nacionalistas poderá nos libertar, nos fazer crescer, começando pela população.

Pedro Augusto Pinho é administrador aposentado, foi membro do Corpo Permanente da Escola Superior de Guerra (ESG), Consultor das Nações Unidas (UN/TCDD) e, atualmente, preside a AEPET – Associação dos Engenheiros da Petrobrás.

Enviado pelo pesquisador do cangaço Capitão Alfredo Jorge Bonessi

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WANDERLÉA E ROBERTO CARLOS.

 Por O Mundo Musical de Roberto Carlos.


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RAUL SEIXAS

 Por Histórias do Cinema e da TV.

Ele era um cidadão respeitado, morava em Ipanema e tinha um Corcel 73 !

Na foto: Raul Seixas vai de Ipanema à gravadora no Jardim Botânico em uma Berlineta da Caloi.

O ato era um protesto contra a poluição causada por cada vez mais carros naquele Rio de 1973 . Rauzito nasceu em 28 de Junho de 1945 . Partiu em agosto de 1989 . Viveu 44 anos.

#raulseixas

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CRIANÇAS ÍNDIAS AFRICANAS E O ANTROPÓLOGO.

Por Olhar angolano

"Um antropólogo propôs um jogo para crianças de uma tribo africana.

Ele colocou uma cesta de frutas perto de uma árvore e disse às crianças que quem chegasse primeiro ganharia as frutas doces.

Quando ele disse para eles correrem, todos pegaram as mãos uns dos outros e correram juntos, depois sentaram-se juntos desfrutando de suas guloseimas.

Quando ele perguntou a eles por que eles correram juntos assim, já que um poderia ter todos os frutos para si, eles disseram: 'Ubuntu, como um de nós pode ser feliz se todos os outros estão tristes?'

Ubuntu em sua civilização significa: (eu sou porque nós somos).

Essa tribo conhece o segredo da felicidade que se perdeu em todas as sociedades que as transcendem e que se consideram sociedades civilizadas!"

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sexta-feira, 30 de junho de 2023

ANTÔNIO SILVINO O CANGACEIRO DO RIFLE DE OURO.

Por Beto Klöckner Rueda

 


O cangaceiro Antônio Silvino (o Rifle de Ouro) ao lado de Abílio Medeiros, médico da Casa de Detenção. Recife, 1935.

Fonte:

GUERRA FILHO, Adauto. o Seridó na memória de seu povo. 3.ed. Caicó: Referência Comunicação, 2020.

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O SEMINÁRIO CARIRI CANGAÇO SÃO JOSÉ DE PRINCESA : MEMÓRIA , HISTÓRIA E CULTURA FOI UM DOS MOMENTOS MAIS IMPORTANTES DO SÃO JOÃO MATUTEIRO, NO ÚLTIMO DIA 25 DE JUNHO DE 2023.

Por Manoel Severo


A presença de 10 Conselheiros Cariri Cangaço, dentre inúmeros outros pesquisadores de renome , protagonizaram uma espetacular tarde/noite de conferências e debates ; para um público composto por professores e alunos da rede municipal , gestão do executivo e legislativo da cidade além de comunidade local , numa iniciativa exitosa na direção da consolidação da história desse importante cenário histórico nordestino; berço do movimento da “Revolta de Princesa” em 1930
Luiz Ferraz representando o Conselho do Cariri Cangaço, passa as mãos de Rubia Matuto , o “Pato” mascote do Seminário.

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SUBTRAIO MINHAS RIMAS...

Por José G. Diniz



Subtraio minhas rimas

Dos resultados das somas

Curei as dores e os inchaços

Que ficaram dos hematomas

E para mesclar os meus versos

Sinto a alegria dos regressos

Tenho a cor escura dos pumas

 

Não falo vários idiomas

Tenho Deus que me ensina

A lua a noite me encanta

O sol de dia me ilumina

Sinto o bom ar que respiro

Na madrugada me inspiro

Tenho a mente cristalina

 

Amor é minha doutrina

Carrego a fé como meta

O elogio me estimula

A crítica não me afeta

São os pensamentos meu

E sou grato ao bom Deus

Por ter nascido poeta

 

Minha estrada tem meta

Mas com curvas sinuosas

Admiro a natureza

Com as estrelas luminosas

A lua com quatro fases

Os jardins e os oásis

Com a essência das rosas.


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FILHO SEM PAI E MÃE

Autor: José Di Rosa Maria


Em dois mil e quinze, o mês-

De maio me entristeceu;

Meu pai, meu herói morreu,

O vi pela última vez...

Em dois mil e vinte e três

Perdi minha mamãe bela,

Fiquei sem ele e sem ela,

Sem esquecer ela e ele,

Choro com lembranças dele,

Sofro com saudades dela.


Deus de força poderosa

Enviuvou mãe querida,

Depois do jardim da vida

Levou minha linda Rosa,

Meu pai de alma bondosa

Se foi deixando-a naquela-

Casinha, onde via nela

O bem que ela via nele...

Choro com lembranças dele,

Sofro com saudades dela.


Ambos de restos mortais

Presos debaixo da terra

E eu no mundo da guerra

Lutando pra viver mais,

Sem paz por não ter meus pais,

Pedindo a Deus com cautela

Perdão divino praquela

Que em vida pediu por ele,

Choro com lembranças dele,

Sofro com saudades dela.


Mossoró/29/06/2023.


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TRIO NORDESTINO E ROBERTO CARLOS

 Por O Mundo Musical de Roberto Carlos


Trio Nordestino com Roberto Carlos.

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LIVROS

     Por José Bezerra Lima Irmão

Diletos amigos estudiosos da saga do Cangaço.

Nos onze anos que passei pesquisando para escrever “Lampião – a Raposa das Caatingas” (que já está na 4ª edição), colhi muitas informações sobre a rica história do Nordeste. Concebi então a ideia de produzir uma trilogia que denominei NORDESTE – A TERRA DO ESPINHO.

Completando a trilogia, depois da “Raposa das Caatingas”, acabo de publicar duas obras: “Fatos Assombrosos da Recente História do Nordeste” e “Capítulos da História do Nordeste”.

Na segunda obra – Fatos Assombrosos da Recente História do Nordeste –, sistematizei, na ordem temporal dos fatos, as arrepiantes lutas de famílias, envolvendo Montes, Feitosas e Carcarás, da zona dos Inhamuns; Melos e Mourões, das faldas da Serra da Ibiapaba; Brilhantes e Limões, de Patu e Camucá; Dantas, Cavalcanti, Nóbregas e Batistas, da Serra do Teixeira; Pereiras e Carvalhos, do médio Pajeú; Arrudas e Paulinos, do Vale do Cariri; Souza Ferraz e Novaes, de Floresta do Navio; Pereiras, Barbosas, Lúcios e Marques, os sanhudos de Arapiraca; Peixotos e Maltas, de Mata Grande; Omenas e Calheiros, de Maceió.

Reservei um capítulo para narrar a saga de Delmiro Gouveia, o coronel empreendedor, e seu enigmático assassinato.

Narro as proezas cruentas dos Mendes, de Palmeira dos Índios, e de Elísio Maia, o último coronel de Alagoas.

A obra contempla ainda outros episódios tenebrosos ocorridos em Alagoas, incluindo a morte do Beato Franciscano, a Chacina de Tapera, o misterioso assassinato de Paulo César Farias e a Chacina da Gruta, tendo como principal vítima a deputada Ceci Cunha.

Narra as dolorosas pendengas entre pessedistas e udenistas em Itabaiana, no agreste sergipano; as façanhas dos pistoleiros Floro Novaes, Valderedo, Chapéu de Couro e Pititó; a rocambolesca crônica de Floro Calheiros, o “Ricardo Alagoano”, misto de comerciante, agiota, pecuarista e agenciador de pistoleiros.

......................

Completo a trilogia com Capítulos da História do Nordeste, em que busco resgatar fatos que a história oficial não conta ou conta pela metade. O livro conta a história do Nordeste desde o “descobrimento” do Brasil; a conquista da terra pelo colonizador português; o Quilombo dos Palmares.

Faz um relato minucioso e profundo dos episódios ocorridos durante as duas Invasões Holandesas, praticamente dia a dia, mês a mês.

Trata dos movimentos nativistas: a Revolta dos Beckman; a Guerra dos Mascates; os Motins do Maneta; a Revolta dos Alfaiates; a Conspiração dos Suassunas.

Descreve em alentados capítulos a Revolução Pernambucana de 1817; as Guerras da Independência, que culminaram com o episódio do 2 de Julho, quando o Brasil de fato se tornou independente; a Confederação do Equador; a Revolução Praieira; o Ronco da Abelha; a Revolta dos Quebra-Quilos; a Sabinada; a Balaiada; a Revolta de Princesa (do coronel Zé Pereira),

Tem capítulo sobre o Padre Cícero, Antônio Conselheiro e a Guerra de Canudos, o episódio da Pedra Bonita (Pedra do Reino), Caldeirão do Beato José Lourenço, o Massacre de Pau de Colher.

A Intentona Comunista. A Sedição de Porto Calvo.

As Revoltas Tenentistas.

Quem tiver interesse nesses trabalhos, por favor peça ao Professor Pereira – ZAP (83)9911-8286. Eu gosto de escrever, mas não sei vender meus livros. Se pudesse dava todos de graça aos amigos...

Vejam aí as capas dos três livros:



https://www.facebook.com/profile.php?id=100005229734351

Adquira-os através deste endereço:

franpelima@bol.com.br

Ou com o autor através deste:


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quinta-feira, 29 de junho de 2023

CASA DE TAIPA

Por Manoel Severo

O Seminário Cariri Cangaço São José de Princesa : Memória , História e Cultura foi um dos momentos mais importantes do São João Matuteiro, no último dia 25 de junho de 2023.
A presença de 10 Conselheiros Cariri Cangaço, dentre inúmeros outros pesquisadores de renome , protagonizaram uma espetacular tarde/noite de conferências e debates ; para um público composto por professores e alunos da rede municipal , gestão do executivo e legislativo da cidade além de comunidade local , numa iniciativa exitosa na direção da consolidação da história desse importante cenário histórico nordestino; berço do movimento da “Revolta de Princesa” em 1930.





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CARIRI CANGAÇO EM SÃO JOSÉ DE PRINCESA.

Por Manoel Severo.

 Cariri Cangaço Território de Grandes Encontros é de muitas gerações !

São José de Princesa
25 de junho de 2023

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