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domingo, 26 de janeiro de 2025

LAMPIÃO E O NOVO TEMPO NO SERTÃO

Por Osvaldo Abreu ( Abreu)


Aracaju, 13 de julho de 2023
Onde quer que você ande
Pelo imenso sertão nordestino,
Hão de citar os coronéis das casas-grandes,
Hão de falar de Lampião - Virgolino.
O Coronelismo já não expande.
Fracassou, quebrou o pino.
O latifúndio era improdutivo,
Inexistia o agronegócio.
Dos coronéis nenhum está vivo.
Acabou a arrogância, o dito: “Eu posso.”
Morreram seus jagunços a eles prestativos.
Casas-grandes caídas, em destroço.
Casas-grandes e senzalas,
Gente humilde sob cabresto.
Mesas grandes e imensas salas.
Senhorzinho já vinha coronel de berço,
Tempo do atraso, vingança e chuva de balas.
Muita romaria, muita oração, reza e terço.
Tanta mudança no sertão aconteceu,
Carros e motos cruzam as estradas.
Lampião na história não morreu.
Ninguém é eterno, o poder vai ao nada.
Novo tempo no sertão de meu Deus.
Sertão de minha gente, terra abençoada.

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BANDO DE ZÉ BAIANO

Por Helton Araújo


Na imagem vemos um corte de uma fotografia conhecida de Benjamin Abrahão, do bando de Zé Sereno, onde temos em destaque os irmãos cangaceiros Jonas Celestino dos Santos, vulgo Quina-Quina ll e José Celestino dos Santos, vulgo Ponto Fino lll.

Ambos os irmãos sobreviveram ao cangaço e se entregaram em outubro de 1938, em Jeremoabo-BA, liderados por Zé Sereno em negociação com o tenente Aníbal Ferreira.
Obs: É importante tomar cuidado para não confundir os vulgos dos cangaceiros, pois era natural no mundo do cangaço, após morte, prisão ou deserção dos cangaceiros, outros homens receberem o mesmo vulgo de um antecessor.
Aqui vemos um exemplo clássico, os irmãos Celestino, tinham o mesmo vulgo de dois cangaceiros conhecidos. Este Quina-Quina da imagem não é o mesmo que foi morto em 1932 no fogo da Maranduba e Zé Rufino o cita como morto no documentário de Paulo Gil, assim como Ponto-Fino, que tem o mesmo vulgo do irmão mais novo de Lampião, Ezequiel Ferreira.
Sendo assim, todo cuidado é pouco para não nos perdemos em meio ao estudo do tema e seus personagens.
Gostaram da imagem e informações? Ajude nosso canal se inscreva em nosso canal no YouTube, link logo ai abaixo.
Fonte para identificação dos nomes dos cangaceiros: Livro Cangaceiros de Lampião de A a Z de Bismarck Martins de Oliveira.

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A COVA QUE ME COMER

 Por José Di Rosa Maria

https://www.youtube.com/shorts/yksaz_2tA4s

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sábado, 25 de janeiro de 2025

A FEIRA É DO POVO

 Clerisvaldo B. Chagas, 23 de janeiro de 2025

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3.174

A feira livre de Santana do Ipanema, acontece, principalmente aos sábados. Foi sugestão de um dos seus fundadores e primeiro padre do município, Francisco Correia. No século passado, houve necessidade em ser acrescentado mais um dia de feira-livre e Santana do Ipanema passou a ter duas feiras semanais. A principal, aos sábados e, a complementar às quartas. Nos dias atuais, entretanto, não oficialmente, se encontra feira-livre em Santana todos os dias. E hoje, quarta-feira (22) fomos para uma vistoria informal por ali. O que mais nos chamou a atenção foram aqueles tipos de guloseimas encontradas nas bancas, no passado e que haviam desaparecido por décadas seguidas. E agora você já as encontra de volta, lembrando os diversos lugares de Arapiraca que nunca abandonaram a tradição.

MERCADO DE CEREAIS (B. CHAGAS).

Desde o governo municipal passado que já se falava em mudar a tradicional feira do sábado, do comércio para o Bairro Lagoa do Junco. Houve muito zum-zum-zum, dos comerciantes que prometiam resistir o que seria uma nova ordem. Entretanto, nesta gestão, ainda não se sabe como ficará a feira. Como em todas as coisas, existem as vantagens e as desvantagens de uma possível mudança geográfica. Mas, é bem possível que haja um diálogo mais profundo entre os interessados. Porém, interessante também se o povo em geral fosse ouvido. Enquanto isso, vamos passeando na feira da quarta com os olhos nas novidades, talvez, encontrando o que estávamos procurando encontrar em outras cidades.

Entretanto, vimos as condições deploráveis do Mercado de Cereais, construído ainda no governo Adeildo Nepomuceno. Estar precisando de uma ampla reforma e que não achamos fácil de fazê-la, pois ocupa uma faixa, estreita e cumprida, no Bairro Monumento – para onde a feira se estendeu – e não tem mais terreno pelas laterais para acontecer a reforma. O prédio é feio que só um urubu e, desgastado e imundo mais ainda. Não sabemos se existe algum projeto municipal ou particular para a construção de um novo Mercado de Cereais em outro local e que seja compatível com a arquitetura do bairro mais sofisticado da cidade, mais higiene, eficiência e conforto aos usuários. O prédio pode nada representar para quem é de fora, mas para nós que torcemos pela nossa urbe, hoje representa vergonha, assim com temos também da atual rodoviária em ruínas.

http://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2025/01/a-feira-e-do-povo-clerisvaldo-b.html

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BANDO DE CANGACEIROS DE ZÉ SERENO

 Por Histórias do Brasil

Bando do cangaceiro Zé Sereno !

Colorização:Rubens Antônio

 https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste

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RASO DA CATARINA - REFÚGIO DE LAMPIÃO

 Por Aderbal Nogueira



https://youtu.be/WO8PNvZEH4g?si=EaPqliG0eyh5FWtL

In today's program we cross the Baixa do Chico canyon, where the Pankararés live. To participate in the Rota do Cangaço Expedition, contact us by email: narotadocangaco@gmail.com Become a member of this channel and get benefits:    / @cangacoaderbalnogueira   Partnerships: narotadocangaco@gmail.com

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CANGAÇO: CANGACEIRO CAJUEIRO II - BIOGRAFIA RESUMIDA.

 Por Fatos na História

https://www.youtube.com/watch?v=Df5dQOyAhvk

Resumo Biográfico do cangaceiro Cajueiro II, do bando de Lampião. Referências: "Cangaceiros de Lampião - De A a Z", de Bismarck Martins de Oliveira Imagens: Lampião Aceso; Blog do Mendes; TOK DE HISTÓRIA; Cariri Cangaço; Internet

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sexta-feira, 24 de janeiro de 2025

TÚMULO DO CANGACEIRO MANOEL MARCELINO - VULGO O BOM DE VERAS

Por Lampião Governador do Sertão

 Túmulo do cangaceiro Manoel marcelino vulgo Bom de Veras.

Situado no Sítio Minador, Serrita/PE.
Foto: José Francisco

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste/?multi_permalinks=2641927282682866%2C2641549562720638%2C2640739452801649&notif_id=1737649195274082&notif_t=group_highlights&ref=notif

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PEDRO DE SOUZA FREIRE

 Por Guilherme Velame Wenzinger

Pedro de Souza Freire, filho de Martinho de Souza Freire e Maria Angélica do Rosário. Pai de Maria Evanilza de Souza (Eva Souza). Após o assassinato de Martinho de Souza pelo cangaceiro Zé Baiano, Pedro juntamente com seus irmãos Filinto, José, Filomeno e Alcino e mais cinco primos, integraram uma volante, que teve dois combates com os cangaceiros e, num deles, o bando de Mariano foi exterminado.

Depois disso, morou em alguns municípios sergipanos como Aracaju, Arauá e Estância. Faleceu em 6 de novembro de 1975 (conforme consta no livreto Momentos de Minha Vida, de Antônio Conrado de Souza), em Itamaraju/BA.

Foto e informações transmitidas por sua filha Eva Souza a Marcos de Souza.

Créditos: João Hélio.

https://www.facebook.com/groups/179428208932798/user/100002359271733

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NAZARENOS ANO 1927.

Por Guilherme Velame Wenzinger

Hoje, ao fazer mais uma pesquisa em busca de novidades, me deparei com esta foto de quatro nazarenos armados para a luta, datada de 1927. No rodapé da imagem, está registrado: “Floresta 1927”.

A única identificação que possuo é a do terceiro homem, da esquerda para a direita: Olímpio Gomes de Sá. Será que alguém pode ajudar a identificar os outros?

https://www.facebook.com/photo/?fbid=9629507927137754&set=gm.2640743102801284&idorvanity=179428208932798

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O REVÓLVER DE JESSE JAMES: RELÍQUIA DE UMA ERA CHAMADA VELHO OESTE AMERICANO

O revólver Remington, que pertenceu ao infame fora da lei Jesse James, é uma peça tangível da história americana, oferecendo um vislumbre dos dias turbulentos e sem lei da fronteira. Esta arma não é apenas um artefato do período, mas também um símbolo da vida perigosa que James levava como notório ladrão de bancos e trens. Ela nos conecta ao mundo violento e imprevisível do final do século XIX, quando figuras como Jesse James alcançaram status lendário no folclore americano.
Agora exibido na Old Talbot Tavern, em Bardstown, Kentucky, o revólver está alojado em um local rico em história americana. Fundada em 1779, a Old Talbot Tavern é uma das tavernas mais antigas em operação contínua nos Estados Unidos. O ambiente histórico da taverna permite que os visitantes se conectem ao passado, oferecendo um espaço para refletir sobre o legado complexo de Jesse James e a figura maior que a vida que ele se tornou em uma época de intensa independência e conflito.
O revólver é um poderoso lembrete da dupla identidade de Jesse James, tanto como um temido fora da lei quanto como um herói folclórico. Sua vida, marcada por assaltos ousados e fugas dramáticas, inspirou inúmeras obras culturais, de livros a filmes. Este artefato simboliza as linhas tênues entre o crime e o heroísmo, desafiando-nos a reconsiderar como a história molda nossa compreensão de justiça, liberdade e moralidade. Por meio de itens como este revólver, somos lembrados de que a história frequentemente é composta por indivíduos que escapam de categorização simples, incorporando tanto a escuridão quanto o fascínio da fronteira americana.

https://www.facebook.com/groups/545584095605711/?multi_permalinks=2973759182788178%2C2972873442876752%2C2971117486385681%2C2970093493154747%2C2969541129876650&notif_id=1737309881290157&notif_t=group_highlights&ref=notif

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NOTA CARIRI CANGAÇO

Por Manoel Severo

Cumpre-nos o dever , a pedido da família Britto ; Ane Ranzan, filhos e netos; informar o quadro delicado de saúde do querido e estimado amigo PAULO BRITTO.

O mesmo encontra-se há um mês em tratamento delicado contra uma neoplasia maligna . confortando-nos o acompanhamento de uma excelente equipe médica e hospitalar e de toda a família reunida de forma preciosa nesse momento delicado .

Unimos nossa Oração a Oração de toda família Britto e amigos , ao nosso Bom Deus , pelo pronto restabelecimento do estimado e querido amigo Paulo Britto . Que tudo possa correr bem .

https://www.facebook.com/groups/545584095605711/?multi_permalinks=2973759182788178%2C2972873442876752%2C2971117486385681%2C2970093493154747%2C2969541129876650&notif_id=1737309881290157&notif_t=group_highlights&ref=notif

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CONVITE POSSE PRESIDÊNCIA DA ACADEMIA ASSUENSE DE LETRAS


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AS BRIGAS ENTRE LAMPIÃO E O CANGACEIRO CORISCO - A FÚRIA DO REI DO CANGAÇO

 Por Na Rota do Cangaço

https://www.youtube.com/watch?v=rTJflzK5n8Y

Virgulino Ferreira da Silva, Lampião, o rei do cangaço, tinha o cangaceiro Corisco, o diabo louro, como o seu principal chefe de subgrupo e o considerava como amigo, mas, por diversas vezes se irritou com atitudes irresponsáveis do cabra, que deixava até a rainha do cangaço, Maria bonita, completamente revoltada. Essa é mais uma intrigante história do cangaço nordestino. Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. INSCREVAM-SE no canal e ATIVEM O SINO para receber todas as nossas atualizações. #NoRastroDoCangaço Vejam também:    • LAMPIÃO NO COMBATE NA FAZENDA FAVELA      • LAMPIÃO NUM COMBATE CORPO A CORPO      • Video      • LAMPIÃO E A HISTÓRIA DO SAL   https://www.youtube.com/watch?v=L3J8B... https://www.youtube.com/watch?v=olKWe... https://www.youtube.com/watch?v=4pQCn... https://www.youtube.com/watch?v=obcdz... https://www.youtube.com/watch?v=oKhIG... https://www.youtube.com/watch?v=1JTOx... https://www.youtube.com/watch?v=n7I82... Um forte abraço!

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quinta-feira, 23 de janeiro de 2025

AQUI NASCEU DADÁ

 Por Aderbal Nogueira

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PÃO E FARINHA

Clerisvaldo B. Chagas, 22 de janeiro de 2025

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3.173

Posso, pessoalmente, dizer como foram importantes para o Sertão alagoano e para o interior de todo o Nordestes na década de 60, o pão e a farinha. É verdade que no Sertão alagoano os dez anos da década falada acima, foram de uma riqueza nunca vista. Todos os dez anos foram de bons invernos, a ponto de o próprio povo, satisfeitíssimo nas ruas, exclamasse espontaneamente: Bem que o padre Cícero falava que o Sertão iria virar mar e o mar virar Sertão. Isso não queria dizer, porém, que não tivesse pobreza. Tinha sim. Muita pobreza. A padaria, sempre a primeira indústria de lugar pequeno, foi importante ao extremo para a classe média, mas também o refrigério da pobreza. O remédio de urgência da fome era o pão nas mais variadas formas: francês, crioulo, doce, carteira, alagoas ou mesmo em outra forma de massa como o bolachão.

Por outro lado, a farinha de mandioca, então, o produto do almoço mais barato da época, foi o grande socorro do pobre fixo e dos inúmeros mendigos que pareciam fazer filas nas ruas sertanejas. E sendo o produto mais acessível, 90% das esmolas nas residências, era farinha de mandioca. Riquíssima em carboidratos, foi sempre usada pelo pedinte misturada com água para pequenos bolos puros para tapear a fome. E se o pão já era usado na Antiguidade como produto básico, continua sendo no Século XXI. E a farinha que vem desde os tempos de nossos avós e bisavós foi o destaque do uso da mandioca das casas de farinha de Sertão e Agreste. Fez parte do prato típico sertanejo: feijão, arroz e farinha.

Ao entrar o ano de 1970, acabou-se o MAR do Sertão. Uma seca feroz tomou conta do semiárido, a fome, apertou geral e novamente a farinha de mandioca e o pão voltaram como os primeiros socorros. É de notar que no final do Século XX, muitas regiões produtoras de mandioca, deixaram de plantar e as novas casas de farinha cerraram suas portas, no Sertão. Entretanto, houve como compensação, movimentos organizados nos Agrestes, por essa industrialização. Em Alagoas é famosa a chamada farinha de Sergipe, branca, torrada e fininha. Mas já existe uma farinha de Arapiraca, fininha, torrada, amarelada e altamente gostosa que vem fazendo um sucesso danado por onde chega.

Nordestino sem farinha! Oxente! Onde já se viu?

http://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2025/01/o-pao-e-farinha-clerisvaldo-b.html

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A CAVALHADA DE BONSUCESSO

Manoel Belarmino*

Quem for ao povoado Bonsucesso, no Município de Poço Redondo nesta segunda-feira, Dia Santo de São Sebastião, vai avistar o mais belo folguedo popular do Brasil. As Cavalhadas.

De tradição portuguesa, as Cavalhadas têm origem nos tempos medievais. Chegaram aos sertões do Brasil por meio da Igreja Católica nas suas ações de evangelização de índios e escravos. É uma representação das lutas e batalhas dos mouros e cristãos, inspiradas em narrativas na recriação de torneios medievais.

Nos sertões de Sergipe, principalmente nos primeiros currais e casas grandes, as Cavalhadas eram compostas, no início, de negros escravizados. Em Bonsucesso, as primeiras encenações de Cavalhadas se deram ao lado da casa grande da Fazenda Belo Monte (hoje Bonsucesso), como “um agradar” aos olhos de visitantes ilustres. Os vaqueiros (negros) dos currais de gado desciam para a casa grande para os ensaios e as culminâncias nos dias de visitas e dos santos de oratório da casa.

As cavalhadas são história e cultura dos povos ribeirinhos e sertanejos, que, mesmo historicamente impostas pelos brancos, os negros e sertanejos do campo tornaram-na como um fazer cultural e fazem-no até nos dias atuais.

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste/?multi_permalinks=2640739452801649&notif_id=1737649195274082&notif_t=group_highlights&ref=notif

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QUEM FOI MASSILON?

 Por Nas Pegadas da História

https://www.youtube.com/watch?v=4371Vl1BdcM&t=259s

Massilon deixou seu nome marcado na história do cangaço. Não há como falar de Lampião e a invasão de Mossoró, em 1927, sem sitar o nome de Massilon, já que seu nome é considerado um dos elaboradores dessa ação. VISITE NOSSA LIVRARIA ACESSANDO O LINK ABAIXO https://jflavioneres-nph-livraria.fre...

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ELE FOI O CANGACEIRO MAIS FAMOSO DO NORDESTE ANTES DA CHEGADA DE LAMPIÃO. O RIFLE DE OURO.

 Por Cangaçologia

https://www.youtube.com/watch?v=pFBU8hAo39w

A história de Antônio Silvino o Rifle de Ouro. O cangaceiro mais famoso do Nordeste antes do surgimento de Lampião. Antônio Silvino que foi intitulado pela imprensa da época como o "Governador do Sertão, "título" que Lampião herdaria anos mais tarde. Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. Colaborem com o crescimento e com as melhorias do canal. INSCREVAM-SE no canal e ATIVEM O SINO para receber todas as nossas atualizações e publicações. Forte abraço! Atenciosamente: Geraldo Antônio de Souza Júnior - Criador e administrador dos canais Cangaçologia e Arquivo Nordeste.

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WHERE WAS THE BANDIT AZULÃO BORN?

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=Pymh6QTLXVc

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O CORISCO DE GLAUBER ROCHA EM DEUS E O DIABO NA TERRA DO SOL | LEANDRO SILVA.

 Por CEEC - Centro de Estudos Euclides da Cunha

https://www.youtube.com/watch?v=KtgJiUv4Gp0

Acesse o seminário online CORISCO NÃO SE RENDEU: 80 ANOS DA MORTE DO DIABO LOIRO E DA PRISÃO DE DADÁ no Facebook para acessar os CONTEÚDOS COMPLEMENTARES:   / corisconaoserendeu   Essa é uma iniciativa do Centro de Estudos Euclydes da Cunha - CEEC da Universidade do Estado da Bahia - UNEB e contou com o apoio do Arquivo Liandro Antiques - História e Genealogia de Barra do Mendes - BA, da Coordenadoria de Documentação e Memória da Polícia Militar da Bahia - PM/BA e da Biblioteca Central do Estado da Bahia. Inscreva-se no canal do CEEC para acompanhar nossas próximas produções:    / @ceec-centrodeestudoseuclyd206   FACEBOOK:   / ceecuneb   TEL: (71) 3321-5081 Rua do Cabeça, n. 10 – Ed. Marquês de Abrantes, 8º Andar – Sala 812, Salvador-BA, Brasil. CEP:40060-230

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NÓS ESTÁVAMOS SEM SINAL...

 

Nós estávamos sem sinal.

Mas agora, estamos voltando aos nossos trabalhos lampiônicos.

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