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quarta-feira, 25 de outubro de 2023

AINDA DARÁ TEMPO PARA VOCÊ PRESENTEAR O SEU PAI, SEU AVÔ OU O SEU BISAVÔ COM ESTE LIVRO

 Por José Mendes Pereira


Pedro Motta Popoff
O autor deste José Bezerra Lima irmão e o historiador Antonio Amaury.
O autor José Bezerra Lima Irmão com o escritor e pesquisador do cangaço João de Sousa Lima

Adquira já com Francisco Pereira Lima lá da cidade de Cajazeiras no Estado da Paraíba através deste e-mail: 

franpelima@bol.com.br

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SUPOSTO EZEQUIEL IRMÃO DE LAMPIÃO EM SERRA TALHADA

 Vídeo do Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=jDc0nPpkzUA&pbjreload=10

Sobre o aparecimento de uma suposta pessoa em Serra Talhada-PE, há décadas atrás, se dizendo ser o "EZEQUIEL"  irmão de Lampião, vejamos o que disse a respeito do assunto, o mestre no estudo do cangaço ( autor de 15 livros ), O DR. ANTÔNIO AMAURY CORREIA DE ARAUJO, ao repórter Dr. Paulo Gastão.

Vídeo com o selo Aderbal Nogueira.
Publicado em 17 de dez de 2014
Entrevista durante o julgamento simulado de Lampião em serra Talhada.
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OS RESTOS MORTAIS DA BEATA MARIA DE ARAUJO..!

 Por: Colô Do Arneiroz


Aos 22 de outubro de 1930, o monsenhor José Alves de Lima promove a violação do sepulcro da Beata Maria de Araújo, logo Pe. Cícero é informado, ao chegar na capela com Geraldo da Cruz e um fotógrafo para documentar a violação. 

O reverendo já o encontra aberto recebendo a informação que nada havia no túmulo, restando apenas tecidos, pedaços de caixão e uma parte de crânio com cabelos. Os demais restos mortais está ignoto até os dias atuais. Há especulação que Ela esteja sepultada numa capelinha da zona rural de Aurora.

Página do Voltaseca Volta no grupo Lampião, Cangaço e nordeste

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=766921216843188&set=gm.741707872704826&type=3&theater

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AQUELA SANFONA BRANCA...

 Contribuição: Compadre Lemos


Lá vou eu, com mais uma...

Contam que, um dia, Luiz Gozaga chegou, de avião, ao Rio de Janeiro.
Numa mão, uma sacola com roupas e na outra, a inseparável sanfona. Ele não andava sem ela!

No hall do aeroporto, algumas pessoas o cercaram, pedindo autógrafos. Ele já era famoso, naquele época.

Benito Di Paula e Luiz Gonzaga.

Depois de atender todo mundo, como sempre fazia, notou que um adolescente alto e magro, cabelos compridos, ficara timidamente a uma certa distância, olhando insistentemente para ele. Lua se aproximou e perguntou, com seu jeitão espontâneo:

- Ôxente! E ocê, mô fi? O que que tu qué?

- Seu Luiz... - disse o jovem - eu queria... carregar sua sanfona, até o carro. Posso?

- E tu vai me cobrar quanto? - perguntou Luiz, estranhando o pedido do rapaz.

- Nada, Seu Luiz. Só pelo prazer de carregar ela mesmo. O senhor deixa?

- Ôxente... a gente vê cada uma!... Então tá. Qué carregá... carrega! Mais ói, faz besteira não, que eu tô de olho em tu, viste?

E o jovem, alegremente levou a famosa Sanfona Branca de Luiz do hall do aeroporto até o táxi, que o esperava.

- Obrigado, mô fi. Essa danada dessa sanfona é bem pesada mêrmo, né não?

- De nada, Seu Luiz. Foi uma honra!

- Iscuta... como é o seu nome? Perguntou Luiz, curioso.


- Benito! - disse o rapaz.

- Benito de que? Tu nun tem sobrenome não, peste?

- Benito de Paula, Sêo Luiz. Benito de Paula!...

Anos depois, "estourava" no Brasil inteiro uma canção do Benito de Paula, provavelmente inspirada naquele dia tão feliz, da sua adolescência. E Benito encantou nosso povo, cantando:

" Aquela sanfona branca,
aquele chapéu de couro,
é quem meu povo proclama,
Luiz Gonzaga é de Ouro ".


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NO TEMPO DO TINTEIRO E DA PENA

 Por José Mendes Pereira


Até a década de 60, do século XX, a criação de canetas modernas ainda não havia chegado no Brasil, isto é, uma maneira mais simples para estudantes, principalmente aqueles que residiam nas pequenas cidades, vilarejos e campos. Até as carteiras escolares daquela época, tinham nelas, orifícios onde se colocavam os tinteiros que eram cilíndricos, espécie de um pequenino jarro, fabricado de vidro, porcelana, prata, latão ou outro material semelhante, e que servia como recipiente de tinta para a pessoa que estava escrevendo. Quando o usuário sentia que a tinta estava se acabando na ponta da pena, mergulhava o bico da pena no tinteiro,  Esta invenção foi criada no ano de 1884.
  
www.geralforum.com

Se algum dos alunos sentisse que a tinta do seu tinteiro havia se acabado, solicitava que a professora fizesse o abastecimento de mais tinta, para que ele continuasse a sua obrigação escolar. Existiam vários modelos de carteiras, mas a mais usada nas escolas, era carteira individual, isto é, apenas para acomodar um aluno.

  www.patriamineira.com.br

Atualmente, a pena é mais utilizada por artistas, devido ao seu formato especial, que permite usufruírem facilmente do chamado "efeito fino-grosso" do traço. Esse efeito costuma ser usado para dar volume aos desenhos, mas poderá ser feito também com simples pincéis.

Se você deseja adquirir bicos de pena para colecionar, ou até mesmo para relembrar o seu tempo de escola, quando ainda era pena e tinteiro, entre na Internet que você encontrará vários modelos de penas.
  
tutorialhouse.deviantart.com

Lembro-me bem do tempo da pena e do tinteiro, porque nessa década, eu era aluno da professora Ediesse Rodrigues, na "Escola Isolada de Barrinha", na Fazenda Barrinha, de propriedade da viúva Francisca Rodrigues Duarte, conhecida em toda região por dona Chiquinha Duarte. 
  
worldpel.com

Mas lembrando ao leitor que a caneta esferográfica foi criada em 27 de dezembro de 1950, pelo inventor húngaro e naturalizado argentino Lárszio Biró. Achando que tinha criado uma excelente invenção, chamou o seu invento de “BIC”. Mas para muitos brasileiros, só conheceram a caneta Bic já no final dos anos 50, e olha lá, muitos conheceram esta invenção, somente nos anos 60. A invenção foi tão admirada, que as vendas ultrapassaram as expectativas do inventor.

Minhas Simples Histórias

Se você não gostou da minha historinha não diga a ninguém, deixa-me pegar outro.

Se você gosta de ler histórias sobre "Cangaço" clique no link abaixo:

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terça-feira, 24 de outubro de 2023

UM JORNALISTA DE PESO

 Clerisvaldo B. Chagas, 24 de outubro de 2023

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.983 

Tive imenso prazer ao apreciar a leitura do livro do renomado jornalista Fernando Valões. Lançado há pouco na Câmara de Vereadores Tácio Chagas Duarte em Santana do Ipanema, o livro é mais um sucesso da Editora Edfika de Arapiraca, Alagoas e, contém 199 páginas escritas em papel estilo envelhecido. Estou primeiramente agradecendo a referência a meu nome artístico à página sem número que precede o dilúvio de relevantes documentos. Antes invisíveis, as penumbras que elevam o compêndio “Santana do Ipanema, sua origem” e o destemido autor, aureolam a audácia dos intimoratos pesquisadores. Portanto, é sempre gratificante quando uma obra é publicada sobe a “Rainha do Sertão”, abordando qualquer tema que venha a contribuir com a intelectualidade da Ribeira.

Fernando Valões, jornalista renomado principalmente no eixo Arapiraca – Santana do Ipanema, especializou-se em reportagens de impactos e polêmicas causadas pelo jornalismo investigativo. Autor de outros livros, Valões volta agora com um livro de pesquisas apuradas, cujo epicentro é o município de Santana do Ipanema. A pedra lançada ao lago cristalino faz propagar as ondas que vão além das nossas fronteiras, levando luzes, notadamente para o tema emancipação política, precisão de data e argumentos perseguidos pelo sagaz pesquisador. Escrever história é polemizar, sempre foi. Todos argumentam possuir a verdade e cada renovação da mesma história é sempre marcada por novos vieses.

Não se limitou o ilustre jornalista – que possui outros títulos – a datar a emancipação correta do nosso município, mas movido pela euforia dos descobrimentos, ainda brinda seus leitores com fatos semelhantes acontecidos em outras plagas alagoanas; elenca protagonistas, atores e situações históricas detalhadas, já conhecidas ou não, mas que corrobora consistência aos fatos primordiais. Assim, mesmo que o autor não consiga oficialmente corrigir possíveis falhas de antigas narrativas, aponta novas rotas de escapes para o emaranhado político que se formaram nos séculos passados.

O livro do jornalista Fenando Valões é um convite a uma reflexão profunda com roupagem nova, no cenário de uma plateia acomodada.

Recomendo.



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"LAMPEÕES" MENORES - A AÇÃO DA POLÍCIA PERNAMBUCANA.

Por Guilherme Velame Wenzinger

A PROVÍNCIA(PE) - 14 de Outubro de 1927.

Cangaceiros de Lampião presos e recolhidos na cadeia de Villa Bella(PE).

https://www.facebook.com/groups/179428208932798/user/100002359271733

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AÇÃO DA POLÍCIA CONTRA CANGACEIROS.

 Por Guilherme Velame Wenzinger


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O PÁSSARO HUMANO JURITI VAI MORRER...

Por Helton Araújo 

Em 1941, já anistiado, Manoel Pereira de Azevedo, o agora ex-cangaceiro Juriti, decide retornar ao sertão sergipano. Ali ele pretendia rever pessoas e fazer algumas cobranças.

Mal ele sabia que seu fim estava próximo, a notícia da chegada de Juriti na região chega logo aos ouvidos de Amâncio Ferreira da Silva, o temido Sargento Deluz.

Juriti estava na casa do seu amigo Rosalvo Marinho, acreditava que sua anistia o protegeria de qualquer represália com relação a polícia. Triste engano, Deluz acompanhado de alguns homens, cercam o local.

Deluz assim falou : “Mais qui surpresa! Nunca pensei qui Juriti fosse um pásso tom manso, tom faci de ser agarrado. Teje preso cabra. Eu num quero cangaceiro perto de mim não"

O ex-cangaceiro questiona a ação, queria prevalecesse sua anistia, mesmo diante de um Deluz irredutível.

Juriti se recompõe da surpresa e desafia Deluz, dizendo: “Deluz, você é covardi. Eu sei quem você é. Um covardi. Mostri qui é homi e mi sorte. Só assim você vai ficar sabeno quem sou eu. Vamu, mi sorti, covardi. Você é um covardi”. Amarrado a uma corda, Deluz transporta Juriti na direção de Canindé.

Ao chegar a uma localidade chamada Roça da Velhinha, nas proximidades da fazenda Cuiabá, o sargento, friamente, ordena que se faça uma fogueira e quando as labaredas começam a lamber a caatinga e torrar a mataria e o chão daquele triste cenário da vida sertaneja, Juriti é jogado, sem dó e sem piedade no meio do fogaréu. Em poucos minutos o corpo do antigo cangaceiro havia se transformado em um monte de cinzas. Ficando, por várias décadas, como testemunha daquele medonho momento os botões da braguilha da calça de Juriti, além do negrume deixado pelo fogo no local do monstruoso assassinato do antigo Manoel Pereira de Azevedo, do Salgado do Melão.

Vale lembrar que por coincidência, Juriti foi um dos cangaceiros que participaram da morte de Zé Vaqueiro ( aquele do caso do cangaceiro Novo Tempo ), esse homem foi torturado de todas as formas e também foi queimado em uma fogueira ainda com vida.

Foto : Benjamin Abrahão Calil Botto

Edição Arquivo Digital Helton Araújo

Partes do texto : Alcino Alves Costa

E aí gostaram da história?

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste

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DOIS MILITARES VOLANTES EM CAMPANHA.

Acervo do Guilherme Velame Wenzinger

 Dois militares volantes em campanha.

Acervo: Rosemere Novaes de Sá.
Essa foto consta no livro “Adagas e Punhais”, de Antônio Guimarães de Oliveira.

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste

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CRUZADA CONTRA LAMPIÃO

Por Guilherme Velame Wenzinger

Essa foto foi publicada no jornal "A Esquerda" em 1931 e foi encontrada em 2014 pelo pesquisador Robério Santos, de forma inédita, a original tirada por Joãozinho Retratista. É uma das fotos mais fantásticas do cangaço, principalmente por trazer Corisco e Lampião juntos, além de Luiz Pedro, Volta Seca, Ângelo Roque, Mariano, Calais, Ezequiel e Arvoredo, reunindo em uma só foto alguns dos nomes mais famosos de todo período Lampiônico. Ela foi vista pela primeira vez em 2014 e recentemente a encontrei publicada neste jornal.

https://www.facebook.com/guilherme.velame

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MENSAGEM PARA UMA ANIVERSARIANTE.

Por José Di Rosa Maria



Nessa linda primavera

Da jovem Lígia Morais,

O mundo amanheceu rindo

Cheio de amor e paz!

Feliz aniversário, gente boa!


https://www.facebook.com/jose.ribamar.3939

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PARA SER MÃE...

Por José G. Diniz



Para ser mãe do seu filho

O pai escolheu a virgem Maria

Cristo morreu para nos salvar

Ressuscitou ao terceiro dia

O senhor nos representa

O homem comum inventa

Deus é poderoso e cria.


https://www.facebook.com/josegomesd

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O AMOR QUE EU TENHO


0 AMOR QUE EU TENHO POR TI
Ê DIFÍCIL DE DESCREVER
POR MAIS QUE AMO VOCÊ
TE AMO NAS ENTRELINHAS
É ESSE AMOR AS ESCONDIDAS
QUE MALTRATAM NOSSAS VIDAS
SEM QUERER TU SERÁS MINHA
NAO ADIANTA ESSA RINHA
SE UNIVERSO CONSPIRA
SOU UM POETA CAIPIRA
JA CONQUISTEI TEU CORAÇÃO
NÃO SE ESQUIVE DO DESTINO
SOMOS ADULTOS MENINO (a)
CONDENADOS PELA PAIXÃO
NESSE BATUCAR DO CORAÇAO
SINTO O TEU JUNTO AO MEU
É UM AMOR QUE SE DEU
DEPOIS DE NOSSA AMIZADE
FOI FLORESCENDO E CRESCENDO
NĂO SEI SE EU OU TU FOI QUERENDO
CAÍMOS NOS BRAÇOS DA SAUDADE
VERÍ POETA
VITORIA DE SANTO ANTAO
21/10/23 Às 19h17

https://www.facebook.com/veridianodiasclemente.clemente

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DESPERTAR DE UM SONHO

Por Hélio Xaxá

Desperto, te vejo ao lado
E fico te olhando...
Será que estou acordado?
Ainda estou sonhando?
Quanto mais eu te olho
Mais quero te ver...
Encantos mil, aos molhos
Impossível descrever...
Você é linda!
Obrigado Deus, que posso te ver...
Melhor ainda
Ser poeta e no seu corpo escrever...
Enquanto eu componho
Você rejunta meus pedaços
E a poesia vai se formando...
Nesse poema eu ponho
A beleza dos seus traços
E o suor de seus abraços
É o amor em versos escoando...
Coração risonho
Amor, paixão e outros laços
Vão o poeta amarrando...
Meu maior sonho
É acordar nos seus braços
Compor sonhos noutros espaços
Despertar e continuar sonhando... 

https://www.facebook.com/helio.xaxa

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segunda-feira, 23 de outubro de 2023

IRMÃ APARECIDA

 Por Lindomarcos Faustino

EM 23 DE OUTUBRO DE 2010 – O Colégio Sagrado Coração de Maria lamentava a perda da sua referência maior: “Irmã Maria da Conceição Aparecida”, que faleceu aos 86 anos de idade, após complicações de uma cirurgia intestinal, realizada no Hospital da Congregação das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição, em Salvador-BA. Depois seu corpo foi transladado para o município de Mossoró, onde foi velado nas dependências do Colégio Sagrado Coração de Maria, lugar em que residia há mais de 40 anos e, logo após, foi sepultada no Cemitério São Sebastião, em Mossoró.

A Irmã Aparecida era natural de uma tradicional família mossoroense, nascida no dia 13 de junho de 1924, foi batizada por Letícia Rodrigues Duarte; filha de seu Francisco Duarte Ferreira e Francisca Rodrigues Duarte (primeira mulher a dirigir um automóvel em Mossoró). Ela residiu durante toda sua infância e adolescência na Fazenda Barrinha dos Duartes, BR-304, a 12km da cidade de Mossoró. Herdou de sua mãe a vocação para ser professora, se formou em Pedagogia, Geografia, História, Sociologia e Secretariado Escolar.

Seus estudos ocorreram nos seguintes grupos escolares: Grupo Escolar 30 de Setembro (1931-1938), em Mossoró; Colégio Patrocínio de São José, em Aracaju-SE (1958-1960); Licenciatura Curta de Geografia Geral e do Brasil, pela Faculdade Regional de Alagoas; Licenciatura Curta de História Geral e do Brasil, pela Fundação Universitária de Sergipe. Ela tinha vários cursos: Datilografia, pela Escola Prat de Mossoró (1942); Curso de Problemas de Comunicação, pela Faculdade de Educação de Mossoró (1974); Curso de Difusão Universitária, pelo Centro Latino Americano Parapsicologia, em Mossoró (1974); Curso de Psicologia Aplicada às Relações Públicas e Humanas, em Mossoró (1975); Curso Intensivo de Espanhol, em Mossoró (1977); Curso de Secretária, no Colégio Central de Salvador-BA (1961); além de outros. Fez alguns estágios: Colégio Patrocínio de São José, Aracaju-SE (1960); Colégio São José, em Salvador-BA (1961) e no Colégio Central de Salvador (1960).

Ao longo da vida exerceu as seguintes atividades docentes: Colégio Imaculada Conceição, em Penedo-AL (1945-1955); Colégio Patrocínio de São José, em Aracaju-SE (1956-1958); Colégio Nossa Senhora das Graças, em Propriá-SE (1959-1960); Colégio Sagrado Coração de Jesus, em Estância-SE (1961-1962); Hospital da Sagrada Família, em Salvador-BA (1966); Diretora do Colégio Sagrado Coração de Maria, em Mossoró (1979-1983); Professora no Colégio Sagrado Coração de Maria, em Mossoró (1967-1987).

Sua vocação religiosa foi despertada ainda como aluna do referido Colégio, do qual esteve à frente por um período de 44 anos. Irmã Aparecida ingressou na congregação aos 19 anos de idade, no convento de Salvador-BA, no dia 10 de janeiro de 1944. Após três anos de experiência, ela finalmente fez os votos, tornando-se irmã franciscana. Ele se destacou também pelo trabalho junto ao movimento de Mãe Rainha, na Diocese de Santa Luzia, pois foi ela quem trouxe o apostolado da Mãe Rainha para o município de Mossoró e o Terço dos Homens. Ela prestou serviços nos municípios de Penedo-AL, Aracaju-SE, Própria-SE, Estância e Salvador-BA, depois retornou a sua terra natal, em 1967, ficando no Colégio Sagrado Coração de Maria, onde ficou até sua morte, onde exercia a função de conselheira geral.

Em sua homenagem existe uma praça com seu nome, situada no bairro Bela Vista, pela Lei Nº 3.762 de 30 de dezembro de 2019, proposta da vereadora Maria Izabel Araújo Montenegro.

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OS TREMENDÕES

Melhor banda musical de Mossoró.

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LAMPIÃO, O CANGACEIRO DO SERTÃO

 Por Itamar Nunes

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ANTÔNIA DE GATO

Antônia Pereira da Silva, conhecida como Antônia de Gato, índia da tribo Pankararé, foi a primeira companheira do cangaceiro Santilio Barros, vulgo Gato.

Edição Arquivo Digital Helton Araújo.

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HISTÓRIA CULTURA E CURIOSIDADE NO MUNDO

 Por Isabel Binhares Lopes

Era o ano de 390 a.C, quando Roma passava por uma situação muito grave, pois fora invadida pelos gauleses, comandados por Breno, um bárbaro sanguinário. A cidade tinha sido saqueada e os romanos se refugiaram no Capitólio, um templo sagrado, localizado numa colina do mesmo nome. Para lá, eles levaram ouro e outras riquezas, tentando salvá-las do impiedoso invasor. Era o último baluarte de sua resistência.

No Capitólio tinha uma criação de gansos, animais considerados sagrados. Uma noite, os gauleses resolveram atacar a fortaleza, pois era o último refúgio romano, de onde os sitiados ofereciam feroz resistência contra o invasor. Na calada da noite, começaram a escalar a muralha, quando foram surpreendidos pelo grasnar dos gansos, despertando os guardas romanos, que os repeliram com muita valentia.

Como é do conhecimento geral, o ganso, quando se depara com um intruso, além de grasnar, ele o ataca com certeiras bicadas. Assim, os gansos passaram à história como os salvadores do Capitólio romano.

Mas a invasão não parou por aí. Diante da situação, os romanos resolveram capitular e pagar um volumoso resgate em ouro, exigência do general Breno. Contam os historiadores que foi estipulada uma quantia, representada por um exorbitante peso em ouro. Os gauleses trouxeram suas balanças, devidamente manipuladas. Quando os romanos reclamaram, o general atirou sua espada sobre a pilha do ouro, exclamando: vae victis! vae victis! Ou seja, Ai dos vencidos! A gravura acima é uma representação da cena, famosa ao longo da História. Mas os gauleses não chegaram a levar o ouro para suas terras, pois acabaram sendo vencidos pelo exército romano.

Séculos mais tarde, precisamente em 52 a.C. , os romanos deram o troco, com a conquista da Gália, pelo general Júlio César que, com o cerco da fortaleza de Alésia, derrotaram os gauleses, anexando um imenso território ao seu império. Essa conquista contou com um repórter especial, o próprio Júlio César, com seu livro, De Bello Gallico (A Guerra da Gália), relatando em detalhes todas as etapas da campanha. Inclusive, trouxe acorrentado para Roma o chefe gaulês, Vercigetorix, depois condenado à morte pelos romanos, que agora também podiam dizer: vae victis.

A Gália à época correspondia aos atuais países europeus: França, parte da Bélgica e Alemanha e norte da Itália.

Zona de Guerra

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