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terça-feira, 31 de março de 2026

CANGACEIRO AZULÃO

Por Helton Araújo

Em meados de 04 a 14/10/1933 o bando de Cangaceiros de, Azulão composto por Azulão, Zabelê,Cangica Arvoredo, Calais, Maria Doréa, ou Eudora, é Maria Rita, chegaram na nossa região, primeiro passaram na Fazenda, Santa Teresa, onde hoje é a Cidade de Capim Grosso, e seguiram pra Fazenda Pedras do Moreira, onde surram um senhor chamado, Janjão com fama de ter dinheiro, e seguiram sentido, Itapeipu de Jacobina, onde sequestram o Sub Delegado, Antônio Carneiro da Silva, Carneirinho em sua fazenda Queimada de Baixo.

O extorquiram em, 3.00 contos de Reis, e dai seguiram pra Fazenda, Saracura, Atual povoado da Saracura, sequestram o Sr. Manuel Oliveira Rodrigues Bellas, lhe tomam 1.600 contos de Reis, e seguem pra Fazenda, Légua Atual Novolandia, Serrolandia sequestram o Sr.Joâo Ferreira da Silva, onde partem pra Fazenda Mulungú, proprietário, Enerio Vilas Boas, ainda a confirmar, tomam em direção a fazenda Poço do Cachorro, era proprietário o Coronel. Jairo Moreira de Almeida, nesta dita mataram o Vaqueiro, Mariano Borges Cerqueira é o filho, rumam sentido o Tapiranga, Tanquinho e dai seguem pra Fazenda Riacho Grande, Várzea do Poço-BA, mandam recado que iriam invadir o Mucambo, atual Itapura, desistem pois deram de cara com a rezadeira, Fulosina do Mucambo, que aconselha eles a não ir, ela na ausência dos cangaçeiros, faz uma reza pra eles se perderem e aconteceu isso, acabam voltando pra região Riacho Grande, saem na fazenda, Carancudo de Antonio Teixeira, Antonio Carancudo, onde chegam e perguntam quem é Antonio Carancudo, ele sai a porta e diz, sou eu mesmo, vamos se achegar meus filhos, gentileza dele, Azulão diz o que o senhor tem pra nós seu Antonio, ele diz sou um homem que vive da Roça, mas o que tenho é para lhe servir, Capitão os Cangaçeiros apeiam dos animais é servido Almoço, e café com requeijão, nesta após um tempo ali, Azulão pede pra seu Antonio arrumar novas montarias, é ele atende manda buscar cinco Cavalos, e trocam com os que ja estavam cansados, no momento da saída o cavalo que ia a mulher de Azulão, Maria Doréa, estava mal arriado, e o Sr. Antonio Carancudo, alerta Azulão que era preciso arriar melhor. Pois poderia a cela pender pro lado e derrubar sua esposa, uma parte muito inteligente do seu Antonio, Azulão agradeçe a preocupação pelo animal ser arriado melhor, e se despedem, sequem os Cangaçeiros, pros lados da Fazenda, Teiu é Riacho da Onça, Formosa Minador, Platias e Grotas todas próximas do Angico e outras fazendas aqual anexei um mapa, e por último saem no Cemitério do Distrito do Angico, antiga fazenda Angico, Mairi pois bem a história e muito longa, futuramente estará em meu livro o Cangaço na Nossa Região, aguardem Adelso Mota, Historiador Contador de Histórias do Cangaço na Bahia é na nossa região, Memorialista Guardião da História( os fatos ocorridos na fazenda Carancudo foi dado a mim em fevereiro deste ano 2025 pelo Sr. Eudaldo Barros. Neto de Antonio Carancudo, conhecido por seu Dadinho, pai de Manchinha, agradecimentos professora, Cintia Alves, irmã de Erico Pereira, do posto Pereira Alves) 

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ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

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