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sábado, 11 de abril de 2015

PELOS CAMINHOS DE LAMPIÃO

Por Rostand Medeiros

DOCUMENTÁRIO “CHAPÉU ESTRELADO – OS CAMINHOS DE LAMPIÃO NO OESTE POTIGUAR” COMEÇARÁ SUAS FILMAGENS EM BREVE
Yuno Silva – Repórter, jornal Tribuna do Norte, edição de 10 de abril de 2015

A passagem meteórica de Virgulino Ferreira da Silva pelo Rio Grande do Norte, em junho de 1927, vai muito além da histórica derrota sofrida em Mossoró. Eterno rei do cangaço, temido e amado por muitos, Lampião circulou 96 horas por terras potiguares deixando um rastro de violência que o tempo não foi – e muito provavelmente não será – capaz de apagar. É no encalço dessa rota, que durou apenas quatro dias, que o documentário em longa-metragem “Chapéu Estrelado – Os caminhos de Lampião no Oeste Potiguar” cai na estrada a partir do dia 22 de abril. A data de lançamento ainda não está definida, mas a intenção da equipe é lançar ainda este ano.

Com direção do cineasta carioca Silvio Coutinho, roteiro do escritor e artista plástico Iaperi Araújo, produção executiva do crítico de cinema Valério Andrade (FestNatal) e pesquisa de Rostand Medeiros, o filme refaz o caminho que o bando de Lampião (1898-1938) trilhou entre 10 e 14 de junho de 1927 pelo interior do Ceará, Paraíba e RN. Período que marcou o início do fim do reinado do Capitão Virgulino pelo Sertão nordestino.

Tribuna do Norte, edição de 10 de abril de 2015

A proposta do ‘road movie’, cujas imagens serão capturadas com equipamento de tecnologia 4k (resolução quatro vezes superior ao padrão ‘Full HD’), é registrar a memória de herdeiros diretos, gente que está na faixa dos 80 anos, daqueles que testemunharam episódios envolvendo o famoso cangaceiro. Entre os depoimentos, imagens antigas e comentários de historiadores e estudiosos do tema.


Sem amparo de leis de incentivo ou editais, com alguns apoios locais, o documentário será rodado de 22 de abril a 6 de maio na zona rural de cidades como Luis Gomes, Major Sales, Marcelino Vieira, Antônio Martins, Caraúbas, Apodi, Felipe Guerra, Governador Dix-Sept Rosado, Mossoró e Baraúnas – em 1920 o caminho dos cangaceiros atravessava seis municípios, hoje são 19.

“Nosso ponto de partida será a fazenda de Ipueira, em Aurora no Ceará, onde Lampião foi acolhido pelo Coronel Isaías Arruda. Foi lá que ele conheceu o pistoleiro (e dublê de cangaceiro) Massilon, que seria seu guia pelo RN. O alvo do bando era Mossoró”, disse Rostand Medeiros, escritor e autor da pesquisa que embasou o projeto “Nas Pegadas de Lampião” encomendada pelo Sebrae-RN em 2010. Saindo de Aurora, o filme segue Lampião pela Paraíba, sobe a ‘tromba do elefante’ e termina na cidade de Limoeiro do Norte também no CE.

O livro “Lampião e o Rio Grande do Norte: a história da grande jornada”, de Sérgio Dantas, está sendo utilizado como base de dados para o trabalho de percorrer  e filmar o caminho de Lampião no RN – Fonte da foto – lampiaoaceso.blogspot.com

O mapeamento inicial do trajeto dos cangaceiros pelo RN foi feito pelo juiz Sérgio Dantas, que em 2005 lançou o livro “Lampião e o Rio Grande do Norte: a história da grande jornada”. No livro, Dantas desfaz equívocos e tira das costas de Virgulino Ferreira uma série de crimes que o cangaceiro não teria como cometer por questões temporais e geográficas.

Dinheiro e vingança

“A resistência em Mossoró é um fato histórico muito importante, mas a curta passagem de Lampião pelo RN vai além”, garante Rostand, que já percorreu todo o percurso de moto para se aproximar da trilha original feita à cavalo. O pesquisador ressalta que Lampião tinha pretensões puramente financeiras na empreitada, enquanto Massilon e o Cel Isaías Arruda também tinham motivação pessoal, política e de vingança. “Quando Virgulino percebeu que estava sendo usado era tarde, o estrago estava feito. O plano dos cangaceiros era subir sem alarde até Mossoró, queriam manter o elemento surpresa, mas Massilon tocou o terror logo no primeiro povoado (Canto do Feijão, atual Santa Helena na PB) matando o delegado do lugar”.

Jornal de Caicó repercutindo o ataque de Lampião e seu bando a Mossoró

Sobre o combate em Mossoró, Rostand informa que há um entendimento de que Lampião não foi para a linha de frente propriamente dita, e sim enviou subgrupos comandados por Massilon (que conseguiu fugir do massacre), e os cangaceiros Sabino, Colchete e Jararaca – este último capturado, executado e que hoje é tido como santo para devotos que visitam seu túmulo todo Dia de Finados na capital do Oeste.

Em 2010, realizando uma consultoria para o SEBRAE-RN, percorri junto com o amigo Solón Rodrigues Netto o caminho de Lampião no Rio Grande do Norte, baseando a rota no trabalho de Sergio Dantas, Já naquele período este trabalho havia sido notícia no jornal natalense Tribuna do Norte.

“Mossoró utiliza, com razão, muito a memória desse ataque, mas tem muita coisa no caminho”, avisa Rostand, citando o exemplo da igreja de São Sebastião construída no alto da Serra de Veneza, em Antônio Martins, por pessoas que conseguiram escapar do bando e que prometeram rezar uma missa anualmente se sobrevivessem.

Diretor Silvio Coutinho – Fonte festnatal2013.blogspot.com

“Até hoje essa missa é rezada”, acrescenta o pesquisador, que ainda não conhece Silvio Coutinho pessoalmente, mas tem trocado ligações telefônicas frequentes com o diretor que chegam a durar horas.

Iaperi Araújo

O roteiro de Iaperi Araújo, que também assina parte da trilha sonora original, teve como base, além das pesquisas, os três livros publicados por ele sobre o assunto: “A Cabeça do Rei – A morte e a morte de Virgulino Ferreira da Silva Lampião” (2007), “No Rastro dos Cangaceiros” (2009) e “Angico 1938” (2013).

O escritor e artista plástico Iaperi Araújo é o roteirista de “Chapéu Estrelado – Os caminhos de Lampião no Oeste Potiguar”

“Há um tempo escrevi um roteiro de ficção sobre Lampião no RN. Acabou não vingando, aí surgiu essa oportunidade do documentário. Quando Silvio Coutinho esteve em Natal, em 2013, para o FestNatal, conversamos e ele ficou muito animado com a ideia”, lembrou Iaperi. “Pediu o básico do básico (passagem aérea, hospedagem e alimentação) pois acredita no potencial do projeto”.

Visão do Diretor

“Não conhecia a dimensão dessa passagem de Lampião aí pelo RN, fiquei fascinado com o que ouvi e me ofereci para ajudar a levar essa história para o cinema”, contou o diretor Silvio Coutinho por telefone ao VIVER. “Estamos fazendo tudo com muito cuidado, muito carinho. O projeto está sendo conduzido com seriedade e acredito muito nesse filme”.

Coutinho adiantou que o formato do documentário, que conta com parceria da produtora Locomotiva Cinema de Arte (RJ), será moderno, dinâmico. “Vamos explorar bastante a paisagem dos três estados onde vamos filmar (CE, PB e RN) e ouvir herdeiros dessa memória pelo caminho”.

A produção executiva deste documentário esta a cargo de Valério Andrade, crítico jornalista e diretor do Festnatal.

O cineasta carioca ressalta que o prioridade “máxima” é que a primeira exibição pública seja no RN, “pelo menos” em Natal e Mossoró.  “pelo menos”. O plano é lançar ainda em 2015, mas a data não foi definida. “Depois do lançamento, e antes de chegar ao circuito comercial, pretendemos fazer o circuito de festivais nacionais e internacionais. O cangaço é um tema internacional e continua atual, vide o filme ‘A Luneta do Tempo’, de Alceu Valença, que aborda o cangaço de forma lúdica e poética”

Em 2010, percorrendo o caminho de Lampião no RN e entrevistando aqueles que tinham historias inesquecíveis daquele junho de 1927, que o Rio Grande do Norte jamais esquecerá.

Ele destaca que, apesar de contar com apoio de instituições potiguares, grande parte do investimento é próprio. “Apostamos na repercussão do filme, por isso resolvemos rodar sem esperar por editais e captação via lei de incentivo. Tudo para não perder, como diz Iaperi, ‘o trem da história’. Essa memória da passagem de Lampião pelo RN ainda está muito impregnada nas pessoas, na paisagem, e através do cinema podemos compartilhar com um público maior”.
Colaborou: Cinthia Lopes – editora 

AOS LEITORES E VISITANTES DO BLOG TOK DE HISTÓRIA – DEVIDO A MINHA PARTICIPAÇÃO NESTE DOCUMENTÁRIO, FAREMOS UMA PAUSA NAS PUBLICAÇÕES DO NOSSO BLOG. CONTAMOS COM A COMPREENSÃO DE TODOS E EM BREVE VOLTAREMOS.

UM GRANDE ABRAÇO!
ROSTAND MEDEIROS

Extraído do blog Tok de História do historiógrafo e pesquisador do cangaço Rostand Medeiros

http://tokdehistoria.com.br/2015/04/11/pelos-caminhos-de-lampiao/

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FRASE DO CANGACEIRO CORISCO


"Eu não tenho medo do futuro, desde que ele venha de frente."

Fonte: facebook

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A POLÍCIA CERCOU E ACABOU COM CORISCO


Um dos Jornais que noticiaram a morte do cangaceiro Corisco e o ferimento na perna da sua companheira Dadá

Fonte: 
Jornal A Tarde de Salvador, de 27 de Maio de 1940 (segunda-feira).

Fonte: facebook
Página: Adauto Silva

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FIGURAS MOSSOROENSE

Por José Rodrigues da Costa

Este mossoroense, nasceu na Fazenda Mulungu, distante da cidade 20 Km, município de Mossoró, no dia 02 de dezembro de 1938; filho de seu José Frederico da Costa e Maria Salomé Silva da Costa.

Suas primeiras letras aprendeu em uma escola, que ficava na comunidade de Sítio Trapiá, com a professora Santinha. Em 1954 sua família passou a morar na cidade de Mossoró, onde Zé Rodrigues concluiu o 2º Grau. Por necessidade começou a trabalhar ainda muito jovem, tendo como primeiro trabalho a mercearia de Vicente Gomes Bezerra, onde era fabricados caixões de defuntos. Quando ele fazia trabalhos noturnos, por várias vezes dormia dentro de caixão, pois havia muitos mosquitos. Foi ainda alugador de bicicletas, quando ele instalou um posto na Praça Rodolfo Fernandes. 


Roberto Carlos e Dedé Rodrigues do foto

Em 1960 foi para São Paulo, onde permaneceu por dois anos, onde aprendeu a trabalhar com a fotografia, naquela capital trabalhou de servente de pedreiro, pintor e descobriu a paixão pela fotografia. 

Em 1963 retornou para sua cidade natal e instalou um pequeno Studio Fotográfico, mas com uma máquina emprestada pelo Dr. José Suêldo Câmara.

José Rodrigues durante mais de 50 anos de trabalho, no ramo da fotografia, vem documentando a cidade em todos seus aspectos e registrando o desenvolvimento de Mossoró e região. 

Pensando nas gerações futuras está preparando um trabalho, através das fotografias, que perpetuarão o nosso município de Mossoró.

Fonte: facebook

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MATÉRIA DO DIÁRIO OFICIAL DE BELO HORIZONTE.

MATÉRIA DO DIÁRIO OFICIAL DE BELO HORIZONTE

Dia que os restos mortais dos ex cangaceiros Moreno e Durvinha foram exumados e transferidos para o Cemitério da Saudade, Jazido doado pelo prefeito de Belo Horizonte Dr. Márcio Lacerda.


 Eu, Neli (Lili) filha do casal, quero deixar registrada a minha eterna e sincera gratidão.

Fonte: facebook
Página: Jordani Campos Machado

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NOVO DOCUMENTÁRIO SOBRE LAMPIÃO NO RIO GRANDE DO NORTE - Jornal Tribuna



Material adquirido no blog Tok de História do historiógrafo e pesquisador do cangaço Rostand Medeiros

http://tokdehistoria.com.br/2015/04/10/novo-documentario-sobre-lampiao-no-rio-grande-do-norte/

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LAMPIÃO ALÉM DA VERSÃO...

Por Raul Meneleu Mascarenhas

LAMPIÃO ALÉM DA VERSÃO - Mentiras e Mistérios de Angico do Alcino Alves Costa, velho cangaceiro escrevinhador das barrancas do Velho Chico, nas entranhas da caatinga de Poço Redondo em Sergipe, traz muitas dúvidas e contestações.












Fonte: facebook

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PESQUISADORES REALIZAM ROTA DO CANGAÇO E ENCONTRAM MATERIAL NA GROTA DO ANGICO.


Dia 29 de Março de 2014 os pesquisadores João de Sousa Lima, Lourinaldo Teles, Joventino e Antonio Lira realizaram uma pesquisa por vários lugares onde Lampião passou.

Dentre os lugares da pesquisa passamos no Alto dos Coelhos, Água Branca, pra conhecer o local onde morou o cangaceiro Barra Nova e a Capela, na Cachoeirinha, onde Lampião passou por diversas vezes. No Alto dos Coelhos tivemos um grande apoio de Aldiro (sobrinho de Barra Nova)

Um dos melhores momentos foi vasculhar a Grota do Angico e encontrar uma casca de bala, dois pedaços de chumbadas das balas, um friso e ilhoz dourado. O material foi encontrado dentro da pequena furna e com a ajuda de um detector de metais. Esse material irá compor o Museu do Povo do Sertão, que será organizado por João de Sousa Lima e o acervo de Lourinaldo teles.

A equipe se reunirá nos próximos dias para mais uma aventura nas trilhas do cangaço.

Fonte principal: Blog Caldeirão do Chico

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sexta-feira, 10 de abril de 2015

NOVO DOCUMENTÁRIO SOBRE LAMPIÃO NO RIO GRANDE DO NORTE



NOVO DOCUMENTÁRIO SOBRE LAMPIÃO NO RIO GRANDE DO NORTE

Jornal Tribuna do Norte – 10 de abril de 2015 – CADERNO VIVER…

Material adquirido no blog Tok de História do historiógrafo e pesquisador do cangaço Rostand Medeiros

http://tokdehistoria.com.br/2015/04/10/novo-documentario-sobre-lampiao-no-rio-grande-do-norte/

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A BELA E A FERA


A BELA E A FERA. 

Bem, O feio cangaceiro José Baiano levou uma "gaia". Certo? a mulher dele, a Lídia, por ele raptada, foi a mulher mais bela do cangaço. 

Não confunda. Esta é Lilyanne sobrinha da cangaceira Lídia

Clique neste link: 
http://blogdomendesemendes.blogspot.com.br/2015/04/parecem-ou-nao.html

Não existe fotografia dela, porém, em todos depoimentos dos cangaceiros e coiteiros que a conheceram, afirmam categoricamente que ela era de uma beleza estonteante. Lídia passou a ter um caso extraconjugal com o cangaceiro Bem-Te-Vi, na ausência de JB. O cangaceiro Besouro flagrou os dois em pleno coito. Chantageou Lídia, querendo fazer sexo com ela em troca do segredo e que não denunciaria o fato ao temido corno Zé Baiano. 

O cangaceiro Zé Baiano esposo da Lídia Pereira

Lídia teve uma atitude nobre. Disse que preferia a morte do que ceder àquela chantagem. Bem-Te-Vi caiu no oco do mundo, Besouro denunciou o episódio e foi executado logo em seguida a mando de Lampião. Lídia foi amarrada em um troco de árvore pelo companheiro traído, o qual a matou à paulada na manhã seguinte. Após enterrá-la em cova rasa, caiu em prantos sobre a sepultura da amada infiel. 

A psicologia explica a famigerada atitude da "Pantera Negra", que passou a ser algoz das mulheres que estivessem usando cabelos curtos ou vestidos acima dos joelhos. As vítimas eram ferradas em ferro em brasa na face, como também na virilha.



Zé Baiano era chefe de um subgrupo. Mas Lampião era o superior de todos os subgrupos. Quer dizer: Essa atitude tinha o aval do Rei dos cangaceiros. Ainda pergunto: Por que a mulher do chefe foi tão omissa a tamanha aberração?

Fonte: facebook
Página: Jorge Remígio

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LAMPIÃO: A FAMOSA FOTO DAS DEGOLAS NA REVISTA AVENTURAS NA HISTÓRIAS


http://www.joaodesousalima.com/

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Mapa do Nordeste...


Aos poucos este sentimento toma conta do nordeste...
em 4 estados já fincamos raízes,
16 Nações se somam à verdadeira
Festa da Alma Nordestina

Ceará; Crato, Juazeiro do Norte, Barbalha, Missão Velha, Aurora, Barro, Porteiras,
Lavras da Mangabeira e Brejo Santo

Paraíba; Sousa, Nazarezinho, Lastro,
Princesa Isabel, São José de Princesa

Alagoas; Piranhas

Pernambuco; Floresta

 

Cariri Cangaço do Brasil

http://cariricangaco.blogspot.com.br/

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Vem aí a Cavalgada "Caminhos da Força Volante: No Rastro de Lampião"

Serra do Pico visto de Nazaré

A comunidade de Nazaré do Pico e a Associação Tenente João Gomes de Lira, tem a honra e a alegria de convidar todos os amantes das cavalgadas e apaixonados pelo cangaço, para a PRIMEIRA CAVALGADA
“CAMINHOS DA FORÇA VOLANTE: NO RASTRO DE LAMPIÃO”,
que será realizada no dia 2 de maio de 2015,
no distrito de Nazaré do Pico/Floresta – PE.

PROGRAMAÇÃO

Data: 02 de maio de 2015
Local: Nazaré do Pico/Floresta – PE
6:00 às 7:30 – Concentração e café da manhã (Praça de Nazaré);
7:30 às 8:00 – Bênção e entrega da Bandeira de Nazaré e da Bandeira da cavalgada (em frente à Igreja de Nossa Senhora da Saúde);
8:10 – Saída : Caminhos da Força Volante: No Rastro de Lampião;
10:00 – Fazenda Jenipapo - Apresentação de Grupos Culturais;
10:40 - Caminhos até a Serra do Pico;
11:30 às 12:00 – Chegada da comitiva ao pé da Serra do Pico
Almoço;
14:00 – Retorno a Nazaré do Pico;
15:30 – Tempo Livre;
16:00 às 19:00 – Lançamento dos livros dos escritores:
José Alves, Manoel Alves e Benedito Vasconcelos;
19:30 - Jantar;
20:30 – Missa em memória ao Coronel Manoel Neto;
21:30 – Inauguração do Busto do Coronel Manoel Neto;
22:30 – Festa na Praça
Apresentações de Grupos Culturais e Forró Pé de Serra.


Manoel Neto, bravo Nazareno homenageado do encontro em Nazaré

IMPORTANTE

Taxa de inscrição:
R$ 25,00 por pessoa;
o que dará direito a café da manhã, almoço e jantar.

As inscrições deveram ser feitas até o
dia 20 de abril de 2015,
por e-mail, no endereço:

No ato de inscrição precisa especificar:
Nome, RG, idade, se levará seu cavalo, eventuais exigências e especificar, e-mail, telefone para contato.

Os participantes que não levarem seus cavalos, deveram alugar seu cavalo no local da cavalgada.

OBS: A modalidade de pagamento será comunicada aos inscritos
por E-mail

João Gomes de Lira (in memorian) e Manoel Severo

Realização

Associação Tenente João Gomes de Lira - Cristina Amaral
Comunidade de Nazaré do Pico

Apoio

SBEC - Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço
GECC - Grupo de Estudos do Cangaço do Ceará
GPEC - Grupo Paraibano de Estudos do Cangaço
CARIRI CANGAÇO

http://cariricangaco.blogspot.com.br/2015/04/vem-ai-cavalgada-caminhos-da-forca.html

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quinta-feira, 9 de abril de 2015

JÁ SAIU A 2ª EDIÇÃO DO LIVRO "LAMPIÃO A RAPOSA DAS CAATINGAS"

Por José Mendes Pereira

O livro "Lampião a Raposa das Caatingas" do escritor José Bezerra Lima Irmão já está na 2ª. edição, e veja que a 1ª. edição foi impressa uma enorme quantidade de livros. 

Quem adquiriu este livro fala o quanto ele é importante para todos que gostam de estudar "Cangaço". As pesquisas que o autor fez duraram 11 anos, provam que foi feito um trabalho de alto nível e com muita responsabilidade. 

Adquira este livro para você ser uma autoridade sobre "cangaço", quando o assunto for ele em rodas de amigos. 

Algumas pessoas conversam sobre este tema, mas não têm segurança no que diz, porque apenas ouviram falar, e não leram nada sobre o assunto. Eu já fui uma dessas pessoas que não lia nada sobre "cangaço", apenas eu ouvia e me envolvia na conversa, sem saber o que estava dizendo.

A 2ª edição continua sendo vendida através dos endereços abaixo:

josebezerra@terra.com.br
(71)9240-6736 - 9938-7760 - 8603-6799 
Pedidos via internet:
Mastrângelo (Mazinho), baseado em Aracaju:
Tel.:  (79)9878-5445 - (79)8814-8345
E-mail:   lampiaoaraposadascaatingas@gmail.com 

Clique no link abaixo para você acompanhar tantas outras informações sobre o livro.

http://araposadascaatingas.blogspot.com.br 

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100 Anos: Estação Ferroviária - Templo da Cultura Mossoroense

Por Edilson Damasceno

Lá se vão 100 anos. A Estação das Artes Elizeu Ventania, que tem sua funcionalidade quase que totalmente voltada para shows artísticos, possui um valor histórico que, à primeira vista, não é devidamente reconhecido. Primeiramente pela questão econômica. Foi ali, no prédio construído em 1915, que Mossoró registrou seu primeiro meio de transporte de massa (leia-se popular). Sua estrutura permanece com os parâmetros iniciais, mas pouco se vê o resgate histórico do que aconteceu naquele local. Em 19 de maio de 1915, surgia a Estação Ferroviária de Mossoró, com linha inicial ao Porto Franco, para onde boa parte dos mossoroenses fugiu em virtude da invasão do bando de cangaceiros liderados por Lampião, em 1927. Hoje, Porto Franco é o atual município de Grossos, que era – à época, ligado à cidade de Areia Branca e esta fazia parte do vizinho estado do Ceará.

Ao longo do tempo, a Estação Ferroviária de Mossoró sofreu transformações. Não da sua estrutura. Mas por força do homem e provocadas pelo desenvolvimento da segunda maior cidade do Rio Grande do Norte. O trem que fazia a linha para Porto Franco foi levado à Paraíba algum tempo depois. Especificamente em 1940 e 49 anos depois foi desativada. Os trilhos arrancados e o seu objetivo esquecido. O que veio para fomentar a economia acabou sendo deixado de lado em nome de outros interesses.

Foto histórica: Zepelim sobrevoando a estação em 1945

Quem hoje observa a antiga Estação Ferroviária de Mossoró não pode perceber, diretamente, que dali partiu um dos avisos acerca da chegada de Lampião à cidade. É bem verdade que o aviso maior veio do sino da Catedral de Santa Luzia. Isso em 13 de junho de 1927. Antes disso, muita gente já tinha deixado Mossoró. E tais informações podem ser vistas no Memorial da Resistência, onde se conta toda a história relacionada àquele dia de junho de 1927.

A retomada, não da linha Mossoró/Souza, da importância da Estação para a cidade, se deu em 1999. Dez anos depois de sua desativação. Foi durante o governo Rosalba Ciarlini, prefeita à época, que veio a revigoração de algo esquecido e abandonado. E isso se deu através de parceria envolvendo a Prefeitura de Mossoró e a Petrobras. Ali, em meio ao esquecimento de sua história, surgiu o Museu do Petróleo, o qual apresenta as particularidades relacionadas à atuação da maior empresa de petróleo do Brasil na maior cidade do Rio Grande do Norte. Duas potências econômicas, pode assim dizer, que não têm o devido reconhecimento histórico, pois não se vê nenhuma ação para resgatar traços do passado e apresentar ao presente. Muitos não sabem o que representou a Estação Ferroviária para Mossoró. E os que sabem não têm condições de fazer tal registro.

Hoje, passados 100 anos, a Estação Ferroviária deveria fazer jus ao seu novo nome: Estação das Artes. Mas a arte que é inerente ao espaço é a comercial. Além, obviamente, de acomodar a estrutura de palco do projeto “Mossoró Cidade Junina”, maior festa popular do município.

Edilson Damasceno - JORNAL DE FATO 


Cortesia do envio: José Segundo - Mossoró

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Crato na Literatura de Cordel Por: Rosário Lustosa


CONVITE

Convidamos a todos
para o lançamento do livro:
CRATO NA LITERATURA DE CORDEL em  homenagem  à cidade do Crato
pelos 250 anos de sua Vila Real.

Produção

CENTRO CULTURAL
BANCO DO NORDESTE CARIRI,
PROGRAMA CEARÁ DI VERSO E
GRÁFICA NOBRE.

10 de Abril de 2015
nesta sexta-feira
Horário: 19horas

Auditório da Rádio Educadora do Cariri
Crato, Ceará

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O TRAIDOR OU NÃO DE LAMPIÃO?


Pedro de Cândido foi o coiteiro que foi acusado de ter sido o responsável pela entrega do cangaceiro Lampião à volante policial de Alagoas. Eu como simples estudante do cangaço não o condeno como traidor, ele apenas tentou preservar a sua vida.

Se Pedro de Cândido não tivesse indicado a localização do bando de cangaceiros aos policiais, teria sido morto na mesma hora pelo tenente João Bezerra.



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COINCIDÊNCIAS

Por Valandro Fagundes Ferreira

Chamou-me a atenção o fato de que se não todos mas a maioria dos bandidos, terem quase o mesmo fim, traídos, mortos pelas costas ou tocaia. Senão vejamos, começando por Arthur Arão fora da lei que viveu na região das missões (Rio Grande do Sul), morto por um adolescente de 16 anos, a golpes de facão a traição enquanto assava uma carne no seu esconderijo. O motivo, ciúmes de Artur Arão que estava envolvido com uma mulher de quem ele gostava.

Tivemos também no Rio Grande do Sul, Paco Sanches que viveu na Região da Serra Gaúcha, Bento Gonçalves e arredores e morreu atocaiado pela polícia. Na minha cidade (São Gabriel) o mais famoso foi Tarquínio Cardoso, mais Conhecido por “Tarco” ou Tarco Cardoso, este começou cedo nas correrias, tinha dezesseis anos, vendia leite de casa em casa e no comércio, certo dia um comerciante alegou que Tarco tinha deixado um litro a menos e que iria descontar no apagamento não deu outra, Tarco aplicou uma surra de relho no comerciante e logo a polícia saiu a seu encalço. Esta passagem meu avô Hildebrando Fagundes contava e também nos disse que emprestou um cavalo pra Tarco fugir e que foi combinado que o cavalo seria deixado a uma légua da casa do meu avô, o que aconteceu de fato. Tarco era vizinho dos meus avós (maternos) sempre visitava meus avós na chácara deles. Devo esclarecer que Tarco nunca matou ninguém, o negócio dele era o abigeato (roubo de gado) e contrabando trazido da argentina e Uruguai. Mas... o gaudério tinha uma coisa com ele!! Não levava desaforos pra casa, gostava de uma peleia se envolveu e muitas. Tarco tinha um parceiro chamado Jorge Locatelli, que se juntou a ela para praticar o abigeato e contrabando, certa vez Locatelli tentou estuprar uma moça e Tarco impediu e disse que da próxima vez que acontecesse dele mexer com moça direita iria dar uma surra nele, Tarco e ele havia dormido uma noite na casa dos pais da moça, pela manhã bem cedo foram embora, durante a cavalgada Tarco foi chamando atenção do parceiro que não estava gostando nada do que ouvia. Acerta altura da viagem Tarco apeou do cavalo para abrir uma porteira e atravessarem um campo... Uma perdiz assustou o cavalo de Locatelli e este aproveitou sacou o revólver e atirou em Tarco Pelas costas. Que foi socorrido pelo dono do campo mas não resistiu e acabou morrendo na madrugada na casa do estancieiro.

Vamos agora a Jesse James que, como sabemos foi morto por Bob Ford, seu parceiro também, enquanto arrumava um quadro na parede. Bob Ford foi de uma covardia sem mediadas, praticamente encostou o colt 45 na nuca de Jesse, dando fim a uma lenda do Velho Oeste. Billy The Kid, foi morto por Patt Garret, seu amigo que depois virou xerife, Billy morreu ao entrar num quarto onde no escuro estava seu matador, Kid estava desarmado tinha com ele uma pequena faca que pegou para cortar um pedaço de carne para comer no meio da noite.

Outro personagem chama-se John Dillinger, assaltante de bancos, contemporâneo de Bonnie Parker ( Bonnie ) e Clyde Barrow ( Clyde), este encontro a morte por um acerto feito por Ana Sage, uma imigrante romena morando ilegalmente nos Estados Unidos, com o FBI, que nesta época recém estava sendo organizado, Ana era amiga da namorada de Dillinger na época, Polly Hamilton. O acerto de Ana com o FBI foi para que ela indicasse Dillinger, assim foi feito, as duas amigas iriam ao cinema e ela, Ana, estaria usando um vestido Laranja (Ana ficou conhecida pelo apelido de “a dama de vermelho”, mas era laranja o vestido, cor distorcida pelas luzes da rua), Dillinger percebeu que está sendo observado enquadrou o corpo para sacar o revolver e ao ou vir “pare, policia!”, conseguir escapar entrando em um beco e este beco não tinha saída foi fuzilado pelas costas uma das balas entrou no pescoço e se alojou no coração. Morreu ali.

A dupla Bonnie Parker (Bonnie) e Clyde Barrow (Clyde), teve o seu fim causado por um acerto entre a polícia e um amigo deles chamado Ivi Methvin, cujo o filho, Henry Methvin, andava com Bonnie e Clyde em troca de perdão para o filho, nem todos os crimes foram perdoados. Trato feito, foi dito a polícia por onde a dupla iria passar... Ivi, ficou na estrada de chão simulando estar com o pneu do carro furado... Bonnie e Clyde diminuíram a marcha e imediatamente a polícia os fuzilou sem chances de defesa. Foram mais de 150 tiros. Assim teve o fim a famosa dupla de bandidos americanos. Lampião todos nós conhecemos seu fim, foi traído e sofreu uma emboscada em Angicos.


São Gabriel, RS, 08 de abril de 2015.
Valandro Fagundes Ferreira
Fonte: facebook

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quarta-feira, 8 de abril de 2015

ZÉ RUFINO O MAIOR MATADOR DE CANGACEIROS


Tenente José Osório de faria (zé Rufino) perseguidor de cangaceiros matou Corisco em barra do Mendes, Bahia, no dia 25 de Maio de 1940, liquidando assim o cangaço.


José Osório Farias, o "Zé Rufino", nasceu em 20 de fevereiro de 1906, em Pernambuco. Comandante de volante que mais liquidou cangaceiros, adentrou à Força Pública do Estado da Bahia, assentando praça em 2 de Janeiro de 1934.

Passou a compor as Forças em Operações no Nordeste - F.O.N.E. Chegou a segundo tenente em 1939. Entre aqueles cangaceiros que eliminou, o tenente Zé Rufino destacou em entrevista os seguintes cangaceiros abaixo:


Azulão, Barra Nova, Canjica, Catingueira, Quina-Quina, Corisco, Maria Dórea, Mariano, Meia-Noite, Pai Velho, Pavão, Sabonete, Zabelê, Zepelim...

Fonte: facebook
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