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terça-feira, 24 de maio de 2022

LAGOA DO MEL E A MORTE DE EZEQUIEL EM VISITA OFICIAL DENTRO DO CARIRI CANGAÇO PAULO AFONSO 2022

 

Caravana Cariri Cangaço Paulo Afonso na Lagoa do Mel

Por volta das 9h30 da manha da sexta-feira, 25 de março de 2022, a caravana Cariri Cangaço composta por mais de 200 pessoas chegava ao cenário da primeira visita do dia: A Lagoa do Mel, cenário onde em combate perderia a vida o irmão mais novo de Virgulino Ferreira, Ezequiel, dentro da programação do Cariri Cangaço Paulo Afonso. Bem no centro do local onde ocorrera o combate o pesquisador João de Sousa Lima fez apresentação do episódio aos convidados.

Luma Holanda, João de Sousa Lima, Nivaldo Pereira e Ivanildo Silveira
José Tavares de Araújo Neto

Com a palavra João de Sousa Lima: Vejam  bem , é importante ressaltar o lugar onde estamos, aqui ocorreu um dos mais ferrenhos combates de Lampião na Bahia e esse aconteceu em Paulo Afonso, exatamente aqui onde estamos; no povoado Baixa do Boi. Nesse confronto morreu, a principio,  16 soldados  e posteriormente, em fuga e perdidos, morreram mais 3 policiais. 
Ezequiel e Virgínio
Esse lugar ficou célebre porque foi morto em combate Ezequiel Ferreira da Silva, o mais jovem irmão de Lampião, nascido em 1908. Ezequiel passou a acompanhar Lampião em 1927, junto com o cunhado Virgínio. Ele tinha o apelido de Ponto Fino, alcunha adquirida pela justeza do seu tiro. Sua morte aconteceu justamente aqui na Lagoa do Mel, nas terras pertencentes na época a santo Antonio da Glória do curral dos Bois."
E segue João de Sousa, "O tenente Arsênio Alves de Souza chegou ás imediações do povoado Riacho; que inclusive vamos passar daqui a pouco;  com uma volante composta por aproximadamente 20 soldados e tendo como guia os dois irmãos Aurélio e Joví, que eram fugitivos da cadeia de Glória, preso pelo inspetor de quarteirão, o senhor Pedro Gomes de Sá, pai da cangaceira Durvinha. A volante chegou ao povoado riacho no dia 23 de abril de 1931, trazendo entre seu aparato bélico uma metralhadora Hotchkiss. O primeiro contato do tenente no lugar foi com Zé Pretinho e o jovem foi forçado a seguir com os policiais. Cruzaram o terreiro de dona generosa Gomes de Sá, coiteira de Lampião e foram armar acampamento na Lagoa do Mel, um tanque construído por Antônio Chiquinho."


Flagrantes da visita do Cariri Cangaço Paulo Afonso a Lagoa do Mel
"Enquanto a policia se preparava para passar a noite na lagoa do Mel, outras fontes confiáveis de informações de Lampião se dirigiam para o povoado Arrasta-pé para avisar ao Rei do Cangaço sobre a presença dos militares nas proximidades. Lampião mandou avisar Corisco e Ângelo Roque, que estavam arranchados bem próximos e junto com eles combinaram um ataque aos soldados. Ainda com o escuro da noite, próximo ao amanhecer, Lampião recolheu alguns chocalhos com Pedro Gomes e seguiu as veredas que davam a cesso a lagoa do mel. No coito da policia, prestes a amanhecer, o Zé Pretinho saiu com o intuito de pegar um bode para fazer parte do desjejum de todos ali. Com a escuridão se transformando em luz, os soldados ouviram o tilintar de chocalhos e imaginaram que seriam os bodes se aproximando para beber água (um dos sobreviventes desse combate, o soldado José Sabino, ordenança do tenente, relatou, anos depois, que realmente confundiram os chocalhos, achando que eram alguns caprinos se aproximando para beber água na lagoa). Na verdade eram os cangaceiros cercando o coito."
João de Sousa Lima apresenta a Lagoa do Mel
Fagner Lopes, Louro Teles e Fred Santos
200 pesquisadores de todo o Brasil visitam a Lagoa do Mel , 
dentro do Cariri Cangaço Paulo Afonso 2022
"Despreocupados, os policiais sofreram um forte e inesperado ataque, uma verdadeira chuva de balas caiu sobre eles. Vários corpos caíram atingidos por balas mortais e certeiras. A dificuldade encontrada pelos soldados foi que eles cometeram um grande vacilo. A lagoa do Mel era rodeada por uma cerca de varas e eles haviam dormido dentro do cercado. Quando eles tentavam transpor as madeiras se transformavam em alvo fácil e caiam mortalmente feridos. Um exemplo dessas mortes trágicas foi a do sargento Leomelino Rocha que morreu e ficou de pé pendurado nas madeiras. 
Tenente Arsênio
"Em um dos bolsos desse sargento lampião encontrou um bilhete do coronel Petro indicando alguns locais onde ele se escondia. O tenente Arsênio diante o desespero do momento, conseguiu efetuar uma rajada de metralhadora e acabou acertando a barriga de Ezequiel Ferreira, levando o irmão mais novo do rei do cangaço, à morte. A arma depois emperrou e o tenente conseguiu retirar o percussor (ferrolho) da arma e fugiu levando a peça que deixaria a arma inutilizável. Nesse dia Lampião chorou amargamente a morte do irmão caçula e teve que enterrá-lo, com a ajuda de Antônio Chiquinho, próximo a Lagoa do Mel. Era a vida dos que viviam pelo poder das armas, que tombavam no dia a dia, pelo aço lacerante do pipocar das artilharias dos diversos grupos que traçaram as páginas do canga*ço no nordeste brasileiro."
Caravana Cariri Cangaço Paulo Afonso na Lagoa do Mel
Wescley Dutra, Jose Tavares e Junior Almeida
Kiko Monteiro

Perto das 10h30 a caravana Cariri Cangaço Paulo Afonso saiu da Lagoa do Mel e seguimos para o povoado do Riacho, ali a visita importante à fazenda de dona Generosa, a maior coiteira de Lampião em terras baianas. Ainda pela manha a ultima visita do período, Malhada da Caiçara, berço da rainha do cangaço, Maria Bonita.



Cariri Cangaço Paulo Afonso 2022 na Lagoa do Mel
Redação Cariri Cangaço Paulo Afonso - Lagoa do Mel, 25 de Março de 2022
https://cariricangaco.blogspot.com/2022/05/lagoa-do-mel-e-morte-de-ezequiel-em.html
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A DONA DA CHAVE DO COFRE

Tomislav R. Femenick – Jornalista e historiador

Meus bisavôs maternos se chamavam Vicente e minhas bisavós, também maternas, chamavam-se Philomena. Deles somente conheci um, o coronel (da Guarda Nacional) Vicente Ferreira da Mota, pai de minha avó, Maria da Mota Lima.

Quando meu pai faleceu no Rio de Janeiro, onde morávamos, eu, com sete anos de idade, e minha mãe viemos morar na casa de meus avós, em Mossoró. Era um mundo bastante desconhecido, se não estranho, para mim.

Meu avô, o coronel (também da Guarda Nacional) José Rodrigues de Lima, era bastante conhecido na região e no Estado. Era proprietário de salinas, comerciante, dono de empresa de navegação de pequeno curso, industrial, agricultor, sócio do Banco Mossoró e proprietário de imóveis localizados em Mossoró, Rio de Janeiro, Natal e Apodi. Foi pioneiro no cultivo de frutas irrigadas e na indústria têxtil. Homem bastante prático e simples, que usava camisas feitas de sacos de açúcar (eram mais resistentes e frescas para enfrentar o calor), calças de zuarte e chinelos de dedo, feitos por ele mesmo com couro de boi. Para evitar cinturão, usava duas arreatas nas calças que, laçadas, substituíam-no. Usava, de vez em quando, um chapéu de palha, daqueles feitos aqui mesmo. De pouca instrução formal, era um leitor ávido de livros espiritas e dos que explicavam as teorias de Einstein. Detestava política.

Já minha avó, Maria da Mota Lima, a Dona Mariquinha, tinha a política no sangue. Seu pai, Vicente Ferreira da Mota, dois irmãos, o padre Mota e Francisco Vicente Cunha da Mota, bem com dois sobrinhos foram prefeitos de Mossoró. Isso sem contar com o célebre Mota Neto, prefeito, deputado estadual e federal. Na época da campanha, a nossa casa virava um comitê eleitoral e no dia da eleição era ela que cuidava daquilo que hoje chamamos de logística: transporte, alimentação e abrigo para os eleitores.

Além dessa atuação, Dona Mariquinha tinha outras atribuições: cuidava da casa e dos jardins que a circundavam, cobrava os aluguéis dos imóveis, cuidava do dinheiro do dia a dia e tinha a chave do cofre que existia lá em casa.

Estava escrevendo este artigo quando minha neta perguntou se eu não tenho saudades daquela época. Disse que tenho. Mas que prefiro viver o hoje. Saudades é para se guardar no coração.

Minha avó tinha outros predicados bem próprios dela. Um deles era a leitura de jornais, assinava todos da capital e de Mossoró. Quando sabia que alguém de seu circuito de amizade ir viajar, encomendava os jornais do lugar e de onde mais pudesse. O seu “ritual jornalístico” (como nós chamávamos) era simples: depois do café da manhã, arrumava os jornais por ordem de data para assim os ler; mais a Ordem, de Natal, sempre era o primeiro. Quando está nessa tarefa, não atendia a ninguém que não fosse o marido.

Dona Maria da Mota Lima e o coronel José Rodrigues tiveram 21 (vinte e um) filhos. Só dez sobreviveram.

Tribuna do Norte. Natal, 22 maio 2022

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JORGE PINTO - PROPRIETÁRIO DO CINE TEATRO PAX

Por: José Mendes Pereira

Do meu conhecimento Mossoró recebeu como divertimento para a cidade 6 cinemas, os quais foram: Cine Rivoli, na Rua Melo Franco, no bairro Paraíba, Cine Centenário, localizado na Rua Almirante Barroso, no bairro Pereiros, Cine Caiçara, na Rua Alfredo Fernandes, centro, Cine Jandaia, na Avenida Alberto Maranhão, bairro Bom Jardim, Cine Cid, na Rua Coronel Vicente Sabóia, centro e o Cine Teatro Pax, um dos melhores e com estruturas modernas para a época.

O Cine Pax foi a primeira casa projetada e construída exclusivamente para fins cinematográficos, em Mossoró. Projeto do arquiteto francês George Lumier, no estilo de arquitetura moderna. Esta obra foi realizada durante a administração municipal do

Padre Luiz Ferreira Cunha da Mota que imprimiu ares de civilidade à cidade. Este cinema foi inaugurado numa noite, de sábado, no dia 23/01/1943, e funcionou por quase 7 décadas, tendo as suas portas fechadas recentemente, o que deixou a cidade sem acesso à Sétima Arte.

O Cine Teatro Pax pertencia ao empresário Jorge Pinto, um cearense que desde muito novo viera para Mossoró, e aqui residiu até os seus últimos dias de vida, na Avenida Presidente Dutra, no centro.

Jorge Pinto era um senhor baixo, moreno, usava sempre a camisa passada, amigo dos amigos, e até gostava de prosear com as suas amizades, e pelo seu jeito simples, jamais   demonstrou ser empresário.

Fui colega de trabalho na Escola Estadual José Martins de Vasconcelos da Sandra Pinto, Zilda Pinto, ambas professoras e netas do Jorge Pinto. Além destas da família do Jorge Pinto, também trabalharam comigo a Júlia Pinto, proprietária do Hotel Imperial e a Ruth Pinto, sendo que esta era sobrinha do Jorge, mas ainda a Rosa Maria Pinto que era filha do empresário. 

Seu Jorge Pinto tinha um coração grande, e sempre fez com que algumas crianças que não tinham dinheiro, eram colocadas para dentro do cinema pelo próprio dono, mas a troco de um capilé.

Muitos já viviam acostumados, e ao chegarem ao cinema, desejavam que seu Jorge Pinto estivesse ali por fora. Se ele estivesse ali, levariam um capilé e entravam no cinema satisfeitos e sem dificuldades, pois um capilé não doía, mas se fosse pagar, o bolso doía.

Seu Jorge Pinto gostava de ficar acompanhando a entrada das pessoas ao cinema, e certa noite, um sujeito que já passava dos dezoito anos, e ao chegar lá, viu que uma mariposa pousava sobre a manga da camisa do seu Jorge Pinto. Querendo entrar no cinema de graça, caso fizesse algo de importância para chamar a atenção do empresário, aproximou-se, e com o dedo, fez com que a mariposa caísse ao chão.

Seu Jorge o agradeceu e caminhou em direção à entrada do cinema. Mas como o sujeito queria uma oportunidade para ver o filme sem pagar, foi até onde ele estava e disse-lhe:

- Seu Jorge, deixe eu entrar para ver o filme sem pagar, porque hoje eu não tenho nenhum tostão.

Como tinha muita gente na fila da bilheteria para comprar a entrada, mesmo assim seu Jorge Pinto o reconheceu, que ele era o jovem que havia expulsado a mariposa que antes estava pousada na manga da sua camisa. E em seguida perguntou-lhe:

- Você é o sujeito que tirou a mariposa que estava sobre a manga da minha camisa?

- Sou sim senhor! - respondeu ele crente que depois daquele grande favor de retirar a mariposa que estava sobre a camisa do empresário, com certeza seu ele iria reconhecer e deixá-lo entrar no cinema sem pagar.

E olhando para ele, seu Jorge Pinto disse:

- Não deixo! E vá pegar a mariposa e colocá-la aqui na minha camisa. Eu não mandei você tirá-la daqui. Esses favores eu agradeço.

Nessa noite o rapaz não viu o filme.

A foto do Jorge Pinto é do acervo do http://telescope.blog.uol.com.br

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HOJE QUEM ESTÁ COMPLETANDO 99 "PRIMAVERAS" É A DONA DULCE MENEZES DOS SANTOS...

... que como todos sabem, acredito, é atualmente a última integrante do bando de Lampião, ainda viva.

Dulce Menezes que foi "levada" contra sua vontade pelo cangaceiro Criança III (Vitor Rodrigues Lima / João Alves da Silva) esteve integrada ao bando de Lampião durante os últimos seis/sete meses anteriores a morte de Lampião e foi uma das sobreviventes de Angico, onde pereceram onze cangaceiros, um soldado da Força Militar alagoana e o casal Lampião e Maria Bonita.

Quero diante mão desejar muita saúde e paz para dona Dulce e muitos anos de vida, para que possamos continuar contando com a presença dessa que hoje é o último elo do cangaço, ou seja, da nossa história.

Feliz Aniversário. Meus parabéns.

Geraldo Antônio de Souza Júnior - Criador e administrador do canal Cangaçologia.

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ASCRIM/ACADEM PRESIDENCIA – CONFIRMAÇÃO E RETRANSMISSÃO AO CONVITE ACJUS: “LANÇAMENTO LIVRO ‘EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS COMO DIREITO FUNDAMENTAL’, AUTOR ACADÊMICO EDILSON GOZAGA DE SOUZA JUNIOR-CADEIRA Nº 22’ E, ‘DESCERRAMENTO PLACA ESPAÇO EVENTOS ACJUS, PROFESSORA MARIA ALEXANDRINA DA CONCEIÇÃO” - OFÍCIO. Nº 011/2022.

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MOSSORÓ-RN, 21 de MAIO de 2022.   

  

 ‘RECEBES ESTE EXPEDIENTE PORQUE A ASCRIM O(A)VALORIZA E RESPEITA, PELO ALTO NÍVEL DE QUEM TEM O PRESTÍGIO DE SER ASSIM CONSIDERADO(a).’    

  

             

   AGRADECENDO AO EXCELENTÍSSIMO DR. JOSÉ WELLINGTON BARRETO, M.D. PRESIDENTE EXECUTIVO DA ACADEMIA DE CIÊNCIAS JURÍDICAS E SOCIAIS DE MOSSORÓ-ACJUS, PELO CONVITE, RESERVAMO-NOS ATRIBUIR MESMO VALOR DE PARTILHA, DIZENDO QUE É UMA GRANDE HONRA CONFIRMAR QUE NOS FAREMOS REPRESENTAR, OFICIALMENTE, À SESSÃO MAGNA DO LANÇAMENTO DE  “LIVRO ‘EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS COMO DIREITO FUNDAMENTAL’ AUTORIA DO ACADÊMICO TITULAR CADEIRA Nº 22,   ESCRITOR EDILSON GONZAGA DE SOUZA JUNIOR’  E, ‘DESCERRAMENTO PLACA DO ESPAÇO EVENTOS DA ACJUS, PROFESSORA MARIA ALEXANDRINA DA CONCEIÇÃO”, QUE ACONTECERÁ:   

 

NO DIA 27(SEXTA-FEIRA) DE MAIO DE  2022, A PARTIR DAS 19H30, NO PALÁCIO CULTURAL ACADÊMICO MILTON MARQUES DE MEDEIROS, LOCALIZADO NA RUA CLEODON ALMEIDA, 100,ABOLIÇÃO I– MOSSORÓ(RN). OBS: INFORMAÇÕES PELOS CELULARES 9943-8676(FRANCINETE); DR. EDILSON) OU E-MAIL acjus@bol.com.br ou acjussecretaria@gmail.com 

  

     PORTANTO, REPASSO A TÍTULO DE LEMBRETE O ASSUNTO DO ALVO CONVITE(ANEXO) DE IGUAL MODO, POR CÓPIA,  AS EXCELENTÍSSIMAS AUTORIDADES GOVERNAMENTAIS,  ACADÊMICOS DA ASCRIM E POTENCIAIS CANDIDATOS A ACADEMICOS DA ASCRIM E ACADEM, ILUSTRES PRESIDENTES DE ENTIDADES CULTURAIS E DIRIGENTES DE INSTITUIÇÕES RELIGIOSAS, GOVERNAMENTAIS, PÚBLICAS, PRIVADAS E MAÇÔNICAS,  JORNALISTAS E COMUNICADORES, POR SER DO INTERESSE, CLARO, DOS MESMOS, TOMAREM CONHECIMENTO E DIGNAREM-SE, DO SEU MISTER, CONFIRMAR SUAS PRESENÇAS, JUNTAMENTE COM AS EXCELENTÍSSIMAS FAMÍLIAS CONSORTES.    

    DESTA FORMA, É DA PRAXE DESTA PRESIDENCIA, QUANDO OFICIALMENTE CONVIDADO, DIGNAR-SE RESPONDER AOS ECLÉTICOS CONVITES DO PRESIDENTE DE ACADEMIAS, EXEMPLO QUE NOTABILIZA O VIÉS DE OUTRO PRESIDENTE CORRESPONDER A ESSE ECLETISMO, PORQUE SABE A DIFERENÇA ENTRE O LIAME DA PARTILHA E DO PRESTÍGIO QUE ASCENDE E CRESCE NO INTERCÂMBIO ENTRE OS QUE PRESTIGIAM OS ABNEGADOS DEFENSORES DA CULTURA MOSSOROENSE.  

   NESTA SINTONIA, UM CONVITE PARA PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS CULTURAIS E A CONFIRMAÇÃO, INTERCAMBIADOS ENTRE PARTICIPANTES E ENTIDADES SINGULARES, MERECE E FUNCIONA COMO UM “FEEDER”, EVIDENTE, REPASSADO A TODOS OS ACADÊMICOS E INTEGRANTES DE SEUS CORPOS ADMINISTRATIVOS/SOCIAIS, PELO SEU PRÓPRIO DIRIGENTE, CUJO ESSE FEEDBACK ALIMENTA, NATURALMENTE O FERVOR E A CONSIDERAÇÃO EM QUE SINGRAM OS INTELECTUAIS E SERVIDORES   DESSAS PLÊIADES.  

  

    CONVOCANDO OS ACADÊMICOS DA ASCRIM PARA ESSE MAGNO EVENTO, COMUNICO, AOS QUE COMPARECEREM E SE IDENTIFICAREM COMO TAIS NO EVENTO SUPRAMENCIONADO, DEVEM CUMPRIR, NO QUE FOR POSSÍVEL, O RIGOR OBRIGATÓRIO ESTATUTÁRIO DE USO DO UNIFORME OFICIAL (VESTE TALAR), CONSOANTE NORMA ESTATUTÁRIA, ATRIBUTO DIGNITÁRIO DO DECORO INTELECTUAL E ORGULHO DA MORAL QUE ASSIM OS IDENTIFICA, ENTRE OS PARES, EM ATIVIDADES CULTURAIS DESSA GRANDEZA.  

  

      

SAUDAÇÕES ASCRIMIANAS,  

FRANCISCO JOSÉ DA SILVA NETO  

-PRESIDENTE EXECUTIVO DA ASCRIM ACADEM-  

  

MARIA GORETTI ALVES DE ARAÚJO  

-PRESIDENTA EXECUTIVA INTERINA DA ASCRIM-  

P.S.: 1. CONSIDERANDO A ESSÊNCIA DA HUMANIDADE INTELECTUAL, INSERIDA NA REPRESENTATIVIDADE DE TODOS SEGMENTOS SOCIAIS ABAIXO RELACIONADOS, ENCAMINHA-SE ESTA CÓPIA ORIGINAL, EM CARÁTER PESSOAL DIRETO AOS  INSIGNES DIGNITÁRIOS:  

     

P.S.: ESTA É UMA CÓPIA ORIGINAL, ENCAMINHADA, OFICIALMENTE, EM CARÁTER PESSOAL DIRETO PARA O(A)S:   

  

EXCELENTÍSSIMO(A)S PRESIDENTES, DIRIGENTES E AUTORIDADES DE ENTIDADES GOVERNAMENTAIS, JURÍDICAS, MAÇONICAS E MILITARES.  

REVERENDÍSSIMO(A)S PRESIDENTES, DIRIGENTES E AUTORIDADES DE ENTIDADES RELIGIOSAS.  

MAGNÍFICOS REITORES E AUTORIDADES DE UNIVERSIDADES.  

EXCELENTÍSSIMO(A)S PRESIDENTES DE ENTIDADES E INSTITUIÇÕES PÚBLICAS E PRIVADAS.  

EXCELENTÍSSIMO(A)S PRESIDENTES DE ENTIDADES CULTURAIS E INSTITUIÇÕES CONGENERES.  

ILUSTRÍSSIMO(A)S DIRIGENTES DE INSTITUIÇÕES FILANTRÓPICAS, EDUCACIONAIS E DE CIDADANIA.  

ILUSTRÍSSIMO(A)S JORNALISTAS E COMUNICADORES.  

ACADÊMICO(A)S DA ASCRIM.  

POTENCIAIS CANDIDATO(A)S A ACADÊMICO(A)S DA ASCRIM.  

Enviado pela ASCRIM

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ONDE ESTÃO AS ANDORINHAS?

 Clerisvaldo B. Chagas, 24 de maio de 2022

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.705

 ANDORINHA (WIKIPÉDIA).

Ninguém pode negar o belo espetáculo das andorinhas na Santana dos anos 60. Tempo como este agora, invernoso, o bando revoava pela região do rio Ipanema e fazia seus malabarismos para os banhistas do Poço dos Homens. Revoavam circulando o poço, pegando bichinhos no ar e tocando o peito nas águas claras ou barrentas que encantavam os adolescentes e adultos frequentadores assíduos do lugar. Às vezes ali se encontrava o cantor “Cícero de Maraquinha” e, seu violão e voz maviosa pareciam uma orquestra para acompanhar as incursões das andorinhas. Do Poço dos Homens dava para vê o retorno do bando em círculo e o assentamento com alarido na torre da Igreja Matriz de senhora Santana.

Essas aves passeriformes, pertencem a família Hirundinidae e gostam muito de construírem seus ninhos colados ao teto dos casarões, dos sobrados, tal com o conhecido “sobrado do meio da rua” (hoje extinto) onde costumavam se abrigar. Sabemos sim que andorinhas são aves que migram conforme a estação do ano, mas retornam sempre. Então, ficamos a indagar por que as andorinhas abandonaram a torre da Igreja Matriz, o Poço dos Homens, a nossa Santana do Ipanema. Dos anos 60 para os anos próximos seguintes, não houve essa transformação apressada dos climas. Portanto as nossas aves que alegravam o cinza do nosso inverno foram embora sem explicações. Teria sido pela morte do cantor Cícero de Mariquinha, que nunca mais tocara para o bando?

A torre da igreja de Senhora Santana, continua bela. Ano 2022 e o mesmo cartão postal máximo da cidade. E se não tem alaridos de andorinhas, também não tem sujeira para a limpeza através de homens intimoratos à altura. O “sobrado do meio da rua” Já não existe para abrigar beleza, romantismo e andorinhas. O Poço dos Homens perdeu o brilho após a construção da Ponte General Batista Tubino. Ficou essa passagem quase em cima do poço. O lixo colocado no local pelos desavisados, fez surgir tapetes verdes de plantas aquáticas por sobre as águas poluídas.. E assim ficou o ballet das aves migratórias apenas na memória dos que viveram à época, notadamente escritores, poetas, historiadores e saudosistas.

Nunca se viu dizer que as andorinhas fizessem mal a alguém.



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KYDELMIR DANTAS UM POETA DE MUITAS FACES

Por Dalinha Catunda

Kydelmir Dantas

Recebi do poeta Kydelmir Dantas, dois livros e dois cordéis com temas bem interessantes. 

No cordel “Luiz Gonzaga e a Paraíba” Kydelmir mostra a ligação do velho Lua com a Paraíba através de músicas gravadas pelo Rei do Baião.

Neste mesmo cordel, Kydelmir, que é ligado a SBEC – Sociedade Brasileira de Estudos de Cangaço, publica do autor José Pacheco, “A Morte do Famigerado Lampião.”

E este cordel dois em um, é arrematado com uma sextilha bem apropriada de autoria do grande vate Manoel Monteiro:

“Os dois livrinhos num só

Custa um real, obrigada

Levem um, dois, dez ou vinte

Só não me fale em fiado

Porque fiado está preso

Pelo mau que tem causado.”

Já no Cordel: “A Peleja do Raio da Silibrina” com o “Relampo da Palavra” o versátil poeta Kydelmir Dantas com o pseudônimo de Antôi Dedé, nos presenteia com uma peleja e tanto, tendo como personagens, Bráulio Tavares e Jessier Quirino.

Quero aqui agradecer ao poeta Kydelmir Dantas pelos cordéis e os livros enviados, e dizer que oportunamente divulgarei os livros.

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segunda-feira, 23 de maio de 2022

LIVRO DO ESCRITOR JOÃO DE SOUSA LIMA.

   

Uma Grande aventura narrada em 268 páginas direto das pessoas que vivenciaram os fatos.... para adquirir: direto como autor: 75-988074138 ou supermercado Suprave e ainda no Maria Bonita Turismo (térreo do hotel San Marino).

https://www.facebook.com/groups/545584095605711/?multi_permalinks=2175506229280148&notif_id=1649033251114895&notif_t=feedback_reaction_generic&ref=notif

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MAIS UM ANO NA MINHA LISTA DE ANIVERSÁRIO.

Por José Mendes Pereira


Hoje, 23 de maio de 2022, eu estou completando mais um ano de vida. Lamentável que há 15 anos passados, nesta mesma data, 23 de maio, pela madrugada, falecia de insuficiência respiratória Francisco Mendes Pereira, meu irmão mais velho do que eu. 

Eu espero mais ou menos viver de 180 a 200 anos. Você pensa que eu estou brincando? De jeito nenhum! Chegarei lá...

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LIVRO

  Chegou o volume 2 de 'Lampião e o Cangaço na historiografia Sergipana'

Recebi, ontem, o novo livro do escritor sergipano Archimedes Marques, 'Lampião e o cangaço na historiografia Sergipana'. Essa magnífica obra e, fiquei surpreso com o grande conteúdo e, novidades que o mesmo traz. São quase 400 páginas, com fatos novos, inclusive uma certidão do casamento da cangaceira Dulce, com o também, cangaceiro, Criança. Uma iconografia muito rica, que vale a pena ter em sua biblioteca.
Foto: TV Aperipê

Neste segundo volume passeamos sobre a estada, a passagem, a vida das cangaceiras naqueles inóspitos tempos, suas dores e seus amores nas guerras do cangaço e também após esse tempo para aquelas sobreviventes.

A história do município de Carira, seus arruaceiros, seus bandoleiros, seus pistoleiros, os cangaceiros e policiais que por ali atuaram, também é minuciada e melhor estudada com a participação inequívoca de historiadores locais de renome que remontam esse tempo.

A histórica e linda Laranjeiras dos amores e horrores, não poderia ficar de fora, pois além de tudo, há a grande possibilidade de Lampião ali ter pisado, até mais de uma vez, para tratamento do seu olho junto ao médico Dr. Antônio Militão de Bragança. Nesse sentido a história, a ficção e as suposições se misturam para melhor compreensão do leitor.
  
O autor a esquerda, na ocasião do coquetel de lançamento em Aracaju.
Fonte Site do Bareta.
Boas novidades também são apresentadas neste volume, uma com referência ao “desaparecido” Luiz Marinho, cunhado de Lampião, então casado com a sua irmã Virtuosa, outra referente ao casamento de um casal de cangaceiros ainda na constância desse fenômeno ocorrido em Porto da Folha, com a prova documental e, em especial o extraordinário fato novo relacionado a Maria Bonita em Propriá na sua segunda visita àquela cidade para tratamento médico.

Fotos inéditas também estão apostas neste volume, que acredito será bem aceito pelos pesquisadores do cangaço. A excelente obra pode ser adquirida diretamente com o autor, através do email: archimedes-marques@bol.com.br

Resenha e Transcrição de Volta Seca, administrador do grupo Lampião, Cangaço e Nordeste - Facebook.

http://lampiaoaceso.blogspot.com/2018/05/novo-livro-de-archimedes-marques.html

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LIVRO

   Por José Mendes Pereira

Você leitor, e eu, vamos participar do casamento de José Ferreira da Silva (Santos) com a dona Maria Sulena da Purificação (Maria Lopes) pais dos irmãos Virgolino Ferreira da Silva, Antonio Ferreira da Silva, Levino Ferreira da Silva e Ezequiel Ferreira Silva.

Vamos chegar devagarinho! Pés às alturas, como se nós estivéssemos flutuando em um picadeiro de circo, silêncio total, sem pigarrearmos em momento algum, para vermos o que irá acontecer durante esta união familiar. Não se preocupe, os irmãos Ferreiras não estão aqui entre nós, eles ainda irão nascer, primeiro Antonio Ferreira, depois Levino Ferreira, depois Virgolino Ferreira e por último (dos homens) Ezequiel Ferreira da Silva.

O casamento destes famosos e futuros pais de 4 cangaceiros você irá adquirir toda história no livro: "Lampião a Raposa das Caatingas", do escritor e pesquisador do cangaço José Bezerra Lima Irmão - a partir da página 70.

Esta maravilhosa obra você irá encontrá-la através deste e-mail: franpelima@bol.com.br, com Francisco Pereira Lima, o professor Pereira, lá de Cajazeiras no Estado da Paraíba.

A maior obra já escrita até hoje sobre cangaço, e sobre a família Ferreira, do afamado Lampião.

http://blogdomendesemendes.blogspot.com.br/.../lampiao...

Fotos:

1 - Livro: "Lampião a Raposa das Caatingas";

2 - José Ferreira da Silva e Maria Sulena da Purificação os pais de Lampião;

3 - O autor do livro José Bezerra Lima Irmão.

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LIVRO

    

O escritor capoeirense Junior Almeida, na noite da sexta-feira, 25/03/2022, lançou seu novo livro, ‘Lampião em Serrinha do Catimbau’. O lançamento ocorreu durante o evento Cariri Cangaço realizado na cidade de Paulo Afonso, Bahia.

Lampião em Serrinha do Catimbau, narra a investida de Lampião e seu bando a Serrinha do Catimbau, na época um distrito pertencente a Garanhuns e, hoje município de Paranatama. O livro traz fatos novos sobre o episódio no qual Maria Bonita foi alvejada com um tiro na região glútea, obrigando Lampião e seu bando saírem em retirada.

- Apresento ao público uma dedicada e extensa pesquisa, onde trago à tona a rota de fuga do bando, após o fogo de Serrinha, o local em que Maria do Capitão ficou em tratamento, bem como seu algoz e seu anjo da guarda, o homem que tratou de Maria Bonita durante quarenta dias, então, nada melhor que um livro que fala tanto sobre a célebre pauloafonsina, ter o seu primeiro lançamento justamente em sua terra." - Disse o pesquisador Junior Almeida.


Este é o quarto livro publicado pelo autor; a capa da obra é criação do professor Ademar Cordeiro.

Brevemente a obra será lançada na cidade de Paranatama e possivelmente em outros municípios da nossa região.

Junior Almeida e escritor, autor dos livros: "A Volta do Rei do Cangaço"; “Lampião, o Cangaço e outros fatos no Agreste Pernambucano” e “Capoeiras, Pessoas, Histórias e Causos’. Ele reside na cidade de Capoeiras - PE, onde é comerciante.




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A MODA DO CHOFER

Clerisvaldo B. Chagas, 23 de maio de 2022

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.703

Apesar de tão útil, o chapéu de couro nunca foi socialmente valorizado. Era coisa de carreiro, vaqueiro, tirador de leite... Que era assim que se pensava. O chapéu de palha também não encontrava muito abrigo em zonas urbanas. Era do roceiro, do trabalhador braçal, do puxador de enxada. A desvalorização social fazia com que o segundo fosse vendido aos montes, no chão das feiras semanais a preço tão baixo que era praticamente de graça. Já o chapéu de couro era encontrado em bancas de madeira em meio às bugigangas relativas à zona rural, como facão, foice, peixeiras... O chapéu de couro, desprezado até pelas forças volantes de combate aos cangaceiros, no início, terminou em cabeças de vários policiais dessas forças.

BONÉ (FOTO: B. CHAGAS).

O chapéu de massa, também chamado de baeta, demonstrava mais ou menos a posição social do indivíduo. Incrivelmente caro (ainda hoje) era usado na zona urbana com o comerciante mais abastado e, na zona rural pelos fazendeiros, coronéis ou particulares de boa condição financeira.

O boné foi surgindo timidamente. A princípio por pessoas mais humildes como carregadores de saco, engraxates e principalmente motoristas. Entretanto, o sertanejo espirituoso que falava jocosamente do chapéu de couro e de palha, passou a discriminar o boné. Dizia: “Homem de boné, ou corno ou chofer. O alvo só fazia esboçar um sorriso amarelo e, claro, levar no tudo na brincadeira.

O boné foi comendo pelas beiradas; o preço do chapéu de massa e do panamá (palhinha) em parte, foram culpados da ascensão do boné. Sem terras, estudantes, atletas, até chegar à cabeça do próprio presidente dos Estados Unidos. Chapéus de couro e palha continuam os mesmos em zona rural. E não é tão fácil encontrar um homem usando um chapéu de massa, por aqui. Mas o boné, em um período só usado nas caminhadas, desembestou no uso geral. Muito mais bonito, sofisticado, vai faturando em cima de marcas famosas que descobriram o veio. Registramos também que em campanhas eleitorais, por exemplo, é o boné o brinde mais procurado pelos eleitores, mais do que as famosas camisetas. E mesmo detestando o troço fui obrigado a aderir à moda.

A sociedade resgatou o objeto pagando à língua a dignidade do chofer.

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LAMPIÃO E MARIA BONITA

Arte do Eduardo Lima

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