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terça-feira, 6 de maio de 2025

O CARIRI CANGAÇO EXU EM 2017.

Por Juliana Pereira
Kydelmir Dantas, Joquinha Gonzaga e Juliana Pereira: Luiz Gonzaga, 
"Personalidade Eterna do Sertão"

O Cariri Cangaço, evento de maior expressão no Brasil no que concerne aos debates acerca das mais variadas temáticas sobre a história e a formação cultural nordestina, realizou nos dias 20 a 23 de julho, mais uma edição de luxo, o Cariri Cangaço Exu-Serrita. Dentre muitos momentos ímpares, emocionantes e de muitos aprendizados, quero destacar alguns; primeiro, a entrega do título " Personalidade eterna do Sertão", homenagem justa, conferida a Luiz Gonzaga do Nascimento e recebida por Joquinha Gonzaga, sobrinho e herdeiro musical de Luiz Gonzaga. 

O Cariri Cangaço chegou a Exu para dá dimensão a obra de Gonzaga, no sentido de sua representatividade, não só na música, mas em toda formação cultural nordestina. Ouvir Gonzaga, ensiná-lo, entendê-lo, conhecê-lo é mais que uma atitude cultural, é uma atitude moral. É um ato de gratidão e reconhecimento ao maior porta-voz da nação nordestina. Luiz Gonzaga levou o Nordeste para os grandes centros do Brasil. Gonzaga serenizou a saudade no peito dos muitos sertanejos que viviam em outras regiões do Brasil. E, sobretudo, Gonzaga apresentou o Nordeste para os nordestinos, nos fez/faz sentir orgulho do que somos.

Luiz Gonzaga do Nascimento, personalidade eterna do sertão, 
a alma mais nordestina e poética. 

Gonzaga foi um gênio no sentido mais amplo da palavra, sua genialidade era sentida não só nos acordes de sua sanfona ou no eco de sua voz, mas no fato de não ter desviado o foco, não ter perdido o eixo ou perdido suas raízes. Gonzaga é, sem sombra de dúvidas, o maior ícone da cultura nordestina. Em Gonzaga, encontramos todos os demais ícones formadores dessa colcha de retalhos maravilhosa e colorida, que é a cultura nordestina e a vivencia sertaneja. Sua representatividade passa por Pe. Cícero, Vaqueiros, Cangaço, Coronel, Caatinga e toda a saga nordestina em sua plenitude. Gonzaga é a síntese poética do sertão. É a nossa zelação mais brilhante, é o vento cantarino que desceu do Araripe e ecoa pelo universo. 

"Eu passaria horas, dias, anos escrevendo sobre Gonzaga, e jamais esgotaria a relação perene de amor, admiração e gratidão que tenho por ele e por sua obra. Cheguei a Exu com o coração emocionado por mais uma vez, pisar no solo sagrado de um dos meus ídolos. Voltei ainda mais encantada e apaixonada por sua obra e por tudo que ele representa. Em sendo assim, recorro ao simples, e, apenas me curvo e o reverencio. Gratidão por tudo que somos enquanto espaço cultural, enquanto expressão de nordestinidade."

Comenda Alcino Alves Costa da SBEC para Juliana Pereira

O segundo momento e não menos importante e emocionante, foi receber das mãos do Presidente da SBEC-Sociedade Brasileira de Estudo do Cangaço, o Prof.Bendito Vasconcelos, a comenda Alcino Alves Costa. Não bastasse a minha relação de amor profundo pelo o nordeste, por Gonzaga e por está em EXU, recebi uma comenda que leva o nome do meu pai espiritual, meu querido amigo, amado e eterno mestre. Só Deus sabe o tamanho que ficou meu coração, só Deus sabe a gratidão e a emoção que senti. 

Eu também não poderia deixar de citar a Missa do Vaqueiro... meu Deus, quão grandes és TU! Não ha palavras para descrever o que sente uma alma sertaneja e apaixonada pelo nordeste, ao presenciar seus heróis encourados, aboiando e cantando uma "Ave Maria Sertaneja"... fui às lágrimas. 

Juliana Pereira no Cariri Cangaço Exu 2017

Por fim, quero render minha sincera gratidão, admiração, respeito e amor fraterno a uma das maiores personalidades, não só do sertão, mas do Nordeste Brasileiro, Manoel Severo Barbosa. Por tudo que tem feito em prol da história e da cultura. Por tudo que tem feito por nós, amantes, pesquisadores, estudiosos, curiosos e demais interessados na preservação do nosso patrimônio imaterial, a nossa Cultura. Severo, um gigante de coração doce, de sensibilidade impar e visão sem fronteiras, sem limites. 

Um sonhador que não sonha só, um realizador generoso. Líder, amigo, mestre, irmão, cúmplice; o timoneiro que nos conduz a viagens fantásticas, a universos incríveis! Embarcamos sempre com a confiança e a certeza de que voltaremos sempre emocionados, felizes, enriquecidos de conhecimentos e agradecidos. Severo, nós te agradecemos por tudo, por ter nos juntado em uma só batida, um só pulsar, uma só emoção. Você merece toda reverencia, todo respeito e admiração. Agradeço a todos os irmãos e confrades que concebe a família Cariri Cangaço!!! Um abraço fraterno em cada um.

Juliana Pereira
Pesquisadora, Conselheira Cariri Cangaço
Quixada, Ceará

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MORTE DO CANGACEIRO MARIANO

Por José Mendes Pereira

Mariano 

Diz o escritor e pesquisador do cangaço Ivanildo Alves da Silveira que o cangaceiro Mariano Laurindo Granja nasceu em 1898, em Afogados da Ingazeira, no Estado de Pernambuco, e faleceu no dia 10 de outubro de 1936, entre os municípios de Porto da Folha e Garuru, sendo esta região conhecida como Cangaleixo.

Era genro do vaqueiro Lé Soares sendo ele companheiro de Rosinha, irmã da cangaceira Adelaide. E segundo a pesquisadora do cangaço Juliana Pereira, a companheira de Mariano, a Rosinha, foi morta a mando de Lampião.

Juliana Pereira

Mariano era um facínora que não gostava de praticar morte quando não achava necessária. Tinha um respeito enorme com o seu chefe Lampião. Tinha habilidade para tocar gaita e dono de uma simpatia. Estava sempre com gestos risonhos.

Dr. Ivanildo Alves da Silveira

Diz ainda o pesquisador Ivanildo da Silveira que Mariano teve um fim doloroso, onde foi baleado e apunhalado várias vezes pelo soldado Severiano, vulgo, Bem-Te-Vi, que segundo ele, estava vingando a morte do pai feita por Mariano.

Zé Rufino e o soldado Bem-Te-vi que matou o cangaceiro Mariano

Assim que o capturou, apoderou-se do punhal, e a sua mão subia e descia furando as carnes do assecla. Apunhalava-o com tanta ira, que quem assistiu, ouviu o ranger da ponta do punhal atravessando as carnes e os nervos da vítima, saindo do outro lado do corpo, fincando-se na terra seca.

Jamais um homem matou com tanta ira um bandido. Os dedos do assecla tentavam afastar dos olhos a pasta de sangue que cobria a sua visão. A cabeleira derramava um líquido formado de suor e sangue. O seu corpo todo era um vermelhão só. O corpo estava totalmente aberto, pelos profundos golpes aplicados pelo o policial. Era a vingança do Bem-Te-Vi.

Zé Rufino apenas assistia a violência de seu comandado, sem dizer uma única palavra. Passado alguns minutos, Zé Rufino disse-lhe: “- Tenha cuidado com a cabeça que eu preciso dela”.

Os dois tinham certeza de que o assecla já havia morrido. Enganaram-se totalmente! Mariano continuava vivo. E num momento, o assecla tentou se levantar do chão, todo coberto por um enorme manto de sangue vivo e escarlate. Era horroroso de se ver o seu estado.

O vingador quando viu o cangaceiro tentando apoiar-se para se levantar, mesmo com o corpo todo aberto pelas punhaladas aplicadas por ele, engatilhou a arma e encostando-a no peito do assassino do seu pai, preparou-se para dar o último tiro de misericórdia.

Foram dados tiros à queima-roupa, perfurando o corpo do bandoleiro, que já era uma verdadeira peneira de britador. Agora sim, o bandido, finalmente chegou ao fim. Sem mais tentativa, findou a vida do chefe de subgrupo de Lampião. Mariano fez muita falta ao bando, pois todos os companheiros gostavam bastante dele. Em fim, foi-se a vida de um querido aliado dos justiceiros injustos.

Até mesmo alguns que não eram cangaceiros, falavam bem do Mariano. Os remanescentes de Lampião disseram que Mariano era um dos que tinha mais humanidade. Afirmaram até que ele era incapaz de uma crueldade desnecessária contra seres humanos.

No meu entender, com tanta humanidade assim, Mariano estava no cangaço, por um respeito a Lampião, já que eram bastantes amigos. Teria sido ele mesmo o autor da morte do pai de Bem-Te-Vi?

Segundo disseram os companheiros aos repórteres: “- Mariano Laurindo Granja foi injustiçado”.

Fonte de Pesquisa:

A terrível morte do cangaceiro Mariano - Ivanildo Alves da Silveira. Lampião Além da Versão - Mentiras e Mistérios de Angicos - Alcindo Alves da Costa.

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segunda-feira, 5 de maio de 2025

DE CANGACEIRO A X-9, O TEMIDO CANGACEIRO PANCADA

 Por =Cangaço Eterno

https://www.youtube.com/watch?v=oaHoAGuV36Q

Conheça a história de Pancada, um dos maiores perigosos e cruéis cangaceiros de Lampião.

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O CANGACEIRO ANTONIO LUIZ TAVARES.

 Por Fatos na História

https://www.youtube.com/watch?v=qEiTs5qJK0U

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A MORTE DE DELMIRA MULHER DO TEMIDO CANGACEIRO CALAIS.

 Por Cangaço Eterno

https://www.youtube.com/watch?v=ZN3_wN4Gmvs

Conheça a história da morte de Delmira, mulher do temido cangaceiro CALAIS.

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O TERRÍVEL FIM DO CANGACEIRO SABONETE.

Por Cangaço Eterno

https://www.youtube.com/watch?v=AeXZRq589T0

O cangaceiro SABONETE ficou conhecido erroneamente como sendo o secretário de Maria Bonita, porém assim como os demais ele engrossava as fileiras de defesa dos subgrupos de Lampião.

Neste vídeo apresento embasado na belíssima obra do escritor e pesquisador Rubens Antônio a morte do Cangaceiro Sabonete.

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INACINHA DE GATO " UMA HISTÓRIA DE MUITO SOFRIMENTO "

 Por Cangaço Eterno

https://www.youtube.com/watch?v=jowzMRdMiDo

Conheço começo meio e fim da vida de Inácia Maria das Dores a CANGACEIRA INACINHA que foi companheira do temido cangaceiro GATO. GRATO AO AMIGO SANDRO LEE.

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A CANGACEIRA INACINHA | CNL | 1005

Por O Cangaço na Literatura 

https://www.youtube.com/watch?v=IYbzHrJ6Kbg


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domingo, 4 de maio de 2025

LUIZ GONZAGA É CONTADO NO CINEMA E CANTADO PELOS AMIGOS DO RN.

Por Caroline Holder Do G1 RN.

Luiz Gonzaga (Foto: Divulgação)

Luiz Gonzaga é originalmente de Exu, Pernambuco. Mas, por adoção, o cantor é de todo o Brasil. No Rio Grande do Norte, ele recebeu títulos de cidadão de Natal, Mossoró, Caraúbas, Pau dos Ferros e Caicó. Reconhecimento por ter encantado o público com a poesia tirada da sanfona. Foi no Nordeste onde encontrou os fieis e verdadeiros parceiros musicais.

Contudo, nem só de música viveu Gonzagão, mas também de conflitos amorosos e dos entendimentos e desentendimentos com o filho, Gonzaguinha. Todas as nuances do rei do baião, que colocou a alma nordestina em notas musicais, estão disponíveis em 120 minutos, no filme Gonzaga - De Pai para Filho. A estreia é nesta sexta-feira (26), em todo o país.

O longa-metragem tem direção e roteiro de Breno Silva, e conta a vida por trás das andanças de Gonzagão pelo Brasil. Em busca de um dia descansar feliz, guardando as recordações das terras, dos sertões e dos amigos que deixou.

“É tudo costurado com relação de pai e filho entre Gonzagão e Gonzaguinha. Tenho certeza que essa história irá emocionar todo o Brasil”, afirmou Breno Silveira, diretor e roteirista do filme.

Chico Elion relembra Gonzagão e canta sucessos - (Foto: Arquivo Pessoal)

Mas a vida de Luiz Gonzaga também pode ser contada por bons e velhos amigos. O compositor potiguar Francisco Ellion, de 82 anos, narra como compôs “Ranchinho de Palha”, sucesso em parceria com Luiz Gonzaga. “Tive a felicidade de Luiz me procurar. Eu era presidente da Associação dos Músicos, ele já estava doente, mas não parava de criar. Mostrei pra ele a letra de Ranchinho de Paia, e ele me disse: - Chico, vou colocar um tempero nessa música. E assim fez”, lembrou Francisco Ellion, que em seguinda cantou um trecho para o G1.

“Mas pouca gente é feliz como nós
Um canta pro outro
E do vento escutamos a voz”

Ellion disse ainda que o amigo era muito cativante e rico em melodia. “Aqui no RN ele foi ovacionado. Ele colocou a minha letra no ritmo popular, chamado for all, em inglês, e na nossa língua,  para todos. Hoje, depois de Gonzaga, sofremos com a  pobreza musical”, concluiu.

Outro grande amigo de Gonzagão é Carlos André, cujo padrinho de casamento foi o Rei do Baião. Além da relação de amizade, foi Carlos que entre 1974 e 1983 se esforçou para reascender a carreira do Velho Lua.

Carlos André com o ilustre padrinho de casamento, Luiz Gonzaga (Foto: Arquivo Pessoal)

“Fazia sete anos que ele não conseguia ter uma boa venda de seus discos. Isto porque os produtores mudaram a característica dele, gravando músicas com arranjos que nada tinham a ver com o Rei do Baião. O resultado foi a grande queda nas vendas. Logo ele, que sempre foi um dos maiores vendedores da então gravadora RCA. Gonzação se viu na eminencia de ser dispensado do Cast (elenco). Foi quando fiz um trato com a Presidência da Gravadora, que me confiou a produção do Luiz Gonzaga. Meu objetivo era trazê-lo de volta ao lugar de grande vendedor de discos. E consegui. Produzi o LP 'Danado de Bom'. O sucesso foi tão grande que em 60 dias já era disco de ouro e platina” se orgulhou Carlos André.

Carlos André contou ainda que Luiz Gonzaga não tinha um gênio fácil. “Eu saí de Mossoró, onde nasci, para tentar a vida no Rio de Janeiro. Migração impulsionada pelo meu amigo Jackson do Pandeiro. E quando comecei, me espelhava no Gonzagão. Certa vez, gravei um LP sem avisá-lo. Depois do show, ao invés de me dar os parabéns, ou algo do tipo, ele me deu uma grande bronca e ficou muitos anos sem falar comigo. Para ele, eu era o seu sucessor, e para gravar um disco, precisava do consentimento dele. Anos mais tarde, quando consegui um grande sucesso, com a gravação de 'Se meu amor não chegar', ele me parabenizou e voltamos a grande amizade”, se emocionou Carlos.

O produtor e cantor deu uma palhinha do principal sucesso do LP "Danado de Bom", a canção de mesmo nome.

LP Danado de Bom (Foto: Reprodução)

"Tá é danado de bom
Tá danado de bom meu compade
Tá é danado de bom
Forrozinho bonitinho,
Gostosinho, safadinho,
Danado de bom"

Para encerrar, Carlos André fez questão de relembrar o sucesso que o fez voltar a amizade com o Rei do Baião.

"Eu hoje quebro esta mesa
se meu amor não chegar
Também não pago a despesa
Nem saio desse lugar"

E brincou, ô época boa, que saudade de Luizão.

Para ler mais notícias do G1 Rio Grande do Norte, clique em g1.globo.com/rn. Siga também o G1 RN no Twitter e por RSS.

tópicos: BaiãoCaicóCaraúbasLuiz GonzagaMossoróNatalPau dos FerrosRio Grande do Norte

https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2012/10/luiz-gonzaga-e-contado-no-cinema-e-cantado-pelos-amigos-do-rn.html

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LUIZ GONZAGA : ENTREVISTA, TV CULTURA | 1981

 \Por O Colecionador (BRASIL).

https://www.youtube.com/watch?v=Ma4K2vHC4n0

Criei uma conta no Patreon para compartilhar conteúdos especiais com você! Com uma contribuição mensal de apenas 15 reais, você terá acesso a conteúdos inéditos e exclusivos. E se você escolher apoiar com 50 reais, terá a oportunidade de selecionar dois arquivos que digitalizo cuidadosamente a cada mês. (  / ocolecionador836  )

Luiz Gonzaga dando entrevista para a TV Cultura sobre o seu show no Festival de Verão do Guarujá, sendo realizado em 1981. Não Clique Aqui: https://bit.ly/3xQ6jej #LuizGonzaga #TVCultura

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LUIZ GONZAGA DOCUMENTADO E ENTREVISTA FAMÍLIA GONZAGA O MILAGRE DE SANTA LUZIA.

 Por Instituto Museu do Sertão

https://www.youtube.com/watch?v=mZEmucF8vIw

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VISITANDO A CASA DE LUIZ GONZAGA O REI DO BAIÃO EM EXU PERNAMBUCO.

Por Sertão Mamoeiro
https://www.youtube.com/watch?v=LJejXL7W-eI
 
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MANÉ VELHO - A FERA DE ANGICO.

 Por Cangaçologia 

https://www.youtube.com/watch?v=bxRgvhn4bLM

UM IMPORTANTE PERSONAGEM DA HISTÓRIA CANGACEIRA... ... cuja história foi pouco explorada e que ainda carece de maiores estudos sobre a sua vasta trajetória de valentia e crimes.
Mané Velho ou "Antônio de Jacó", como assim era conhecido durante o tempo em que esteve ingressado nas Forças Policiais volantes, foi um soldado que se destacou devido a sua valentia e fúria descomunal. Autor de inúmeras mortes, incluindo as mortes de duas de suas mulheres (Cidália na Bahia e Maria Bosco da Silva em São Paulo), além de sua própria filha... Jovina Marques da Silva, morta juntamente com sua mãe (Maria Bosco da Silva) em emboscada praticada à mando de Mané Velho, tendo como autor do crime Josafá Marques da Silva, irmão-paterno de Mané Velho.
Em Angico, Mané Velho teve papel de destaque durante o combate e foi o autor da morte do cangaceiro Luiz Pedro, apontado como um dos cangaceiros mais ricos do bando e homem de extrema confiança de Lampião. Um fato curioso e de extrema selvageria aconteceu quando Mané Velho, após matar Luiz Pedro, para não perder tempo, decepou suas mãos e as levou em seu bornal para posteriormente retirar os anéis dos dedos do cangaceiro.
Um personagem que escreveu seu nome para sempre nas páginas da história cangaceira por conta de sua valentia, sede de vingança e fúria insaciável.
No documentário "MANÉ VELHO - A FERA DE ANGICO" o escritor e pesquisador Luiz Ruben F. A. Bonfim, falará um pouco a respeito da vida desse importante, polêmico e ainda pouco explorado personagem histórico.
Geraldo Antônio De Souza Júnior

http://blogdomendesemendes.blogsapot.com

OS TERRÍVEIS IRMÃOS ATIVIDADE E VELOCIDADE.

  Por Helton Araújo

 

Hoje início a divulgação de personagens identificados do cangaço. Esse trabalho visa trazer informações de todos os personagens que se tem fotos do cangaço, seja cangaceiro, volante, coiteiro, coronel, vítima, padre, jagunço ou qualquer outro personagem que tenha relevância para o tema.
Então iniciamos de forma aleatória com o primeiro personagem :
ATIVIDADE : Manoel Pau-Ferro, vulgo Atividade, nascido em Pão de Açúcar no Estado de Alagoas, era irmão do também cangaceiro Pedro Pau-Ferro, vulgo Velocidade.
Atividade assim como seu irmão fazia parte do bando de Corisco. Nas fotos de Benjamin Abrahão, podemos vê-los em destaque, eles também atuaram já no fim do cangaço no bando do cangaceiro Português.
Dentro do bando, Atividade tinha a função de ser o " capador ", algo que fazia com prazer. As ações de Atividade no mundo do cangaço chegaram ao fim em 5 de Setembro de 1938, quando o mesmo foi morto e decapitado pelo seu companheiro de armas, o cabra de vulgo Barreira.
A foto de Barreira com a cabeça de Atividade é uma das mais brutais e marcantes da história do cangaço.
Por : @heltonaraujo9
Foto usada : Benjamin Abrahão Calil Botto / Aba Film
Deixarei abaixo o link de um vídeo sobre os irmãos Atividade e Velocidade para vocês assistirem.
👇
E aí gostaram do quadro " FIGURAS DO CANGAÇO " ?
Deixe sua opinião no espaço destinado para comentários.

Hoje início a divulgação de personagens identificados do cangaço. Esse trabalho visa trazer informações de todos os personagens que se tem fotos do cangaço, seja cangaceiro, volante, coiteiro, coronel, vítima, padre, jagunço ou qualquer outro personagem que tenha relevância para o tema.
Então iniciamos de forma aleatória com o primeiro personagem :
ATIVIDADE : Manoel Pau-Ferro, vulgo Atividade, nascido em Pão de Açúcar no Estado de Alagoas, era irmão do também cangaceiro Pedro Pau-Ferro, vulgo Velocidade.
Atividade assim como seu irmão fazia parte do bando de Corisco. Nas fotos de Benjamin Abrahão, podemos vê-los em destaque, eles também atuaram já no fim do cangaço no bando do cangaceiro Português.
Dentro do bando, Atividade tinha a função de ser o " capador ", algo que fazia com prazer. As ações de Atividade no mundo do cangaço chegaram ao fim em 5 de Setembro de 1938, quando o mesmo foi morto e decapitado pelo seu companheiro de armas, o cabra de vulgo Barreira.
A foto de Barreira com a cabeça de Atividade é uma das mais brutais e marcantes da história do cangaço.
Por : @heltonaraujo9
Foto usada : Benjamin Abrahão Calil Botto / Aba Film
Deixarei abaixo o link de um vídeo sobre os irmãos Atividade e Velocidade para vocês assistirem.
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CANGAÇO ETERNO.

https://www.facebook.com/josemendespereira.mendes.5

VIRGÍNIO FORTUNATO CASTRA SEM DÓ MANÉ LULU (JOGOU OS TESTÍCULOS NO FEIJÃO).

 Por Cangaço Eterno
https://www.youtube.com/watch?v=Vu5OSJ5ilJs

A triste história de Mané Lulu, castrado pelo cangaceiro Virgínio Fortunato, vulgo Moderno.

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CANGACEIRA DULCE NO LIVRO TERRA DE BRAVA GENTE

Por João de Sousa Lima 


O Livro Terra de Brava Gente narra a história da cangaceira Dulce.

O autor João de Sousa Lima reencontrou em Paulo Afonso a dona Maria Cícera, irmã de Dulce e que há mais de 60 anos não se viam, o historiador fez o encontro das duas e por essa ação acabou sendo privilegiado com uma entrevista com Dulce, pois ela não dava entrevistas.

Para adquirir a obra: João de Sousa Lima 75-988074138 ou joaoarquivo44@bol.com.br










http://joaodesousalima.blogspot.com/2020/07/cangaceira-dulce-no-livro-terra-de.html

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