Veja se o professor Pereira ainda o tem.
franpelima@bol.com.br
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
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Saiu a 2ª tiragem da Biografia de Maria Bonita....para adquirir: 75-988074138
https://www.facebook.com/groups/1893861520873829
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Por José Mendes Pereira
Você leitor, e eu, vamos participar do casamento de José Ferreira da Silva (Santos) com a dona Maria Sulena da Purificação (Maria Lopes) pais dos irmãos Virgolino Ferreira da Silva, Antonio Ferreira da Silva, Levino Ferreira da Silva e Ezequiel Ferreira Silva.
Vamos chegar devagarinho! Pés às alturas, como se nós estivéssemos flutuando em um picadeiro de circo, silêncio total, sem pigarrearmos em momento algum, para vermos o que irá acontecer durante esta união familiar. Não se preocupe, os irmãos Ferreiras não estão aqui entre nós, eles ainda irão nascer, primeiro Antonio Ferreira, depois Levino Ferreira, depois Virgolino Ferreira e por último (dos homens) Ezequiel Ferreira da Silva.
O casamento destes famosos e futuros pais de 4 cangaceiros você irá adquirir toda história no livro: "Lampião a Raposa das Caatingas", do escritor e pesquisador do cangaço José Bezerra Lima Irmão - a partir da página 70.
Esta maravilhosa obra você irá encontrá-la através deste e-mail: franpelima@bol.com.br, com Francisco Pereira Lima, o professor Pereira, lá de Cajazeiras no Estado da Paraíba.
A maior obra já escrita até hoje sobre cangaço, e sobre a família Ferreira, do afamado Lampião.
http://blogdomendesemendes.blogspot.com.br/.../lampiao...
Fotos:
1 - Livro: "Lampião a Raposa das Caatingas";
2 - José Ferreira da Silva e Maria Sulena da Purificação os pais de Lampião;
3 - O autor do livro José Bezerra Lima Irmão.
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Por Cristiano Ferraz - Publicado em 2017.
No último domingo, dia 09 de junho cumpri um compromisso assumido com o amigo Louro Teles em maio de 2017 quando visitamos o local do combate de Serra Grande em serra Talhada. O combinado era visitarmos juntos o local onde aconteceu o combate das Caraíbas em fevereiro de 1926 entre Floresta-PE e Betânia-PE.Passados 14
anos desde que comecei o “Lampião Aceso”, (1º blog dedicado inteiramente ao
tema cangaço), ele ainda me proporciona pouquíssimos “recebidos”, mas de indeléveis
alegrias.
Temos o
orgulho de ver nosso nome estampado em mais um livro. E este é um trabalho
ispiciá…
Trata-se de
uma reedição histórica de “O sertão, a política e os cangaceiros” uma
plaquete de autoria de G. Pinto de Souza, lançada em edição única há
102 anos.
Fizemos a
simples doação de uma cópia que me foi presenteada pelo filho do autor e graças
aos contatos do confrade Angelo Osmiro Barreto, cabra que detém a maior
biblioteca do gênero no país e do empenho do editor Adriano de Carvalho Duarte,
ele agora está ao alcance dos amantes da historiografia nordestina.
Muito obrigado
a estes vaqueiros!
Para adquirir
este livro entre em contato com Adriano zap (88) 9 9956 - 1897
http://lampiaoaceso.blogspot.com/2022/05/reedicao-historica.html
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Clerisvaldo B. Chagas, 27 de junho de 2022
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.723
Originário de
Narbonne (França) 256-288 e cidadão de Milão, Itália, foi um mártir e santo
cristão, morto durante a perseguição levada a cabo pelo imperador romano
Diocleciano. O seu nome deriva do grego sebastós, que significa divino,
venerável.
Com o nome de
São Sebastião foi construída no antigo Comércio de Santana Vila a Igreja
particular com esse padroeiro. Aproximadamente, em 1915, a poderosa família
Rocha escolheu a esquina de um beco para edificar a obra e, o beco também
passou a ser conhecido como o Beco de São Sebastião. Essa via é passagem
obrigatória do comércio para a Rua Prof. Enéas ou Rua de Zé Quirino e pode
chegar, após, ao rio Ipanema, justamente por trás do Comércio.
Portanto, a
Igrejinha de São Sebastião, em Santana do Ipanema, aniversaria este ano com
suas 107 velinhas. É um templo discreto, pouco notado por quem passa e quase
sempre se encontra fechado. Já foi motivo de embate com a Paróquia no final do
século passado quando um remanescente daquela família se movimentou para
tomá-la e transformar a capela em ponto comercial à venda. Não conseguiu devido
à forte reação popular. Quando o templo de São Sebastião se encontra
raramente aberto, causa admiração ao transeunte que não perde tempo para ali
adentrar e fazer suas orações ao mártir tão conhecido e amado do catolicismo
brasileiro. Embora pareça nem existir, quando fechado, é um dos
edifícios históricos mais importantes do Comércio santanense.
O Beco São
Sebastião marcou muito nas festas de Senhora Santana. Por ali desciam para o
rio Ipanema muitos casais clandestinos. Ponto certo de soltar foguetes e bombas
durante os festejos à santa. Já a igrejinha de São Sebastião foi palco de
muitas missas, lugar de entrega nos Domingos de Ramos e cenário para o Terço
dos Homens. Muito querido do sertanejo, o chamado Mártir São
Sebastião é padroeiro em lugares como Monteirópolis, povoado Areias Brancas e
Poço das Trincheiras. Suas festas atraem multidões de fervorosos devotos, munícipes
e visitantes. Mas a igrejinha fechada é como se não existisse, uma pessoa de
cabeça baixa de tristeza no meio da multidão.
Parabéns
Igrejinha pela sua história e seus 107 anos de existência!!!
Viva São Sebastião!!! Viva a Igrejinha!
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Por Aderbal Nogueira
Cangaço - Quem foi
Paulo Gastão - Parte 1 Primeira parte do bate-papo com Patrícia Gastão, filha
do saudoso amigo Paulo Gastão. Uma conversa bem descontraída, onde falamos um
pouco de como era Paulo Gastão. Link desse vídeo: https://youtu.be/kkdZ8ysvMm4
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Por José de Paiva Rebouças
Continuarei amanhã.
Fonte - Revista Brava Gente do Jornal de fato.com
Páginas 18 e 19
Mês Junho de 2022.
Digitado e Ilustrado por José Mendes Pereira - administrador deste blog.
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Sabino Gomes ou Sabino das Abóboras foi considerado por muitos historiadores do cangaço, como o cangaceiro mais cruel que existia no bando de Lampião. Sempre que o coração de Lampião se abrandava num gesto compassivo, Sabino , resmungava, contrariado. Quando foi, por exemplo, da ocupação da cidade cearense Limoeiro, Lampião rendeu-se às súplicas do Vigário local para não saquear as casas de comércio. Sabino, visivelmente irritado, disse Padre vá rezar e cuidar da sua igreja, e não se meta em coisas que não são da conta de quem veste batina.
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Por José Mendes Pereira
O capitão Lampião mandou este bilhete para o coronel Rodolfo Fernandes de Oliveira Martins:
“Coronel
Rodolfo:
Estando eu aqui, o que pretendo é dinheiro. Já foi um aviso para o senhor aí.
Se por acaso resolver mandar-me a importância que nós pedimos, evito a entrada
aí; não vindo essa importância, eu entrarei até aí. Penso que, a Deus querer,
eu entro, e vai haver muito estrago. Por isso, se vier o dinheiro, eu não entro
aí. Mas mande resposta logo. Virgulino Ferreira, Capitão Lampião.”
O coronel Rodolfo Fernandes respondeu:
“Virgulino Lampião:
Recebi o seu bilhete e respondo que não tenho a importância que pede; o
comércio também não tem. O banco está fechado, pois os seus funcionários se
retiraram daqui. Estamos dispostos a suportar tudo que o senhor quiser fazer
contra nós. A cidade confia na defesa que organizou. Rodolfo Fernandes,
prefeito.”
O coronel Rodolfo Fernandes nem o tratou como capitão, e estava muito confiante na guerra contra o bandoleiro, vez que ele disse no seu bilhete que: "...o banco está fechado, pois, os seus funcionários se retiraram daqui..." Querendo dizer ao bandido capitão Lampião, que estava sem chave para abrir a porta do banco para atender o seu pedido.
Ora, nada seria difícil para o capitão Lampião! Porta aberta ou fechada, não lhe dificultava nada em abrir, pois tinha arma potente para estraçalhar a fechadura de máxima segurança.
Mas, o coronel Rodolfo Fernandes de Oliveira Martins merece centenas de medalhas, porque, mesmo não sendo de Mossoró, e sim lá de Portalegre no Rio Grande do Norte, ele mostrou a sua coragem, enfrentar uma porção de bandidos armada. Cada um deles com maldades no coração.
Valeu, coronel Rodolfo Fernandes!
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No dia 13 de
junho de 1927, Lampião (1897 ou 1898 - 1938), que havia dias assediava a cidade
de Mossoró, no Rio Grande do Norte, enviou uma carta ao seu prefeito, Rodolfo
Fernandes, exigindo quatrocentos contos de réis para não atacar a cidade. Tendo
o prefeito recusado a proposta, igualmente por carta, Lampião e seu bando
invadiram a cidade. O objetivo era receber o resgate ou saquear a
indústria, o comércio, as residências e as instalações do Banco do Brasil.
Carta de Lampião ao prefeito
“Coronel Rodolfo:
Estando eu aqui, o que pretendo é dinheiro. Já foi um aviso para o senhor aí.
Se por acaso resolver mandar-me a importância que nós pedimos, evito a entrada
aí; não vindo essa importância, eu entrarei até aí. Penso que, a Deus querer,
eu entro, e vai haver muito estrago. Por isso, se vier o dinheiro, eu não entro
aí. Mas mande resposta logo. Virgulino Ferreira, Capitão Lampião.”
Resposta do Prefeito a Lampião
“Virgulino Lampião:
Recebi o seu bilhete e respondo que não tenho a importância que pede; o
comércio também não tem. O banco está fechado, pois os seus funcionários se retiraram
daqui. Estamos dispostos a suportar tudo que o senhor quiser fazer contra nós.
A cidade confia na defesa que organizou. Rodolfo Fernandes, prefeito.”
O ataque
Nesse mesmo 13 de junho deu-se o ataque de Lampião a Mossoró, de acordo com um
plano idealizado pelo cangaceiro potiguar Massilon Leite Benevides,
conhecedor da região. Massilon confiou na negligência da população, que não
acreditava num ataque de Lampião. Ele não sabia, porém, da determinação do
prefeito e dos cidadãos que se dispuseram a defender a cidade contra os
marginais, que foram rechaçados e bateram em retirada, deixando para trás um
companheiro morto e outro ferido.
Nunca mais Lampião se atreveu contra nenhuma cidade do Rio Grande do Norte, ele
que, referindo-se à resistência de Mossoró, chegou a fazer o seguinte
comentário: “da torre da igreja, até o santo atirava na gente.”
O epílogo
Lampião continuou sua carreira de invasões e arruaças até ser morto por um
grupamento da Polícia Militar alagoana em 28 de julho de 1938, na fazenda
de Angicos, no município de Poço Redondo, Sergipe. Com ele morreram sua
mulher, Maria Bonita, e os cangaceiros Luís Pedro, Mergulhão, Elétrico,
Quinta-Feira, Caixa de Fósforo, Enedina, Cajarana e Diferente, e outros 23
cangaceiros se entregaram à volante comandada pelo tenente João Bezerra. Os
mortos foram decapitados e suas cabeças ficaram expostas nas escadarias da
igreja matriz de Santana do Ipanema, no sertão de Alagoas. De lá foram
conduzidas para Maceió e depois para Salvador, onde foram mantidas como
"objetos de pesquisa científica", no Instituto Médico Legal de
Salvador (Instituto Nina Rodrigues), até a década de 1970.
Uma semana depois do massacre da fazenda de Angicos, o cangaceiro Corisco, que carregava o apelido de "Diabo Louro", amigo de Lampião e ex-integrante do seu bando, desfechou violentos ataques retaliatórios contra cidades à margem do Rio São Francisco. Chegou a enviar algumas cabeças cortadas ao prefeito do povoado de Piranhas, Alagoas, com um bilhete audacioso: "se o negócio é de cabeças, vou mandar em quantidade".
Corisco foi morto pela polícia em julho de 1940, na região de Brotas de
Macaúbas, no Estado da Bahia.
http://ohomemhorizontal.blogspot.com/2007/05/lampio-e-o-prefeito-de-mossor.html#:~:text=%E2%80%9CCoronel%20Rodolfo%3A,import%C3%A2ncia%2C%20eu%20entrarei%20at%C3%A9%20a%C3%AD.
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Créditos: Andarilho 59, YouTube
O messianismo que surgiu no Nordeste, e principalmente o banditismo que se tornaram comuns, especialmente durante a República Velha esboça o abandono pelas autoridades entremeado de período de desmedida repressão contra os mais humildes dos sertões. Eis porque Lampião ainda é visto como um mal menor por muita gente, diante da selvageria dos senhores fazendeiros. Todavia, os horrores que os cangaceiros praticavam, muitas vezes levavam a reações como a que houve no Alagadiço contra Zé Baiano que acabou morto, dando início ao declínio do banditismo nos sertões. Alagadiço, pois, marca o primeiro grande revés no cangaço já que não se tratou apenas de expulsar os cangaceiros: eles foram desmoralizados com a morte de um dos mais temidos.