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quinta-feira, 1 de dezembro de 2022

ESTADO DE SAÚDE DE PELÉ - COMO ESTÁ A SAÚDE DE PELÉ HOJE, 01/12? Veja últimas notícias sobre o tratamento de câncer do 'Rei do Futebol'

 Cadastrado por Julianna Valença

Pelé voltou a ser internado, mas está com quadro estável, segundo os médicos responsáveis - FOTO: GLOBO/REINALDO MARQUES.

Consagrado mundialmente como o 'Rei do Futebol', o craque brasileiro Pelé enfrenta problemas de saúde; veja seu estado de saúde hoje, 01/12.

Com informações da AFP

Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, de 82 anos, é um dos maiores ídolos nacionais. Consagrado mundialmente como o 'Rei do Futebol', o craque brasileiro enfrenta problemas de saúde.

PELÉ: CONHEÇA A TRAJETÓRIA DO REI DO FUTEBOL

SAÚDE DE PELÉ 

Pelé foi internado no hospital Hospital Albert Einstein de São Paulo para regular seu medicamento para tratamento contra o câncer, informou nesta quarta-feira (30) nas redes sociais Kely Nascimento, filha do ex-jogador.

"Meu pai está internado, está regulando medicamento. Não tem surpresa nem emergência", escreveu Kely em sua conta no Instagram.

"Eu não estou pulando num voo para correr lá. Os meus irmãos estão no Brasil visitando e eu vou no Ano Novo", acrescentou a filha de Pelé, que vive nos Estados Unidos.

O 'Rei', de 82 anos, visita periodicamente o hospital para receber quimioterapia como parte do tratamento de um câncer detectado em setembro de 2021. Ele foi submetido então a uma cirurgia para remover um tumor no cólon detectado em exames de rotina.

Nos últimos dias, Pelé se mostrou ativo nas redes sociais, seu meio de comunicação habitual, desejando sorte e acompanhando os jogos do Brasil na Copa do Mundo do Catar.

NOTÍCIAS DO PELÉ HOJE, 01/12

Segundo o último boletim médico divulgado pela unidade de saúde, Pelé está estável e se mantém capaz de realizar suas funções vitais.

“Edson Arantes do Nascimento foi internado para uma reavaliação do tratamento quimioterápico do tumor de cólon identificado em setembro de 2021. Após avaliação médica, o paciente foi levado a um quarto comum, sem necessidade de internação em uma unidade semi-intensiva ou UTI. O ex-jogador está com pleno controle das funções vitais e condição clínica estável”, informou o hospital.

https://jc.ne10.uol.com.br/cultura/2022/12/15133037-como-esta-a-saude-de-pele-hoje-01-12-veja-ultimas-noticias-sobre-o-tratamento-de-cancer-do-rei-do-futebol.html

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OPINIÃO MARIA BONITA

 Por Ângelo Cibela




Há gestos marcantes que definem a beleza espiritual da Vida. E, contrapondo-se ao conceito geral, há atitudes que possuem a força maga de produzir milagres.
 
A própria psicologia profunda imerge ante as renovações constantes da vida. Maria Bonita, no gesto louvo de defesa de seu amado, produziu o milagre da transfiguração do espírito sobre a matéria.
 
O seu gesto urdiu um poema de encantamentos e um cântico aos imperativos do coração. Se o seu gesto heroico fosse marmorizado, Rodim, o gigante da escultura, ao certo, teria revelado a sua obra-prima.
 
Nem os fenômenos dramáticos da miséria social conseguem obumbrar o gesto de Maria Bonita que, na sublimidade intencional de seu amor, superou em relevo e importância a história amorosa de Balzac, Dumas e outros.
 
Ressurreição admirável em que a fera se transforma e assinala a sensibilidade dos grandes corações. Salomão em seus cânticos disse que “o amor é mais forte do que a morte”.
 


O seu amado era o seu amor e a morte cedeu o seu trono à glorificação de uma força maior.

Se Stendhal e Ingenieros tentassem compreender esse traço vertiginoso de beleza ante a policromia adusta de um cenário selvagem, ao certo a “cristalização do amor” teria outros foros e as cartas desapareceriam ante a igualdade fundamental das manifestações humanas.
 
E Maria Bonita teve a máxima ventura, rara aos amantes, de alar o seu espírito para as alturas de mãos dadas com o seu companheiro, razão única de seu viver.
 
E — senhores meus — isolando o fato, circunscrevendo-o à análise psicológica do amor, sejamos cavalheiros e no longo gesto medieval, saudemos Maria Bonita como o símbolo agreste do sacrifício.



Ela, Maria Bonita, é a encarnação admirável do amor que não conhece fronteiras e nem decálogos.

Mais forte do que a morte, esculpiu sua própria eternidade, testando à posteridade um traço luminoso de excepcional beleza.
 
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*Nota de Archimedes Marques, (01 de junho de 2011):

- O esplendor de texto assinado pelo jornalista Ângelo Cibela em 1938, para o CORREIO DE ARACAJU (jornal extinto há muito tempo) fora capturado com a autorização do escritor sergipano, Antonio Corrêa Sobrinho, autor do livro “O fim de Virgulino Lampião – O que disseram os JORNAIS SERGIPANOS”2ª edição, páginas 137/138, que rompeu meses de trabalho de pesquisa debruçado nos velhos arquivos da nossa Aracaju e além fronteiras para trazer ao público as pertinentes matérias jornalísticas de Sergipe, no período pós-morte de Lampião, em trabalho exaustivo que por certo servirá de parâmetro e ajuda em novos livros, de novos ou velhos autores, sobre esse tema que canta e encanta e que é sem sombras de dúvidas, de inesgotáveis fontes, jamais saturado, sempre em busca da verdade absoluta dos fatos que marcaram para sempre a história nordestina.

Não só recomendo a leitura do livro, como entendo ser necessário colecionar a referida obra na sua biblioteca, como sendo de excelente fonte de pesquisa e aprendizado, para tanto, sugiro a sua aquisição através do contato via endereço de e-mail com o autor Antonio Corrêa Sobrinho: tonisobrinho@uol.com.br 

Atenciosamente
Archimedes Marques

http://lampiaoaceso.blogspot.com/search/label/Antonio%20Corr%C3%AAa%20Sobrinho

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FIM DE MÊS

 Clerisvaldo B. chagas, 1 de dezembro de 2022

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.807

Chega o final do mês de novembro, como foi previsto pelos espíritas “tudo vai mudar”, E não somos nós apenas que estamos notando as mudanças no mundo, principalmente sobre o tempo. Novembro, o mês dos ventos para nós do sertão, este ano não aconteceu tantos ventos fortes assim. Final de outubro, quis ensaiar os sopros consistentes, mas ficou por aí. E também sobre a secura do mês que geralmente não chovia e que poderia acontecer ou não uma trovoada, foi diferente. Um mês praticamente chuvoso com alternância dos dias, mas coisa nunca vista por aqui. Hoje mesmo, dia 30, o dia foi nublado com pancadas de chuvas e aspecto de inverno em algumas horas do dia. Quer dizer, tudo está bem diferente após os castigos divinos do Covid 19.

Em várias horas do período, vamos dar uma espiada na rua e até nos causa arrepios. Nem uma viva alma, nem um gato, nem um bicho... E retornamos ao interior da residência pensando: “Será que estamos sozinhos no mundo?”. Tudo, tudo de fato diferente. Quanto ao tempo para o campo, uma riqueza, coisa nunca vista pelos mortais de mais de 70 anos de zona rural. Por algumas poucas horas, os jogos da copa conseguem quebrar a monotonia que se abate pela urbe. E nem presta para engendrar ideias de como será o mês de dezembro na situação temporal da Terra, mas para esquecer as diferenças existenciais, podemos prever boa movimentação financeira no período natalino, com aquelas mesmas esperanças que insuflam a consciência no aniversário de Jesus.

E se os jogos da copa, não só do Brasil, mas de todas as seleções vão mostrando suas curiosidades, também correndo as lembranças dos jogos do interior; nas ruas, nos campinhos, nos areais do rio seco Ipanema. Bola cobrindo o adversário, era lance chamado “banho de cuia”. Bola passando por entre as pernas do oponente era drible “por debaixo da saia” e, bola por um lado e alcance por outro, chamava-se “arrodeio”. Estamos traduzindo o ontem do hoje, respectivamente: ‘chapéu”, “caneta” e “drible da vaca”, será que deu para entender? Estar bem pertinho de terminar essa euforia da copa. Será que a monotonia pós-Covid retorna ou vamos continuar levando da Natureza o drible da vaca?

Paciência, Zé.



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AS ARMAS DE FOGO NO CANGAÇO

 Por fatos na História

https://www.youtube.com/watch?v=Ujjbbkz4Oq4&ab_channel=FatosnaHist%C3%B3ria-Canga%C3%A7oeNordeste

Conheça aqui as armas de fogo que foram utilizadas durante o cangaço no nordeste brasileiro. Referências: ."As armas dos cangaceiros nordestinos", por Luan Kowalski .Mundo das Armas .Sala de Armas Fotos: Site "Mundo das Armas"

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quarta-feira, 30 de novembro de 2022

MARIA BONITA


O destino de cada pessoa,
Na terra ninguém risca.
E nem se pode alterar.
E nem mudar a escrita.
O plano já tá traçado,
Cada um dar seu recado,
E na história ela fica.
Na malhada da caiçara,
No município de glória.
Ninguém jamais imaginou,
Que lá teria uma história.
Que ia ter uma dimensão,
E ia mecher com o sertão,
E espalhar no mundo afora.
Em mil novecentos e onze,
A oito de março nasceu.
Uma menina morena,
No sertão apareceu.
Numa casinha singela,
Uma menina bela,
Seus pais a recebeu.
Os seus pais não imaginava,
Que destino ela teria.
Se trazia com ela tristeza,
Ou se trazia alegria.
Isso o futuro ocultava,
Sua vida tava traçada,
E o tempo revelaria.
Maria Gomes de Oliveira,
Foi o nome que deram a criança.
Maria,nome da Santa,
Que Gera a esperança.
O nome da mãe de Jesus,
Que foi morto na cruz,
Ela recebeu por herança.
Ela cresceu ficou formosa,
E logo virou uma mulher casada.
E seu nome ganha um acréscimo,
Maria de Déa, era chamada.
Assim era conhecida,
Por vizinhos e amigas,
Assim era apelidada.
Mas ,o casamento não deu certo,
Ela para casa dos pais voltou.
Era para se cumprir o roteiro,
Que o destino traçou.
Um dia um cidadão,
Apelidado de lampião,
Em sua casa chegou.

Aqui começa um romance,
O qual o destino pois um laço.
Maria ganha outro apelido,
Ao lado rei do cangaço.
Maria bonita era chamada,
A sua história traçada,
No sertão tem seu espaço.

Sou um poeta amador.
Que gosta de fazer rima.
Quem conhece bem essa história,
E o escritor João de Sousa Lima.
Junto com outros escritores,
Que são pesquisadores,
Do cangaço da caatinga.

Autor.
Cleumir Ferreira

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste

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ANGICO

Clerisvaldo B. Chagas, 30 de novembro de 2022

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.806

O angico é uma árvore da caatinga sertaneja tão famosa quanto o juazeiro. O seu tronco mostra espinhos de forma grande, arredondada, em forma de nódulos. Suas cascas guardam o tanino, substância muito utilizado no curtimento do couro. Podemos dizer que é uma árvore exuberante, bela e de fácil identificação. Produz uma resina que é medicinal e muito utilizada pelos macacos e soins se habitarem na área. Suas folhas são pequenas e enfileiradas de um lado e de outro, parecendo uma pena. O angico gosta muito de terreno pedregoso e mais elevado como os serrotes. Sua forte raiz racha a pedra onde quer se fixar e após, fica gozando o pouco de frieza nela encontrada, em terras quentes do semiárido.

ÁRVORE ANGICO (AUTOR NÃO IDENTIFICADO).

Utiliza-se o angico sem a casca para se fazer estacas. A madeira nua é muito mais resistente. E, no caso das cascas, elas são vendidas para os curtumes, por causa do tanino, transformando o couro em sola, na última fase da curtição. Os antigos compradores de cascas de angico, procuravam nas fazendas, o produto. Quando o fazendeiro ia pelar o angico para fazer estacas, não cobrava pelas cascas e ainda agradecia. Mas quando não ia fazer estaca, cobrava a mercadoria que custava numa carrada de carro de boi, dez tostões (destões), por uma arroba. O jegue e o burro eram os meios de transportes mais utilizados pelos donos de curtumes na compra das cascas dessa madeira. Ainda no mato, os compradores de cascas, faziam feixes e usavam a embira ou mesmo as próprias tiras das cascas para amarrarem os feixes e colocarem nos dois lados da cangalha. Muitas vezes esses compradores passavam mais de um dia na caatinga para realizar esse serviço.

Esses dados detalhistas estão no livro recém terminado: Santana: Reino do Couro e da sola. Calculado antes em apenas três páginas de papel A4, encerramos com cerca de trinta e cinco, o que na gráfica, em formado de livro, poderá alcançar até mais de 100 páginas. Temos a certeza de que tantos detalhes vão impressionar o povo santanense, pois fala da estrada de Delmiro, da Matança, do padre Capitulino, dos artesãos, das fases da curtição de couro, das fabricas de calçados, dos sapateiros, do futebol do Panema e muito mais, inclusive preços de mercadorias e fotos de cédulas antigas.

O que fazer para publicar?

http://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2022/11/angico-clerisvaldo-b.html

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ESTE FOI O ÚLTIMO E-MAIL QUE O PROFESSOR JOSÉ ROMERO DE ARAÚJO CARDOSO MANDOU PARA MIM EM 2018.

 Por José Mendes Pereira


Vamos lê-lo:

Amigo José Mendes Pereira, eu estava novamente de "molho" no Hospital Wilson Rosado. Fui internado, cigarro demais que estou fumando, muito deprimido, muito triste. Estava com infecção pulmonar e pneumonia. Tive alta ontem. Passei 8 dias hospitalizado. 

Deus me proteja, Deus nos proteja!

Abraços!

Este foi o último contato que eu tive com o professor, escritor e pesquisador do cangaço José Romero de Araújo Cardoso. Dias depois, ele feio falecer no Hospital Wilson Rosado de Mossoró.

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O ALVORECER DA REPÚBLICA EM POMBAL

Por José Tavares de Araújo Neto

 

Com a Proclamação da República, ocorrida em 15 de novembro de 1889, foi promulgada a Constituição de 1891, também denominada Constituição Republicana, que perdurou até o fim da República Velha, que se encerra em 1930, com a chegada de Getúlio Vargas ao Poder. A Constituição de 1891, marca o início de uma tímida autonomia dos municípios e das províncias, que passam a ser denominadas Estados, sendo os chefes do Poder Executivo denominados "Presidentes de Estado”.
Ao longo da República Velha (1889/1930), a Paraíba foi dominada por três forças oligárquicas: Comandas por Venâncio Neiva (venancismo), Álvaro Lopes Machado (alvarismo) e Epitácio Pessoa (epitacismo). O venancismo teve pouca duração, iniciou em 1989 e terminou em 1892. O alvarismo, no qual Álvaro Machado alternava o poder com o seu grande aliado Monsenhor Valfredo Leal, teve início em 1892 e foi até 1912, com a inesperada morte de Álvaro Machado, que se encontrava em pleno exercício do mandato de senador. Durante o período de 1912 a 1915 Epitácio Pessoa e Valfredo Leal dividiam a liderança do PRC (Partido Republicano Conservador), ocasião do rompimento entre os dois líderes, marcando o início, em 1915, o epitacismo, que se prolonga até 1930.
o
Venâncio Neiva 
Embora monarquista, logo após a proclamação da República Venâncio Neiva aliou-se aos republicanos da Paraíba e, por influência do general paraibano José de Almeida Barreto, foi nomeado presidente do Estado pelo chefe do governo provisório da República, marechal Deodoro da Fonseca. Venâncio Neiva governou a Paraíba por dois anos, entre 6 de novembro de 1889 e 27 de novembro de 1891. Em sua breve passagem no comando da política paraibana, Venâncio Neiva, que já havia exercido o cargo de Juiz em Pombal, dá uma sobrevida a oligarquia comandada pelo coronel Cândido José de Assis, que já perpetuava por mais de quarenta anos frente ao comando da oligarquia local, revezando a chefia do poder municipal com seus filhos Francisco José de Assis, Leandro José de Assis, Joaquim José de Assis e Álvaro José de Assis.
José de Almeida Barreto
Na verdade, o velho coronel Cândido José de Assis já havia herdado o espólio político de seu genro, o todo poderoso coronel João Dantas de Oliveira, Comandante Superior da Guarda Imperial, que, em 1874 se debandou de Pombal, após ser processado sob a acusação de ter mandado os seus filhos assassinarem o professor Juvêncio Vulpis-Alba, que o havia denunciado por ter dado condição estratégica para que o cangaceiro Jesuíno Brilhante praticasse o espetacular assalto a cadeia de Pombal. O bando comandado por Jesuíno Brilhante resgatou 43 presos, inclusive o seu irmão Lucas e o temível Manuel Pajeú, remanescente do bando do cangaceiro pombalense Cabé Brilhante, tio de Jesuíno.
Em 23 de novembro de 1891, o marechal Deodoro da Fonseca, sob fortes pressões, renunciou à presidência da República e a vaga foi assumida pelo vice-presidente Floriano Peixoto, que destituiu os governantes estaduais que apoiavam Deodoro. Na Paraíba, Venâncio Neiva foi substituído inicialmente por uma junta governativa que, no dia 18 de fevereiro de 1892, repassou o governo para o político areiense, também major efetivo do exército, Álvaro Lopes Machado, primeiramente nomeado, depois confirmado por eleição indireta presidente do Estado.
o
Álvaro Machadoo

Em Pombal, a chegada de Álvaro Machado à presidência do Estado da Paraíba marca a decadência da supremacia dos monarquistas, capitaneados pelo coronel Candido José de Assis e seus filhos (venancistas) e a ascensão dos republicanos, comandados pelo coronel João Leite Ferreira Primo (alvaristas). Inconformados, os Assis se recolhem as suas propriedades rurais, levando as chaves da Casa da Câmara, sede dos poderes executivo, legislativo e judiciário. Indiferentes, os republicanos arrombam as portas do paço municipal, adentram no recinto e realizam as posses dos novos conselheiros (cargos equivalentes a vereadores) Manoel Firmíno de Medeiros, João Leite Ferreira Primo, Lindolfo Vicente Leite, Antônio Justiço de Oliveira e o Dr. Enéas Pedro de Souza, bem como a posse do capitão Antônio Vieira de Torres Bandeira, no cargo de intendente (equivalente a prefeito). Após a solenidade de posse, os republicanos realizaram uma efusiva passeata pelas ruas da cidade, comemorando a sua tardia chegada ao poder municipal. Foi este o primeiro evento comemorativo com a participação popular na história republicana de Pombal.

José Tavares de Araújo Neto
Pesquisador, Pombal-Paraíba

CANGACEIRÓLOGOS DO NORDESTE.

 Por José Mendes Pereira

A foto pertence ao acervo do Veridiano Dias Clemente.

Sobre Cangaço, aqui só tem grandes conhecedores sobre a saga cangaceira. 

O primeiro da esquerda é o meu amigo Veridiano Dias Clemente, além de pesquisador do cangaço, é também um grande poeta.

O segundo é outra figura conhecida no mundo cangaceiro, é o escritor e pesquisador do cangaço Júnior Almeida.

O terceiro é o saudoso, famoso escritor e pesquisador do cangaço Dr. Antônio Amaury Corrêa de Araújo.

E o quarto é o escritor e pesquisador do cangaço José Tavares de Araújo Neto, primo do saudoso professor, escritor e pesquisador do cangaço  

José Romero de Araújo Cardoso

José Romero de Araújo Cardoso, que foi meu professor sobre o estudo cangaceiro e amigo aqui em Mossoró).

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terça-feira, 29 de novembro de 2022

E-MAIL DO PESQUISADOR DO CANGAÇO CAPITÃO ALFREDO BONESSI.

 Por Capitão Alfredo Bonessi.

Prezado e inesquecível José Mendes Pereira de Mossoró: Saúde!

Faz dez anos que ando pelas missões gaúchas e a fronteira da Argentina. Acompanho os estudos do Cangaço e os vídeos inéditos do Robério Santos, e sempre vou descobrindo e aprendendo algo com ele.

https://www.youtube.com/watch?v=LZ6RSHt9EZM&ab_channel=OCanga%C3%A7onaLiteratura

Penso em breve retornar a Fortaleza - Ceará, e se o estado físico da minha carcaça permitir reencontrar os amigos e bater um dedo de prosa sobre os estudos do cangaço.

Receba os meus cumprimentos e as minhas saudações cordiais ao amigo e aos participantes da tua relevante coluna onde honrado fiz alguns apartes.

A distância  pode nos  separar um pouco, mas os elos de amizade - respeito - consideração e admiração continuam os mesmos e mais fortalecidos pelas magníficas lembranças das páginas eternas do teu inesquecível Blog.

Respeitosamente,

Alfredo Bonessi.

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LAMPIÃO E NECO CUNHA

Por Luis Bento

Manoel Cunha Moura - Neco Cunha (Foto)

Lampião de passagem pelo então Distrito Macapá em 02 de março do ano de 1926, é convidado por Manoel Cunha Moura, Neco Cunha para ir até sua residência, tinha um assunto a tratar com o Cangaceiro a sete chaves, no mais absoluto segredo, tratava -se de uma " carta ", enviado pelo ex-chefe Sebastião Pereira da Silva, Senhor Pereira. Uma carta convite, a carta tinha o seguinte teor, convidava Senhor Pereira, lampião a ir se refugiar no Estado de Goiás. 

Manoel Cunha Moura - Luzia Cunha Moura

Lampião leu a carta e disse pro mensageiro, estou indo a Juazeiro atender uma convocação de padre Cícero, a cidade está ameaçada de uma possível invasão pelos revoltosos da coluna Prestes, quando voltar lhe trago a resposta. Lampião não voltou pelo Macapá, tomou rumo diferente, isso fazia parte de sua estratégia não voltar pelo o mesmo caminho. A firmava Neco Cunha que, por mais duas vezes se encontrou com lampião no Distrito as altas horas da noite nos anos de: 1927- Janeiro e março de 1928.

Durante o período lampiônico, Neco Cunha guardou em anonimato a história da carta, temia ele represália por parte das volantes, tempos depois começou a comentar entre amigos do distrito a entregar da carta de Senhor Pereira a Lampião.

Quando os crimes de Senhor prescreveram, 51 depois ele esteve em visita a sua terra natal Serra Talhada antes Vila Bela. Entrevista pelo primo Luiz. Lorena, ele confirma a carta convite e que foi entregue

a Lampião no Distrito Macapá atual Jati-Ce.

LUIS BENTO,

Diretor de Cultura de Jati

https://www.facebook.com/groups/179428208932798

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AMIGOS, AMIGOS...

 Por Valdir José Nogueira

Com o ilustre amigo, historiador e escritor Bismarck Martins, uma das maiores autoridades da temática do Cangaço, com uma significativa obra publicada sobre esse fenômeno social da história brasileira.

https://www.facebook.com/groups/179428208932798

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TRÊS IMPORTANTES HOMENS.

 Por Antonio Xavier

Da esquerda para direita: Brigadeiro José Sampaio de Macedo, Melito Macedo e o médico Otacílio Macedo, protagonizaram as melhores histórias do Crato, eram primos legítimos do meu avô paterno Aristides Sampaio Xavier, filhos do casal José Joaquim de Macedo (Cazuza) e Francisca Nogueira Sampaio (Chiquinha) minha tia bisavó. 

Este entrevistou Lampião no Juazeiro do Norte.

Após ser transferido para reserva, o militar, dedicou-se a agricultura no Crato, sua terra natal! Era proprietário dos sítios Fernando, São Bento e Miranda. Foi considerado uma das maiores inteligências da Força Aérea Brasileira. Foi o fundador e primeiro Comandante da Base Aérea de Fortaleza-Ce Fundou o primeiro Correio Aéreo Militar.

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A MORTE DE ZEFINHA | O CANGAÇO NA LITERATURA #150

 Por O Cangaço na Literatura

https://www.youtube.com/watch?v=FM25FeoqmvY&t=602s&ab_channel=OCanga%C3%A7onaLiteratura

Chegamos ao fim desta saga, fomos em busca de todos os detalhes sobre a Menina Zefinha que foi levada por Corisco e esteve presente no final do cangaço.

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CANGAÇO: MOITA BRAVA - BIOGRAFIA RESUMIDA

 Por Fatos na História

https://www.youtube.com/watch?v=J-6RHzNdtpo&ab_channel=FatosnaHist%C3%B3ria-Canga%C3%A7oeNordeste

Resumo biográfico do cangaceiro Moita Brava. Referências: "Cangaceiros de Lampião de A a Z", de Bismarck Martins de Oliveira Fotos:

Blog do Mendes e Mendes

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segunda-feira, 28 de novembro de 2022

PROBLEMAS


ESTAMOS COM PROBLEMAS PARA POSTAGENS. INTERNET LENTA.

DESCULPEM-NOS, A FALTA DE POSTAGENS. 

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