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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

O CANGAÇO FILMADO

Na fotografia estão o Sírio-Libanês Benjamin Abrahão Botto e o Padre Cicero do Juazeiro.

Sem dinheiro e desrespeitado, Benjamin Abrahão partiu para uma nova aventura.

Com a chancela de ter sido braço direito de padre Cícero, foi em busca do temido Virgulino Ferreira, o Lampião. Devoto conhecido do “Padim”, o cangaceiro estava em seu auge, controlando vários bandos pelo Nordeste, quando Abrahão lhe propôs ser seu documentarista oficial. Os dois já haviam se encontrado quando o cangaceiro foi convencido por padre Cícero a lutar ao lado do governo contra a Coluna Prestes, que passou pelo Nordeste por volta de 1925.

Abrahão já tinha tudo preparado. Conseguiu apoio da agência alemã Aba Filmes para filmar o cangaceiro procurado pela Justiça com uma câmera sem som de alta tecnologia para a época. Lampião, fascinado com a modernidade dos apetrechos, aceitou a proposta. Antes, porém, testou o equipamento para garantir que não se tratava de uma arma disfarçada.

Ademar B. Albuqurque - proprietário da Abafilm

“Benjamim conseguiu convencer Lampião por causa do efeito mágico do cinema”, diz Pernambucano. “Naquela época, Lampião mobilizava grossos capitais. Travava com coronéis da região que financiavam seus roubos e recebiam parte do lucro. Seu bando era a imagem do sucesso da organização fora da lei. Ele viu na proposta de filmagem a oportunidade de ingressar na história pela forma mais moderna que havia então.”

A aventura cinematográfica de Benjamim Abrahão ganhou as páginas dos principais jornais do país. Em fevereiro de 1937, ele publicou uma série de reportagens no Diário de Pernambuco exibindo a intimidade do cangaço.


Havia fotos impensáveis de Lampião costurando, Maria bonita penteando-lhe os cabelos, cangaceiros tocando gaita e comendo. O sírio-libanês anunciava para a imprensa que em breve lançaria um documentário sobre Lampião e seu bando.

Maria Bonita penteando os cabelos de Lampião

A ideia dele era exibir o filme no Brasil e vender cópias para o exterior, onde Lampião também era manchete. Mas seu sonho foi destruído pela então recém-instalada ditadura do Estado Novo, que mandou confiscar as filmagens e proibiu a exibição e comercialização das películas.

“As fotos e filmes de Benjamim eram um atestado da incompetência das forças policiais e uma afronta ao Palácio do Catete”, comenta o historiador, que traduziu a caderneta em que o forasteiro sírio registrou denúncias sobre as forças policiais que matavam civis e colocavam a culpa nos cangaceiros.

Nessa época, sequências inteiras dos filmes foram destruídas. O que restou foi recuperado na década de 1950 pela Fundação Getúlio Vargas. Entre os filmes remanescentes, um chama atenção. Mostra o rei do cangaço fazendo comercial de Cafiaspirina, remédio para dor de cabeça da empresa alemã Bayer. O cangaceiro aparece distribuindo o remédio para seu bando em frente a um cartaz que diz: “Se é Bayer, é bom”.


Nessa época, sequências inteiras dos filmes foram destruídas. O que restou foi recuperado na década de 1950 pela Fundação Getúlio Vargas.

Entre os filmes remanescentes, um chama atenção. Mostra o rei do cangaço fazendo comercial de Cafiaspirina, remédio para dor de cabeça da empresa alemã Bayer. O cangaceiro aparece distribuindo o remédio para seu bando em frente a um cartaz que diz: “Se é Bayer, é bom”.

Fonte principal: BLOG CIÊNCIA HOJE

2ª fonte: facebook
Página: Geraldo Júnior - O cangaço

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JÁZIGO DO CORONEL ARSÊNIO ALVES DE SOUZA

Detalhe: Essa Sepultura foi localizada pelo Historiador/Pesquisador Rubens Antonio Antônio (Salvador/BA), durante suas pesquisas de campo.

Arsênio Alves de Souza, ou Tenente Arsênio Alves como assim era conhecido foi durante a época do cangaço um implacável perseguidor de cangaceiros, em especial a Lampião e seu bando.

Bando de Lampião em 1936, Ribeira do Capiá, Alagoas.

Uma história interessante que envolveu o então Tenente Arsênio foi quando Lampião e seus homens cercaram o local em que sua tropa havia parado para descansar e tomar água em um lajedo. Quando todos os soldados estavam desprevenidos Lampião e seus homens atacaram, matando muitos soldados já durante os primeiros disparos. A volante foi praticamente dizimada e o massacre não foi ainda pior, graças à rapidez do tenente que conseguiu alcançar e disparar a metralhadora (hotkiss), afugentando os cangaceiros que atacavam ferozmente a tropa. Durante o disparo da metralhadora, que era algo novo para a época, um dos projéteis atingiu mortalmente Ezequiel Ferreira (Ponto Fino), pondo fim a vida do irmão mais novo de Lampião.

O Tenente Arsênio consegue fugir levando uma das peças da metralhadora, deixando-a inutilizada. Esse combate ocorreu no dia 24 de abril de 1931, na Fazenda Tanque do Touro na Bahia.

Arsênio Alves faleceu vítima de acidente automobilístico no sul do Estado da Bahia, e seus restos mortais estão enterrados no CEMITÉRIO CAMPO SANTO em Salvador/BA. Causa da Morte: Fratura do Crânio.

Fonte: facebook
Página: Geraldo Antônio de Souza Júnior (Administrador)

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PELA CRIAÇÃO DO MUSEU DO CANGAÇO


Há anos venho acompanhando através de matérias de jornais e televisão a incansável luta de Vera Ferreira, neta de Lampião e Maria Bonita, em busca da criação de um Museu que abrigue a história e os objetos que pertenceram a seus avós e aos demais personagens envolvidos na história do cangaço.

Porém essa luta pelo que tenho observado não tem dado o resultado esperado, pois ela é barrada pela falta de patrocínio e pela burocracia e má vontade por parte das autoridades competentes, principalmente das Secretarias de Cultura da região Nordeste, que nada tem feito durante todo esse tempo em prol da criação desse espaço, que teria a única finalidade de preservar os objetos e a memória de todos aqueles que foram protagonistas durante o período de existência do fenômeno Cangaço (Volantes, Cangaceiros, Vitimas, etc...).

Infelizmente caros amigos (as) aqui em nosso país a história e a Cultura sempre foram varridas para debaixo do tapete do esquecimento e com a história do cangaço, não está sendo diferente.

Eu particularmente sou a favor da criação de um único Museu que sirva para abrigar todo esse material histórico em um só lugar, e principalmente, para dar a oportunidade para esta e para as gerações vindouras de conhecerem um pouco sobre a verdadeira história do Nordeste, onde o Cangaço é parte central dela.

Um “MUSEU DO CANGAÇO” surgiria como um cartão postal para qualquer uma das capitais dos estados nordestinos que tiveram a presença e a atuação do fenômeno.

Espero um dia ainda poder ver esse projeto ser realizado, mas enquanto isso não ocorre, seguirei apoiando essa luta e divulgando essa fantástica história, através da única arma que possuo, ou seja, as redes sociais.

“O CANGAÇO” e acredito eu, que a grande maioria dos membros e simpatizantes/participantes do nosso Grupo e Comunidade, apoia a criação de um único MUSEU DO CANGAÇO.

Na fotografia acima vemos Vera Ferreira Ferreira durante visita ao Museu Geológico da Bahia em Salvador/BA, onde na ocasião presenteou o anfitrião Rubens Antonio Antônio (Geólogo/Historiador) com um exemplar do livro “BONITA MARIA DO CAPITÃO” de sua autoria e de Germana Gonçalves de Araújo.

Fonte: facebook
Página: Geraldo Antônio de Souza Júnior (Administrador)

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TRÊS ANOS SEM O ESCRITOR ALCINO ALVES COSTA DA CIDADE DE POÇO REDONDO - SERGIPE

Por Antonio José de Oliveira

Caro Professor e Pesquisador José Mendes: 

Três anos sem o mestre ALCINO ALVES COSTA; três anos de ausência em sua Poço Redondo; três anos de ausência junto aos seus amigos e familiares; três anos, portanto que sua voz emudeceu entre nós. Tenho certeza que nem apenas seu Torrão Natal - Poço Redondo, mas todos que batalharam e continuam nessa mesma batalha  em prol da preservação da saga do cangaço, sentem a sua falta.

Pesquisadora Juliana Pereira e o escritor Alcino Alves Costa
Kiko Monteiro, Alcino Alves o filho Rangel Alves da Costa
Ivanildo Silveira,...,..., João de Sousa Lima e Alcino Alves Costa
José Cícero, Alcino Alves Costa e Bosco André
Kydelmir Dantas e Alcino Alves Costa
Archimedes Marques, Alcino Alves Costa e Elane Marques
Juliana Pereira, Alcino Alves Costa e Paulo Medeiros Gastão

Conhecedor em profundidade, tanto da história do cangaço, como das coisas que fazem parte do Nordeste, Alcino deixou um legado brilhante para os nossos dias, e posteridade. Os escritos do Caipira de Poço Redondo são de inegável firmeza e credibilidade. Também seu senso administrativo com as coisas públicas quando passando por três gestões no cargo de prefeito do seu Município, deixou exemplo de trabalho - e, muito mais, humildade para com seus munícipes e quem o procurava. 

Professora e pesquisadora Ana Lúcia Granja e Alcino Alves Costa
Aderbal Nogueira, Leandro, Antonio Amaury, Paulo Britto e Alcino Alves Costa
Rostand, João de Sousa, Neli Conceição, Ivanildo Silveira, Alcino e Juliana Pereira
Rubinho Lima, Alcino Alves e Tomaz Cisne
Antonio Vilela, Alcino Alves e Rubinho Lima
Alcino Alves Costa e Manoel Severo
Alcino Alves Costa e Inácio Loiola

Mas a vida no Planeta Terra é assim mesmo: todos nós teremos que partir para uma outra Esfera de vida. Portanto, a minha admiração ao mestre que tanto fez pela história nordestina. FIQUE EM PAZ COMPANHEIRO!

Antonio José de Oliveira é pesquisador do cangaço lá de Serrinha no Estado da Bahia.

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SÓ PARA EFEITO DE ARQUIVO


TENENTE LUIZ MARIANO QUE INCANSAVELMENTE PERSEGUIA LAMPIÃO COM TREMENDA VALENTIA.

Fonte: facebook

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O CANGACEIRO CHICO PEREIRA SUPÕEM-SE QUE ELE JÁ CHEGOU AO LOCAL MORTO

Por Luiz Eduardo
Foto colorida pelo professor e pesquisador do cangaço Rubens Antonio

Bom dia, amigos cangaceirólogos:

Uma coisa que me chamou atenção, foi que as pessoas que moram ali, onde supostamente o cangaceiro Chico Pereira foi morto, inclusive o senhor que construiu a capela, a pedido do Padre Pereira, me falou que o seu pai viu o corpo do cangaceiro lá no local do fato.


Esta afirmativa deste senhor continuou até o dia da sua morte, dizia que o corpo de Chico Pereira, lá no local não tinha sangue, e sim, algumas substâncias como mercúrio, mertiolate para simular sangue. Todos de lá, acreditam que o cangaceiro Chico Pereira já vinha morto, e aquele local servia apenas da cena do acidente e morte do facínora. Estas são as informações dadas pelas pessoas que moram naquela localidade.

Luiz Eduardo

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O DIÁRIO DE PERNAMBUCO PUBLICOU NO DIA 20.02.1937


O Diário de Pernambuco publicou no dia 20/02/1937, matéria sobre a saída de Antônio Silvino, da Casa de Detenção do Recife, depois de 23 anos preso. Vejam a matéria.


Fonte: facebook
Página: Geziel Moura

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FOTOGRAFIA DO MAJOR ZÉ LOBO DA FAZENDA DOIS RIANHOS

Por Epitácio Andrade
Major Zé Lobo


Despeço-me hoje dos amigos com uma relíquia fotográfica que recebi do ex-deputado estadual e ex-prefeito de Catolé do Rocha/PB José Otávio Maia - Zezito Maia (Guzerá Do Z Guzerá) a imagem do major Zé Lobo da Fazenda Dois Riachos, principal aliado da família Limão na luta contra Jesuíno Brilhante o cangaceiro.

Epitácio Andrade é médico psiquiatra, escritor e pesquisador do cangaço.

Fonte: facebook

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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

“O FIM DE VIRGULINO LAMPIÃO” O que disseram os JORNAIS SERGIPANOS


O livro “O FIM DE VIRGULINO LAMPIÃO” O que disseram os JORNAIS SERGIPANOS custa:
30,00 reais, com frete incluso.

Como adquiri-lo:
Antonio Corrêa Sobrinho
Agência: 4775-9
Conta corrente do Banco do Brasil:
N°. 13.780-4

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AIÓ, FARINHA SECA E RAPADURA

Por Rangel Alves da Costa*

Noutros tempos, nos idos de um sertão de bicho reinando por todo lugar e mato fechado começando logo após o quintal, bastava que o caçador lançasse mão da velha espingarda, do aió e de um tiquinho de farinha seca com pedaço de rapadura. Estava equipado e preparado para ir atrás do alimento que a família tanto necessitava.

E assim, pelas veredas sertanejas, mesmo na sequidão do tempo e as incertezas da estrada, seguia o humilde caboclo em busca do sustento dos seus. Pai de família, com filhos pequenos para alimentar, não via outra saída senão lançar mão da esperança em mais uma caçada. Intimamente sofria ao ver um bicho sangrado e sem vida, mas a questão da sobrevivência chegava como um perdão ante a sina da existência.

Se hoje continuasse assim, nunca haveria a certeza de retornar sequer carregando uma caça pequena. Os bichos sumiram, desapareceram de vez. Noutros tempos, quando a mataria se espalhava por todo lugar, e entre catingueiras e umburanas eram muitos os tufos de mato, havia fartura de bicho esperando a desdita da sorte. Preá, nambu, codorna, caititu, veado, rolinha fogo-pagô, cágado, teiú, tudo zanzando pelos escondidos, ao redor das locas das pedras, ao redor de macambiras ou mesmo pelos descampados.

Uma prática costumeira e que sempre dava bons resultados era esperar a bicharada ao entardecer, nas beiradas das fontes, quando se dirigiam para matar a sede. O caçador se amoitava ao redor e ficava à espreita da chegada de um e de outro. E de repente a espingarda soltando fogo e a ave caindo após curto voo. Sofria agindo assim, entristecia-se demais em ter de matar para sobreviver. Mas havia Joaninha, Pedro e Maria que tanto necessitavam daquele pedaço miúdo e assado na brasa.

Mas isto noutros idos, pois com o passar do tempo tudo foi ficando cada vez mais difícil. Sem bicho no mato não há caçada que seja proveitosa. Não é raro o retorno desolado do caçador, entrando na porta de casa sem nada poder dizer. Justificar o que se os olhos já se mostraram tristes ante o vazio do aió? Ora, o aió está vazio, a espingarda sem uso, naquele dia sequer um preá pôde ser avistado. Mas também quase não há mais preá. Nem codorna nem nambu, muito menos bicho maior.


Quase não há mais bicho no mato não por culpa do caçador. Acaso existissem somente os sertanejos enveredando nas matas em busca de seu alimento, certamente que continuaria fartura de toda espécie da fauna típica da região. Não foi o caçador que espantou os bichos para distâncias sem fim, não foi o caçador que promoveu a extinção, não foi o caçador que desmatou e tudo destruiu, deixando em deserto onde havia pujante vegetação.

Certamente que não foi o caçador que transformou a natureza sertaneja num lugar feio e desolado. A vegetação foi sendo derrubada e com ela toda a vida. E sem planta, sem árvore, sem pé de pau, sem tufo de mato, não há lugar para os bichos. Que se imagine uma nambu sem galho de árvore ou uma rolinha sem poder voar de canto a outro por falta de lugar de pouso e repouso. E os ninhos, as moradias dos bichos, as flores e os frutos como alimento?

Hoje em dia o sertão é uma tristeza só. Riachos sem matas ciliares e leitos escavados pela ambição, e por isso mesmo semimortos e renegados ao empoçamento de doenças e infestações. Vastidões inteiras como um campo aberto, nu, tomado de aridez e desolação, e por isso mesmo sem qualquer vida ou utilidade. Por consequência, o aumento dos períodos de secas, a demasia do calor e da pobreza além de todo quintal. Que fez isto? O homem, mas outro homem, e não o caçador.

O caçador vive da caça e não da mera destruição. Precisa daquele habitat nativo para que seu alimento não possa faltar. Precisa da catingueira, do angico, da umburana, da quixabeira. Precisa de qualquer pé de pau, de qualquer loca de pedra que sirva de moradia ao bicho. O caçador precisa entrar na mata e encontrar o bicho. Ou assim faz ou fará do retorno uma desesperança ainda maior. Colocar o aió vazio num canto e dizer que não haverá preá torrado com farinha seca causa a mesma dor que ouvir um pedido de um pedaço de pão e nada ter para dar.

E assim a vida vai. A pobreza continua a mesma e maior ainda. A caça era o suporte ante a necessidade, era a sobrevida na difícil sobrevivência. Quando a parca feira acaba e não há alimento, quando a esmola lhe desvanece a alma e prefere sofrer, então somente a prece para o alimento sagrado. E eis o verdadeiro milagre da sobrevivência sertaneja: o choro da fome quase não é ouvido. Deus sempre mostra um pão, seja na força invisível ou no amparo do irmão.

Mas o velho aió continua num canto. E quem dera poder ir buscar no mato a comida da mesa. Era só colocar num saquinho um pouco de farinha seca e um pedaço de rapadura e seguir adiante. Era só encontrar o sertão como antes, e não este deserto assim transformado pelos forasteiros.

Poeta e cronista
blograngel-sertao.blogspot.com

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CHICO PEREIRA: ESTUDIOSOS PESQUISAM HISTÓRIA DO CANGACEIRO CHICO PEREIRA EM CURRAIS NOVOS

Por William Felix de Andrade
Cangaceiro Chico Pereira

Trata-se do cangaceiro Chico Pereira, que se aliou a lampião para saquear a cidade de Sousa, na Paraíba e foi morto, em 1928, pela polícia potiguar na margem direita do riacho maniçoba, na zona rural de Currais Novos, onde familiares ergueram um memorial, que é um lugar de visitação de turistas e interessados no resgate histórico do fenômeno do cangaço. 

Vanderli Patrício e Epitácio Andrade no Fórum de Currais Novos/RN

Os estudiosos realizaram uma visita ao tabelião substituto do primeiro cartório de notas, senhor Wendel Javas e localizaram a certidão de óbito do cangaceiro. No dia 27 de agosto de 2014, os pesquisadores Vanderli da Silva Patrício e Epitácio Andrade iniciaram no município de Currais Novos, no Seridó oriental do Rio Grande do Norte, uma busca de dados e o reconhecimento de lugares de memória da história de um personagem ainda pouco conhecido na história do fenômeno do cangaço.

Estudiosos em visita ao tabelião Wendel Javas

No fórum da comarca de Currais Novos, os estudiosos do cangaço tiveram acesso ao processo judicial referente à morte de Chico Pereira. 

Lápide do memorial de Chico Pereira

O trabalho tem o objetivo de subsidiar a formulação de uma ação parlamentar do futuro deputado estadual Carlos Augusto Maia, que proporá uma audiência pública sobre a temática do cangaço e suas perspectivas para o desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Norte.

Epitácio Andrade e Carlos Augusto Maia
Epitácio Andrade e Wiliam Pinheiro

Com uma história repleta de fatos controversos, a pesquisa de Vanderli e Epitácio, que recebe o incentivo e a orientação do experiente pesquisador currais-novense William Pinheiro intenciona elucidá-los, como também produzir conhecimento histórico-científico sobre o personagem, que é o protagonista do livro ¨Vingança, não”, de F. Pereira da Nóbrega, e é prefaciado pela escritora cearense Raquel de Queiroz, além de rastrear os lugares de memória de Chico Pereira, espalhados pelo interior do Rio Grande do Norte, contribuindo com a caracterização do legado de Chico Pereira para o patrimônio histórico-cultural potiguar.

Capa do livro Vigança Não

Texto e fotos Epitácio de Andrade Filho, Médico Psiquiatra e Pesquisador Social.

http://sargentoandrade.blogspot.com.br/2014/08/chico-pereira-estudiosos-pesquisam.html

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FIM DO CANGAÇO: AS ENTREGAS

 Autor Luiz Ruben F. de A. Bonfim

Não deixe de adquirir esta obra. Confira abaixo como adquiri-la. 

Lembre-se que se você demorar solicitá-la, poderá ficar sem ela em sua estante. Livros que falam sobre "Cangaço" a demanda é grande, e principalmente, os colecionadores que compram até de dezenas ou mais para suas estantes. 

Valor: R$ 40,00 Reais 
E-mail para contato:
 
luiz.ruben54@gmail.com
graf.tech@yahoo.com.br

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LANÇAMENTO DO LIVRO RUMINAR AUTOR DAVID DE MEDEIROS LEITE


Vem aí mais um lançamento da Editora Sarau das Letras, o lançamento do livro "RUMINAR", autor David de Medeiros Leite, dia 06 de novembro  às 19:00 horas, no Stand da Editora, na Feira do Livro de Mossoró.

Fonte: facebook

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VEM AÍ MAIS UM LANÇAMENTO DA EDITORA SARAU DAS LETRAS


Vem aí mais um lançamento da Editora Sarau das Letras, e  desta vez, o livro de estreia da pedagoga e escritora Flávia Arruda.

Fonte: facebook

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LIVROS DO GERALDO MAIA DO NASCIMENTO


ATENÇÃO: Novo livro do cangaço publicado:

AMANTES GUERREIRAS: A Presença da Mulher no Cangaço, de Geraldo Maia do Nascimento, Natal-RN: Editora do Sebo Vermelho, 2015, 132 páginas. O pesquisador do cangaço, Geraldo Maia do Nascimento, também conhecido por GMaia, nascido em Natal e radicado em Mossoró, relança o Livro: AMANTES GUERREIRAS:..., agora em 2ª Edição, com o conteúdo ampliado, ou seja, com 132 páginas. O Autor faz uma compilação de quase 100 nomes de cangaceiras. O livro pode ser adquirido com o Professor Francisco Pereira Lima, em Cajazeiras-PB ou no Sebo Vermelho, em Natal-RN. - Carlos Alberto

No dia 17 de Agosto o professor Pereira estará  com esse excelente livro à disposição dos amigos, ao preço de R$35,00
com frete incluso.
Pedido: franpelima@bol.com.br


ADQUIRA LOGO O SEU:


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MARIA BONITA COM FERIMENTO NA BOCA


Maria Gomes de Oliveira ou simplesmente a famosa e rainha do cangaço "Maria Bonita", no meio do mato com possível ferimento na boca. Pode ter sido causado por uma queda decorrente de correria das volantes, ou um dente inflamado. O que vocês acham?

Fonte: facebook

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MESA REDONDA E LANÇAMENTO DE LIVRO


"Dia 6 de novembro, às 20:00 horas, na Expocenter, Palco Estação das Letras, em Mossoró (Av. Jorge Coelho de Andrade, 2), XI feira do livro, mesa-redonda com Honório de Medeiros e Geraldo Maia, coordenada por Kydelmir Dantas, acerca do seguinte tema: "As Histórias do Cangaço que ainda não foram contadas".


Em seguida, a partir das 21:00 horas, Honório de Medeiros lança seu livro "Histórias de Cangaceiros e Coronéis" no local.

Maiores informações em:


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