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segunda-feira, 23 de outubro de 2017

TENTATIVA DE PAZ ENTRE JOSÉ FERREIRA E SATURNINO ALVES DE BARROS


Quem não conhece a História, acha, com certeza, que naqueles idos dias do cangaço as crianças e adolescentes já nasciam e cresciam de arma em punho, sem seus pais nunca tomarem providências para que a violência não existisse. 


Puro engano, tanto de um lado como do outro, houve tentativas da ‘coisa’ não ir ao extremo que foi. Ou seja: tanto o pai de José Alves de Barros, conhecido por Zé Saturnino, o senhor Saturnino Alves de Barros, como o de Virgolino Ferreira, conhecido por Lampião, José Ferreira da Silva, principalmente o último, fizeram várias e várias tentativas para que a paz reinasse naqueles rincões sertanejos.


Abaixo veremos, segundo João Gomes de Lira, ex-volante da Força Pública pernambucana, a primeira tentativa de José Ferreira, pai de Antônio, Livino e Virgolino Ferreira, para ‘apaziguar os ânimos’... Para fazer com que a violência parasse. Isso, lá pelos idos de 1917. 

João Gomes de Lira

Aquele que nos conta essa parte da História, nas entrelinhas de sua obra literária, é nada menos nada mais, que um saudoso e valoroso nazareno que participou da guerra contra o banditismo rural naquele tempo.

“(...) Por não querer barulho, no ano de 1917, para não ver seus filhos em desmantelo, José Ferreira resolveu se retirar do seu lugar, sítio Passagem (das) Pedras. 

https://professorpaulocesar.blogspot.com.br/2014/08/projeto-viajando-pela-historia-de-serra.html

Para isto, falou com o professor Domingos Soriano, para procurar um lugar no distrito de Nazaré para comprar (...) Tendo o Professor apalavrado no lugar Poço do Negro, (distando) três quilômetros para o povoado de Nazaré, um terreno pertencente ao Sr. Antônio Freire. Feito o negócio, José Ferreira vende a sua terra em Passagem (das) Pedras aos Senhores Venacinho Nogueira e Néo das Barrocas, ambos residiam na ribeira do Riacho de São Domingos. Concluído o negócio, foi feito um acordo: os “Ferreira” não deveriam ir ao Riacho São Domingos, como também José Saturnino com os Nogueira não deveriam ir à Nazaré. Desse modo, José Ferreira deixou a sua querida morada(...).” (“LAMPIÃO – Memórias de um Soldado de Volante” – LIRA, João Gomes de. 1ª edição, 1990)

Na vinda da família ‘Ferreira’ para a nova moradia, essa fora observada pelo pessoal que ali morava, no povoado de Nazaré. Um dos moradores, morador de um sítio próximo a Poço do Negro, lugar onde José Ferreira havia comprado um pedaço de terra para tentar criar sua família, observa com bastante curiosidade e atenção. Esse ‘observador’ narra mais tarde para os que moravam no povoado e circunvizinhança, e não presenciaram a passagem da família, como se portavam em suas montarias os ‘Ferreira’. Esse percebe que os filhos mais velhos de José Ferreira traziam armas na cinta e outras cruzadas nas costas seguradas por suas bandoleiras. Os “Ferreira” e Zé Saturnino e seus jagunços, já haviam trocados tiros, dessa forma, tanto um lado como o outro andava armado até os dentes, prontos para qualquer coisa que ocorresse.

Assim fora observado a entrada, ou passagem, dos ‘Ferreira’ pelo povoado de Nazaré, quando os mesmos estavam rumando para sua nova moradia: “chapéu de couro quebrado na frente e atrás, barbicacho passado no queixo, roupas de mescla, blusa tipo as usadas pelos cangaceiros do Sertão, montados em possantes cavalos galopando com os rifles enganchados aos ombros. Viajavam demonstrando uma verdadeira posição de combate, distante um do outro, tática usada pelos veteranos cangaceiros do Sertão. Tudo isso foi observado pelos nazarenos, principalmente pelo jovem Aureliano Francisco de Souza (Lero Chico), que se encontrava no lugar José Dias, próximo a Nazaré, onde presenciou tudo minuciosamente, inclusive viu que, quem viajava na frente, era o Inspetor Manoel Lopes.” (Lira).

Zé Saturnino ordena que um de seus ‘homens’, chamado Tibúrcio dos Santos, fosse tocaiar os irmãos ‘Ferreira’ quando, e se, os mesmos viessem visitar uma de suas tias, Joaninha Ferreira, de quem, ou por quem os rapazes tinham grande apreço, que morava nas redondezas da fazenda Pedreira, sua propriedade, nas imediações da Serra Vermelha. A emboscada feita por Tibúrcio não rendeu nada, pois nenhum dos três irmãos, Antônio, Livino ou Virgolino, foram para aquelas paragens.

A verdade é que não encontramos prova alguma da quebra do acordo pelos ‘Ferreira’ a não ser uma ‘desconfiança’ que teve Zé Saturnino de que os seus inimigos iriam visitar uma tia, não gostando, embora fosse só desconfiança, manda alguém emboscá-los. 


No acordo que gerou a primeira mudança da família Ferreira do Sítio Passagem das Pedras para o Sítio Poço do Negro, em uma parte dele ficou acordado que: nem os “Ferreira” podiam ‘fazer’, ir, para a feira-livre de Vila Bela, nem Zé Saturnino faria, visitaria, iria à feira livre do povoado de Nazaré. 

Poço do Negro onde residiu a família Ferreira

No acordo, os “Ferreira”, nitidamente, levam desvantagens em tudo. Primeiro por terem que vender sua propriedade por um preço muito abaixo do que valia e não ter recebido a quantia completa. Segundo, como eram almocreves, precisavam, necessitavam de uma feira mais ampla para que suas mercadorias tivessem maior saída. Porém, nos revela a história que eles não foram vender suas mercadorias em Vila Bela, cumprindo assim o que fora acordado.

Zé Saturnino, segundo a historiografia do tema, havia vendido um animal, provavelmente um cavalo, a um cidadão que morava em uma das casas do povoado de Nazaré, chamado Agripe de Manoela, que, provavelmente possuía uma propriedade rural nas imediações. Nada encontramos, lemos ou escutamos, do local em que se dera o negócio, nem tão pouco a sua data. Ocorrera-se então a venda, antes ou depois do acordo feito?

Zé Saturnino no primeiro meado do ano de 1918, resolve ir, junto com um de seus homens chamado José Cipriano, os dois viajavam armados, receber a quantia pelo animal vendido, só que na casa do comprador, ou seja, no povoado de Nazaré, desobedecendo e quebrando o acordo feito pelo seu pai entre as duas famílias.

“(...) José Saturnino, tinha vendido um animal ao Sr. Agripe de Manoela, que mora em Nazaré, e o mesmo achou por bem ir receber o pagamento do animal vendido, em Nazaré. Assim, entre os meses de fevereiro a março de 1918, José Saturnino com o companheiro José Cipriano foram para Nazaré, desobedecendo Saturnino, ao acordo que haviam firmado (...).” (Lira)

Bem, a ida de Zé Saturnino, para receber o tal dinheiro do animal vendido, ou não, não passou despercebida por um dos irmãos “Ferreira”. Naquela ocasião, Virgolino, terceiro filho de José Ferreira encontrava-se no povoado acompanhado pelo primo Domingos Paulo e, notando a presença do inimigo, junto com outra pessoa, achou ser uma afronta ao acordo feito com seu pai, José Ferreira. Desse momento em diante, Virgolino e seu primo não perdem mais nenhum movimento que fazia seu inimigo. O que danado, deve ter pensado Virgolino, estava fazendo Zé Saturnino em Nazaré acompanhado por um de seus homens, pois o mesmo, o jovem Virgolino, nada sabia sobre a venda do animal?

Um cidadão que momento também se encontrava em Nazaré, Major João Gregório Ferraz Nogueira, observa a vinda de Zé Saturnino e como Virgolino estava a lhe prestando atenção. Sabedor da intriga e do acordo entre as famílias, vai até onde encontrava-se Zé Saturnino e lhe segreda como o filho de José Ferreira o estava vigiando, portanto, que estivesse sempre alerta, tomando cuidado. O homem do sertão já é sem medo por natureza, e Zé Saturnino sem fugir a regra, não temendo a Virgolino nem a outra pessoa qualquer, fosse Ferreira ou não, responde ao amigo que não estava ali em busca de briga, porém, se isso fosse o que queriam, estava pronto para tudo.

“(...) pediu a José Saturnino que tivesse muito cuidado. Este agradeceu, porém dizendo que não os temia, que podiam vir do modo que entendessem, pois estava pronto para recebê-los do jeito que quisessem. Adiantou que não estava ali por afronta a ninguém, porque a finalidade de sua presença em Nazaré era a de receber o dinheiro de seu negócio (...).” (Ob. Ct.)

Bem, o dia vai passando e Zé Saturnino e seu jagunço ficam no povoado. Virgolino os acompanhou, de longe, todo o tempo. Vendo que o sol já havia pendido para o poente a bastante tempo, chama seu primo e saem antes dos inimigos do povoado. Sabiam a estrada que seu inimigo tomaria para retornar a sua propriedade, então, chama seu parente, escolhem um local e botam uma tocaia nele. Ao serem avistados pelos que faziam a tocaia, esses abrem fogo prematuramente, perdendo de acertarem o, ou os alvos. Zé Saturnino e seu acompanhante estavam alerta o tempo todo, nisso, ao primeiro sinal de perigo, esporearam as montarias se livrando de serem crivados de balas.

Lampião e seu irmão Antonio Ferreira

José Alves de Barros, o Zé Saturnino, não gostou nadinha da tocaia que fora vítima. Então, ao chegar a sua casa, passa a noite matutando uma maneira de ir à desforra. Ao amanhecer do dia seguinte junta dezesseis jagunços que trabalhavam para ele e saem para acertar as contas com Virgolino. Virgolino naquela manhã se encontrava na casa de uma tia, chamada Chica Jacoza, no sítio Poço do Negro. 


Dona Chica Jacosa tia de Lampião

Com Virgolino estavam, naquele momento, Manoel Lopes, seu tio, os primos Sebastião, Francisco e Domingos Paulo mais uma jagunço que trabalha para eles chamado Luiz Gameleira. Faltava, por estarem a trabalho no município de Triunfo, PE, Antônio e Livino Ferreira, irmãos de Virgolino. A coisa não foi moleza. Quem veio atacar, veio disposto a acabar com tudo e com todos que na casa estivessem, porém, toparam com uma dureza danada.

Clique no link para conhecer o Levino Ferreira da Silva - http://blogdomendesemendes.blogspot.com.br/2015/07/pais-e-irmaos-de-virgolino-ferreira-da.html

Alguns autores classificam como sendo o ataque à casa da tia de Virgolino, a definição da ‘questão’ entre Virgolino Ferreira, Zé Saturnino e a família Nogueira, a qual pertencia a esposa do segundo... Nas quebras do Pajeú das Flores.

Fonte "LAMPIÃO - Memórias de um Soldado de Volante" - LIRA, João Gomes de. FUNDARPE, Recife, 1990.
“LAMPIÃO – A Raposa das Caatingas” – IRMÃO, José Bezerra Lima. 2ª Edição. Salvador, 2014.
Foto cangaçonabahia.com
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PALESTRA DA ESCRITORA ANA MIRANDA SOBRE O VIÉS ONÍRICO, OS SONHOS EM KAFKA ...

Por Luiz Serra
A admirável romancista Ana Maria Miranda com o escritor Luiz Serra (ANE, 19/10). .. .. Foto: Rosângela Trindade, da ANE. — com Ana Miranda.

Encontro agradável (Quinta Literária) na Associação Nacional dos Escritores em Brasília (19/10).

Ana Maria Miranda, renomada romancista brasileira, nascida no Ceará, berço de notáveis escritores.

Autora da célebre historiografia de Gregório de Mattos: o Boca do Inferno, traduzido para uma dezena de países. Livro que lhe rendeu o Prêmio Jabuti, em 1990, e foi incluído na lista dos cem maiores romances em língua portuguesa, como está na publicação do Caderno Prosa & Verso, do jornal O Globo (5/09/1998).

Na Quinta Literária, foyeur da ANE, os escritores Fábio Coutinho (presidente), Luiz Serra, José Anchieta Oliveira e o cineasta Vladimir Carvalho. .. .. . Foto: Rosângela Trindade, da ANE — com José Anchieta Oliveira e Francisco Pereira Lima.

Em 1996, saiu a lume, o romance Desmundo, que trata da história de órfãs que vinham para o Brasil para casarem-se com os colonos (séc. 16). Obra que foi adaptada para o cinema em 2002, pelo cineasta Alain Fresnot.

Em Xica da Silva: a Cinderela Negra, Ana Miranda em hábil mescla de história e ficção revisita a história de uma personagem fascinante, naquele Brasil do século 18.

E a sequência aclamada pela crítica e pelos leitores, vieram os romances pela Companhia das Letras: Retrato do Rei, 1991; Sem Pecado, 1993; A última quimera, 1995; Clarice (novela), 1996; Desmundo, 1996; Amrik, 1997; Noturnos (contos), 1999; Dias e Dias, 2002; Yuxin, 2009; Semíramis, 2014; e mais obras poéticas e livros infantis saíram do prelo nestes trinta anos, que demarcam uma trajetória invulgar de profícua escritora brasileira.

Como ela mesma nos expressou: “Esposei-me com a literatura”. Ana Miranda foi casada na década de setenta com a ator Arduino Colasanti e tem um filho.

Em 2015, recebeu o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Federal do Ceará.

Durante a Quinta Literária desta quinta-feira (19/10), o presidente da ANE, escritor Fábio Coutinho, fez a gentileza de entregar um exemplar do nosso O sertão anárquico de Lampião, à notável escritora Ana Miranda, que tem por berço natal a cidade de Fortaleza.

Reunião literária prazenteira com a presença de escritores, poetas e bibliófilos que, ao término da magnífica aula de Ana Miranda, passaram ao foyeur da ANE, onde se realizou a apreciada confraternização.

Registros fotográficos: Rosângela Trindade, da ANE (19/10).

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CONVITE MISSA!


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URGENTE: PARALISAÇÃO E ATO EM NATAL AMANHÃ


Amanhã (24),  Servidores Públicos do Estado do Rio Grande do Norte, ativos, aposentados e pensionistas realizarão um grande ato unificado no Centro Administrativo, em Natal, a fim de denunciar ao povo potiguar os desmandos do Governado do Robinson Faria. 

A ADUERN convida todos os associados e associadas a fortalecer a mobilização contra os atrasos salariais e o sucateamento da UERN. 

O sindicato disponibilizará transporte e alimentação para os/as interessados em participar da mobilização unificada. O ônibus sairá da ADUERN na terça às 5h. 

Pedimos que os/as interessados/as que enviem seu nome para a Secretaria do sindicato até hoje (23) às 17h, através do email aduern@gmail.com ou dos telefones 3312-2324 e 988703983. 

Jornalista

Cláudio Palheta Jr.

Telefones Pessoais :

(84) 96147935
(84) 88703982 (preferencial) 

Telefones da ADUERN: 


ADUERN
Cep: 59.625-620
Mossoró / RN
Seção Sindical do Andes-SN
Presidenta da ADUERN
Rivânia Moura

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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COMO NOUTROS TEMPOS

Por Rangel Alves da Costa

Domingo cedinho, ainda escurecido. Acordei no sertão saudoso demais, relembrando aquele outro sertão. Um Poço Redondo do passado, de outros idos, de outros tempos. E fiquei imaginando que mais tarde não ouviria meu pai Alcino levantar e logo colocar Tonico e Tinoco na radiola. “Nestes versos tão singelos, minha bela, meu amor, pra você quero contar o meu sofrer e a minha dor. Eu sou que nem sabiá quando canta é só tristeza desde o galho onde ele está. Nesta viola eu canto e gemo de verdade, cada toada representa uma saudade...”. Uma Tristeza do Jeca que me chega ainda mais entristecida. Quanta saudade de tudo. E depois, após Zico e Zeca, Liu e Léu, Pedro Bento e Zé da Estrada, Cascatinha e Inhana, Dino Franco e Mouraí, dentre outros do cancioneiro caipira, avistar Seu Alcino saindo pelas ruas arrastando havaianas. Do muito de tudo, muita gente se esquece. Mas eu não. Ontem mesmo, sábado, ao entardecer, foi como ainda estivesse ouvindo seu Sertão, Viola e Amor pela Rádio Xingó. “Alô, alô Alcino Alves Costa, quem vos fala é Dino Franco. A seguir vou cantar um cateretê de nossa autoria intitulado Sertão, viola e amor... No Nordeste brasileiro uma onda se espalhou, a voz da Rádio Xingó com seu apresentador. Foi uma benção divina a um povo sofredor, o violeiro cantando sertão, viola e amor...”. O mundo pode esquecer. Eu não.

Rangel Alves da Costa

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domingo, 22 de outubro de 2017

NOTÍCIA DE LAMPIÃO EM CABOCLO

Por Ricardo Beliel

Lampeão, quando passava pelas terras do Caboclo, usava o menino Cadinho para transportar água do poço do Touro ao coito da cabroeira. "Quando eles saiam do rancho, me pagavam. Não ficaram devendo um só pote d´água". Recebia cinco mil réis pelo serviço e circulava com tal intimidade no meio da guerrilha brancaleônica que certo dia recebeu um tiro de raspão no traseiro, cuspido do fuzil do cangaceiro Passarinho, que limpava seu armamento. Com as pernas tingidas pelo sangue que brotava de suas calças, nos confessa com a distância de oito décadas e um riso tímido, que tremeu ao ver à sua frente Maria Bonita a arrancar-lhe a roupa. "Eu já tinha uma crina na base da mandioca e não ficava bem aquela condição. Trinquei as palavras e pedi: não faz uma coisa dessa comigo não..." "Ó xente" foi tudo que ouviu da cangaceira. Maria Bonita e Maria de Pancada arrancaram os panos gastos que cobriam seu corpo trêmulo de vergonha, quase imberbe, e o cobriram de cuidados e medicinas retiradas da resistente flora caatingueira.


(Depoimento de Seu Cadinho Machado para o livro Memórias Sangradas, projeto de Ricardo Beliel e Luciana Nabuco, a ser lançado em breve).

https://www.facebook.com/groups/1617000688612436/?multi_permalinks=1843038172675352%2C1842685556043947&notif_id=1508688524171247&notif_t=group_activity

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OFÍCIO ENVIADO POR ANDRELINO PEREIRA DA SILVA E OUTROS PARA O CONSELHEIRO JOÃO ALFREDO CORREIA DE OLIVEIRA


· PUBLICADO 10/02/2017· ATUALIZADO 06/03/2017

Resumo do conteúdo:

Na correspondência, O Barão do PajeúAndrelino Pereira da Silva congratula-se com João Alfredo pela ascensão do Partido. Trata da política no seu distrito, dizendo que ali há uns cem votos capazes de derrotar os liberais. 

O candidato conservador é o dr. Miguel Pernambuco, mas que aceitará outro que for indicado pelo Conselheiro. Conclui pedindo a nomeação do seu sobrinho, bacharel Arcomio Pereira da Silva juiz de direito da comarca. 

Ao final, resposta do punho de João Alfredo, dizendo que o candidato será o seu filho, e que tomará providências para ser atendido o pedido e de fato, o atendeu e Dr. Ancôncio Pereira da Silva, sertanejo, primeiro PEREIRA das Ciências jurídicas, formando da turma de 1872, da Faculdade de Direito do Recife, fora nomeado Juiz de Vila Bela.

Dona Januária, mãe de Dr. Arcôncio era irmã do Barão do Pajéu - Andrelino Pereira da Silva, por isso, sobrinho.

Veja o arquivo original: http://bit.ly/oficio-original
Fonte primária: http://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/14298
Por Joaquim Pereira da Silva

http://familiapereira.net.br/tag/andrelino-pereira-da-silva/

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LUIZ GONZAGA RARÍSSIMO

https://www.youtube.com/watch?v=2R-pPy9IzNM

Luiz Gonzaga do Nascimento (Exu13 de dezembro de 1912 – Recife2 de agosto de 1989) foi um compositor e cantor brasileiro.[2] Conhecido como o Rei do Baião, ele foi uma das mais completas, importantes e inventivas figuras da música popular brasileira.[3]

Cantando acompanhado de sua sanfonazabumba e triângulo, levou as festas juninas e os forrós pé-de-serra, bem como o relato sobre a pobreza, as tristezas e as injustiças de sua árida terra, o sertão nordestino, ao resto do país, numa época em que a maioria desconhecia o baião, o xote e o xaxado.

Admirado por músicos como Dorival CaymmiGilberto GilRaul SeixasCaetano Veloso, o genial instrumentista e sofisticado criador de melodias e harmonias ganhou notoriedade com as antológicas canções "Baião" (1946), "Asa Branca" (1947), "Siridó" (1948), "Juazeiro" (1948), "Qui Nem Jiló" (1949) e "Baião de Dois" (1950).[4][2]

Clique no link abaixo para conhecer Luiz Gonzaga de cabo a rabo.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Luiz_Gonzaga

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26 DE NOVEMBRO DE 2016 MORRE O CANTOR PAULO SÉRGIO JÚNIOR FILHO DO CANTOR PAULO SÉRGIO

https://www.youtube.com/watch?v=406rv9J_8s4

No dia 26 de novembro de 2016, um fato muito triste aconteceu, pois morreu em São Paulo aos 42 anos por complicações de esclerose múltipla, Rodrigo Telles Eugênio de Macedo (Paulo Sérgio Júnior), filho do grande cantor Paulo Sérgio. 

Essa notícia nos pegou de surpresa, pois além dos familiares do cantor Paulo SÉRGIO, muitos fãs e amigos lamentaram a morte do também cantor e mágico Rodrigo Telles Eugênio de Macedo, conhecido nacionalmente como Paulo Sérgio Júnior. 

Rodrigo nasceu em 23 de maio de 1974, mais tarde usaria artisticamente o codinome de Paulo Sérgio Jr. A música “Preciso tanto de um filho seu”, Paulo Sérgio fez para sua esposa Raquel, isso antes de Rodrigo nascer. 

https://www.youtube.com/watch?v=8aBKZmMOVEI

Posteriormente, quando Rodrigo nasceu, Paulo Sérgio fez a música “quero ver você feliz”. Depois da morte de Paulo Sérgio seu filho Rodrigo ainda muito pequeno, gravou a música “quero ver você feliz” cantando com o pai, graças a uma mixagem feita naquela época. Música essa, que ficou conhecida nacionalmente como “meu filho, Deus que lhe Proteja”. 

https://www.youtube.com/watch?v=SjDgoIRR2fI - Paulo Sérgio e Rodrigo (Paulo Sérgio Jr) - Quero Ver Você Feliz ( Meu Filho Deus Que lhe Proteja ) 

Contato e-mail: indecentesscontatos@gmail.com 
Link site Oficial do Cantor Paulo Sergio 
Agradecimentos também ao Canal GreenScreen Brasil pelas animações de finalização. 
Os inDECENTES 
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https://www.youtube.com/watch?v=406rv9J_8s4

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ASCRIM/PRESIDENCIA – FRANCISCO HERONILDES DA SILVA JÚNIOR - DEFENSOR INCONDICIONAL DA CONSTRUÇÃO DA ESTRADA DO CAJUEIRO OBJETIVANDO O DESENVOLVIMENTO DA REGIÃO OESTE.- OFÍCIO Nº 122/2017.


MOSSORÓ-RN, 22 DE OUTUBRO DE 2017,
REENVIADO A PEDIDOS
RECEBES ESTE EXPEDIENTE PORQUE A ASCRIM O(A)VALORIZA E RESPEITA, PELO ALTO NÍVEL DE QUEM TEM O PRESTÍGIO DE SER ASSIM CONSIDERADO(a).’  

PREZADO ADVOGADO DR  FRANCISCO HERONILDES DA SILVA JÚNIOR.
M.D. DEFENSOR INCONDICIONAL DA CONSTRUÇÃO DA ESTRADA DO CAJUEIRO,

BLOG RETROSPECTIVA DA ESTRADA DO CAJUEIRO (BR-437).

      CONTEMPLO A CAPACIDADE COM QUE HOMENS RESOLUTOS AGEM E DECIDEM RACIONALMENTE, NA BUSCA DE SANAR  PROBLEMÁTICAS REGIONAIS, EM PROL  DO PROGRESSO SÓCIO-ECONOMICO, ‘’OBJETIVANDO O DESENVOLVIMENTO DA REGIÃO OESTE DO RN’, PRINCIPALMENTE A SEGURANÇA DOS SEUS HABITANTES.
     PARABENIZO SUA ATUAÇÃO EM AÇÕES DESSA  SIMILITUDE, EM NOME DE QUEM SAÚDO TODOS OS QUE  SE DIGNEM POSSAM INTEGRAR A FOMENTAÇÃO DESSA INICIATIVA.
   
 “A HARMONIA ENTRE CORPOS SOCIAIS É UM “FERMENTO” QUE ELIMINA A ANIMOSIDADE E AUMENTA OS ANELOS DE PACIFICAÇÃO ENTRE OS HUMANOS”(SILVA NETO).
     
     RETRANSMITA O SINETE DESSA HONRARIA A TODOS QUE, JUNTOS, SEGUEM NA MESMA TRILHA LEVANDO, EM NOME DE DEUS, A PAZ E O PROGRESSO PARA O ENGRANDECIMENTO NORTE-RIOGRANDENSE, INCLUSIVE, E, TAMBÉM, MELHOR FORMA EM DEFESA DA HISTÓRIA DOS NOSSOS VALORES CULTURAIS

SAUDAÇÕES ASCRIMIANAS,

FRANCISCO JOSÉ DA SILVA NETO
-PRESIDENTE DA ASCRIM-

P.S.: 1. CONSIDERANDO A ESSÊNCIA DA HUMANIDADE INTELECTUAL, INSERIDA NA REPRESENTATIVIDADE DE TODOS SEGMENTOS SOCIAIS ABAIXO RELACIONADOS, ENCAMINHA-SE ESTA CÓPIA ORIGINAL, EM CARÁTER PESSOAL DIRETO AO(A)S  INSIGNES DIGNITÁRIOS:

EXCELENTÍSSIMO(A)S PRESIDENTES, DIRIGENTES E AUTORIDADES DE ENTIDADES GOVERNAMENTAIS, JURÍDICAS, MAÇONICAS E MILITARES.
REVERENDÍSSIMO(A)S PRESIDENTES, DIRIGENTES E AUTORIDADES DE ENTIDADES RELIGIOSAS.
MAGNÍFICOS REITORES E AUTORIDADES DE UNIVERSIDADES.
EXCELENTÍSSIMO(A)S PRESIDENTES DE ENTIDADES E INSTITUIÇÕES PÚBLICAS E PRIVADAS.
EXCELENTÍSSIMO(A)S PRESIDENTES DE ENTIDADES CULTURAIS E INSTITUIÇÕES CONGENERES.
ILUSTRÍSSIMO(A)S DIRIGENTES DE INSTITUIÇÕES FILANTRÓPICAS, EDUCACIONAIS E DE CIDADANIA.
ILUSTRÍSSIMO(A)S JORNALISTAS E COMUNICADORES.
ACADÊMICO(A)S DA ASCRIM.
POTENCIAIS CANDIDATO(A)S A ACADÊMICO(A)S DA ASCRIM.

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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OS PAULINHOS FORAM PEGOS DE SURPRESA


Na noite de 10 de novembro de 1926 na entrada da "Aurora Velha",- bairro São Benedito, em Aurora, Ceará, os Paulinos eram pegos de surpresa, mais uma vez. Era mais um episódio da guerra sangrenta com os Arrudas. 

Coronel Isaías Arruda


Diante de tocaia, conseguiram salvar-se João e Zinho, embora tenha sido morto, com uma saraivada de disparos, um dos seus principais homens: João Vieira. 


Ao crime, além de vários outros imputados, o célebre bandoleiro MASSILON LEITE, conforme consta nos autos do processo que somente agora, de forma inédita, temos a grata e honrosa oportunidade de estudar e brevemente publicar.

João Calixto... (pesquisador/escritor/professor)

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A CRUZ DE AGRIPE E O ROMPIMENTO POLÍTICO DAS FAMÍLIAS CARVALHO E NOVAES

Por Dênis Carvalho
Dênis Carvalho com Cristiano Ferraz

Localizada ao norte de Floresta, a Favela, na época propriedade do Sr. Antônio Novaes, tenente da Guarda Nacional, foi sabidamente palco de um dos mais famosos e acalorados combates entre cangaceiros e volantes.

Na manhã do dia 11 de novembro de 1926, Lampião acompanhado por um bando com cerca de 90 homens, aguaritados em duas casas: a sede e uma construção nova, foram atacados, esperadamente, por uma força volante comandada pelo sargento José é Saturnino e o aspeçada Manoel Neto, que contavam com um corpo de 80 praças.


Após cerca de 4 horas de tiroteio, cercados por todos os lados e sem nenhuma chance de vitória, as forças volantes foram obrigadas a bater em retirada, deixando os corpos dos mortos para trás.

O “Fogo da Favela” deixou um soldo de nove mortos, sendo seis soldados: Antônio Freire Panta e Gaudêncio Pereira da silva do 2º Batalhão e Francisco Pereira, João Gregório Neto, Agripe Lopes dos Santos e Cícero Petronilo da Silva, do 3º Batalhão; um civil e dois cangaceiros, além de muitos outros feridos.


Segundo Marcos Antônio de Sá (Marcos de Carmelita) e Cristiano Luiz Feitosa Ferraz, no aclamado “As Cruzes do Cangaço: Os Fatos e Personagens de Floresta-PE”: “Os criminosos fizeram toda espécie de crueldade com os defuntos. Sangraram, degolaram, esfacelaram crânios, furaram os olhos com cápsulas das balas e depois colocaram espalhados para todos os lados.” A barbárie cometida pelos cangaceiros foi tamanha que impressionou até mesmo Corisco, o “Diabo Loiro” ante tamanha carnificina.

Após a saída dos cangaceiros, Manoel Novaes e alguns agregados abriram uma cova e enterraram num só lugar cinco soldados e em outros três locais distintos, mais um militar, o civil e um cangaceiro.

Integrante do 3º Batalhão, Agripe Lopes dos Santos era filho ilegítimo de Manoel Alves de Carvalho Barros (Não confundir com Manoel Alves de Carvalho, “Cel. Nezinho”, da Fazenda Quebra Faca, pai de Auzônio Alves de Carvalho; homônimo), com Josefa dos Santos, descendente de escravos (Dados de Nivaldo Alves de Carvalho).

Segundo relato de Nivaldo Carvalho, Agripe era um sujeito intrépido, disposto e bastante ousado. Em suas “pelejas”, proferia xingamentos, ameaças e até desafios ao bando, tendo chegado a chamar Lampião para resolver a questão “corpo-a-corpo”, munidos de faca.

Por volta da segunda metade da década de 30, Maura dos Santos, irmã de Agripe, teve um sonho ou algum tipo de presságio, onde se fazia necessária a colocação de um símbolo Cristão sobre a sepultura do irmão.

Havia, entretanto, um delicado e meticuloso empecilho:

Em meados de abril do ano de 1936, Adalberto Emílio Novaes havia tido uma desavença com a família do Sr. Lino Alves de Carvalho (Irmão do Major Tiburtino Alves de Carvalho Barros, da Fazenda Água Branca), tendo, aquele, desferido uma tapa no rosto de uma das filhas deste, recebendo, na hora, em contraparte, uma “tamboretada”. Lino, já com idade avançada, procurou sua faca de ponta para ir em defesa de suas filhas, mas não logrou êxito em encontrá-la, dado o calor do momento.

Alguns dias depois, Adalberto, acompanhado por seu tio Lerinho, a chamado do juiz de direito, dirigia-se à cidade quando sofreu um atentado.

Levino Alves de Carvalho (sobrinho e noivo de uma das filhas de Lino), na companhia de um cabra, montou uma emboscada à espera do desafeto na margem da estrada que liga as terras dos Novaes a Floresta. Diante da demora, pediu que o companheiro montasse vigília enquanto tomava descanso. No entanto, o vigilante adormeceu, tendo Levino acordado com o barulho do galope dos cavalos de Adalberto e Lerinho. Apressadamente, pegou seu rifle e acordou o companheiro, desferindo diversos tiros de rifle em direção aos alvos, mas estes já tinham tomado alguma distância, e ao ouvir o estampido dos tiros, aceleraram o galope e partiram abaixados e em manobras evasivas, em ziguezague, conseguindo sair ilesos do atentado.

O caso repercutiu até mesmo na capital do Estado. O temor do surgimento de uma questão de proporções maiores fez com que o Dr. Carlos de Lima pedisse a interferência do deputado Afonso Ferraz, que encaminhou recomendações ao então prefeito de Floresta Fortunato de Sá Gominho (Siato), para, entre outras, entender-se com Emílio Novaes para conseguir a retirada de Adalberto da região. (Floresta: Uma Terra - Um Povo, Leonardo Ferraz Gominho)

De fato, um acordo (redigido por Nestor Valgueiro de Carvalho) fora lavrado entre as famílias Carvalho e Novaes. Adalberto e a família de Lino sairiam da região e não mais se falaria em questão ou qualquer ato de vingança. Contudo os rancores e ressentimentos permaneceriam vivos por durante décadas. A família Carvalho, que até então era adversária política da família Ferraz, rompe com os Novaes e passa a dar apoio político a seu antigo adversário.

Dada a situação, por ser um Carvalho, o pedido para demarcação e colocação da cruz sobre o local de repouso de Agripe foi negado pelo proprietário da fazenda Favela, agastando ainda mais as relações entre as famílias.

Diante da recusa, Francisco “Chico Antão”, filho de Antão Alves de Carvalho (este também irmão do Major Tiburtino da Faz. Água Branca), aborrecido, confeccionou uma pesada e maciça cruz em “linha” de baraúna, com mais de metro e meio de altura e fincou na divisa das terras de propriedade das duas famílias, tendo ficado cerca de dois quilômetros de distância do local exato da sepultura; a nove quilômetros da cidade de Floresta, na estrada que liga esta a Carnaubeira da Penha (dados coletados em GPS por Cristiano Luiz Feitosa Ferraz).

Recentemente foi trazida ao grupo uma provável situação envolvendo o monumento, por Arenio Lopes Goncalves. Com as obras de terraplanagem e asfaltamento da estrada que liga Floresta a carnaubeira, a cruz estaria correndo um sério risco de ser deslocada ou mesmo destruída.

Discussões sobre uma provável medida foram tecidas: caso necessário, poderia ser coletada, realocada para um local próximo ou até mesmo, com a autorização dos atuais proprietários da fazenda Favela, ser posta sobre o lugar a qual fora originalmente destinada, tendo sido consultado membros, como Voltaseca Volta e Cristiano Ferraz, sobre o caso. Em suma, o que realmente importa é a preservação do marco e da sua história.

Hoje, dia 20 de outubro de 2017, recebi o irrecusável convite de Cristiano Ferraz para verificar a situação da Cruz de Agripe, munidos de picareta e outras ferramentas (para caso fosse preciso fazer o resgate).

Ainda de uma certa distância, avistamos o marco em seu lugar, intocado. Felizmente, o canteiro de obras fica a uma distância de 20 metros do local, não oferecendo nenhum risco.

A decisão, portanto, não poderia ter sido outra, senão deixá-la em sua originalidade, em respeito não apenas ao propósito para qual foi construída, mas também, a toda a história que envolveu sua colocação naquele local.

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VISITA DO PROFESSOR E ESCRITOR JOSÉ ROMERO ARAÚJO CARDOSO.

Por Eriberto Monteiro

Quem esteve visitando a nova sede da Fundação Vingt-un Rosado, foi o escritor-professor, José Romero Araújo Cardoso.

Romero, como é mais conhecido, é Natural de Pombal, no estado da Paraíba e tem relevantes serviços prestados à sociedade acadêmica e a literatura regional. Geógrafo formado pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Professor-adjunto IV do Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). Especialista em Geografia e Gestão Territorial (UFPB, 1996-1997) e em Organização de Arquivos (UFPB, 1997). Mestre em desenvolvimento e Meio Ambiente (UERN, 2000 – 2002).


Romero contribui ainda como Membro ativo de várias instituições lítero-culturais como: Instituto Cultural do Oeste Potiguar (ICOP), da Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço (SBEC) e da Associação dos Escritores Mossoroenses (ASCRIM). Além de ter inúmeras livretos publicadas pela Coleção Mossoroense, ele é autor de livros como “Nas Veredas da Terra do Sol (1998) e “A importância da Caprino-ovinocultura em assentamentos rurais de Mossoró” (2002) . Ambos pela  Fundação Vingt-un Rosado / Coleção Mossoroense). Ele também é autor do livro  “Notas para a História do Nordeste” (2015) pela Editora Ideia, de João Pessoa/Pb, em formato de E-book.

Seja sempre bem vindo, amigo. E volte sempre…

Lembrando que a sede da Fundação Vingt-un Rosado / Coleção Mossoroense está localizada no terceiro andar da Biblioteca Municipal Ney Pontes Duarte, no centro da cidade de Mossoró/RN.


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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