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quarta-feira, 26 de julho de 2023

REMINISCÊNCIAS

 Por Assis Nascimento

Na primeira imagem a Mossoró dos anos setenta, no cruzamento da Santos Dumont com Coronel Vicente Sabóia; na calçada do Banco de Mossoró está o Seu José Luís de Andrade, com seu carrinho de confeiteiro onde fez ponto durante muitos anos ... ora na calçada do BRADESCO, ora na do BM.

Pois bem, hoje me encontro com sua filha Wandinha que herdou do pai, a mesma atividade comercial, aqui na esquina do BB...Já perdi as contas dos anos, que ela negocia debaixo dessa mangueira; que antes foi ponto comercial de Zé Pereira.

Deixo aqui o registro, de pessoas que compõem a geografia humana da Terra de Santa Luzia; de ontem e de hoje, e que contribuem com o seu singelo trabalho na construção da nossa história.

Assim penso, por isso digo e mostro!

https://www.facebook.com/assisnascimento.nascimento

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JOÃO MARQUES DA SILVA

 Por José Mendes Pereira

João Marques da Silva - filho de Abílio Marques da Silva, que este último era filho de Manoel Marques da Silva, o Mané Véio.

Através de João Marques da Silva, policial e neto de Manoel Marques da Silva - o então destemido e valente policial que não tinha medo de nada, Mané Véio, tenho adquirido algumas informações e fotos sobre os seus  familiares.


Nesta foto, aparecem João Marques da Silva, neto de Mané Véio, e seu saudos pai Abílio Marques da Silva, que infelizmente, faleceu ainda moço. 

Estas informações estão sendo colhidas através do policial João Marque da Silva, neto do Mané Véio..
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CIÚME DOENTIU, FAZ O VOLANTE MANÉ VEIO ASSASSINAR SUA PRIMEIRA ESPOSA CIDÁLIA.

 Por José Mendes Pereira

Volante Mané Véio

Diz o saudoso escritor Alcino Alves Costa em seu livro "Lampião Além da Versão - Mentiras e Mistérios de Angico"que, o volante Mané Veio foi um dos participantes do  combate da Maranduba, e que lá, atirou tanto que o seu perverso mosquetão aparentava brasa, estourando a sua culatra, e com isso, deixou-o surdo de um dos ouvidos pelo resto de seus dias. 

Infelizmente passou por dois terríveis acontecimentos na vida do corajoso de Santa Brígida. Essa provocação veio de seu casamento com uma mocinha dali mesmo. Uma bela menina chamada Cidália. Os primeiros anos foram de felicidade. Nasceu um filho. Foi batizado com o nome de Abílio. O casal vivia num mar de rosas. Os dois se amavam profundamente. Mas entre eles existia uma quase que intransponível barreira. O gênio fortíssimo de ambos.

Alcino Alves Costa na íntegra: 

"Apesar de se amarem, Mané Veio e Cidália possuíam uma incompatibilidade de gênio muito forte. Encruzilhada que fez com que aquele casamento se tornasse uma tragédia sem precedentes na história da povoação do sertão da Bahia. O principal motivo para os dissabores eram os pendores irreversíveis do filho de seu Jacó para as aventuras amorosas. Além de outros romances extraconjugais mantinha forte e ardoroso caso com uma mocinha do lugarejo Curituba, daquele mesmo estado. A cabocla se chama Pureza e é ela a causa maior dos desacertos do casal que se arrasta até chegar na separação definitiva.

Apesar de separado da esposa e do filho o militar não deixa de cumprir com suas ocupações de dono de casa, procurando assim manter as despesas da família. Recomenda ao parente João Silva que não deixe a sua mulher e seu filho passarem fome durante os dias em que estivesse viajando, durante a sua ausência o parente e amigo suprisse as necessidades da casa que quando ele retornasse das viagens quitaria as dividas. Em um desses retornos inicia-se a grande provocação e desventura do moço de Santa Brígida. Depois de mais uma caçada, perseguindo cangaceiro, retorna para o merecido descanso. Mais que depressa procura o parente. Precisa acertar contas. A conversa entre os dois foi a de sempre. Tudo acertado vão tomar banho na fonte das Caraíbas. O rapaz de Santa Brígida conta peripécias de sua viagem pelos cafundós dos sertões à caça de bandidos. O banho é demorado. Lá pelas tantas resolvem sair da fonte e vão vestir as suas roupas. É nesse instante que a desgraça se apresenta na vida do moço da volante. Do bolso da calça do João cai um papel.

Mané Veio vê, imagina que é um bilhete e de sua cabeça brota uma inconcebível injustiça, julga que a letra que está naqueles rabiscos é a de sua esposa. Apesar de violento o caçador de cangaceiro consegue dominar seu doentio ciúme. Nada diz ao amigo. Continua a conversa calmamente. Não demonstra que está enlouquecido pela suspeita de infidelidade de sua esposa. Ao se ver sozinho o militar quer saber onde Cidália está. É informado que ela se encontrava na Fazenda Cajueiro lavando roupas, acompanhadas de amigas e da irmã Zafira. Ensandecido pega o mosquetão e vai procurá-la. A mulher, inocentemente lava suas roupas e a de seu filhinho. Não imagina a tragédia que dela se avizinha. Conversa alegremente com as companheiras. De repente o marido desponta. Apesar de com ele não mais morar, ainda o ama e o respeita por demais, alegra-se com a presença do pai de seu filho. As lavadeiras olham, curiosas, o homem que vem chegando. Nada temem. Não esperam que ele seja capaz de cometer alguma ação criminosa contra a sua esposa. O soldado chega se aproxima de Cidália e manobra sua arma. A infeliz mulher percebe a desgraça que se abate sobre ela e corre, procurando amparo no corpo da irmã. O enlouquecido marido não lhe dá tempo e nem oportunidades de se livrar da morte.

Um certeiro balaço destroça o seu rosto, deixando-a estendida no chão morta. O verdugo ainda dá mais dois tiros na infeliz e deixa o local. Acabava de praticar um monstruoso e hediondo crime. O crime que abalou Santa Brígida e todo o sertão baiano. O povo se revolta. Tudo aquilo era uma descomunal injustiça. Ficou comprovado que Cidália era inocente. Jamais mantivera romance com quem quer que fosse. A atitude extremada do soldado foi abominável. Severas providências teriam que ser tomadas. O assassino não quer pagar pelo bárbaro crime que cometeu. Homizia-se. Embrenha-se na mataria e fica um ano escondido no Serrote do Galeão, enfurnado numa gruta que hoje é conhecida como A Toca de Mané Veio. Protegido pelos militares consegue se transferir para Alagoas, onde fica sob a proteção do Tenente Lucena e sob o comando de João Bezerra da Silva".

http://lampiaoaceso.blogspot.com/2008/11/histria-dos-volantes-man-vio.html

(...)

Ainda Alcino Alves Costa:

Assassinato da sua segunda esposa.

"Vamos voltar a contar a incrível história de Mané Véio, o grande protagonista do cerco de Angico. Agora em Goiás deixa de ser Manoel para se tornar Euclides Marques da Silva, o nome de um irmão falecido na Bahia. Fixa residência na cidade de Goiania. Torna-se joalheiro. Casa-se com uma bela moça chamada Maria Bosco da Silva e com ela procura recomeçar a sua nova vida. Nascem dois filhos. Uma menina, chamada Jovina, e um garotinho batizado com o nome  de Jacob. Anos depois o casal muda-se para São Paulo. Vão morar no Bairro da Liberdade. O seu meio de vida, a sua subsistência, continua sendo o comércio de jóias e ouro. 

O ciúme era uma constante, uma chaga cruenta na vida deste ex-soldado de volante. Aliado a tão medonho, doloroso e maléfico sentimento, o gênio extremamente violento do antigo “contratado” jogou no abismo a convivência, o sossego e a paz existente entre o baiano do Raso da Catarina e sua nova e também desafortunada esposa. Aquela vida harmoniosa do princípio, quando os dois em parceria comerciavam jóias e ouro juntos, havia chegado ao fim. E Maria começou a ser espancada pelo perverso marido. 

Não suportando aquela triste e medonha situação, temerosa e apavorada com as torturas e brutalidades do companheiro, a goiana pediu o divórcio, não tinha como continuar vivendo debaixo de tanto sofrimento. O advogado contratado por Maria Bosco chamava-se Othoniel Brandão. Ele iria cuidar do desquite. Ao tomar conhecimento da decisão da esposa, o homem da Santa Brígida se revoltou, chegando a tentar enforcá-la, o que não aconteceu em virtude da intervenção imediata dos vizinhos. Após este grave incidente Maria prestou queixa na polícia. Mesmo assim, dias depois, o marido abandonado tentou a reconciliação, alegando que amava a sua companheira e mãe de seus filhos.

Irredutível, Maria Bosco não aceitou a pretensão do marido. O que queria, o que lhe interessava era ficar ao lado do filho e da filha, e longe, muito longe, do pai deles. Sem alternativas, Mané Véio, mesmo a contra gosto, terminou por concordar com a separação e a divisão amigável dos bens. Na 2ª Vara da Família e das Sucessões a vitória da vítima foi total. Além da pensão para ela e os filhos, ainda aconteceu à partilha e divisão dos pertences de ambos e os filhos ficaram sob a tutela de dona Maria. 

Mesmo tendo aceitado o desquite, o antigo caçador de bandidos não se conformava com aquela separação. Agoniado, ameaçava assassinar a antiga companheira. A sua maior preocupação, o seu maior temor, era vê-la acompanhada de outro homem. Dominado pelo ciúme, costumava rondar a residência da ex-mulher, à Rua Pirapitingui, no prédio 97, apartamento 84, no Bairro da Liberdade. Assombrada com as ameaças, Maria Bosco procurou as autoridades policiais explicando a sua grave situação. Aconselhada pelos militares, comprou um revolver calibre 22, tirou porte de arma, e carregava a sua pequena arma em sua bolsa.

Os meses foram se passando. Aquela aflição continuava. O mês de julho de 1966 despontou. Chega o dia 13. É uma quarta-feira. Dona Maria,  acompanhada de sua filha Jovina Marques da Silva, sai do apartamento e vai até um açougue comprar carne. O filho caçula, Jacob, que sempre acompanhava a mãe, dessa vez não a acompanhou para jogar uma pelada com seus amiguinhos de infância. Na volta, após comprar a carne, um pistoleiro espreitava os passos de Maria. Era ele Josafá Marques da Silva, meio irmão de Mané Véio. Este bandido assim agia cumprindo ordem de seu mano que o incumbiu de assassinar a sua própria esposa. 

Em um ponto da Rua Pirapitingui, Maria aparece ao lado da filha, uma linda mocinha de apenas 16 anos de idade. O assassino está de tocaia, a espera de suas vítimas. Pouco mais do meio dia mãe e filha surgem ao longo da rua. Caminham despreocupadas por uma calçada. O verdugo sorrateiramente se aproxima delas. Saca um revolver “S & W”, calibre “32”. Aciona o gatilho de sua homicida arma. Dois tiros atingem mortalmente dona Maria, uma ainda jovem mulher, com apenas 40 anos de idade. Um balaço perfurou o tórax e o outro se alojou um pouco abaixo do peito. Vendo a mãe baleada e cambaleante, Jovina se interpôs entre ela e o cruel assassino. Este sem compaixão e sem piedade, mesmo sabendo que ali estava uma menina-moça no verdor de sua florida existência, e além do  mais, sua sobrinha, uma vez que ela era filha de Mané Véio, não titubeou, atirou para matá-la. Este terceiro tiro também foi mortal. A bala atingiu o peito do lado direito da mocinha que cambaleou e caiu nos estertores da morte por cima do corpo de sua mãe.

Este duplo assassinato abalou São Paulo. No outro dia, 14 de julho de 1966, o jornal NOTÍCIAS POPULARES, estampava: “Cangaceiro contratou um bandido para exterminar a família em SP”. E em grandes letras: “PISTOLEIRO MATOU MÃE E FILHA!”. Na sexta-feira, dia 15, o jornal DIÁRIO DE NOTÍCIAS, estampava em grande manchete: “PISTOLEIRO CONFESSA: MATOU PORQUE TINHA PENA DO IRMÃO”. O “DIÁRIO DA NOITE”, também no mesmo dia 15 de julho, estampava: “MATOU A TIROS A CUNHADA E UMA SOBRINHA”. Josafá e Mané Véio foram presos e processados. No dia 25 de outubro de 1967, o responsável pelo assassinato da esposa e da filha foi para o banco dos réus – e foi severamente exemplado".

Alcino Alves Costa
O Decano, Caipira de Poço Redondo
Sócio da SBEC; Conselheiro Cariri Cangaço

http://cariricangaco.blogspot.com/2012/01/mane-veio-o-feroz-da-santa-brigida_17.html

Eu e meus filhos descendentes de Mané veio, Fábio Marques da Silva, Gabriela Marques da Silva, Samuel Marques da Silva, Agatha Marques da Silva, Samantha Marques da Silva e Sophia Marques da Silva.

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terça-feira, 25 de julho de 2023

NETOS E BISNETOS DO VOLANTE MANÉ VÉIO.

Por João Marques da Silva

Eu e meus filhos descendentes de Mané veio, 

Fábio Marques da Silva, Gabriela Marques da Silva, Samuel Marques da Silva, Agatha Marques da Silva, Samantha Marques da Silva e Sophia Marques da Silva.

Nesta foto, vemos o ex-soldado da volante alagoana que abateu Lampião, Antonio Jacó, ou Mané Véio. Foi o homem encarregado pelo ten. João Bezerra para efetuar a decapitação dos corpos. O jovem ao lado é filho do ten. João Bezerra.

No dia 09 de Janeiro de 2003, faleceu aos 92 anos o matador do cangaceiro Luiz Pedro, Manoel Marques da Silva, ou nome adotado, Euclides Marques da Silva, ou ainda Mané Véio, na cidade de Pires do Rio – no Estado de Goiás, ao lado de sua terceira esposa, a goiana Nori Alves Marques da Silva.

https://www.facebook.com/historiadocangaco/photos/nesta-foto-vemos-o-ex-soldado-da-volante-alagoana-que-abateu-lampi%C3%A3o-antonio-jac/727705593922588/

Fonte: http://cariricangaco.blogspot.com.br/2012/01/mane-veio-o-feroz-da-santa-brigida_17.html Kiko Monteiro). Informação do Kiko Monteiro no carirIcangaco.

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DIA INTERNACIONAL DA MULHER NEGRA LATINO-AMERICANA E CARIBENHA

 Por Gustavo Henrique Thomaz Ramos*

Comemorada no dia 25 de julho, a data remonta ao ano de 1992 quando, em Santo Domingo, República Dominicana, realizou-se o 1º encontro de Mulheres Negras Latino-Americanas e Caribenhas. O encontro, além de propor a união entre essas mulheres, também visava denunciar o racismo e machismo enfrentados por mulheres negras, não só nas Américas, mas também ao redor do globo. Essa importante reunião conseguiu que a ONU, ainda em 1992, reconhecesse o dia 25 de julho como Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha.

Este ano, completam-se 19 anos do estabelecimento da data, e, infelizmente, racismo e machismo ainda são intrínsecos à realidade brasileira. A representação política feminina negra ainda é muito baixa no país, a diferença salarial entre um homem branco e uma mulher negra, com nível de formação igual, é maior que 100% (dados do Insper, publicados em 2020), e em 2017, 66% dos homicídios femininos foram de mulheres negras. Esses dados não deixam margem a dúvida de que a luta contra o racismo e o machismo é urgente e imperativa. Do contrário, esses antigos preconceitos e violências persistirão, e uma sociedade mais justa e pacífica estará cada vez mais longe de ser atingida, não apenas para as mulheres negras, mas também para os demais grupos sociais. 

Card de divulgação do Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. Créditos da arte: Letícia Mayumi.

Em nível nacional, pela Lei 12.987/2014, ficou estabelecido, também no dia 25 de julho, o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, que além de compartilhar dos princípios do Dia Internacional estabelecido em 1992, também tem o propósito de dar visibilidade para o papel da mulher negra na história brasileira, através da figura de Tereza de Benguela. Tereza foi a líder do Quilombo Quariterê, localizado na fronteira do Mato Grosso com a Bolívia, e, por 20 anos, liderou a resistência contra o governo escravista e coordenou as atividades econômicas e políticas do Quilombo. Tereza era de tal importância e magnitude que todos a tinham por “Rainha Tereza”.  

A líder quilombola é um exemplo da importância da mulher negra em nossa história, que muitas vezes é negada ou ignorada pela historiografia tradicional. Nesse sentido, o estabelecimento do dia 25 de julho como Dia de Tereza Benguela, configura um esforço para reconhecer o papel da mulher negra na história do país e na atualidade social. Certamente esse esforço não se encerra em si mesmo. Do contrário, ele instiga mais reflexão e mais ação para que a luta contra o racismo e o machismo continue e se fortaleça cada vez mais. Apenas desse modo, os dados que refletem o preconceito e a violência contra mulheres negras, alguns deles referidos acima, poderão ser revertidos.  

Continuemos lutando por uma sociedade mais justa e democrática para todos! 

*Gustavo Henrique Thomaz Ramos é bolsista do Núcleo de Comunicação da SIPAD e estudante de Letras Português/Inglês na UFPR.

http://www.sipad.ufpr.br/portal/dia-internacional-da-mulher-negra-latino-americana-e-caribenha/

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LEIA SOBRE SANTOS DUMONT CLICANDO LINK ABAIXO

 

A VIDA AMOROSA DE SANTOS DUMONT, O PAI DA AVIAÇÃO

O que levou Santos Dumont aos ares foi somente o avião? Confira!

https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/vida-amorosa-de-santos-dumont-o-inventor-do-aviao.phtml

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QUAL A VERDADE SOBRE A MORTE DE CLÁUDIA LESSIN RODRIGUES? - INVESTIGAÇÃO CRIMINAL. Como arquivo em nosso blog.

Por Operação Policial
https://www.youtube.com/watch?v=dG7aYTG2epk&ab_channel=Opera%C3%A7%C3%A3oPolicial

Venha entender o #crime que vitimou Claudia Lessin Rodrigues, que tinha 21 anos quando foi encontrada morta no dia 25 de julho de 1977, nas pedras do Chapéu dos Pescadores, no bairro de São Conrado, no Rio de Janeiro. Sem roupas e com um saco com pedras amarradas na cabeça, a jovem teria morrido há dois dias. Com a investigação, a polícia chega até George Khour e Michel Frank, que estavam com ela na noite em que desaparecera. Os dois negavam o assassinato, alegando que #Claudia teria morrido por overd@se de drogas. George foi julgado em 1980, e cumpriu pena de apenas três anos e quatro meses. Michel Frank era suíço e fugiu para seu país natal, e nunca mais voltou para o Brasil, nem foi julgado pelo seu crime.

O julgamento do caso ocorreu em 1980, 3 anos após a morte de Cláudia, e durou cinco dias, o mais longo do tribunal do júri no Brasil, venha entender essa complexa #investigação e saiba se que o poder e influência da família Frank atrapalharam o processo.

Com Prof Tiago Pavinatto e Prof Rodrigo Pardal Confira mais conteúdos do canal Operação Policial:
   • Playlist   Para ser MEMBRO DO CANAL, clique no link abaixo:    / @opoperacaopolicial  
Uma série @medialand

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segunda-feira, 24 de julho de 2023

FRANCISCO DUARTE FILHO.

 Por José Mendes Pereira

Terezinha Gonçalves Morango, Miss Brasil, quando desfila na ACDP, com Dr. Duarte Filho - 26 de agosto de 1957. - Esta foto pertence ao acervo do Lindomarmos Faustino

Quando Francisco Duarte Filho foi eleito a senador da República, e foi ocupar a sua vaga no senado, quem fazia companhia à noite à sua esposa Maria Salém Duarte, era eu. Todas as noites, de segunda a sábado, quando eu saía do Ginásio Municipal de Mossoró, ia dormir em sua casa para lhe fazer companhia. Passei quase um ano, ou mais, fazendo-lhe companhia. 

Foto do acervo do pesquisador Lindomarcos Faustino e do Site de jotamaria-mulherrn.blogspot.com

Por que essa aproximação com ela? Eu era interno da Casa de Menores Mário Negócio, e a diretora, Ana Salem de Miranda, era sua irmã. Então, me pediu para que todas as noites fosse eu fazer companhia a ela, já que os seus filhos eram casados, e não podiam permanecer a noite com ela.

http://blogdodrlima.blogspot.com/2017/02/dona-maria-salem-duarte.html 

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NUNCA...

Por José G. Diniz

Nunca atropelei ninguém
Para passar a sua frente
Se fui o primeiro foi mérito
E por que sou competente
A vida tem perda e ganho
Cada um tem seu tamanho
Para isto eu sou consciente
Gosto de ser independente
Mas a verdade eu acato
Meu avô falou, meu filho
Seja um homem sensato
Se estiver uma escada escalando
Saiba que estou gastando
A sola do meu sapato.

https://www.facebook.com/josegomesd

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300 QUILÔMETROS DE AMOR - AUTOR: CÍCERO VIEIRA - CANTA: JOSÉ DI ROSA MARIA.

 Canta José Di Rosa Maria

https://www.youtube.com/watch?v=t66ydbY0_0c&ab_channel=Jos%C3%A9DiRosaMaria

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SAUDADE...

Por Veridiano Dias Clemente


Tô te ligando meu bem
Já cheguei no Paraná
Vim aqui te procurar
O telefone não atende
Tú havias prometido
E eu aqui esquecido
Com meu coração a chorar
Poeta Verí
Do país de Caruaru-PE

https://www.facebook.com/veridianodiasclemente.clemente

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DEIXE-SE ESTAR

Poe Hélio Xaxá


Lágrimas são sorrisos
Que jorram pelos olhos
Causadas por ciscos
De tempos maravilhosos.
São memórias diluídas
No ãmago das emoções
Felicidades restituídas
Nas raízes dos corações.
O amor será sempre
A cura de todas as dores...
A profecia se cumpre
No raiar de novos amores.
Deixe-se curar
Sempre restará uma cicatriz
À lembrar a ferida de ser feliz...
Deixe-se sondar
As boas lembranças são
Belos bálsamos no coração...
Deixe-se estar
Saudades são alegrias
Com almas de angústias.

https://www.facebook.com/helio.xaxa

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MOITA BRAVA MATA CANGACEIRA LILI E LAVA A HONRA DE HOMEM TRAIDO LAMPIÃO SABIA

Histórias da Vida Real
https://www.youtube.com/watch?v=7vtG-qXElKw&ab_channel=Hist%C3%B3riasdaVidaReal

MOITA BRAVA MATA CANGACEIRA LILI E LAVA A HONRA DE HOMEM TRAÍDO. LAMPIÃO SABIA, por ter traído. Lili perdeu sua vida pelas mãos do cangaceiro Moita Brava de Lampião. Pagou caro as suas puladas de cerca, o sertão do cangaço ficou triste com o fim de mais uma cangaceira.

Antes, Lili soube do fim de cangaceiras traidoras, mas não mudou, e continuou persistindo no erro, e deu no que deu, e não foi por falta de aviso.

Dadá mulher de Corisco, alertou a colega de cangaço, mas ela não deu ouvidos, quem não houve conselho ouve coitado.
#historiasdavidareal #historiasdelampião Contato: artehoraciomoura@gmail.com

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MANÉ VÉIO, O HOMEM DE CORAGEM NA GROTA DO ANGICO.

 Por João Marques da Silva


Boa tarde Sr José Mendes, não tenho muito o que falar sobre meu avô, a não ser que sim, tenho muito orgulho da história dele, como Soldado da volante nos tempos do Lampião. Conheci ele já de idade aqui em São Paulo, não o víamos da forma que os outros falavam, porque já era uma pessoa diferente, convertida ao evangelho, sendo testemunha de Jeová. Falava muito pouco sobre o passado, mas como eu e meu irmão Fábio éramos novos, tínhamos muita curiosidade e perguntávamos muito sobre o cangaço.

Policial Mané Véio, o homem de coragem na Grota do Angico.

A história do meu avô influenciou muito na vida minha e de meu irmão, assim como a maioria dos brasileiros, crescemos admirando as histórias de Lampião, fazendo trabalho em escola.

Após conhecermos a história do nosso avô jamais deixamos de nos trabalhos, mencionar quem eram os heróis de verdade. Meu avô errou sim, infelizmente meu pai (Abílio Marques da Silva), jamais o perdoou, e eu o entendo, não o julgo, só ele sabe o que ele passou tanto, que a única coisa que ele tinha do pai dele, era o nome Marques da Silva, mas nunca tivemos contato com ninguém da família Marques da Silva, por parte do meu pai. 

Depois de muitos anos, conhecemos um primo dele aqui em São Paulo, mas já nos últimos dias de meu pai morrer, sem perdoar o pai, e nunca aceitou nada do pai que o procurava. 

Segundo ele, pra de alguma forma, ajudar talvez fosse comprar o perdão do meu pai, mas não conseguiu, e a história acaba assim. 

Mas graças a história do meu avô, que veio à tona, tanto eu como meu irmão, entramos na Polícia Militar no Estado de São Paulo.

Enviado por João Marques da Silva. neto do policial Mané Véio.

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MIGUEL FAUSTINO DO MONTE

 Por José Mendes Pereira

Foto do acervo do historiador Geraldo Maia do Nascimento.

Eu não conhecia foto do empreendedor Miguel Faustino do Monte, cearense, lá da cidade de Sobral, e o que se sabe sobre ele, foi um homem que no passado, muito colaborou com o desenvolvimento de nossa querida Mossoró. Foi o fundador da "Igreja Sagrado Coração de Jesus", no centro da cidade, ali próxima aos Correios, datando sua construção no ano de 1907. 

Esta igreja está entre as mais antigas e tradicionais da cidade. Segundo Geraldo Maia, Seu nome está gravado na galeria dos grandes homens de Mossoró.


Agora, vamos fazer uma excelente leitura sobre o que escreveu o pesquisador, historiador e escritor Geraldo Maia do Nascimento, segundo site com o link logo no final do texto.

UM HOMEM EMPREENDEDOR – MIGUEL FAUSTINO DO MONTE.

Em 1884 a cidade de Mossoró, no Rio Grande do Norte, era tida como um Empório Comercial. Vários investidores estrangeiros tinham aqui se estabelecidos com casas importadoras e exportadoras, o que teria contribuído para o seu crescimento comercial. Esse foi o motivo que levou o cearense Miguel, um jovem de 26 anos a deixar sua terra e procurar no Estado vizinho um “meio de vida”. Vindo para Mossoró conseguiu emprego de auxiliar de balcão na grande firma comercial Souza Nogueira. Era criterioso nos seus afazeres, disposto para o trabalho e com grande tino comercial. Conseguiu, com isso, não só a confiança do dono da empresa, como também a mão de sua filha. E assim foi que em pouco tempo passou de simples caixeiro de balcão a genro do patrão.

Em uma das viagens de Souza Nogueira a Recife/PE, por volta de 1894, o genro Miguel acompanhou-o. Foi aí que conheceu o grande homem da indústria e do comércio da região: Delmiro Gouveia, o homem da Fábrica de Pedra à margem do São Francisco. Delmiro Gouveia mantinha relações com Souza Nogueira. Mas ao conhecer Miguel Faustino, vislumbrou no mesmo as qualidades que necessitava para um novo aliado. E o convite veio de chofre:

“-Menino, queres trabalhar para mim? Comprarás peles, couros, outros artigos, se preciso. Mas quem trabalha para mim, se honesto e ativo, acabará bem, ao contrário o diabo o levará”.

Coronel Delmiro Gouveia

Miguel estremeceu. Delmiro Gouveia era um homem muito poderoso. Dava medo tratar com ele. Mas acertou o negócio e passou a trabalhar para Delmiro com inteligência, fé e retidão.

Com a parceria, bom tino comercial e retidão, o jovem Miguel terminou como um dos homens mais ricos de Mossoró, se não o mais rico de todos. Sal, algodão, cera de carnaúba, fibras e borrachas. Esses produtos levaram o sobralense criativo às Exposições Nacionais de 1908 e de 1922, à Internacional de Bruxelas de 1910 e a de Turim em 1911. Ganhou medalhas de ouro e diplomas de honra.

Em não sendo mossoroense de fato, tornou-se de direito. Participou ativamente da campanha de 1883 pela libertação dos escravos de Mossoró e de todos os movimentos que aqui aconteceram. Foi um benfeitor no momento da criação da Diocese de Mossoró. Retribuiu com bens a aceitação que teve de Mossoró.

Miguel Faustino do Monte tornou-se lenda na cidade que ofereceu ao grande empreendedor as condições para o seu sucesso e com ele viu seu nome ser falado no velho mundo.

Miguel Faustino do Monte era cearense de Sobral, mas, desde jovem, radicado em Mossoró; e aqui fez história. Cedo, conseguiu galgar posição de destaque como chefe de poderosas organizações comerciais. Quando se esboçou o movimento abolicionista de 1883, foi uma das figuras de maior projeção tendo sido, inclusive, um dos Diretores da Sociedade Libertadora Mossoroense.

Nasceu numa quarta-feira, em 11 de agosto de 1858, na cidade de Sobral/CE. Era um homem dotado de predicados cristãos. Foi ele quem construiu com seus próprios recursos a capela do Sagrado Coração de Jesus, que permanece até hoje com suas linhas originais. Arcou com a responsabilidade da maior parte do patrimônio levantado para a Diocese de Mossoró, doando seu palacete residencial para sede do Seminário Santa Terezinha, uma casa de sua propriedade na Praça Vigário Antônio Joaquim, onde funcionou a Rádio Rural além de apreciável quantia em espécie à Diocese de Mossoró.

O rápido enriquecimento de Miguel Faustino e a sua generosidade para com a Igreja fizeram surgir lendas onde se dizia que o mesmo havia enriquecido por ter feito um pacto com o diabo. E estava passando parte dos seus bens para a igreja como forma de redimir com Deus. Essa lenda ainda é contada pelas pessoas mais antigas.

Já na velhice transferiu sua residência para o Rio de Janeiro, onde morreu em 10 de novembro de 1952, aos 94 anos de idade. Fez muito por Mossoró e por sua Diocese. Seu nome está gravado na galeria dos grandes homens de Mossoró.

Geraldo Maia do Nascimento – Colunista

“É Notícia Mossoró”

https://enoticiamossoro.com.br/2022/04/um-homem-empreendedor-miguel-faustino-do-monte/

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O LEITE DE CADA DIA

 Clerisvaldo B. Chagas, 21 de julho de 2023

Escritor símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.932

Sim, é um altíssimo privilégio em um município pertencer a Bacia Leiteira de Alagoas. Sabemos, é óbvio, que o critério de um município para pertencer a chamada Bacia Leiteira de Alagoas, é produzir leite, isso todo mundo sabe.  Mas, levando-se em conta que todos os municípios do Agreste e Sertão de Alagoas se cria gado junto à lavoura, todos, então deveriam estar incluídos na Bacia. Todo proprietário rural é agropecuarista. Lógico que a quantidade de vacas leiteiras depende da quantidade de terras e do poder aquisitivo. Mas todos têm a vaca leiteira no seu espaço. Não encontramos uma fonte que explicasse o porquê do seu município fazer parte desse privilégio. Consultando duas fontes distintas, fomos encontrar uma Bacia Leiteira com 11 municípios e 2.782,9 Km2.

Vaca gir leiteira (foto: pinterest).

Anotamos os municípios de Batalha, Belo Monte, Cacimbinhas, Jacaré dos Homens, Jaramataia, Major Izidoro, Minador do Negrão, Monteirópolis, Olho d’Água das Flores, Palestina e Pão de Açúcar. Porém, na segunda fonte, o número de municípios salta para 16 e amplia a área para 5.053 Km2. Acrescente-se Dois Riachos, Estrela de Alagoas, Igaci, Olivença e Palmeira dos Índios. No primeiro caso temos somente municípios sertanejos. No segundo caso, parte do Agreste faz parte com Estrela de Alagoas, Igaci e Palmeira dos Índios. Dois Riachos e Olivença são município do Sertão. Bem, pode ser que seja uma Bacia Leiteira atualizada.  Mas isso fica para uma terceira e definitiva pesquisa. Leite tem uso estadual e para exportação.

A Bacia Leiteira de Alagoas é a maior do Nordeste. O estado é o maior produtor de leite dos estados nordestinos. Isso quer dizer que não é possível faltar leite a uma criança no estado de Alagoas e, se faltar será motivo de descaso público. Além dos empregados de qualquer uma das fábricas de leite, ainda temos os que trabalham com o gado leiteiro, o corpo técnico dos rebanhos, os transportadores do produto das fazendas para a recepção e os transportadores do leite industrializado para outros centros. O que importa mesmo além do desenvolvimento, é o emprego com origem no campo que acalma e dignifica milhares de pessoas, pais e mães de família que louvam a atividade e o pão de cada dia.

O tema ainda merece ser estudado e visto de CARA NOVA.

http://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2023/07/o-leite-de-cada-dia-clerisvaldo-b.html

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