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segunda-feira, 10 de março de 2025

PROGRAMAÇÃO OFICIAL CARIRI CANGAÇO PAULO AFONSO 2025

CARIRI CANGAÇO PAULO AFONSO 2025
BAHIA - NORDESTE DO BRASIL

Dia 27 de março - quinta-feira


AUDITÓRIO DA ESCOLA JOÃO BOSCO RIBEIRO
Rua dos Navegantes, s/n Nossa Senhora do Perpetuo Socorro
Paulo Afonso - Bahia

18h Abertura Festiva da Feira de Livros
LATADA DO LIVRO CARIRI CANGAÇO

18h45 Formação da Mesa Solene de Abertura
MANOEL SEVERO BARBOSA - Curador Cariri Cangaço
MARIO GALINHO  Prefeito Municipal de Paulo Afonso
JOÃO DE SOUSA LIMA Presidente da Comissão Organizadora
EMERSON LEANDRO - Secretário do Turismo, Industria e Comercio
KOCA TAVARES - Secretário da Cultura e Esportes
LEMUEL RODRIGUES - SBEC Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço
ARCHIMEDES MARQUES- Academia Brasileira de Letras e Artes do Cangaço
LEONARDO GOMINHO - Academia Brasileira de Estudos do Sertão Nordestino
ANGELO OSMIRO BARRETO GECC Grupo de Estudos do Cangaço do Ceara
LUMA HOLLANDA - Representante do Grupo Paraibano de Estudos do Cangaço

19h Hino Nacional 
 19h15 - Entrada do Estandarte 15 Anos do Cariri Cangaço 
Conselheiros Cariri Cangaço: 
LOURO TELES e FELIPE TELES - Calumbi PE

19h40 - Saudações em nome do Cariri Cangaço
Conselheiro JOÃO DE SOUSA LIMA - Paulo Afonso BA

19h50 – Cumprimentos aos Convidados 
MANOEL SEVERO BARBOSA
Curador Cariri Cangaço
EMERSON LEANDRO
Secretário de Turismo, Industria e Comércio
MARIO GALINHO
Prefeito Municipal de Paulo Afonso

20h30 – Entrega de Comendas "Mérito Cultural Cariri Cangaço"

1. MARIO GALINHO  Prefeito Municipal de Paulo Afonso
Comenda entregue por Conselheira ELANE MARQUES - Aracaju SE
2. EMERSON LEANDRO - Secretário do Turismo, Industria e Comercio
Comenda entregue por Conselheiro JUNIOR ALMEIDA - Capoeiras PE
3. MARIA SÔNIA SOUZA OLIVEIRA - Empreendedora e Empresária
Comenda entregue por Conselheiro RAIMUNDO MARINS - Salvador BA
 4. KOCA TAVARES - Secretário da Cultura e Esportes
Comenda entregue por Conselheiro MARCUS VINÍCIUS - Paulo Afonso BA
5. QUETILA MAIARA  - Coordenadora do Núcleo de Cangaço da SETIC
Comenda entregue por Conselheira LUMA HOLANDA - João Pessoa PB 
6. ANTÔNIO GALDINO  - Jornalista - Folha Sertaneja
Comenda entregue por Conselheiro CLÊNIO NOVAES - São Jose de Belmonte PE
7. EDSON BARRETO  - Pesquisador e Professor
Comenda entregue por Conselheiro GILMAR TEIXEIRA - Feira de Santana BA
8. CARLA VANESSA DE MELO LIMA  - Grupo "Os Cangaceiros de Paulo Afonso"
Comenda entregue por Conselheiro MARCUS VINICIUS - Paulo Afonso BA

20h45 Conferência de Abertura
"Paulo Afonso e as Mulheres do Cangaço"
Conselheiro JOÃO DE SOUSA LIMA - Paulo Afonso BA
LANÇAMENTOS
"Maria Bonita a Rainha do Cangaço - Sua Biografia"
"Moreno e Durvinha - Sangue, Amor e Fuga no Cangaço"
 
21h45 - Passagem do Estandarte do Cariri Cangaço
Por JOÃO DE SOUSA LIMA Atual Sede : Paulo Afonso BA
para LUMA HOLLANDA e MARCELO LITWAK Próxima Sede: Oeste Potiguar RN

22h - Encerramento


28 de março de 2025- sexta-feira

MANHÃ

8h -Saída para Visitas Técnicas

1. Povoado Baixa do Boi
"Lagoa do Mel - morte de Ezequiel"
2. Vila de Dona Generosa
3. Malhada da Caiçara 
"Museu Casa de Maria Bonita"
Consagração como Lugar de Memória
4. Povoado Arrastapé
"Ruínas da casa da cangaceira Durvinha"

12h30 Almoço no Rancho do Carioca - Prainha

  14h30 - Conferências
Auditório da Escola João Bosco Ribeiro
Rua dos Navegantes, s/n Nossa Senhora do Perpetuo Socorro

14h40 - "Um Panorama Analítico sobre o Combate ao Cangaço pelas Forças Volantes "
Conselheiro TEN CEL MARCELO LITWAK - Natal RN

15h20 - "As Forças Volantes Baianas contra o Cangaceirismo"
Conselheiro TEN CEL RAIMUNDO MARINS - Salvador BA

16h - "Paulo Afonso :um Laboratório Vivo da Historiografia do Cangaço"
Conselheira LUMA HOLLANDA - João Pessoa PB
Pesquisadora e Guia Turística QUETILA MAIARA - Paulo Afonso BA

16h30 - Lançamentos

1. "Últimos Cangaceiros - Justiça, Prisão e Liberdade"
MOISÉS REIS
2. "A Visita do Imperador a Feira de Santana"
AUGUSTO SPÍNOLA
3. "Fatores do Cangaço" 
MANOEL CANDIDO apresentação por ADRIANO CARVALHO
4. "Ervas e Segredos - Saberes Populares do Cangaço"
ROSA RIOS SANTANA
5. "Declamações Sob o Luar"
TIAGO NUNES
6. "Histórias de minha Vida"
ELANE MARQUES

INTERVALO

19h30 - Conferências
Auditório da Escola João Bosco Ribeiro
Rua dos Navegantes, s/n Nossa Senhora do Perpetuo Socorro

19h40 - "Os Coronéis da Bahia "
Conselheiro JOÃO DE SOUSA LIMA - Paulo Afonso BA

20h15 - "Serra Negra e o Cangaço : João Maria, Liberato e Zé Rufino"
Conselheiro ORLANDO CARVALHO - Pedro Alexandre BA

20h50 - Acolhimento às Academias
Conselheiro MANOEL SEVERO - Fortaleza CE

CORDEL
"Cariri Cangaço de volta a terra de Maria Bonita"
Conselheiro MARCUS VINICIUS Paulo Afonso BA

1. Posse de novos Acadêmicos
ABLAC - Academia Brasileira de Letras e Artes do Cangaço
Conselheiros ARCHIMEDES E ELANE MARQUES Aracaju SE

2. Posse de novos Acadêmicos
ABRAES - Academia Brasileira de Estudos do Sertão Nordestino
Conselheiro LEONARDO GOMINHO Floresta PE

22h - Encerramento


29 de março de 2025- sabado

MANHÃ

8h -Saída para Visitas Técnicas

1. Povoado Salgadinho
"Ruínas da Casa da Cangaceira Lídia"
2. Povoado Juá 
"Casa de João Lima e Pêdra, filha de Zé Gato"
3. Brejo do Burgo

Almoço - Restaurante Aconchego do Raso
Raso da Catarina

4. Povoado Campos Novos 
"Lugar onde foi sepultado o primeiro filho de Lampião e Maria Bonita"

17h - Festejos de Encerramento
 Vila de Dona Generosa

19h30 Encerramento


 CARIRI CANGAÇO PAULO AFONSO 2025
Bahia - Nordeste do Brasil
27 a 30 de março de 2025

Realização
Instituto Cariri do Brasil
Conselho Alcino Alves Costa - Cariri Cangaço
Prefeitura Municipal de Paulo Afonso
Secretaria Municipal de Turismo, Industria e Comércio
Secretaria Municipal de Cultura e Esportes

Apoio Institucional
IGH - Instituto Geográfico e Histórico de Paulo Afonso
ALPA - Academia de Letras de Paulo Afonso
SBEC - Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço
 ABLAC - Academia Brasileira de Letras e Artes do Cangaço
ABRAES - Academia Brasileira de Estudos do Sertão Nordestino
GPEC - Grupo Paraibano de Estudos do Cangaço
GECC - Grupo de Estudos do Cangaço do Ceará
GECAPE - Grupo de Estudos do Cangaço de Pernambuco
 Campina Grande Cangaço

NOTA IMPORTANTE CARIRI CANGAÇO

Para um melhor esclarecimento sobre o Cariri Cangaço Paulo Afonso, ressaltamos que toda a agenda do evento é totalmente grátis, sem necessidade de inscrição prévia nem pagamento de nenhuma taxa. Os participantes serão responsáveis por suas próprias despesas; de hospedagem e alimentação. A Comissão Organizadora do Cariri Cangaço Paulo Afonso 2025 coloca a título de sugestão a indicação de hotéis e pousadas, que estarão concentrando a grande maioria de nossos convidados; sendo: 

Hotel Belverede - Telefone: (75) 98833.3545 e 3281.1781

Hotel Bela Vista - Telefone: (75) 99131.7887 e 3281-1339

Hotel Portal da Ilha - Telefone: (75) 99198.4142  

Pousada Ilha Bela - Telefone: (75) 3281.7546

Pousada Energia   - Telefone: (75) 98864.4775


Quem não Conhece o Oeste Potiguar ?


Quem não conhece o Oeste Potiguar ? O estado do Rio Grande do Norte, situado no nordeste do Brasil , é dividido em 167 municípios numa área total de 52.809 km². Com uma população de mais de 3,3 milhões de habitantes tem seus municípios agrupados em regiões, sendo: Litoral Norte, Agreste, Potengi, Trairi, Oeste, Seridó, Litoral Oriental; também se incluiu a Região Metropolitana de Natal; Mossoroense e Vale do Assu. Devido à sua localização geográfica, que forma um vértice a nordeste da América do Sul, o Rio Grande do Norte é tido como uma das "esquinas" do Brasil e do continente, posição que também lhe confere uma grande projeção para o Atlântico (a maior dentre os estados brasileiros). Seu litoral, com extensão aproximada de quatrocentos quilômetros, é um dos mais famosos do Brasil. Adentrando o maravilhoso sertão do Rio Grande do Norte o Cariri Cangaço traz para você um pouco do emblemático Oeste Potiguar.

Manoel Severo e a chegada do Cariri Cangaço ao Oeste Potiguar

Patu, Terra de Jesuíno Brilhante

A Caravana Cariri Cangaço partiu de João Pessoa na manha do dia 14 de janeiro rumo a cidade de Patu, primeira parada em território do Oeste Potiguar para a construção de mais uma agenda espetacular do empreendimento. Manoel Severo, Luma Holanda e Tailene Barros se encontraram com Dannylo Maia e Aluísio Dutra para as primeiras conversas com a municipalidade de Patu. Na sede do poder executivo municipal, representados pelo Secretario de Gabinete Civil Elisson Moura e do Secretário de Turismo Kleriston Dantasfoi fechada a primeira confirmação para o grande evento.

Comissão do Cariri Cangaço recebida em Patu


"Estamos aqui em Patu e gostaríamos de agradecer a Severo e a toda comissão do Cariri Cangaço, uma oportunidade ímpar receber esse evento de renome nacional, será uma grande receber a todos de todo o Brasil "afirma o Secretario de Gabinete Civil Elisson Moura.

"Nessa primeira conversa com os representantes da prefeitura de Patu foi para apresentarmos o Cariri Cangaço: o que é, o que representa, sua trajetória, e trazer a proposta para realização em consorcio com outros municípios da região, para essa primeira edição do Cariri Cangaço Oeste Potiguar. Ficamos muito felizes pela pronta disponibilidade da prefeitura de assumir conosco esse desafio, agora é trabalhar !" confirma Luma Holanda, Conselheira Cariri Cangaço e presidente da Comissão Organizadora do Cariri Cangaço Oeste Potiguar.

Comissão do Cariri Cangaço visita o Campus da UERN em Patu

A Comissão também esteve em visita ao Campus Avançado da UERN em Patu, local escolhido para sediar o evento naquela cidade. "Patu não poderia ficar fora da agenda Cariri Cangaço, aqui como terra do cangaceiro Jesuíno Brilhante, precisa resgatar seu real lugar dentro da historiografia do cangaço, os primeiros passos foram dados no Fórum do ano passado; promovido pela prefeitura, SBEC, UERN e APLA, e agora com o Cariri Cangaço, que é um evento de nível nacional, certamente consolidamos essa posição" comenta o professor, pesquisador e escritor patuense Aluísio Dutra, membro da Comissão Organizadora.

Prefeito César Móveis, Manoel Severo e vice-prefeito Gileno Oliveira
Patu a Martins: 60,5 km


Martins, a mais bela serra do Rio Grande do Norte

Em seguida a Comissão do Cariri Cangaço partiu para a vizinha cidade de Martins. Já passavam das 20 horas quando do alto de seus 750mts de altitude e sob um clima agradável de 19 graus, houve a primeira reunião do Cariri Cangaço com a municipalidade. Recebidos pelo  prefeito municipal César Móveis, pelo vice-prefeito Gileno Oliveira, pela secretária executiva de cultura, Yasmim Carvalho e pelo presidente da ASSERRA, empresário Aldesandro Moraes. O encontro estabeleceu além do compromisso da gestão em abraçar o projeto, as linhas principais do desenvolvimento do evento em Martins. "Sem dúvidas essa reunião aqui com prefeito César e toda sua equipe só aumenta o entusiasmo e saímos daqui com a certeza de realizaremos uma das maiores edições do Cariri Cangaço" confia Dannylo Maia, membro da Comissão Organizadora.

Cariri Cangaço visita Martins

"Muito obrigado a Severo e a todo o pessoal do Cariri Cangaço, é uma grande honra receber a todos aqui no mês de maio em Martins nesse grande evento. Nosso compromisso é receber a todos com o que temos de melhor, podem contar com todo o apoio da gestão municipal" confirma o o prefeito de Martins, César Móveis.

Na manhã do dia 15, a Comissão Cariri Cangaço, ao lado dos representantes do município; Yasmim Carvalho, secretária executiva de cultura, do presidente da ASSERRA, empresário Aldesandro Moraes e por Sara Janiara, secretária de turismo e meio ambiente, foram percorridos alguns dos principais pontos turísticos e de visitação em Martins, como também foram sinalizadas as primeiras tratativas com relação a infraestrutura para acolher os convidados do Cariri Cangaço de todo o Brasil.

"Recebemos com grande entusiasmo, neste ultimo dia 14, a Comissão Organizadora do Cariri Cangaço em Martins, damos boas vindas a este momento especial para fortalecer nossa identidade cultural. Nossa serra, berço de Jesuíno Brilhante, o "cangaceiro romântico", terá a honra de sediar entre 22 e 25 de Maio um grande encontro que reunirá renomados estudiosos da área. Luma Holanda, conselheira do Cariri Cangaço e cientista cultural, uma das articuladoras do projeto e estudiosa de Jesuino, atiçou minha curiosidade sobre essa história que é ancestral. Esperamos aglutinar os fazedores de cultura para compor essa oportunidade única e aprofundarmos a compreensão sobre o cangaço e sua influência em nosso solo e região, enriquecendo não apenas nossa cultura, mas também impulsionando a economia local por meio do turismo histórico e do intercâmbio de saberes. Avante que, "a história não se apaga à bala".
Yasmim Carvalho, secretária executiva de cultura.

 "Me surpreendi com a beleza de Martins, uma serra maravilhosa, um clima fantástico, um patrimônio arquitetônico e natural invejáveis, além de toda a história contida e contada nos museus da cidade, sem dúvidas teremos aqui no Oeste Potiguar mais um Cariri Cangaço inesquecível" testemunha Tailene Barros, membro da Comissão Organizadora.

Cariri Cangaço visita Antônio Martins
Martins a Antônio Martins: 31,7 km

Antônio Martins, antigo povoado de Boa Esperança

A próxima visita da caravana Cariri Cangaço seria ao município de Antônio Martins, antigo povoado de Boa Esperança. A partir daqui o Cariri Cangaço passa a aprofundar e propõe discutir a passagem de Lampião pela região por ocasião da invasão a Mossoró em junho de 1927. Quem nos conta é o pesquisador e escritor Luan Alendes, também membro da Comissão Organizadora: "A cidade foi palco da passagem de Lampião e seu bando, no dia 11 de junho de 1927, nessa época a cidade era um povoado, chamado Boa Esperança. Quando os cangaceiros estavam se dirigindo para atacar Mossoró, Lampião e seu bando passaram pouco mais de duas horas neste povoado, porém, apesar do pouco tempo, foi uma passagem de acontecimentos intensos. Tendo ocorrido neste lugar, muitos saques, roubos, agressões, diálogos com os moradores e uma tentativa de homicídio por punhal."

Dannylo Maia, Luan Alendes, Manoel Severo e Luma Holanda

E continua Alendes: "todos esses acontecimentos ficaram registrados na memoria de muitos moradores, e hoje estão registradas e imortalizadas em vários livros. Na época, o povoado de Boa esperança, se limitava a uma única rua, onde amontoavam-se pouco mais de uma dezena de casas e a igreja católica tendo como padroeiro Santo Antônio. Foi justamente nessa única rua onde ocorreu praticamente todos os acontecimentos naquele dia 11 de junho. Nesta rua, atualmente chamada de Rua Deusalina Ferreira de Oliveira, ainda está preservada de forma original dois imóveis, que presenciaram todos os acontecimentos, os imóveis são a casa que pertenceu ao casal Augusto Nunes e Rosina Novaes, onde o próprio Lampião entrou e estabeleceu diálogos intensos com o casal. E a Igreja de Santo Antônio, onde os cangaceiros não praticaram nem uma ofensa nem depredação ao templo sagrado."

"nessa casa, do casal Augusto Nunes e Rosina Novaes, Lampião entrou. De início teve muita confusão , mas depois de Rosina revelar o seu parentesco com os Novaes de Pernambuco, tudo se acalmou e Lampião terminou jantando inclusive nesta mesma casa"

"Esses são os escombros da casa do líder do povoado, senhor Justino Ferreira de Sousa, Ele teve uma pequena prosa com Lampiao nessa calçada... evitou que seu comércio fosse totalmente destruído, o comércio também funciona nessa casa"
Chefe de gabinete Gerlandia Ferreira, secretario de Cultura Chagas Cristóvão, 
Luan Alendes e Manoel Severo

Depois das visitas aos principais cenários em Antônio Martins, o Cariri Cangaço foi recebido no gabinete da prefeita Jéssica Iris pela  chefe de gabinete senhora Gerlandia Ferreira, pelo secretario de Cultura Chagas Cristóvão, pela coordenadora de cultura, Rita de Cássia e o pesquisador e escritor Luan Alendes; quando na oportunidade foi firmada a parceria também do município de Antônio Martins para a realização do Cariri Cangaço Oeste Potiguar. 

Dannylo Maia, Naldinho Oliveira, Manoel Severo, Luma Holanda, Lidyano Cunha, 
Jeffeson Medeiros e Aluísio Dutra em reunião em Lucrécia.
Antônio Martins a Lucrécia: 17,8 km

Lucrécia e a passagem sangrenta de Lampião

O final da manhã deste mesmo dia 15 de janeiro, uma ultima visita de trabalho estava reservada. A caravana Cariri Cangaço chegava ao município de Lucrécia perto do meio dia e de imediato foi realizada reunião com os representantes do prefeito municipal Waltinho na sede do gabinete. Estiveram presentes, além da Comissão Organizadora; Manoel Severo, Luma Holanda, Tailene Barros, Dannylo Maia e Aluísio Dutra, os representantes do município; Jeffeson Medeiros ,Secretário de Gabinete Civil; de Naldinho Oliveira ,Secretário de Esporte, Cultura e Comunicação e de Lidyano Cunha , Coordenador de Cultura.

Naldinho Oliveira, Lidyano Cunha, Manoel Severo e Jeffeson Medeiros

"Com certeza o prefeito Waltinho e todo o município de Lucrécia recebem o Cariri Cangaço, esse evento de renome nacional, de coração aberto. Aqui se desenrolaram episódios marcantes da passagem de Lampião em 1927 rumo a Mossoró, e será uma alegria receber pesquisadores de todo o Brasil que fazem o Cariri Cangaço" confirma Naldinho Oliveira ,Secretário de Esporte, Cultura e Comunicação.

A chegada do Cariri Cangaço a Lucrécia marca um tento importante do projeto que será, até o ano de 2027 percorrer os principais rincões por onde passou Lampião na sangrenta jornada a Mossoró. "Aqui em Lucrécia temos episódios e marcos importantes dessa passagem do bando de Lampião: a invasão a Fazenda Castelo, a invasão da Fazenda Serrota dos Leite de Egídio Dias, a prisão e formação do grupo para resgatar Egídio Dias e a morte dos três heróis. Tudo isso iremos ressaltar nessa grande edição do Cariri Cangaço Oeste Potiguar" revela Dannylo Maia.

Entre as visitas ainda no roteiro do Cariri Cangaço em Lucrécia estava o Museu Fazenda Castelo, fundado pela tabeliã e historiadora Lyvia Suassuna. O Museu Fazenda Castelo consolida-se como uma das maiores demonstrações de resgate da memoria, história e tradição da região, sendo mantido pela família Suassuna.

Por fim a passagem no monumento da "Cruz Três Heróis" no Serrote da Jurema, que marca o lugar onde tombaram Francisco Canela, Sebastião Trajano e Bartolomeu Dias, homens que formavam o grupo na missão de resgatar Egídio Dias do julgo dos cangaceiros no dia 12 de junho de 1927.

O Cariri Cangaço Oeste Potiguar acontece entre os dias 22 a 25 de maio do ano de 2025. Essa será a quadragésima terceira edição do Cariri Cangaço, consolidando sua presença em exatos 42 municípios de sete estados do nordeste, numa demonstração da mais autentica integração da alma sertaneja. Programação em Breve.

NOTA CARIRI CANGAÇO: A Comissão Organizadora do Cariri Cangaço Oeste Potiguar tem como presidente a Conselheira Cariri Cangaço Luma Holanda e ainda os Conselheiros Cariri Cangaço, Kydelmir Dantas, Marcelo Litwak, além de Aluísio Dutra, Dannylo Maia, Tailene Barros e Luan Alendes.

Heldemar Garcia, Redação Cariri Cangaço

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ZÉ RUFINO

 Por Robério Santos

Foto inédita de Zé Rufino. Conheciam? Ah, a postagem anterior (mesmo censurada com um X) foi excluída pelo Instagram. Infelizmente é a censura reinando. O que vocês acham da censura? Ah, @lh_orestaurador tá aí outro desafio. Abraço!

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O VOO DA RETIRANTE!

Autora Dalinha Catunda



1
Eu sou mulher sertaneja!
Feminina e singular
O agreste me batizou
Mas fiz do mundo meu lar
Açoites patriarcais
Não me podaram jamais
Lutei pra me libertar.
2
Nunca fui igual a tantas
Aceitando imposição
Tinha o olhar aguçado
Tinha rumo e direção
Do meu jeito nordestino
Sem drama sem desatino
Segui cheia de razão.
3
Não fui mulher de ficar
Debruçada na janela
Eu queria muito mais
Vi que a vida dava trela
Na janela não fiquei
A porta eu escancarei
E joguei fora a tramela.
4
Uma estrada desenhei
Do jeitinho que eu queria
Nela pisei com firmeza
Distribuindo alegria
As veredas da tristeza
Enfrentei sem ter moleza
Recorrendo a rebeldia
5
Receio de ser feliz
Não provei no meu caminho
Fui ave de ribaçã
Trocando às vezes de ninho
longe do velho rincão
Eu desbravei novo chão
Sem sumir no torvelinho.
6
As pragas que me jogaram
Voltaram pra quem jogou
Eram tantas profecias
Nenhuma se confirmou
E hoje vou lhes dizer
Não parti pra me perder
Quem me viu depois notou.
7
Nunca fui desatinada
Era desobediente
A cruel hipocrisia
Era discurso presente
Mas fugi dessa verdade
Da podre sociedade
Jamais quis herdar corrente.
8
Eu nunca tive medo
De casar ou não casar
Sempre tive minha luz
Que acendi pra me guiar
Munida de inteligência
Não quis viver de aparência
Tive peito pra encarar.
9
A luxúria dos senhores
Fez filho no cabaré
O santo padre endeusado
Profanou a sua fé
Mas tudo era encoberto
O pecador era o certo
Na vida como ela é.
10
Eu vi a mulher do próximo
Nos braços do seu amante
Vi o próximo noutros braços
Situação semelhante
Mas tudo era abafado
O tal do patriarcado
Tinha o grito retumbante!
11
Vi esposas recebendo
No lar putas do marido
O homem podia tudo
Sempre era obedecido
E a mulher subjugada
Não podia falar nada
Seu orgulho era engolido.
12
Eu vi telhado de vidro
Querendo pedra atirar
Presenciei falsas virgens
Casando em frente ao altar
Noivo ganhando boiada
Pra assumir a desonrada
E o nome dela salvar.
13
O homem tinha direitos
Mas não os tinha a mulher
Se deixasse de ser casta
Viraria uma qualquer
De sua casa era expulsa
Sobrava-lhe só repulsa
E compaixão nem sequer.
14
Eu escrevi outra história
E fiz o sertão ferver
Fiz um filho sem casar
Começou meu padecer
E para meu desencanto
Não era do espírito santo
Foi difícil resolver.
15
A cidade jogou pedra
No meu lar não me cabia
Todos lavaram as mãos
Enquanto eu me despedia
Aceitei a minha cruz
Apeguei-me com Jesus
E com a Virgem Maria.
16
Não vou dizer que foi fácil
Porém não me entreguei.
O sangue de nordestina
Comigo eu carreguei
Trabalhei como ninguém
Pra consegui ir além
Eu nunca me desgracei.
17
Não tive pena de mim
Não chorei a pouca sorte
Resolvi virar o jogo
Meu orgulho me fez forte
Empinei bem o nariz
Vivo do jeito que quis
Eu mesma fui meu suporte.
18
Tangida ganhei o mundo
Sem esquecer minha aldeia
Lá voltei mais de mil vezes
Sem medo de cara feia
Não saí do meu lugar
Sem aprender a nadar
Para não morrer na areia.
19
E cada vez que eu voltava
Pra minha satisfação
Tinha nova mãe solteira
Em meu querido rincão
Eu vi que servi de exemplo
Só me falta agora um templo
Pra minha coroação.
20
Sou mãe de dois meninos
Que ao meu lado vi crescer
Dei casa, comida e estudo.
Criar bem foi meu dever
Os dois já estão formados
Todos dois bem colocados
Esse é meu maior prazer.
21
Sempre volto a Ipueiras
Onde vou veranear
Hoje me chamam Senhora
Chego quase a gargalhar
Mesmo tendo eira e beira
Continuo mãe solteira
Apesar de ter meu par.
22
Escorregando e caindo
Aprendi a levantar
Eu nunca deixei barato
Quando ousaram me afrontar
Sempre tomei atitude
Se muitas vezes fui rude
Foi pra ninguém me pisar.
23
Sou filha da intolerância
Conheci o preconceito
Guerreira que não se dobra
E pra flecha abri meu peito
De cada dardo escapei
Criei minha própria lei
Pois nutri esse direito
24
Agora sou poetisa
Não acho o mundo perverso
Eu dei a volta por cima
Essa história conto em verso
E digo com alegria
Eu sou mais uma Maria
Coragem nesse universo.

(Dalinha Catunda)
fim

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domingo, 9 de março de 2025

AS ARMAS ABANDONADAS DE CORISCO CNL | 1587

 Por Robério Santos

https://www.youtube.com/watch?v=nxDe3LXKfXo

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ELIZEU VENTANIA

Por Relembrando Mossoró

Elizeu Elias da Silva, conhecido por Elizeu Ventania foi um violeiro, natural de Martins, mas residiu por muitos anos em Mossoró, onde deu nome a Estação das Artes, virou saudade em 1998 - Registro de Marquessol - 1992.

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BANDO DE LAMPIÃO EM SERGIPE.

 Por Robério Santos

Foto inédita do bando de Lampião em Sergipe, em 1º de abril de 1929. Acervo: Robério Santos. Já tinham visto?

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sábado, 8 de março de 2025

O MAIOR DE TODOS OS BRASILEIROS...

 Por Valdir José Nogueira

O maior de todos os brasileiros. Um dos melhores e mais culto Chefe de Estado que o Mundo já conheceu. Acadêmicos do Tucuruvi (SP) quis ofender a memória do maior brasileiro da História e acabou rebaixada. Toma!

https://www.facebook.com/valdirjose.nogueira

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HÁ 103 ANOS, BELMONTE REALIZOU SOLENE COMEMORAÇÃO CÍVICA AO PRIMEIRO CENTENÁRIO DA REVOLUÇÃO PERNAMBUCANA DE 1817

 Por Valdir José Nogueira de Moura

Capa do Livro: O Brazil Heroico em 1817, de Alípio Bandeira, 1918, Imprensa Nacional Rio de Janeiro, com 329 páginas. Importante obra sobre a Revolução Pernambucana, com resumo histórico, seus heróis e lista de mártires.

“6 de Março de 1817 – O feito glorioso que a data de hoje relembra, ora comemorado neste município de Belmonte, que muito se ufana de estar inserido neste Estado, se reveste como uma das efemérides de mais conteúdo e grandeza nas lutas pernambucanas na defesa dos nobres ideais libertários.”

Com estas palavras, o reverendo de Belmonte o padre Joaquim de Alencar Peixoto iniciou o seu discurso na solenidade que o município promoveu na noite do dia 6 de março de 1917, para comemorar a magna data. Nas suas palavras o padre brilhantemente exaltou o valor dos pernambucanos que sonharam com a democracia antes da nossa independência política, fato que determinou a acertada escolha do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano para dissertar sobre essa brilhante página de nossa História.

O Dr. Felisberto dos Santos Pereira, juiz municipal do Termo de Belmonte, encabeçou a Comissão responsável pela realização das comemorações do Primeiro Centenário da Revolução Pernambucana de 1817, no município belmontense.

Para a realização da comemoração do Primeiro Centenário da Revolução de 1817, em Belmonte foi organizada uma comissão, composta do Dr. Felisberto dos Santos Pereira, juiz municipal; do padre Joaquim de Alencar Peixoto, vigário da Freguesia de Belmonte, e do coronel José de Carvalho e Sá Moraes, prefeito local.

Padre Joaquim de Alencar Peixoto, vigário da Paróquia de Belmonte, integrante da comissão formada para realização das comemorações ao Primeiro Centenário da Revolução Pernambucana de 1817, no município belmontense.

A solene data, tão bem registrada nos anais da história belmontense, foi publicada no Diário de Pernambuco – Quarta-feira, 19 de abril de 1917, pág. 2:

“As 19 horas do dia 6 de março no edifício do governo municipal desta cidade, realizou-se com grande imponência a sessão magna comemorativa do Primeiro Centenário da Revolução Pernambucana de 1817. O Paço do Conselho Municipal apresentava caprichosa ornamentação com artísticos bouquets nos belos jarros sobre a mesa da presidência, e da tribuna, destinada aos oradores.

Grande multidão composta do que a sociedade belmontense tem de mais seleto encheu literalmente a ampla sala do Conselho Municipal, onde uma organizada orquestra dava a nota de destaque executando maviosos trechos musicais à chegada dos convidados.

A sessão foi presidida pelo Dr. Felisberto dos Santos Pereira, juiz municipal deste termo, ladeado pelo reverendíssimo padre Joaquim de Alencar Peixoto, orador oficial, e pelo senhor José Ribeiro Viana, que serviu de secretário.

Ao abrir a sessão, o Dr. Felisberto Pereira pronunciou um ligeiro discurso abrindo a solenidade sobre a “Data Magna” da nossa história pátria, e congratulou-se com os belmontenses pelo magnífico benefício que doravante iam eles usufruir, com a fundação naquela data, de mais uma escola, com a denominação de “ESCOLA BARROS LIMA”, em homenagem a um dos mártires da Revolução Pernambucana de 1817, ficando assim satisfeitos os desejos do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano, cuja ação fecunda o orador enalteceu.

Em seguida obteve a palavra o reverendíssimo padre Joaquim de Alencar Peixoto, vigário desta Paróquia e orador oficial da festividade. Falar no resumido espaço deste relato sobre a ardorosa oração cívica do talentoso sacerdote é tarefa difícil de desempenhar. Sua reverendíssima empolgou o auditório por espaço de meia hora, e tal era o fulgor das suas mensagens, tal o entusiasmo patriótico que imprimiu as suas rutilantes frases, que toda a numerosa assistência ali presente, vibrou. Ruidosas palmas saudaram as últimas palavras do orador que terminou rendendo aos mártires de 1817, as homenagens sinceras de patriotismo de quantos ali se congregavam para cultivar-lhes a imperecível memória.

Prefeito de Belmonte, Coronel José de Carvalho e Sá Moraes, integrante da comissão formada para realização das comemorações ao Primeiro Centenário da Revolução Pernambucana de 1817, no município belmontense.

Seguiram-se com a palavra os seguintes oradores: Waldemiro de Araújo Lima, representando o “Externato Belmontense”; dona Josefa do Amaral Martins, pela Escola do sexo feminino desta cidade; Juvenal Ferreira, pelos filhos do povo, para quem era criada naquela data a “ESCOLA BARROS LIMA”; José Alencar de Carvalho Pires, em seu nome individual; Edson Macêdo, recitando a poesia de Manuel Duarte – “A Bandeira”, e Napoleão Ferraz, recitando o Hino da Proclamação da República, letra de Medeiros e Albuquerque. Todos os oradores foram freneticamente aplaudidos. Em seguida o Dr. Presidente declarou instalada a Escola primária “ESCOLA BARROS LIMA”, numa das dependências do Conselho Municipal e da qual ficaram encarregados os hábeis moços, José Ribeiro Viana e João Batista Fructuoso de Pádua. A nova escola que é noturna, para facilitar a freqüência das crianças pobres, que passam o dia em outros misteres, será custeada pelo município e pela população.

Encerrada a sessão entre as mais vivas manifestações de entusiasmo pela comissão respectiva, foi passado um extenso telegrama ao Dr. 1º Secretário do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano, relativo a festa cívica, ora realizada em Belmonte:

“Perante numerosa seleta assistência, entre sinceras evidentes manifestações patriotismo, realizou-se Conselho Municipal Belmonte Sessão Cívica comemorativa Primeiro Centenário Revolução Pernambucana 1817, marco glorioso nossa emancipação política. Fundada escola primária “BARROS LIMA”, satisfazendo assim nobre desejo desse Instituto.

- Felisberto dos Santos Pereira, juiz municipal;

- Padre Joaquim de Alencar Peixoto, vigário;

- José de Carvalho e Sá Moraes prefeito.”

A Revolução Pernambucana de 1817 foi o culminar da fermentação das ideias de autonomia em relação ao governo português que, originando-se na então Capitania de Pernambuco, irradiou-se por várias capitanias do nordeste do país e instalou setenta e três dias de governo republicano em pleno reinado de D. João VI. Elencada na historiografia como antecedente da Independência do Brasil, é celebrada como o único movimento que afrontou com êxito a Coroa Portuguesa em toda sua longa história. O dia 6 de março, data do início da Revolução, é a data magna do estado de Pernambuco, cuja bandeira é inspirada na do movimento.

O nome de um dos heróis da Revolução de 1817 foi dado cem anos depois a uma escola primária de Belmonte: ESCOLA BARROS LIMA, homenageando José de Barros Lima, militar nascido em recife por volta do século XVIII e que também foi capitão do Exército, sendo preso pelo brigadeiro Manuel Joaquim Barbosa de Castro, por apoiar à causa republicana. Ignorando a ordem de prisão, sacou a espada e matou o brigadeiro, que por este fato, iniciou a Revolta Pernambucana de 1817.

Quando as tropas reais reprimiram o movimento, José de Barros Lima foi preso, e enforcado, na cidade de Recife. Suas mãos e cabeça foram cortadas, e seu corpo amarrado a um cavalo, sendo arrastado pelas ruas até o cemitério. Suas mãos e cabeça foram expostas em um quartel, em Olinda.

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OS GRANDES CRIMES DE LAMPIÃO - PARTE I.

Por Cangaçologia
https://www.youtube.com/watch?v=VqVCg38IfhY

No decorrer dos anos muitas histórias foram criadas pelo imaginário popular em torno da figura polêmica de Lampião.

Algumas dessas histórias sangrentas, outras romanceadas e tantas outras com teores cômicos ou sarcásticos.

A verdade é uma só e todos nós sabemos que a história do cangaço e em especial a história do cangaceiro Virgolino Ferreira da Silva “Lampião”, foi escrita com muito sangue, suor e sofrimento. Um período de luto para o sertão e para o sertanejo nordestino.

Muitas histórias de crimes monstruosos, que foram cometidos tanto por parte dos cangaceiros, quanto de grande parte das Volantes que os perseguiam, se perderam com o passar do tempo, mas uma grande e importante fatia dessas histórias foram salvas através da memória popular e de documentos que ainda nos tempos atuais podemos ter acesso.

Com o intuito de preservar e divulgar a história cangaceira selecionamos algumas dessas histórias e a partir de agora as apresentaremos em capítulos, onde especialistas e estudiosos do assunto falarão a respeito dos fatos acontecidos, cada um dentro da sua especialidade.

Tenho a plena convicção que através dessas histórias teremos um maior conhecimento e compreensão sobre os fatos e acontecimentos desse período negro da nossa história chamado cangaço. Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. INSCREVAM-SE no canal e ATIVEM O SINO para receber todas as nossas atualizações. Forte abraço... Cabroeira! Atenciosamente:
Geraldo Antônio de Souza Júnior - Criador e administrador do canal.

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FELIZ DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES!

 Por Robério Santos

Feliz dia internacional das MULHERES! Nossa homenagem hoje vai a ex-cangaceira DADÁ! Mulher de fibra. Quer ver o programa? Diga SIM e eu enviarei. 

Na imagem, o prefeito de Miguel Calmon-BA, Dadá e a querida @indaia.santos.567 No chão, a Cruz da sepultura de Corisco em Miguel Calmon-BA.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=10162388836227840&set=a.486697157839

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UM DOCUMENTÁRIO ESPETACULAR QUE TRATA...

Por Geraldo Júnior

... a respeito da passagem de Lampião e seus seguidores pela antiga Serrinha do Catimbau a época dos acontecimentos pertencentes ao município pernambucano de Garanhuns e atualmente indexada a Paranatama/PE.

O escritor e pesquisador Júnior Almeida (Paranatama/PE) através de uma pesquisa profunda coletou informações preciosas, salvou e registrou a história com precisão e riqueza de detalhes.

No documentário "O ATAQUE DE LAMPIÃO À SERRINHA DO CATIMBAU", que será apresentado em partes, devido a complexidade histórica, vocês conhecerão os locais visitados pelos cangaceiros e ouvirão depoimentos de familiares e de uma testemunha ocular dos acontecimentos.

Ainda hoje no canal "Cangaçologia" (YouTube).

Se você ainda não é inscrito no nosso canal acesse o link abaixo e se inscreva para ter acesso a todas as nossas matérias e documentários.

Forte abraço a todos.

Geraldo Antônio De Souza Júnior


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ZÉ LIMA

Imagem do Relembrando Mossoró

Faleceu nesta sexta-feira (7) o cantor, compositor e poeta José Ivan de Lima, mais conhecido como Zé Lima. Ele estava internado na UTI do Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró-RN, em decorrência de complicações cardíacas e pulmonares.

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