Por José Mendes Pereira
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quarta-feira, 25 de outubro de 2023
AINDA DARÁ TEMPO PARA VOCÊ PRESENTEAR O SEU PAI, SEU AVÔ OU O SEU BISAVÔ COM ESTE LIVRO
SUPOSTO EZEQUIEL IRMÃO DE LAMPIÃO EM SERRA TALHADA
Vídeo do Aderbal Nogueira
Vídeo com o selo Aderbal Nogueira.
OS RESTOS MORTAIS DA BEATA MARIA DE ARAUJO..!
Por: Colô Do Arneiroz
AQUELA SANFONA BRANCA...
Contribuição: Compadre Lemos
aquele chapéu de couro,
é quem meu povo proclama,
Luiz Gonzaga é de Ouro ".
NO TEMPO DO TINTEIRO E DA PENA
Por José Mendes Pereira
terça-feira, 24 de outubro de 2023
UM JORNALISTA DE PESO
Clerisvaldo B. Chagas, 24 de outubro de 2023
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.983
Tive imenso prazer ao apreciar a leitura do livro do renomado jornalista Fernando Valões. Lançado há pouco na Câmara de Vereadores Tácio Chagas Duarte em Santana do Ipanema, o livro é mais um sucesso da Editora Edfika de Arapiraca, Alagoas e, contém 199 páginas escritas em papel estilo envelhecido. Estou primeiramente agradecendo a referência a meu nome artístico à página sem número que precede o dilúvio de relevantes documentos. Antes invisíveis, as penumbras que elevam o compêndio “Santana do Ipanema, sua origem” e o destemido autor, aureolam a audácia dos intimoratos pesquisadores. Portanto, é sempre gratificante quando uma obra é publicada sobe a “Rainha do Sertão”, abordando qualquer tema que venha a contribuir com a intelectualidade da Ribeira.
Fernando Valões, jornalista renomado principalmente no eixo Arapiraca – Santana do Ipanema, especializou-se em reportagens de impactos e polêmicas causadas pelo jornalismo investigativo. Autor de outros livros, Valões volta agora com um livro de pesquisas apuradas, cujo epicentro é o município de Santana do Ipanema. A pedra lançada ao lago cristalino faz propagar as ondas que vão além das nossas fronteiras, levando luzes, notadamente para o tema emancipação política, precisão de data e argumentos perseguidos pelo sagaz pesquisador. Escrever história é polemizar, sempre foi. Todos argumentam possuir a verdade e cada renovação da mesma história é sempre marcada por novos vieses.
Não se limitou o ilustre jornalista – que possui outros títulos – a datar a emancipação correta do nosso município, mas movido pela euforia dos descobrimentos, ainda brinda seus leitores com fatos semelhantes acontecidos em outras plagas alagoanas; elenca protagonistas, atores e situações históricas detalhadas, já conhecidas ou não, mas que corrobora consistência aos fatos primordiais. Assim, mesmo que o autor não consiga oficialmente corrigir possíveis falhas de antigas narrativas, aponta novas rotas de escapes para o emaranhado político que se formaram nos séculos passados.
O livro do jornalista Fenando Valões é um convite a uma reflexão profunda com roupagem nova, no cenário de uma plateia acomodada.
Recomendo.
"LAMPEÕES" MENORES - A AÇÃO DA POLÍCIA PERNAMBUCANA.
Por Guilherme Velame Wenzinger
A PROVÍNCIA(PE) - 14
de Outubro de 1927.
Cangaceiros de
Lampião presos e recolhidos na cadeia de Villa Bella(PE).
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AÇÃO DA POLÍCIA CONTRA CANGACEIROS.
Por Guilherme Velame Wenzinger
O PÁSSARO HUMANO JURITI VAI MORRER...
Por Helton Araújo
Em 1941, já
anistiado, Manoel Pereira de Azevedo, o agora ex-cangaceiro Juriti, decide
retornar ao sertão sergipano. Ali ele pretendia rever pessoas e fazer algumas
cobranças.
Mal ele sabia
que seu fim estava próximo, a notícia da chegada de Juriti na região chega logo
aos ouvidos de Amâncio Ferreira da Silva, o temido Sargento Deluz.
Juriti estava
na casa do seu amigo Rosalvo Marinho, acreditava que sua anistia o protegeria
de qualquer represália com relação a polícia. Triste engano, Deluz acompanhado
de alguns homens, cercam o local.
Deluz assim
falou : “Mais qui surpresa! Nunca pensei qui Juriti fosse um pásso tom manso,
tom faci de ser agarrado. Teje preso cabra. Eu num quero cangaceiro perto de
mim não"
O
ex-cangaceiro questiona a ação, queria prevalecesse sua anistia, mesmo diante
de um Deluz irredutível.
Juriti se
recompõe da surpresa e desafia Deluz, dizendo: “Deluz, você é covardi. Eu sei
quem você é. Um covardi. Mostri qui é homi e mi sorte. Só assim você vai ficar
sabeno quem sou eu. Vamu, mi sorti, covardi. Você é um covardi”. Amarrado a uma
corda, Deluz transporta Juriti na direção de Canindé.
Ao chegar a
uma localidade chamada Roça da Velhinha, nas proximidades da fazenda Cuiabá, o
sargento, friamente, ordena que se faça uma fogueira e quando as labaredas
começam a lamber a caatinga e torrar a mataria e o chão daquele triste cenário
da vida sertaneja, Juriti é jogado, sem dó e sem piedade no meio do fogaréu. Em
poucos minutos o corpo do antigo cangaceiro havia se transformado em um monte
de cinzas. Ficando, por várias décadas, como testemunha daquele medonho momento
os botões da braguilha da calça de Juriti, além do negrume deixado pelo fogo no
local do monstruoso assassinato do antigo Manoel Pereira de Azevedo, do Salgado
do Melão.
Vale lembrar
que por coincidência, Juriti foi um dos cangaceiros que participaram da morte
de Zé Vaqueiro ( aquele do caso do cangaceiro Novo Tempo ), esse homem foi
torturado de todas as formas e também foi queimado em uma fogueira ainda com
vida.
Foto :
Benjamin Abrahão Calil Botto
Edição Arquivo
Digital Helton Araújo
Partes do
texto : Alcino Alves Costa
E aí gostaram
da história?
https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste
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DOIS MILITARES VOLANTES EM CAMPANHA.
Dois militares volantes em campanha.
CRUZADA CONTRA LAMPIÃO
Essa foto foi
publicada no jornal "A Esquerda" em 1931 e foi encontrada em 2014
pelo pesquisador Robério Santos, de forma inédita, a original tirada por
Joãozinho Retratista. É uma das fotos mais fantásticas do cangaço,
principalmente por trazer Corisco e Lampião juntos, além de Luiz Pedro, Volta
Seca, Ângelo Roque, Mariano, Calais, Ezequiel e Arvoredo, reunindo em uma só
foto alguns dos nomes mais famosos de todo período Lampiônico. Ela foi vista
pela primeira vez em 2014 e recentemente a encontrei publicada neste jornal.
https://www.facebook.com/guilherme.velame
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MENSAGEM PARA UMA ANIVERSARIANTE.
Por José Di Rosa Maria
Nessa linda primavera
Da jovem Lígia
Morais,
O mundo amanheceu
rindo
Cheio de amor e paz!
Feliz aniversário,
gente boa!
https://www.facebook.com/jose.ribamar.3939
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PARA SER MÃE...
Por José G. Diniz
Para ser mãe do seu
filho
O pai escolheu a
virgem Maria
Cristo morreu para
nos salvar
Ressuscitou ao
terceiro dia
O senhor nos
representa
O homem comum inventa
Deus é poderoso e
cria.
https://www.facebook.com/josegomesd
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O AMOR QUE EU TENHO
DESPERTAR DE UM SONHO
segunda-feira, 23 de outubro de 2023
IRMÃ APARECIDA
Por Lindomarcos Faustino
EM 23 DE
OUTUBRO DE 2010 – O Colégio Sagrado Coração de Maria lamentava a perda da
sua referência maior: “Irmã Maria da Conceição Aparecida”, que faleceu aos 86
anos de idade, após complicações de uma cirurgia intestinal, realizada no
Hospital da Congregação das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada
Conceição, em Salvador-BA. Depois seu corpo foi transladado para o município de
Mossoró, onde foi velado nas dependências do Colégio Sagrado Coração de Maria,
lugar em que residia há mais de 40 anos e, logo após, foi sepultada no
Cemitério São Sebastião, em Mossoró.
A Irmã
Aparecida era natural de uma tradicional família mossoroense, nascida no dia 13
de junho de 1924, foi batizada por Letícia Rodrigues Duarte; filha de seu
Francisco Duarte Ferreira e Francisca Rodrigues Duarte (primeira mulher a
dirigir um automóvel em Mossoró). Ela residiu durante toda sua infância e
adolescência na Fazenda Barrinha dos Duartes, BR-304, a 12km da cidade de
Mossoró. Herdou de sua mãe a vocação para ser professora, se formou em
Pedagogia, Geografia, História, Sociologia e Secretariado Escolar.
Seus estudos
ocorreram nos seguintes grupos escolares: Grupo Escolar 30 de Setembro
(1931-1938), em Mossoró; Colégio Patrocínio de São José, em Aracaju-SE
(1958-1960); Licenciatura Curta de Geografia Geral e do Brasil, pela Faculdade
Regional de Alagoas; Licenciatura Curta de História Geral e do Brasil, pela
Fundação Universitária de Sergipe. Ela tinha vários cursos: Datilografia, pela
Escola Prat de Mossoró (1942); Curso de Problemas de Comunicação, pela Faculdade
de Educação de Mossoró (1974); Curso de Difusão Universitária, pelo Centro
Latino Americano Parapsicologia, em Mossoró (1974); Curso de Psicologia
Aplicada às Relações Públicas e Humanas, em Mossoró (1975); Curso Intensivo de
Espanhol, em Mossoró (1977); Curso de Secretária, no Colégio Central de
Salvador-BA (1961); além de outros. Fez alguns estágios: Colégio Patrocínio de
São José, Aracaju-SE (1960); Colégio São José, em Salvador-BA (1961) e no
Colégio Central de Salvador (1960).
Ao longo da
vida exerceu as seguintes atividades docentes: Colégio Imaculada Conceição, em
Penedo-AL (1945-1955); Colégio Patrocínio de São José, em Aracaju-SE
(1956-1958); Colégio Nossa Senhora das Graças, em Propriá-SE (1959-1960);
Colégio Sagrado Coração de Jesus, em Estância-SE (1961-1962); Hospital da
Sagrada Família, em Salvador-BA (1966); Diretora do Colégio Sagrado Coração de
Maria, em Mossoró (1979-1983); Professora no Colégio Sagrado Coração de Maria,
em Mossoró (1967-1987).
Sua vocação
religiosa foi despertada ainda como aluna do referido Colégio, do qual esteve à
frente por um período de 44 anos. Irmã Aparecida ingressou na congregação aos
19 anos de idade, no convento de Salvador-BA, no dia 10 de janeiro de 1944.
Após três anos de experiência, ela finalmente fez os votos, tornando-se irmã
franciscana. Ele se destacou também pelo trabalho junto ao movimento de Mãe
Rainha, na Diocese de Santa Luzia, pois foi ela quem trouxe o apostolado da Mãe
Rainha para o município de Mossoró e o Terço dos Homens. Ela prestou serviços
nos municípios de Penedo-AL, Aracaju-SE, Própria-SE, Estância e Salvador-BA,
depois retornou a sua terra natal, em 1967, ficando no Colégio Sagrado Coração
de Maria, onde ficou até sua morte, onde exercia a função de conselheira geral.
Em sua
homenagem existe uma praça com seu nome, situada no bairro Bela Vista, pela Lei
Nº 3.762 de 30 de dezembro de 2019, proposta da vereadora Maria Izabel Araújo
Montenegro.
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OS TREMENDÕES
Melhor banda musical de Mossoró.
https://www.facebook.com/groups/768856323197800/
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LAMPIÃO, O CANGACEIRO DO SERTÃO
Por Itamar Nunes
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ANTÔNIA DE GATO
Antônia
Pereira da Silva, conhecida como Antônia de Gato, índia da tribo Pankararé, foi
a primeira companheira do cangaceiro Santilio Barros, vulgo Gato.
Edição Arquivo
Digital Helton Araújo.
https://www.facebook.com/photo/?fbid=340971271746581&set=gm.854763389644484&idorvanity=414354543685373
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HISTÓRIA CULTURA E CURIOSIDADE NO MUNDO
Por Isabel Binhares Lopes
Era o ano de
390 a.C, quando Roma passava por uma situação muito grave, pois fora invadida
pelos gauleses, comandados por Breno, um bárbaro sanguinário. A cidade tinha
sido saqueada e os romanos se refugiaram no Capitólio, um templo sagrado,
localizado numa colina do mesmo nome. Para lá, eles levaram ouro e outras
riquezas, tentando salvá-las do impiedoso invasor. Era o último baluarte de sua
resistência.
No Capitólio
tinha uma criação de gansos, animais considerados sagrados. Uma noite, os
gauleses resolveram atacar a fortaleza, pois era o último refúgio romano, de
onde os sitiados ofereciam feroz resistência contra o invasor. Na calada da
noite, começaram a escalar a muralha, quando foram surpreendidos pelo grasnar
dos gansos, despertando os guardas romanos, que os repeliram com muita
valentia.
Como é do
conhecimento geral, o ganso, quando se depara com um intruso, além de grasnar,
ele o ataca com certeiras bicadas. Assim, os gansos passaram à história como os
salvadores do Capitólio romano.
Mas a invasão não
parou por aí. Diante da situação, os romanos resolveram capitular e pagar um
volumoso resgate em ouro, exigência do general Breno. Contam os historiadores
que foi estipulada uma quantia, representada por um exorbitante peso em ouro.
Os gauleses trouxeram suas balanças, devidamente manipuladas. Quando os romanos
reclamaram, o general atirou sua espada sobre a pilha do ouro, exclamando: vae
victis! vae victis! Ou seja, Ai dos vencidos! A gravura acima é uma
representação da cena, famosa ao longo da História. Mas os gauleses não
chegaram a levar o ouro para suas terras, pois acabaram sendo vencidos pelo
exército romano.
Séculos mais
tarde, precisamente em 52 a.C. , os romanos deram o troco, com a conquista da
Gália, pelo general Júlio César que, com o cerco da fortaleza de Alésia,
derrotaram os gauleses, anexando um imenso território ao seu império. Essa
conquista contou com um repórter especial, o próprio Júlio César, com seu
livro, De Bello Gallico (A Guerra da Gália), relatando em detalhes todas as
etapas da campanha. Inclusive, trouxe acorrentado para Roma o chefe gaulês,
Vercigetorix, depois condenado à morte pelos romanos, que agora também podiam
dizer: vae victis.
A Gália à
época correspondia aos atuais países europeus: França, parte da Bélgica e Alemanha
e norte da Itália.
Zona de Guerra
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