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quarta-feira, 24 de junho de 2026

SÃO JOSÉ DO BELMONTE: 133 ANOS DE HISTÓRIA, CULTURA E AUTONOMIA POLÍTICA.

Por Valdir José Nogueira de Moura

:Belmonte herdou esse nome / de Belmonte em Portugal, / terra do descobridor do Brasil, / Pedro Álvares Cabral!" Os versos populares que ecoam na memória de nossa gente não mentem sobre a nossa certidão de batismo, mas guardam também um afeto filial. Corria o ano de 1857 quando José Pires Ribeiro, o nosso fundador, decidiu erguer um povoado sob a proteção do Senhor São José, em meio aos tempos sombrios da pandemia da cólera-morbus. Ao batizá-lo de Belmonte, prestava uma dupla e terna homenagem: à terra lusa que vira nascer seu pai e ao berço do navegador que achou o Brasil.

Neste 26 de junho de 2026, comemoramos um marco definitivo dessa bonita odisseia sertaneja: os 133 anos de nossa Autonomia Política. Embora a emancipação do município de Vila Bela (atual Serra Talhada) tenha se desenhado em 2 de outubro de 1890, foi em 26 de junho de 1893 que Belmonte conquistou a sua maioridade política, data que o tempo e o coração do povo consagraram como a nossa grande efeméride. Hoje, esse solo de herança tão viva é conduzido pelo prefeito Sr. Vinicius Marques Alves, cuja própria história se entrelaça com as mais tradicionais famílias belmontenses.

​Olhar para São José do Belmonte é enxergar um dos mais ricos e profundos mosaicos históricos do sertão de Pernambuco. É aqui que repousa o lendário sítio arqueológico da Pedra do Reino — cenário místico e sagrado que saltou do chão pedregoso do Pajeú para ganhar a imortalidade na ficção magistral de Ariano Suassuna. Nas páginas do Romance da Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta, nossa terra virou patrimônio da literatura em língua portuguesa. Mas a força de Belmonte reside, sobretudo, na grandeza de sua gente. Somos um chão que respira bravura e arte. Nossa geografia cultural nos insere com destaque na Rota Turística do Cangaço, tendo sido berço de três dos maiores e mais célebres combatentes do Nordeste brasileiro: o coronel José Alencar de Carvalho Pires (o eterno Sinhozinho Alencar), o capitão Luiz Mariano da Cruz e o coronel José Rufino. Homens que, para o bem ou para o mal, ajudaram a desenhar o destino da região.

​E se a história se fez com a pólvora e o misticismo, a alma belmontense se traduz em melodia. Da zona rural do distrito de Bom Nome, partiu o maestro Moacir Santos (1926–2006) para conquistar o mundo com seu saxofone, arranjos e composições geniais, fixando seu nome no panteão dos maiores geniuns da música brasileira de todos os tempos. Do mesmo solo fértil, na zona rural do distrito do Carmo, ecoou a voz poderosa de José Alves dos Santos (1946–2015), que o país inteiro aplaudiu e chorou sob o nome de José Rico, na lendária dupla com Milionário. Celebrar estes 133 anos é reverenciar esse passado de luz, mistério, música e tradição. São José do Belmonte, abençoada pelo seu padroeiro, não é apenas um ponto no mapa do semiárido; é um estado de espírito, um relicário de memórias que resiste ao tempo.
Parabéns a todos nós, belmontenses de sangue ou de coração. Que o Senhor São José continue a iluminar os nossos caminhos.

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ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

http://sednemmendes.blogspot.com

http://blogdomendesemendes.blogspot.com


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