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Kátia Garcia Oliveira (Rio de Janeiro, 26 de
março de 1962)
é uma cantora e compositora brasileira. A
cantora fez sucesso e ganhou diversos prêmios nos anos
80. É afilhada artística de Roberto
Carlos.
Biografia e carreira
Nascida em parto prematuro, que
como sequela gerou uma deficiência visual, durante sua infância já
demostrava interesse pela música, tanto que aos quatro anos ganhou de presente
de seu pai um piano.
Seu avô paterno, pianista, lhe iniciou as primeiras notas musicais e os
primeiros acordes. Aos 12 anos, iniciou suas composições musicais e pouco tempo
depois mostrou suas músicas para o cantor Roberto
Carlos, amigo de seu pai. Ele, então, a indicou a fazer um teste na
gravadora CBS (atual Sony
Music).[1]
Kátia foi aprovada em seu teste e
no ano de 1978 iniciou
sua carreira artística, lançando sua própria composição: Um compacto simples
com a música Tão Só.[1]
Em 1979, ganhou de
presente de Roberto Carlos a música Lembranças, gravada por ela em seu
álbum de estreia, cuja canção-título é a mais conhecida de sua carreira até
hoje. A canção que puxava o álbum de estreia da cantora, ultrapassou a
impressionante marca de mais de 1 milhão de cópias vendidas, além de permanecer
seis meses em primeiro lugar em todas as rádios do Brasil.[1]
Contudo, foi nos anos 80 que
atingiu o auge da fama, quando, em 1980, outro presente de Roberto Carlos poria
Kátia novamente nas paradas de sucesso: Cedo Pra Mim. Mais uma novela é
brindada com mais uma gravação de Kátia: Bons Amigos, desta vez na trilha
da novela O Amor é Nosso, da Rede Globo, canção do mesmo álbum
de Cedo Pra mim.[1][2]
Em 1981 outro compacto simples
destaca Kátia mais uma vez. A música Ah, Esse Amor conquistou mais
uma vez o público. Em 1982 lança o álbum Sabor, que trazia também mais uma
canção de sucesso: Até Quando.[1]
Em 1984 Kátia aparece cantando as
músicas Sempre Me Faz Bem e Todo o Prazer. Já noutra companhia
de discos, Kátia tem novamente outro estrondoso sucesso: Qualquer Jeito,
mais uma composição do padrinho Roberto Carlos. O mesmo disco destacou outras
canções, como Desejos, com participação de José Augusto, e Jogo Marcado.[1]
Em abril em 1987 estourava nas
rádios seu maior sucesso, Qualquer Jeito, uma versão de It Should Have Been Easy,
composição de Bob McDill, gravada por Anne
Murray em 1982, e assinada por Roberto Carlos, padrinho artístico da
cantora, e Erasmo Carlos.[1]
Em 1988 Kátia foi convidada a
gravar com o cantor e compositor Leonardo Sullivan a música Uma Voz no
Coração, que teve bastante execução.[1]
Com o fechamento da 3M, Kátia
faz, em 1989, sua estreia na PolyGram (atual Universal
Music), onde também fez interpretações e composições, incluindo as
músicas Me Ensina o Que Fazer e Coração Ferido.[1][2]
Em 1990,
lançou Conversa Comigo, com destaque também para a música Idas e
Voltas. Em 1992, interpreta Quando o Amor Acaba e De Carona na
Felicidade, com participação especial da dupla Tiãozinho & Alessandro,
irmãos dos cantores Chitãozinho e Leonardo.
Ao gravar Outra Vez, no mesmo álbum, Kátia foi uma das primeiras artistas
a gravar uma canção de Zezé Di Camargo, que estava então em seu segundo
CD.[1]
Em 1993 lançou seu primeiro
trabalho internacional: um álbum em castelhano ganhou
as paradas de sucesso na América Latina, colocando a música Tan
Sola como uma das campeãs de execução, além de outra faixa do
CD, Micaela, ter sido tema de abertura de novela do mesmo nome,
apresentada em horário nobre na TV espanhola. O mesmo CD foi lançado no Brasil
em português, com destaque para a versão de Tan Sola, que por aqui ficou
conhecida como Sozinha. A música de Kátia ficou nas paradas de sucesso
durante 17 semanas na Bilboard Latina.[1]
Conquistou discos de ouro,
platina e diamante, além de troféus importantes como Globo de Ouro, Sharp,
Disco Mais Vendido, Cantora Revelação, música do ano, cantora revelação, a voz
romântica do Brasil e muitos outros.[1][2]
Depois de 1994, Kátia decidiu
dedicar-se à causa dos deficientes visuais, através da distribuição do software Dosvox,
tendo trabalhado também junto ao projeto Virtual Vision da empresa Micropower.
Em 2002 foi premiada pela Fundação Bradesco pelos relevantes serviços prestados
aos deficientes visuais no Brasil.[1]
Vida pessoal
Optou por não casar e não ter
filhos para dedicar-se integralmente a sua carreira artística. Vive sozinha em
seu apartamento na zona sul carioca.
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
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