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segunda-feira, 3 de julho de 2017

MEUS AMIGOS, BOM DIA!!! VAMOS QUE VAMOS... “CARIRI CANGAÇO EXU - SERRITA 2017”

Por Sálvio Siqueira

AS ESTROFES SÃO EM DEZ LINHAS, E SENDO DA TERRA DA POESIA, TENHO QUE 'DIZER' ALGO EM VERSOS.

A todos os confrades, aos amigos e amigas em especial ao maestro Manoel Severo Barbosa: 

Vamos confraternizar
Contando boas histórias
Ativar nossas memórias
Para podermos lembrar...
Pra vocês eu vou falar
De Luiz e do “Jumento”,
D’um dia de casamento
De uma velha Parteira
D’um rangido de porteira
No dia d’um nascimento.

O grito da ‘cabroeira’
O canto da Asa Branca
O balançado nas ancas
De uma mulher faceira.
De cururu pela feira
De relâmpago e trovoada,
D’uma maleta amarrada
D’um pagode em outra terra
D’um vaqueiro lá na serra
D’um grito, d’uma toada.

D’um fole velho furado
D’um adeus que não morreu
De tudo que aconteceu
Quando outro ‘rei’ foi finado,
Da rolinha e seu bailado
Deixando sinais no chão,
D’um cabrito e d’um cancão
Na serra da Borborema
Do andar da seriema
Nas quebras do sertão.

Sálvio Siqueira
UM PITACO SOBRE O "CARIRI CANGAÇO"

O ASSUNTO HISTÓRICO “CANGAÇO”, PARA MUITOS SE RESUME NO TEMPO DO CANGACEIRO CHEFE DE BANDO, VIRGOLINO FERREIRA DA SILVA, ALCUNHADO DE LAMPIÃO, QUE OCORREU ENTRE OS ANOS DE 1919 E 1938, O QUE NÃO CORRESPONDE AOS FATOS HISTÓRICOS. 

O FENÔMENO SOCIAL CANGAÇO É SECULAR, NASCIDO EM MEADOS DO SÉCULO XVII NA ZONA CANAVEIRA PERNAMBUCANA, ZONA DA MATA, E, MIGRANDO ATRAVÉS DOS ANOS E DISTINTAS PERSONAGENS EM SEUS COMANDOS, POIS HAVIAS VÁRIOS BANDOS, PARA O INTERIOR DO ESTADO E DA REGIÃO.

OS EVENTOS DO “CARIRI CANGAÇO” TRAZEM PARA A POPULAÇÃO INTERESSADA EM SUAS RAÍZES, ATRAVÉS DE UM SEMINÁRIO AO AR LIVRE, O ASSUNTO SOBRE UM TEMA HISTÓRICO DENTRO DO SUSTENTÁCULO DAS PIRÂMIDES DO PASSADO, DENOMINADO ‘FENÔMENO SOCIAL CANGAÇO’, QUE SURGIRA DENTRO DE OUTRO FENÔMENO SOCIAL, O ‘CORONELISMO’, O QUAL SE INTERLIGA, CONSTANTEMENTE, COM A HISTÓRIA DO BRASIL COMO, POR EXEMPLO, A “GUERRA DE 12, NA PARAÍBA” QUANDO NA VERDADE SE INICIA EM 1911, A “REVOLTA DA CIDADE DE PRINCESA, PB”, A “SEDIÇÃO DE JUAZEIRO DO NORTE, CE”, A “COLUNA PRESTES”, “PADRE CÍCERO”, A “REVOLUÇÃO DE 1930” E OUTROS FATOS OCORRIDOS ATRAVÉS DOS ANOS EM QUE SOBREVIVERA NA REGIÃO.

FATOS ESSES QUE NÃO FORAM POUCOS, POIS TEVE SEU INÍCIO, SEGUNDO PESQUISADORES/HISTORIADORES, COM O CANGACEIRO ‘CABELEIRA’, JOSÉ GOMES, QUE ERA NATURAL DA ‘FREGUESIA DE GLÓRIA DO GOITÁ’, ZONA DA MATA PERNAMBUCANA, PERTENCENTE, HOJE, AO MUNICÍPIO DE VITÓRIA DE SANTO ANTÃO, JUNTAMENTE COM SEU PAI, EUGÊNIO GOMES E OUTROS FUGITIVOS EM 1751, QUANDO DERAM INÍCIO AS SUAS ‘ESTRIPULIAS’. PASSANDO VINTE E DOIS ANOS COM SUAS AÇÕES NO REFERIDO LOCAL E REDONDEZAS, PARTEM PARA A CAPITAL DA PROVÍNCIA EM 1773. EM SETEMBRO DAQUELE ANO, EM UMA DAS VÁRIAS AÇÕES ROUBANDO, EXTORQUINDO, ESTUPRANDO E APRONTANDO O ESCARCÉU, SÃO MORTAS DUAS PESSOAS, UMA SENHORA E UM SOLDADO DE POLÍCIA, DANDO, A PARTIR DAI UM MOTIVO A MAIS PARA QUE FOSSE EXTINTO AQUELE GRUPO DE BANDIDOS. PORÉM, SÓ EM 1786 É QUE FORAM PRESOS E CONDENADOS A MORTE POR ENFORCAMENTO NO ‘FORTE DAS CINCO PONTAS’.

O “CARIRI CANGAÇO” É COMPOSTO POR DIVERSAS AUTORIDADES DENTRO DO TEMA, AS QUAIS DÃO PALESTRAS, ABREM DEBATES E EXPLICAM AOS PRESENTES COMO OCORRERAM OS FATOS. PREOCUPAM-SE OS IDEALIZADORES DO EVENTO, LICENCIADOS, CATEDRÁTICOS, MAGISTRADOS E OUTROS... EM MOSTRAREM, SE NÃO A VERDADEIRA FACE DAS AÇÕES PRATICADAS, TANTO DOS CANGACEIROS, DAS VOLANTES, DAS VÍTIMAS E DA POPULAÇÃO, RURAL E URBANA, DA ÉPOCA, O MAIS PRÓXIMO POSSÍVEL DESTA, E TUDO SOBRE A ‘REGÊNCIA DA BATUTA’ DO GRANDE CURADOR, IDEALIZADOR E PRODUTOR Manoel Severo Barbosa.

NECESSITARIA DE MUITAS E MUITAS PÁGINAS PARA TENTAR DESCREVER PARA OS SENHORES O QUE, REALMENTE, É UM EVENTO DO ‘CARIRI CANGAÇO’. SE ISSO POSSÍVEL FOSSE.

ABAIXO, OS AMIGOS VERÃO TODA A PROGRAMAÇÃO DESSE GRANDE PRIMEIRO EVENTO DO CORRENTE ANO QUE OCORRERÁ ENTRE OS DIAS 20 E 23 DE JULHO, NA CIDADE DE EXU, PERNAMBUCO, TERRA NATAL DO SAUDOSO LUIZ GONZAGA. AO PASSAREM-SE OS MESES, TEREMOS OS EVENTOS EM FLORESTA, PERNAMBUCO, E PIRANHAS NAS ALAGOAS.

Clique no link abaixo para acompanhar a programação:

http://cariricangaco.blogspot.com.br/2017/07/programacao-cariri-cangaco-exu.html?spref=fb

SERÃO SIMPLESMENTE, EVENTOS FANTÁSTICOS.

NUMA ÉPOCA DE TANTOS DESATINOS CULTURAIS, TEMOS A REALIZAÇÃO DESSES SENSACIONAIS EVENTOS...

... QUE SÃO IMPERDÍVEIS!!!

https://www.facebook.com/groups/545584095605711/?multi_permalinks=856643494499768%2C856758577821593%2C856746434489474&notif_t=group_activity&notif_id=1499093208753741

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VAMOS TODOS JUNTOS PRESERVAR, VALORIZAR E DEFENDER A NOSSA CULTURA NORDESTINA.


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ESCREVER É ISSO!!!

 Por Jose Ribamar Alves

ESCREVER É ISSO!!!


Escrever é difundir
As próprias opiniões,
Depois de avaliadas
Com juízo e atenções,
À respeito das pessoas
E das suas invenções.

É arrancar das palavras
O melhor que elas têm.
O poder, a emoção
E o encanto também,
Pra fazer valer a honra
De ser lido por alguém.

É se deixar confundir
Nas ações do pensamento
E ter fome do sabor
Do pão do merecimento
Que alivia os impactos
Da dor do arrependimento.

Escrever é ser maior
Do que o próprio querer,
É brincar de ser criança
Sem vontade de crescer
E terminar sendo apenas
O que nasceu para ser.

Escrever é dar de Si
O que o leitor merece.
Se esmerar num poema,
Se redimir numa prece
E nunca esquecer, de Deus,
Como muita gente esquece.

É fazer o mundo ver
Em você um escritor
Capaz de fazer o povo
Erguer as mãos em favor
Da existência na terra,
Da justiça e do amor.


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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CHUVA DE BALA NO PAÍS DE MOSSORÓ 2017

Por Kydelmir Dantas

O espetáculo teatral-musical que tem como espinha dorsal a RESISTÊNCIA DE MOSSORÓ ao ataque do bando de Lampião, - texto de Tarcísio Gurgel e músicas de Danilo Guanais - fechou as comemorações da Semana da Resistência com chave de ouro! 





De 9 a 19 de junho aconteceram visitações, palestras, exibições de filmes, exposições, lançamento de livros, e a peça citada, no Memorial da Resistência, Museu Histórico Lauro da Escóssia, Biblioteca Ney Pontes Duarte, Pinacoteca, Fórum das Artes e no Adro da Capela de São Vicente, respectivamente. 






Fazer parte da trupe que dirige, organiza, consulta, encena e atua é uma satisfação indescritível e - durante 6 anos como consultor histórico (2009-2015) e este ano, é uma honra. 











Por isto agradecemos ao Diretor João Marcelino Oliveira e a tod@s que abrilhantaram as comemorações dos 90 Anos da Resistência de Mossoró ao ataque do bando de Lampião.

Fonte: https://www.facebook.com/
Página: Kydelmir Dantas

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A CANETA DE SARAH.

Por José Gonçalves

A CANETA DE SARAH

Cavar é um ato construtivo. Cava-se para assentar as bases do lar que abriga e aconchega; cava-se para lançar a semente que faz germinar a planta donde advêm a flor e o fruto; cava-se em busca da fonte onde está a água que dá vida e purifica.

Cavar é também construir conhecimentos, suscitar provocações, forjar universos de sonho e poesia. Por conseguinte, escrever é um ato de cavar, sendo o escritor um cavador de histórias, um descobridor de tesouros, um arqueólogo da imaginação, capaz de trazer à tona mundos e realidades que, de outra forma, talvez nunca fossem desvelados.


Ao cavar a história de Alice, “a menina que gostava de ler”, e que “cavava com a caneta”, Sarah Correia se insere no rol daqueles (e daquelas) que não se contentam com o lugar-comum, cientes que são da existência de outros horizontes e outras possibilidades.

Alice é a garota determinada que reluta em se submeter ao círculo vicioso que a circunda, que a apoquenta, que a diminui. Para além desse campo fechado que sucumbe e consome aqueles que nele estão inseridos (tal qual aquela divindade da mitologia grega que matava e devora os próprios filhos), “a menina dos olhos grandes” deseja ser livre, quer dar vazão aos sonhos, zarpar nos braços da poesia, percorrer mundos através das letras, cavar histórias de vida, contemplar estrelas distantes, amar perdidamente, reviver lendas de velhos casarões.

De certa forma, Alice encarna o ideal de transformação alimentado por cada homem e mulher dessa imensa hinterlândia sertaneja, ainda não totalmente livres das “correntes enferrujadas” da sujeição que já dura séculos. Sujeição que se traduz em forma de analfabetismo, desemprego, êxodo, falta de oportunidades, e tantas outras mazelas que ainda afligem as populações interioranas.

Permeada de citações da boa literatura, além de ricamente contextualizada do ponto de vista histórico, político e social, não lhe faltando nem mesmo o traço da afirmação feminina, “A menina que cavava com a caneta” soa como uma belíssima metáfora da esperança. Ou, parafraseando a própria autora, “uma caixa cheia de esperança”. Esperança, inclusive, num sertão livre, povoado de livros e leitores.

Marcada pela leveza literária e por uma enorme profundidade simbólica, a obra de Sarah Correia cativa do início ao fim, levando o leitor a mergulhar num mundo em que o sonho e a poesia caminham lado-a-lado com a possibilidade de uma nova ordem social.

José Gonçalves

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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REDENÇÃO

Por José Gonçalves

REDENÇÃO

Corisco cruzou o céu, 
num martelo agalopado;
uma espada de fogo 
feriu o coração da terra.

Lampião clareou na escuridão,
chamando os macacos pra peleja.

O dia já vem raiando,
Maria Bonita tá de pé, 
levanta cabroeira, 
que o dragão já roncou!

Santo Antônio subiu à serra,
Gabriel mandou dizer:
foge “mundiça” do governo,
que o monarca triunfou!

A caatinga ressequida,
de repente verdejou,
o galo cantou de manhazinha,
chamando o povo pra colheita.

Padim Ciço Romão
dos castigos nos livrou,
vale-me meu Conselheiro,
valei-me meu Bom Senhor.

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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domingo, 2 de julho de 2017

LIVRO “PARAHYBA NOS TEMPOS DO CANGAÇO”

Por Antonio Corrêa Sobrinho

O que dizer de “PARAHYBA NOS TEMPOS DO CANGAÇO”, livro do amigo Ruberval de Souza Silva, obra recém-lançada, que acabo de ler, senão que é trabalho respeitável, pois fruto de muito esforço, dedicação; que é texto bom, valoroso, lavra de professor, um dizer eminentemente didático da história do banditismo cangaceiro na sua querida Paraíba. É livro de linguagem simples, sucinto e objetivo, acessível a todos; bem intitulado, pontuado, bem apresentado. E que capa bonita, rica, onde nela vejo outro amigo, o Rubens Antonio, mestre baiano, dos primeiros a colorizar fotos do cangaço! A leitura de “PARAHYBA NOS TEMPOS DO CANGAÇO” me fez entender de outra forma o que eu antes imaginava: o cangaço na terra tabajara como apenas de passagem. Parabéns e sucesso, Ruberval!

Adendo: José Mendes Pereira

Eu também recomendo aos leitores do nosso blog para lerem esta excelente obra, e veja se alguns dos leitores  possam ser parentes de alguns cangaceiros registrados no livro do Ruberval Souza.

ADENDO -  http://blogdomendesemendes.blogspot.com

Entre em contato com o professor Pereira através deste 
e-mail: 
franpelima@bol.com.br

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1022616384533904&set=gm.554349684773980&type=3&theater

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EM POMBAL/PB: IGREJA DO ROSÁRIO E COLUNA DA HORA, PATRIMÔNIOS HISTÓRICOS E ARQUITETÔNICOS DO ESTADO DA PARAÍBA.

Por Jose Tavares De Araujo Neto

A Igreja do Rosário, em estilo barroco, originalmente chamada de Igreja Nossa Senhora do Bom Sucesso, foi construída em 1721. Encontra-se em Processo de Tombamento pelo IPHAN como Patrimônio histórico e arquitetônico brasileiro


A Coluna da Hora, em estilo Arte Decó, foi construída em 1940, pelo prefeito Sá Cavalcante, modelo de uma similar a existente na Praça do Ferreira, em Fortaleza/CE, para onde o então prefeito de Pombal costumava viajar a fim abastecer seu comércio de vestuários.


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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SOBRE ELA

*Rangel Alves da Costa

Não me arrependo de ter conhecido a menina que depois se tornou minha namorada. Acaso oito meses voltassem no tempo, jamais queria estar noutro lugar senão naquele do inusitado primeiro encontro.
Não me arrependo de amar e tanto amar a mulher que se fez minha namorada. Eu precisava desse amor, eu precisava amar assim. E nela encontrei um sorriso grandioso e belo bem dentro do coração.
Não me arrependo de nada junto a ela, dentro dela, em tudo nela. Nela encontro carinho, afeto, afago, amor. E não há que se arrepender de ter encontrado aquela que o destino já havia, desde muito, me reservado.
Não me arrependo, pois, que o destino me tivesse levado até onde ela estava, colocando-me perante ela e mostrado a mulher que eu não demoraria a amar. Coisa mais estranha. Não conheço, nunca troquei uma só palavra, e de repente o despertar do amor.
Não me arrependo de tê-la avistado ao longe e mesmo distante achado tão bela. Também não me arrependo de ter caminhado até onde estava e, ao seu lado, calmamente esperar que prestasse atenção à minha presença.
Não me arrependo de ter gostado dela desde aquele momento, mesmo sem qualquer aproximação, mesmo sem qualquer diálogo, mesmo sem a esperança do sorriso. Ora, já não podíamos fugir de nós mesmos: o destino quis, o destino assim fez!
Não me arrependo de naquela noite ainda eu haver retornado sem qualquer esperança. Coitado de mim, sem saber que o destino já havia feito sua parte com precisão. Mas como tudo tinha de acontecer, então simplesmente começou a acontecer.
Não me arrependo de não acreditar que jamais conseguiria ter aquela moça tão linda como minha namorada. Com quase o dobro de sua idade, achava-me mesmo em devaneios ou com maluquices por um amor impossível de se tornar realidade.
Não me arrependo de ter esperado como esperei. Mesmo que mil mulheres me rodeassem, mesmo que eu fosse em busca de mais mil mulheres, certamente que seriam desejos e buscas em vão. Eu a ela já estávamos prometidos. Ora, o destino, o destino.
Não me arrependo de nada depois disso. Qual o arrependimento por ter encontrado a mulher que desejei em sonhos, que quis como poeta sonhador, que chegou ao meu lado como promessa de amor maior? Ao invés de arrependimento, a gratidão em seu nome.
E por que digo que não me arrependo, como se tudo acontecido entre nós não merece sequer uma só menção de arrependimento? Digo que não me arrependo por que também tenho a consciência de que nem tudo esteve sempre em paz entre nós.
Brigamos, discutimos, nos afastamos, terminamos, nos arrependemos, voltamos, para tudo novamente acontecer com suas idas e vindas. Mas qual perfeição num amor tão humano? Nada é perfeito e não somos perfeitos. Isso não nos foge à compreensão.
Por isso que não me arrependo de absolutamente nada ao lado dela. Pelo contrário, grato sou e sempre serei por beijar sua boca tão cativante, por abraçar o seu corpo tão macio e tão feminino, por revelar segredos que nem nossos ouvidos conseguem ouvir.
E quando o meu olhar encontra o seu olhar, e quando meus braços procuram os seus, e quando em dois nos tornamos um, então o poeta que sou se transforma em jardineiro. E colhendo flor sobre flor, vejo-me saciado pelo aroma da felicidade.
Por isso o amor. E mesmo que nossos passos um dia sigam por diferentes caminhos, ainda assim a amarei. Não o amor que terei perdido. Mas o amor que jamais esquecerei por ter em você encontrado.
Quem? Mylla.

Escritor
blograngel-sertao.blogspot.com

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VENDA DA REVISTA OESTE DO ICOP


O número 18 da Revista Oeste, órgão de divulgação técnica do ICOP-Instituto Cultural do Oeste Potiguar, que foi editado para homenagear os Heróis da Resistência, dentro da programação das festividades dos 90 Anos da Resistência de Mossoró ao Bando de Lampião e que encerra artigos e entrevista sobre cangaço, encontra-se à venda através do E-mail: jesegundo@hotmail.com e pelo telefone(Whatsapp):(84)9 9171-1783, que são os contatos do Secretário do ICOP, escritor José Edilson Segundo Guimarães. O preço do exemplar é de 20,00 (vinte reais). 

Esta revista está sendo muito procurada, em virtude do seu excelente conteúdo, que contempla artigos de uma elite de escritores brasileiros, a qual escreveu sobre o tema cangaço.

Benedito Vasconcelos Mendes

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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LEGADO DO SÍRIO BENJAMIM ABRAÃO BOTO

Por Geziel Moura

Provavelmente, uma das personalidades mais influentes da historiografia do cangaço, foi o Sírio Benjamin Abrahão Botto, aliás suas imagens, do cotidiano de Lampião e seus cabras que ele capturou, nos anos de 1936/1937 com total exclusividade, ainda hoje, inspiram historiadores, pesquisadores, cineastas e estudiosos do cangaço lampiônico.

Até a autoria original de sua arte é usualmente apagada em nossos dias, substituídas por novos autores em suas perspectivas modernas. De fato, Botto revolucionou e deixou um legado sem precedentes de imagens do cangaço.

Nessa direção, Benjamin Abrahão ocupou diversos lugares: Comerciante, secretário de Padre Cícero, Fotógrafo e cinegrafista amador, embusteiro, amante de mulheres casadas, e sem dúvida um gênio do "marketing" fotográfico. 

Assim, com tais atributos, conseguiu convencer, romeiros, cangaceiros, beatos, coronéis, empresários, editores de revistas e jornais, o sacerdote máximo do nordeste e o rei do cangaço, todos renderam obediência e respeito a Benjamin Abrahão Botto.


https://www.facebook.com/search/top/?q=historiografia%20do%20canga%C3%A7o

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ANTIGO ABRIGO DOS VELHO

Por Verneck Abrantes

Antigo "Abrigo dos Velhos", depois, "Abrigo dos Pobres", mais tarde "Abrigo da Sociedade de Amparo ao Pobre e Inválidos", hoje "Centro de Convivência da Terceira Idade Odilon Lopes". 


A criação da sua diretoria foi no ano de 1952, e assumiu como presidente o seu inspirador, Odilon Lopes, que também foi o construtor da referida obra. É uma instituição filantrópica e proporciona assistência a pessoas carentes.

Verneck Abrantes

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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A MAIS NOVA CANTORA DE MOSSORÓ


Alcimara Caroline Evangelista de Melo com o nome artístico "CAROLINE MELO" é a mais nova cantora de Mossoró. Ela já está na mídia. Caroline Melo é filha do amigo cantor Alcimar dos Teclados.


"Eu sou o brilho que encanta esse arraiá,
Eu sou matuto lá da roça,
E a minha história vou contar..."


E é agora! Apresentação com a quadrilha Nação Junina na arena das dunas! #InterTV Bora cantaaaar em  Natal (Rio Grande do Norte).


Marquinha renovada no melhor lugar! @corpobronzeado1
Foto: Renato Gomes — com Kaliane Silva em Corpo Bronzeado.



Pelas lentes do grande Gildo Bento!
Mais uma fotinha, só porque eu amei esse bronze!
@corpobronzeado1 — em  Corpo Bronzeado.



Dizem que quem trabalha Deus ajuda, né? Rsrsrs.
Na labuta!  — em  Jornal De Fato.


Amiga parceira — com Emanuele Lopes em  Felipe Guerra.


Teu sorriso quente, inebria, entontece. (Elis)

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