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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

28 DE JULHO NA GROTA DE ANGICO NO ESTADO DE SERGIPE

Por Sálvio Siqueira

Bom dia, meus amigos!

A passarada havia emudecido seu canto, os mocós, preás, tatus, pebas e outros animais, procuram suas locas e escondem-se todas as manhãs eles agradeciam os primeiros raios de sol em seu habitat nas encostas ao longo do riacho angicos, em terras sergipanas. Naquela manhã, 28 de julho de 1938, mudaram tudo, devido ao ensurdecedor barulho de estampidos sequenciais por vários minutos.

Após a volante comandada pelo tenente João Bezerra eliminar o "rei do cangaço", sua "rainha" e mais nove companheiros, corta seus pescoços, deixa seus corpos no leito do riacho e levam suas cabeças para a cidade de piranhas, em solo alagoano.

A notícia da façanha se espalha pelos municípios e estados do país são enviadas várias pessoas para comprovarem o acontecido. Jornalistas, autoridades e outros, chegam a grota que serve de sepulturas aos corpos sem cabeças para registrarem a macabra cena.


Em um registro muito especial, são identificados aqueles que, de certa forma, contribuíram para a realização do ato... identificando os coiteiros Pedro de Cândido e seu irmão Durval Rosa... algumas pessoas usam lenços, na tentativa de amenizar o forte odor exalado pelos corpos em estado de putrefação... todos acompanhados por uma volante, também vemos utensílios usados para transportarem a cal e/ou a creolina, que com certeza, foram lançadas em cima dos corpos para diminuir a fedentina.

Dr Rubens Antonio, o qual chamo de "o mago dos pincéis", faz um excelente trabalho de colorização digitalizada na imagem da cena macabra, trazendo-nos a imagem o mais próximo possível da realidade, na época.

Estirado no duro solo pedregoso do riacho angico, encontra-se o corpo sem cabeça daquele que, um dia, fora o terror dos sertões nordestino.

Também levamos aos amigos, parte da entrevista dada pelo comandante da volante ao jornal "A Noite", na época do ocorrido.

Fonte: facebook

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terça-feira, 13 de outubro de 2015

QUATRO LIVROS DO ESCRITOR SÉRGIO AUGUSTO DE SOUZA DANTAS





Adquira estes livros através do professor Pereira, lá da cidade de Cajazeiras, no Estado da Paraíba.

E-mail: franpelima@bol.com.br

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PESQUISA SOBRE O CANGAÇO NO PIAUÍ

Por Júlio César

Boa tarde !!

Vocês poderiam me ajudar com materiais sobre a passagem de Lampião sobre o Estado do Piauí ? Sou estudante de História pela UFPI , e tenho pesquisado na internet sobre o tema, mais não achei muita coisa. Pretendo ir no arquivo público afim de pesquisar mais. Mais se vocês me disponibilizarem material ficarei muito agradecido.

Desde já agradeço pela compreensão.

Júlio César estudante de História pela UFPI

RESPONDEU O PESQUISADOR E COLECIONADOR DO CANGAÇO IVANILDO ALVES DA SILVEIRA

Rubinho Lima e Dr. Ivanildo Alves da Silveira

Amigo  Júlio César:

Infelizmente não é do meu conhecimento, que Lampião tenha estado no Piauí. Há informações, apenas, que os cangaceiros Sinhô Pereira e Luiz Padre estiveram nessa região, quando se deslocavam para Goiás, atendendo um apelo de Padre Cícero, inclusive, ainda chegou a se ter combate do tenente Zeca Rubens, com esses cangaceiros. Ok?

Abraço e seja bem vindo.


Ivanildo Alves Silveira
Colecionador do Cangaço
Natal - RN.

Fonte: Entre Bandidos e Heróis - YOUTUBE.COM

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Uma informação sobre cangaceiros no Estado do Piauí. 

"Segundo um pesquisador de nome e renome no que diz respeito a "cangaço", informou-me que está preparando um trabalho para provar que o cangaço também esteve no Estado do Piauí. 

CANGACEIROS DEIXAM RASTROS EM CASTELO DO PIAUÍ

https://www.youtube.com/watch?v=CMqGyXhZaSI

Este assunto me foi revelado e faz um pouco mais de 1 ano, e não quero citar o seu nome no momento, vez que quem deve expor o seu trabalho sobre o cangaço no Piauí, é ele".

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CANGAÇO NA BAHIA


Quando o assunto é o Cangaço na Bahia, esse é um dos livros mais completos e confiáveis que existem no mercado.

O Livro “CANGAÇO NA BAHIA” do escritor e pesquisador Oleone Coelho Fontes aborda a passagem de Lampião por terras baianas, ocorrida a partir do final do ano de 1928, quando teve início a chamada “segunda fase” do cangaço Lampiônico.

Lampião após ser perseguido implacavelmente e ter sofrido constantes derrotas por parte das Forças Volantes, em solo pernambucano, resolve deixar o Estado de Pernambuco e entra com um reduzido número de homens, na Bahia.

Em sua nova área de atuação, o cangaceiro descansa por algum tempo, refaz seu grupo com a inclusão de novos elementos e recomeça sua jornada em busca da realização de seus objetivos.

Em 1929 Lampião conhece a baiana Maria de Déia, a futura Maria Bonita, e no ano de 1930 ela passa a acompanhá-lo, sendo a primeira mulher a integrar o grupo cangaceiro.

ADENDO - http://blogdomendesemendes.blogspot.com

Acho que para você adquirir este livro, basta entrar em contato com o professor Pereira, lá em Cajazeiras, no Estado da Paraíba, através deste e-mail:

franpelima@bol.com.br

LAMPIÃO NA BAHIA... IMPERDÍVEL!!!
Geraldo Antônio de Souza Júnior (Administrador)


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VÍDEO - MENTIRAS E MISTÉRIOS DE ANGICO

Por Aderbal Nogueira
Antônio Amaury, Aderbal Nogueira e Sabino Bassetti: Mentiras e Mistérios no Cariri Cangaço 2011 em Crato, Ceará.

Meus amigos, os depoimentos do vídeo abaixo, servem para elucidar ou complicar mais ainda a vida de quem pesquisa o cangaço. Lampião, armas, João Bezerra, traição, veneno, etc.

Não quero aqui fazer inimizades por registrar o pensamento dos colegas pesquisadores, pois acho que cada um tem o direito de pensar como quiser. Se todos pensássemos igual o que iríamos discutir? Que sentido teria a história? A história é feita das controvérsias. Respeito todos os pensamentos e não perco amizade nenhuma por conta disso.

Assistam o vídeo, logo abaixo, e, tire suas conclusões sobre a morte de Lampião e o combate de Angico.

http://youtu.be/NTXy2ynWFHE

Abraço.

Aderbal Nogueira
Sócio da SBEC, Diretor do GECC
Conselheiro Cariri Cangaço

Página do pesquisador e colecionador do cangaço Ivanildo Alves Silveira

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FEITOSA DOS INHAMUNS - PARTE FINAL

Por Nertan Macêdo

(*) "Manoel Ferreira Gondim.

E esse quem era?Em todos os atos públicos onde figura o seu nome encabeça a lista dos assinantes. Devia pela idade provecta e pela atuação respeitável merecer este privilégio. Sabemos ser oriundo da estirpe pernambucana dos Gondins de Goiana, filho de um irmão do Sargento-Mor Francisco Ferreira Pedrosa, sobrinho de dona Antônia de Oliveira Leite, mulher do comissário Lourenço Alves Feitosa e do padre José Ferreira Gondim, vigário de Goiana e vice-vigário do Recife. Sua mãe Luzia Monte, pelo lado materno (Isabel Monte), e Feitosa, pelo lado paterno (Cel. Francisco Alves Feitosa), vinha dos tempos da dominação. Situado no rio do Umbuzeiro, onde possuía terras nas fazendas "Aroeiras", "Gameleira" e "Araras", tinha como vizinhos o Sargento-mor Leandro Custódio Bizerril e o parente próximo Capitão-mor José Alves Feitosa. Foi no Centro-Oeste cearense patriarca no verdadeiro sentido. Por toda parte parentes seus têm destaque em todos os ramos de atividade humana. Desaparecendo aos 21 de dezembro de 1833, uma récua de filhos chorou a sua morte. Dez legítimos e um natural, ao todo onze. Já na bíblia encontramos Abraão, patriarca de Israel, o preferido de Deus,também constituindo família com uma concubina - Ismael foi o produto destes amores, como José Ferreira o era do patriarca dos Inhamuns. Nos autos de inventário de Manoel Ferreira Gondim e sua mulher Isabel Alves está escrito: "Ajuntem os meios dotes e somem e repartam pelos onze herdeiros, incluindo o herdeiro José Ferreira, filho natural do falecido velho Gondim, que na regra de direito é herdeiro de seu falecido pai por isso que deve entrar na meação" A figura bíblica do homem de Itur identifica-se nos mesmos anseios com o Gondim das "Aroeiras". O mesmo destino a que ficam sujeitos as pessoas marcou-lhes, em sentido diverso., a passagem pela terra. O filho de Abraão, banido para o deserto, foi ter ao vale de Meca, o de Manoel Ferreira Gondim, na procura dos favores de parentes importantes, perdeu-se nos sertões agrestes de Pernambuco. De Ismael, descende Maomé, o místico que ainda reina nos corações de milhares de asiáticos. De José Ferreira, rezam as tradições, provém Lampião, o famoso bandoleiro que reinou nos sertões. - Gomes de Freitas, Novos Subsídios para a História do Inhamuns, edição de "O Povo", Fortaleza, Ceará, 21-12-63.

(**) "filhos do português João Alves Feitosa, casado, como já ficou dito, com uma filha do Coronel Manoel Martins Chaves;

1.º - Comissário Lourenço Alves Feitosa, casado com Antônia de Oliveira Leite, irmã do Padre José Ferreira Gondim, Vice-Vigário do Recife e do Vigário de Goiana;

2º. - O Coronel Francisco Alves Feitosa, casado, em primeiras núpcias, com Isabel do Monte, irmã do Capitão-mor Geraldo do Monte; em segundas núpcias com Catarina Cardosa da Rocha Resende Macrina, descendente da família Cavalcanti e Albuquerque, de Pernambuco, e, em terceiras núpcias com Isabel Mareia de Melo. 

Estas três mulheres eram viúvas e traziam filhos dos seus leitos anteriores.

Dos filhos do primeiro casamento de Isabel do Monte, descendem grande parte dos Pinheiros, dos Melos e dos Fernandes Vieira, conforme o testemunho do Dr. Helvécio Monte ("unitário, nº. 2.168, de 04 de junho de 1966).

Dos filhos do primeiro casamento de Catarina Cardosa da Rocha Resende Macrina, segundo uma tradição que sempre circulou no seio da família Feitosa, descendem de Pereiras de Pajeú de Flores. - "O Coronel Francisco Alves Feitosa fundou a sua primeira fazenda no lugar Barra do Jucá, em terras do Rio Jaguaribe, à margem direita deste, cerca de uma légua de sesmaria abaixo da atual vila de Arneiroz, construindo ali uma capela de taipa, e por isso, com a edificação da igreja de Arneiroz, por um neto do mesmo Francisco Alves Feitosa, ficou aquela fazenda com o nome de Igreja Velha (esta de denominação já desapareceu com a demolição dos prédios antigos).

Procedeu-se ao inventário do Coronel Francisco Alves Feitora em Cococi; foi apenas uma partilha,porque não havia órfãos e o monte total orçou em NCr$ 12.000,00, isto é, perto desta importância, porque as avaliações foram muito baixas, conforme se vê, não havendo avaliações de posses de terras, e sim de sítios: um sítio São Nicolau, com 3 léguas de terra, avaliado por NCr$ 200,00; um sítio Figueiredo, com duas léguas, avaliado por NCr$ 400,00, o sítio Olho d'água do Urucu. por NCr 50,00; uma légua de terra, das estremas do Latão até a estiva por NCR$ 300,00; um sítio com engenho, no lugar Engenho da Serra, por NCr$ 400,00; o sítio Pouco Redondo, com três léguas de comprimento e uma de largo para cada lado, por NC$ por 550,00, e assim por diante, outros sítios em Inhamuns, Quixelô, antiga Santana do Cariri e rio de São Francisco, da Cachoeira de Paulo Afonso para baixo. Os bens semoventes tiveram as avaliações seguintes: um cavalo de fábrica, em Cococi, por NCr$ 5,00; as éguas avaliadas a NCr$ 3,00; as vacas, a NCr$ 2,00, as novilhotas e novilhotes, a NCr$ 1.20; e os bezerros, a NCr$ 0,50. (Os escravos, de moleques a negros, tiveram avaliação de NCr$ 40,00 a NCr$ 80,00, mais disto um ou outro). Esta partilha foi feita em Cococi, no dia 17 de junho de 1770, com assistência de todos os herdeiros e co-herdeiro Capitão-Mor Arnauld de Holanda, casado com Francisca, neta do inventariado.

Os bens inventariados, por morte do Coronel Francisco Feitosa, atualmente teriam valor para algumas centenas de contos de réis.

Não nos constam o nome dos estados do Coronel Francisco Alves Feitosa do primeiro casamento.

Do segundo casamento constam-nos os nomes dos seguintes enteados:

1 - Antonio Pereira do Canto, casado com Antônia, filha de Antonio Barbosa Galvão;

2 - Lenor casada com o português, a quem chamavam Marinheiro José da Silveira, que cultivava a Serra, que ficou com o nome de Serra do Silveira; 

3 - Dona Rosa da Boa Esperança, não teve casamento e nem descendência. 

Do terceiro casamento do mesmo só nos constam ter dois enteados:

1 - O sargento-Mor Francisco Ferreira Pedrosa, que já vimos casado com Josefa Alves Feitosa, filha do seu padastro;

2 - O marido de Luzia, filha do primeiro casamento do Coronel Francisco Alves Feitosa,cujos nome ignoramos, - Leonardo Feitosa - Tratado Genealógico da família Feitosa.

Tipografia Paulina - 1952 - Fort - CE.

Como se vê do livro de Leonardo Feitosa, os Pereiras do sertão pernambucano são parentes dos Feitosas do Ceará. Não seria sem razão que Virgulino Lampião começara sua vida de cangaceiro à sombra de Sinhô Pereira, acostado, assim, ao poderoso clã do Barão do Pajeú. Os mesmos Pereiras são também aparentados dos Alencares, outra importante família sertaneja cearense.
FIM.
Fonte: Livro Capitão Virgulino Ferreira
Autor: Nertan Macêdo
Edições O Cruzeiro - Rio de Janeiro
Ano: 1970
Digitado por: José Mendes Pereira

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LAMPIÃO E O COMBATE DA SERRA GRANDE.

Por João de Sousa Lima

A Serra Grande corta as cidades de Calumbi, Flores e Serra Talhada. Muitos escritores e pesquisadores citaram o grande combate da Serra Grande como sendo em Serra Talhada ( nessa época Vila Bela) ou Triunfo, porém a parte onde houve o combate acontecido em 26 de novembro de 1926 pertencia a Flores e hoje pertence àCalumbi, Pernambuco.


O policial reformado Lourinaldo Teles, também artesão na confecção das mais belas réplicas de punhais do cangaço, hoje é quem trava essa batalha para provar que geograficamente o combate da Serra Grande aconteceu em Calumbí.  Por diversas vezes Lourinaldo andou mapeando os pontos onde os cangaceiros emboscaram os soldados das volantes e ele conseguiu encontrar, com a ajuda de um detector de metais, mais de trezentas cápsulas, além de carregadores, ogivas e um punhal.


O combate da Serra Grande foi um dos maiores fogos entre policiais e cangaceiros e uma das maiores estratégias de combate armada por Lampião. O número exato de participantes nunca foi totalmente contabilizado, fala-se em torno de 80 cangaceiros e 320 soldados.


Vários “Nazarenos” participaram desse ferrenho combate que foi comandado pelo major Theóphanes Ferraz Torres. Entre os grandes comandantes dos diversos grupos estavam o capitão Higino Belarmino, Manuel de Souza Neto, sargento Arlindo Rocha e Euclides Flor. O combate começou entre oito e nove horas e terminou às dezessete e trinta. Manuel Neto acabou sendo baleado nas duas pernas e por muito pouco não morreu. Calcula-se que mais de vinte soldados morreram nesse confronto. Da parte dos cangaceiros não houve baixas. O rastejador da polícia chamado Ângelo Caboclo foi baleado e posteriormente morto pelos cangaceiros.

     
Mesmo a polícia contando com um grande contingente e ainda com o suporte de duas metralhadoras e mais ainda com grandes nomes que comandaram as volantes, esse foi o combate que mais desmoralizou as tropas no estado pernambucano. Ivanildo Silveira - 17 de março de 2014 
     

No dia 03 de março de 2014, eu, Antônio Lira e Joventino nos dirigimos para Calumbí onde fomos encontrar com Lourinaldo Teles para que ele nos levasse ao local exato onde houve o combate. Só estando lá para entendermos as estratégias armados pelo Rei do Cangaço e as dificuldades encontradas pela polícia. No lugar conhecido como a “Trincheira de Lampião” ainda pudemos encontrar vários cartuchos com a inscrição DWM, datados de 1910, 1911, 1912, 1913 e 1914.


Todos os méritos dessa pesquisa cabem ao pesquisador Lourinaldo Teles que muito solícito nos transportou  até a Serra Grande e pacientemente nos mostrou durante horas, escalando subidas quase intransponíveis, com pedras soltas, galhos arbustivos, cactáceas espinhosas e calor, os pontos estratégicos onde cangaceiros enfrentaram valentes e famosos comandantes e seus comandados e aonde eles sofreram uma das maiores derrotas na perseguição ao cangaço.
     
Oitenta e oito anos depois, aquele local ainda guarda as marcas desse confronto, a história perpetua-se feito som propagado na imensidão. 

Aquela região silenciosa parece trazer os sons da batalha quando nos deparamos com a visão que temos ao olhar o horizonte, estando em seus cumes...

João de Sousa Lima
Escritor e Historiador.

http://orkut.google.com/c624939-t922f9a3300a33420.html

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TENENTE POMPEU E A MORTE DE LAMPIÃO

O vídeo é do acervo da laser-vídeo - Aderbal Nogueira

Bom dia, meus amigos!

Há uma imensa diferença entre sabermos de uma notícia através de uma literatura, folheto, ou mesmo por um contador de 'causos'. O pesquisador Aderbal Nogueira, 'cabra' das bandas do Ceará, sentindo isso, resolve arrumar uma tralha especial, uma câmera, um tripé e muita disposição na 'carcaça', com ela, ele registra, para eternidade, a imagem, a voz e a história contada por aqueles que viveram, sentiram, conviveram juntos as dificuldades dos fatos.

Acima, veremos o depoimento do tenente Pompeu Aristides de Moura. O tenente Pompeu é tido, por alguns, como sendo o matador do cangaceiro 'Moderno', cunhado de Lampião. Após ficar viúvo, sua esposa primeira, irmã de Lampião morre em terras cearenses antes de Virgínio entrar para o cangaço, trouxe para ser sua companheira a jovem e bela 'Durvinha'.

Notem, que a certa altura de seu depoimento, o tenente refere que as únicas saídas para sobrevivência dos jovens, na época, era entrar para o cangaço ou para a volante.

Bons estudos!

Fonte: facebook
Página: Sálvio Siqueira

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LIVROS DO ESCRITOR ANTONIO VILELA DE SOUZA


NOVO LIVRO CONTA A SAGA DA VALENTE SERRINHA DO CATIMBAU
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O livro "DOMINGUINHOS O NENÉM DE GARANHUNS" de autoria do professor Antonio Vilela de Souza, profundo conhecedor sobre a vida e trajetória artística de DOMINGUINHOS, conterrâneo ilustre de GARANHUNS, no Estado de Pernambuco.

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O CORONEL ISAÍAS ARRUDA DE FIGUEIREDO OU SIMPLESMENTE ISAÍAS ARRUDA

Por Geziel Moura

O Coronel Isaías Arruda de Figueiredo ou simplesmente Isaías Arruda era homem forte no Cariri cearense, principalmente na cidade de Missão Velha (CE), sua principal participação no cangaço de Lampião, foi o Projeto "Invasão de Mossoró", que culminou em fracasso total e numa tentativa de envenenamento da cabroeira, ao chegarem de Mossoró, durante o coito, na fazenda Ipueiras de Arruda.

As fotos pertencem ao acervo do autor





Em 2013, tive o privilégio em me juntar ao Manoel Severo Barbosa e a turma do Cariri Cangaço, em que me foi dado a honra de conhecer diversos lugares, da época que Lampião era apenas cabra de Sinhô Pereira. Dentre tais lugares, está justamente a casa de Isaías Arruda, e seu misterioso porão. 

Fonte: facebook

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segunda-feira, 12 de outubro de 2015

CONVITE!

Por Benedito Vasconcelos Mendes

Convidamos os interessados na viagem a São Raimundo Nonato-PI, para uma reunião sobre a contratação do transporte, que se realizará no apartamento do Paulo Gastão de Medeiros (Avenida Rio Branco, em frente à Estação das Artes, único Edifício existente no quarteirão), amanhã, terça-feira, dia 13-10-2015, às 9 horas.


Não deixe de participar da reunião.

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IMAGEM DA CADEIA PÚBLICA DE POMBAL ONDE JESUÍNO BRILHANTE LIDEROU ATAQUE PARA LIBERTAR SEU IRMÃO LUCAS EM 1.874


Segundo Câmara Cascudo, "ficaram famosos os assaltos à cadeia de Pombal (PB) para libertar seu irmão Lucas (1874) e, no ano de 1876, à cidade de Martins (RN). Cercado pela polícia local, Jesuíno e seus dez companheiros abriram passagem através de casas, rompendo as paredes, cantando a antiga "Curujinha". Câmara Cascudo afirma ainda que Jesuíno "nunca exigiu dinheiro ou matou para roubar". A imaginação popular acrescentou à biografia do cangaceiro centenas de batalhas, das quais Jesuíno Brilhante teria participado sem que tivesse levado um só tiro...


Em dezembro de 1879, na região das Águas do Riacho de Porcos, Brejos da Cruz, na Paraíba, Jesuíno foi atingido no braço e no peito, sendo levado, agonizante, por seus amigos. Morreu no lugar chamado "Palha", onde foi sepultado.

Entre as principais ações de Jesuíno, narradas no livro de Raimundo Nonato, encontram-se o saque à Cadeia Pública de Pombal (Paraíba), em 1874, e a invasão à cidade de Imperatriz (hoje Martins, no Rio Grande do Norte) para resgatar uma moça raptada pelo filho de um fazendeiro.

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LIVROS DO ESCRITOR GILMAR TEIXEIRA


Dia 27 de julho de 2015, na cidade de Piranhas, no Estado de Alagoas, no "CARIRI CANGAÇO PIRANHAS 2015", aconteceu o lançamento do mais novo livro do escritor e pesquisador do cangaço Gilmar Teixeira, com o título: "PIRANHAS NO TEMPO DO CANGAÇO". 

Para adquiri-lo entre em contato com o autor através deste e-mail: 
gilmar.ts@hotmail.com


SERVIÇO – Livro: Quem Matou Delmiro Gouveia?
Autor: Gilmar Teixeira
Edição do autor
152 págs.
Contato para aquisição

gilmar.ts@hotmail.com
Valor: R$ 30,00 + R$ 5,00 (Frete simples)
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VAMOS REVÊ-LA NOVAMENTE

Foto do acervo de Virgulino Ferreira DA Silva

Esta foto já foi postada neste blog, mas vamos revê-la novamente.  É o velho cangaceiro Virgulino Ferreira da Silva, o  Lampião, e os seus irmãos na cidade do Juazeiro do Norte, no Estado do Ceará, no dia 03 de março de 1926, três dias antes do seu encontro com o religioso Padre Cícero Romão Batista, para receber a patente de Capitão.

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FLAGRANTE HISTÓRICO


Flagrante histórico – para mim, evidentemente: a foto registra o momento em que passei às mãos do mestre Antônio Amaury Corrêa de Araújo o meu “Lampião – a Raposa das Caatingas”, por ocasião do “CARIRI CANGAÇO” em Piranhas, em julho de 2015. Antônio Amaury é o mais abnegado pesquisador do cangaço da atualidade. É impossível escrever sobre Lampião sem citar o mestre Amaury, pesquisador incansável, que dedicou a vida ao estudo da saga cangaceira.

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ZÉ BAIANO O FERRADOR DE LAMPIÃO


No ano de 1934, Lampião apareceu em Alagadiço pela última vez, deixando essa região sob o comando do grupo de Zé Baiano. Filho natural de Chorrochó, ele passou a aterrorizar os moradores daquele local. Coube a esse destemido cangaceiro a posse das terras compreendidas entre os municípios de Frei Paulo, Ribeirópolis, Pinhão e Carira, em Sergipe, e ainda Paripiranga, na Bahia.


O “Pantera Negra dos Sertões” era um negro, alto, forte, nariz achatado, queixo comprido, cabelos ruins e maltratados, que usava óculos e tinha uma voz grossa. Após ter ficado sabendo da traição amorosa da sua companheira, a qual ele assassinou a pauladas, passou a marcar mulheres indefesas com um ferrão de iniciais “J.B.”, como se fossem gados. Requinte de perversidade.


Com fama de impiedoso, o famigerado “ferrador de mulheres” era tido como um dos mais ricos do bando – formado por Demudado, Chico Peste e Acelino. Durante anos cometeu atrocidades, saqueou e impôs a sua própria lei em Frei Paulo e municípios vizinhos. A polícia não descansava procurando os temíveis bandidos que se escondiam em casas de fazendeiros. Estes, se não contassem à polícia, eram chamados de coiteiros, e se falassem eram apelidados de dedo duro na boca do cangaceiro.

ALAGADIÇO, FREI PAULO (SE) (MUSEU DO CANGAÇO) - EM BUSCA DOS CAMINHOS DO BRASIL

https://www.youtube.com/watch?v=SV3vn3OlC8k

Fonte: facebook

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LAMPIÃO CONTRA O MATA SETE

Autor Archimedes Marques

“LAMPIÃO CONTRA O MATA SETE” de autoria do pesquisador e escritor Archimedes Marques é o primeiro livro sobre o tema cangaço escrito unicamente com a finalidade de contestar um outro trabalho (livro) dentro do universo da literatura cangaceira, em toda a história.

Em seu livro Archimedes Marques contesta as informações contidas no livro “LAMPIÃO – O MATA SETE” de autoria de Pedro de Morais, cuja obra aborda uma suposta bissexualidade/homossexualidade de Lampião e casos de adultério envolvendo Maria Bonita, sua companheira.

Tendo em vista o polêmico assunto abordado, Archimedes Marques resolveu sair em defesa da “honra” e da preservação da história até então pesquisada e conhecida sobre a vida do cangaceiro Lampião e de sua companheira, para isso foi em busca de documentos e informações que serviram como base para a fundamentação e conclusão do “Livro contestador”, sendo o primeiro pesquisador/escritor sobre o tema cangaço a se pronunciar contrário às informações contidas no livro “Lampião - O Mata Sete”.

Lampião – Contra o Mata Sete é sem dúvidas, um livro para ser consultado e tido como referência, para o conhecimento sobre o Cangaço e seu representante maior.

Para aquisição do livro basta entrar em contato diretamente com o autor através do e-mail:

archimedes-marques@bol.com.br 
ou com o já “experimentado” Professor Francisco Pereira Lima , o maior distribuidor/vendedor de livros sobre o Cangaço e Nordeste de toda a galáxia, através do e-mail:
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Fonte: Facebook
Página: Geraldo Júnior
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