Por Osvaldo Abreu ( Abreu)
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domingo, 26 de janeiro de 2025
LAMPIÃO E O NOVO TEMPO NO SERTÃO
BANDO DE ZÉ BAIANO
Na imagem vemos um corte de uma fotografia conhecida de Benjamin Abrahão, do bando de Zé Sereno, onde temos em destaque os irmãos cangaceiros Jonas Celestino dos Santos, vulgo Quina-Quina ll e José Celestino dos Santos, vulgo Ponto Fino lll.
A COVA QUE ME COMER
Por José Di Rosa Maria
sábado, 25 de janeiro de 2025
A FEIRA É DO POVO
Clerisvaldo B. Chagas, 23 de janeiro de 2025
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 3.174
A feira livre
de Santana do Ipanema, acontece, principalmente aos sábados. Foi sugestão de um
dos seus fundadores e primeiro padre do município, Francisco Correia. No século
passado, houve necessidade em ser acrescentado mais um dia de feira-livre e
Santana do Ipanema passou a ter duas feiras semanais. A principal, aos sábados
e, a complementar às quartas. Nos dias atuais, entretanto, não oficialmente, se
encontra feira-livre em Santana todos os dias. E hoje, quarta-feira (22) fomos
para uma vistoria informal por ali. O que mais nos chamou a atenção foram
aqueles tipos de guloseimas encontradas nas bancas, no passado e que haviam
desaparecido por décadas seguidas. E agora você já as encontra de volta,
lembrando os diversos lugares de Arapiraca que nunca abandonaram a tradição.
Desde o
governo municipal passado que já se falava em mudar a tradicional feira do
sábado, do comércio para o Bairro Lagoa do Junco. Houve muito zum-zum-zum, dos
comerciantes que prometiam resistir o que seria uma nova ordem. Entretanto,
nesta gestão, ainda não se sabe como ficará a feira. Como em todas as coisas,
existem as vantagens e as desvantagens de uma possível mudança geográfica. Mas,
é bem possível que haja um diálogo mais profundo entre os interessados. Porém,
interessante também se o povo em geral fosse ouvido. Enquanto isso, vamos
passeando na feira da quarta com os olhos nas novidades, talvez, encontrando o
que estávamos procurando encontrar em outras cidades.
Entretanto, vimos as condições deploráveis do Mercado de Cereais, construído ainda no governo Adeildo Nepomuceno. Estar precisando de uma ampla reforma e que não achamos fácil de fazê-la, pois ocupa uma faixa, estreita e cumprida, no Bairro Monumento – para onde a feira se estendeu – e não tem mais terreno pelas laterais para acontecer a reforma. O prédio é feio que só um urubu e, desgastado e imundo mais ainda. Não sabemos se existe algum projeto municipal ou particular para a construção de um novo Mercado de Cereais em outro local e que seja compatível com a arquitetura do bairro mais sofisticado da cidade, mais higiene, eficiência e conforto aos usuários. O prédio pode nada representar para quem é de fora, mas para nós que torcemos pela nossa urbe, hoje representa vergonha, assim com temos também da atual rodoviária em ruínas.
BANDO DE CANGACEIROS DE ZÉ SERENO
Por Histórias do Brasil
Bando do cangaceiro
Zé Sereno !
Colorização:Rubens
Antônio
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RASO DA CATARINA - REFÚGIO DE LAMPIÃO
Por Aderbal Nogueira
CANGAÇO: CANGACEIRO CAJUEIRO II - BIOGRAFIA RESUMIDA.
Por Fatos na História
sexta-feira, 24 de janeiro de 2025
TÚMULO DO CANGACEIRO MANOEL MARCELINO - VULGO O BOM DE VERAS
Túmulo do cangaceiro Manoel marcelino vulgo Bom de Veras.
PEDRO DE SOUZA FREIRE
Por Guilherme Velame Wenzinger
Pedro de Souza
Freire, filho de Martinho de Souza Freire e Maria Angélica do Rosário. Pai de
Maria Evanilza de Souza (Eva Souza). Após o assassinato de Martinho de Souza
pelo cangaceiro Zé Baiano, Pedro juntamente com seus irmãos Filinto, José,
Filomeno e Alcino e mais cinco primos, integraram uma volante, que teve dois
combates com os cangaceiros e, num deles, o bando de Mariano foi exterminado.
Depois disso,
morou em alguns municípios sergipanos como Aracaju, Arauá e Estância. Faleceu
em 6 de novembro de 1975 (conforme consta no livreto Momentos de Minha Vida, de
Antônio Conrado de Souza), em Itamaraju/BA.
Foto e
informações transmitidas por sua filha Eva Souza a Marcos de Souza.
Créditos: João
Hélio.
https://www.facebook.com/groups/179428208932798/user/100002359271733
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NAZARENOS ANO 1927.
Hoje, ao fazer
mais uma pesquisa em busca de novidades, me deparei com esta foto de quatro
nazarenos armados para a luta, datada de 1927. No rodapé da imagem, está
registrado: “Floresta 1927”.
A única
identificação que possuo é a do terceiro homem, da esquerda para a direita:
Olímpio Gomes de Sá. Será que alguém pode ajudar a identificar os outros?
https://www.facebook.com/photo/?fbid=9629507927137754&set=gm.2640743102801284&idorvanity=179428208932798
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O REVÓLVER DE JESSE JAMES: RELÍQUIA DE UMA ERA CHAMADA VELHO OESTE AMERICANO
NOTA CARIRI CANGAÇO
Por Manoel Severo

Cumpre-nos o
dever , a pedido da família Britto ; Ane Ranzan, filhos e netos; informar o
quadro delicado de saúde do querido e estimado amigo PAULO BRITTO.
O mesmo
encontra-se há um mês em tratamento delicado contra uma neoplasia maligna .
confortando-nos o acompanhamento de uma excelente equipe médica e hospitalar e
de toda a família reunida de forma preciosa nesse momento delicado .
Unimos nossa
Oração a Oração de toda família Britto e amigos , ao nosso Bom Deus , pelo
pronto restabelecimento do estimado e querido amigo Paulo Britto . Que tudo
possa correr bem .
https://www.facebook.com/groups/545584095605711/?multi_permalinks=2973759182788178%2C2972873442876752%2C2971117486385681%2C2970093493154747%2C2969541129876650¬if_id=1737309881290157¬if_t=group_highlights&ref=notif
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AS BRIGAS ENTRE LAMPIÃO E O CANGACEIRO CORISCO - A FÚRIA DO REI DO CANGAÇO
Por Na Rota do Cangaço
https://www.youtube.com/watch?v=rTJflzK5n8YVirgulino Ferreira da Silva, Lampião, o rei do cangaço, tinha o cangaceiro Corisco, o diabo louro, como o seu principal chefe de subgrupo e o considerava como amigo, mas, por diversas vezes se irritou com atitudes irresponsáveis do cabra, que deixava até a rainha do cangaço, Maria bonita, completamente revoltada.
Essa é mais uma intrigante história do cangaço nordestino.
Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões.
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#NoRastroDoCangaço
Vejam também:
• LAMPIÃO NO COMBATE NA FAZENDA FAVELA
• LAMPIÃO NUM COMBATE CORPO A CORPO
• Video
• LAMPIÃO E A HISTÓRIA DO SAL
https://www.youtube.com/watch?v=L3J8B...
https://www.youtube.com/watch?v=olKWe...
https://www.youtube.com/watch?v=4pQCn...
https://www.youtube.com/watch?v=obcdz...
https://www.youtube.com/watch?v=oKhIG...
https://www.youtube.com/watch?v=1JTOx...
https://www.youtube.com/watch?v=n7I82...
Um forte abraço!
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quinta-feira, 23 de janeiro de 2025
PÃO E FARINHA
Clerisvaldo B. Chagas, 22 de janeiro de 2025
Escritor
Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 3.173
Posso,
pessoalmente, dizer como foram importantes para o Sertão alagoano e para o
interior de todo o Nordestes na década de 60, o pão e a farinha. É verdade que
no Sertão alagoano os dez anos da década falada acima, foram de uma riqueza
nunca vista. Todos os dez anos foram de bons invernos, a ponto de o próprio
povo, satisfeitíssimo nas ruas, exclamasse espontaneamente: Bem que o
padre Cícero falava que o Sertão iria virar mar e o mar virar Sertão. Isso
não queria dizer, porém, que não tivesse pobreza. Tinha sim. Muita pobreza. A
padaria, sempre a primeira indústria de lugar pequeno, foi importante ao
extremo para a classe média, mas também o refrigério da pobreza. O remédio de
urgência da fome era o pão nas mais variadas formas: francês, crioulo, doce,
carteira, alagoas ou mesmo em outra forma de massa como o bolachão.
Por outro lado, a farinha de mandioca, então, o produto do almoço mais barato da época, foi o grande socorro do pobre fixo e dos inúmeros mendigos que pareciam fazer filas nas ruas sertanejas. E sendo o produto mais acessível, 90% das esmolas nas residências, era farinha de mandioca. Riquíssima em carboidratos, foi sempre usada pelo pedinte misturada com água para pequenos bolos puros para tapear a fome. E se o pão já era usado na Antiguidade como produto básico, continua sendo no Século XXI. E a farinha que vem desde os tempos de nossos avós e bisavós foi o destaque do uso da mandioca das casas de farinha de Sertão e Agreste. Fez parte do prato típico sertanejo: feijão, arroz e farinha.
Ao entrar o
ano de 1970, acabou-se o MAR do Sertão. Uma seca feroz tomou conta do
semiárido, a fome, apertou geral e novamente a farinha de mandioca e o pão
voltaram como os primeiros socorros. É de notar que no final do Século XX,
muitas regiões produtoras de mandioca, deixaram de plantar e as novas casas de
farinha cerraram suas portas, no Sertão. Entretanto, houve como compensação,
movimentos organizados nos Agrestes, por essa industrialização. Em Alagoas é
famosa a chamada farinha de Sergipe, branca, torrada e fininha. Mas
já existe uma farinha de Arapiraca, fininha, torrada, amarelada e altamente
gostosa que vem fazendo um sucesso danado por onde chega.
Nordestino sem farinha! Oxente! Onde já se viu?
http://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2025/01/o-pao-e-farinha-clerisvaldo-b.html
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A CAVALHADA DE BONSUCESSO
Manoel Belarmino*
Quem for ao
povoado Bonsucesso, no Município de Poço Redondo nesta segunda-feira, Dia Santo
de São Sebastião, vai avistar o mais belo folguedo popular do Brasil. As
Cavalhadas.
De tradição
portuguesa, as Cavalhadas têm origem nos tempos medievais. Chegaram aos sertões
do Brasil por meio da Igreja Católica nas suas ações de evangelização de índios
e escravos. É uma representação das lutas e batalhas dos mouros e cristãos,
inspiradas em narrativas na recriação de torneios medievais.
Nos sertões de
Sergipe, principalmente nos primeiros currais e casas grandes, as Cavalhadas
eram compostas, no início, de negros escravizados. Em Bonsucesso, as primeiras
encenações de Cavalhadas se deram ao lado da casa grande da Fazenda Belo Monte
(hoje Bonsucesso), como “um agradar” aos olhos de visitantes ilustres. Os
vaqueiros (negros) dos currais de gado desciam para a casa grande para os
ensaios e as culminâncias nos dias de visitas e dos santos de oratório da casa.
As cavalhadas
são história e cultura dos povos ribeirinhos e sertanejos, que, mesmo
historicamente impostas pelos brancos, os negros e sertanejos do campo
tornaram-na como um fazer cultural e fazem-no até nos dias atuais.
https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste/?multi_permalinks=2640739452801649¬if_id=1737649195274082¬if_t=group_highlights&ref=notif
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QUEM FOI MASSILON?
Por Nas Pegadas da História
Massilon deixou seu nome marcado na história do cangaço. Não há como falar de Lampião e a invasão de Mossoró, em 1927, sem sitar o nome de Massilon, já que seu nome é considerado um dos elaboradores dessa ação. VISITE NOSSA LIVRARIA ACESSANDO O LINK ABAIXO https://jflavioneres-nph-livraria.fre...
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ELE FOI O CANGACEIRO MAIS FAMOSO DO NORDESTE ANTES DA CHEGADA DE LAMPIÃO. O RIFLE DE OURO.
Por Cangaçologia
A história de Antônio Silvino o Rifle de Ouro. O cangaceiro mais famoso do Nordeste antes do surgimento de Lampião. Antônio Silvino que foi intitulado pela imprensa da época como o "Governador do Sertão, "título" que Lampião herdaria anos mais tarde. Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. Colaborem com o crescimento e com as melhorias do canal. INSCREVAM-SE no canal e ATIVEM O SINO para receber todas as nossas atualizações e publicações. Forte abraço! Atenciosamente: Geraldo Antônio de Souza Júnior - Criador e administrador dos canais Cangaçologia e Arquivo Nordeste.
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WHERE WAS THE BANDIT AZULÃO BORN?
Por Aderbal Nogueira
O CORISCO DE GLAUBER ROCHA EM DEUS E O DIABO NA TERRA DO SOL | LEANDRO SILVA.
Por CEEC - Centro de Estudos Euclides da Cunha
/ corisconaoserendeu
Essa é uma iniciativa do Centro de Estudos Euclydes da Cunha - CEEC da Universidade do Estado da Bahia - UNEB e contou com o apoio do Arquivo Liandro Antiques - História e Genealogia de Barra do Mendes - BA, da Coordenadoria de Documentação e Memória da Polícia Militar da Bahia - PM/BA e da Biblioteca Central do Estado da Bahia.
Inscreva-se no canal do CEEC para acompanhar nossas próximas produções:
/ ceecuneb
TEL: (71) 3321-5081
Rua do Cabeça, n. 10 – Ed. Marquês de Abrantes, 8º Andar – Sala 812, Salvador-BA, Brasil.
CEP:40060-230NÓS ESTÁVAMOS SEM SINAL...
Nós estávamos sem sinal.
Mas agora, estamos voltando aos nossos trabalhos lampiônicos.
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