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quarta-feira, 12 de agosto de 2026

UMA HISTÓRIA DE TRAIÇÕES PARA OS MEUS LEITORES E LEITORAS APRECIAREM.

Por José Mendes Pereira

Imagem apenas como ilustração

Marília Pascoal Lira de Souza nasceu no amado chão mossoroense, filha de Adailton Gomes de Souza e Esterlina Pascoal Lira de Souza. Apesar de ser de classe baixa aos cinco anos de idade foi matriculada em uma escolinha destinada para filhos de pessoas de classe alta. Desde que começou a tomar conhecimento das coisas do mundo Marília percebeu que a sua mãe não respeitava o seu amado pai. Quase todos os dias, quando o Adailton saía para trabalhar, e eles, filhos, estavam na escola, Esterlina, convidava um dos seus amantes, e lá no seu quarto, sozinhos, faziam a festa de traição. Mas como ainda criancinha, era obrigada engolir aquilo, sem querer enfrentar para cobrar da mãe o respeito como mulher.
Mas aos 12 anos de idade, não deu mais para Marília sustentar a barra e, vez por outra, já enfrentava a mãe, exigindo dela o respeito conjugal com o seu pai, o que ela fazia, tornara-se ridículo para a sociedade, eles, para o inocente pai, e muito mais para ela. Como feminina e casada, tinha obrigação de respeitar o esposo e a si mesma. Mas a dona Esterlina não tinha compromisso com a responsabilidade conjugal. Para ela ,Marido era apenas uma pessoa encarregada de colocar comida em casa, comprar roupas, pagar papel de luz e água, enfim, pagar todas as contas que aparecesse no decorrer do mês como se fosse um burro de carga.

https://www.google.com/search? - Imagem apenas como ilustração
Marília tinha mais dois irmãos. O Jorge Pascoal (o Jorgito), como o chamavam, sendo o mais velho de 16 anos. O Paulo Pascoal com 15 anos apenas. Vendo o desrespeito da mãe, Marília começou incentivar os irmãos para tentar interromper aquele desrespeito da mãe contra o seu pai. Ela e eles já viviam de cabisbaixas no meio da vizinhança, todos já tinham tomado conhecimento e viam as marmotas praticadas por ela, isto é, a infidelidade da mãe contra o pai, dentro do seu próprio lar.

Certo dia, pela manhã, Marília sem receio, fortemente discutiu com ela e, até a ameaçou de contar tudo ao pai o que ela fazia, caso continuasse com o escandaloso aduterismo. Mas a mãe nem se importou com que dissera a filha Marília, sabia muito bem que o esposo não passava de um verdadeiro bobão. Tinha muita confiança nela, e jamais iria acreditar nela, ou nos outros dois irmãos. Marília bem decepcionada com a mãe que tinha, disse-lhe:
- Você nem imagina a vergonha que meus irmãos e eu temos de você, em sabermos que a nossa mãe é uma prostituta das mais vagabundas que existem.
A mãe não gostando da maneira como ela frisou as palavras contra si, tentou repreendê-la:
- Você me respeite que sou sua mãe! E não admito que venha...
- Se você prestasse eu não diria - atalhou Marília – mulher do seu tipo é mais vagabunda do que se espera. A partir de hoje você deixou de ser minha mãe, aliás, nossa mãe, meus irmãos e eu temos vergonha do seu ridículo comportamento. Aqui no bairro a gente só anda de cabisbaixa por causa do seu desrespeito com papai. Sua Infiel!
No dia que debutou, Marília promoveu a sua festa, juntamente com as colegas, e não quis a presença da mãe em seu maior desejo, de comemorar o seu dia de debutante com as amigas. Mas no momento em que se divertiam, a mãe entrou com um bolo de alto custo, e vinha caminhando para pô-lo sobre a mesa onde estavam os bolos programados por Marília para a recepção. Ao vê-la chegando com o bolo em mãos, fingiu recebê-lo, e assim que se apoderou dele, jogou na cara da mãe, a expulsando do recinto. A debutante tinha criado uma espécie de nojo da mãe.
Mas não precisou que ela e os dois irmãos contassem ao pai, o pouco respeito que tinha a sua esposa, porque, posteriormente, ele tomou conhecimento que ela mantinha relacionamentos extraconjugais. Enfurecido, Adailton obrigou-a confirmar as suas traições, colocando um revólver em seu ouvido. Assim que ela o confessou, não teve coragem de apertar o gatilho da arma, e de imediato, entregou a arma a ela e exigiu que o matasse. Mas se ele que era o único prejudicado não apertou o gatilho para matá-la, por que ela tinha que o matar? E o devolvendo a arma, ela entrou no quarto e se trancou.

https://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2015/05/homens-pagam-r-3-por-mes-para-jogar-dama-e-domino-em-sobradinho.html - Imagem apenas como ilustração

Lá, Esterlina pôs-se a pensar e depois se perguntando: Por que trouxera aquela sina de trair o seu marido? Um homem bom para ela e para os três filhos. Tudo que ele ganhava em seu trabalho era entregue em suas mão para fazer o que bem entendesse. E por que o traía? Só saía sozinho para ir à casa de um amigo ou jogar dominó, no bar do Rocha, e lá, todas as paradas eram valendo, mas um valor insignificante que não fazia falta em sua casa.
Ao entardecer, quando deu sinal de viva, o esposo já estava em casa e jogou-lhe o pedido de perdão, prometendo-lhe que se ele deixasse de falar o acontecido, ela não mais o trairia. Iria ser a sua esposa para sempre.
Mesmo decepcionado, Adailton aceitou o pedido, e continuou dentro de casa como se o casamento estivesse caminhando muito bem. Ele já sabia de tudo e a partir daquele dia, ela o prometera que iria ser fiel, e não o trairia mais de jeito nenhum. As coisas andavam bem. Adailton no trabalho, tinha certeza que ela estava cumprindo o que lhe prometera.
Não era um casal que dissesse, que felicidade! Mas aparentemente, não deixava transparecer o ódio do marido. Ele fingia que tudo corria muito bem, só para não deixar os três filhos infelizes.
Meses depois, mesmo tendo sido traído pelo seu cônjuge, Adailton estava mais ou menos se sentindo feliz, porque a esposa nunca mais tinha faltado com o respeito. Saía quando precisava e vinha na hora certa, sem nenhum desvio de caminho para praticar adulterismo contra ele. Mas mesmo ela conservando o respeito, vez por outra, sempre ele tentava acompanhar os seus passos em segredo. No trabalho, o Adailton fazia planos para manter o casamento firme e principalmente, cuidar da formação educacional dos três filhos que muito o estimavam.
Marília já se pusera moça formosa, e já tinha feito a sua festa de debutante. Uma mocinha atraente e de bom comportamento, e ainda não dava a mínima atenção aos seus pretendentes que enfileirados passavam de 10. Só iria amar um jovem para se casar após os 25 anos de idade, quando a sua cabeça estivesse feita por completa. Não queria escolher qualquer um, só aquele que o seu coração desejasse. Não iria casar só por casar, para fazer o que a sua mãe fazia com o seu pai, traindo-o quando ele estava nos afazeres da empresa que tinha carta assinada e com todos os direitos protegidos pela CLT. Era jovenzinha, mas a sua formação de feminina, de caráter e de futura mulher, trouxera do berço. Jamais iria decepcionar o seu futuro cônjuge.
O Jorge, o filho mais velho do casal, já estava pronto para o trabalho, e até desejava ser no futuro um policial admirado dentro e fora da corporação. Profissão que o pai sempre batia nesta tecla, que ser policial era um risco de vida, e tinha tido alguns amigos que foram embora desta vida muito cedo, assassinados por bandidos, enquanto tentavam cuidar da população. Muito bonito o uniforme da polícia, mas aquele ofício era um caminho para a morte. Policial sai de casa para o trabalho, mas não sabe se vai voltar com vida.

https://almapreta.com.br/sessao/cotidiano/envolvido-operacao-escudo-policial-da-rota-tem-historico-execucoes/ - Imagem apenas como ilustração
O Jorge já estava preste a concluir o 2º. grau, e caso não fosse usar o uniforme policial, tentaria ser músico, uma das profissões que guardava em sua mente como segunda opção. Já tinha uma namorada fixa, aliás, a primeira em toda sua vida de jovem, e andava em sua casa duas vezes por semana, e sempre fora bem recebido pelos seus pais e familiares. Tivera contatos, não namoro, com outras donzelas, mas não chegou a sentir amor por nenhuma delas. Mas era um jovem tímido, e a causa desta timidez, nascera quando tomou conhecimento do desrespeito da mãe, quando manchara a honra do seu pai.

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O Paulo de 15 anos ainda não havia namorado porque dedicara-se totalmente aos estudos. Queria ser alguém na vida, e namoro é um passo para o jovem deixar de pensar nos seus ideais. Sabia que um dia teria que colocar uma donzela no seu caminho, ou aliás, na sua companhia, mas por enquanto não, e temia herdar algo do pai em relação a amor, quando fora traído pela sua mãe. E não tinha certeza se suportaria ou não, se caso um dia soubesse que a sua esposa estava o traindo. O mais correto seria, por enquanto, não se preocupar com namoro de forma alguma.
Apesar dos pesares, vendo o bom compotamento da mãe, os filhos entraram em acordo que, precisavam analisar e perdoarem o que antes ela tinha feito com o seu pai, e era preciso urgente, uma aproximação dos três, isto é, tentarem reconquistá-la, porque só assim, fariam o pai ficar mais feliz ainda. Viam que todas as tardinhas, quando ele chegava do seu emprego e falava com eles, o sorriso elastecido na face era do canto da boca ao outro. Então, reconquistá-la era preciso, e sem demora, para que a felicidade do pai ficasse implantada em seu rosto. Se ele estava feliz, eles também estariam.
Os dias foram se passando e na certeza que a sua esposa não mais estava o traindo, o Adailton deixou-a a vontade. Depois de tudo que acontecera, agora era preciso manter uma espécie de confiança, já que ela o prometera que não o trairia mais. E a partir dali, o Adailton não mais pegava no seu pé, e ela podia ir para onde quisesse, praias, choppins, churrascarias etc, mas numa condição: amantes que tivera antes, jamais poderiam estar em sua companhia, ao seu redor, isto pensava o Adailton sem nunca ter falado para ela. Assim como ele que saía de casa a hora que desejava igualmente o retorno, porque ela tinha que ficar ali presa, como se fosse um pássaro engaiolado só comento e bebendo? Se ele tinha direito a amigos a Esterlina também tinha direito de ter as suas amigas.
Mas mulher quando perde o seu respeito de fiel, é difícil de se acreditar mais. O Adailton sabia demais que a mulher tem três sentidos e o homem tem cinco. A mulher faz, diz a sua amiga, e quando a amiga conta para sua amiga, ela nega com todas letras. Já o homem é totalmente diferente e perde para a mulher, porque os cinco sentidos que ele tem, dois são errados e os outros três últimos são perdidos. Então, a mulher é sempre a beneficiada e poderosa.
Assim que o Adailton abriu espaço para liberá-la confiando e desconfiando ao mesmo tempo, a Esterlina começou a querer voltar aos velhos tempos de traição. Agora não era mais aqueles amantes de antes que os levava para casa, e lá, praticava o adulterismo contra o seu marido. e sim, jovens com mais ou menos de 20 a 25 anos. O salto para o outro galho é que, saindo com eles, acreditava que se caso o Adailton o visse com algum rapaz desta idade, jamais iria pensar que ela estava de caso com jovem que tinha idade para ser seu filho.
Certo dia, já ao entardecer, em uma rua que passava todos os dias quando ia e vinha do trabalho, o Adailton percebeu que uma mulher tendo os traços e uniformes da Esterlina, seguia à frente acompanhada com um jovem. Ele acelerou o carro para chegar mais rápido, fazendo uma espécie de corte para alcançá-la, e ver se na verdade era ela. Naquele dia, ele se enganara. Não era a Esterlina, e pôs-se a pedir perdão a Deus, porque estava blasfemando contra a sua companheira.
O casal continuava bem, mas o Adailton sempre estava sentindo que uma pulga cochichava em seu ouvido, que Esterlina não estava cumprindo o que lhe prometera que não mais o trairia. Mas enquanto não visse sua infidelidade, não tinha como reclamar dela. O certo era aguardar sem falar nada. Suspeitava, mas por enquanto, para isso, os seus olhos estavam totalmente cegos, só a sua mente que não queria ficar quieta.
A Marília e os dois irmãos já suspeitavam que a mãe havia voltado ao velho e vergonhoso tempo passado, porque, certo dia, quando eles pegaram um táxi que vinham de um Shopping, viram a mãe em uma rua que não era do costume nem dela e nem deles passarem por lá. Ela vinha acompanhada de um jovem de pouca idade. Mas ao chegarem em casa, ficaram aguardando a chegada da Esterlina. E assim que ela pôs os pés dentro de casa, os três filhos se revoltaram contra ela, usando as mais baixas palavras para ela. Vendo o desconforto entre os filhos, ajoelhou-se diante deles ,pedindo perdão pelo seu mal comportamento. Mas eles não a perdoaram de forma alguma.
A confusão só terminou quando o pai chegou em casa e ao entrar, nenhum deles teve coragem de repassar para o pai que a mãe havia voltado usar os seus escândalos contra ele. E ao cumprimentarem o pai, cada um tomou rumo para o seu quarto. Lá no quarto a Marília ficou encucando se contava ou não ao pai. Imaginou que se ela contasse e se ele a agredisse, poderia acontecer um assassinato.
Felizmente o pai quando chegou em casa não deu para saber o que significava aquela discussão. E de imediato, chamou a esposa e pediu o seu jantar. Ela foi às pressas fazer. Mas Esterlina estava meio cismada, temendo que a Marília contasse ao pai o seu desrespeito para com ele. E assim que pôs o jantar, convidou-o à mesa, e em seguida, foi ver um pouco alguns programas de televisão.

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Adailton não tinha muita certeza que a mulher estava quietinha, isto é, sem amores. E, nessa noite, os filhos saíram para a praça. Ele foi ao encontro dos amigos que ficavam em um bar para jogarem cartas e dominós. E enquanto eles se divertiam, a Esterlina fez convite a um dos seus amores jovens, que fosse até à sua casa, porque ela estava só. Quando os filhos saíam, demoravam bastante, passeando lá pela praça, igualmente o Adailton que permanecia por um bom tempo por lá.
O Adailton voltou logo, porque não encontrara no bar os amigos. Tinha havido um assalto, e o proprietário naquela noite resolveu fechar as portas do ambiente cedo.
A Esterlina não esperava que seu esposo chegaria cedo. E ao entrar, a viu sobre a sua cama em demasiados amores. O Adailton não suportando aquela cena, mandou que o jovem se levantasse, vestisse a roupa e fosse embora, mas a Esterlina ficaria deitada para pagar o seu feito. E arrastando o revólver, atirou a queima-roupa, deixando-a no meio de um lençol de sangue. Não deu nem tempo para a Esterlina pedir ao esposo traído o perdão. O Adailton foi preso, e sim, absolvido, pois Marília e os irmãos foram suas testemunhas de defesa, o que facilitou o processo.
Após alguns anos, o Jorge foi morar em outro Estado do Brasil, por lá incorporou-se na polícia militar, e nunca mais deu notícias para os seus familiares maternos, que ficaram todos contra eles, por terem ficado ao lado do pai. O Paulo obteve sucesso nos clubes de futebol. A Marília casou-se e teve filhos. Vivia de vendas ambulantes. O pai casou-se novamente, e foi muito feliz com a nova esposa.

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. 

E entenda que:

 "Perdoar é devolver ao outro o direito de ser bem feliz".

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morreu, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

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terça-feira, 11 de agosto de 2026

CACIQUE "PAI CAUÊ" VAI MORRER!

 Por José Mendes Pereira


Bem cedinho, antes da chegada do lençol que envolve o sol para acordá-lo, o pajé Yathagan da tribo indígena "Monxorós", saiu de oca em oca, comunicando a todos os índios que o cacique "Pai Cauê" amanhecera acamado. E com a triste notícia, todos os habitantes da aldeia se levantaram das suas iniguaçus, (redes grandes), aparentando formigueiro, quando incomodado com a presença de estranhos; e cuidaram de preparar um ritual em forma de pedido a seu Deus para levantar o cacique o quanto antes possível. 

Só como ilustração em nosso trabalho. São ídios Tupiniguins 
https://www.google.com/search?

O ritual foi feito ao redor da aldeia. Pai Cauê pouco conversava, porque sentia uma forte dor de cabeça e um aperto no coração. O pajé Yathagan ficou o tempo todo ao redor do cacique.

Lá pela tarde, o cacique deu sinal de melhora, e olhando para o pajé, disse-lhe:

- Cacique Pai Cauê quer pitar...

- Cacique Pai Cauê não deve pitar, atalhou o pajé Yathagan, está doente e poderá causar complicações piores.

- Mas cacique Pai Cauê quer pitar.

- Se o cacique Pai Cauê exige pitar, Cacique Pai Cauê vai pitar, mas pajé Yathagan não se responsabiliza por complicações que possam aparecer.

E pegando o cachimbo do cacique Pai Cauê colocou fumo, acendeu e o entregou para pitar. Cacique Pai Cauê pitou até matar o desejo de pitar.


O ritual lá por fora da aldeia continuava com todos os índios e índias, dançando e fazendo os seus pedidos ao superior, para que devolvesse a saúde do cacique Pai Cauê. Ao anoitecer, toda aldeia parou as atividades.

O dia seguinte o cacique Pai Cauê amanheceu com uma pequena melhora. Mas sem escrúpulo, disse ao pajé Yathagan:

- Cacique Pai Cauê quer comer carne de tamanduá assada.

- Carne de tamanduá cacique Pai Cauê, é carregada (no sentido de causar complicações) e poderá lhe fazer mal...

- É carregada, mas para casa. - Disse cacique Pai Cauê.

- Se cacique Pai Cauê deseja comer carne de tamanduá assada, cacique Pai Cauê vai comer, mas pajé Yathagan não se responsabiliza por complicações que possam aparecer.


Pajé Yathagan chamou os melhores caçadores e os mandou pegar um tamanduá pelas matas. Às pressas foram e voltaram com dois. E logo os tamanduás foram cuidados e assados nas brasas do fogão à lenha. Assim que um tamanduá foi assado, pajé Yathagan o recebeu para ser entregue ao cacique Pai Cauê, mas antes lhe disse:

- Cacique Pai Cauê vai comer a carne de tamanduá, mas pajé Yathagan não se responsabiliza por complicações que possam aparecer.

No dia seguinte vendo que pajé Yathagan estava fazendo as suas vontades, cacique Pai Cauê disse-lhe:

- Cacique Pai Cauê quer beijar, namorar e depois transar.

- Esta não, cacique Pai Cauê! É um dos piores pedidos para quem está doente. Mas se é isso que cacique Pai Cauê quer, cacique Pai Cauê vai beijar, namorar e transas, mas pajé Yathagan não se responsabiliza por complicações que possam aparecer.

E vendo Marinêz, a índia velha do próprio cacique Pai Cauê no meio da aldeia, Pajé Yathagan a chamou. E ao chegar, disse que cacique Pai Cauê queria beijar, namorar e transar. E lá se foi a índia velha do cacique Pai Cauê com o pajé Yathagan. Logo disse-lhe:

- Pajé Yathagan, trouxe uma índia para cacique Pai Cauê beijar, namorar e transar.

Assim que cacique Pai Cauê viu a sua velha índia, disse:

- Pajé Yathagan, está querendo que cacique Pai Cauê morra muito antes da hora, tendo um infarto? Esta já não mais serve para o cacique Pai Cauê. Cacique Pai Cauê quer flor nova.

- Cacique Pai Cauê pode me dizer com quem deseja ter um romance amoroso antes de morrer?

- Antes de morrer, cacique Pai Cauê quer ter um romance amoroso com mulher do Pajé Yathagan...

- É isso que cacique Pai Cauê quer, é? Vou na oca chamar minha índia. Volto já.

A índia companheira do pajé era formosa, com pernas e braços torneados, sorriso e olhar atraentes, reboculosa assim como dizia o humorista coronel Ludugero, e não tinha sangue do cacique. Ela fora tomada de uma outra tribo de índios lá pela chapada do Apodi. E já que não tinha sangue do cacique Pai Cauê fez com que ele a desejasse.

Ao chegar na oca, o pajé Yathagan nada disse à sua companheira Yara o que lhe dissera o cacique Pai Cauê. E apoderando-se de um facão foi até à mata para tirar umas tiras de cascas de um mororó. 

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Ao retornar com as longas cascas do mororó, cuidou logo de fazer uma enorme e bem caprichada trança. Terminado o trabalho, convidou a companheira para ir visitar o cacique Pai Cauê, pois ela ainda não tinha feito a visita ao chefe índio.


E ao chegar à central administrativa, do cacique Pai Cauê, o pajé Yathagan disse-lhe:

- Pajé trouxe a minha índia para cacique satisfazer os seus desejos, mas antes de transar tem que levar umas boas lapadas desta trança longa. - Dizia o pajé Yathagan, mostrando a trança da casca do mororó ao cacique Pai Cauê.

Ao ver o tamanho e a grossura da trança, cacique Pai Cauê disse:

- Se para transar com a sua índia, Pajé Yathagan, cacique Pai Cauê tem que apanhar primeiro, sendo assim, cacique Pai Cauê prefere morrer.

Ali fez o pelo sinal completo, de lá mesmo benzeu toda aldeia, levantou-se do seu repouso, ficou em pé, e numa distração do pajé Yathagan, o cacique Pai Cauê atirou-se nas matas em gritos dizendo:

- Fiquem aí, cambada de índios!

Ainda hoje se tem notícias que cacique Pai Cauê continua correndo pela chapada do Apodi.

Sem cacique na tribo o pajé Yathagan foi coroado cacique, dando a sua função de pajé curador a outro índio.

Cacique não estava doente. Era esperteza para conseguir namorar a índia do pajé Yathagan, já que ele vinha fazendo todos os seus gostos.

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. 

E entenda que:

 "Perdoar é devolver ao outro o direito de ser bem feliz".

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morreu, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

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segunda-feira, 10 de agosto de 2026

O DEPUTADO FEDERAL FLORO BARTOLOMEU COMUNICOU COM ANTECEDÊNCIA QUE NÃO PRECISAVA MAIS DA PRESENÇA DE LAMPIÃO EM JUAZEIRO DO NORTE.

  Por José Mendes Pereira


De acordo com pesquisas que fiz, encontrando fatos que alguns estudiosos do cangaço ainda não tiveram a oportunidade de saberem, achei o 
 link para você conferir o que eu apresentei sobre o que enviou o deputado Floro Bartolomeu às autoridades de Juazeiro do Norte no Ceará. 

Clique no link abaixo. Se ele não abrir, leve-o ao google.

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/regiao/lampiao-e-pe-cicero-80-anos-depois-1.729417

Costuma-se dizer que: mata a cobra e mostra o pau, mas na verdade não se deve dizer assim. Eu digo: Mato a cobra e mostro a cobra.

Então estou entregando aos leitores a fonte desta afirmação sobre o que enviou o Floro Bartolomeu. 

É muito difícil saber quem foi o verdadeiro culpado de ter protegido o cangaceiro Lampião e seu bando, entregando-lhes em Juazeiro do Norte armas e muita munição, além do mais, uniformes como se o grupo de facínoras  representasse grande autoridade e protetor  da sociedade nordestina

A gente percebe que foi um desastre total e maldoso quando entregaram mais de "50" armas  e bem municiadas a uma porção de delinquentes, todos, com a intenção de apertarem os gatilhos das armas novas para verem um infeliz cair morto. 

As autoridades de Juazeiro do Norte da época, que tinham obrigação de desarmarem marginais, e o que fizeram, entregaram a bandidos armas que matam sem piedades. O poder é um meio de negócios ilícitos. Alguém estava ganhando com esta maldade contra os nordestinos, e que ao saírem de lá, eu imagino, quantas vidas foram eliminadas no retorno a Pernambuco pelas armas adquiridas ilegalmente no Ceará? Foi uma grande falha que cometeu as autoridades juazeirenses.

Lampião - Não sei quem a coloriu.

Sobre o deputado Floro Bartolomeu da Costa, que sempre foi acusado de ter sido ele que planejou o ingresso de Lampião e seus homens para combaterem a Coluna Prestes, e convocado o rei para comparecer a Juazeiro do Norte, mas precisamos ver que, antes da sua ida ao Rio de Janeiro para fazer tratamento de saúde, Floro Bartolomeu enviou um telegrama no dia 23 de janeiro de 1926, ao rábula (advogado não formado) José Ferreira em Juazeiro. 

Vejam o conteúdo do telegrama:

 “ - Comunique ao nosso amigo, que não é preciso mais Lampião, povo já seguiu perseguição revoltosos”.  
Floro Bartolomeu.

Fonte do Diário do Nordeste:

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/regiao/lampiao-e-pe-cicero-80-anos-depois-1.729417

O deputado não revelou o nome do amigo e acho que seria o padre Cícero Romão Batista. No mesmo dia, bastante doente, Floro Bartolomeu da Costa viajou de Campos Sales para o Rio de Janeiro, e no dia 8 de março deste mesmo ano, ele faleceu às 5 horas da tarde, com 50 anos de idade, Afirmam alguns escritores e pesquisadores que Frolo Bartolomeu morreu solteiro e pobre. 

Cidade Campos Sales

O telegrama prova que o deputado Floro Bartolomeu não tinha mais nada a ver com o aparecimento de Lampião e seu bando em Juazeiro, porque o tempo de "44" dias, isto é, de janeiro a março foi o suficiente para que as autoridades de Juazeiro do Norte tivessem  comunicado a Lampião que não era mais necessária a sua presença no município. Não se sabe se o rábula José Ferreira apresentou o telegrama do Floro às autoridades. Mas quem sabe, apresentou-o e ninguém se preocupou com o conteúdo que estava escrito pelo o político. 

Padre Cícero Romão Batista

E agora! A quem devemos responsabilizar pelo armamento a Lampião e seu bando de marginais? Teria sido mesmo o Padre Cícero Romão Batista que não percebeu, que ele antes tinha sido um sacerdote de Deus? Ou fez por achar que Lampião era merecedor mesmo de ser uma autoridade do sertão, recebendo a patente de capitão do exército brasileiro, patente esta que não era legal? 

Nesse período da presença do cangaceiro a Juazeiro do Norte, o padre Cícero estava afastado da igreja católica, porque o Vaticano havia suspendido as suas ordens religiosas, porque estava o acusando de falsos milagres. 

Na minha humilde opinião, o padre Cícero não era o responsável por tudo isto. mas já que ele estava afastado das suas obrigações religiosas, quem sabe, uma espécie de vingança...?

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. 

E entenda que:

 "Perdoar é devolver ao outro o direito de ser bem feliz".

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morreu, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

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