Por Helton Araújo
Helton Araújo à direita
Na época, contando com seus avançados 110 anos de idade, residindo na cidade de Quixadá no Ceará, a senhora Maria Teresa da Penha, nascida na Paraíba no ano de 1883 foi entrevistada pelo periódico " Diário do Nordeste ".

A história dessa senhora é bem interessante, em entrevista ela revela que seu filho, Odilon Pinto ( na época da entrevista já falecido ) fazia parte do bando de Lampião, a mesma na época, decidiu procura-lo e acabou andando com o bando por um tempo, sendo a lavadeira do bando.
A senhora mostra orgulho em ter sido amiga do afamado cangaceiro, cujo qual, ela chamava de " Capitão ". Além do mais, na imagem vemos dona Penha com uma arma, que segundo ela, ganhou de presente de Virgolino Ferreira da Silva, o famigerado Lampião.
Ela diz que o " Capitão " lhe tratava com muito respeito e carinho, lembra que Lampião era violento com os traidores e caridoso com os pobres necessitados. Suas últimas palavras na entrevista foram " Ele matava para não morrer ".
A matéria faz questão de ressaltar que dona Penha, estava lúcida, muito ativa, ainda cozinhava e varria o quintal, sendo por vezes visitada por curiosos de vários lugares para conhecer sua história com o rei do cangaço.
Quero deixar claro que essas palavras de exaltação ao cangaceiro Lampião, são de totais responsabilidades do periódico e da entrevistada em questão. Faço um adendo, que não posso de forma alguma comprovar se de fato dona Penha andou com Lampião ou são invencionices da anciã.
Quanto ao seu filho, Odilon Pinto, citado na matéria, o jornal não dá mais informações sobre o mesmo. Vulgo, companheira, como saiu do cangaço e etc ...
Bem, assim finalizo com essa matéria informativa a nível de curiosidade relacionada ao tema CANGAÇO.
Por : Helton Araújo
Foto e Fonte : Jornal Diário do Nordeste
Data : 27/07/1993
Edição Arquivo Digital Helton Araújo
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Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima.
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Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão.
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.
Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?
https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video
Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada.
Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.
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