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terça-feira, 27 de maio de 2025

SAÚDE MENTAL E CINEMA

Por Dr. Epitácio de Andrade Filho

Recebi com alegria e satisfação o abraço e autógrafo do professor e pesquisador Anderson Baumgartner (ao centro), que lançou recentemente o livro "Jogabilização - Gamificação, Motivação e Inteligências Múltiplas na Educação". A obra resultou de sua dissertação de mestrado em Educação. Parabéns meu querido "Panda". Você tem toda minha admiração. Abraço forte! procurando Games & Games com Pablo Ribeiro e Anderson Baumgartner em Zumbi Bar.

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SEU MIGUEL FOI AO ENCONTRO DE DEUS.

 Por José Mendes Pereira

Imagem de Lindomarcos Faustino - https://www.facebook.com/groups/768856323197800/?multi_permalinks=9694141927335817%2C9667036936712983%2C9662480570501953%2C9659697910780219%2C9659686087448068&notif_id=1747923613568414&notif_t=group_activity&ref=notif

Com muita tristeza, o Relembrando Mossoró comunicou  a todos do Bairro Pereiros, o falecimento de Sr. Miguel Arcanjo Lopes. Todos nós teremos que fazer esta viagem. A estrada poderá ser outra, mas o caminho será exatamente o mesmo. Adeus, seu Miguel!

O velório será realizado no Centro de Velório Sempre, na Rua Melo Franco, próximo ao tiro de Guerra. O sepultamento está marcado para as 16 :30 no cemitério São Sebastião. 

Conheci bastante o seu Miguel no Bairro pereiros quando eu morava lá na rua Almirante Barroso. Gente da gente, gente de sincera amizade. Gente respeitado por todos que faziam parte do seu círco de amizade. 

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FAZENDA LAGES, FLORESTA-PE.

Acervo Giovane Gomes

Em 1926, as Volantes pernoitaram de lado dessa casa e no dia seguinte balearam Lampião na Fazenda Tigre que fica a 02 km. Algumas fotos que tirei do interior do antigo casarão. Hoje encontrasse abandonado. Mas percebemos alguma marca de tiro na parede, segundo populares essa casa é assombrada.








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segunda-feira, 26 de maio de 2025

ABERTURA DO SEMINÁRIO CARIRI CANGAÇO NO OESTE POTIGUAR.

 Por Volta Seca

Mercado Público da cidade de Martins no Rio Grande do Norte.
Onde o Brasil de Alma Nordestina se encontrou neste final de semana!
SIMPLESMENTE SENSACIONAL!









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O CANGACEIRO JESUÍNO BRILHANTE - FILME COMPLETO

 Por Histórias da Vida Real

https://www.youtube.com/watch?v=Wk-LOGYZqIY

O Cangaceiro Jesuíno Brilhante - Filme Completo, Veja o filme da história do primeiro cangaceiro do Brasil Jesuíno Brilhante, é um dos melhore filme do cangaço, você vai se surpreender. SEJA MEMBRO, AJUDE O CANAL: APENAS 5 REAIS POR MÊS:    / @historiasdavidareal   #historiasdavidareal #historiasdelampião Contato: artehoraciomoura@gmail.com

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𝑨𝑪𝑬𝑹𝑽𝑶 𝑷𝑨𝑹𝑻𝑰𝑪𝑼𝑳𝑨𝑹: 𝑪𝑨𝑵𝑮𝑨𝑪̧𝑶 𝑩𝑹𝑨𝑺𝑰𝑳𝑬𝑰𝑹𝑶.

Facebook - Página do Jaozin Jaaozinn

Meus amigos, hoje marcam 85 anos da morte do bandoleiro Corisco e fim do cangaceirismo na região do Nordeste. E, para não deixar essa data em branco, publico para vocês uma fotografia inédita e original das cabeças do famoso casal cangaceiro: Lampião e Maria Bonita. Foto essa tirada no Instituto Nina Rodrigues, de Salvador/BA, no ano de 1947.

Não é algo que irá mudar totalmente a história do cangaço, mas sim um material que comprova a existência e exibição das cabeças de cangaceiros e cangaceiras na capital baiana; entre elas a de Corisco, Canjica, Azulão, Maria de Azulão e Zabelê.

Atualmente, este registro está guardado comigo, fazendo parte do meu acervo pessoal. Veio colado em uma das páginas do livro "Assim Morreu Lampião", do pesquisador Antonio Amaury Corrêa de Araújo, de 1975.

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CONVERSANDO COM AUGUSTO MARANHÃO - LAMPIÃO EM MOSSORÓ.

 Por TV Assembleia RN.

https://www.youtube.com/watch?v=UVf1FrS_1eo

Programa Conversando com Augusto Maranhão Apresentação: Augusto Maranhão Tema: Lampião em Mossoró Exibido em 19 08 2016

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domingo, 25 de maio de 2025

LUIZ GONZAGA É DO POVO.

 Por Luiz Gonzaga é do Povo

Por trás da famosa imagem do cantor Luiz Gonzaga tocando a sua sanfona branca, há uma linda história por poucos conhecida, acontecida em dois atos, na cidade de Bento Gonçalves.

Tudo começou com um telefonema do Rei do Baião ao empresário Luiz Matheus Todeschini, diretor presidente da maior fábrica de acordeões da América do Sul, comunicando que ele estava a caminho de Bento Gonçalves em busca do acordeão dos seus sonhos.

— E o senhor, Seu Luiz, vai fazer essa sanfona para mim, disse o cantor nascido em Exu, em Pernambuco, ao se despedir.

Poucos dias depois, Gonzagão chegava a Bento Gonçalves e se instalava na casa do empresário, na rua 10 de novembro, onde permaneceria por duas semanas.

De imediato disse ao empresário como queria a sua sanfona, em tamanho fora do padrão da linha Todeschini, e deixou claro que ela tinha que ser branca, para contrastar com o gibão de couro cru que usava em suas apresentações.

Luiz Matheus reuniu alguns dos seus melhores colaboradores e, tendo Gonzagão palpitando ao lado, dedicaram quase dez dias exclusivos de trabalho para fazer a gaita dos sonhos do já então ídolo da música popular brasileira.

Concluído o trabalho de equipe e o produto final devidamente aprovado pelo cliente, era preciso inaugurar a sanfona em grande estilo.

E foi o que aconteceu em pleno centro da cidade, em frente ao Edifício Bento Gonçalves, quando Gonzagão apresentou oficialmente a sua sonhada sanfona branca para uma grande plateia que se formou ao seu redor já no primeiro acorde. Logo após os primeiros acordes, aconteceu um fato inusitado, que ficaria registrado e marcado como a integração do gaúcho com o nordestino: o tradicionalista Edes Moré, acompanhado do filho Luciano, devidamente pilchados, alinharam-se a Gonzagão, vestido a caráter com sua roupa nordestina. Num gesto de carinho, o cantor tira seu chapéu de vaqueiro da cabeça e o troca pelo gaudério de Moré, sem interromper a canção que interpretava, sob os aplausos da população. Foi o fecho de ouro da passagem do grande cantor por Bento Gonçalves que, a partir daquele dia incerto de 1967, passou a carregar em todos os palcos por onde se apresentou, a marca Todeschini gravada em letras douradas na sua famosa sanfona branca.

A Garota Todeschini

A passagem de Luiz Gonzaga pela fábrica de acordeões Todeschini coincidiu com a escolha da rainha da empresa, evento comum naqueles anos. A vencedora foi Maria Helena Bonatto (hoje Brunetto), a quem o compositor escreveu (e dedicou) a canção “Garota Todeschini”, que ele incluiu em seu primeiro disco gravado com a sanfona branca. Na letra, ele faz um agradecimento às trabalhadoras da empresa que, com suas mãos, fazem os acordeões com que os sanfoneiros/gaiteiros ganham o seu pão, mas deixa nas entrelinhas uma admiração pela jovem rainha:

Garota Todeschini / Ouça bem essa homenagem / Que um caboclo de coragem / Sanfoneiro e cantador / Que nunca cantou vantagem / Nem na luta e nem no amor // Você gauchinha merece / Toda minha gratidão / Por fazer esta sanfona / Pr’ eu tocar o meu baião } bis

Quando boto ela no peito / Sinto o mundo em minha mão / Cada baixo representa / Um pedacinho do sertão / É dela que tiro o pão/ Com ela é que eu dou estudo / Garota Todeschini, prenda minha / Com essa gaita e você sou tudo } bis

(Garota Todeschini, letra e música de Luiz Gonzaga)

Malandramente, o cantor deixa nas entrelinhas a dúvida de qual seria a garota Todeschini: a rainha da empresa ou a nova sanfona? Na dúvida, aposte nas duas.

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FALECEU DONA ÊTA, COMPANHEIRA DO CANGACEIRO CAJAZEIRA(ZÉ DE JULIÃO)

Por Manoel Belarmino

Dona Êta, esposa do cangaceiro Cajazeira(Zé de Julião), faleceu em Poço Redondo, na manhã desta quarta-feira, dia 7, com idade beirando aos 95 anos.

Dona Êta era aquela senhora de tez morena, bastante conhecida em Poço Redondo, foi umas das tantas companheiras do cangaceiro Cajazeira, o Zé de Julião, com quem tem dois filhos, Venúncio e Alaíde.

Venúncio reside na cidade de Poço  Redondo E Alaíde mora na localidade Caximbeiro, próximo ao Povoado Santa Rosa do Ermírio, no Município de Poço Redondo.

Lembro-me de Dona Êta nas suas novenas tradicionais em Poço Redondo. Como sempre, a novena de Dona Êta é animada pelos Pífanos e Zabumbas do Vito e dos Pimba.

Descanse em paz, Dona Êta. Aos poucos as testemunhas e personagens do Cangaço se despedem deste plano terrestre.

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AS TRINCHEIRAS DE RODOLFO - EM 1927: "I" - O PALÁCIO DA RESISTÊNCIA

Por Palácio da Resistência 

A leitura da obra do médico-escritor Raul Fernandes,  A Marcha de Lampião, Assalto à Mossoró,  induziu-me a criar esta pequena série que a intitulei de As trincheiras de Rodolfo, para descrever, utilizando sempre que possível uma imagem identificadora, sobre os locais na cidade, definidos pelo Prefeito Rodolfo Fernandes, (1872-1927), quando da elaboração do plano estratégico voltado para defesa da mesma, em 1927, do ataque do bandoleiro Virgulino Ferreira da Silva, vulgo Lampião, (1900-1938). Esta pequena Série não tem o objetivo de debater ou contar a história sobre os temas cangaço ou Lampião, pois, estes temas têm vasta literatura disponível sobre os mesmos, com estudiosos de plantão para elaborá-la.

Recomendo a leitura da obra em destaque, por tratar-se de trabalho bem feito, escrito numa linguagem elegante e correta; a obra é fruto, não somente de alguém que foi testemunha dos fatos descritos, mas, também, de uma pesquisa bem elaborada, de acordo com os princípios metodológicos aplicados à ciência histórica, e além de tudo isto, é um registro único deste fato histórico. Por meio dela, pude construir uma idéia mais clara a respeito deste fato, e realmente, tem um aspecto que nos entristece que é reconhecer que o banditismo social que tanto retrocesso acarretou a região nordeste, nada mais foi do que a conseguência do banditismo político existente, naquela época, na região.

Após concluir a leitura desta obra, muitas perguntas surgiram e, claro, ficaram sem respostas, pois somente uma profunda pesquisa, talvez, respondesse estes questionamentos. Alguns deles deixo aqui, esperando, quem sabe, alguma indicação: A quem interessava a destruição da cidade e a derrota do Prefeito Rodolfo Fernandes com o ataque do Lampião?  Por que os Rosados não participaram da resistência ao ataque? Por que saíram todos da cidade antes da convocação para a resistência? Pois, na obra está bem claro que quase metade da população local não acreditava na possibilidade do ataque; não acreditava na ousadia do bandido. Contudo, os Rosados acreditaram e partiram para Porto Franco, em Areia Branca-RN.   

Já que todo cidadão mossoroense que, naquele momento,  estivesse com saúde e pudesse pegar em armas, participou da defesa da cidade. Este sentimento cívico deu forças para empreender a vitória sobre o bando de cangaceiros. Quem sabe, no futuro, estas respostas possam aparecer.

A mansão da imagem 01 era a residência de Rodolfo Fernandes, situada na Av. Alberto Maranhão, número 1751, no bairro Cidade Nova. Esta imagem já foi objeto desta postagem que apresenta outras informações sobre a edificação. Exatamente neste local, o prefeito estabeleceu a trincheira principal de resistência ao ataque de Lampião, à cidade, na tarde de 13 de junho de 1927. As armas e munição necessárias à defesa foram adquiridas às expensas das empresas particulares Tertuliano, Fernandes & Cia., Alfredo Fernandes & Cia., M.F. do Monte & Cia., (leia-se Miguel Faustino do Monte), F. Marcelino Hollanda e Luiz Colombo Ltda. 

Estas defesas eram formadas por donos das firmas, funcionários e trabalhadores, clérigos - não portaram armas, profissionais liberais e até estudantes, enfim, todos civis, sem experiências no campo bélico. Em síntese, o governo estadual, na época, representado pela figura política de José Augusto de Medeiros, absolutamente não fêz nada, ou seja, entregou o destino da cidade ao Deus Dará.

A residência do prefeito transformou-se num grande quartel general. Participaram da defesa planejada desta trincheira principal, além do Prefeito Rodolfo Fernandes, as pessoas abaixo:

1) no telhado da frente - Manoel Duarte, tido como exímio atirador, e, Honório Ferreira;

2) no telhado detrás - Francisco Pinto e o irmão Antônio e Bodoca;

3) no alpendre da entrada principal - Francisco Fernandes de Queiroz e dois senhores;

4) Julio Maia e José Pereira comandavam 8 homens na barricada central, em frente à casa;

5) no muro divisor do quintal - Enedino Inácio da Silva e João Domingos;

6) - no corpo do casarão, vigiavam através dos vãos das janelas: José Rodolfo Fernandes, (filho de Rodolfo Fernandes), Amaro Silva, (funcionário federal),  Abel Freire Coelho, (promotor público adjunto), Adrião Duarte, Francisco Vidal, os irmãos Francisco e Raimundo Calixto, Herculano Barbosa, Geraldo Dunga, Joaquim Benedito, Rochinha Freire, Antonio Coló, José Grosso, Francisco Elpídio, José Romão, José Conrado, Antonio Rolim e Antonio Caldas.

Várias pessoas desarmadas ou não procuraram a residência do prefeito, por segurança. Estas pessoas ficaram no sótão da casa e na sala de jantar, e ajudavam limpando as armas e selecionando a munição. Foram elas:

7) José de Oliveira Costa, (Costinha Fernandes - sócio da firma Tertuliano, Fernandes & Cia.), José Martins Fernandes, José Ribeiro Dantas, José Miguel de Oliveira Martins, Mirabeau de Carvalho Costa e Jofily Paiva de Carvalho, (estudantes do Ginásio Diocesano Santa Luzia), Joaquim Mafaldo de Oliveira, (estudante),  Raimundo Nonato da Silva, José de Paula, (motorista do prefeito), e  Epifânio Dias Fernandes, (estudante)

A estratégia desta trincheira principal foi de extrema importância para a derrota que imposta ao grupo de Lampião. Ao final da tarde, do dia 13 de junho, os bandoleiros bateram em retirada da cidade, deixando para trás muitos dos seus elementos feridos ou mortos naquele combate. O Prefeito Rodolfo Fernandes mostrou às demais cidades do estado como não ficar refém de bandido.

Escrito por Copyright@Telescope 

Próxima a ser postada: -  II 

Posteriormente IIIIVVIVIIVIIIIXX, XI

Fontes: Memória Fotográfica

http://telescope.zip.net/historia/

http://amantesdeclio.blogspot.com.br/2012/01/as-trincheiras-de-rodolfo-fernandes.html

 Télescope. Fontes: FERNANDES, Raul. ( 1908-1998). A Marcha de Lampião, Assalto a Mossoró. 7a. edição, Coleção Mossoroense, Volume 1550,  Fundação Vingt-un Rosado, outubro de 2009; Fonte do  arquivo fotográfico P&B - Azougue. Provável autor da fotografia: Manuelito Pereira, (1910-1980);  Índice das Matérias Publicadas em Memória Fotográfica. 

O blog do Mendes e Mendes, cuidadosamente, cita  as fontes para respeitar quem pesquisou e dar credibilidade a quem escreveu.

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sábado, 24 de maio de 2025

BREVE HISTÓRIA DO PASTEL DE TANGARÁ

 Por Dr.Epitácio de Andrade Filho

Distante 95 km de Natal, a pequena cidade de Tangará, com população estimada em 15.869 habitantes (2020), revelou para o estado um de seus principais manjares. Na verdade, a milenar invenção do pastel é atribuída à civilização chinesa. No brasil, surgiu como uma adaptação dos famosos rolinhos primavera, comercializados por imigrantes, desde 1890.

A história da guloseima em Tangará teve início com Joaninha de Josué (1915/1987), dona do antigo hotel Irapuru, que detinha a receita, possivelmente conseguida por meio de sua ligação com uma família tradicional da região Trairi, que era liderada pelo político, agropecuarista e hoteleiro Theodorico Bezerra. Em 1990, a microempresária presenteou a amiga Josefa Maria de Lima (a Finha) com o modo de preparo, que passou a confeccionar e vender a domicílio e em escolas os pastéis de Tangará. O sucesso do empreendimento da quituteira foi tão grande que extrapolou os limites do município. Em 2020, a governadora Fátima Bezerra (PT) sancionou a lei que tornou a iguaria “Pastel de Tangará” patrimônio cultural imaterial do Estado do Rio Grande do Norte.

Tangará

Pastel de Tangará

Rolinho Primavera

Pastel de Tangará Criadora

Tangará regras da fazenda Irapuru

Tangará Pecuária

Pastel de Tangará Patrimônio cultural imaterial

Enviado pelo Dr. Epitácio de Andrade Filho

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AMÉLIA E SERROTE

Autor do Texto Jurandy França

Lampião, o rei do Cangaço, ainda era um menino, quando o bandoleiro de nome José Maria de Oliveira; conhecido como Serrote, já amedrontava as terras da Rainha da Borborema, quando essa ainda era menina. Serrote praticava crimes, com requintes de malvadeza e crueldade. Nascido nas terras paraibanas, pertenceu ao bando do famoso cangaceiro Antonio Silvino.

Silvino era considerado um cangaceiro "do bem", não admitia certas atitudes cruéis e covardes de Serrote, por isso, o expulsou do seu bando. Serrote formou um pequeno grupo, que passou a praticar roubos e assassinatos na região. Acabou sendo preso, ficou alguns anos na prisão, e quando saiu foi morar em Campina Grande, cidade que crescia, mas sua população não chegava aos 50.000 habitantes, naquele longínquo ano de 1915. Vivia de fazer o trabalho sujo para alguns poderosos da região.

Nesta mesma época surgiu em Campina Grande, uma bela jovem, vinda da cidade de Serraria, que forma o triângulo com Arara e Solanea, no Brejo paraibano. Amélia era o seu nome, separada do marido, foi objeto de preconceito pela família e a sociedade serrariense; naqueles idos anos do início do século XX, a mulher desquitada, era tratada como prostituta, independentemente dos motivos.

Pois bem!

Se não era, passou a ser, chegando a "cidade grande", precisava sobreviver, mas trabalho digno não encontrava. Do alto de sua beleza juvenil; tinha 28 anos quando chegou a terra do "quebra quilos", de uma coisa estava certa, não iria para os cabarés, ser explorada por nenhum cafetão criminoso. Com as economias que possuía, alugou uma casa em uma rua movimentada do Centro, logo começou ver o resultado do comércio, onde a mercadoria exposta e vendida, era o seu próprio corpo. Sua fama cresceu, era conhecida por quase todos os maridos infiéis da alta sociedade campinense. O negocio ia de vento em popa, até o seu destino se cruzar com o de Serrote.

Como citei anteriormente, Serrote fazia "serviços" para determinadas pessoas, por exemplo: dar surras e até matar.

Não se sabe quem; se um homem enciumado, ou uma mulher traída, contratou Serrote para dar um corretivo em Amélia, uma surra das boas. O criminoso na companhia de um outro da sua laia, foram até à casa de Amélia, não se contentaram apenas em surrar a pobre mulher; também a estupraram. Deixaram-na em estado lastimável, foi parar no hospital. Serrote ainda fez-lhe uma ameaça: "A próxima vez que lhe encontrar, te mato!".

Quando saiu do hospital, Amélia passou a viver escondida, não podia fugir, tinha seus negócios. Decidiu ficar, passou a andar armada com um punhal. Numa terça à noite, passando por uma rua, próxima à sua residência, deu de cara com o seu carrasco, que partiu pra cima dela, querendo cumprir a promessa feita. Desferiu uma cacetada em Amélia, que caiu, mas não desmaiou. O negro pulou sobre ela de revólver em punho para terminar o serviço, mas foi surpreendido com uma punhalada certeira bem no coração. Serrote ainda deu alguns passos cambaleando e caiu... estava morto. Amélia fugiu do local, no dia seguinte se entregou e confessou o crime. Ficou presa, mas depois foi libertada, foi denunciada, julgada e absolvida por unanimidade do júri, que entendeu tratar-se de legítima defesa.

Segundo os historiadores que tratam do assunto, pouco ou quase nada se sabe sobre Amélia, após tais acontecimentos. Provavelmente mudou-se de Campina, com medo de possíveis represálias por parte dos acobertadores da vida criminosa de Serrote.

Autor do texto: Jurandy França

Fonte:

Tok de História

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NOTA DE FALECIMENTO!

 Por O Cangaço na Literatura

É com imenso pesar que anuncio o falecimento de Renato, filho do Cangaceiro Barreira. Muito triste! Vocês assistiram sua entrevista?

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A ÚLTIMA DAS CANGACEIRAS !!!!!

Por Histórias do Brasil
ESSA É A CANGACEIRA DULCE, foi COMPANHEIRA DO CANGACEIRO CRIANÇA.RAPTADA AINDA ADOLESCENTE E FOI UMA DAS SOBREVIVENTES DOS QUE PERDERAM A VIDA NA GROTA DO ANGICO.DULCE RESIDIA NA CIDADE DE CAMPINAS SP

E FALECEU NO DIA 10 DE DEZEMBRO
DE 2022 .
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sexta-feira, 23 de maio de 2025

FOTO DE LAMPIÃO...

 Por Robério Santos.

Foto rara de Lampião morto. Conseguem ver o corpo sem cabeça?

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ADOREI!

Por José Di Rosa Maria

Ontem dia 21-05-2025, vivi um de glória acompanhado da senhora poetisa e ex-professora Magaly Holanda, que me levou para conhecer seus adoráveis pais e irmãos no Sítio Caroba, Severiano Melo-RN. Depois me levou para conhecer a Cordelteca que contempla seu nome, também o Instituto Meu Sertão, criação sua apoiada pelos habitantes do distrito de Santo Antônio - Severiano Melo-RN, acho pouco e me apresentou aos estudantes, professores e autoridades da cidade, durante os preparativos de grande feira de ciências da Escola Estadual de Severiano Melo-RN.

Fez por mim o que a poetisa Lígia Morais, faz em Mossoró elaborando projetos para me ajudar!

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