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domingo, 20 de dezembro de 2015

Cangaço Lampião na Serra Grande Parte 1 e 2


https://www.youtube.com/watch?v=A2_61Q51p8g

Publicado em 10 de jun de 2013
Este Vídeo Mostra o Verdadeiro Local do Combate da Serra Grande, Nele Veremos que Tudo Aconteceu No Município de Calumbi, e Não e Serra Talhada Como Se Pensava.

Pesquisador - Lourinaldo Teles.
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https://www.youtube.com/watch?v=Qv8mSwXp2Ok

Publicado em 10 de jun de 2013
Este Vídeo Mostra o Verdadeiro Local do Combate da Serra Grande, Nele Veremos que Tudo Aconteceu No Município de Calumbi, e Não e Serra Talhada Como Se Pensava.

Pesquisador - Lourinaldo Teles.
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TÚMULO DOS CANGACEIROS MORENO E DURVALINA

https://www.youtube.com/watch?v=i6YONU87Poc&feature=youtu.be

Prezados amigos (as) é com imenso prazer e satisfação que trago ao conhecimento de vocês o nosso último trabalho.

Recentemente estivemos na cidade de Belo Horizonte/MG onde visitamos o túmulo dos ex cangaceiros Moreno e Durvinha e na ocasião colhemos depoimentos e entrevistamos os amigos Neli Maria da Conceição Neli Conceição) e Marcio Michel, respectivamente filha do casal Moreno e Durvinha e amigo da família que acompanharam e estiveram presentes durante os últimos momentos da vida dos antigos companheiros do Rei do Cangaço.

Uma entrevista com depoimentos repletos de emoções. As lembranças e a saudade foram sentimentos presentes durante toda a nossa gravação e fizeram deste trabalho um dos mais emocionantes que já realizei até o presente momento.

Espero que gostem...
ASSISTAM... CURTAM E COMPARTILHEM.

Fonte: facebook
Página: Geraldo Antônio de Souza Júnior (Administrador)

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PADRE ARISTIDES E A CHACINA EM PIANCÓ (PB)

Por Geziel Moura
A Primeira casa de Padre Aristides, em Piancó (PB).

Tentarei, desta vez, produzir tessituras, sobre o Pe. Aristides Ferreira da Cruz, correndo risco de erros e equívocos, diante de grandes estudiosos do cangaço da Paraíba, cabras como: Francisco Pereira Lima e Jose Tavares De Araujo Neto. Assim, buscarei apoio, em minha narrativa, no livro "A Coluna Prestes, na Paraíba" do Pe. Manuel Otaviano.

A segunda casa, alvo do combate no dia 09 de fevereiro de 1926, pela Coluna Prestes;
A segunda casa, alvo do combate no dia 09 de fevereiro de 1926, pela Coluna Prestes;

O recorte histórico, que ora faço, remete a 25 de agosto de 1902, com a vinda do Pe. Aristides, do Rio Grande do Norte, para assumir os trabalhos eclesiásticos em Piancó (PB) e outras paróquias sertanejas próximas, como, por exemplo, Misericórdia e Conceição, no alto sertão da Paraíba, substituindo o Pe. Melibeu Lima, que pediu sua remoção, por estranhar a cultura sertaneja (alimentação, hábitos, costumes, clima, viagens), pois era oriundo da capital.

Marcas de balas, ainda, existentes na, porta interna, da casa;

Segundo, o Pe. Otaviano, nos dez primeiros anos de sua função religiosa, Aristides viveu, longe da política coronelística na Paraíba. Entretanto, questões de ordem, políticas e que envolveram o Senador Epitácio Pessoa e o Deputado Federal Dr. Felizardo Leite, favoreceram o rompimento do padre, com a família Leite, e aproximação com o Senador.

Quarto do Pe. Aristides, na casa em que ocorreu a chacina;

Quem comandava, politicamente, Piancó, naquele tempo, era Felizardo Leite, e com a separação do antigo amigo, Felizardo se rebelou contra Aristides, o proporciona sua demissão da paróquia, em Piancó, pelo Bispo D. Adauto. Obstante, sua destituição do cargo clerical, Aristides não manifestava rebelião ao seu superior e continuava, seu sacerdócio, dessa feita, na posição de auxiliar. Porém, a guerra política entre Aristides e Felizardo recrudesceu, levando o rompimento do padre com seu superior, o Bispo D. Adauto.

Sepultura da Família Ferreira da Cruz, em que jazem o padre e dois filhos;

Sentindo-se traído por D. Adauto, e por diversas calúnias recebidas por seus adversários políticos, Aristides afronta o bispo, e manda raptar Maria José, a "Quita" e passa a viver com ela em sua casa. O escândalo foi inevitável, a família da moça nada fez, pois, esta, era maior de idade. Ele alegava tal procedimento, por ter sido, traído.

Sepultura da Família Ferreira da Cruz, em que jazem o padre e dois filhos;
Sepultura da Família Ferreira da Cruz, em que jazem o padre e dois filhos;

Quando a Coluna Prestes, invadiu Piancó, provavelmente, em 09 de fevereiro de 1926, Aristides e sua tropa, não queriam o combate, porém sabedores das atrocidades, provocadas pelos rebeldes, não tiveram escolhas. Assim, a luta foi sangrenta, o padre não estava em "boas amizades" com, então, presidente (governador) da Paraíba do Norte, João Suassuna (pai de Ariano), e se expulsasse os rebeldes, da Coluna Prestes, poderia ganhar prestigio junto ao governo estadual.

Memorial aos mortos de Piancó;
Memorial aos mortos de Piancó;
Igreja de Piancó, onde, Aristides foi Pároco.

Como Aristides, poderia combater, exército de cerca de dois mil homens? O inevitável ocorreu. Os piquetes em Piancó, se limitaram a casa do Padre e a cadeia, outros estavam longe do conflito, da vila. O combate começou na rua, se estendendo depois até a casa, o Sgt João Baiano, da Coluna Prestes, jogou uma lata de gasolina na porta da casa de Aristides, quando a porta se abriu, ao tentar penetrá-la o Sgt Laudelino Pereira da Silva, é alvejado e morre, porém a casa é invadida pela tropa de revoltosos, Aristides e seus companheiros são chacinados, neste momento, e seus corpos lançados em, espécie de monturo.

Todas fotos, foram, capturadas por Geziel Moura

Fonte: facebook
Página: Geziel Moura

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NATAL? PAPAI NOEL? CUIDADO: ESTÃO DE OLHO NO SEU BOLSO...

Por José Bezerra Lima Irmão

Natal? Papai Noel? Cuidado: estão de olho no seu bolso... A palavra “Natal”, da qual se derivam “natalício”, “nativo”, já representou a data – 25 de dezembro – em que se convencionou comemorar o nascimento de Jesus, o Messias. Mas a ganância de uns e a parvoíce de outros desvirtuaram o sentido do Natal. Fazem a festa, mas se esquecem do aniversariante. Agora só se ouve falar em “Papai Noel” e em “Amigo Secreto”, invenções do comércio. De olho no 13º salário do trabalhador, os shoppings apressam os tolos, exortando: “Antecipe o seu Natal” – ou seja, passe pra cá o seu dinheirinho... Um mês antes do Natal, o setor de varejo deflagra uma campanha importada, a Black Friday (nada melhor para pegar os néscios deslumbrados do que uma expressão em inglês). No rastro desta, sucedem-se as chamadas Black Nights. E assim, “de black em clack”, o 13º do trabalhador “leva a breca”. Durante o ano, tem o Dia das Mães, o Dia dos Pais, o Dia das Crianças, e por aí vai, tem dia pra tudo, e só se ouve compre isso, dê aquilo de presente... Ora, para demonstrar afeto ou gratidão não é preciso dar presente no exato dia determinado pela mídia, como se fosse uma obrigação, um fardo. Se você quer mesmo presentear alguém, ofereça-lhe algo que venha engrandecer a pessoa a ser presenteada, dê-lhe algo que a faça lembrar-se de você toda vez que olhar o objeto recebido. E saiba que, ao dar um presente, você, mesmo de forma inconsciente, deixa transparecer o que pensa da pessoa a quem está presenteando: denota se você a considera uma pessoa frívola ou uma pessoa inteligente. O melhor presente continua sendo um bom livro: Machado de Assis (Dom Casmurro, Memórias Póstumas de Brás Cubas...); Jorge Amado (Gabriela Cravo e Canela, Mar Morto, Tenda dos Milagres, Tocaia Grande...); João Ubaldo Ribeiro (Viva o Povo Brasileiro, Sargento Getúlio...); Jô Soares (O Homem que Matou Getúlio Vargas, O Xangô de Baker Street...); Oleone Coelho Fontes (Um Jagunço em Paris); José Andersn Nascimento (Cangaceiros, Coiteiros e Volantes); João de Sousa Lima (Maria Bonita, Lampião em Paulo Afonso); Archimedes Marques (Lampião contra o Mata Sete); Souza Neto (José Inácio do Barro e o Cangaço); José Sabino Bassetti (Lampião - Sua Morte Passada a Limpo); Alcino Alves Costa (Lampião Além da Versão); Paulo Gastão (Angico); Geraldo Ferraz (Pernambuco no Tempo do Cangaço). Não estou falando essas coisas para aconselhar ninguém, mas porque também estou vendendo o meu peixe... Sou autor de “Lampião – a Raposa das Caatingas”. Veja bem: seu pai, sua mãe, seu tio, sua tia, seu amor, seu amigo (inclusive seu "amigo secreto"), enfim, qualquer pessoa que tenha algum vínculo com a cultura e a história do sertão nordestino certamente adorará receber neste Natal uma obra que, mais do que a simples história do rei do cangaço, vem sendo considerada pelos estudiosos do tema como sendo uma síntese da história do Nordeste na virada do século XIX até a metade do século XX. A história do Nordeste resume-se a esses três personagens: Lampião, Padre Cícero e Antônio Conselheiro. “Lampião – a Raposa das Caatingas” é um livro concebido e realizado com seriedade, deixando de lado as lendas, mitos e invencionices sobre a figura do legendário guerrilheiro do Pajeú. Além da farta bibliografia sobre o cangaço, baseei-me nos jornais da época, entrevistei dezenas de personagens ligadas aos fatos. O livro contém fotos e dezenas de mapas, indicando os lugares onde os fatos ocorreram. Indica até as coordenadas geográficas. Analisa as causas históricas, políticas, sociais e econômicas do cangaceirismo no Nordeste brasileiro, numa época em que cangaceiro era a profissão da moda. Os fatos são narrados na sequência natural do tempo, muitas vezes dia a dia, semana a semana, mês a mês. Destaca os principais precursores de Lampião. Conta a infância e juventude de um típico garoto do sertão chamado Virgulino, filho de almocreve, que as circunstâncias do tempo e do meio empurraram para o cangaço. Lampião iniciou sua vida de cangaceiro por motivos de vingança, mas com o tempo se tornou um cangaceiro profissional – raposa matreira que durante quase vinte anos, por méritos próprios ou por incompetência dos governos, percorreu as veredas poeirentas das caatingas do Nordeste, ludibriando caçadores de sete Estados. A leitura desse livro, espero eu, fará com que o Natal da pessoa presenteada se prolongue por mais tempo, durante o Ano Novo, já que a obra tem exatamente 736 páginas. Feliz Natal! Boas Festas! E que em 2016 e nos anos vindouros se mantenha sempre acesa a chama do interesse pela história e pela cultura do nosso querido Nordeste. A melhor forma de demonstrarmos amor à nossa terra é estudando a sua geografia e a sua história. 

Um fraternal abraço. 
José Bezerra josebezerra@terra.com.br 
Vendas presenciais: Livraria Saraiva; Livraria Escariz (Aracaju) Veja, anexa, a capa do livro.

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LIVROS À VENDA... LAMPIÃO – MEMÓRIAS DE UM SOLDADO DE VOLANTE


De: João Gomes de Lira (Antigo combatente do cangaço)

O Livro “LAMPIÃO – MEMÓRIAS DE UM SOLDADO DE VOLANTE” é sem dúvida alguma um dos trabalhos mais sérios e prestigiados já escritos sobre o fenômeno Cangaço.

A obra dividida em dois volumes trás em suas páginas as memórias de João Gomes de Lira, antigo integrante da Força Policial Volante oriunda de Nazaré do Pico/PE, cujos membros eram conhecidos como “Nazarenos” devido ao lugar de sua origem.

A Força de Nazaré foi considerada a mais poderosa e atuante tropa de combate e repressão aos grupos de cangaceiros e em especial à Lampião e seu bando, de todos os tempos.

Muitas são as histórias que vocês conhecerão ao ler esse importante documento histórico.

LAMPIÃO – MEMÓRIAS DE UM SOLDADO DE VOLANTE.

Para adquirir o Livro entrem em contato com Rubelvan Lira ou Maria Lucia através do telefone (87) 99960-8870 ou através do e-mail rubelvanlira8@gmail.com.

Os dois livros “Volumes I e II” saem pelo valor de R$ 100,00 com frete incluso e entrega em qualquer parte do país.

ADQUIRAM!!!

Geraldo Antônio de Souza Júnior (Administrador)

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CARIRI CANGAÇO FLORESTA 2016.


O Universo Conspira na Direção de realizarmos um Grande e Inesquecível Momento com a Marca Cariri Cangaço.

Mas não paramos: Planejamento, Seriedade, Trabalho, Retidão, uma Valorosa Equipe de Organizadores e Apego à Verdade, a isso chamo Cariri Cangaço.

Em maio: Floresta do Navio e Nazaré do Pico vão parar para receber o Brasil de Alma Nordestina e o Sertão vai virar Mar... Mar de apaixonados por sua história, memória e emoção...

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A GRANDE MARCHA DE LAMPIÃO PARA MOSSORÓ Parada 10 - ASSALTO AO SÍTIO MORCEGO (RN)

Por Geziel Moura

Depois de deixarem o Sítio Ponta da Serra, os cangaceiros seguiram para o sítio Morcego de Manoel Raulino de Queiroz, este sabia da presença dos cabras , como sempre não imaginou que o bando fosse "visitar" sua propriedade, pois era de difícil acesso, localizada junto à Serra do Martins.

Casa do sítio Morcego, assaltado por Lampião no dia 11 de junho de 1927;
Casa do sítio Morcego, assaltado por Lampião no dia 11 de junho de 1927;
Casa do sítio Morcego, assaltado por Lampião no dia 11 de junho de 1927;

Raulino foi muito mal tratado por Sabino, pois não foi muito elegante em sua recepção, com o cangaceiro, que pedia insistentemente por joias. Sobrou para sua esposa D. Antônia Clementina, que recebeu diversos "bolos" de palmatória, não suportando os golpes, a mulher indicou, onde guardava pequena quantidade de dinheiro.

Oratório da casa do Sítio Morcego;

Um fato marcante, que ocorreu no Morcego, foi a declaração da filha do casal de apenas 5 anos, Francisca Maria da Conceição, quando viu a cabroeira invadir sua casa: "Mãe, os infelizes, estão revirando o baú! Estão espalhando pela casa toda as roupas das meninas", isto foi o suficiente, para ser agredida a chutes por um cabra, este momento tenebroso, ficou na memória dela, até há algum tempo, já idosa, antes de falecer.


Aproveitando a confusão, Elpídio, filho do casal, conseguiu fugir com suas outras irmãs, Noêmia, Maria e Joana, para um serrote atrás da propriedade. Infelizmente, Jararaca, percebendo o movimento atirou contra os quatros, e atingiu Elpídio, porém, mesmo ferido, este alcançou, tal serrote, com suas irmãs, que nada sofreram, ficando protegido nas pedras observando de longe o movimento na casa, até o fim do assalto, que aconteceu por volta das 15 horas, sendo que Manoel Raulino, foi levado preso.

 Local em que Elpídio Raulino ficou escondido, com suas irmãs, até o fim do assalto, no sítio Morcego.

Local em que Elpídio Raulino ficou escondido, com suas irmãs, até o fim do assalto, no sítio Morcego.

Local em que Elpídio Raulino ficou escondido, com suas irmãs, até o fim do assalto, no sítio Morcego.

As fotos de 1 a 4 foram flagradas por Geziel Moura e as de número 5 a 7 foram gentilmente cedidas por familiares de Manoel Raulino.

Fonte: facebook
Página: Geziel Moura

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sábado, 19 de dezembro de 2015

O TEMPERAMENTO DE LAMPIÃO

Por José João Souza

A maioria dos livros e reportagens sobre a vida de Virgolino Ferreira o descreve como um homem desconfiado, de poucas palavras e grosseiro.

Quem o conheceu de perto desmente quase tudo: “Desconfiado ele era, mas quando encontrava alguém conhecido se punha a conversar”, recorda o ex-coiteiro Manoel Félix da Cruz, vaqueiro aposentado em Poço Redondo, Sergipe. Seu bom humor chegava ao ponto de despejar perfume francês sobre os 30 passageiros de um caminhão que tinha acabado de assaltar no caminho de Paulo Afonso para Maravilha, em Alagoas, em janeiro de 1935. “Pra quê isso?”, perguntou o coletor federal Bráulio Rodrigues Limeira, uma das vítimas. “É o banho da sorte. Hoje vocês estão com um azar danado”, brincou o cangaceiro, morrendo de rir.

Publicado no Diário de Pernambuco em 7 de julho de 1997

Fonte: facebook

Grupo: Lampião, Cangaço e Nordeste

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MARIA BONITA


Esta foto de Maria Gomes de Oliveira ou Maria Bonita (nome dado a ela pela imprensa) nome dado a ela no mundo do crime eu ainda não tinha visto. 

Adquiri no acervo de Susi Ribeiro, e segundo escreveu ela: Foto rara, muito nítida, da verdadeira Maria Bonita.

Como dizia minha sogra Sila, conhecida no meio do cangaço apenas por Maria, ou Maria de Lampião! Compartilhando do amigo Rubens Antonio!

Fonte: facebook
Página:  Susi Ribeiro

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POR QUE O CANGACEIRO ASA BRANCA FAZ PARTE DA HISTÓRIA DE MOSSORÓ?

Por José Mendes Pereira

Antonio Luiz Tavares conhecido no mundo do crime por "ASA BRANCA", e foi um dos cangaceiros que entrou em Mossoró no dia 13 de junho de 1927, em companhia do afamado bando de facínoras da Empresa de Cangaceiros Lampiônica e Cia, administrada pelo sanguinário Lampião.

Asa Branca era natural de Cajazeiras do Rio do Peixe no Estado da Paraíba. Filho de Antonio Luiz e de dona Maria da Conceição. Nasceu no dia 10 de Janeiro de 1902 e faleceu de problemas cardíacos em Mossoró, no dia 02 de Novembro de 1981, sendo que os seus restos mortais repousam no cemitério São Sebastião em Mossoró, aos fundos do túmulo de José Leite de Santana, o ex-cangaceiro Jararaca.

Após a tentativa de assalto à Mossoró, Asa Branca foi preso e levado para cumprir pena em Natal, segundo o historiógrafo e pesquisador do cangaço Rostand Medeiros certa vez me falou no Hotel Thermas, tendo em mãos um documento sobre este fato; e posteriormente o cangaceiro Asa Branca foi transferido para Mossoró, onde cumpriu sua pena. Liberado das grades esteve em várias cidades, mas findou casando-se com uma mossoroense Sebastiana Venâncio, e fez o segundo casamento com Francisca da Silva Tavares, lá do Brejo do Cruz, no Estado da Paraíba.


Depois de tantas paradas por cidades, finalmente fixaram residência em Mossoró. Ele já é falecido, mas dona Francisca da Silva Tavares mora no bairro Bom Jardim, gente fina.

Sempre eu a visito, e é uma senhora de espírito generoso e educadíssima. Sempre me recebeu como um velho amigo da família.
Nota bastante importante:

Por que Dona Francisca Silva Tavares com 75 anos de idade foi esposa do cangaceiro Asa Branca, que se hoje ele estivesse vivo, estaria com 111 anos?

Resposta: Dona Francisca era a segunda esposa do cangaceiro Asa Branca. Quando ela foi viver com o cangaceiro, estava com 17 anos, e o Asa Branca já passava dos cinquenta anos. Esta é a razão da esposa do cangaceiro ainda está viva.

Se você quiser conhecer mais um pouco sobre o cangaceiro Asa Branca clique no link abaixo:


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DOIS LIVROS DO ESCRITOR LUIZ RUBEN BONFIM

Autor Luiz Ruben Bonfim

Adquira logo o seu através do e-mail acima:


Não deixe de adquirir esta obra. Confira abaixo como adquiri-la. 

Lembre-se que se você demorar solicitá-la, poderá ficar sem ela em sua estante. Livros que falam sobre "Cangaço" a demanda é grande, e principalmente, os colecionadores que compram até de dezenas ou mais para suas estantes. 

Valor: R$ 40,00 Reais 
E-mail para contato:
 
luiz.ruben54@gmail.com
graf.tech@yahoo.com.br

Luiz Ruben F. de A. Bonfim
Economista e Turismólogo
Pesquisador do Cangaço e Ferrovia

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O RAPOSA DAS CAATINGAS É SUCESSO NACIONAL


Se você ainda não comprou este fantástico trabalho do escritor José Bezerra Lima Irmão, só restam poucos livros. Então procura adquiri-lo o quanto antes, pois os colecionadores poderão comprar os poucos que restam. Seja mais um conhecedor das histórias sobre cangaço, para ter firmeza em determinadas reuniões quando o assunto é "cangaço". 

São 736 páginas.
29 centímetros de tamanho. 
19,5 de largura. 
4 centímetros de altura.
Foram 11 anos de pesquisas feitas pelo autor 

É o maior livro escrito até hoje sobre "Cangaço". Fala desde a juventude  e namoro dos pais de Lampião. Quem comprou, sabe muito bem a razão do "Sucesso a nível nacional do Raposa das Caatingas". 

O autor aceita e agradece suas críticas, correções, comentários e sugestões:

(71)9240-6736 - 9938-7760 - 8603-6799 

Pedidos via internet:
Mastrângelo (Mazinho), baseado em Aracaju:

Tel.:  (79)9878-5445 - (79)8814-8345

Clique no link abaixo para você acompanhar tantas outras informações sobre o livro.
http://araposadascaatingas.blogspot.com.br

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LAMPIÃO O CANGAÇO E SEUS SEGREDOS


Através deste e-mail 
sabinobassetti@hotmail.com 
você irá adquirir o  mais recente trabalho do escritor e pesquisador do cangaço 
José Sabino Bassetti 
com o título: 
"Lampião - O Cangaço e seus Segredos".

O Livro custa apenas R$ 40,00 (Quarenta reais) com frente já incluído, e será enviado devidamente autografado pelo autor, para qualquer lugar do país.

Não perca tempo e não deixa para depois, pois saiba que livros sobre "Cangaço" são arrebatados pelos colecionadores, e você poderá ficar sem este. Adquira já o seu.

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É UM PRAZER ANUNCIAR EM NOSSO BLOG

Por Rostand Medeiros

CHUVAS NO NORDESTE - FOTO DE SATÉLITE DA NASA MOSTRANDO A REGIÃO COBERTA DE NUVENS EM 18 DE DEZEMBRO DE 2015. QUE DEUS PROLONGUE ESSA SITUAÇÃO POR VÁRIOS DIAS!

Fonte: facebook
Página: Rostand Medeiros

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A GRANDE MARCHA DE LAMPIÃO PARA MOSSORÓ Parada 09 - ATAQUE AO SÍTIO PONTA DA SERRA (RN)

Por Geziel Moura

A noite do dia 10 de junho de 1927, foi de calmaria para o bando de Lampião, estacionado nos lajedos do córrego de João Brandinho, dormiram a sono solto. Pela manhã do dia seguinte (11), passaram pelas fazendas João Gomes, Poço Verde, sem incidentes. 

Bodega de João Batista da Silva;

Entretanto, no Sítio Poço de Pedras, seu proprietário, Francisco Germano da Silveira, fora feito refém, e juntou-se ao Cel. Joaquim Moreira e D. Maria José Lopes, que ainda continuavam presos. Assaltaram, ainda, a fazenda Caricé e o sítio Morada Nova, no final da manhã.

Interior da bodega, com indício que realmente os cangaceiros atearam fogo nela;

Nesse momento, o bando de Lampião, chegara na região da Serra de Martins (RN), terra de nosso amigo Rivanildo Alexandrino

Interior da bodega, com indício que realmente os cangaceiros atearam fogo nela;

A invasão do sítio Ponta da Serra, ocorreu por volta das 12h, João Frutuoso da Silva e sua família não estavam no momento, pois foram avisados da presença dos cangaceiros nas proximidades.

Vista, atual, do Sítio Ponta da Serra;
Mesa histórica, cujas gavetas foram quebradas pela cabroeira, em busca de joias e dinheiro;
Porta com marca de ponta de fuzis;
Headphone esquecido por Jararaca (brincadeirinha kkk) - Fotos capturadas por Geziel Moura

O estrago no sítio Ponta da Serra, foi grande, quebraram louças domésticas, móveis e baús, no afã de encontrarem joias e dinheiros. Nem as garrafas de bebidas, da bodega do filho do fazendeiro, chamado João Batista da Silva, escaparam das garras dos cangaceiros.

Fonte: facebook
Página: Geziel Moura

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