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quinta-feira, 23 de abril de 2026

1847 - A ESCRAVA PROIBIDA: CABELOS E OLHOS FLAMEJANTES - ELA FOI ABUSADA TRÊS VEZES POR SEMANA ATÉ SE TORNAR...

Por Vozes Urbanas

Há uma história que o Brasil do século XIX tentou enterrar demasiado fundo para que ninguém o pudesse encontrar. Uma história que não deveria ter acontecido, que não deveria ter chegado até onde chegou e que ainda assim aconteceu com uma jovem cujos olhos azuis verdeados não combinavam com nada em redor, cujos cabelos dourados brilhavam como ouro velho sob o sol implacável de um março brutal.
Ela não tinha correntes nos pulsos naquele momento. Tinha algo pior. Tinha documentos assinados que diziam que ela pertencia a outro ser humano. E nesse dia, em 1847, numa praça poeirenta no coração de São Paulo, ela subiu os degraus de um palanque de madeira podre e olhou para uma multidão de homens que a fitavam como quem examina um animal de raça.
E ela não baixou os olhos, não tremeu, não chorou, porque ela já tinha chorado tudo o que tinha para chorar. E o que restava dentro daquele corpo de pouco mais de 20 anos não era desespero, era plano. O calor húmido daquele março de 1847 colava-se à pele como piche. A praça do Mercado de São Paulo cheirava a suor, a terra batida, o fumo do cigarro e ao desespero humano que nenhuma palavra da língua portuguesa consegue descrever com justiça.
Havia dezenas de pessoas naquela praça, negociantes, curiosos, agricultores de chapéu de aba larga e botas reluzentes, todos reunidos para participar em algo que a história oficial tentaria suavizar durante gerações. leilão, um leilão de seres humanos. E no centro de tudo aquilo, numa plataforma de tábuas gastas, erguia-se um homem de barriga saliente, voz de trovão e dentes manchados, que dava pelo nome de Tavares, um comerciante português que fazia fortuna vendendo vidas como se fossem mercadorias importadas, porque para ele e para aquela sociedade era
exatamente isso que eram. O coronel Augusto Mendonça tinha 52 anos, um bigode espesso que escondia a crueldade discreta de um sorriso e olhos pequenos que calculavam o valor de tudo o que antes mesmo de perguntar o preço. Ele não estava ali porque precisava de trabalhadores. A sua propriedade rural, uma das mais extensas da região, com plantações de café que se estendiam por léguas e léguas de terra vermelha, já contava com mais de 200 almas submetidas às suas ordens.
Ele estava ali porque era vaidoso, porque uma semana antes, num jantar em casa de um barão local, havia visto um homem ser admirado por todos os presentes por causa de uma escravizada de aparência singular. E o coronel Augusto Mendonça não suportava a ideia de que alguém tinha algo que ele não tinha. Era essa a natureza daquele homem....
Leia a história completa na seção de comentários

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ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você me ver sempre chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem. 

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