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segunda-feira, 12 de junho de 2023

ASTRUD GILBERTO E NARA LEÃO

 Por Tropicália Viva

Baiana de Salvador, Astrud Gilberto foi apresentada a João Gilberto por Nara Leão. Astrud foi a primeira brasileira da história a ganhar um Grammy. Ela é a voz da versão de "Garota de Ipanema" em inglês, a segunda canção mais executada do mundo.

https://www.youtube.com/watch?v=sVdaFQhS86E&ab_channel=iTubeNL

https://twitter.com/tropicaliaviva/status/1666134585246199813/photo/2

Nara Lofego Leão (Vitória19 de janeiro de 1942 — Rio de Janeiro7 de junho de 1989) foi uma cantoracompositora e instrumentista brasileira. - https://pt.wikipedia.org/wiki/Nara_Le%C3%A3o

https://www.youtube.com/watch?v=8YYLxNOp-Uk&ab_channel=AlfredoPessoa

História

Filha caçula do casal capixaba Jairo Leão, advogado, e Altina Lofego, professora. Pelo lado paterno era descendente de portugueses, dos Açores, e pelo materno era descendente de imigrantes italianos da vila de Castelluccio Superiore, na região da Basilicata, que imigraram para o Espírito Santo no século XIX (famílias D'Amico e Lofiego). Nara nasceu em Vitória e mudou-se para o Rio de Janeiro quando tinha apenas um ano de idade, com os pais e a irmã, a jornalista Danuza Leão.[1]

Durante a infância, Nara teve aulas de violão com Solon Ayala e Patrício Teixeira, ex-integrante do grupo Os Oito Batutas, de Pixinguinha. Aos 14 anos, em 1956, resolveu estudar violão na academia de Carlos Lyra e Roberto Menescal, que funcionava em um quarto-e-sala na rua Sá Ferreira, em Copacabana. Aos 18 anos, Nara tornou-se professora da academia.[1]

Musa da Bossa Nova

Nara em show de 1965.

bossa nova nasceu em 1957, quando Nara fazia reuniões no apartamento de seus pais, localizado no edifício Champs-Elysées, em frente ao posto 4, da Avenida Atlântica, em Copacabana, das quais participavam nomes que seriam consagrados no gênero, como Roberto MenescalCarlos Lyra, Chico Feitosa e Ronaldo Bôscoli.[1]

Daí em diante, Nara se reaproxima de Carlos Lyra, que rompeu a parceria musical com Bôscoli em 1960, e de ideias mais à esquerda. Inicia um namoro com o cineasta Ruy Guerra. Nessa época passa a se interessar pelo samba de morro por influência de Lyra.[1]

A estreia profissional se deu quando da participação, ao lado de Vinícius de Moraes e Carlos Lyra, na comédia Pobre Menina Rica (1963). O título de musa da Bossa Nova foi a ela creditado pelo cronista Sérgio Porto. Mas a consagração efetiva ocorre após o golpe militar de 1964, com a apresentação do espetáculo Opinião, ao lado de João do Vale e Zé Keti, um espetáculo de crítica social à dura repressão imposta pelo regime militarMaria Bethânia, por sua vez, a substituiria no ano seguinte, pois Nara precisara se afastar por estar afônica em consequência da poeira do teatro. Nota-se que Nara Leão vai mudando suas preferências musicais ao longo dos anos 1960. De musa da Bossa Nova, passa a ser cantora de protesto e simpatizante das atividades dos Centros Populares de Cultura da UNE. Embora os CPCs já tivessem sido extintos pela ditadura, em 1964, o espetáculo Opinião tem forte influência do espírito cepecista. Em 1966, interpretou a canção A Banda, de Chico Buarque no Festival de Música Popular Brasileira (TV Record), que ganhou o festival e público brasileiro.[1]

Dentre as suas interpretações mais conhecidas, destacam-se O BarquinhoA Banda e Com Açúcar e com Afeto—feita a seu pedido por Chico Buarque, cantor e compositor a quem homenagearia nesse disco homônimo, lançado em 1980.

Tropicalismo

Nara também aderiu ao movimento tropicalista, tendo participado do disco-manifesto do movimento - Tropicália ou Panis et Circensis, lançado pela Philips em 1968 e disponível hoje em CD.[1]

Vida pessoal

Nara em 1964.

Desde criança se interessava por música, e passou toda sua adolescência envolvida com música: reunia-se com amigos na praia ou em casa, tocava violão e escrevia letras. Em 1957 teve seu primeiro namorado, Roberto Menescal, seu amigo da época de escola e que frequentava sua casa nas reuniões musicais. O relacionamento terminou de forma amigável em 1958. Mesmo assim, Nara entrou em depressão e contraiu hepatite, proveniente de água contaminada. Após muito tempo afastada das aulas, decide abandonar os estudos no segundo ano colegial para se dedicar somente a estudar música.[1]

Neste mesmo ano de 1958 arrumou seu primeiro emprego: Como secretária de redação do “Tabloide UH”, caderno de utilidades comandado por Alberto Dines no jornal Última Hora, cujo dono era Samuel Wainer, marido de Danuza Leão e cunhado de Nara. Em menos de um ano, a jovem Nara promovida a repórter do tabloide.[1]

Ainda como secretária, Nara conheceu Ronaldo Bôscoli, redator, apesar de envolvido com a música, o que aproximou os dois. Ele passou a frequentar a casa de Nara nas rodas musicais. Em 1959, Nara e Bôscoli começam a namorar. Nesse período de namoro, Nara começa a se destacar como cantora. O namoro com Bôscoli terminou em 1960, quando ele a traiu com a cantora Maysa, durante uma turnê em Buenos Aires. A jovem rompe com Bôscoli, nem mesmo ficando sua amiga.

Ainda em 1960, já se apresentando pelo país com seu grupo de amigos em pequenos shows de bossa nova, conhece o cineasta moçambicano Ruy Guerra. Os dois começaram a namorar no mesmo ano. Em 1961, Nara e Ruy foram viver juntos na casa dele. No ano seguinte, 1962, decidem casar-se numa pequena cerimônia civil.

Em 28 de março de 1963, lança-se profissionalmente no show Trailer do que seria o musical Pobre Menina Rica, de Carlos Lyra e Vinicius de Moraes, na boate Au Bon Gourmet, em Copacabana. O espetáculo tem muito boa receptividade de público e crítica permanecendo três semanas em cartaz. No final do mesmo ano, após três anos de namoro, Nara grava o seu primeiro disco, lançado em janeiro do ano seguinte, incluindo seus primeiros sucessos nacionais, como o samba Diz que fui por aí, dos compositores Zé Keti e Hortêncio Rocha. Começa a se apresentar na televisão.[1] Nesta época passa a se apresentar como cantora solo em boates do Rio, mas não se considerava ainda uma profissional. Sua fama passou a crescer bastante, com novos discos surgindo, e ela rompe com a bossa nova, passando a cantar outros gêneros musicais, se interessando em cantar também samba de morro. No começo fora criticada, por acharem que ela combinava com bossa e ter sempre que cantar bossa, mas depois fora muito aplaudida, pois sua musicalidade se encaixava em qualquer melodia.[1]

Panfleto de show em 24 de agosto de 1965 na cidade de Goiânia.

Em 1965, a cantora passa a ficar mais conhecida, não somente por sua belíssima voz, mas também por sua opinião sincera e polêmica sobre os assuntos que envolviam o país, como a ditadura, concedendo diversas entrevistas no rádio e na TV.[1]

Neste mesmo ano de 1965, Nara e Ruy se divorciam, devido a irreconciliáveis diferenças conjugais. Ela decide tirar férias, e viaja por toda Europa e Nova York, onde além de passear, fez terapia e cursos voltados a música e ao teatro. Nessa época começou a ganhar mais dinheiro ao trabalhar como apresentadora de programas de TV, paralelamente continuou a gravar discos e fazer shows. No fim de 1966, Nara conheceu e começou a namorar o cineasta Cacá Diegues. Em seis meses de namoro, o casal noivou.[1]

Nara em fotografia de 1966.

Em 1967 continua a participar de festivais de música e a fazer shows internacionais. Em 26 de Julho de 1967 casou-se no civil e na igreja com Cacá Diegues, dando uma grande festa na residência de seus pais, e passa a assinar Nara Lofego Leão Diegues. Decidiram morar em uma casa perto de suas respectivas famílias de origem. Com a agenda cheia de compromissos profissionais, o casal adia a viagem de lua de mel, acabando por passá-la no Rio. No fim do ano, surge um convite para Nara cantar em Paris. Entusiasmada, leva o marido junto e lá eles passam a lua de mel. Os dois gostaram da cidade, a acharam romântica, e passaram a fazer planos de um dia viver na França. Ao voltar para o Rio, e por influência do marido, volta a fazer curso de teatro e começa a fazer participações como atriz no cinema.[1]

No ano de 1968 começa a apresentar musicais em teatros de Ipanema. Também passa a se envolver mais com política, e junto com o marido, participa de protestos e manifestações públicas contra a ditadura.

Em 1969, Nara aparece cantando rapidamente no filme dirigido pelo marido, Os Herdeiros, assim como também Caetano Veloso. Diminui seus shows no Brasil, pois se vê ameaçada no país: O governo estava mandando prender alguns artistas, devido à censura. Recebe um convite e viaja para fazer uma temporada em Portugal. Neste ano sua carreira já a estava incomodando, pois não podia ir em nenhum lugar sem ser perseguida por fãs. Estava visivelmente estressada.[1]

Em agosto de 1969, viaja para Londres, onde nas rádios e TV's locais dá entrevistas dizendo que sua carreira de cantora está encerrada. Ela e o marido voltam ao Brasil, na esperança de estar tudo mais calmo, como noticiavam as rádios. Assustada com informações de que poderia ser presa, ela e o marido viajam para Paris, onde compram uma casa e passam a morar.[1]

Em 1970 volta atrás em sua decisão de encerrar a carreira de cantora e passa a fazer pequenos shows pela Europa. No início do ano descobre estar grávida, o que é uma grande felicidade para ela e seu marido, Cacá. Ela não estava planejando ter filhos tão cedo, pois ainda queria ter mais tempo para se dedicar a sua carreira. Em 28 de setembro de 1970, em Paris, onde o casal morava há alguns anos, nasceu a primeira filha de Cacá e Nara, Isabel Diegues. Em abril de 1971, Quando a filha completou 7 meses de vida, Nara descobre estar novamente grávida, o que é uma enorme surpresa e emoção a ela e Cacá.[1]

Em 1º de janeiro de 1972, Nara e Cacá voltam a morar no Brasil, pois queriam ficar mais próximos da família, e a situação política do país já havia melhorado consideravelmente, não havendo mais risco de prisão de artistas. No dia 17 deste mesmo mês, no Rio, no bairro de Copacabana, nasce o segundo filho do casal: Francisco Leão Diegues.[1]

Nara em 1972.

Nara passa a gravar algumas músicas e participar de pequenos festivais. Não quer mais a agitação da carreira que antes tinha, e passa a se dedicar exclusivamente ao marido e aos filhos.[1] Ainda em 1972 ela faz um dos papéis principais do filme musical de Cacá DieguesQuando o Carnaval Chegar.

Em 1973 participa como atriz de alguns filmes e passa a fazer pequenos shows pelo Brasil. Neste ano, volta a estudar, e termina o último ano do colegial, atual ensino médio, antigo científico.[1]

Em 1974, grava alguns discos e participa de festivais. Passou no vestibular de Psicologia na PUC-RJ. Ser psicóloga era um antigo desejo que possuía, e seguiria esta profissão, caso não fosse cantora. Agora que tinha diminuído seu ritmo de trabalho, passa a se dedicar aos estudos, filhos e casamento, sem deixar a música de lado. Nara planejava abandonar a música mas não chegou a deixar a profissão de cantora, apenas diminuindo o ritmo de trabalho e modificando o estilo dos espetáculos, pois considerava muito cansativa a vida de uma cantora, já que agora tinha uma família para se preocupar constantemente.[1]

No ano de 1975 fez poucos trabalhos, gravando e lançando apenas um disco, que foi sucesso de vendas, o que a fez ganhar o troféu de Melhor Cantora do Ano.[1]

Em 1976 não trabalhou, e tirou este ano para estudar e cuidar dos filhos, do marido e do lar. Em 1977 volta com força, lançando novos discos, viajando o Brasil e participando de espetáculos, fazendo novas amizades no ramo musical, que lhe abriram portas, gravando música de outros cantores, também escrevendo e compondo suas melodias, e se apresentando em rádio e TV, inclusive fora do país.[1]

Por desentendimentos constantes nos últimos anos, Nara e Cacá se divorciaram em 1977, após 10 anos de casados, e assim a cantora voltou a usar seu sobrenome de solteira. Ela saiu da casa do marido com os filhos e foi morar sozinha com eles em uma casa que tinha há alguns anos. Sua depressão voltou mais forte, e Nara voltou a fazer terapia e passou a se dedicar intensamente a música, fazendo seu sucesso aumentar a cada dia mais. Ela não se casou novamente, e durante os anos seguintes, aparecia na mídia sempre com algum namorado novo. No ano de 1978, divulgou discos e passou a fazer shows nacionais e internacionais. Sua faculdade de psicologia foi interrompida para Nara manter sua agenda de cantora.[1]

Em 1979, enquanto fazia muito sucesso, passou por um episódio onde sentiu-se muito mal, com dores fortes de cabeça, tonturas e desmaiou, acabando internada. O verdadeiro motivo não foi identificado naquela ocasião e ocorreram diagnósticos conflitantes, desde causas psicológicas a problemas cardíacos, envolvendo a válvula mitral.

Apesar de seu emocional abalado, isso não a fez se entregar novamente a depressão: Nos anos 80 fez muito sucesso, viajando o Brasil e o mundo, lançando novos discos, gravando canções, atuando em musicais no teatro e fazendo parcerias musicais. Nesta época viajou para o Japão, onde divulgou a Música Popular Brasileira. De vez em quando passava mal em algum show, mas logo se restabelecia. Começa a fazer shows sozinha com seu violão, e também volta a se interessar por política, participando de eventos públicos a favor da eleição direta para presidente no Brasil.[1]

Em 1986 sua saúde piorou, passando a ter dores mais fortes de cabeça e esquecimento das coisas que fazia. Isso acabou prejudicando sua carreira, pois Nara, por mais que ensaiasse, esquecia totalmente as letras de música, ou o repertório, durante algumas apresentações, o que a deixava muito constrangida e triste. Sua dose de remédios fora aumentada, e após diversos exames, que nunca mostravam a causa de suas dores, descobriu-se, então, que o grande problema era um tumor maligno no cérebro. Sua natureza nunca foi determinada, nem o porquê se desenvolveu, já que para descobrir a causa do coágulo, seria necessário realizar uma biopsia, para extrair o tumor, mas ele se encontrava em uma área nobre do cérebro, a da fala, o que impossibilitaria qualquer intervenção no local. Caso fizesse qualquer procedimento no local, Nara poderia ficar em estado vegetativo, e parar de andar, falar, ouvir e enxergar. Os médicos preferiram que ela tomasse medicações contínuas, em vez de arriscar uma cirurgia que poderia matá-la ou deixá-la inválida. Assustada e muito deprimida, Nara passou a maior parte do ano em repouso, sendo cuidada pelo seu namorado Marco Antonio Bompet, seu secretário e produtor Miguel Bacelar e sua irmã Danuza Leão. Apesar de estar doente, quando se sentia melhor fazia pequenos concertos pela Zona Sul do Rio. Só a música conseguia tirá-la do foco em seus problemas pessoais.[1]

Em 1987 e 1988, teve uma considerável melhora de saúde e passa a fazer temporadas de shows em casas noturnas do Rio, muitos deles em companhia de seu ex-namorado, Roberto Menescal, que tinha deixado suas funções de executivo da gravadora Polygram e voltara a atuar como músico.[1]

Morte

Em 1989 fez sua última apresentação no Pará. Ao voltar para o Rio, sua saúde piorou, com dores que não passavam nem com a medicação prescrita pelo médico. A crise se deu após uma convulsão, quando a cantora precisou ser internada às pressas. Nara entrou em estado pré-comatoso e, pouco depois, em coma. Após passar um bom tempo no hospital, o tumor repentinamente rompeu-se, e Nara teve uma hemorragia fatal, não havendo tempo hábil para que os médicos pudessem salvá-la. A cantora morreu na Casa de Saúde São José, em 7 de junho, uma quarta-feira, ao meio-dia, e sepultada no Cemitério de São João Batista, também na capital fluminense.

Seu último disco foi My foolish heart, lançado naquele mesmo ano, interpretando versões de clássicos americanos.[1]

Após a morte

Nara Leão em ilustração de Ina Carolina, 2008.

Em 2002, seus discos lançados anteriormente em LPs foram relançados em duas caixas separadas - uma com o período 1964-1975 e a outra 1977-1989 - trazendo também faixas-bônus e um livro sobre sua biografia.[1]

Em 2007, a cantora Fernanda Takai gravou o disco Onde Brilhem os Olhos Seus, interpretando canções típicas do repertório de Nara Leão, fazendo assim uma homenagem. Em janeiro de 2012, seu acervo de fotografias, músicas e documentos foi digitalizado e aberto para consulta.[2]

Ainda em 2007 Nara foi homenageada no especial Por Toda Minha Vida da TV Globo.[3]

No início de 2022 a série documental "O Canto Livre de Nara Leão" estreou no Globoplay. Dividida em cinco episódios, a produção relembra a vida e a carreira da cantora, que completaria 80 anos em janeiro desse ano.[4]

https://pt.wikipedia.org/wiki/Nara_Le%C3%A3o

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PADRE CÍCERO E O JORNALISTA JOÃO NOGUEIRA

Por Beto Klöckner Rueda

  

Padre Cícero e o Jornalista João Nogueira.

Foto de 11/09/1925.

Fonte:

GUIMARÃES, Therezinha Stella; DUMOULIN, Anne. O padre Cícero por ele mesmo. Fortaleza: Inesp, 2015.

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MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL, SECRETARIA NACIONAL DE SEGURANÇA HÍDRICA - BRASÍLIA DF.

 

Resolve. Em atendimento ao ofício n° 003, de 22 de abril de 1922. Enviado por Luís Bento de Sousa, Diretor de Cultura de Jati-CE, a este ministério, solicitando a liberação para a fixação da cruz do Cangaceiro " Negro João Calangro ", renascente do grupo cangaceiro de Antônio Quelé de Carvalho em 27 de novembro de 1910, abatido pelos companheiros bem antes a era lampiônica, que si encontra sob-messas as águas da barragem Hamilton Timóteo Filho, reservatório de Jati.



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Luís Bento

Diretor de Cultura.

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GRUPO DE TRILHEIROS DE PAULO AFONSO VISITA MUSEU CASA DE MARIA BONITA

 Por João de Sousa Lima


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ABDIAS, ZITO BORBOREMA, LUIZ GONZAGA, MIUDINHO E MARINÊS.

 Por Gonzaguiando

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DIÁRIO DO CORONEL ANTÔNIO GURGEL. PARTE III.

 Por Cangaçologia

https://www.youtube.com/watch?v=MVtBEL32Ob4&ab_channel=Canga%C3%A7ologia

LAMPIÃO NO RIO GRANDE DO NORTE. Nesta terceira parte do documentário apresentarei as notações que foram escritas no diário do coronel Antônio Gurgel, nos dias 16 e 17 de junho de 1927, durante o período em que esteve refém de Virgolino Ferreira da Silva "Lampião" e de seu bando. Nos dias supracitados o coronel Antônio Gurgel relatou em seu diário a continuação da fuga do bando pelo estado do Ceará, a tensão dos prisioneiros em relação à chegada dos valores de resgate exigidos, a descontração dos Cabras diante do perigo iminente e a aproximação das Volantes. Um relato sensacional que deve ser conhecido por quem se interessa em conhecer a saga cangaceira. Imperdível! Uma extraordinária epopeia. Não percam. Convido a todos para se inscreverem no canal e ativar o sino para receber todas as nossas publicações e atualizações. Forte abraço... Cabroeira! Geraldo Antônio de Souza Júnior - Criador e administrador do canal.

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domingo, 11 de junho de 2023

CORONEL ANTONIO GURGEL CONTA COMO LAMPIÃO ENTROU EM LIMOEIRO CE COMO UM REI

 Por Na Rota do Cangaço

https://www.youtube.com/watch?v=moQtLJsxu8Q&ab_channel=NaRotaDoCanga%C3%A7o

“Lampião” e seus setenta bandidos observados de perto por uma de suas vítimas. O Coronel Antônio Gurgel, figura de destaque em Mossoró e que esteve prisioneiro dos salteadores – Semanas de combates e fugas – em seu diário relata como se dá a entrada triunfal do bando nas terras do Ceará. Fotos extraídas do google Foto de Manoel Barreto Leite extraída do livro nas garras de Lampião. Relato contido no livro Nas Garras de Lampião (Diário) Edição – Revista e Ampliada Edição Especial Para o Acervo Virtual Oswaldo Lamartine de Faria ANTÔNIO GURGEL RAIMUNDO SOARES DE BRITO Siga-nos no instagram e acompanhe todo o nosso bastidor @narotadocangaço

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DIÁRIO DO CORONEL ANTÔNIO GURGEL. PARTE II.

 Por Cangaçologia

https://www.youtube.com/watch?v=LiyxTM5bxOQ&ab_channel=Canga%C3%A7ologia

LAMPIÃO NO RIO GRANDE DO NORTE. Nesta segunda parte do documentário apresentarei as notações que foram escritas no diário do coronel Antônio Gurgel nos dias 14 e 15 de junho de 1927, durante o período em que esteve refém de Virgolino Ferreira da Silva "Lampião" e de seu bando. Um relato surpreendente sobre a retirada (Fuga) do bando cangaceiro da cidade de Mossoró/RN, a tensão dos prisioneiros, a peleja dos mensageiros para entregar os valores dos resgates exigidos e a chegada triunfal de Lampião e de seu bando na cidade de Limoeiro do Norte no estado do Ceará. Uma extraordinária epopeia. Não percam. Convido a todos para se inscreverem no canal e ativar o sino para receber todas as nossas publicações e atualizações. Forte abraço... Cabroeira! Geraldo Antônio de Souza Júnior - Criador e administrador do canal.

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SÓ PARA DEIXARMOS OS CANGACEIROS RESPIRAREM UM POUCO. APÓS ESTA LEITURA, VAMOS SEGUI-LOS. - MORTE DE SADDAM HUSSEIN

Por José Mendes Pereira

Saddam Hussein quando era Presidente do Iraque

"Tantas alegrias vividas, tantos apertos de mãos queridos, tantos abraços recebidos de pessoas importantes, tantos elogios, tantos convites para participar de festas de celebridades, tantos amores apaixonados vividos, tantas festas em família, tantos carrões dos mais modernos e sofisticados modelos, tantos barcos, veleiros e navios no seu comando, tantos aviões à sua disposição, tanto dinheiro e ouro, tantas riquezas juntas e espalhadas, tantos ódios expostos e ocultos, tantos sim e tantos não, tantas promessas não realizadas..., e tudo isso, completava a felicidade de Saddan Hussein, que agora, não vale mais do que um cadáver adormecido no túmulo de um homem que um dia foi tão amado pelos seus admiradores e seguidores,  e além do mais, respeitado no mundo inteiro. 

https://www.youtube.com/watch?v=whtixbfe7_M&ab_channel=reVis%C3%A3o

Saddam Hussein agora está morto, nada mais vale, apenas seu nome figura entre os seus seguidores e mais nada.  Com o seu sorriso sarcástico entre os dentes, Saddan Hussein pensava que era o verdadeiro dono do Iraque. Matou, humilhou, judiou covardemente, coisa que ele mesmo sabia, que o homem arrogante que ainda não caiu, um dia cairá". 

https://revistaforum.com.br/opiniao/2021/7/29/por-que-diabos-ninguem-defendeu-estatua-do-saddam-por-lel-teles-101141.html

Hoje, de um homem que durante décadas mandava e desmandava no país chamado Iraque, simplesmente, só restam os seus restos mortais dentro de um túmulo esquecido, que nem todos iraquianos daquele país, querem um dia visitá-lo. Tudo que você fez de ruim, Saddan Hussein, um dia chegaria a sua vez, tinha que pagar assim mesmo, com a morte. Morreu de graça. Exílio foi oferecido, mas infelizmente você não quis, dizendo que queria ser o mártires do seu país. Péssima escolha, você fez.

BIOGRAFIA DA ESPOSA DE SADDAM HUSSEIN.

https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/traicao-e-incesto-o-conturbado-casamento-de-saddam-hussein-e-sajida-talfah.phtml

https://pt.wikipedia.org/wiki/Sajida_Talfah

Sajida Khairallah Talfah[1] (em árabe: ساجدة خيرالله طلفاح); nascida em 1937, é a viúva e esposa do antigo presidente iraquiano Saddam Hussein, e mãe de dois filhos (Uday e Qusay) e três filhas (RaghadRana, e Hala).[2]. Ela era também prima de Saddam, já que era a filha mais velha de Khairallah Talfah, tio materno de Saddam. 

Quando Saddam era jovem, foi morar com o tio Khairallah, e foi criado pela família de Sajida. Ela era uma professora de escola primária antes de casar-se com Saddam. Ela se casou com ele em um casamento arranjado em 1963.

Em 1986, Saddam casou-se com outra mulher, Samira Shahbandar, enquanto ainda estava casado com Sajida. Sajida ficou enfurecida, e Uday Hussein, filho de Saddam e Sajida, ficou também irritado com a nova esposa de seu pai. Uday acreditava que sua herança estava ameaçada pela nova esposa. Ele também tomou isso como um insulto à sua mãe. 

Em 1988, em uma festa em honra de Suzanne Mubarak, esposa do presidente egípcio, Hosni Mubarak, Uday espancou e esfaqueou Kamel Hana Gegeo até à morte. Uday acreditava que Kamel, havia apresentado Saddam a Samira, e que ele organizava suas reuniões. Alguns dizem que o assassinato de Gegeo foi um pedido de Sajida. Embora o marido casou-se com outra mulher, Sajida e Saddam nunca se divorciaram.

Em 1989, o irmão de Sajida, Adnan Khairallah, um general do exército iraquiano, foi morto em um suposto acidente de helicóptero no deserto durante uma tempestade de areia. Muitas pessoas acreditam que Saddam ordenou a um dos seus guarda-costas para plantar uma bomba no helicóptero por causa da crescente popularidade de Adnan. Sajida ficou furiosa, e culpou Saddam, acreditando que a morte de seu irmão não foi um acidente.

Ela foi colocada sob prisão domiciliar em 1997 por supostamente tramar um atentado contra o seu filho Uday, em dezembro de 1996. Pode-se mencionar que um ano antes disso, seu marido havia matado dois de seus genros, Hussein Kamel (o marido Raghad) e Saddam Kamel (o marido de Rana).

Sajida, juntamente com muitos membros de sua família, fugiram do Iraque em 1990 por causa da Guerra do Golfo, e deixaram o Iraque antes dos bombardeios começarem.

Referências

 Iraq sculpture destroyed by fire. BBC. 4 April 2008

 No UK asylum for Saddam's family. BBC. 5 June 2003

Leia também: https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/traicao-e-incesto-o-conturbado-casamento-de-saddam-hussein-e-sajida-talfah.phtml

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CANGAÇO - CORONÉIS DO CARIRI CEARENSE

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=Lvqr1VyqDA0&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Cangaço - Coronéis do Cariri Cearense Dr. Napoleão Tavares fala sobre: - Coronéis do Cariri Cearense - Pacto dos coronéis - Floro Bartolomeu Participação: Historiador Renato Dantas Link desse vídeo:    • Cangaço - Coronéi...  

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CANGAÇO - ISAÍAS ARRUDA, COMPARSA E TRAIDOR DE LAMPIÃO

Por Aderbal Nogueira 

https://www.youtube.com/watch?v=fqy8_IW2Y6A

Esse vídeo é uma coletânea sobre Isaías Arruda. Os pesquisadores Bosco André, Antônio Amaury, José Cícero e Calixto Jr. falam um pouco sobre o temido Cel. Isaías Arruda. 

Nesse vídeo também, os depoimentos de João Nogueira e Valdemar Caracas, que conheceram pessoalmente Arruda. E ainda conheça com a gente o subsolo da casa do Coronel Isaías Arruda. Link desse vídeo:    • Cangaço - Isaías ...

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QUARTO BISPO DA DIOCESE DE MOSSORÓ

 Por Lindomarcos Faustino

EM 11 DE JUNHO DE 1960 – Foi eleito o quarto bispo da Diocese de Mossoró, o cearense Dom Gentil Diniz Barreto, sendo sagrado na Catedral de Nazaré-PE, tomando posse no dia 12 de outubro daquele mesmo ano. Dom Gentil Barreto renunciou o bispado. Escolheu o lema “ENVIAI O VOSSO ESPÍRITO”. Nasceu no dia 23 de novembro de 1910, na cidade de Fortaleza, Estado do Ceará, sendo seus pais: Artur Diniz Barreto e Maria Luiza Diniz Barreto. 

Faleceu no dia 09 de outubro de 1988, na cidade de Mossoró, vítima de um câncer no aparelho digestivo. Em sua homenagem o povo mossoroense deu o seu nome a um largo ao lado da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, no bairro Abolição II, uma justa homenagem ao 4° bispo da Diocese de Mossoró.

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OLHA O MOCÓ, OLHA O MOCÓ!

Por Clerisvaldo B. Chagas, 9 de junho de 2023

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.902

Com a inflação em queda, faz lembrar o tempo de seca no Sertão alagoano no final do século XX.  A fome estava uma coisa série no campo e nas periferias das cidades. Mas dizem que “quando Deus tira os dentes, aumenta a goela”, chegou da providência Divina, uma grande praga de preás nos campos que invadiam as grandes plantações de palma forrageira. Muitas famílias, passaram a viver do consumo de preá e a renda da sua venda. Nos mercados das cidades sertanejas surgiram montes desses roedores fazendo com que a pobreza se fartasse dessa proteína. Em Pernambuco os agricultores colocavam veneno para acabar a praga, em Alagoas, o preá matava a fome do povo. Entretanto queremos falar de bicho parecido chamado mocó.

Foto - Mocó

O mocó (Kerodon rupestris) é um roedor que mede até 40 centímetros e que pode chegar a um quilo. Gosta de viver em comunidade, mora e passeia em pedregulhos de porte, aceiros e túneis de macambiras. Na Natureza pode viver entre 6 e 8 anos, sujeito a todos os predadores, inclusive, ao homem. É encontrado em todo o Nordeste, principalmente na caatinga até o norte de Minas Gerais. O mocó é um herbívoro e aprecia alimentar-se de casca de árvores mofumbo, faveleira e parreira brava, que se estiverem faltando faz o mocó procurar gramíneas. Gosta de malocas e rachaduras rochosas, onde se sentem mais seguros, mas estão sujeitos à onça, ao gato maracajá, ao gavião, ao carcará e à cobra. Sua pelagem varia de um amarelo-acinzentado ao alaranjado com a parte inferior branca.

Devido ao seu tamanho, é muito caçado pelo homem e alguns acham a sua carne mais saborosa do que a do preá. Este se encontra com frequência, porém o mocó é mais restrito. Podemos dizer que é um animal em extinção. Alguns pequenos proprietários rurais, procuram protegê-lo apenas evitando à caça nos seus imóveis, feito essas comunidades proliferam. Mas, nem todos os fazendeiros possuem essa consciência e os mocós ficam à mercê de caçadores profissionais ou amadores. Abater um bichinho desses, enche de satisfação o dono da espingarda, como se tivesse feito uma ação digna de ganhar troféu. Afinal, o homem é um exterminador voraz da flora e da fauna.

Brevemente mocó só em fotografias.

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UM CAMPONÊS TRABALHADOR.

Por Antonio Correa Sobrinho. 

Numa estrada das bandas do povoado Maranduba, em Poço Redondo, alto sertão sergipano, paramos a viatura pra consultar este homem. 

- Bom dia! Como vai o senhor? 

Respondeu: 

- Lutando. 

Tirou nossas dúvidas. Perguntado, disse ter 80 anos de idade. Admirados, perguntamos se nos dava uma foto sua, para a posteridade. Assentiu. 

Não fez pose. Um calejado sertanejo, um vigoroso ancião.

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VAI FAZER FESTAS PARA "DEBUTANTE, CASAMENTO, BATIZADO...", PROCURA CONTRATAR O CANTOR ALAN JONES E SUA GALERA.

 Por José Mendes Pereira


Se vai promover festas para debutante, casamento, batizado..., procura com urgência contratar o cantor Alan Jones e sua galera, para a realização que você deseja. Grupo que faz a sua festa do seu gosto. Um cantor … Alan Jones - Radiola Clube ... Um tecladista - Um saxofonista ... Num cenário ! O mar!! Música , mar , artistas…a vida , a inspiração que vem de Deus !!

 Como entrar em contato com o grupo para contratá-lo:

Basta chegar até ao Restaurante "O ATALAIA" (que é propriedade do cantor Alan Jones),  localizado à Rua Raimundo Firmino de Oliveira, mesmo em frente à empresa TRANSBET, rua do IFRN, antigo CEFET. - Bairro Costa e Silva - Comunidade Teimosos, ou ainda através do seu facebook com o título "Alan Jones Príscila".

Príscila e Alan Jones.

Um grupo artístico já consagrado por sua vasta experiência com festa para debutante, casamento, batizado, além outros eventos comemorativos.

Prestigie os artistas mossoroenses! São os nossos conterrâneos que devemos contratá-los para estes fins. Cuida  logo para localizá-lo, porque, às vezes, a agenda já está cheia.

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ENCONTRANDO POETAS E VIOLEIROS

  Por José Mendes Pereira

Manel Soares (Careca) e José Di Rosa Maria (Zé Ribamar). 

Se você vai promover uma brincadeira em sua casa e está pensando em fazer uma cantoria com bons violeiros e poetas, procura o José Di Rosa Maria, que além dele, tem vários amigos profissionais na poesia e na viola, que animarão a sua festa.

Entre em contato com ele através deste número 9.9458-6607, ou pelo endereço eletrônico - ibamarpoeta@outlook.com

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DIÁRIO DO CORONEL ANTÔNIO GURGEL. PARTE I.

Por Cangaçologia
 https://www.youtube.com/watch?v=ijW4Es5GflI&ab_channel=Canga%C3%A7ologia

LAMPIÃO NO RIO GRANDE DO NORTE. ANOTAÇÕES DOS DIAS 12 E 13 DE JUNHO DE 1927.
Nesse documentário que apresentarei em episódios, trarei as anotações escritas no diário do coronel Antônio Gurgel que foi sequestrado por Lampião e seu bando no dia 12 de junho de 1927, na ocasião da travessia do bando rumo à cidade de Mossoró no estado do Rio Grande do Norte, onde tencionavam invadir e saquear.

No trajeto até Mossoró, Lampião e seus comandados sequestraram várias pessoas a fim de utilizá-las como escudo, assim como exigir importâncias para suas solturas, sendo um desses sequestrados o coronel Antônio Gurgel, que teve a brilhante ideia de registrar em um diário particular o dia a dia do bando e dos sequestrados e todos os acontecimentos que envolveram a aproximação, a chegada e a fuga de Mossoró/RN, após a malograda tentativa de invasão à cidade por parte do bando.
Uma extraordinária epopeia que vocês conhecerão a partir de hoje. Não percam. Convido a todos para se inscreverem no canal e ativar o sino para receber todas as nossas publicações e atualizações. Forte abraço... Cabroeira!
Geraldo Antônio de Souza Júnior - Criador e administrador do canal.

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ZÉ SERENO - DEPOIMENTO DE UM EX-CANGACEIRO DO BANDO DE LAMPIÃO. PARTE I.

 Por Cangaçologia

https://www.youtube.com/watch?v=9wvD-nmvqGM&t=3s&ab_channel=Canga%C3%A7ologia

Um fantástico e surpreendente depoimento, onde Zé Sereno, um ex cangaceiro do bando de Lampião, fala sobre sua vida durante o período em que integrou as hostes cangaceiras e como ele e sua companheira Sila, escaparam da morte naquela manhã de 28 de Julho de 1938 em Angico, quando a Força Volante Alagoana deu cabo de Lampião, Maria Bonita e outros nove cangaceiros.

Detalhes impressionantes que farão vocês repensarem sobre os momentos finais da vida do Rei do Cangaço.

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CANGAÇO - LAMPIÃO EM MINAS GERAIS

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=VYjnN6zCTa4&t=366s&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

O pesquisador Júnior Almeida analisa a obra "Lampião, o Invencível", também conhecida como "Lampião de Buritis", livro este que fala sobre a suposta vida de Lampião no estado de Minas Gerais. Link desse vídeo:    • Cangaço - Lampião...  

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LAMPIÃO E A MORTE DE CHICO CHICOTE - A TRAGÉDIA DAS GUARIBAS

 Por No Rastro do Cangaço

https://www.youtube.com/watch?v=MpjZbbRLf28&ab_channel=NoRastroDoCanga%C3%A7o

Após espalhar a notícia de que estavam no encalço de Virgulino Ferreira da Silva, Lampião, o Rei do Cangaço e seu Bando de Cangaceiros, uma junção de três Forças Policiais Volantes, sendo uma pernambucana, uma cearense e outra paraibana, auxiliadas por civis, cercaram e atacaram a fazenda e após trinta e uma horas de cerrado tiroteio conseguiram eliminar o bravo, valente e temido Chico Chicote e parte de seus apoiadores.

O "Fogo das Guaribas" aconteceu no dia primeiro de fevereiro de 1927, na Fazenda Guaribas de propriedade do coronel Francisco Pereira de Lucena, conhecido como "Chico Chicote", localizada entre os municípios de Porteiras e Brejo Santo no estado do Ceará.

Ficando esse fato conhecido na história como a "Tragédia das Guaribas".

Fonte: Relato baseado no livro Lampião a Raposa das Caatingas - José Bezerra Lima Irmão.
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