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segunda-feira, 21 de outubro de 2019
CANGACEIRO ZÉ GATO
80 ANOS ANGICO PARTE 2
O BAR DO GERALDO MACARRÃO
2 - José Mendes Pereira e Júlio Pereira Batista.
Fotos feitas na Ponte de Trem sobre o rio Mossoró no Alto da Conceição.
ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!
Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.
Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito.
Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima.
As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!
Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão.
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.
Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.
Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo.
É melhor vivo medroso do que morto valente.
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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.
Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem.
http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com
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domingo, 20 de outubro de 2019
TURISMO ECOLÓGICO NO RIO GRANDE DO NORTE
FRANCISCO MENELEU E LOURDINHA MASCARENHAS: DOIS ESQUECIDOS?
E para registrar como aconteceu esse “romance” de um preso acusado de participação numa revolução comunista em Natal, e uma modesta e jovem estudante de Mososró, pedi que dona Lourdes prestasse um depoimento, escrito por ela mesmo. Eis as suas memórias:
Tinha eu 15 anos incompletos e ele 21. Aquele encontro me fez sentir uma forte emoção, nunca antes sentida, que para mim era novidade. Tal reação foi correspondida, pois ele quis falar comigo logo que me conheceu. Senti-me atraída por ele. Minha idade talvez lhe tenha revelado uma certa ingenuidade que, decerto, não impeliu o inicio do nosso namoro.
“Meus pais começaram a tomar conhecimento do que se passava, e não estavam dispostos a aprovar tal relacionamento, pois me consideravam ainda uma criança. Entretanto, soube que nossos pais se conheciam e eram amigos, inclusive na mesma profissão, logo, não foi difícil continuarmos namorando, pois o consentimento partiu do fato de que eles se calaram diante da situação. Concluímos que quem cala consente.
Depois de namorarmos oito meses, chegou o dia da verdade. Meneleu recebera a notícia de que ia passar seis anos e seis meses na prisão. Nada pude compreender diante de tamanha revelação, mas contou-me ele toda a verdade, em relação ao que lhe tinha acontecido em 1935, em Natal. Fiquei perplexa com o que me contara e não podia avaliar o que poderia acontecer nos dias que se seguiriam. Tentou advertir-me em relação ao nosso namoro, propondo um rompimento imediato, pois, segundo ele, eu deveria entender que ainda era muito jovem e não poderia, assim, perder a mocidade. Entretanto, depois de várias reflexões, não aceitei desistir de nosso relacionamento.
Tudo começou a ficar triste, pois , como temia, meus pais pediam-me que desistisse de continuar namorando Meneleu. Minhas amigas começaram a se afastar de mim, influenciadas, mesmo, pelos próprios pais. No entender dessas pessoas, Meneleu era um indivíduo perigoso, pois diziam que era comunista. Os amigos dos meus pais procuravam influenciá-los, para que eles interferissem em minha conduta que, segundo eles, eu era de menor de idade e não poderia fazer uma escolha de tamanha importância.
Estávamos no mês de novembro, e mais precisamente, ao meio-dia, recebi o primeiro bilhete de Meneleu que dizia: “Estou preso. B..... Meneleu”.
O ESCONDERIJO DE ZÉ BAIANO | O CANGAÇO NA LITERATURA | #282
CANDEEIRO SOLDADO DA BORRACHA
AS BELEZAS DO PARQUE NACIONAL VALE DO CATIMBAU, EM BUÍQUE, PERNAMBUCO

















