Por José Mendes Pereira
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segunda-feira, 18 de março de 2024
COMERCIANTE HORÁCIO DUARTE.
O CANGACEIRO CHÁ PRETO
O cangaceiro Chá Preto erroneamente identificado pelo jornal A Tarde(BA) como Volta Seca. Essa foto estava em uma reportagem sobre a fuga de Volta Seca. Não consegui encontrar a data, mas as suas duas fugas da prisão aconteceram em 1944 e 1947.
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MEMÓRIAS DO CANGAÇO
Por Guilherme Velame Wenzinger
Fotografia
mostra a gravação de "Memória do Cangaço", de Paulo Gil Soares. Vê-se
logo a frente, todo de branco e com chapéu na cabeça, o Ten. Zé Rufino. Na
porta da casa, vestindo um vestido preto está Otília, mulher do cangaceiro
Mariano, morto por Zé Rufino. Essa mulher muito sofreu na mão da volante.
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"UM VERSINHO"
Por Raimundo Lucas
LIVRO
Por Helcimar Barbosa Palhano.
Em março está chegando nas ruas. Você conhece Lampião, Maria Bonita, Corisco e Dada. Mas conhece Salustiana? Susserana? Azulão? Arrebenta Cavalo? Quebra-queixo? E o Coroné Agripino? Coroné Pedro Valente? Coroné Amâncio? Pois é... uma nova versão do Cangaço pós Lampião. Uma ficção de dar nó na cabeça de quem já conhece o cangaço e uma leitura a mexer com o imaginário de quem não conhece. Se você me perguntar de onde eu tirei tanta estória só posso recorrer a Ariano Suassuna:
" Não sei, só sei que foi assim".
Aguardem... em março o livro tá na rua.
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LIVRO
Por José Irari
Excelente livro, reeditado pelo professor Adriano Carvalho Duarte...adquirir via professor Francisco Pereira Lima. Livros são excelentes companheiros.
LIVRO
Por José Bezerra Lima Irmão
Diletos amigos estudiosos da saga do Cangaço.
Nos onze anos que passei pesquisando para escrever “Lampião – a Raposa das Caatingas” (que já está na 4ª edição), colhi muitas informações sobre a rica história do Nordeste. Concebi então a ideia de produzir uma trilogia que denominei NORDESTE – A TERRA DO ESPINHO.
Completando a trilogia, depois da “Raposa das Caatingas”, acabo de publicar duas obras: “Fatos Assombrosos da Recente História do Nordeste” e “Capítulos da História do Nordeste”.
Na segunda obra – Fatos Assombrosos da Recente História do Nordeste –, sistematizei, na ordem temporal dos fatos, as arrepiantes lutas de famílias, envolvendo Montes, Feitosas e Carcarás, da zona dos Inhamuns; Melos e Mourões, das faldas da Serra da Ibiapaba; Brilhantes e Limões, de Patu e Camucá; Dantas, Cavalcanti, Nóbregas e Batistas, da Serra do Teixeira; Pereiras e Carvalhos, do médio Pajeú; Arrudas e Paulinos, do Vale do Cariri; Souza Ferraz e Novaes, de Floresta do Navio; Pereiras, Barbosas, Lúcios e Marques, os sanhudos de Arapiraca; Peixotos e Maltas, de Mata Grande; Omenas e Calheiros, de Maceió.
Reservei um capítulo para narrar a saga de Delmiro Gouveia, o coronel empreendedor, e seu enigmático assassinato.
Narro as proezas cruentas dos Mendes, de Palmeira dos Índios, e de Elísio Maia, o último coronel de Alagoas.
A obra contempla ainda outros episódios tenebrosos ocorridos em Alagoas, incluindo a morte do Beato Franciscano, a Chacina de Tapera, o misterioso assassinato de Paulo César Farias e a Chacina da Gruta, tendo como principal vítima a deputada Ceci Cunha.
Narra as dolorosas pendengas entre pessedistas e udenistas em Itabaiana, no agreste sergipano; as façanhas dos pistoleiros Floro Novaes, Valderedo, Chapéu de Couro e Pititó; a rocambolesca crônica de Floro Calheiros, o “Ricardo Alagoano”, misto de comerciante, agiota, pecuarista e agenciador de pistoleiros.
......................
Completo a trilogia com Capítulos da História do Nordeste, em que busco resgatar fatos que a história oficial não conta ou conta pela metade. O livro conta a história do Nordeste desde o “descobrimento” do Brasil; a conquista da terra pelo colonizador português; o Quilombo dos Palmares.
Faz um relato minucioso e profundo dos episódios ocorridos durante as duas Invasões Holandesas, praticamente dia a dia, mês a mês.
Trata dos movimentos nativistas: a Revolta dos Beckman; a Guerra dos Mascates; os Motins do Maneta; a Revolta dos Alfaiates; a Conspiração dos Suassunas.
Descreve em alentados capítulos a Revolução Pernambucana de 1817; as Guerras da Independência, que culminaram com o episódio do 2 de Julho, quando o Brasil de fato se tornou independente; a Confederação do Equador; a Revolução Praieira; o Ronco da Abelha; a Revolta dos Quebra-Quilos; a Sabinada; a Balaiada; a Revolta de Princesa (do coronel Zé Pereira),
Tem capítulo sobre o Padre Cícero, Antônio Conselheiro e a Guerra de Canudos, o episódio da Pedra Bonita (Pedra do Reino), Caldeirão do Beato José Lourenço, o Massacre de Pau de Colher.
A Intentona Comunista. A Sedição de Porto Calvo.
As Revoltas Tenentistas.
Quem tiver interesse nesses trabalhos, por favor peça ao Professor Pereira – ZAP (83)9911-8286. Eu gosto de escrever, mas não sei vender meus livros. Se pudesse dava todos de graça aos amigos...
Vejam aí as capas dos três livros:

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LAMPIÃO CRUEL DECRETA O TERROR EM ALAGOAS
Por No Rastro do Cangaço
domingo, 17 de março de 2024
SÍTIO PASSAGEM DAS PEDRAS.
Por Marcelo Felipe Sampaio.
No sítio Passagens das Pedras, local de nascimento de Lampião em Serra Talhada - PE. Numa das diárias de Acordo com Lampião? Só na Boca Do Fuzil! Que vai estrear no Cine Belas - Artes - SP - dia 14 de Abril às 12:30. Esperamos todos lá.
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GERÔNCIO GOMES CALAÇA.
Guilherme Velame Wenzinger
Foto do soldado Gerôncio Calaça já em idade avançada. Gerôncio Gomes Calaça foi o homem que alvejou mortalmente o cangaceiro Manoel Vitor, fato ocorrido na região de Tacaratu(PE), no início de Setembro de 1937.
Na outra foto estão, da esquerda
para direita: Soldado Toinho Rocha, cadáver de Manoel Vitor e o soldado
Gerôncio Calaça, então com 26 anos de idade.
Acervo:
Gerôncio Calaça Filho.
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A MORTE DA CANGACEIRA DELMIRA MULHER DO TEMIDO CALAIS CABRA DE LAMPIÃO
UMA CANTORIA AO RELENTO LAVA A ALMA DE QUALQUER SER HUMANO.
Por José Mendes Pereira
Moça da roça - José
Maurílio - Canta: José Di Rosa Maria e Thalisson Soares.
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DOMINGOS TOMAZ SE FOI...,há alguns anos...
Por José Di Rosa Maria
Pelo poeta Thalisson Soares. Eu nem lembrava mais. (Eu ainda era José Ribamar Alves).
DOADORES DO PATRIMÔNIO DE SÃO JOSÉ DO BELMONTE
sábado, 16 de março de 2024
A EX-CANGACEIRA LÍDIA NÃO DEIXOU REGISTRO FOTOGRÁFICO.
Por Helton Araújo
Lembre-se que a cangaceira Lídia não deixou foto. Esta era sua irmã.
Até hoje paira
sobre nós a dúvida com relação a figura da cangaceira Lídia, que ganhou a fama
de ter sido a mais bela entre todas as cangaceiras. Obviamente não temos
registros fotográficos de Lídia e essa ideia sobre sua aparência física ganhou
fama folclórica no meio do estudo do cangaço.
Sendo assim,
diante desse quadro, decidi usar uma foto da irmã de Lídia em sua juventude,
que se chamava Francelina e editei usando um aplicativo de inteligência
artificial. Claro que não podemos comparar com Lídia, pois como já dito, não
temos fotos da mesma, porém com uma imagem melhorada podemos dar nossas
opiniões sobre aparência de sua irmã, que dizem ter bastante dos traços da
cangaceira Lídia, morta em 1934, por seu companheiro Zé Baiano, após descoberta
de um caso de traição.
E aí, o que
acharam da irmã de Lídia? De fato era bela?
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PROGRAMAÇÃO OFICIAL CARIRI CANGAÇO AFOGADOS DA INGAZEIRA
Por Manoel Severo Barbosa





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