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domingo, 31 de março de 2024
PROGRAMAÇÃO OFICIAL CARIRI CANGAÇO AFOGADOS DA INGAZEIRA
PROCURANDO LIVROS SOBRE CANGAÇO...
Por José Mendes Pereira
AGRADECIMENTO
Hoje quero agradecer aos leitores e leitoras, que estão adquirindo o meu livro Coronéis, Macacos e Cangaceiros.
TRAIÇÃO E INCESTO: O CONTURBADO CASAMENTO DE SADDAM HUSSEIN E SAJIDA TALFAH
Por CAIO TORTAMANO PUBLICADO
A família Hussein - Wikimedia Commons
A personalidade do líder iraquiano Saddam Hussein é fortemente atrelada a de um homem perturbado e louco por poder, de comportamento difícil e fortemente autoritário. Essas características vão bem além de sua vida pública como presidente e ministro iraquiano e, também, marcaram o casamento do homem.
O mentor e tio de Saddam, Khairallah Talfah, juntamente com a família de Hussein decidiu arranjar um casamento entre o rapaz de 26 anos e sua prima — filha de Talfah — Sajida Khairallah Talfah. Ao todo, eles viriam a ter cinco filhos juntos, com pouco intervalo entre um e outro, com o primeiro nascendo um ano depois do casamento, em 1964.
Uday Hussein foi o primeiro filho do casal, e foi logo sucedido pelo nascimento de seu irmão, Qusay Hussein, em 1966. A família aumentou em 1968 com o nascimento da primeira filha do casal, Raghad Hussein, sendo seguida por outras duas filhas, Rana, em 1969, e Hala, em 1972.
A relação da poderosa família, já que Saddam era vice presidente do país em 1968, tinha pouca notoriedade e quase nada se sabia sobre a vida íntima dos Hussein.

Em 1986, porém, quando o chefe da família era — entre outros tantos títulos — Primeiro ministro do Iraque, o líder político simplesmente se casou com uma outra mulher, mesmo estando com Sajida.
Segunda esposa.
O segundo casamento foi com Samira Shahbandar, uma aeromoça do Iraque que conheceu o primeiro-ministro em 1983, quando deve ter começado a relação extraconjugal entre os dois. Hussein forçou a sua amante a se separar de seu marido, piloto de avião e com quem tinha dois filhos, ao que ela cumpriu em 1986, quando se casou secretamente com ele.

Quando Sajida descobriu ficou extremamente furiosa com seu infiel marido. Além de sua mulher, Uday também ficou consternado com o que estava acontecendo, não podia acreditar que seu pai cometeu tamanho desrespeito com a sua mãe. Com outro casamento, a sucessão hereditária do comando do Iraque, que seria para Uday, estava agora comprometido já que com outra mulher teria mais herdeiros.
O novo casal foi supostamente apresentado pelo guarda-costas oficial de Saddam, Kamel Hana Gegeo, o que deixou uma raiva incontrolável em Uday, que acreditava que Gegeo era o grande culpado.
Assassinato
Durante um jantar em outubro de 1988, em razão da mulher do presidente egípcio Hosni Mubarak, o filho de Saddam, cego e incontrolável pela raiva que o desmantelamento de sua família lhe causou, espancou e esfaqueou o segurança no meio do salão, na frente de todos. Rumores na época apontavam Sajida como a possível mandante do assassinato.

Depois do choque que a cena causou, Saddam Hussein anunciou que seu filho seria julgado por assassinato. Curiosamente, os próprios pais de Gegeo insistiram e imploraram para que o assassino fosse perdoado, além deles, Sajida, naturalmente, pediu clemência pela vida de seu filho.
Aparição na mídia
A relação do casal, que já era completamente perturbada, ficou pior ainda. Sajida nunca aparecia em público, então sua existência para o povo iraquiano era praticamente anônima. As aparições dela só foram se tornar constantes depois do escândalo do assassinato ter trazido consigo o fato de que Hussein se casou pela segunda vez sem um divórcio.
Para despistar a tensão familiar dos Hussein, mais fotos e filmagens de Sajida começaram a circular nos veículos midiáticos e na imprensa iraquiana, não somente dos dois juntos como um casal supostamente feliz, mas de interações entre os pais e os cinco filhos de Saddam e Talfah.
A união dos dois durou até a Guerra do Golfo, quando tiveram que se separar diversas vezes por causa dos constantes bombardeios que assolavam o território iraquiano por parte do exército dos Estados Unidos. Desde então, ela viveu constantemente indo e voltando do país, na companhia de sua filha Hala.
Claro que esse era o menor dos problemas, mesmo estando casado legalmente com outra mulher, Sajida nunca se divorciou de Saddam, configurando uma das mais contraditórias relações amorosas de todos os tempos.
Depois da queda de Hussein — culminando em sua execução —, nunca mais se soube definitivamente do paradeiro da mulher. Em 2015, a família negou os rumores de que ela teria morrido, e se acredita que ela esteja morando no Catar, aos 82 anos de idade.
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SÓ PARA DEIXARMOS OS CANGACEIROS RESPIRAREM UM POUCO. APÓS ESTA LEITURA, VAMOS SEGUI-LOS. - MORTE DE SADDAM HUSSEIN.
Por José Mendes Pereira
"Tantas alegrias vividas, tantos apertos de mãos queridos, tantos abraços recebidos de pessoas importantes, tantos elogios, tantos convites para participar de festas de celebridades, tantos amores apaixonados vividos, tantas festas em família, tantos carrões dos mais modernos e sofisticados modelos, tantos barcos, veleiros e navios no seu comando, tantos aviões à sua disposição, tanto dinheiro e ouro, tantas riquezas juntas e espalhadas, tantos ódios expostos e ocultos, tantos sim e tantos não, tantas promessas não realizadas e tantas concretizadas..., e tudo isso, completava a felicidade de Saddan Hussein, que agora, não vale mais do que um cadáver adormecido no túmulo de um homem que um dia foi odiado pelos seus opositores e amado pelos seus admiradores e seguidores, e além do mais, respeitado no mundo inteiro. Era o Saddan Hussein de terno e gravata.
Saddam Hussein agora está morto, nada mais vale, apenas seu nome figura entre os seus seguidores e mais nada. Com o seu sorriso sarcástico entre os dentes, Saddan Hussein pensava que era o verdadeiro dono do Iraque. Matou, humilhou, judiou covardemente, coisa que ele mesmo sabia, que o homem arrogante que ainda não caiu, um dia cairá".
Hoje, de um homem que durante décadas mandava e desmandava no país chamado Iraque, simplesmente, só restam os seus restos mortais dentro de um túmulo esquecido, que nem todos iraquianos daquele país, querem um dia visitá-lo.
Tudo que você fez de ruim, Saddan Hussein, um dia chegaria a sua vez, tinha que pagar assim mesmo, com a morte. Morreu de graça. Exílio foi oferecido, mas infelizmente você não quis, dizendo que queria ser o mártires do seu país. Péssima escolha, você fez.
BIOGRAFIA DA ESPOSA DE SADDAM HUSSEIN.
Sajida Khairallah Talfah[1] (em árabe: ساجدة خيرالله طلفاح); nascida em 1937, é a viúva e esposa do antigo presidente iraquiano Saddam Hussein, e mãe de dois filhos (Uday e Qusay) e três filhas (Raghad, Rana, e Hala).[2]. Ela era também prima de Saddam, já que era a filha mais velha de Khairallah Talfah, tio materno de Saddam.
Quando Saddam era jovem, foi morar com o tio Khairallah, e foi criado pela família de Sajida. Ela era uma professora de escola primária antes de casar-se com Saddam. Ela se casou com ele em um casamento arranjado em 1963.
Em 1986, Saddam casou-se com outra mulher, Samira Shahbandar, enquanto ainda estava casado com Sajida. Sajida ficou enfurecida, e Uday Hussein, filho de Saddam e Sajida, ficou também irritado com a nova esposa de seu pai. Uday acreditava que sua herança estava ameaçada pela nova esposa. Ele também tomou isso como um insulto à sua mãe.
Em 1988, em uma festa em honra de Suzanne Mubarak, esposa do presidente egípcio, Hosni Mubarak, Uday espancou e esfaqueou Kamel Hana Gegeo até à morte. Uday acreditava que Kamel, havia apresentado Saddam a Samira, e que ele organizava suas reuniões. Alguns dizem que o assassinato de Gegeo foi um pedido de Sajida. Embora o marido casou-se com outra mulher, Sajida e Saddam nunca se divorciaram.
Em 1989, o irmão de Sajida, Adnan Khairallah, um general do exército iraquiano, foi morto em um suposto acidente de helicóptero no deserto durante uma tempestade de areia. Muitas pessoas acreditam que Saddam ordenou a um dos seus guarda-costas para plantar uma bomba no helicóptero por causa da crescente popularidade de Adnan. Sajida ficou furiosa, e culpou Saddam, acreditando que a morte de seu irmão não foi um acidente.
Ela foi colocada sob prisão domiciliar em 1997 por supostamente tramar um atentado contra o seu filho Uday, em dezembro de 1996. Pode-se mencionar que um ano antes disso, seu marido havia matado dois de seus genros, Hussein Kamel (o marido Raghad) e Saddam Kamel (o marido de Rana).
Sajida, juntamente com muitos membros de sua família, fugiram do Iraque em 1990 por causa da Guerra do Golfo, e deixaram o Iraque antes dos bombardeios começarem.
Referências:
↑ Iraq sculpture destroyed by fire. BBC. 4 April 2008
↑ No UK asylum for Saddam's family. BBC. 5 June 2003
Leia também: https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/traicao-e-incesto-o-conturbado-casamento-de-saddam-hussein-e-sajida-talfah.phtml
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LAMPIÃO, O SATANÁS.
“Lampião era de uma sagacidade
sem nome. Era muito difícil pegar Lampião; ele não caía em emboscadas. Ele
vinha de lá e de lá alguém nos avisava. Ficava um bocado esperando-o aqui.
Grupos de quatro ou cinco volantes emboscados. Ele vinha, vinha, quando chegava
a um ou dois quilômetros da emboscada, ele entrava pelo mato e desaparecia.
Isso eu mesmo ví, não foi ouvindo contar não. Eu mesmo vendo. Não! Não sei o
que é que ele era não. Não sei se era o Cão. Devia ser Satanás”.
Davi Jurubeba, ex-Volante Nazareno
em entrevista ao pesquisador Sérgio Augusto de Souza Dantas. João Filho de
Paula Pessoa, Fortaleza/Ce. 12/02/2020.
https://www.facebook.com/photo/?fbid=359035973795521&set=gm.1444541729483112&idorvanity=508711929732768
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TRINCHEIRA PREPARADA PARA ATACAR LAMPIÃO E SEU FAMOSO BANDO DE CANGACEIROS.
Por Relembrando Mossoró.
Mossoroenses na Trincheira da Estação Ferroviária de Mossoró, na espera do Bando de Lampião - Arquivo de Walter Wanderley - 1927.
https://www.facebook.com/photo/?fbid=769741068460271&set=gm.7182078338542201&idorvanity=768856323197800
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