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sábado, 22 de fevereiro de 2025

CIÇO DOIDO

 Clerisvaldo B. Chagas, 20 de fevereiro de 2025

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3.193

Com a aproximação do Carnaval, que não mais existe em Santana, pelas próprias mudanças dos tempos, cabe aqui registrar o que já foi registrado. O Carnaval santanense, que ia do sábado de Zé Pereira à terça, apresentava os blocos de rua na parte da manhã. Raramente alguns passavam para a parte da tarde. Aqui acolá havia bandos de caretas (bobo ou papa-angu) outras cidades e estados. Aqui acolá bandos de caretas acompanhava um bloco, de repente e, de repente também, deixavam-no de lado.  Eu, entrando na adolescência ainda não havia estreado em bandos de caretas. No quintal da casa do senhor José Urbano e dona Florzinha, fazíamos as máscaras. Para isso pegávamos barro de telha e tijolo da olaria do Sr. Eduardo Rita, moldávamos em forma de cachorro, de cão, de gente, de porco...

Colocávamos a forma a secar ao Sol. Depois de seca, íamos colando papel de jornal e um papel liso por último. Após secar tudo ao Sol, pintávamos a máscara, colocávamos os buracos para o elástico segurar a máscara à cabeça e pronto. Depois era trajar roupas diversas, esconder o restante da cabeça, arranjar um relho com ponteira e ganhar as ruas arrulhando: Rrrrrr....  Rrrrr....  e dando carreira em menino estalando o relho. A primeira vez, saímos pelo portão que dava para a Rua de Zé Quirino, devidamente trajados, quando avistamos outros caretas pela rua, inclusive um careta enorme e que nos assustou. Mas ele se aproximou de nós e indagou baixinho: Quem são vocês? Respondemos. Indagamos de volta quem era ele. O careta muito alto respondeu: Ciço, Ciço que o povo chama de Ciço Doido!

Pronto! Estávamos aliviados e garantidos pelo tamanho do careta do outro bando. Quem iria mexer conosco, com um caretão daquele por perto com relho na mão? Ciço Doido era o filho mais velho do senhor Manezinho de Melo, morador da Rua São Pedro. Era irmão de “Barata”, Manoel e outros. Todas, pessoas excelentes, porém, faltando certo ajuste na cabeça de cada um deles.

E para não ficar devendo, o Carnaval santanense tinha corso pela tarde (passeios de automóveis rua acima, rua abaixo) frevo entre os prédios do meio da rua às 16 horas e matinê no Tênis Clube à mesma hora e, à noite para adultos, regado a lança-perfume, confetes e serpentinas. No clube “Sede dos Artistas”, também.

Mas nunca esqueci da primeira experiência como careta e nem de CIÇO DOIDO.



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𝐐𝐔𝐈𝐙 𝐃𝐎 𝐂𝐀𝐍𝐆𝐀𝐂̧𝐎 - 𝐃𝐈𝐅𝐈́𝐂𝐈𝐋!

Por Guilherme Velame Wenzinger

Quem foi essa senhora e qual fato do cangaço está relacionado a ela? Acredito que é uma pergunta difícil para a grande maioria que gosta do tema.

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ANIVERSÁRIO

Acervo da Maria das Graças Nóbrega


A minha amiga Corrinha
Hoje faz aniversário
Já coloquei o seu nome
Na lista do novenário
A festa, diz Valdemar
Tem hora pra começar
Mas findar não tem horário

Martim Assueros, 22/02/2025

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O JEITO É PEDIR DE NOVO

 Acervo Kydelmir Dantas

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HISTÓRIA VIVA

Clerisvaldo B. Chagas, 18 de fevereiro de 2025
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 3.191
SANTANA ANOS 70 (FOTO:DOMÍNIO PÚBLICO/ACERVO DO AUTOR). 

Você é santanense? Você está em que lugar do Brasil? São Paulo, Minas, Goiás, Maceió, Recife...? Vamos chorar juntos com a foto abaixo. Lembra de alguma coisa? Quer ajuda? A presente foto representa parcial do Comércio de Santana do Ipanema, na década 1970. De pronto, vemos o maior prédio de todos, representando o cine-Alvorada, cinema de altíssimo luxo, pertencente ao meu padrinho, saudoso lojista e empresário Tibúrcio Soares. À direita do cine, subindo à rua, a Casa de Jogo de Luís Lira (Lirinha). Último prédio à direita, armazém de compra e venda de couro de Jacó Nobre, com gerência de Tonho Baixinho. Prédios à esquerda do cine: A Triunfante, casa comercial, armarinho, do senhor Manoel Constantino. Último prédio à esquerda, descendo: Café Santo Antônio, de Seu Antônio Pacifico.

Vê-se um jipe marca Willys estacionado na Praça Cel. Manoel Rodrigues da Rocha. E, finalmente, a parcial da Praça acima, reformada radicalmente na gestão Henaldo Bulhões Barros. O cine Alvorada foi construído para substituir o cine-Glória, situado perto da prefeitura e hoje prédio comercial. Naturalmente esta paisagem acha-se muito modificada. O edifício do cine é casa comercial, o armazém é loja de tecidos, a Triunfante é agora uma galeria e. somente continua como antes o Café Santo Antônio. São mais de cinquenta anos de história representados na foto. Não deu para lermos o primeiro nome do filme em cartaz, porém, o restante fala em ... POR VINGANÇA. O Cinema, o teatro, os clubes, os que não fecharam com o advento de Diversão em Casa, estão fechando agora, chegam notícias.

As primeiras grandes modificações no Comércio de Santana foram justamente dos anos 70 aos 80. Houve depois um período de lentidão e novo aceleramento. Casas e mais casas comerciais ou residenciais, foram quase, freneticamente, vendidas para remodelações totais ou parciais para comerciantes de outras cidades. Modernizou-se, está muito bonito, embora ainda se encontre certa resistência tantos em uma ou outra antiga residência ou em prédio mais antigo. É o Comércio mais bonito de Alagoas, embora não se tenha tudo que se procura, mas também os mais adiantados de outras plagas, sempre tem alguma coisa a desejar. E se você está fora há mais de 10 anos, quanta diferença!

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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025

LAMPIÃO FOI HERÓI OU BANDIDO? E POR QUE ELE NÃO MATOU OS SEUS DOIS MAIORES INIMIGOS?

 Por José Mendes Pereira


Segundo os pesquisadores e historiadores, realmente Lampião tentou algumas vezes exterminar o Zé Lucena, mas na minha opinião, quando a prática de furtos tomou rumo certo e foi aumentando, aquela velha história de assassinar os seus dois inimigos o 

Zé Saturnino inimigo nº 1 de Lampião

Zé Saturnino por ter feito ele, pais e irmãos saírem do que eram seus e fugirem para outras localidades, o Zé Lucena por ter matado o seu pai, foi ficando no esquecimento. Tudo era muito difícil, vez que ele era nômade, e às vezes, estava muito distante das residências dos seus inimigos, e seria inútil nadar contra as águas. 

Tenente Zé Lucena

Eu sou muito amigo do rei do cangaço (dentro do estudo cangaço, óbvio), mas eu sou (muito), mais amigo daqueles que tentaram conservar as suas vidas quando atacados por ele ou pelos seus comparsas, do que do capitão Lampião. Ele nunca foi, não é e nem será nunca, (HERÓI). Sempre será bandido. Sei de todas as humilhações que ele passou, também a sua família, as pressões feitas contra ele, só no sentido de vencê-lo..., mas ser herói, não é para qualquer um. 

Admiro-o diante da coragem, das estratégias, das conquistas relacionadas às autoridades que se rendiam e o acoitavam em suas propriedades, da maneira como ele tratava os seus comandados, e ninguém deixava de obedecê-lo, de respeitá-lo, de admirá-lo, como administrava a sua respeitada "Empresa de Cangaceiros Lampiônica & Cia" só com  homens perigosíssimos - feras humanas, que são muito mais perigosas do que o próprio animal irracional, mas ele que me perdoe, bandido foi e nunca deixará de ser. 

O que eu escrevi não tem nenhum valor para a literatura lampiônica, é apenas a minha opinião, e nada desrespeita a família Ferreira que eu muito a admiro, mas ela sabe que o nosso amigo capitão Lampião não foi nenhum santo, e eu não o acusei de coisas que não fez.

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QUEM FALOU A VERDADE, VILA NOVA, O CANGACEIRO BALÃO, OU O VOLANTE MANÉ VÉIO?

 Por José Mendes Pereira


No dia 14 de novembro de 1938, Iziano Ferreira Lima, o afamado cangaceiro VILA NOVA, afirmou ao “Jornal A Noite”, que estava na Grota do Angico no momento do ataque das volantes ao grupo de Lampião, na madrugada de 28 de julho de 1938. Vejam o que ele fala:


“ – Escapei pela misericórdia de Deus, afirma. Vi quando o CHEFE (o chefe que ele se refere é Lampião) caiu se estrebuchando pelas forças do tenente Ferreira (ele fala no tenente Ferreira, nas acho que ele quis se referir ao tenente João Bezerra da Silva). 

Tenente João Bezerra

Meu padrinho Luiz Pedro, continua Vila Nova, caiu ferido nos meus pés. Pediu que o matasse, logo. O que fiz, foi apanhar o seu mosquetão e fugir para as bandas do riacho onde o fogo era menor. 

Cangaceiro Luiz Pedro

Depois da fuga, fui me esconder na Fazenda Cuiabá, onde me encontrei com ZÉ SERENO, e outros que puderam fugir do cerco. Ali soubemos que junto com o capitão, tinha morrido mais 11 cabras, inclusive D. Maria Bonita”.
 
O cangaceiro Zé Sereno

Ele fala que junto com o capitão haviam morrido mais 11 cabras. Verdade, lógico que lá morreram contando com Lampião 12. 11 cangaceiros e o volante Adrião Pedro de Souza.

Adrião, é o primeiro à esquerda. Esta foto pertence ao acervo do professor, escritor e pesquisador do cangaço Antônio Vilela.

Já o cangaceiro Balão, afirmou à “Revista Realidade” em novembro de 1973, sobre Luiz Pedro, o seguinte:

Luís Pedro ainda gritou: "Vamos pegar o dinheiro e o ouro na barraca de Lampião". Não conseguiu, caiu atingido por uma rajada. Corri até ele, peguei seu mosquetão e, com Zé Sereno, consegui furar o cerco. Tive a impressão de que a metralhadora enguiçou no momento exato. Para mim foi Deus.

O cangaceiro Balão - fonte pesquisada - http://lampiaoaceso.blogspot.com.br/2009/08/cangaceiro-balao-sensacional-entrevista.html

As duas entrevistas destes dois cangaceiros, cedidas ao Jornal A Noite e à Revista Realidade, ficam meio confusas, que cabe aqui esta pergunta? 

O cangaceiro Luís Pedro carregava dois mosquetões no momento em que tentava fugir do cerco policial? 

O cangaceiro Vila Nova disse que pegou o mosquetão do Luís Pedro e deu no pé. O Balão também afirma a mesma coisa.

Também as duas afirmativas deles deixam a gente novamente confusa, sobre a morte de Luís Pedro. Por quê?

Volante Mané Veio que segundo ele, assassinou o cangaceiro Luíz Pedro

O famoso volante Mané Veio, disse aos pesquisadores e repórteres que foi ele quem assassinou o cangaceiro Luís Pedro, e pelo que ele diz, levou um bom tempo para matá-lo, saiu perseguindo, perseguindo entre pedras, e ele tentando salvar a sua vida, mas finalmente o assassinou.


Sobre a morte do cangaceiro Luís Pedro, você poderá ler em ”Lampião Além da Versão Mentiras e Mistério de Angico”, escrito por Alcino Alves Costa. Adquira-o com o professor Pereira através deste endereço eletrônico:

 franpelima@bol.com.br

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CANGACEIROS QUE MORRERAM

Por Helton Araújo

Hoje (20), em nosso canal CANGAÇO ETERNO no YouTube, postamos um vídeo com todos os cangaceiros "conhecidos" mortos durante o cangaço lampiônico, em ordem cronológica. Quer saber quem são?

Clica no link que está
abaixo e não deixe de conferir.
Conto com vocês e desde já agradeço.
Deus os abençoe.

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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2025

MASSACRE DE ANGICO. A MORTE DE LAMPIÃO - ESPETÁCULO 2024

Cabras de Lampião 

https://www.youtube.com/watch?v=jUciS7dgWwU

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LAMPIAOEMEUCLIDESDACUNA

Histórias do Brasil



Lampião em Euclides da Cunha Bahia, Sequestra o Automóvel do Padre Mons. Berenguer. Este acontecido foi no dia15 de dezembro de1928.

Com mais de 3 meses na Bahia
Lampião parou na fazenda Araçá
Precisava de um guia de confiança
Para sobre Cumbe se informar.
Nesta fazenda de Dedé de Abreu
Lampião chegou no alvorecer do dia
Para conseguir um bom informante
E que o acompanhasse como guia.
delegado dessa época
De nome Luiz Caldeirão
Foi muito bem tratado
Pelo já famoso Lampião
Chegar num dia de feira
Para Lampião foi um achado
Ele e os demais cangaceiros
Conseguiram um bom catado.
E como era dia de festa
Muita gente o viu chegar
Uns ficaram sem entender
O lampião neste lugar
Muita gente se assustou
Na velha Praça do Barracão
Alguns chegaram a correr
Quando viram o Lampião
Os mais velhos se lembraram
Do chefe da 3ª expedição
Mas depois se tranquilizaram
Com a visita de Lampião
Qual seria o mais malvado?
Moreira Cesar ou Lampião?
Nem no Cumbe nem no Araçá
Não foram eles violentos não
Lampião não quis saber do “ Lua”
Intendente de Cumbe na ocasião
Preferiu o Delegado de Polícia
Para recebê-lo como anfitrião
Em Cumbe, Lampião não perde tempo
Primeiro o dinheiro, depois a diversão
Tanto que em menos de meia hora
Começa o trabalho de arrecadação
Lampião, o “Rei do Cangaço”
Não quis saber de briga não
Houve festas, músicas e paz
Graças ao delegado Caldeirão
Na histórica casa de Seo Dantas
Perto de Nossa Srª da Conceição
Por cerca de três anos já residia
O amigo e genro Luis Caldeirão
Seo Dantas correu às pressas
Para ver a sua filha querida.
Mas todos estavam tranquilos
Sem nenhum perigo de vida!
Muitos comerciantes e fazendeiro da região fizeram doações de quantias de dinheiro ao propio Lampião que ficou sastifeito com a obdiençia do povo local! Foi quando o fomigerado Cangaceiro perguntou quem tinha um atomovel, foi quando o Mons. Francisco de Paula Berenguer Cesar, ia chegando a vila do Cumbe com seu Ford 1927. E Lampião pediu ao delegado que falasse com o padre que levasse ele e seus Cangaceiros até a cidade de Tucano! O padre chegou a relutar em entregar o seu carro mais acabou sedendo e disse que Lampião arrumase um motorista, e o delegado chamou um de seus assitente por nome Zé Rico para dirigir o carro para o comboio de Lampião! Depois de tomarem em torno de 5 litros de conhaque macieira tocaram de carro rumo a cidade de Tucano bebados e amotoados no Ford 27.
Fonte: Museu do Cumbe.
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VIÚVA DE EX-CANGACEIRO VISITA A CASA DA CULTURA EM JATI, CEARÁ

 PorLuísBento

Foto( Casa da Cultura)
Da esquerda P/direita- Luís Bento de Sousa Diretor de Cultura. Antônia Argila da Conceição- viúva do cangaceiro. Adailton Antônio dos Santos, filho caçula do casal.

Nesta data, 20 de fevereiro de 2025, a Casa da Cultura de Jati recebeu uma visita especial: Dona Antônia Argila da Conceição, viúva do ex-cangaceiro José Zeferino Andrelino dos Santos, conhecido como Oliveira, o Alagoano. Acompanhada de seu filho caçula, Adailton, Dona Antônia, hoje com 74 anos e residente no Sítio Faustino, compartilhou histórias sobre o cangaço e o legado de seu marido.

Cemitério municipal São Joaquim em Jati-CE. Aqui foi sepultado o ex-cangaceiro no dia 24 de novembro de 1999
Oliveira entrou para o cangaço aos 14 anos com o objetivo de vingar a morte do pai. “Só tinha 14 anos, mas parecia ter 18. Antes mesmo, já era chamado de Oliveira. Não sei de onde surgiu essa história de que meu apelido era ‘Menino de Ouro’. Isso nunca existiu”, afirmou ele em vida.

Jose Zeferino Andrelino dos Santos- Cangaceiro Oliveira. Depois do cangaço uso o codi-nome Antônio Norberto.

Viúvo aos 54 anos, Oliveira casou-se em 1968 com Antônia, que na época tinha apenas 18 anos. Durante a visita, Dona Antônia relembrou momentos marcantes da trajetória do marido, trazendo um valioso reconhecimento histórico sobre o fenômeno do cangaço.

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PEDRO SAMPAIO ENTREVISTA PEDRO DO CORDEL.

Por Pedro Sampaio
Pedro Sampaio com Pedro Motta Popoff - Pedro do Cordel.

Quero expressar minha gratidão ao Mestre e Jornalista Mhario Lincoln que idealizou a Coluna Cordel Brasileiro na maior Plataforma de Cultura das Américas o PORTAL FACETUBES e confiou sua assinatura à Professora e Poetisa Esmeralda Costa, Confreira de APB Academia Poética Brasileira e Diretora de Comunicação da ACLC Academia Cearense de Literatura de Cordel.

Gratidão pela repercussão a pauta fruto de um sonho realizado que foi chegar ao Noroeste Paulista à Cidade de Bauru e conhecer de perto o trabalho de Pedro Mota Popoff Pedro Popoff o Pedro do Cordel e sua CORDELTECA que homenageia o Poeta Gonçalo Ferreira.

Confira a grandeza dessa matéria em texto com a marca inconfundível do brilho da pena Mhariolinconiana , ao visitar o link deixe seu comentário que é muito importante para nós e será acolhido com muito carinho e desde já receba a nossa gratidão. Grande abraço salve salve o Cordel.

Leve este link ao google e assista a entrevista que fez o Pedro Sampaio com Pedro Motta Popoff.

https://www.facetubes.com.br/noticia/6208/a-exclusiva-entrevista-de-pedro-sampaio-com-pedro-do-cordel-idealizador-da-cordelteca-goncalo-ferreira?fbclid=IwY2xjawIj1OFleHRuA2FlbQIxMQABHa0OQprUcceAkUDk5nbjtOaFwvMdy9fQPIXO0GKxv-C4oJz5ihOYSCGV0w_aem_m1v28KMc8UqjHxpX66667A

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