Por José João Souza
Lampião o rei do cangaço - Ivanildo Vila-Nova e Geraldo Amâncio.
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Por José João Souza
Lampião o rei do cangaço - Ivanildo Vila-Nova e Geraldo Amâncio.
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Por Nas Pegadas da História
https://www.youtube.com/watch?v=jcBrUtArpUo&ab_channel=NASPEGADASDAHIST%C3%93RIACangaceiros castigam jovem porque cortou o cabelo #Cangaço Se você quer ajudar nosso Canal, a nossa chave do PIX é 85987703564 ou se quiser ajudar com doações de livros e revistas favor entrar em contato com o e-mail: jflavioneres@gmail.com ✔📖CURSO ESCREVA UM CORDEL EM 40 DIAS https://go.hotmart.com/B67573637C LIVROS ✔👀Lampião, Senhor do Sertão. Vidas e Mortes de Um Cangaceiro https://amzn.to/3t3Afm6 ✔👀Apagando o Lampião: Vida e morte do rei do cangaço https://amzn.to/3pcnl4a https://ler-para-melhor-viver.webnode... https://jflavioneres-nph-livraria.fre... CANAIS PARCEIROS: 😊👀 UMA HISTÓRIA PARA A MEMÓRIA https://url.gratis/EKbuum 😊👀 ROSINHA VIDA MINHA: https://www.youtube.com/channel/UCE32... 😊👀 Pr. FLÁVIO NERES : https://www.youtube.com/channel/UCuM7... DICAS DE LIVROS. https://ler-para-melhor-viver.webnode... https://jflavioneres-nph-livraria.fre...
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Por O Cangaço na Literatura
Chegamos num ponto muito interessante.
Quem foi Adrião?
Quem o matou?
Uma série de programas está
sendo produzida para ajudar vocês a entenderem mais o Cangaço e as Volantes.
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Por Cangaçologia
Teria Sinhô Pereira convidado Lampião a abandonar o cangaço? Afinal qual o conteúdo dessa polêmica carta endereçada pelo antigo chefe cangaceiro ao seu sucessor? Conheçam a história. Geraldo Antônio de Souza Júnior
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A obra traz um conteúdo bem fundamentado de Genealogia da família Pereira do Pajeú e parte da família Feitosa dos Inhamuns.
Mas vem também, recheado de informações de Cangaço, Coronelismo, História local dos municípios de Serra Talhada, São José do Belmonte, São Francisco, Bom Nome, entre outros) e a tão badalada rixa entre Pereira e Carvalho, no vale do Pajeú.
O livro tem 710 páginas.
Você irá adquiri-lo com o Professor Pereira através destes endereços:
franpelima@bol.com.br
fplima1956@gmail.com
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Por José Mendes Pereira
Diletos amigos estudiosos da saga do Cangaço.
Nos onze anos que passei pesquisando para escrever “Lampião – a Raposa das Caatingas” (que já está na 4ª edição), colhi muitas informações sobre a rica história do Nordeste. Concebi então a ideia de produzir uma trilogia que denominei NORDESTE – A TERRA DO ESPINHO.
Completando a trilogia, depois da “Raposa das Caatingas”, acabo de publicar duas obras: “Fatos Assombrosos da Recente História do Nordeste” e “Capítulos da História do Nordeste”.
Na segunda obra – Fatos Assombrosos da Recente História do Nordeste –, sistematizei, na ordem temporal dos fatos, as arrepiantes lutas de famílias, envolvendo Montes, Feitosas e Carcarás, da zona dos Inhamuns; Melos e Mourões, das faldas da Serra da Ibiapaba; Brilhantes e Limões, de Patu e Camucá; Dantas, Cavalcanti, Nóbregas e Batistas, da Serra do Teixeira; Pereiras e Carvalhos, do médio Pajeú; Arrudas e Paulinos, do Vale do Cariri; Souza Ferraz e Novaes, de Floresta do Navio; Pereiras, Barbosas, Lúcios e Marques, os sanhudos de Arapiraca; Peixotos e Maltas, de Mata Grande; Omenas e Calheiros, de Maceió.
Reservei um capítulo para narrar a saga de Delmiro Gouveia, o coronel empreendedor, e seu enigmático assassinato.
Narro as proezas cruentas dos Mendes, de Palmeira dos Índios, e de Elísio Maia, o último coronel de Alagoas.
A obra contempla ainda outros episódios tenebrosos ocorridos em Alagoas, incluindo a morte do Beato Franciscano, a Chacina de Tapera, o misterioso assassinato de Paulo César Farias e a Chacina da Gruta, tendo como principal vítima a deputada Ceci Cunha.
Narra as dolorosas pendengas entre pessedistas e udenistas em Itabaiana, no agreste sergipano; as façanhas dos pistoleiros Floro Novaes, Valderedo, Chapéu de Couro e Pititó; a rocambolesca crônica de Floro Calheiros, o “Ricardo Alagoano”, misto de comerciante, agiota, pecuarista e agenciador de pistoleiros.
......................
Completo a trilogia com Capítulos da História do Nordeste, em que busco resgatar fatos que a história oficial não conta ou conta pela metade. O livro conta a história do Nordeste desde o “descobrimento” do Brasil; a conquista da terra pelo colonizador português; o Quilombo dos Palmares.
Faz um relato minucioso e profundo dos episódios ocorridos durante as duas Invasões Holandesas, praticamente dia a dia, mês a mês.
Trata dos movimentos nativistas: a Revolta dos Beckman; a Guerra dos Mascates; os Motins do Maneta; a Revolta dos Alfaiates; a Conspiração dos Suassunas.
Descreve em alentados capítulos a Revolução Pernambucana de 1817; as Guerras da Independência, que culminaram com o episódio do 2 de Julho, quando o Brasil de fato se tornou independente; a Confederação do Equador; a Revolução Praieira; o Ronco da Abelha; a Revolta dos Quebra-Quilos; a Sabinada; a Balaiada; a Revolta de Princesa (do coronel Zé Pereira),
Tem capítulo sobre o Padre Cícero, Antônio Conselheiro e a Guerra de Canudos, o episódio da Pedra Bonita (Pedra do Reino), Caldeirão do Beato José Lourenço, o Massacre de Pau de Colher.
A Intentona Comunista. A Sedição de Porto Calvo.
As Revoltas Tenentistas.
Quem tiver interesse nesses trabalhos, por favor peça ao Professor Pereira – ZAP (83)9911-8286. Eu gosto de escrever, mas não sei vender meus livros. Se pudesse dava todos de graça aos amigos...
Vejam aí as capas dos três livros:

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Por José Mendes Pereira
Por Na Rota do Cangaço
#CANGACEIRO GATO #
SANTILHO BARROS O GATO # CANGACEIRO EM PIRANHAS AL # CANGAÇO EM ALAGOAS #TENENTE JOÃO BEZERRA #CANGACEIRO CORISCO
IMAGENS ILUSTRATIVAS
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Por Fatos na História - Cangaço e Nordeste
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Por Cangaçologia
Por José Cícero
À beira do
imenso abismo uma vez o poeta decidiu ficar. Embevecido de muitas verdades
ficou horas a fio ali de modo impassível a contemplar os perigos da vida;
buscando encontrar uma nova maneira de se convencer a continuar. Pensou na vida
diante da morte e na sua capacidade de acreditar, ainda que o mundo o
contrariasse. Enfim, se despira de todo o tédio como do medo que até então o
habitara. Logo o seu espírito ficou leve e suave. Enquanto a sua alma se vestiu
de anil e de verdades.
Imaginou
coisas novas como razão absoluta para sonhar como dantes em sua infinita e
alada mocidade. Refletiu um pouco mais sobre à eternidade. Como ainda, sobre a
finitude ante o imponderável das coisas intangíveis com os seus desejos loucos
e impossíveis. Viu como quem olha para dentro de si mesmo todo o fenômeno
contido no encantamento e no momento formidável. Renasceu das próprias cinzas:
Hércules Quasimodo, Ícaro, Teseu, Sisifo e Prometeu...
Assim se
sentiu como que voasse entre anjos e entre pássaros pelos céus. Quando a partir
daquele ponto coberto de estranhamento imaginou puder recomeçar. Criou coragem.
Desejou pular por sua conta e risco o seu abismo pessoal; sem ao menos notar;
nem o perigo, nem o mistério. E assim, à margem do abissal perigo de si mesmo o
poeta, finalmente descobriu milhões de quimeras e outras possibilidades. Como
igualmente, que nenhum abismo existe de verdade, senão aquele que sempre
existiu e que fora construído aos poucos por ele e pela vida inteira dentro de
si.
https://www.facebook.com/josecicero.silva.33/posts/10220808957195412?notif_id=1646304665019371¬if_t=feedback_reaction_generic_tagged&ref=notif
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Por Sérgio Campos

“Lampião em Alagoas” foi escrito pelo já consagrado escritor, romancista, pesquisador e historiador Clerisvaldo B Chagas, em parceria com o professor e pesquisador Marcello Fausto.
Tive a grata satisfação de receber das mãos de um dos protagonistas desse trabalho, o professor Marcello Fausto, a obra, logo que saíu do “forno”. Posso abalizar o trabalho como sendo um riquíssimo teor literário e histórico para Alagoas.
O assunto Cangaço de há muito vem sendo discutido em todo o Brasil e até no exterior. Quase sempre dividido entre a paixão e a revolta, muitos foram os escritores que falaram dos cangaceiros nordestinos. Mas poucos foram os que buscaram se aprofundar no assunto a fim de passarem, de uma forma imparcial, para os sequiosos pelo tema a verdadeira história de um dos piores momentos vividos por esta região, que muitas vezes pareceu ter sido fadada ao sofrimento eterno.
Lampião em Alagoas é o primeiro livro que fala exclusivamente da história da passagem de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, e seu bando, por terras alagoanas.
Como citam os autores, “os veteranos escritores do cangaço, ávidos por novidade, não irão encontrá-las em nosso trabalho, cujo mérito está apenas na organização sequenciada do que já foi dito por vários pesquisadores do estado e fora dele”. Esta obra é interessante pela forma como está sendo apresenta, cronológica e didática, facilitando assim a leitura, sobre a passagem do maior líder do cangaço de todos os tempos no Sertão de Alagoas na década de 30.
http://lampiaoaceso.blogspot.com.br/search/label/Alagoas
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Clerisvaldo B. Chagas, 3 de março de 2022
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.666
Finalmente passou o mês pesado e mais curto do ano. Vamos iniciando uma nova marcha completamente estranha com incógnitas mais severas sobre o dia de amanhã. Ganhamos da Secretaria de Desenvolvimento Rural, Meio Ambiente e Recursos Hídricos um Kit de camiseta e boné dos Profetas das Chuvas. Uma lembrança do recente encontro sobre o clima na área sertaneja. Muita chuva em fevereiro, mas também altíssimas temperaturas durante os dias, variando entre 36 graus a 24 durante às noites, no contraste. Março é um mês comprido, psicologicamente o mais comprido do ano e sem nenhum feriado para amenizar o batente. Março, tradicionalmente é um mês severo de estiagem, porém marca o início do outono, estação de começo das nossas chuvas no Sertão a partir de maio.
Os alastrados do antigo Loteamento Colorado estão floridos e frutificados, os pássaros se deliciam com seus frutos roxos e o vento sopra bem pelo relevo da colina. Será o anuncio de bom inverno? E nessa Quarta-Feira de Cinzas, marcou as cinzas antecipadas do Carnaval e, infelizmente o triunfo do COVID l9 em nosso estado. Mas o nosso Soberano tem o poder de mandar a pandemia para um lugar distante do Universo onde não passa ninguém e frear a sede de ambição dos que pretendem dominar o mundo. Enquanto isso vamos espiando os movimentos mágicos das nuvens que trazem o pão aos nossos sertões nordestinos. Joelhos ao chão, olhares nas variações do tempo.
Passado o dia tão aguardado da Quarta-feira de Cinzas, lembramos quando as igrejas da cidade ficavam lotadas de fiéis para a tomada de cinzas na testa. Uma lembrança e advertência que todo somos frágeis e que voltaremos a virar pó. Uma quarta-feira triste de fim de mundo. Tudo, tudo está diferente já nos antecipavam as forças do Universo. Mas mesmo com todas as tristezas da terra, prossegue o mês de março a sua marcha inexorável. Início de Quaresma, um período longo e santo perfeito para orações, meditação e oportunidades de abandonar o negativismo da vida. Tempo de fortificar a alma e garantir a luz. Quem sabe! Em meio à guerra e pandemia não aparece um facho luminoso no final do túnel!
Louvado seja o Deus de Abraão, de Isaac e de Jacó... E nosso também
ANOITECER NO COLORADO (FOTO: GUILHERME CHAGAS).
http://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2022/03/marcooutono-cinzas-clerisvaldob.htmlPor José Mendes Pereira
Comemorando os 30 anos do lançamento da primeira edição e homenageando o autor, falecido também há três décadas, a reedição apresenta uma nova roupagem com capa e diagramação atualizadas, além da inserção de fotos da época pertencentes aos acervos dos historiadores Daniel Walker (In memorian) e Renato Casimiro recentemente doados à Universidade Federal do Cariri. A nova edição conta ainda com análises aprofundadas sobre a obra e o autor, assinadas por Renato Casimiro e Manoel Severo. “Leitura obrigatória e fonte inesgotável de elementos para revisão histórica do Cariri conflagrado pelo mando dos coronéis e seus grupos, nesta fase da vida da região sul do Ceará, com reflexos sobre os estados vizinhos.” Afirma Casimiro em seu texto de apresentação do livro.
A tiragem comemorativa, limitada a 1.000 exemplares, foi idealizada pelo produtor cultural Hélio Santos, sendo o primeiro título lançado pela Ayni Produções Culturais. O projeto contou com o apoio da Prefeitura Municipal do Crato, através da Secretaria de Cultura, para sua viabilização.
Escritor potencialmente inquieto, autor de uma extensa obra literária composta por 33 publicações, notabilizou-se como um dos mais autênticos pesquisadores da história do Ceará, sendo agraciado em caráter post-mortem com a Medalha José de Alencar, honraria maior concedida a um intelectual no Estado do Ceará. Professor universitário, membro da Academia Cearense de Letras, do Instituto do Ceará e do Instituto Genealógico Brasileiro, Secretário de Cultura e Desporto no Governo Gonzaga Mota, patrono de uma das cadeiras da Academia de Ciências Sociais do Ceará, ex-presidente do Instituto Cultural do Vale Caririense, membro do Instituto Cultural do Cariri.
Serviço: Livro Império do Bacamarte – edição comemorativa
Disponível a partir do dia 05 de março de 2022
Vendas pelo site: imperiodobacamarte.com.br
Contatos: 85 99171.0101 | @imperiodobacamarte
Informações à imprensa: Jorge Hélio Santos: 88 98817.5203 | agenciaipopz@gmail.com
https://cariricangaco.blogspot.com/2022/03/imperio-do-bacamarte-marco-na.html
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Clerisvaldo B. Chagas, 1 de março de 2022
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.665
Ao entardecer, galináceos deixando o abrigo e se espalhando pelos arredores, ciscando e catando bichinhos. Para eles, na hora aprazada, o galo pintado comandou a volta ao galinheiro, sem ninguém mandar. Ali estariam ao abrigo contra cassacos e raposas dos arredores. Vacas e Bezerros também se recolhiam no galpão de alvenaria. Mais perto de nós, formigas, abelhas, maribondos, inúmeras aves logo identificadas ou não: bem-te-vis, azulões, corujas... Para fazerem parte de um céu que se ornamentava no horizonte onde as primeiras luzes se acendiam nas habitações dos sítios rurais, lá longe, lá embaixo... Que maravilha de se vê! De um lado os sítios e fazendas, do outro, as milhares de lâmpadas acesas no centro da cidade. E a ingênua pergunta repetida: Será que estamos em Santana, mesmo?
Deixamos nos encantar com o arrebol do lado dos sítios e fazendas. Cadê vontade para descermos até a realidade pela AL-220? Devaneio interrompido, descemos a colina com o cruzar de aves notívagas que igual a nós, penetravam nas trevas. Nem só de beleza de praia vive o mundo! Morando lá bem no alto você ainda compra ovos frescos de galinha de capoeira, leite verdadeiro tirado na hora e ainda adquire adubo para vicejar seu jardim. De sobra arranjamos por ali o melão-de-são-Caetano que prolifera nas cercas de arame e se tornou febre na Internet com o seu poder curativo.
Dia magnífico e pessoal, mas que não resisti em dividir com os nossos leitores do blog.
Amar a Natureza é amar o Criador. Desculpe a emoção.
ALASTRADO EM LAJEIRO. AO FUNDO MÉDIO, SERROTE DO CRUZEIRO, AO FUNDO DISTANTE, SERRAS DA CAIÇARA E DO POÇO RESPECTIVAMENTE. (FOTO B. CHAGAS).
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