Por José Mendes Pereira - Crônica 92)
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Por José Mendes Pereira - Crônica 92)
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Por Guilherme Velame Wenzinger
O olhar dos
cangaceiros para Benjamin. Olhar de estranheza e curiosidade. Essa foto é interessante
por pegar essa impressão deles para o libanês. Nessa foto podemos perceber
também que o cangaceiro "Barra Nova"(à esquerda de Lampião de quem
vê) aparentemente está com um furúnculo ou cisto no rosto.
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Por Guilherme Velame Wenzinger
Os irmãos Pau-Ferro. Pedro Pau-Ferro, o Velocidade, algoz da família Ventura e o seu irmão Manoel Pau-Ferro, o Atividade, morto e decapitado pelo companheiro Barreira. 1936, Benjamin Abrahão.
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Por José Di Rosa Maria
Enjoei da capital,
Deixei a vida corrida,
Para terminar a vida
Na minha terra natal;
Distante de carnaval,
Pra poder bem sossegado
Comer juriti assado,
Chupando o osso da asa;
Voltei pra morar na casa
Que fui nascido e criado.
Mote enviado pelo poeta Severino Inácio, Para o Programa: A Rural Os Poetas e as Violas; improvisado por mim. Programa que vai ao ar de segunda a sexta, das 15 e 15 às 16 Hs Com Raimundo Lira e José Di Rosa Maria, Pela Rádio Rural de Mossoró-RN.
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Hoje, também é meu
dia!
Minha fiel
dedicação à Literatura de Cordel,
tem sido constante!
Que os mortos &
vivos me perdoem!
No dia que bajular,
for dignidade,
deixarei de fazer o
que faço!
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ESCREVER É ISSO
Escrever é dar de
Si
O que o leitor
merece.
Se esmerar num
poema,
Se redimir numa
prece,
Mas sem abrir mão
daquilo
Que a mão de Deus
oferece.
É amontoar palavras
E fazer o povo ler,
Acreditar no que
faz
Com orgulho pra
viver,
Sem ser capaz de
querer
Desistir do que
quer ser.
É arrancar das
palavras
O melhor que elas
têm.
Se deixar ser
escrevendo
Confundido com
alguém
Que nunca se deixou
ser
Inferior a ninguém.
É fazer o mundo ver
Em você um escritor
Capaz de fazer o
povo
Erguer as mãos em
favor
Da existência na
terra,
Da justiça e do
amor.
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Estrofes de um
poema meu:
(José Di Rosa
Maria)
Por Guilherme Velame Wenzinger
Produtores do
documentário "Memória do Cangaço", de Paulo Gil Soares junto a Zé
Rufino e o cabo Bem-Te-Vi. José Rufino atento para ver o poder de tiro do
rapaz. Quem segura a arma meu ver é o diretor do documentário, Paulo Gil
Soares, mas pela qualidade da foto não posso afirmar. Ano 1964.
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No dia 31 de
maio de 1968, na cidade de Jeremoabo, Bahia, aconteceu um dos reencontros mais
fantásticos da história do cangaço. Dadá vai até Zé Rufino, algoz de seu companheiro
Corisco. Notem que Zé Rufino já estava bem debitado de saúde.
Alguns meses
depois desse encontro, Zé Rufino viria a óbito devido a um ataque cardíaco, em
20 de fevereiro de 1969, curiosamente data de seu aniversário de 63 anos.
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Qual sua
opinião sobre essa dupla histórica do cangaço?
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Recorte detalhado: Moça de Cirilo de Engrácia e o cangaceiro Ricardo Pontaria. 1936, por Benjamin Abrahão.
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Por José Mendes Pereira
ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!
Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.
Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito.
Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima.
As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!
Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão.
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.
Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.
Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo.
É melhor vivo medroso do que morto valente.
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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.
Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem.
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Autor: José Di Rosa Maria
Por Moa Assumpção
Caros, vejam
se conseguem ir à estreia do meu primeiro documentário, que trata de um tema
caro para todos nós, será dia 14/04, domingo, às 12h30, no Cine Belas Artes -
Rua da Consolação, 2423, em São Paulo, abraços.
Público · Qualquer
pessoa dentro ou fora do Facebook
Vamos
apresentar, pela primeira vez, na íntegra, o nosso documentário, fruto do
cinema independente, Acordo com Lampião? só na Boca do Fuzil! que conta a
história dos maiores inimigos do Rei do Cangaço, Virgulino Ferreira, o Lampião,
os nazarenos, habitantes da pequena vila pernambucana de Nazaré do Pico,
distrito de Floresta. Eram os únicos que Lampião temia. Uma história
impressionante!
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Por José Mendes Pereira
Neném do Baião de Mossoró. Visitei-o várias vezes em sua residência, na Rua do boneco, bairro Santo Antônio, quando ele estava doente. Não faleceu do problema de garganta, e sim infartou no período que se recuperava da cirurgia.
Neném faleceu no dia 9 de setembro de 2011. Eu soube do seu falecimento através do professor, poeta, escritor, pesquisador do cangaço, de Luiz Gonzaga do Nascimento e Trio Mossoró Kydelmir Dantas.
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