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sábado, 24 de maio de 2025

BREVE HISTÓRIA DO PASTEL DE TANGARÁ

 Por Dr.Epitácio de Andrade Filho

Distante 95 km de Natal, a pequena cidade de Tangará, com população estimada em 15.869 habitantes (2020), revelou para o estado um de seus principais manjares. Na verdade, a milenar invenção do pastel é atribuída à civilização chinesa. No brasil, surgiu como uma adaptação dos famosos rolinhos primavera, comercializados por imigrantes, desde 1890.

A história da guloseima em Tangará teve início com Joaninha de Josué (1915/1987), dona do antigo hotel Irapuru, que detinha a receita, possivelmente conseguida por meio de sua ligação com uma família tradicional da região Trairi, que era liderada pelo político, agropecuarista e hoteleiro Theodorico Bezerra. Em 1990, a microempresária presenteou a amiga Josefa Maria de Lima (a Finha) com o modo de preparo, que passou a confeccionar e vender a domicílio e em escolas os pastéis de Tangará. O sucesso do empreendimento da quituteira foi tão grande que extrapolou os limites do município. Em 2020, a governadora Fátima Bezerra (PT) sancionou a lei que tornou a iguaria “Pastel de Tangará” patrimônio cultural imaterial do Estado do Rio Grande do Norte.

Tangará

Pastel de Tangará

Rolinho Primavera

Pastel de Tangará Criadora

Tangará regras da fazenda Irapuru

Tangará Pecuária

Pastel de Tangará Patrimônio cultural imaterial

Enviado pelo Dr. Epitácio de Andrade Filho

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AMÉLIA E SERROTE

Autor do Texto Jurandy França

Lampião, o rei do Cangaço, ainda era um menino, quando o bandoleiro de nome José Maria de Oliveira; conhecido como Serrote, já amedrontava as terras da Rainha da Borborema, quando essa ainda era menina. Serrote praticava crimes, com requintes de malvadeza e crueldade. Nascido nas terras paraibanas, pertenceu ao bando do famoso cangaceiro Antonio Silvino.

Silvino era considerado um cangaceiro "do bem", não admitia certas atitudes cruéis e covardes de Serrote, por isso, o expulsou do seu bando. Serrote formou um pequeno grupo, que passou a praticar roubos e assassinatos na região. Acabou sendo preso, ficou alguns anos na prisão, e quando saiu foi morar em Campina Grande, cidade que crescia, mas sua população não chegava aos 50.000 habitantes, naquele longínquo ano de 1915. Vivia de fazer o trabalho sujo para alguns poderosos da região.

Nesta mesma época surgiu em Campina Grande, uma bela jovem, vinda da cidade de Serraria, que forma o triângulo com Arara e Solanea, no Brejo paraibano. Amélia era o seu nome, separada do marido, foi objeto de preconceito pela família e a sociedade serrariense; naqueles idos anos do início do século XX, a mulher desquitada, era tratada como prostituta, independentemente dos motivos.

Pois bem!

Se não era, passou a ser, chegando a "cidade grande", precisava sobreviver, mas trabalho digno não encontrava. Do alto de sua beleza juvenil; tinha 28 anos quando chegou a terra do "quebra quilos", de uma coisa estava certa, não iria para os cabarés, ser explorada por nenhum cafetão criminoso. Com as economias que possuía, alugou uma casa em uma rua movimentada do Centro, logo começou ver o resultado do comércio, onde a mercadoria exposta e vendida, era o seu próprio corpo. Sua fama cresceu, era conhecida por quase todos os maridos infiéis da alta sociedade campinense. O negocio ia de vento em popa, até o seu destino se cruzar com o de Serrote.

Como citei anteriormente, Serrote fazia "serviços" para determinadas pessoas, por exemplo: dar surras e até matar.

Não se sabe quem; se um homem enciumado, ou uma mulher traída, contratou Serrote para dar um corretivo em Amélia, uma surra das boas. O criminoso na companhia de um outro da sua laia, foram até à casa de Amélia, não se contentaram apenas em surrar a pobre mulher; também a estupraram. Deixaram-na em estado lastimável, foi parar no hospital. Serrote ainda fez-lhe uma ameaça: "A próxima vez que lhe encontrar, te mato!".

Quando saiu do hospital, Amélia passou a viver escondida, não podia fugir, tinha seus negócios. Decidiu ficar, passou a andar armada com um punhal. Numa terça à noite, passando por uma rua, próxima à sua residência, deu de cara com o seu carrasco, que partiu pra cima dela, querendo cumprir a promessa feita. Desferiu uma cacetada em Amélia, que caiu, mas não desmaiou. O negro pulou sobre ela de revólver em punho para terminar o serviço, mas foi surpreendido com uma punhalada certeira bem no coração. Serrote ainda deu alguns passos cambaleando e caiu... estava morto. Amélia fugiu do local, no dia seguinte se entregou e confessou o crime. Ficou presa, mas depois foi libertada, foi denunciada, julgada e absolvida por unanimidade do júri, que entendeu tratar-se de legítima defesa.

Segundo os historiadores que tratam do assunto, pouco ou quase nada se sabe sobre Amélia, após tais acontecimentos. Provavelmente mudou-se de Campina, com medo de possíveis represálias por parte dos acobertadores da vida criminosa de Serrote.

Autor do texto: Jurandy França

Fonte:

Tok de História

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NOTA DE FALECIMENTO!

 Por O Cangaço na Literatura

É com imenso pesar que anuncio o falecimento de Renato, filho do Cangaceiro Barreira. Muito triste! Vocês assistiram sua entrevista?

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A ÚLTIMA DAS CANGACEIRAS !!!!!

Por Histórias do Brasil
ESSA É A CANGACEIRA DULCE, foi COMPANHEIRA DO CANGACEIRO CRIANÇA.RAPTADA AINDA ADOLESCENTE E FOI UMA DAS SOBREVIVENTES DOS QUE PERDERAM A VIDA NA GROTA DO ANGICO.DULCE RESIDIA NA CIDADE DE CAMPINAS SP

E FALECEU NO DIA 10 DE DEZEMBRO
DE 2022 .
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sexta-feira, 23 de maio de 2025

FOTO DE LAMPIÃO...

 Por Robério Santos.

Foto rara de Lampião morto. Conseguem ver o corpo sem cabeça?

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ADOREI!

Por José Di Rosa Maria

Ontem dia 21-05-2025, vivi um de glória acompanhado da senhora poetisa e ex-professora Magaly Holanda, que me levou para conhecer seus adoráveis pais e irmãos no Sítio Caroba, Severiano Melo-RN. Depois me levou para conhecer a Cordelteca que contempla seu nome, também o Instituto Meu Sertão, criação sua apoiada pelos habitantes do distrito de Santo Antônio - Severiano Melo-RN, acho pouco e me apresentou aos estudantes, professores e autoridades da cidade, durante os preparativos de grande feira de ciências da Escola Estadual de Severiano Melo-RN.

Fez por mim o que a poetisa Lígia Morais, faz em Mossoró elaborando projetos para me ajudar!

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quinta-feira, 22 de maio de 2025

NO DIA DOS NAMORADOS

Por Hélio Xaxá

Não me pergunte como estou

Basta olhar nos meus olhos

E eles dirão o que você quer saber...

Não me pergunte se já passou

Ponha a mão no meu coração

E batendo forte ele vai te dizer...


Que eu não te esqueci

E quase enlouqueci

Pensando em você...

Que eu me perdi

Que eu quase morri

Esperando por você...


Deixe de rodeios

E me dê logo um abraço

Basta um beijo

Para acabar o embaraço

E vê se entende:

O nosso amor não é passado.


Diz que me ama

E eu jogo tudo pro espaço

Te levo pra cama

E te amo até o cansaço...

Me dê você de presente

No dia dos namorados.


Não pergunte se eu quero voltar

Só me estenda sua mão

E eu falo tudo num beijo...

Não ligue se acaso eu chorar

É de alegria, no meu coração

Esse dia nunca foi tão perfeito.


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HONRA E LEALDADE AO INIMIGO.

 Por Histórias do Brasil

O Ten. Manoel Neto, foi um valente combatente contra o Cangaço, fez parte da Volante Nazarena de Pernambuco, enfrentou Lampião e seu bando desde o início, nos maiores combates do Cangaço, teve muitas perdas de parentes e soldados, foi atingido algumas vezes por tiros cangaceiros e passou muitos anos em perseguição à Lampião pelas caatingas nordestinas enfrentando as mais diversas e duras provações de força e resistência. 

Sua Volante era conhecida pela determinação e valentia, cega às vezes, pois muitas vezes dispensava a estratégia e partia destemidamente para o confronto frente a frente com os cangaceiros. 

Tinha uma rixa pessoal com Lampião, suas perseguições priorizavam os bandos em que Lampião estava e certa vez lhe propuseram envenenar as águas dos poços, “pias” e lugares onde Lampião se abastecia de água para matá-lo envenenado, proposta que recusou veementemente, afirmando que aquilo seria uma covardia e não haveria honra, nem mérito naquele tipo de assassinato, pois Lampião também sabia dos lugares em que ele e sua tropa bebiam água e nunca as envenenou e assim preferia enfrentar Lampião de “homem para homem”. 

O Ten. Manoel Neto se afastou da campanha contra o cangaço por volta do ano de 1933 para seguir carreira militar, chegando ao posto de Coronel. Lampião morreu em 1938, pela volante de João Bezerra de Alagoas. João Filho de Paula Pessoa, Fortaleza/Ce. 21/02/2020.

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FLORO BARTOLOMEU FOI CHEFE DE JAGUNÇOS.

Por Giovanni de Carvalho

Comentário de Amorim Garcia:

Esse era respeitado, se armou contra a coluna Prestes, formou seu exército, e chamou o rei do cangaço e seu bando para lhe dá o título de capitão e combater os revoltosos, ele tinha uma visão de combater.

Faleceu no Rio de janeiro, e não estava presente na chegada do chefe Mor a Juazeiro.

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CENTRO DE ESTUDOS EUCLYDES DA CUNHA – CEEC

Rua do Cabeça, n. 10 – Ed. Marquês de Abrantes, sala 812 - 8o Andar – São Pedro –

Salvador/BA – Tel. (71) 33215081 - CEP. 4060-230 -000

Edital No 01/2025- Submissão de artigos científicos, ensaios e resenhas para o

periódico Cangaço em Revista Vol. 3, 2025.

URL: https://revistas.uneb.br/index.php/cangacoemrevista

A Universidade do Estado da Bahia - UNEB, através do Centro de Estudos

Euclydes da Cunha - CEEC, torna público o edital para publicação de artigos

científicos, ensaios e resenhas para o periódico Cangaço em Revista, Vol. 3, 2025.

O periódico Cangaço em Revista é uma publicação temática do Centro de

Estudos Euclydes da Cunha – CEEC/UNEB, que trata do assunto específico e

acontecimentos correlatos no semiárido nordestino. A revista pretende, sobretudo,

revisitar o tema com o objetivo de rever e reexaminar tais tramas, criando dessa

maneira maiores de possibilidades de enfoques sobre essas ocorrências do nosso

passado histórico.

Entendemos como “Cangaço” o banditismo histórico praticado por grupos

nômades armados nos sertões do nordeste brasileiro entre o final século 19 e as

primeiras quatro décadas do 20, que, apesar do aspecto marginal de sua dinâmica

guerreira, contava com o apoio logístico e material de distintos setores da sociedade

sertaneja, além de manter um intenso diálogo socioeconômico e cultural, através de

relações e trocas com autoridades, coiteiros, comerciantes e prestadores de serviços

diversos.

Compreendemos também que esse fenômeno está contido como decorrência da

sua materialidade histórica, no âmbito do universo simbólico sertanejo e, por isso,

compartilha com esta cultura o mesmo sistema de valores, costumes e práticas, como,

por exemplo, uma religiosidade fortemente ligada ao catolicismo popular, seus

sincretismos e idiossincrasias.

Por fim, consideramos que as implicações do fenômeno não se resumem à sua

dimensão político-econômica, mas que se faz presente em muitos outros aspectos da

experiência social, como em questões ligadas à identidade nacional, regional, de

gênero e raça, no campo da estética, do direito, da ética, da moral e, portanto, das

mentalidades e dos costumes.

Assim, o volume 3 do periódico Cangaço em Revista, objeto dessa chamada,

terá como principal objetivo refletir sobre o fenômeno do cangaço em todos esses

dimensionamentos. A publicação é aberta a contribuições inéditas que estejam de

acordo com a linha editorial adotada, sendo o conteúdo de tais trabalhos de inteira

responsabilidade de seus autores.

O Cangaço em Revista considera para publicação trabalhos originais que sejam

classificados em uma das seguintes modalidades: resultado de pesquisa sob forma de

artigos, entrevistas e resenhas sobre publicações e filmes que versem sobre o

fenômeno social do cangaço como descrito no corpo deste edital.

1. CONDIÇÕES PARA SUBMISSÃO:

1.1. Os trabalhos submetidos deverão estar dispostos nas normas descritas no corpo

desse edital, também disponíveis na seção “Submissões” da página do periódico

“Cangaço em Revista” no Portal de Periódicos da UNEB:

https://www.revistas.uneb.br/index.php/cangacoemrevista/about/submissions.

1.2. Admite-se coautoria de, no máximo, 03 autores em cada artigo.

1.3. Cada autor(a) ou coautor(a) pode ter apenas um texto aprovado por volume.

1.4. Os trabalhos devem ser submetidos em português.

1.5. O arquivo submetido deve estar em formato Microsoft Word (.doc ou .docx).

1.6. Os artigos científicos e ensaios devem ter, no mínimo, 30 mil caracteres sem

espaço e, no máximo, 60 mil caracteres sem espaço.

1.7. As resenhas devem ter, no mínimo, 10 mil caracteres sem espaço e, no máximo,

20 mil caracteres sem espaço.

1.8. A entrevistas devem ter, no mínimo, 45 mil caracteres com espaço e, no máximo,

85 mil caracteres com espaço.

1.9. Os títulos em geral devem ter, no máximo, 100 caracteres sem espaço.

1.10. A formatação da submissão, incluindo notas, citações e referências bibliográficas

devem estar de acordo com as normas da ABNT vigentes no ano da publicação deste

edital.

1.11. Cada submissão deve conter um resumo e palavras-chave em português e um

resumo e palavras-chave em inglês ou espanhol.

1.12. Cada versão do resumo deve conter no máximo 800 caracteres sem espaço,

incluindo objetivos, métodos e conclusão.

1.13. Após cada versão do resumo devem ser incluídas, no mínimo três e no máximo

cinco, palavras-chave nos seus respectivos idiomas.

1.14. As submissões devem atender ao universo temático proposto na introdução do

presente edital e os textos devem apresentar clareza, objetividade e coerência com o

tema proposto.

1.15. Todos os textos submetidos ao periódico Cangaço em Revista devem ser

inéditos, ou seja, não ter sido publicado parcial ou integralmente em nenhum outro

outro tipo de publicação impressa (livros, revistas, anais, etc) ou digital (livros, revistas,

sites, blogs, etc).

1.16. É de responsabilidade dos autores e autoras, a submissão de trabalhos com

revisão ortográfica de língua portuguesa, conforme as normas técnicas adotadas pela

revista. O não cumprimento deste item acarretará a recusa da submissão.

1.17. As figuras gráficas, tabelas ou fotografias devem estar em alta resolução (300

dpi), já estarem inseridas no corpo do texto e serem necessariamente numeradas,

tituladas e apresentar indicação das fontes de acordo com as regras da ABNT. Além

disso, as imagens também devem ser encaminhadas em uma pasta a parte do arquivo

da submissão, devidamente nomeadas e numeradas na ordem que aparecem no texto.

1.18. As submissões que não estiverem de acordo com as normas acima serão

devolvidas aos autores(as), antes mesmo de serem encaminhadas ao conselho

editorial e/ou aos pareceristas Ad hoc.

2. PROCESSO DE SELEÇÃO:

2.1. As colaborações serão submetidas, sem identificação dos autores(as), a dois

membros do conselho editorial do periódico Cangaço em Revistas e/ou pareceristas Ad

hoc. Não havendo consenso sobre a publicação do texto, um(a) terceiro(a) avaliador(a)

será escolhido(a) para o desempate.

2.2. Artigos aprovados com restrições serão encaminhados para a reformulação por

parte dos autores(as). Nestes casos, os editores se reservam o direito de recusar o

artigo, caso as alterações neles introduzidas não atendam às solicitações feitas pelos

avaliadores.

2.3. Os autores(as) devem ser comunicado do recebimento da suas colaborações no

prazo de até dez dias.

2.4. Os critérios de avaliação são:

- Coerência com a linha editorial proposta.

- Respeito às normas técnicas descritas no presente edital.

- Qualidade e originalidade do texto apresentado.

- Relevância da abordagem apresentada no texto para a atualidade das relações

sociais do semiárido brasileiro.

2.5. É prerrogativa dos editores do periódico, juntamente com seu conselho editorial e

pareceristas Ad hoc, decidir pela publicação ou não da submissão.

3. POLÍTICA ANTIPLÁGIO:

3.1. Com o intuito de prevenir infração de direitos autorais, os artigos recebidos são

analisados através da ferramenta CopySpider freeware.

3.2. Os manuscritos analisados que apresentarem altas taxas de similaridade na

redação dos segmentos introdução, discussão e resultados com conteúdo previamente

publicado em veículos de comunicação científica que possuam ISSN e ISBN, sem as

devidas citações e referências bibliográficas, serão rejeitados.

4. DECLARAÇÃO DE DIREITO AUTORAL

4.1. Autores(as) que publicam no periódico Cangaço em Revista concordam com o

seguinte termo de compromisso: “Assumindo a criação original do texto proposto,

declarando conceder ao periódico Cangaço em Revista o direito de primeira

publicação, licenciando-o sob a Creative Commons Attribution License, e permitindo

sua reprodução em indexadores de conteúdo, bibliotecas virtuais e similares. Em

contrapartida, dispõe de autorização da revista para assumir contratos adicionais para

distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada, bem como, permissão para

publicar e distribuí-lo em repositórios ou páginas pessoais após o processo editorial,

aumentando, com isso, seu impacto e citação”.

4.2. O conteúdo dos artigos é de estrita responsabilidade de seus autores, assumindo a

autoralidade de todo o texto fornecido para avaliação dos pareceristas e do conselho

editorial do periódico, e que possuem autorização para uso de conteúdo protegido por

direitos autorais reproduzidos em sua submissão.

5. POLÍTICA DE PRIVACIDADE

5.1. Os nomes e endereços informados nesta revista serão usados exclusivamente

para os serviços prestados por esta publicação, não sendo disponibilizados para outras

finalidades ou a terceiros.

6.0. ENCAMINHAMENTO DAS SUBMISSÕES:

As submissões podem ser enviadas para o periódico Cangaço em Revista através do

sistema do portal de periódicos da UNEB ou através do e-mail da revista.

6.1. Para enviar submissões através do portal de periódicos da UNEB, deve-se fazer

um cadastro através do link:

https://www.revistas.uneb.br/index.php/cangacoemrevista/user/register.

6.2. Após feito o cadastro, é preciso acessar o sistema, com o login e a senha

cadastrados, através do link:

https://www.revistas.uneb.br/index.php/cangacoemrevista/login.

6.3. Após acessar o sistema, dirija-se à aba Submissões e clique no link Fazer nova

submissão. A partir dai siga as instruções encontradas no próprio site e faça o upload

do seu texto.

6.4. No campo Comentários para o editor devem ser incluídos obrigatoriamente as

seguintes informações:

- Formação Acadêmica e Titulação dos(as) Autores(as)

- Instituições dos(as) Autores(as)

- Minibio dos(as) Autores(as)

- Número de Telefone dos(as) Autores(as)

6.5. Para enviar submissões através do e-mail do periódico Cangaço em Revista, deve-

se anexar os trabalhos em uma mensagem de e-mail com o seguinte assunto:

Chamada de (Artigo / Resenha / Entrevista) para a Cangaço em Revista, e envia-la

para: cangaemrevista@gmail.com.

6.6. No corpo do e-mail deve constar:

- Título do Trabalho

- Nome do(s)/da(s) Autor(es)/Autora(s)

- Formação Acadêmica e Titulação dos(as) Autores(as)

- Instituições dos(as) Autores(as)

- Minibio dos(as) Autores(as)

- Número de Telefone dos(as) Autores(as)

7. CRONOGRAMA:

7.1. Submissão dos trabalhos: De 22/05/2025 até 22/07/2025

7.2. Avaliação das submissões: Até 22/08/2025

7.3. Devolução das submissões para correção, se necessário: Até 05/09/2025

7.4. Submissão dos textos corrigidos: Até 15/09/2025

7.4. Publicação da Revista: 24 /11/2025

8.0. CONTATOS:

EDITORES: Prof. Manoel Neto - maneto@uneb.br

Lucas Souza Viana – lviana@uneb.br

ENDEREÇO ELETRÔNICO: cangaemrevista@gmail.com

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quarta-feira, 21 de maio de 2025

ACESSE SEMPRE O NOSSO BLOG

Por José Mendes Pereira

Acesse sempre o nosso blog. Você irá conhecer os primeiros cangaceiros, assim como os últimos. Lampião e Maria Bonita são os mais estudados no estudo cangaceiro. 

As histórias são fantásticas, escritas por vários escritores e gravações em vídeos por grandes cineastas.

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JOSÉ INÁCIO DO BARRO E O CANGAÇO

 Por Fatos na História

https://www.youtube.com/watch?v=6cS-RVl1w9A

Referências: "José Inácio do Barro e o Cangaço", de Sousa Neto - Via Grupo "Lampião, Cangaço e Nordeste" Imagens: ."Lampião, Cangaço e Nordeste .CARIRI CANGAÇO

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HÁ 95 ANOS, EM 18 DE MAIO DE 1930, FALECEU O POLICIAL JOCA DO PARÁ E ATÉ O GOVERNADOR E O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA ESTIVERAM NO SEU ENTERRO

 Por Rostand Medeiros

Há 95 anos, em 18 de maio de 1930, faleceu o policial Joca do pará e até o governador e o presidente do tribunal de justiça estiveram no seu enterro – O capitão João Fernandes de Almeida, o conhecido Joca do Pará, faleceu nessa data de causas naturais. No seu enterro o velho Cemitério do Alecrim lotou, com o povo de Natal homenageando aquele que era conhecido como o “Guardião da Cidade”. Sua respeitabilidade e honorabilidade eram reconhecidas e enaltecidas por todos e até as mais altas autoridades da terra estiveram presentes, entre eles o governador Juvenal Lamartine e o Dr. Dionísio Filgueira, então presidente do Superior Tribunal de Justiça, atual Tribunal de Justiça. PERGUNTA – Qual foi mesmo à última vez que o Governador do RN e o presidente do TJRN estiveram juntos no enterro de algum policial? #pmrn #tjrn #historiadorn #natalrn #rn #história #historias #policia #policial #policiamento #pm #policiacivil #tokdehistoria #rostandmedeiros

https://www.facebook.com/photo/?fbid=622044747536655&set=a.106853839055751

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CANGAÇO - EU VI CORISCO BALEADO

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=hKLtixgTLOg&t=780s

Vídeo onde falo um pouco sobre o cerco a Corisco e Dadá, por Zé Rufino. Depoimento de Dona Isabel Ferreira, que era amiga de Zefinha e foi testemunha dos acontecimentos naquela ocasião. Link com Sérgio Dantas, sobre vida e morte de Corisco_parte 1    • Cangaço - Corisco por Sérgio Dantas - parte 1   Link com Liandro Sousa, em Barra do Mendes    • Fazenda Pacheco - Barra do Mendes - BA  

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CANGACEIROS, COITEIROS E VOLANTES

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=bUkYpb9fBXE

Nesse vídeo falo um pouco sobre a relação complicada entre cangaceiros, coiteiros e volantes e a violência embutida em tudo isso. Para participar da Expedição Rota do Cangaço entre em contato pelo e-mail: narotadocangaco@gmail.com Seja membro deste canal e ganhe benefícios:    / @cangacoaderbalnogueira   Parcerias:
narotadocangaco@gmail.com

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terça-feira, 20 de maio de 2025

FACES do CANGAÇO: Lampião e Maria Bonita no Sertão. Documentário completo.

Por Vida de Mochila
https://www.youtube.com/watch?v=bddMkwxsl28 

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TUDO ESTRANHO

 Clerisvaldo B. Chagas, 19 de maio de 2025

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3. 235

É natural que as pessoas tenham abandon

ado hábitos antigos e tenham se integrado aos tempos modernos, aqui no Sertão de Alagoas. Foram deixados de lado os remédios do mato, a procura de águas nas cacimbas de rios periódicos e a lavagem de roupas nos pilões de pedra. Motivos pela ordem: remédios de farmácia em abundância, água encanada do rio São Francisco e máquinas de lavar. Muitas outras coisas poderiam ser citadas, mas vamos parar por aqui com objetivo de falar sobre os pilões de pedras, um dos motivos do meu próximo livro sobre a zona rural. Pedra d’Água, Caldeirão, Caldeirão de pedra, são os nomes que se dão no Sertão às rochas, rochedos, lajes, lajeiros, lajedos, lajeado, que afloram e que adquirem, pela Natureza, várias formas que acumulam águas pluviais.

Aqui no Sertão alagoano, no município santanense, temos até um povoado de denominação, Pedra d’Água dos Alexandre. E é interessante porque pertence a dois municípios: um lado da rua é Poço das Trincheiras, o outro lado, Santana do Ipanema. É terra da cangaceira Maria do Cangaceiro Pancada. Maria de Pancada como ficou conhecida. Pois bem, O nome Pedra d’Água vem justamente de algumas rochas da região que acumulava água das chuvas em suas formas. Em Santana existem vários pilões de pedra. Somente na região de Camoxinga dos Teodósio existem mais de cinco, porém, hoje estão esquecidos por causa da existência de água encanada. Se você não alcançou, que pena! Era um encanto as lavadeiras de roupa nos caldeirões de pedra. Simplesmente romântico.

Tirando a faina charmosa das lavadeiras nas rochas, o local   é atrativo para pássaros e outros animais selvagens, e mesmo lugar de emboscada para caçadores, hoje ilegais. Suas formas de retenção da água pluvial tem uma ótima variação: rachaduras, cavidades simples, panelas, caldeirões, torneados profundos ou não e panelas em forma de parafuso. Ali vêm beber, o sapo, a raposa, o furão, o lobo-guará, a cobra, o cassaco e todos os selvagens do perímetro, durante, principalmente o período de estiagem prolongada. Durante o tempo mais frio do inverno, urubus e teiús costumam usar esses e outros lajeados para obrigatórios banhos de sol, como os humanos. Por isso e por mais ainda, é tão importante um lajeiro tipo caldeirão na propriedade quanto uma lagoa, um riacho, uma várzea.

LAJEADO COM ÁGUA (foto: PULSAR).



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PODCAST NOSSO AGRESTE

Por Júnior Almeida

Hoje, a partir das 20 horas, estaremos no Podcast Nosso Agreste, no Youtube, falando do cangaço no Agreste de Pernambuco, em especial da invasão do bando de Lampião a Serrinha do Catimbau (atual Paranatama) em julho de 1935, onde os moradores locais impuseram tenaz resistência armada, baleando Maria Bonita.

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste

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