Texto de Março de 2009
Evento lembra centenário de Maria Bonita
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Texto de Março de 2009
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Geraldo Antônio de Souza Júnior - Criador e administrador do canal.
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Material do acervo do pesquisador Rubens Antonio
Por João de Sousa Lima
- Me acode Esperança, não deixe os “MACACOS” me matar!Esperança pegou o facão da marca jacaré, partiu na direção do moribundo e o degolou ainda com vida. Pegou os bornais, armas, a cabeça do cangaceiro e foi se entregar a policia.
“Aos três do mês de maio de 1932, no arraial de Várzea da Ema em casa de residência do segundo tenente Antonio Justiniano de Souza, sub delegado de policia, foi interrogado o bandido acima referido que disse:
“Em 1929, estando ele bandido, em seu rancho no lugar denominado São Francisco, foi surpreendido pelo grupo de Lampião que ali chegava a mando do Cel. Petronílio de Alcântara Reis, para que fosse as imediações do Icó e ali receber dinheiro enviado para Lampião, cuja importância era 20:000$000, mas só foram entregues 18:000$000 e que dois restantes Lampião disse que dava por recebido, quando lhe mandasse um cunheito de munição; o que não sabe-se se isso efetuou-se, mais depois ouviu do bandido ferrugem a declaração de que teve referido Cel. Petronilio havia comprado munição. E que devido a esse encontrão foi ele depoente obrigado a refugiar-se nas Caatingas, pois as forças andavam a sua procura tendo por isso de quando em vez constantes encontros com os cangaceiros, merecendo do mesmo consideração a ponto de lhe ser entregue por “Lampião” um rifle com cem cartuchos, os quais conservou até a data de sua prisão, não tendo, porém feito uso da dita arma para a prática de crime.
Que sempre foi seduzido por “Lampião” para fazer parte do seu grupo, mas nunca aceitou, apesar de ter parente no grupo, como sejam: Azulão, Carrasco e Moita Brava. Que esses encontros se efetuavam no lugar denominado Quirino para Lagoa Grande, sendo os sinais convencionados para os referidos encontros, três pancadas em um pau seco, ou então berrando como boi; que nunca recebeu dinheiro de “Lampião” a não ser algumas roupas dadas pelos cãibras.
Que nos últimos encontros que “Lampião” teve com as tropas. Ele respondendo notou que alguns companheiros estavam desgostosos por verem os sacrifícios da causa, que nessa data viajaram nos “cascalhos” das aroeiras com direção a Várzea pernoitando a três quilômetros de distância.
Que nessa mesma noite desligou-se do bando a meia noite com Manoel Sinhô de Aquileu, sem que fossem pressentidos pelos outros e vieram pairar nas “Canouas” onde foram informados por Pedro de Aquileu que havia garantia para todos aqueles que tinham ligações com cangaceiros, uma vez que procurassem as autoridades para se entregarem.
E baseado nisso em companhia de Pedro veio à procura do Tenente Justiniano em Várzea de Ema onde se acha. Disse mais que “Lampião” depois do combate do touro com o Tenente Arsênio cuja força foi emboscada e morreu quase toda, escapando o referido oficial, pois é um herói que enfrentou o grupo que era numeroso, com um fuzil metralhadora dando somente três rajadas conseguiu matar o irmão de Lampião, Ponto Fino e sendo forçado a abandonar a arma deixando-a inutilizada pelos bandidos.
Que nessa ocasião encontrou Lampião cartas ao Cel. Petronilo acusando Lampião, por isso Lampião resolveu queimar algumas fazendas referido Cel. Petronilo.
Disse mais que ouviu de Lampião dizer que tinha mil tiros de fuzil enterrados em um ponto lá para baixo, não declarado ao certo o lugar e que ia também a Curaçá a procura de outros mil tiros que tinha para lá.
Quanto ao armazenamento sabe que Lampião tem alguns rifles ensebados em ocos de pau (ensebados, para não darem o bicho próprio de madeira).João de Sousa Lima,
Perguntado quais são as pessoas que fornecem armas a Lampião respondeu que não conhece mais sabe que nas fazendas Juá, Várzea, e São José há “coitos” onde lhes prestam bastante serviços em abastecimentos.
E por nada mais dizer nem lhe ser perguntado deu-se por findo estas declarações ao presente auto que vae por todos assignados pelo tenente e testemunhas.
Várzea da Ema, 7 de maio de 1932”
Por Cangaçologia
Nesse documentário traremos fatos e depoimentos a respeito dos irmãos Batoque e Zé Guedes que no passado fizeram parte da mais temida e implacável Força Policial Volante que se tem notícia na história cangaceira. Os Nazarenos, como assim eram chamados os membros dessa Força, eram em sua grande maioria filhos do então povoado de Nazaré distrito de Floresta no estado de Pernambuco. O que motivou a origem do apelido dos maiores inimigos de Lampião.
Por Luís Bento
Alfredo Dias
da Cruz, Tenente Alfredo. Tenaz perseguidor ao grupo de Antônio Inácio da Silva
o cangaceiro " Moreno ".
Por ordem do
chefe maior do cangaço lampião, o cangaceiro moreno encontrava-se no sul do
cariri cearense, por volta do ano de 1937 a início de 1938. O cangaceiro Moreno
e seu grupo, tinham com finalidade um acerto de conta com o fazendeiro Antônio
Teixeira Leite seu Tonho da Piçarra. Uma dívida do passado, a morte do
Cangaceiro Sabino Gomes, lugar tenente em 27 de março de 1928. Essa missão foi
determinada por lampião a Moreno, por ele conhecer muito bem a região, antes
mesmo de ingressar no cangaço, morou no município de Brejo Santo, bem próximo
da Fazenda Piçarra. Essa missão imposta por lampião ao cangaceiro Moreno, era
matar Antônio da Piçarra e levar a orelha como prova cabal do assassinato.
Depois de várias tentativas,o cangaceiro Moreno terminou desistindo, e seu
Tonho continuou vivo com sua invejável lucidez, memória e simpatia irradiante.
Em perseguição
ao grupo de cangaceiros que assolavam a região, o tenente Alfredo Dias, montou
pontos estratégicos para prender ou até mesmo eliminar o grupo. A primeira
estratégia sugerida pelo tenente, segundo informações dos moradores do antigo
Macapá atual Jati, foi: vigiar todos as fontes d'águas da região, proibiu a
venda de feira grandes, que na época era suspeitas, feira pra cangaceiros.
Segundo moradores da região, era oferecida posição de destaque perante a força
do governo, a quem fornecerá informação privilegiada.
Na passagem do
Cangaceiro Moreno pela região, houve um desentendimento entre os moradores:
Manoel Gomes da Rocha, Nóia Gomes e Pedro Carolino de Sousa no sítio São
Francisco em Macapá, Jati. Aconselhados pelo tenente Alfredo Dias, Nóia Gomes e
Pedro Carolino, procuraram o Q.G. Quartel General da Cidade de Juazeiro do
Norte, incorporaram a volante do tenente Alfredo Dias da Cruz e deram
continuidade a campanha de combate aos cangaceiros em solo nordestino.
Por LUÍS
BENTO.
Diretor de
Cultura.
JATI/19/02/22/.
https://www.facebook.com/photo?fbid=1123879788376738&set=pcb.1123879848376732
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por VIDA NO CAMPO O REALITY
https://www.youtube.com/watch?v=2ldmqjGJrBAhttp://blogdomendesemendes.blogspot.com
https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Archimedes Marques
Em meados de
outubro de 1930 quando o bando de Lampião entrou na cidade de Aquidabã, em
Sergipe, o ínfimo contingente policial fugiu às pressas deixando as pessoas
totalmente desprotegidas e nas garras dos cangaceiros. Aquele era o retrato da
força policial sergipana do governador Eronildes de Carvalho, filho de Antônio
Caixeiro, sem dúvidas, dos maiores coiteiros que o famigerado Lampião teve na
sua vida bandida por cerca de 20 anos no nordeste brasileiro.
Jose Custódio
de Oliveira, o Zé do Papel, em virtude de ser uma pessoa aparentemente de
classe privilegiada, de classe média para rica, um pecuarista e proprietário da
Fazenda Pai Joaquim, fora abordado por Lampião e dentro da sua residência na
cidade de Aquidabã, além de certa quantidade de dinheiro, fora encontrado dez
balas de fuzil em uma cômoda, sendo daí interpelado para contar onde estava a
arma, pois pela lógica, havendo munição haveria a consequente arma,
oportunidade em que o trêmulo cidadão afirmou ter emprestado o mosquetão para o
juiz de direito daquela comarca, Dr. Juarez Figueiredo.
Tal fato,
provavelmente incutiu na mente de Lampião que a arma fora passada ao juiz,
justamente para que ele se defendesse do seu bando, daí, enraivecido com o fato,
o chefe do cangaço, irracional e impiedosamente arrastou Zé do Papel ruas acima
e em frente a um armazém próximo da praça principal da cidade decepou a golpe
de faca a sua orelha, depois do bando ter praticado saques no comércio local e
tantos outros crimes de torturas contra pessoas amedrontadas, dentre os quais o
assassinato de um débil mental de nome Souza de Manoel do Norte, mais conhecido
por Abestalhado, que se fez de corajoso na sua insanidade sacando um pequeno
canivete com o qual cortava fumo de corda para fazer seu cigarro de palha e com
tal arma teria desafiado os cangaceiros.
Diante do fato, o sanguinário Zé Baiano partiu em verdadeira fúria contra o
pobre do doido ceifando a sua vida a golpes do seu longo e afilhadismo punhal
de 70 centímetros, em luta totalmente desigual de um ínfimo canivete em mãos de
um doente mental contra um longo punhal em mãos de um feroz e impiedoso
cangaceiro. Não satisfeito com o bárbaro assassinato, Zé Baiano abriu a barriga
da pobre vítima para retirar gordura e untar as suas armas de fogo. Tal prática
era useira e vezeira quando os cangaceiros eliminavam as suas vítimas e queriam
impressionar a população para serem mais respeitados ainda do que já eram.
Consta que Zé do Papel na agonia de sentir o sangue escorrendo pescoço abaixo
ainda foi obrigado a beber um litro de cachaça que ao mesmo tempo era usada
para estancar o seu ferimento e aliviar a sua dor. Em meio a esse
místico de humilhação, crueldade, sangue e cachaça o endiabrado cangaceiro Zé
Baiano pegou o roceiro Eduardo Melo e após espancá-lo com o coice do seu fuzil,
também cortou a sua orelha seguindo o exemplo do seu chefe. Zé do Papel ainda
viveu por muito tempo e viu o cangaço se acabar e seu carrasco morrer,
entretanto, o Eduardo Melo não teve a mesma sorte e faleceu cerca de um mês
depois da perversidade sofrida.
Assim,
Aquidabã viveu o maior dia de terror da sua história. Assim Aquidabã fora
vítima das atrocidades dos cangaceiros e para sempre pelos seus sucessores
moradores aquele dia será lembrado. Assim, Aquidabã fora vítima também do
próprio Estado que deveria ser o protetor do povo, mas que estava ausente.
Ausente pela covardia dos seus policiais que fugiram mato adentro sem esboçarem
reação alguma. Ausente pela pouca ou nenhuma vontade política de
verdadeiramente se combater o cangaço nas nossas terras.
De tudo isso,
por incrível que pareça, a Justiça de Aquidabã, sequer abriu Processo Criminal
contra Lampião e seu bando. Teria o juiz Juarez Figueiredo, o mesmo que estava
com o fuzil emprestado de Zé do Papel, responsável indireto pela decepação da
sua orelha se acovardado para não providenciar qualquer procedimento judicial
contra Lampião?...
Por outro
lado, em igual modo de impunidade falando, dizem – e a história de certo modo
comprova – que a polícia de Sergipe era uma polícia de “faz de conta”: Fazia de
conta que caçava Lampião, e, Lampião por sua vez, fazia de conta que era
caçado.
Título e
Texto: Archimedes Marques, Delegado de Policia Civil no Estado de Sergipe.
Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Segurança Pública pela Universidade
Federal de Sergipe
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Edna Santos Araújo
*Quem de fato
foi Sabino*
A seu
respeito, várias versões há.
Sabino Gomes
Góes, Sabino Gomes Melo,
Sabino Gore,
ou somente Sabino das Abóboras.
De
personalidade fria, todos que o conhecia temia.
Quando uma
víbora em seus pés resolve enroscar... tome cuidado, se for venenosa, é melhor
acautelar-se.
Assim era
Sabino o alusivo Sabino das Abóboras.
Matava seus
desafetos sem muita coisa falar.
Se fazia de
manso, mas de manso nada tinha...
Quando era
insultado não respondia, se encolhia...
parecia até se
humilhar.
O que ninguém
sabia é que feito cobra peçonhenta, quanto mais ele se enrudilhava o bote não
falhava.
Filho de uma
cozinheira da fazenda Abóboras com o rico fazendeiro de nome Marçal Florentino
Diniz.
Era ele que
cuidava do gado da fazenda do grande latifundiário.
Já adulto sua
vida mudaria o roteiro.
Mesmo tendo o
sangue Diniz... da fazenda ele não se fez herdeiro somente aprendiz.
Ali trabalhara
como tangedor de gado e mais tarde vaqueiro... mal sabia que do sangue do dono
da grande fazenda Abóboras era herdeiro.
O tempo
passou, pouca coisa mudou... de dia vaqueiro a noite se fazia cangaceiro.
E assim viveu
por anos.
O que se sabe
ao certo que ao ser descoberto;
Sabino mudou
então os seus planos, e não tendo outro jeito, assumindo a vida de cangaceiro.
E foi no
cangaço onde Sabino com Lampião estreita os laços.
Passou ser o
cabra de confiança, muito fez e desfez em suas andanças.
Nessa época
era ele quem do bando cuidava das finanças, de Lampião era era escudeiro e
braço direito.
Porém a vida
sem avisar, veio o destino daquele cangaceiro mudar.
Em um golpe de
azar
na fazenda
Piçarra ele fora baleado.
No clarão de
um relâmpago Sabino cai ferido agonizando.
Não morrendo
no momento.
O seu calvário
duraria uma semana...
Gemendo de dor
implorava, pedia para que os cabras tivesse piedade e um fim em sua vida de vez
colocasse.
Lampião se
negou e assim fez os outros do bando.
Até que
Mergulhão resolve colocar naquele calvário um fim derradeiro.
Sabino
primeiro rezou, fechou os olhos e murmurou " Estou pronto!"
Com um tiro
certeiro no ouvido o seu fim fora posto.
Terminando a
saga do cangaceiro afamado de Lampião.
Dizem que ele
filho de grande latifundiário fora enterrado numa vala comum ao fundo da
Fazenda Piçarra
A estrada às
vezes pode ser comprida mas nela tem curvas de sobra e tudo que vai um dia
volta.
Edna Araújo
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por No rastro do Cangaço
https://www.youtube.com/watch?v=AKysFsztViM&ab_channel=NoRastroDoCanga%C3%A7oO Cangaceiro do bando de Lampião, de apelido Cordão de Ouro, ordenou que Pedro Batatinha descesse as calças , e, segurando-lhe os dois testículos, cortou-os de um só golpe, atirando-os fora, debaixo das gargalhadas e chacotas dos companheiros. #castração Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. INSCREVAM-SE no canal e ATIVEM O SINO para receber todas as nossas atualizações. Vejam também:
https://youtu.be/8-66YxVfvF4 https://youtu.be/MXFT70F2nT8 https://youtu.be/2JlMCbsJYIM https://youtu.be/2uW1d2PTgf4 https://www.youtube.com/watch?v=L3J8B... https://www.youtube.com/watch?v=olKWe... https://www.youtube.com/watch?v=4pQCn... https://www.youtube.com/watch?v=obcdz... https://www.youtube.com/watch?v=oKhIG... Um forte abraço!
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Guilherme Velame Wenzinger
Conhecem essa
cangaceira? Ela é Maria da Anunciação ou como dizem outras fontes, Antônia
Maria de Jesus. Era companheira do cangaceiro Baliza III(último da alcunha),
morto na Várzea da Ema(BA) em Março de 1933. A morte de Baliza foi um
verdadeiro show de horrores, inicialmente ele foi preso junto a sua esposa pelo
cabo Justiniano, depois de alguns dias iriam ser transferidos para Santo
Antônio da Glória, atual Glória(BA), quando no meio do caminho toparam de
frente com a força do Tenente Santinho, conhecidamente um dos mais ferozes e
perversos militares deste fenômeno que foi o Cangaço. Santinho pediu que lhe
entregasse o prisioneiro e o cabo assim o fez, começando a seção de tortura
contra o cangaceiro.
"Em
determinado momento, os soldados do tenente Santinho, acatando suas ordens, o
amarram em uma árvore. O laço da corda de fibras de agave, sisal, e colocado na
altura dos tornozelos do cangaceiro. Arrastam-no como se arrasta um tronco de
madeira e amarram-no de cabeça para baixo num galho de uma árvore próxima.
Após está
dependurado, é colocado pedaços de madeira bem perto da sua cabeça. Uma
fogueira estava arrumada, a qual, logo, logo, estaria acesa, pelo próprio
tenente Santinho.
O prisioneiro debate-se, gira para um lado, depois para o outro... Contorcendo-se
feito uma cobra na areia quente, na tentativa vã de esquivar-se das chamas que
consumiam seu corpo, Venceslau Xavier, tenta amenizar as dores causadas pelo
calor das labaredas que assam, no sentido próprio da palavra, seu corpo.
No princípio, ouvem-se gritos horripilantes saídos das cordas vocais do
cangaceiro Baliza, acompanhado do odor de cabelos chamuscados, para em seguida,
a fumaça levar um cheiro de carne assada pelos campos sertanejos. Por fim, o
suplício tem seu término, Baliza está morto."
Fontes: “Corisco
- A Sombra de Lampião”- DANTAS, Sérgio Augusto de Souza. Página 145. 1ª edição,
editora Polyprint Ltda, Natal-RN, 2015. (CANGAÇOLOGIA.BLOGSPOT)
"Lampião
e os Interventores" - Luiz Ruben F. de A. Bonfim.
https://www.facebook.com/photo/?fbid=5328005573954699&set=gm.1842540235954912
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por J. D PLAY UM CANAL NOSSO
Atenção: tivemos que
durante o vídeo corta umas parte por causa de direitos autorais imposta por youtube agradecemos a compreensão de todos.
http://blogdomendesemendes.blogspot.com