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sábado, 11 de maio de 2013

Novidade - Já estão à venda os novos livros do escritor Rubervânio Rubinho Lima

Por: Rubinho Lima

VAMOS DIVULGAR!!!!!!

Olá, queridos...
Agora é pra valer....

Já estão em minhas mãos os livros "Lampião, cangaço e cordel" e "A felicidade é uma gaiola aberta" e podem já ser comprados para quem desejar. Confiram os preços e formas de envio para todo Brasil...


Lampião, cangaço e cordel   (teoria) 

Rubervânio Rubinho Lima             R$ 20,00 
Editora: EGBA
Ano: 2013
Peso: 450g
Descrição: Este livro traz a representação do fenômeno do cangaço e de Lampião como elementos que caminham atrelados à história do cordel e da Xilogravura, em um paralelo ao processo de modernização da Literatura de Cordel, nos dias atuais, através do advento da internet, dos e-books e também dos sites de relacionamentos, sem perder a vitalidade das formas tradicionais de criação do cordel. Além disso, há uma tentativa de apontar a xilogravura como um elemento que, desde o seu surgimento até os dias atuais, além de engradecer os folhetos de cordel, tem assumido um lugar significativo no painel artístico mundial. 
120 páginas, ilustrado.
Forma de pagamento: Depósito Bradesco
Frete: R$ 6,00
Total: R$ 26,00


A felicidade é uma gaiola aberta (poesia)
Rubervânio Rubinho Lima             R$ 15,00 (Frete Grátis)
Editora: EGBA
Ano: 2013
Peso: 450g
Descrição: Livro de poesias com incidências profundas a respeito da felicidade e de coisa cotidianas, tal qual uma gaiola aberta e suas grandes sugestividades.
80 páginas, ilustrado.
Forma de pagamento: Depósito Bradesco
Frete: Grátis
Peça pelo e-mail rubinholim@hotmail.com  
ou ligue: (75) 8807-3930/9188-8181
  
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Adauto da Câmara - Parte II


Adauto da Câmara

Tudo começou quando o Dr. ADAUTO MIRANDA RAPOSO DA CÂMARA, vindo de Natal, Rio Grande do Norte, encontrou um velho casarão no Méier, encimado pelo título CURSO DE LETRAS e lançou-se à tarefa de transformá-lo em um Ginásio.


A vocação de mestre, aliada à vontade de construir alguma coisa sólida para o futuro, levou o professor ADAUTO historiador, escritor, intelectual, mas sobre tudo educador a investir naquele esforço de criar um colégio a partir, praticamente, do nada.

Já no ano de 1934, o agora "Gymnasio Metropolitano", que tinha 20 alunos em 1932, passou a ter 61 e, no final do período letivo do mesmo ano, chegou a registrar a presença de 192. Era um início favorável de que o caminho estava correto.

A associação do Dr. ALEXANDRE DIJESU DO COUTO e de VITOLDO ZAREMBA permitiu que o professor ADAUTO buscasse vôos mais altos

Assim, através do decreto nº 774 de 27 de abril de 1936, assinado pelo então Presidente da República, Dr. Getúlio Vargas, e pelo seu Ministro da Educação Dr. Gustavo Capanema, o Metropolitano adquiria todos os requisitos legais para seu pleno funcionamento a inspeção permanente.

Em 1940, o Colégio Metropolitano expandiu-se. Construíram-se novos prédios, consolidaram-se posições mas, principalmente, foi possível obter, em 1942, no dia 12 de novembro a maioridade da Instituição. É que, por decreto do Exmo Sr. Presidente da República, o Gymnasio Metropolitano pôde passar à categoria de COLÉGIO, o que significava, na legislação da época, absoluta autonomia para decidir seus próprios destinos, sem a interferência direta do Estado.

No décimo ano de sua fundação (1942), o COLÉGIO METROPOLITANO já desempenhava uma considerável liderança entre as instituições de ensino do bairro.

Várias vezes seu Diretor Dr. Adauto tinha sido convidado a intervir em congressos, conferências, cerimônias oficiais, na qualidade de educador dos mais respeitados no Rio de Janeiro, como provam as publicações da época.

Não se pode deixar de mencionar, uma vez mais, os nomes de Vitoldo Zaremba e de Dijesu do Couto, que, com o professor Adauto, batalhavam na incessante tarefa de erguer o nome do METROPOLITANO ao lugar que ele fazia por merecer. Os anos futuros revelariam a figura do professor JAIRO BEZERRA, que viria a ser um símbolo de eficiência e talento na gestão do Colégio.

Em 1952, o Colégio já registrava em seus arquivos 1615 alunos. Havia tudo a festejar, exceto pela presença inexorável da mão do destino...
Em 17 de outubro de 1952, morria o professor Adauto.
Na letra fria dos relatos, isto se torna distante. Mas para os alunos, para comunidade, para as famílias, para a memória da Instituição, a perda de seu Diretor, idealizador e principal incentivador constituiu uma perda dolorosa, superada com emoção e muito trabalho, como ele sempre desejara.
Em 27 de dezembro de 1954, a Instituição teve de conviver com outra perda: o professor DIJESU falecia.

Em que pesem todas essas circunstâncias negativas, o Colégio Metropolitano tinha já 22 anos de vida, consolidado e pronto a enfrentar quaisquer desafios, mesmo os mais profundamente emocionais; pronto estava para cumprir o que sonharam seus.


FUNDADORES.

Em 1964, inaugura-se a nova sede onde até hoje funciona parte do Colégio.
Dirigia o Colégio, nesta fase, o professor WALTER SCOTT DO CARMO que iniciara sua carreira docente nesta casa, em 1º de julho de 1936 e que culminava sua presença no Colégio como Diretor Geral.
Em 1963, morria o último dos fundadores, Vitoldo Zaremba.
Fechou-se um ciclo importante, porque o Colégio agora viveria sem a presença física de seus fundadores, mas teria a influência moral e espiritual deles, além da cotidiana presença de Dona WANDA, até hoje presente, desde 1932...
Em 1968, assume a Direção o professor HENRIQUE ZAREMBA DA CAMARA que imediatamente procurou modernizar a Instituição no sentido de prepará-la para as novas exigências que os anos vindouros mostrariam ser fundamentais.
Em 1977, inaugurou-se o GINÁSIO DE ESPORTES que viria a dar mais mobilidade e facilidade às atividades do Colégio.
Em 1979, foi a vez do prédio em que funcionam as séries iniciais de 1º grau. Crescia a escola, cresciam as exigências, crescia a qualidade.
Sob a Direção do professor Henrique Zaremba da Camara, desde 1968, o Colégio Metropolitano investe cada vez mais, não apenas na qualidade de seus professores, mas na aquisição de equipamentos modernos que viabilizem as novas técnicas de ensino-aprendizagem.
Assim, no ano de 1984, inaugurou-se o prédio onde funciona a Educação Infantil do Colégio Metropolitano.
Sabemos, entretanto, que uma Instituição com 75 anos tem uma tradição a viver. Fazemos parte de um vasto mecanismo de valorização da pessoa, desde que aqui chega, no Maternal, até as portas da Universidade. Temos de ensinar-lhes, sobretudo, o caminho da ética do dever e da responsabilidade, do amor a Pátria e do respeito ao outro.
Temos, como sagrada missão, desde 1932 acalentar sonhos, porque é de sonhos a substância intima de uma nação. Porque também é da luta para transformar sonhos em realidades que um país se torna verdadeiramente livre, grande e justo.

Fonte: 
O Colégio - Nossa história - 

http://www.metropolitano.g12.br/NossaHistoria.asp



Enviado pelo pesquisador: 

José Edilson de Albuqurque Guimarães Segundo

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Cartaz do Centenário do Ten. João Gomes de Lira

Por: Luciene Cristina Amaral de Lira

Tenente João Gomes de Lira

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Pedro Nél Pereira - Uma longa vida de trabalho e honestidade - dois anos de saudades!

Por: José Mendes Pereira

Pedro Nél Pereira nasceu no dia 17 de Abril de 1922, na Fazenda Duarte, município de Mossoró. Se sair de Mossoró em um automóvel, gastará no máximo 10 minutos. Era filho de Manoel Francisco Pereira (Seu Néo) e de Herculana Maria da Conceição (Madrinha Herculana, como chamava a vizinhança, e  netos e bisnetos a chamavam de Mãenanana ou ainda mamãenana).

Pedro Nél Pereira

Pedro Néo Pereira nasceu e se criou na Fazenda Duarte, propriedade de Francisco Duarte (Chico Duarte), tendo sido educado por dona Chiquinha Duarte, esposa do fazendeiro. Após o seu casamento continuou sendo morador do fazendeiro, só saindo de lá quando conseguiu comprar uma pequena propriedade, no dias de hoje pertence aos herdeiros. 

Chico Duarte e dona Chiquinha Duarte

São poucos mossoroenses que não conheceram Pedro Nél Pereira; costumeiramente ele organizava no mês de Outubro a festa de São Francisco, e após o leilão, o fole gemia nas noites enluaradas do Sítio São Francisco, de sua propriedade.

Pedro Nél Pereira

Nos anos 40 prestava serviços ao exército brasileiro, em Natal, quando foi convocado para participar da guerra da Alemanha, juntamente com tantos outros mossoroenses. Mas para sorte de todos, quando estavam no navio para partirem, receberam a notícia que a guerra havia acabado. 

Pedro Nél Pereira

Pedro Nél Pereira foi agricultor, membro efetivo de dois Conselhos Comunitários de Mossoró, membro efetivo do Sindicado dos Trabalhadores na Lavoura de Mossoró, durante 40 anos. 

Pedro Nél é o segundo da fila.

Foi fundador da Capela de São Francisco de Assis, no Sítio São Francisco e suplente vereador de Mossoró. Pedro Nél Pereira recebera por merecimento patente 2º tenente do exército. 


Era pai de 16 filhos: Nilton Mendes Pereira, Francisco Mendes Pereira (já falecido), Eneci Mendes Pereira, Antonio Mendes Pereira, Maria das Graças Pereira, José Mendes Pereira, Luzia Mendes Pereira, Anzelita Mendes Pereira, Antonio Mendes Sobrinho, Raimundo Mendes Pereira (falecido), Elizabete Mendes Pereira (falecida), Maria do Carmo Mendes Pereira (falecida), Laete Mendes Pereira, Eliete Mendes Pereira, Antonia Vera Lúcia Mendes Pereira e Lúcia do Carmo Mendes Pereira.


Pedro Nél Pereira faleceu no dia 10 de Maio de 2010, em Mossoró, aos 89 anos; não deixou nenhuma intriga durante  o período em que viveu. Foi compadre de  trinta e um casais, incluindo os padrinhos dos seus filhos. Durante a sua vida soube considerar todos os seres humanos. Jamais fez intrigas, apenas lutava para manter amizades sinceras sem menosprezar ninguém.


Hoje, 10 de Maio de 2013, está completando dois anos que ele partiu para a eternidade. Pedro Nél Pereira era pai do administrador deste blog.

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LAMPIÃO E MARIA BONITA NA REVISTA AVENTURAS NA HISTÓRIA: ALGUNS TÓPICOS A SEREM CONSERTADOS.

Por: João de Sousa Lima

Lendo a revista Aventuras na História, edição 118, de maio de 2013, com o título: “Amor e Morte no Cangaço”, texto do jornalista Rodrigo Cavalcante, encontrei algumas falhas nas informações e proponho uma análise do jornalista para uma futura correção.


No inicio do texto falando do nome de Lampião, fala-se Virgulino e o nome certo é Virgolino (com O). Mais abaixo falando do local onde morreu Lampião fala-se Grota de Angico e o nome certo é Grota “do” Angico. Seguindo o texto Rodrigo diz que na Grota Lampião viveria longos 12 anos e a verdade é que aquele dia da sua morte era a segunda vez que Lampião e seu grupo havia ido lá. Ainda na seqüência do texto o jornalista diz que na Grota Lampião teve tempo suficiente para se apaixonar, viver e morrer ao lado da baiana Maria Gomes de Freire. Primeiro o nome de Maria Bonita é Maria Gomes de Oliveira e não existe esse sobrenome Freire. Também não foi na Grota que Lampião se apaixonou e viveu com Maria Bonita. Eles se conheceram no povoado Malhada da Caiçara, em Paulo Afonso, Bahia. De Paulo Afonso à Grota do Angico temo no mínimo uns 50 quilômetros de distância e ainda o Rio São Francisco dividindo os dois estados, Bahia e Sergipe.
     
Quando Rodrigo cita o escritor Euclides da Cunha, que escreveu o livro “Os Sertões”, se referindo ao texto racista que chama o sertanejo de sub-raça, o jornalista recai no mesmo erro de Euclides por não ter feito uma análise da frase para o pensamento atual, pois não existe sub-raça, existe a raça humana e somos todos descendentes de uma única ramificação. O que diferenciou o sertanejo por muitos anos do resto do povo brasileiro foi a falta de políticas públicas, assistência dos governantes do país que levavam os recursos e as tecnologias para o sul e sudeste, além da região ser castigada por uma quase permanente seca os recursos governamentais não se fizeram presentes nessa terra como apoio direto. Sofremos com a alta taxa de mortalidade infantil, tivemos precárias instituições educacionais, ausência de postos, agentes de saúde e médicos. Vivemos muito tempo marcados pelo estigma da violência, da fome, da sede e das injustiças. Hoje o quadro ainda necessita de reparos, porém vivemos  em um país mais justo. Temos problemas ainda, mais estamos interligados com o mundo através da tecnologia que uniu o mundo, com os avanços nas áreas sociais, na moda, na produção artística, comercial e industrial. Não somos mais “nação” de homens iletrados, não vivemos do arco e da flecha, somos parte desse mundo, somos raça humana.
    
Rodrigo falando do Sertão, das fronteiras do nordeste, diz que a cidade de Paulo Afonso faz fronteira com alguns estados e entre eles com a Paraíba. Faz fronteira com Pernambuco, Sergipe e Alagoas, aonde se chega com poucos minutos de viagem, o estado paraibano está há muitos quilômetros de distância. Seguindo Rodrigo diz que Lampião se engraçou por Maria “Da Déia” e na verdade o apelido correto é Maria “De Déia”. Quando o jornalista cita o nome do ex-marido de Maria Bonita ele o chama de Zé Nenê e o nome certo é Zé De Nenê.
     
Falando do primeiro encontro entre Lampião e Maria Bonita Rodrigo diz que o cangaceiro deixou 15 lenços para Maria bordar com seu nome. Na verdade não se tem essa quantidade em nenhum dos depoimentos deixados por quem presenciou a cena.   Antônia Gomes de Oliveira, irmã de Maria Bonita, foi uma das que se encarregaram dos bordados e nunca citou essa quantidade de lenços, em todos os seus informes ela sempre dizia: ...”Alguns Lenços”!
     
Na página 32 Rodrigo faz uma análise sobre as vestimentas dos cangaceiros. Citando o chapéu ele diz que tinha a aba da frente levantada e na verdade as duas abas são levantadas. Na apreciação  número 6 falando da jabiraca, que é o lenço que os cangaceiros e cangaceiras usavam, o jornalista coloca a palavra cartucho e nunca ouvi nenhum depoimento que na jabiraca iam cartuchos, os cartuchos iam nas cartucheiras e ainda em bornais e também nunca ouvi  nenhum remanescente ou pesquisador afirmar que a jabiraca servia de coador. A jabiraca era uma peça de enfeite dos cangaceiros e era fechada ao pescoço por grossas alianças e anéis de ouro. No item 10 Rodrigo diz que Maria Bonita tinha uma luva com as inicias M.O.S.- Maria Oliveira da Silva. No início do capítulo Rodrigo tinha dito que o nome de Maria Bonita era Maria Gomes de Freire, por duas vezes ele errou o nome de Maria Bonita, o verdadeiro nome dela é Maria Gomes de Oliveira.
    
Quando o repórter fala do cangaceiro Vinte e Cinco diz que o verdadeiro nome dele é José Alves de Barros e na verdade é José Alves de Matos. Ele ainda encontra-se vivo e lúcido e pode tirar essa dúvida, já estive por diversas vezes com ele em Maceió e além de ser uma pessoa  luzente conta a história em seus detalhes.
     
Discorrendo sobre o armamento usado pelas mulheres no cangaço o jornalista diz que elas usavam revólveres 28 e 32. Eu nunca ouvi falar desse calibre 28 em revólver. O mais provável seria 38.
     
Na página 36 Rodrigo incorre novamente no erro de falar Grota de Angico e o certo é Grota “DO” Angico. Seguindo ele chama o coiteiro Pedro  Cândido e na verdade é Pedro de Cândido, como foi vinculado nos noticiários da época e que como se dirigem os amigos de Pedro sempre que ele é lembrado. Alguns parentes do Pedro afirmam que seria Pedro de Cândida, pois Cândida seria a mãe do coiteiro.
    
Se referindo as mortes na Grota do Angico o repórter fala que foram onde pessoas e na verdade foram 12 os mortos daquele dia 28 de julho de 1938. Morreram 11 cangaceiros, sendo 09 homens e 02 mulheres e um soldado chamado Adrião Pedro de Souza.

Narrando sobre as cabeças Rodrigo diz que elas permaneceram no Instituto Nina Rodrigues até 1962 quando foram enterradas e na verdade  as cabeças foram enterradas em 1969, mais precisamente no dia 06 de fevereiro.
    
O repórter diz que Corisco foi morto quando estava se preparando para se entregar, aproveitamento a Lei de anistia promulgada por Getúlio Vargas. Nunca passou pela cabeça de Corisco se entregar, ele estava em fuga com sua companheira Dadá, próximo  a Barra do Mendes e foi seguido e cercado pela volante do tenente Zé Rufino. Não houve troca de tiros por que Corisco estava aleijado dos dois braços em decorrência de um tiro sofrido em um dos combates acontecidos em Sergipe. O intuito do tenente Zé Rufino foi de se apoderar do dinheiro e das jóias em ouro que o casal transportava na fuga.

Paulo Afonso 08 de maio de 2013

João de Sousa Lima
Historiador e Escritor
Membro da ALPA- Academia de Letras de Paulo Afonso.
Membro do GECC- Grupo de Estudos do Cangaço do Ceará.
Biógrafo de Maria Bonita.
Autor de 10 livros dos quais seis sobre o cangaço.

Enviado pelo o autor do texto: João de Sousa Lima

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PROFESSOR ROMERO CARDOSO LANÇA "TEXTOS VIVOS"



O escritor José Romero Araújo Cardoso está lançando o livro “TEXTOS VIVOS E REVERENCIADOS DE UM IMORTAL NORDESTINO”, cujos textos foram organizados pela escritora Marinalva Freire da Silva.

Romero é um dos mais consagrados escritores e pesquisadores do Nordeste brasileiro. Tem se dedicado com afinco em pesquisas de grandes personalidades culturais, educacionais, empresariais do Brasil inteiro.

Professora Doutora Marinalva Freire da Silva

Marinalva escreve sobre a obra o seguinte: “Romero tem uma vida dedicada à pesquisa, é um estudioso assíduo da cultura e dos costumes nordestinos, principalmente de Mossoró, cidade que o acolheu como filho. Temas como Lampião, Luiz Gonzaga, Josué de Castro, lendas e folclores da região, cordel, Guerra dos Canudos, Padre Cícero do Juazeiro, aboio, seca entre outros são uma constante nos seus escritos”.


Enviado pelo pesquisador do cangaço capitão Alfredo Bonessi.
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Adauto da Câmara - Parte I

Adauto de Miranda Raposo da Câmara

De 1895 – Nasceu em Mossoró, Adauto Miranda Raposa da Câmara. Bacharel em direito, jornalista, professor, diretor de A República, deputado estadual, chefe de Polícia, fundador do Colégio Metropolitano, no Rio de Janeiro. Historiador dos mais ilustres do Rio Grande do Norte. Faleceu no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1952.


Advogado, político, jornalista, educador e historiógrafo, nasceu a 14 de março de 1898, no Mossoró, Estado do Rio Grande do Norte. Foram seus pais Teódulo Adolfo Soares da Câmara e Áurea Augusta Miranda da Câmara. Viveu os primeiros anos de sua vida em Mossoró e São José de Mipibu.

Em 1907, sua família transferiu-se para Natal, onde seu pai passou a exercer suas funções como professor público. Dois anos mais tarde, o jovem Adauto Câmara matriculou-se no Ateneu Norte-Riograndense, ali fazendo seus estudos básicos. E, era ainda muito jovem quando se tornou funcionário dos Correios, na capital potiguar.

Aos 22 anos, seguindo os passos de seu pai, ingressou no magistério público estadual, passando a lecionar História do Brasil, no Ateneu Norte-Riograndense. Por esse tempo, já era aluno da tradicional Faculdade de Direito do Recife, onde se diplomou em Ciências Jurídicas e Sociais, na turma de 1925. Volvendo ao Rio Grande do Norte, passou a servir ao Governo José Augusto. E, ingressando na política, elegeu-se deputado estadual para a legislatura de 1924-1926.

Parlamentar atuante e homem de reconhecida cultura jurídica, reeleito, em 1928, renunciou seu mandato para ocupar o cargo de Chefe de Polícia, durante o Governo Juvenal Lamartine, no qual, posteriormente, foi Diretor da Imprensa Oficial (1930). Era ainda muito jovem, quando iniciou no jornalismo. De colaborador, tornou-se diretor d‘A Liberdade’ (1915-1916). Em 1917, participou da fundação do jornal ‘A Nota’, que teve vida efêmera. Três anos mais tarde, participou da redação da Revista do Centro Polimático. Inteligência fértil fundou ‘A Ordem’ (órgão do Grêmio Literário Pedro Velho), redigiu ‘A Imprensa’ e foi ainda diretor e redator de ‘A República’.

Em 1930, eclodindo a Revolução, afastou-se do Rio Grande do Norte, fixando-se no Rio de Janeiro, onde adquiriu “um colégio a beira da falência, no Méier, transformando-o, graças à sua vocação e operosidade, num dos melhores estabelecimentos de ensino médio da época: O Colégio Metropolitano”. Intelectual de escrupulosa honestidade escreveu diversos artigos históricos, realizou várias conferências e durante muito militou na imprensa carioca.

Sócio correspondente do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte pertenceu à Academia Norte-Riograndense de Letras, onde ocupou a cadeira número um, que tem como patrono o Padre Miguelinho, da qual foi seu fundador. Faleceu no Rio de Janeiro, no dia 17 de outubro de 1952. Publicou o livro ‘História de Nísia Floresta’, além dos seguintes estudos: ‘História da Revolução de 1817 no Rio Grande do Norte’, ‘O Culto de baraúna’, ‘O Rio Grande do Norte na Guerra do Paraguai’, ‘Câmara e Miranda Henriques’, ‘D. Manoel de Assis Mascarenhas’, ‘O Padre João Manoel’, ‘O Último Senador do Império pelo Rio Grande do Norte’, ‘Amaro Cavalcanti’, ‘Henrique Castriciano’ e ‘Serões Genealógicos’.

De sua pena, postumamente foram publicados os livros ‘Como Caiu a República Velha no Rio Grande do Norte’ e ‘Diversos e Dispersos’ (2000). Este último reúne alguns dos estudos acima citados. Era casado com a senhora Wanda Zaremba, de ascendência polonesa, de cuja união nasceram dois filhos: Mário e Henrique.


Continua...

Enviado pelo pesquisador: 
José Edilson de Albuquerque Guimarães Segundo - Mossoró-RN

quinta-feira, 9 de maio de 2013

REVERENCIA​NDO E REFERENCIA​NDO OBRA E AUTOR.


 Por: Archimedes Marques

Voltar a prefaciar um livro do escritor paraibano, José Romero Araújo Cardoso, para mim é uma honrosa incumbência, pois além de estar reverenciando uma grande obra, também estou ao mesmo tempo referenciando um verdadeiro homem na expressão da palavra, além de culto, ícone inconteste da densidade e da maturidade acadêmica, um homem que pela sua história de vida, dentre os tantos percalços, pedras e espinhos na sua caminhada, sempre se faz vitorioso.
          
A presente obra literária como um todo, composta de textos diversos, trata-se de abordagens consistentes, substanciais e, por que não dizer, textos vivos (como sugere o título do livro), acerca de assuntos históricos e populares não repetitivos e cansativos, muito pelo contrário, contados com a maestria própria daqueles que nasceram para a imortalidade cultural, embora entenda o autor, seja a sua obra uma modesta contribuição para o debate. Discípulo da formação humanística, pacificadora, mas também guerreira própria dos grandes homens nascidos nas terras nordestinas, Romero Cardoso, neste livro, transita com destreza em áreas interdisciplinares como a História Contemporânea Mundial ingressando, assim, na questão da sua Globalização, revivendo posteriormente a questão inicial da dolorosa tragédia no Cone Sul ocorrida no Chile, entretanto, seu pico maior em tais escritas e interpretações ora abalizadas, está na área dos eternos e constantes problemas da seca e do sertão nordestino brasileiro, em vários dos seus aspectos, lendas e fatos vividos e vivenciados pelos seus bravos componentes, suas alegrias e tristezas, em destaque para o sofrimento desse povo, principalmente quando exalta o grande escritor Josué de Castro no cenário do Nordeste brasileiro com excelentes artigos pertinentes à sua valorosa obra “Geografia da Fome”. O leitor dotado de observação sutil não deixará de perceber sua capacidade magistral de retratista da paisagem humana e social do povo sertanejo ao sofrer todas as agruras de uma época mais remota até a atual.

          
Misto de escritor, professor, pesquisador, estudioso e empreendedor, Romero Cardoso, consegue transmitir às páginas de seu livro o entusiasmo e o gênio que se fazem necessários em todas as áreas das suas escritas. Detentor de grande capacidade criativa, interpretativa e de inteligência aguçada que alia teoria com operacionalidade até mesmo investigativa com diversas e importantes entrevistas para excelentes conteúdos culturais, o autor é extremamente feliz nas abordagens dos temas relacionados aos seus textos, pautando-se por um mesclado de abstração em pequena parte deles e realidade na sua grande maioria, mas, ao mesmo tempo, sem perder de vista sua aplicação prática no labor passado, presente e futuro, desempenhando também seu sentido vital no cotidiano de nossa gente.
          
A contextura da obra traz à baila discussões oportunas, pertinentes e necessárias gerando uma ampla compreensão ao leitor, por mais leigo que seja, visto ser patente que intrínseca e simetricamente o autor designa na maioria dos textos como pontos de apoio à verdadeira história, sem invencionices ou extravagâncias, mas contadas a seu modo, um modo gostoso de ler.
          
Passear na região de Patú e suas cercanias, no Rio Grande do Norte, junto com o protetor dos fracos e oprimidos, o cangaceiro gentlemam Jesuíno Brilhante, é reviver momentos brilhantes dentro de uma época de extrema seca no mundo dos considerados “coronéis” que se achavam donos do poder e do povo, verdadeiros “semideuses” na então “vida de gado” do sertanejo tão morto de sede quanto de fome, tão sedento de justiça quanto faminto por direitos.
          
Analisar e vivenciar a literatura de cordel em defesa do lado bom do nordeste é algo gratificante. Melhor entender desse gênero literário popular escrito freqüentemente na forma rimada, originado em relatos orais e impresso em folhetos pelos poetas e escritores do meio do povo, além de gratificante é emocionante, principalmente quando ainda vemos em feiras livres das pequenas cidades do interior esses poetas recitarem tais versos de forma melodiosa e cadenciada, por vezes acompanhados de viola. São os nossos grandes e humildes poetas populares também raízes da nossa cultura. Em resumo, é tudo isso e muito mais que o autor pretende incutir quando do texto relacionado à importância do cordel em sala de aula.     

   
Tomar conhecimento da lenda do Poço Feio para saber que, de geração a geração, o povo entende que em noites de lua cheia uma linda e fogosa mulher encantada atrai e afoga os homens que se atrevem a banhar-se naquelas águas é algo encantador, faz parte da cultura imaginativa do nosso povo, dos mistérios da crença popular.
          
Viajar de volta ao passado, em espécie de túnel do tempo, para melhor conhecer a linda e estonteante Cabocla Maringá e seus amores arrebatadores, é um verdadeiro deslumbre que faz bem aos olhos, mente e coração até mesmo do leitor mais cético que seja.
          
Seguir sertão adentro, nas terras áridas, no rastro das alpercatas de Virgulino Ferreira da Silva, o poderoso bandoleiro Lampião, símbolo de coragem e determinação de um povo tão sofrido quanto orgulhoso, saber de maiores detalhes sobre a sua vida, sua biografia, algumas das suas andanças, sua vingança contra o “Coronel” Zé Pereira - antes seu protetor - é sem dúvida viver um tempo de verdadeiros cabras-machos.
          
Melhor saber sobre a entrada de Sabino das Abóboras para o cangaço, sobre a história inusitada e corajosa do cangaceiro Meia Noite e o fogo da casa de farinha do sítio Tataíra, assim como sobre o covarde trucidamento de Jararaca em Mossoró, faz qualquer leitor imaginar a época de sangue e lágrimas que viveram os nossos antepassados. A história cangaceira é muito rica e é enriquecida mais ainda quando é contada por um grande pesquisador como Romero Cardoso.
          
Comprovando que Romero Cardoso é um estudioso e grande pesquisador do tema cangaço, no ano de 1998, fora convidado a escrever a introdução na produção fac-similar à edição de 1926, da obra “Lampeão Sua História”, do escritor paraibano Érico de Almeida, ou seja, um dos livros pioneiros relacionado a esse assunto. Como bem disse o próprio autor introdutor: “Reeditá-la significa, antes de tudo, resgatar uma preciosidade da nossa historiografia esquecida nas brumas do tempo”. E tem toda razão o autor com tal assertiva.
          
Ainda dentro desse prisma, relacionado ao tempo do cangaço de Lampião, o quão faz bem ler sobre o fotografo e cinegrafista Benjamim Abraão Botto que deixou gravado na história as tantas imagens dos cangaceiros, provas inequívocas dos seus gostos, usos e costumes.
          
Espetacular também é reviver e vivenciar a linda história de amor entre Xanduzinha e Marcolino Pereira Diniz (protetor de Lampião) ocorrida entre as batalhas da época, casal imortalizado através da arte musical do grande e inigualável Luiz Gonzaga, nosso eterno Rei do Baião, por sinal também dos mais exaltados pelo autor, com honras e méritos, noutros textos da presente obra que canta e encanta todo e qualquer leitor. Aliás, nada poderia ser diferente partindo das escritas de Romero Cardoso, pois o grande homem de Exu, dos mais importantes pernambucanos da história, Luiz “Lua” Gonzaga do Nascimento, a maior personalidade musical que o Nordeste brasileiro deu para o mundo, cantou alegrias, cantou tristezas, chorou o choro dos mais necessitados, aboiou junto com os vaqueiros, idolatrou e penou os seus amores perdidos, amou os seus familiares e amigos, denunciou as injustiças dos homens, louvou a devoção aos Santos (em especial a São João), exaltou o fenômeno “Padinho Ciço” do nosso povo crente e carente e, de uma maneira toda especial e somente sua narrou em embutidas lágrimas o triste problema da seca dos nossos sertões que se arrasta a passos curtos por anos a fio sem solução governamental, com programas ineficientes que ganharam até a nomenclatura de “Indústria da Seca”. Suas imortalizadas canções que rodam o mundo comportam a essência mais autêntica de que realmente viveu aquilo que cantou, por isso nos encantou, por isso também continua encantando os mais jovens. Sua vida era sua obra e sua obra foi eternizada no seu ofício de louvar a vida do seu povo de uma maneira simples, direta e verdadeira, dizendo aquilo que por experiência carregava na memória e perpetuava no que cantava. Sem dúvida de todos os verdadeiros nordestinos, a sua obra é nossa eterna adoração musical que com certeza sobreviverá sem fim.
          
Relacionado à questão da chamada “Indústria da Seca” anteriormente citada, que de uma maneira indireta, ou quase direta, é pauta também de alguns textos da presente obra, o dito fator artificial tem sido o modelo utilizado pelos políticos há décadas no Nordeste - desde o tempo do Império para ser mais preciso - cujos atos de corrupção tem como causa a incompetência, a leniência e o descaso principalmente do governo federal passando também pelo crivo dos governos estaduais, sem esquecer a inércia do próprio Poder Judiciário, que diante dos desmandos e desvios de verbas públicas, bem como da sua utilização para servir de moeda de troca eleitoral, tem ceifado vidas de crianças, adultos, idosos e animais, aniquilado famílias, arrasado plantações, sendo a principal causa do êxodo rural dos nossos sertanejos que terminam por virar marginais nas favelas dos grandes centros.
          
Em análise ao teor de mais dois artigos da obra em pauta, em tempos de relações líquidas e efêmeras vividas pelo povo sertanejo, ao sofrer a violência da natureza, dos cangaceiros e do próprio Estado via das já citadas más ações governamentais, bem como das arbitrariedades e crimes praticados pela polícia volante - que em tese seria sua protetora - o autor também se preocupou em mostrar o outro lado da moeda através das narrativas muito bem pesquisadas, arquitetadas e montadas relacionadas aos textos sobre os Coronéis Manuel Benício e Manuel Arruda de Assis, este último em entrevista pessoal falando sobre os métodos de sangramento utilizados tanto pelos cangaceiros quanto pelas volantes, ou seja, comprovando que a polícia e o bandido estavam sempre no mesmo patamar.
          
O autor vislumbra outros textos não menos importantes a respeito de Leandro Gomes de Barros; do navegador João de Calais; dos Tropeiros de Borborema; sobre a região de Mossoró que hoje é a sua morada e terra amada, questões diversas ligadas a esse município como a caprinovinocultura em assentamentos rurais, a bem pensada e merecida exaltação às parteiras tradicionais, em especial, à parteira das mulheres pobres da localidade, Senhora Maria Joaquina de Souza, pessoa que merece os aplausos de todos os brasileiros; também sobre a importância da Cera de Carnaúba na economia regional dos seus cultivadores e produtores.
          
De volta ao passado, o autor passeia galhardamente com artigos pertinentes a personalidades como João Pessoa, Gilberto Freyre, Delmiro Gouveia, Ariano Suassuna, dentre outros nomes não menos expressivos que emergem e imergem nas suas concatenadas escritas; bem discorre sobre Vingt-Um Rosado e sua batalha em defesa da pesquisa de petróleo na Bacia Potiguar; analisa a insurreição de Princesa, então liderada pelo “Coronel” Zé Pereira; entra no mérito do boom econômico nordestino depois da primeira Guerra Mundial. Tudo em comprovação de que o seu conhecimento é vasto e muito bem pesquisado, também um grande e exímio professor.
          
Pode-se destacar, ainda, a relevância da preocupação do Romero Cardoso que em consonância com sua trajetória de excelente professor e pesquisador, debruça-se em rápidas e excelentes pinceladas de cores vivas sobre as questões controversas relacionadas ao Padre Cícero Romão Batista, assim como também sobre Canudos, a guerra desumana e cruel quando verdadeiros exércitos federais dizimaram os comandados de Antonio Conselheiro. Nesses termos o leitor também pode apreciar a história do bravo Pajeú, que sem dúvida foi o maior estrategista da resistência de Canudos, então transformada em ruínas e cinzas pelos vencedores, se é que houve vitoriosos, vez que foi uma guerra totalmente desigual e desproporcional entre grandes exércitos bem treinados, bem armados e municiados, com fuzis, canhões e tudo mais, contra pessoas do povo com armamento obsoleto, muitos armados com enxadas, foices, facas, facões e até paus e pedras.
          
Enfim, o livro oferece ao leitor um relato das vicissitudes dessa viagem ora denominada de textos vivos e reverenciados, textos conscientes de seu próprio valor, textos que certeza tenho terão a anuência de todos, pois retratam acima de tudo a alma do autor, põem em devido relevo o ser sertanejo, o ser nordestino, o ser cabra-macho, não somente por ter nascido, crescido, amadurecido e continuar morando nesse rincão brasileiro, mas principalmente por possuir as qualidades da inteligência arguta, hospitalidade franciscana e valentia obstinada, um imortal na arte das letras.
          
Ao finalizar, conclamo a todos procederem à leitura de obra tão valorosa, culminância de um trabalho de pesquisa de anos a fio dedicados pelo autor em artigos separados com publicações imediatas ou periódicas em inúmeros sites, blogs, portais, jornais impressos e revistas e, agora organizados em livro pela consagrada Escritora, Professora e Doutora em Filologia Românica, Marinalva Freire da Silva.

Aracaju, 25 de março de 2013

Archimedes Marques

Delegado de Polícia em Sergipe e Escritor.

Enviado pelo professor e pesquisador do cangaço: Romero Cardoso

 http://blogdomendesemendes.blogspot.com

Luiz Gonzaga e Jorge Amado: Dois grandiosos artistas brasileiro​s são homenagead​os pela Revista COFI

Por: João de Sousa Lima

A Revista COFI - Correio Filatélico homenageou Luiz Gonzaga e Jorge Amado. Os dois artistas que comemoram 100 anos de nascido em 2013 foram eternizados em selos e a revista trouxe reportagens sobre os dois. Luiz Gonzaga foi capa da revista em desenho que foi vinculado em selo.


O centenário do rei do Baião nas páginas da COFI.


Daniel Gonzaga, neto do Rei do Baião, deixou um excelente texto sobre o incomparável sanfoneiro.


Mais uma das páginas da Revista COFI.


O lançamento do selo como referência.


O selo em comemoração ao centenário de Luiz Gonzaga.


Selo em homenagem ao centenário de Jorge Amado, um dos maiores e mais famosos escritores do Brasil.


Jorge Amado em destaque na Revista COFI. --


Postado por João de Sousa Lima no João de Sousa Lima em 5/09/2013 09:49:00 AM

Enviado pelo escritor e pesquisador do cangaço João de Sousa Lima

http://blogdomendesemendes.blogspot.com